2 de jul de 2011

1 de jul de 2011

Promoção The Gathering: veja quem foram os ganhadores do par de ingressos e do CD da banda!

sexta-feira, julho 01, 2011


Por Ricardo Seelig


Em mais uma grande promoção com nossos brothers da Overload Records, vamos anunciar agora quem ganhou 1 (um) par de ingressos para o show do The Gathering neste domingo, dia 03/07, no Hangar 110, em São Paulo, e também quem ficou com o CD The West Pole.


Vamos lá, que rufem os tambores:


- o ganhador do par de ingressos, que irá assistir o show do The Gathering com um acompanhante, é @evertontmartins


- e a ganhadora do CD The West Pole, que irá curtir o último trabalho da banda, é @thatianax


O link do sorteio está aqui.


A Overload Records entrará em contato com os ganhadores para a entrega dos prêmios.


Parabéns aos vencedores, e obrigado a todos que participaram!

Promoção Deicide: veja quem ganhou o CD 'To Hell with God'!

sexta-feira, julho 01, 2011


Por Ricardo Seelig


Chegou a hora, moçada! Vamos conhecer quem ganhou o excelente CD To Hell with God, lançado pelo Deicide esse ano.


Em mais uma promoção com a Reign in Metal, tivemos o imenso prazer de disponibilizar para os nossos leitores esse ótimo álbum. E o feliz ganhador foi @galileubraga.


O link do sorteio está aqui.


Parabéns ao vencedor, e muito obrigado a todos que participaram!

Roger Waters traz 'The Wall Live' para o Brasil em março de 2012!

sexta-feira, julho 01, 2011


Por Ricardo Seelig


O perfil oficial de Roger Waters no Facebook acabou de publicar as datas da turnê do músico pelo Brasil, em março de 2012. Waters tocará o clássico The Wall na íntegra nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.


Veja abaixo as datas e locais dos shows:


17 de março – Porto Alegre
Estádio Beira Rio

22 e 23 de março – São Paulo
Estádio do Morumbi

25 de março – Rio de Janeiro
Estádio do Engenhão


A venda dos ingressos terá início no dia 19 de setembro, mas ainda não tenho informações se ela será feita através de algum site ou nas bilheterias dos locais dos shows.

30 de jun de 2011

Velhas Virgens: abra essa carteira pro DVD deles!

quinta-feira, junho 30, 2011


Indies muito antes do termo ser coisa de banda de nerd de franjinha metido a descolado, o sexteto Velhas Virgens chega aos 25 anos com tudo em cima e a postura 'macha' de sempre. O novo grito de independência na orelha da indústria fonográfica é o custeio do DVD comemorativo das bodas de prata, que vai ser bancado pelos fãs. Isso mesmo: pegando o bonde que surgiu com sites que passam o chapéu para trazer músicos da gringa ao Brasil, o Velhas novamente pôs a cabeça (de cima) pra funcionar e está captando a verba para o DVD de 25 anos num site de crowdfunding - ou Financiamento Coletivo, pra ser menos emo.


Pelo site ComeçAki, os fãs contribuem com quantias de 30 reais para cima. Em troca, serão agraciados com mimos que vão de DVD autografado pela banda a uma música gravada especialmente para esses colaboradores - entoando o nome de TODOS eles.


Na opinião das Velhas, o financiamento coletivo cria um novo modelo de negócio na música, baseado apenas na relação entre artista e fã - o que chuta, para cada vez mais longe, o traseiro das leis de incentivo do governo e seus nada transparentes critérios de concessão. O modelo colaborativo de prensagem do novo DVD pega desde a pós-produção até a capa e encarte, que vai ser ilustrado com fotos enviadas por quem esteve no já histórico show de Porto Alegre.





Entrem e colaborem com o projeto das Velhas Virgens.


Curtam o ComeçAki no Facebook.


Sigam o @ComecAki no Twitter.

