19 de mar de 2011

Flower Travellin' Band e a obra-prima que vem do Japão!

sábado, março 19, 2011

Por Ricardo Seelig

Em tempos de catástrofe japonesa, onde todo mundo só fala do que de ruim está acontecendo na terra do sol nascente, que tal falarmos de coisas boas?

Uma das melhores bandas surgidas na história do rock japonês, e um dos grupos mais originais que eu já ouvi, a Flower Travellin' Band é cultuada até hoje em todo o mundo e tem, pelo menos, uma obra-prima em sua discografia: o espetacular Satori, lançado em 1971. Mesclando riffs influenciados pela milenar música japonesa com influências de Black Sabbath, Led Zeppelin e Cream, o grupo gravou um clássico atemporal.

Não conhece? Nunca ouviu falar? Nunca escutou? Então dê play aí embaixo e descubra uma banda que vai mudar a sua vida:



The Vines: novo álbum em junho!

sábado, março 19, 2011

Por Ricardo Seelig

Uma das bandas mais legais dos anos 2000 anunciou o seu retorno. Depois de três anos de silêncio, os australianos do The Vines lançarão seu novo álbum, Future Primitive, no dia 3 de junho. Segundo o líder, vocalista e guitarrista Craig Nicholls, o disco terá bastante influência dos anos 1960 e músicas bem curtas.

A banda já divulgou o primeiro single de Future Primitive, "Gimme Love", que você pode assistir aí abaixo. E, pra não perder o pique, dê play na sequência em "Get Free", uma das músicas que apresentaram o Vines ao mundo, em julho de 2002:




New York Dolls: assista o clipe de "Fool For You Baby"!

sábado, março 19, 2011

Por Ricardo Seelig

Promovendo seu novo álbum, Dancing Backward in High Heels, que saiu dia 15 de março, a lendária banda norte-americana New York Dolls divulgou seu novo clipe. O vídeo para a faixa "Fool For You Baby" tem direção de Jeremy Johnstone e mostra o grupo em uma espécie de circo, rodeado por personagens estranhos.

Dê play e assista "Fool For You Baby" abaixo:



18 de mar de 2011

Whitesnake: review do álbum Forevermore (2011)!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Cotação: ****

O Whitesnake entrou em uma máquina do tempo antes de gravar Forevermore, seu décimo-primeiro álbum de estúdio. Porque eu digo isso? Simples: as treze faixas do disco trazem para 2011 o que de melhor o grupo de David Coverdale fez em seus primeiros álbuns. O hard embebido no blues de trabalhos como Trouble (1978), Lovehunter (1979) e Ready an' Willing (1980) dá a tônica de Forevermore, um disco que irá cair no gosto de qualquer fã do Whitesnake.

Coverdale tem como principal parceiro em Forevermore o guitarrista Doug Aldrich, no grupo desde 2003. A dupla é responsável por todas as faixas, e se mostra afiadíssima. Completam o time Reb Beach (guitarra), Michael Dewin (baixo) e Brian Ticky (bateria). Sem exageros, esse é um dos melhores line-ups da longa carreira do Whitesnake. Basta ouvir o CD para não ter dúvidas disso.

“Steal Your Heart Away” abre o play atualizando o embalo do Whitesnake do final da década de 1970 e apresentando-o para os ouvintes atuais. “All Out of Luck” traz um riff meio funkeado e David Coverdale cantando divinamente. O primeiro single, “Love Will Set You Free”, é Whitesnake safra Slide It In da melhor espécie. Um sonzão!

O álbum é uma sucessão de ótimas músicas, mostrando a solidez da atual formação. “Tell Me How” é um hard repleto de classe e bom gosto, com ótimo refrão. “I Need You (Shine a Light)” tem um grande riff temperado pela dose certa de malandragem, enquando “One of These Days” é uma ótima balada com sonoridade acústica, perfeita para pegar a estrada com o coração partido e fugir de tudo.

Além de Coverdale, que tem uma performance sensacional em todo o disco, o principal destaque de Forevermore são as guitarras de Doug Aldrich e Reb Beach. Seja nos riffs ou nos solos, a dupla rouba a cena em diversos momentos. “Love and Treat Me Right” é um exemplo disso: uma faixa baseada nos riffs das guitarras e com ótimos solos, como um bom hard rock deve ser. Além disso, “Love and Treat Me Right” tem, provavelmente, a melhor interpretação de Coverdale em todo o álbum.

