20 de ago de 2011

19 de ago de 2011

Os 40 mais importantes álbuns da história do black metal

sexta-feira, agosto 19, 2011



Por Ricardo Seelig

A conceituada revista inglesa de metal extremo Terrorizer, na ativa desde 1993, publicou uma lista com os 40 mais importantes discos da história do black metal.

Quer saber quem está nela? Então confira:

  1. Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas
    2. Emperor - In the Nightside Eclipse
    3. Darkthrone - A Blaze In The Northern Sky
    4. Emperor - Anthems To The Welkin At Dusk
    5. Burzum - Filosofem
    6. Bathory - Under The Sign Of The Black Mark
    7. Immortal - Pure Holocaust
    8. Dissection - Storm Of The Light's Bane
    9. Darkthrone - Transilvanian Hunger
    10. Enslaved - Eld
    11. Ulver - Nattens Madrigal - Aatte Hymne Til Ulven I Manden
    12. Satyricon - Nemesis Divina
    13. Watain - Sworn To The Dark
    14. Immortal - Sons Of Northern Darkness
    15. Darkthrone - Under A Funeral Moon
    16. Beherit - Drawing Down The Moon
    17. Venom - Black Metal
    18. Arcturus - La Masquerade Infernale
    19. Cradle Of Filth - The Principle Of Evil Made Flesh
    20. Rotting Christ - Thy Mighty Contract
    21. Bathory - Bathory
    22. Negură Bunget - Om
    23. Deathspell Omega - Si Monumentum Requires, Circumpice
    24. Emperor - Prometheus- The Discipline Of Fire And Demise
    25. Blut Aus Nord - The Work Which Transforms God
    26. Enslaved - Isa
    27. Drudkh - Forgotten Legends
    28. Dimmu Borgir - Stormblåst
    29. Satyricon - Rebel Extravaganza
    30. Solefald - The Linear Scaffold
    31. Bathory - Blood Fire Death
    32. Sarcofago - INRI
    33. Impaled Nazarene - Tol Cormpt Norz Norz Norz
    34. Enslaved - Frost
    35. In The Woods - Heart Of The Ages
    36. Thorns - Thorns
    37. Mysticum - In The Streams Of Inferno
    38. Naglfar - Sheol
    39. Immortal - Battles In The North
    40. Master's Hammer - Ritual

E aí, concorda ou discorda? Quem está faltando? E quem está sobrando nessa lista?

18 de ago de 2011

Edguy: resenha do álbum 'Age of the Joker' (2011)

quinta-feira, agosto 18, 2011


Por Ricardo Seelig


Nota: 8,5

A transformação do Edguy é uma das mais interessantes da história recente do heavy metal. De prodígios do power metal em álbuns como Theater of Salvation (1999) e Mandrake (2001), gradativamente a banda liderada pelo carismático vocalista Tobias Sammet foi mudando o seu som com a adição crescente de características do hard rock e do metal mais tradicional, transformação essa que dividiu os fãs. Toda essa história fica clara fazendo um exercício simples: ouça qualquer um dos primeiros discos do grupo e compare com Age of the Joker, seu novo álbum. É difícil acreditar que estamos falando da mesma banda.

Age of the Joker não é o álbum que os fãs estavam esperando, o que é uma boa notícia. Se fosse assim teríamos mais um disco de metal melódico, o que Age of the Joker está longe de ser. Pode-se classificar o som atual do Edguy como uma alquimia entre o hard rock e o metal, com forte presença de elementos do rock de arena dos anos oitenta e algumas pitadas de progressivo aqui e ali. Para efeitos de comparação, e apenas para isso, uma boa referência para entender o Edguy atual é o Kansas.

Produzido por Sascha Paeth, Age of the Joker é um disco bastante variado, com faixas um tanto quanto longas e que trazem um Edguy mais maduro. O alto astral da banda continua presente, mas agora divide espaço com faixas mais “sérias”, digamos assim, como a ótima “Pandora's Box”, repleta de mudanças de clima e passagens que ousam aproximar o country e o blues do heavy metal.

Quem curte o Edguy dos primeiros anos encontrará conforto nas ótimas “Breathe” e “The Arcane Guild” - esta última com direito até a um teclado Hammond e ótimos solos -, onde o quinteto demonstra na prática que ainda sabe fazer power metal empolgante. Contrastando com “Breathe”, “Two Out of Seven” talvez seja a canção mais hard do disco, com um refrão feito sob medida para ser cantado a plenos pulmões por estádios lotados.

O andamento mais cadenciado e as boas guitarras pesadas se destacam em “Face in the Darkness”. Já em “Fire on the Downline” o ponto forte é o clima épico que remete ao primeiro e excelente trabalho do Avantasia, o já clássico The Metal Opera, de 2001.

Um aspecto que deve ser mencionado em Age of the Joker são os arranjos vocais. Eles tornam um dos pontos fortes do Edguy, os refrões, ainda mais marcantes. Além disso, coros estão presentes durante todo o álbum, o que faz com que as canções ganhem em dramaticidade. A voz de Tobias, com aquele timbre agudo meio rouco de sempre, nunca soou tão forte, evidenciando a maturidade alcançado pelo vocalista. Basta ouvir “Behind the Gates to Midnight World”, a faixa mais progressiva do trabalho, para perceber isso.