Carlos Maltz: resenha do livro 'Abilolado Mundo Novo'!

quinta-feira, junho 30, 2011


Por Ricardo Seelig


O Engenheiros do Hawaii foi uma das maiores bandas da história recente do rock brasileiro. A música do grupo conquistou uma quantidade enorme de fãs em todo o Brasil, assim como uma leva gigantesca de detratores. Particularmente, gosto muito do segundo disco – A Revolta dos Dândis, de 1987, dono de uma sonoridade que me agrada bastante -, e de Várias Variáveis (1991), com canções mais densas e pesadas.


Carlos Maltz, baterista fundador, deixou o grupo em 1995 e, após algumas aventuras musicais, sumiu de vista. Na verdade, Maltz afastou-se da música, mudou-se para Brasília e começou a trabalhar com outra de suas paixões, a astrologia. Uma vida muito mais calma e sossegada do que a que tinha na época dos Engenheiros, e com muito mais tempo livre para curtir a vida em família ao lado da esposa e de suas duas filhas pequenas.


Mas todo indivíduo envolvido com alguma atividade artística não consegue ficar quieto por muito tempo. A necessidade de se expressar é quase fisiológica, e com Maltz não foi diferente. O resultado é o livro Abilolado Mundo Novo, primeira inserção do músico e astrólogo na literatura.




Abilolado Mundo Novo é um livro diferente. Maltz o concebeu como se fosse a transcrição de um chat em algum fórum na internet, eternizado em uma obra física. Mas o que torna ele realmente único é que todos os personagens que interagem nos diálogos desse chat são fictícios, criações da mente de Maltz. A construção de cada indivíduo foi tão bem feita que é até difícil admitir que estamos falando de personagens de ficção e não de pessoas reais. Esse é, talvez, o principal mérito de Maltz: identificar os fragmentos de sua múltipla personalidade e dar vida própria a cada um deles.


O livro não gira em torno de um assunto específico. Maltz propõe discussões sobre os mais variados temas, mas todos eles sempre abordando tópicos mais filosóficos, como religião, felicidade, amor, realização pessoal. A obra não faz, por exemplo, relações com a cultura pop, como encontramos nos textos do inglês Nick Hornby e do brasileiro André Takeda.


Ainda que alguns trechos soem como um intrincado e cansativo papo-cabeça, é inegável que Abilolado Mundo Novo tem muitos momentos interessantes e que buscam encontrar caminhos e soluções para tornar a vida do leitor mais leve e recompensadora.


Indicado para fãs dos Engenheiros do Hawaii e para quem curte textos mais densos e filosóficos. Se essa é a sua praia, Abilolado Mundo Novo é um prato cheio.

Yardbirds: maior clássico da banda relançado em vinil!

quinta-feira, junho 30, 2011


Por Os Armênios


O selo Music on Vinyl está reeditando o trabalho mais clássico da banda The Yardbirds. Lançado originalmente em 1966 com o título de Yardbirds, o disco ficou conhecido como Roger The Engineer em virtude da frase escrita na capa, um desenho de Chris Dreja retratando o engenheiro de som do estúdio em que o álbum foi gravado.


Nos Estados Unidos e na Alemanha, as capas são diferentes — a lista de músicas também foi levemente alterada —, com o disco tendo sido lançados nesses países com o título de Over Under Sideways Down, devido a essa faixa ter se revelado um hit de sucesso.


Apontado pela crítica como sendo o trabalho mais expressivo na discografia da banda, é reconhecido ainda como um dos álbuns mais importantes e influentes da década de 1960. A psicodelia e o rock pesado tem raízes profundas nesse disco.


A nova prensagem pela Music on Vinyl é de altíssima fidelidade em vinil de 180 gramas. Em mono (como o original), essa versão ganhou duas faixas bônus: o single "Happening Ten Years Time Ago" e seu lado B, "Psycho Daisies", foram incluídos. 


Esse é um disco que não pode faltar na sua coleção. Se você não conhece Roger The Engineer, é um sortudo! Eis um clássico de altíssimo nível para ser descoberto!