“Dogs in the Street” difere um pouco das demais por ser a mais pesada do CD, com certas características que nos levam a álbuns como o clássico 1987. O hard furioso de “My Evil Ways” é outro momento que irá agradar em cheio os fãs de sons mais pesados. Já “Whipping Boy Blues” tem um groove empolgante, e é daquelas faixas que você tem vontade de deixar no repeat por um bom tempo. A bonita e épica faixa-título encerra os trabalhos deixando um gostinho de quero mais, comprovando a ótima fase do quinteto.

Forevermore me surpreendeu positivamente. Gostei muito do álbum anterior, Good to Be Bad, de 2008, mas Forevermore é ainda melhor. A escolha de trazer à tona as raízes blues do grupo foi pra lá de acertada, pois é uma das principais responsáveis por fazer o disco soar tão contagiante. Para mim, Forevermore é o melhor álbum do Whitesnake desde Slide It In (1984) e se equivale a 1987.

Exagero? Ouça e comprove!


Faixas:
1 Steal Your Heart Away 5:21
2 All Out of Luck 5:29
3 Love Will Set You Free 3:53
4 Easier Said Than Done 5:14
5 Tell Me How 4:42
6 I Need You (Shine a Light) 3:50
7 One of These Days 4:54
8 Love and Treat Me Right 4:15
9 Dogs in the Street 3:54
10 Fare Thee Well 5:19
11 Whipping Boy Blues 5:03
12 My Evil Ways 4:34
13 Forevermore 7:26

Resultado da promoção Rei Lagarto: veja quem foram os ganhadores!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Como prometido, eis o resultado da promoção Rei Lagarto, que vai dar o último CD do grupo para 5 leitores da Collector´s Room. Obrigado pela participação e pelo apoio, e curtam, em alto e bom som, um dos melhores discos lançados no Brasil em 2010.

Os ganhadores da promoção Rei Lagarto, que irão receber em casa 1 CD Oceans, são:

@pjfserpa
@underground_re
@freddiefigaro
@pablogbolive
@TlopezFFC

Os nomes dos vencedores serão repassados para a banda, que irá encaminhar os CDs. Assim que receberem os discos nos avisem, e comentem com a gente o que acharam do álbum.

E aguardem, porque logo logo tem mais promoções pintando por aqui!

Marvin Gaye: os 40 anos do álbum What’s Going On!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Fabiano Negri

Durante anos, o gênio Marvin Gaye ficou à mercê da gravadora Motown, pela qual ele só gravava músicas feitas pelos compositores da casa, sem nenhum controle artístico. Mesmo fazendo muito sucesso , Marvin sentia que sua participação no mundo da música não era relevante, e essa insatisfação foi crescendo com o passar dos anos.

Em 1969 a coisa ficou ainda mais feia quando a Motown lançou o álbum Easy, que acabou sendo o último da parceria brilhante entre Marvin e Tammy Terrell, já que ela viria a falecer no inicio de 1970 por conta de um tumor cerebral. O problema é que a gravadora de Barry Gordy – patrão e sogro de Marvin – lançou o disco aproveitando o sucesso da dupla, mas a bolacha – segundo o próprio Marvin – não continha a voz de Tammy - que a essa altura do campeonato já estava em sua sétima cirurgia cerebral – e sim da compositora Valerie Simpson. Marvin se negou a divulgar o LP, acirrando ainda mais o atrito com a Motown.

Além disso, ele acusava a gravadora de tentar usar o problema de sua parceira para alavancar ainda mais o sucesso da dupla. A família de Tammy demonstrou toda sua insatisfação no funeral da cantora, com sua mãe dizendo que Barry e sua trupe não ajudaram em nada no tratamento, mesmo tirando todo o proveito possível de sua imagem e talento.


A morte de Tammy em 25 de março de 1970 devastou Marvin, que sumiu de cena – tentando até começar uma carreira no futebol americano -, deprimido e totalmente desiludido com sua carreira e com o mundo de forma geral. Mas, na verdade, essa reclusão fez parte do primeiro passo em direção a um álbum que mudaria a cara da soul music e definiria de forma diferente a música pop mundial.

Após algum tempo, Marvin Gaye apresentou a faixa “What’s Going On” para Barry Gordy, que se recusou a lançá-la, dizendo que a música não tinha apelo comercial. Marvin, enfurecido, disse que não gravaria mais nada pela Motown se seu pedido não fosse aceito.