Abaixo, a lista completa de faixas:


A1 Happening Ten Years Time Ago (2:57)
A2 Lost Woman (3:15)
A3 Over Under Sideways Down (2:23)
A4 The Nazz Are Blue (3:07)
A5 I Can’t Make Your Way (2:28)
A6 Rack My Mind (3:15)
A7 Farewell (1:32)


B1 Hot House of Omagararshid (2:48)
B2 Jeff’s Boogie (2:25)
B3 He’s Always There (2:32)
B4 Turn Into Earth (3:17)
B5 What Do You Want (3:26)
B6 Ever Since The World Began (2:07)
B7 Psycho Daisies (1:50)

Wilco: conheça a capa e o tracklist do novo álbum!

quinta-feira, junho 30, 2011


Por Ricardo Seelig


O novo disco do Wilco se chamará The Whole Love e chegará às lojas no próximo dia 27 de setembro. O álbum é o sucessor do bom Wilco (The Album), lançado em 2009.


A banda já divulgou o primeiro single, "I Might", que você pode ouvir aqui na Collector´s.


Confira abaixo o tracklist completo de The Whole Love:


1. Art of Almost
2. I Might
3. Sunloathe
4. Dawned on Me
5. Black Moon
6. Born Alone
7. Open Mind
8. Capitol City
9. Standing O
10. Rising Red Lung
11. Whole Love
12. One Sunday Morning (Song For Jane Smiley’s Boyfriend)

Black Lips: review do álbum 'Arabia Mountain' (2011)!

quinta-feira, junho 30, 2011


Por Adriano Mello Costa


Nota: 8,5


O Black Lips é uma daquelas bandas que preza a palavra diversão com todas as suas forças. Aliando um lado tosco e meio maluco com muita energia, o grupo de Atlanta, EUA, grava registros quase sempre agradáveis para quem gosta de punk e rock de garagem setentista. Depois de três bons discos (Let It Bloom de 2005, Good Bad Not Evil de 2007 e 200 Million Thousand de 2009), eles colocam no mercado aquele que possivelmente é o seu melhor trabalho.


Cole Alexander (vocal e guitarra), Ian Saint Pe (guitarra), Jared Swilley (baixo e vocal) e Joe Bradley (bateria e vocal) resolveram dar uma amansada e pela primeira vez chamaram um produtor para ajudar em um disco. Arabia Mountain, o sexto registro de estúdio, foi produzido na sua maioria por Mark Ronson, conhecido por trabalhar com Amy Winehouse e Kaiser Chiefs. O resultado dessa parceria é inegavelmente positivo e leva o Black Lips um nível acima.


As antigas influências ainda se apresentam em Arabia Mountain, mas ganham uma roupagem mais elaborada, o que eleva, até de modo paradoxal, a própria energia do disco. “Family Tree”, por exemplo, evoca novamente o Violent Femmes, enquanto “Dumpster Dive” tem o Rolling Stones como referência. Em “Raw Meat” ouve-se um punk rock com a pinta do Buzzcoks e em “Bone Marrow” com a entrada só com a batida atrás, regride uns trinta anos no tempo.


Outras faixas são bem mais diferentes, como o bailinho sessentista bem humorado de “Spidey’s Curse” ou o climão psicodélico e arrastado de “You Keep on Running”. A diversão, marca específica do quarteto, não fica de fora em momento algum, porém se apresenta de maneira mais forte na ótima “Modern Art”, na dupla despretensiosa de “Bicentennial Man” e “Go Out and Get It" (ambas produzidas só pela banda) e na sujeira melódica de “New Direction”.


Em Arabia Mountain o Black Lips consegue caminhar na contramão de duas afirmativas que quase sempre estão corretas. Primeiro, mesmo enchendo o álbum com 16 canções, não enjoa ou cansa em nenhum momento, o que é bastante difícil. Também prova que um som melhor produzido não faz mal se forem respeitadas as características da banda, o que Mark Ronson sabiamente fez. E assim no novo disco consegue achar justamente a burilada que faltava no seu som.