Quando lançada , “What's Going On” foi um sucesso instantâneo. Barry – que nunca foi bobo - pediu um álbum completo nos mesmos moldes. Só essa atitude mudou muita coisa. Naquela época os artistas não tinham controle sobre o seu trabalho, e esta seria a primeira vez que um contratado da Motown teria liberdade tanto nas composições como na produção de um disco. Esse fato abriu portas para muitos talentos, inclusive para um tal de Stevie Wonder, que depois disso passou a exigir controle sobre suas produções – graças a Deus!


What’s Going On é um álbum complexo, incluindo elementos de soul, funk, jazz e até música clássica. Um trabalho conceitual sobre o descontentamento de Marvin com o mundo e com a sua própria vida. O disco abre com a belíssima faixa-título, um swing sem pressa com letra preciosa onde Marvin mostra toda sua elegância e inteligência musical. “What’s Happening Brother” segue no mesmo clima, com destaque para as orquestrações e para a harmonia intrincada. Mas não imagine aquela sucessão de acordes sem pé nem cabeça, aqui a coisa é diferente. São belíssimas soluções harmônicas que servem para embelezar ainda mais as melodias de Mr. Gaye.

A interpretação é levada ao extremo em “Flying High (In a Friendly Sky)”. Com uma levada bem leve e meio jazzística da bateria, Marvin mostra porque foi, é e sempre será um dos maiores cantores da história da música.

“Save the Children” traz o momento mais sofisticado do álbum, onde, sobre uma bela sucessão de acordes – com destaque para o entre e sai de instrumentos, ora cordas, ora percurssão, ora tudo atacando ao mesmo tempo – Gaye trava um interessante diálogo entre voz falada e cantada. Nada menos que estupendo!

“God is Love” tem pouco menos de dois minutos e evoca novamente o swing de “What’s Going On” – aliás, todo o álbum segue interligado, onde cada música serve de complemento para a outra.

“Mercy Mercy Me” e sua mensagem ecológica põe pra dançar e pensar ao mesmo tempo. Na verdade, essa é a tônica de What’s Going On e é o que faz esse trabalho tão especial. Um disco leve e dançante, divinamente bem arranjado e que, além de lazer, traz muito conteúdo para fazer o ser humano deixar de ser egocêntrico e pensar um pouco.


“Right On” surge com um envolvente lick de piano e é a música mais longa do play. Possui uma levada manhosa com a voz comandando, tendo como contraponto a flauta. Mais uma vez os arranjos impressionam pela escolha exata de onde e como cada instrumento deve soar. No final, mais uma brilhante passagem vocal amparada por cordas e sopro. Uma produção irrepreensível!

“Wholy Holy” evoca as grandes baladas da música negra, marca registrada da era de ouro da Motown. Não preciso dizer que é mais um show do filho do reverendo Gaye!

Minha preferida fica para o fim do petardo. “Inner City Blues” é um tratado de soul music, uma aula de como devem se portar um baixo e uma bateria bem marcados, sem exageros, segurando a onda e fazendo a coisa acontecer. A voz abençoada, cantada em camadas separadas por oitavas ,dita o clima da canção.

Não é a toa que What’s Going On é considerado um dos maiores esforços musicais da história. É um verdadeiro marco da sensibilidade, talento e genialidade de um monstro da música negra norte-americana.

Para mim, Marvin Pentz Gaye Jr. pode ser igualado por alguns, mas nunca ultrapassado. É um artista que não teve limites para sua música. Morreu de forma estúpida – assassinado pelo próprio pai – mas enquanto houver vida em nosso planeta What’s Going On nunca será esquecido.

Ozzy Osbourne: dois primeiros discos ganham novas versões!

sexta-feira, março 18, 2011

Por João Renato Alves

Os álbuns Blizzard of Ozz e Diary of a Madman, de Ozzy Osbourne, serão relançados em 31 de maio. As novas versões estarão disponíveis individualmente em vinil e CD, além de um box set que trará um DVD bônus. Os trabalhos foram remasterizados das fontes originais por George Marino. Dessa vez, as gravações originais de baixo e bateria, feitas por Bob Daisley e Lee Kerslake, não foram substituídas.

Enquanto Blizzard of Ozz trará faixas extras, a reedição de Diary of a Madman contará com um CD adicional, trazendo uma apresentação da banda já com Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria.

Já a caixa limitada conta com um livro de cem páginas, pôster, uma réplica da icônica cruz dourada de Ozzy e o DVD Thirty Years After the Blizzard, com filmagens inéditas de 1981 e 1982 e depoimentos de Ozzy, Sharon Osbourne, Lemmy Kilmister, Steve Vai, Nikki Sixx, Rob Halford, Zakk Wylde e Bill Ward, entre outros.

Confira os tracklists:

Blizzard Of Ozz (30th Anniversary Expanded Edition)

1. I Don't Know (5:13)
2. Crazy Train (4:51)
3. Goodbye To Romance (5:33)
4. Dee (0:49)
5. Suicide Solution (4:17)
6. Mr. Crowley (5:02)
7. No Bone Movies (3:52)
8. Revelation (Mother Earth) (6:08)
9. Steal Away (The Night) (3:28)

Bonus tracks
10. You Looking At Me, Looking At You (Non-LP B-Side, Previously Unreleased in the U.S.) (4:15)
11. Goodbye To Romance (2010 Guitar & Vocal Mix, Previously Unreleased) (5:42)
12. RR (Previously Unreleased – Randy Rhoads guitar solo) (1:13)

Diary of a Madman (Legacy Edition)

Disc 1:

1. Over The Mountain (4:31)
2. Flying High Again (4:44)
3. You Can't Kill Rock And Roll (6:59)
4. Believer (5:15)
5. Little Dolls (5:39)
6. Tonight (5:50)
7. S.A.T.O. (4:07)
8. Diary Of A Madman (6:14)

Disc 2:

Ozzy Live (recorded on the Blizzard of Ozz tour)

1. I Don't Know
2. Crazy Train
3. Believer
4. Mr. Crowley
5. Flying High Again
6. Revelation (Mother Earth)
7. Steal Away (The Night)
8. Suicide Solution
9. Iron Man
10. Children Of The Grave
11. Paranoid

30th Anniversary Deluxe Box Set

* Blizzard of Ozz (30th Anniversary Expanded Edition)
* Diary of a Madman (Legacy Edition)
* Blizzard of Ozz (180-gram LP — original album only)
* Diary of a Madman (180-gram LP — original album only)
* DVD Thirty Years After the Blizzard

Gibson elege as 50 maiores músicas da história do heavy metal!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

O site da Gibson, que de tempos em tempos publica listas com os melhores disso e daquilo, acaba de colocar no ar quais seriam, na sua opinião, as cinquenta maiores músicas da história do heavy metal.

Como toda lista, há itens discutíveis – afinal de contas, o que Rage Against the Machine, Alice in Chains e Tool fazem aí? -, mas o resultado final é um grande ponto de partida para a gente discutir e pensar quais são, afinal, os sons mais importantes da história da música pesada.

É interessante reparar também que apenas quatro bandas respondem por quase 50% da lista. Das cinquenta músicas, nada mais nada menos que 23 vem do quarteto formado por Judas Priest (7 faixas), Black Sabbath (6), Iron Maiden (6) e Metallica (4), o que apenas comprova, pela enésima vez, a importância e influência dessas quatro bandas para o heavy metal.


Confira abaixo quais são as 50 maiores músicas da história do metal segundo a Gibson, e, depois, coloque nos comentários como seria o seu top 10:

1.Metallica – Master of Puppets
2.Motörhead – Ace of Spades
3.Ozzy Osbourne – Crazy Train
4.Black Sabbath – Iron Man
5.Iron Maiden – The Number of the Beast
6.Black Sabbath – War Pigs
7.Black Sabbath – Paranoid
8.Metallica – One
9.Iron Maiden – Hallowed Be Thy Name
10.Judas Priest – Breaking the Law
11.Black Sabbath – Children of the Grave
12.Guns N'Roses – Welcome to the Jungle
13.Black Sabbath – Black Sabbath
14.AC/DC – Hells Bells
15.Iron Maiden – The Trooper
16.Judas Priest – Painkiller
17.Rainbow – Stargazer
18.Metallica – Enter Sandman
19.AC/DC – Back in Black
20.Van Halen – Runnin' with the Devil
21.Judas Priest – The Hellion / Electric Eye
22.Iron Maiden – Run to the Hills
23.Def Leppard – Let It Go
24.Faith No More – Epic
25.Megadeth – Hangar 18
26.Iron Maiden – Rime of the Ancient Mariner
27.Judas Priest – You've Got Another Thing Comin'
28.Iron Maiden – Fear of the Dark
29.Slayer – Rainning Blood
30.Pantera – Walk
31.Dio – Holy Diver
32.AC/DC – Highway to Hell
33.Black Sabbath – Heaven and Hell
34.Rage Against the Machine – Bulls on Parade
35.Metallica – Fade to Black
36.Slayer – Angel of Death
37.Megadeth – Peace Sells
38.Korn – Freak on a Leash
39.Alice in Chains – Them Bones
40.Pantera – Cemetery Gates
41.Kiss – Detroit Rock City
42.Judas Priest – Devil's Child
43.Rainbow – Run with the Wolf
44.Alice in Chains – Would?
45.Twisted Sister – We're Not Gonna Take It
46.Judas Priest – Hell Bent for Leather
47.Judas Priest – Beyond the Realms of Death
48.Motörhead – Bomber
49.Van Halen – Unchained
50.Tool – 10.000 Days (Wings, Part II)