Faixas:
1 Family Tree
2 Modern Art
3 Spidey's Curse
4 Mad Dog
5 Mr. Driver
6 Bicentennial Man
7 Go Out and Get It
8 Raw Meat
9 Bone Marrow
10 The Lie
11 Time
12 Dumpster Dive
13 New Direction
14 Noc-a-Homa
15 Don't Mess My Baby
16 You Keep on Running

29 de jun de 2011

Ghost: review do álbum 'Opus Eponymous' (2010)!

quarta-feira, junho 29, 2011


Por Marcelo Vieira


Nota: 9


Por indicação de um amigo, conferi o som deste grupo que está dando o que falar lá fora. O segredo do sucesso do Ghost talvez seja a união do mistério a respeito da identidade de seus integrantes (conhecidos apenas como Nameless Ghouls) e seu satanismo de butique, na escola de bandas como Venom e Slayer. O aspecto teatral de suas apresentações (todos os integrantes encapuzados como almas penadas e o vocalista Papa Emeritus trajando uma roupa similar à casula de Bento XVI) tem sido alvo de elogios da crítica especializada. Enfim, os suecos estão aos poucos conquistando seu espaço entre as novidades mais quentes dos últimos tempos no rock. Opus Eponymous, disco de estreia do Ghost, foi lançado em outubro de 2010, mas diante da quantidade de lançamentos de nomes já consagrados no ano passado acabou passando despercebido aqui no Ocidente, e só agora chegou ao conhecimento dos headbangers de plantão.


A instrumental “Deus Culpa”, tocada num órgão de igreja, serve para aclimatar o ouvinte, tal como a antífona de entrada numa missa. Mas o baixão distorcido da introdução de “Con Clavi Con Dio” mostra que a coisa não é nada cristã. Quando Papa Emeritus começa a cantar, então fica evidente que o sexteto está a serviço do coisa-ruim. As principais marcas do som do Ghost já dão as caras por aqui: guitarras com afinação baixa, muito reverb nos solos, baixo com drive a la Lemmy Kilmister (talvez para compensar uma bateria às vezes pouco inspirada) e um vocalista que parece ter se embriagado na fonte de Eric Bloom do Blue Öyster Cult. Os backing vocals são puxados para o canto gregoriano (como se o coral da igreja estivesse possuído) e o típico órgão volta e meia reaparece no papel de teclado de ambiência.


Destaque à parte, as letras são ginasianas, tipo de coisa que aluno rebelde escreve no quadro-negro para matar do coração a professora de religião antes da aula. Não dá pra levar a sério - por isso mesmo, a diversão é garantida. Mas voltando ao disco, “Ritual” conta com um refrão que promete empolgar ao vivo. Primeiro sucesso do sexteto, “Elizabeth” foi lançada como single aperitivo antes de Opus Eponymous chegar às lojas, e é outra faixa que resume bem a proposta dos 'ghouls'. A frase “Devil's power is the greatest one” abre “Stand by Him” (onde o “Him” eu nem preciso dizer quem é, certo?). “Satan Prayer” foi o primeiro som que ouvi e até hoje é o meu predileto. Assim como as demais, tem um quê de humor subversivo, ideal para pregar peças nos amiguinhos crentes.


A reta final traz a trinca “Death Knell”, “Prime Mover” e a instrumental “Genesis”, que, pelo nome, talvez indique que o êxodo está por vir no próximo lançamento, que eu, sinceramente, espero que venha logo. E, como sonhar não custa nada, uma vinda da banda ao Brasil seria a perfeição. Apenas alguns anos depois do surgimento do Lordi, a Escandinávia mostra novamente ao mundo, com o Ghost, que teatro e rock and roll têm tudo a ver. A benção, Papa Emeritus!





Faixas:
1. Deus Culpa
2. Con Clavi Con Dio
3. Ritual
4. Elizabeth
5. Stand by Him
6. Satan Prayer
7. Death Knell
8. Prime Mover
9. Genesis

Ozzy Osbourne: review do DVD 'Thirty Years After the Blizzard' (2011)!

quarta-feira, junho 29, 2011


Por Fabiano Negri


Nota: 9


Há muitos anos os fãs do falecido Randy Rhoads clamam por material inédito do guitarrista junto a Ozzy Osbourne. Em comemoração ao aniversário de 30 anos dos míticos álbuns Blizzard of Ozz e Diary of a Madman, Ozzy soltou um box especial que conta com os discos remasterizados e um DVD com um documentário e muitos extras que trazem as tão sonhadas imagens inéditas
do falecido gênio.


Feito para os realmente fãs, o DVD conta com um documentário de 40 minutos muito bem produzido, que dá uma passada geral no período inicial da carreira de Ozzy pós-Black Sabbath. Além de Ozzy e Sharon Osbourne, temos depoimentos bacanas de Steve Vai, Zakk Wylde – que inclusive reproduz alguns solos de Randy –, Nikki Sixx, Lemmy, Rob Halford e Bill Ward, ou seja, um time de feras que se rasgam em elogios para o Madman e seu garoto prodígio. Como não poderia deixar de ser, Bob Daisley e Lee Kerslake – baixista e baterista da primeira encarnação da banda de Ozzy – são completamente ignorados devido aos infindáveis problemas judiciais entre eles e o staff dos Osbournes.




Ozzy demonstra muita emoção quando ouve takes até então inéditos de Randy debulhando sua guitarra. Dá pra sentir muita sinceridade no olhar de Ozzy, que não para de dizer o quanto fenomenal e importante Randy foi para a sua vida.


Os extras são espetaculares, mas não espere por imagens em HD ou uma soberba qualidade som. O que temos aqui é o documento histórico de um período, sem a qualidade de gravação que temos hoje. E é ai que alguns podem se decepcionar! Pela primeira vez o After Hours – programa feito em Nova York por uma rede de televisão local em 1981 – aparece com ótima qualidade de som e imagem, bem diferente dos sofríveis bootlegs que temos por aí.


Além de algumas entrevistas feitas na época, temos o verdadeiro “holy grail” nas filmagens dos shows no New York Palladiun e em Albuquerque, no Novo México. O primeiro é uma filmagem amadora, de frente para o palco, feita com uma câmera super 8. O filme é dividido em dez partes de três minutos e meio casa, e com a exceção de “Paranoid” não temos nenhuma música completa. A qualidade de imagem e som não é das melhores, mas dá pra sacar que a banda vivia um grande momento. A cozinha formada por Tommy Aldridge e Rudy Sarzo, ao vivo, é bem superior do que a de Bob Daisley e Lee Kerslake. Eles empregam muito mais pegada às músicas, deixando seus andamentos mais 'up' sem entrar na correria que Lee empregava na primeira parte da tour. Ozzy estava cantando muito bem, e Randy desfila seus riffs e solos com maestria. Os fãs de Randy Rhoads vão reclamar, pois a câmera poucas vezes tem o foco nele. Apesar de tudo, Ozzy era - e é - a figura principal de sua banda e o principal foco nessa filmagem.

No show do Novo México temos duas músicas completas – “Over the Mountain” e “Mr. Crowley”, ambas captadas com uma câmera profissional, já que o filme foi feito para uma matéria em um jornal local, que inclusive está no DVD. Esse show já faz parte da tour do Diary of a Madman, que contava com o castelo medieval como fundo do palco. Embora a qualidade de imagem e som sejam boas, mais uma vez os fãs de Randy ficarão na bronca. A câmera está posicionada do lado esquerdo do palco, de frente para Rudy Sarzo. Em poucos momentos vemos o guitarrista com clareza. No final das contas, temos que levar em consideração que Randy Rhoads morreu há 29 anos e que o material apresentado no DVD carece da qualidade que dispomos hoje em dia. Mas também é verdade que até outro dia essas imagens não existiam para o público, e que até o próprio Ozzy desconhecia.