AC/DC: novo single no Record Store Day!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Promovendo seu novo DVD, Live at River Plate, o AC/DC irá lançar um single em tiragem limitada durante o Record Store Day. O compacto de sete polegadas trará as faixas “Shoot to Thrill” e “War Machine” gravadas ao vivo durante a passagem da Black Ice Tour pela Argentina.

Para comprar a bolacha, você já sabe: os itens lançados durante o Record Store Day só estarão à venda no dia 16 de abril de 2011, e somente nas lojas participantes do evento – que estão nos Estados Unidos, e não aqui.

Jack White: o cantor e sua loja de discos no SXSW Festival!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Conforme já noticiamos aqui, o incansável Jack White agora tem uma loja de discos itinerante, a Rolling Record Store. A estreia da nova empreitada de White ocorreu essa semana, durante o SXSW Festival, em Austin, no Texas.

Abaixo você pode assistir Jack White tocando uma versão para a clássica “Not Fade Way”, de Buddy Holly, e “Dead Leaves and the Dirty Ground”, do White Stripes, além de outras cositas más:


Hammerfall: detalhes do single “One More Time”!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

O novo álbum do Hammerfall, Infected, chegará às lojas dia 20 de maio, mas os fãs vão ter uma prévia da bolacha um pouco mais cedo. Dia 8 de abril sai o single da faixa “One More Time” em uma edição limitada em vinil picture de 7 polegadas. No lado B, uma versão ao vivo de “Hallowed Be My Name”, gravada em Gotemburgo em 2009. Serão produzidas apenas 500 cópias deste compacto, que será vendido somente através da loja virtual da Nuclear Blast. Então, se você quer uma, corra!

“One More Time” também ganhará um clipe dirigido pelo aclamado Patric Ullaeus, responsável por ótimos vídeos para bandas como Kamelot, Dimmu Borgir e Evergrey.


Aloe Blacc: mais uma cara nova no novo soul!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Ele tem apenas dois discos – Shine Through (2006) e Good Things (2010) -, mas já está dando o que falar. Para quem curtiu os álbuns de Sharon Jones e Charles Bradley, aí vai mais um pra coleção: Aloe Blacc.

Natural de Los Angeles, o cara faz um soul repleto de balanço, que beira o funk em alguns momentos. Seus dois CDs merecem o play, e garantem momentos de alegria para quem ama os bons sons.

Só pra dar um gostinho, assista abaixo o clipe de “Loving You is Killing Me” - só o garotinho black power já vale o vídeo!


Lançamentos da semana - 20 a 26/03/2011!

sexta-feira, março 18, 2011

Por Ricardo Seelig

Talvez essa seja a semana mais forte em lançamentos até agora em 2011. Chegam às lojas nos próximos dias os novos do Strokes, Vaccines, Obits, Chemical Brothers e Panic at the Disco. Tem também os novos singles e EPs de Duffy, Beady Eye (dois lançamentos diferentes!), Firewind e Lady Gaga.

Para quem curte sons mais antigos, a grande pedida são as reedições do clássico Layla and Other Assorted Love Songs do Derek & The Dominos, além da volta de John Mayall, o grande Serge Gainsbourg e o novo álbum de Joe Bonamassa - que faz um som totalmente calcado nos clássicos.

E, para a galera do metal e do hard rock, grandes alegrias reservadas com os novos discos do Amon Amarth, Vintersorg, Vicious Rumors, Kingdom Come, Whitesnake, Graveyard, Brian Robertson, Soundgarden, Spiritual Beggars ao vivo no Japão e a aguardada estreia do Symfonia de Andre Mattos e Timo Tolkki.

Sirva-se, e bom apetite!


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