Agora aperte o play já sabendo o que vai encontrar pela frente! Se você é um fã hardcore como eu, vai dar pulos de alegria com o material. Compre!! Se não é guarde seu dinheiro, porque o preço do box no Brasil é pra lá de salgado.



Machine Head: novo álbum será lançado em 'fan pack' especial da Metal Hammer!

quarta-feira, junho 29, 2011


Por Ricardo Seelig


Seguindo o que a Classic Rock já havia feito com os últimos discos do Motörhead e do Whitesnake, a Metal Hammer – que é da mesma editora que a Classic Rock – irá lançar o aguardado novo álbum do Machine Head, Unto the Locust, em um 'fan pack' especial.


O pacote incluirá o álbum completo e uma revista de 132 páginas com making of do disco, entrevistas com cada integrante, fotos dos arquivos pessoais dos músicos e até então inéditas, um guia sobre a turnê de lançamento do novo álbum, patch e sticker oficiais e um poster do grupo. Ou seja, um pacote para fã nenhum botar defeito!


O 'fan pack' já está disponível para pré-venda nesse link.

Halford: vocalista lançará novo DVD solo!

quarta-feira, junho 29, 2011


Por João Renato Alves


A Metal God Entertainment e Rob Halford anunciaram o lançamento de Halford Live At Saitama Super Arena para 10 de outubro. O DVD/Blu-ray traz o 'Metal God' acompanhado de sua banda solo, que conta com os guitarristas Roy Z e 'Metal' Mike Chlasciak, além do baixista Mike Davis e o baterista Bobby Jarzombek.


O concerto foi filmado em HD e conta com a tecnologia 5.1 Surround Sound. A versão em Blu-ray trará filmagens exclusivas e comentários de Rob. 


O tracklist é o seguinte:


1. Resurrection
2. Made in Hell
3. Locked and Loaded
4. Drop Out
5. Made of Metal
6. Undisputed
7. Nailed to the Gun
8. Golgotha
9. Fire and Ice
10. Green Manalishi (With the Two-Pronged Crown)
11. Diamonds and Rust
12. Jawbreaker
13. Cyber World
14. Like There’s No Tomorrow
15. Thunder and Lightning


28 de jun de 2011

Cold Driven: review do álbum 'The Wicked Side of Me' (2011)!

terça-feira, junho 28, 2011


Por Marcelo Vieira


Nota: 8


O Cold Driven é uma banda relativamente nova. Em apenas seis anos na ativa, o quinteto canadense já se estabeleceu entre as lideranças da nova cena rock de seu país e, aos poucos, vem ultrapassando fronteiras com seu som ao mesmo tempo potente e radiofônico. Até agora, a obra dos caras se resume a dois álbuns – Set in Stone (2005) e Steel Chambers (2007) – e este EP, The Wicked Side of Me, lançado recentemente para a alegria de quem estava no aguardo.


Musicalmente, o Cold Driven incorpora elementos de diversos subgêneros do rock e do metal. Em se tratando da parte instrumental do negócio, o quinteto está mais que aprovado. Guitarras pesadas e bem timbradas; baixão com presença e tocado com precisão; versatilidade na bateria – das conduções mais simples a viradas elaboradas com pedal duplo. Enfim, muita atitude nas cordas e nas peles. Mas quando o sujeito canta ...


Definitivamente, Billy Nickell não é o meu estilo de vocal, entretanto, casa direito com a proposta de modo a não deixar a sensação de cantor 'peixe fora d’água'. Os backing vocals ainda dão uma forcinha muito bem-vinda. Não conferi os caras ao vivo, mas se dependesse somente do repertório desse EP, a performance seria das mais incendiárias.


Antes toda banda rotulada de alternativa soasse tão coesa e com peso na medida certa como o Cold Driven em The Wicked Side of Me. São 23 minutos de rock para ninguém botar defeito.




Faixas:
1 – Intro
2 – Kingdom Come
3 – The Wicked Side of Me
4 – Now That I’m Gone
5 – Straight for Disaster
6 – In This Cold
7 – Rise of the Broken

Ei, SWU, vai tomar no ... conheça as atrações confirmadas no festival!

terça-feira, junho 28, 2011


Por Ricardo Seelig


O festival SWU acaba de divulgar as primeiras atrações confirmadas da edição 2011.


Nada de Bob Dylan, Arctic Monkeys, Black Keys ou Neil Young, como noticiamos ontem (Neil Young participará das palestras do fórum do festival - sim, ele não tocará, mas dará uma palestra - ah, vai se f ...).


Por enquanto, os nomes confirmados são:


Megadeth
Snoop Dogg
Damian Marley
Black Eyed Peas
Peter Gabriel


Ou seja, um line-up que consegue ser pior que a escalação da sofrível edição 2011 do Rock in Rio


Megadeth? Toca no Brasil de 15 em 15 dias!


Snoop Dogg? Estamos em 1993 ou em 2011?


Damian Marley? Se você gosta de banda cover ...


Black Eyed Peas? Ah, tenha a santa paciência!


Peter Gabriel? Público total de 15 bicho-grilos!


É amigo, pra quem plantou na mídia nomes como Bob Dylan, Neil Young, Black Keys, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Sonic Youth e Soundgarden, ficou BEM feio anunciar esse line-up mequetrefe ....

Ringo Starr traz a sua All Starr Band pela primeira vez ao Brasil!

terça-feira, junho 28, 2011

Por Ricardo Seelig


Ótima notícia não só para os Beatlemaníacos, mas também para quem curte boa música: Ringo Starr tocará com a sua All Starr Band pela primeira vez no Brasil!


Os shows acontecerão em novembro em diversas capitais do país. A tour passará dia 10/11 por Porto Alegre (Gigantinho), São Paulo dias 12 e 13/11 (Credicard Hall), Rio de Janeiro dia 15/11 (Citibank Hall), 16/11 em Belo Horizonte (Chevrolet Hall), 18/11 em Brasília (Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e Recife dia 20/11 (Chevrolet Hall).


A pré-venda para os clientes Credicard, Citibank e Diners acontecerá entre os dias 11 e 17 de julho, e para o público em geral a partir do dia 18/07. Os ingressos serão vendidos nas bilheterias oficiais dos locais onde ocorrerão os shows, pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o Brasil), pelo site www.ticketsforfun.com.br e em diversos pontos de venda espalhados por todo o país. Os valores ainda não foram divulgados.


A All Starr Band foi criada por Ringo durante os anos oitenta, e reúne músicos famosos da história do rock ao lado do baterista dos Beatles. Atualmente, a banda conta com nomes lendários como o guitarrista Rick Derringer (ex-Edgar Winter, Johnny Winter, Alice Cooper e outros), o vocalista e baixista Richard Page (ex-Mr. Mister, Elton John, Michael Jackson, Madonna), o vocalista e guitarrista Wally Palmar (The Romantics), o multi-instrumentista Edgar Winter, o tecladista Gary Wright (ex-Spooky Tooth) e o baterista Gregg Bissonette (ex-David Lee Roth, Toto, ELO e Santana). Ou seja, um timaço!


Imperdível, hein?

27 de jun de 2011

Rock 'n' Roll Doctor!

segunda-feira, junho 27, 2011


Por João Renato Alves


No próximo dia 11 de outubro a Grand Central Publishing lança Trust Me, I’m Dr. Ozzy: Advice From Rock's Ultimate Survivor. O livro, escrito por Ozzy Osbourne em parceria com Chris Ayres, reúne algumas das melhores edições de sua coluna semanal no jornal The Sunday Times, de Londres.


Unindo bom humor e memórias de sua vida pessoal, Ozzy aconselha leitores a lidar com seus próprios problemas. Também serão incluídas na publicação respostas a celebridades, além de respostas com embasamento médico.

ONLINE

PAGEVIEWS

PESQUISE