No geral um disco muito bom, Age of the Joker mostra que o Edguy tem personalidade de sobra para seguir o caminho que bem entende, totalmente livre do que os fãs esperam que o grupo faça. Conte nos dedos quantas bandas, principalmente dentro do heavy metal, tem coragem de fazer isso, e você perceberá o tamanho da conquista que Tobias Sammet e suas parceiros alcançaram. Que esse espírito se mantenha, e que ele siga acompanhado de boa música como acontece aqui.


Faixas:
  1. Robin Hood
  2. Nobody's Hero
  3. Rock of Cashel
  4. Pandora's Box
  5. Breathe
  6. Two Out of Seven
  7. Faces in the Darkness
  8. The Arcane Guild
  9. Fire on teh Downline
  10. Behind the Gates to Midnight World
  11. Every Night Without You

Lenny Kravitz: resenha do álbum 'Black and White America' (2011)

quinta-feira, agosto 18, 2011



Por Ricardo Seelig

Nota: 8,5

Lenny Kravitz deve ter parado para pensar sobre como andava a sua carreira antes de gravar seu novo disco. Ao invés dos experimentalismos eletrônicos presentes aos montes em seus álbuns mais recentes, o que temos em Black and White America é um saudável retorno à sonoridade dos seus primeiros trabalhos, Let Love Rule (1989) e Mama Said (1991). Ou seja, um pop requintado banhado em generosas doses de soul.

Produzido, como sempre, pelo próprio Lenny, Black and White America é uma deliciosa viagem aos anos setenta, cujo ingrediente principal é o groove, o embalo, o balanço. Orgânico como há tempos um disco do cantor e guitarrista não soava, o nono álbum de Kravitz inicialmente iria se chamar Negrophilia, atestando o retorno às raízes black music de seu som.

Estreia do cantor pela Roadrunner Records, Black and White America pode ser encarado como uma espécie de trabalho conceitual, com suas dezesseis faixas levando o ouvinte por uma agradável jornada pela rica história da música negra norte-americana. Há aqui elementos do já citado soul, além de funk, rhythm and blues e o sempre bem-vindo clima Motown.

O início com a autobiográfica faixa-título e seus bem encaixados metais sacanas já deixa o ouvinte com uma ótima impressão, que apenas vai se solidificando no decorrer da audição. Fazia muito tempo que Lenny Kravitz não surgia tão interessante quanto aqui. “Liquid Jesus” e seu clima 'chill out' remetem a Marvin Gaye. “Rock Star City Life” irá agradar quem curte a faceta mais rocker de Kravitz, enquanto “Stand” é um pop perfeito para começar o dia.

Há momentos muito cativantes em Black and White America. Um dos principais é “Superlove”, uma composição que navega naquela linha tênue entre o soul e o funk e conforta o ouvinte com sua atmosfera acolhedora. “I Can't Be Without You” é outra que se destaca, baixando as luzes do ambiente com uma sexualidade tangível.

Apenas duas faixas lembram os trabalhos recentes de Lenny. A parceria com Jay-Z e DJ Military em “Boongie Drop” é apenas mediana, enquanto “Sunflower”, com a participação de Drake, tem uma batida nascida em uma roda de samba e é até passável.

Black and White America é um disco muito bom, com uma sonoridade orgânica, viva, pulsante, que não tem nada a ver com o que Lenny Kravitz estava fazendo em seus últimos álbuns. Se você curtiu os primeiros discos desse norte-americano mas perdeu o interesse pelo seu trabalho devido ao direcionanento exageradamente pop que ele seguiu, Black and White America é o disco que vai trazer você de volta.


Faixas:
  1. Black and White America
  2. Come On Get It
  3. In the Black
  4. Liquid Jesus
  5. Rock Star City Life
  6. Boongie Drop
  7. Stand
  8. Superlove
  9. Everything
  10. I Can't Be Without You
  11. Looking Back On Love
  12. Life Ain't Ever Been Better Than It is Now
  13. Tha Faith of a Child
  14. Sunflower
  15. Dream
  16. Push

17 de ago de 2011

Nazareth: review do álbum 'Big Dogz' (2011)

quarta-feira, agosto 17, 2011


Por Ricardo Seelig

Nota: 8,5

O Nazareth nunca foi uma banda do primeiro time do hard rock. Pra ser sincero, nem do segundo. A banda liderada pelo vocalista Dan McCafferty, há mais de quarenta anos na estrada, faz parte daquele tipo de artista que vence pela insistência. Desde que o mundo é mundo eles estão ali, perto de você, gravando discos e lançando músicas que, mesmo não tendo um impacto muito grande em sua vida, fazem barulho suficiente para você saber que ambos existem.

Analisando em perspectiva e mesmo correndo o provável risco de os fãs do grupo me amaldiçoarem, o fato é que esses escoceses lançaram apenas dois álbuns verdadeiramente relevantes em toda a sua carreira – Razamanaz (1973) e Hair of the Dog (1975) -, e desde então apresentam somente lampejos momentâneos de criatividade. Isso é facilmente percebido através da pluralidade de estilos explorada em seus discos. Do hard ao heavy metal, passando pelo pop e até por um equivocado flerte com a sonoridade mais eletrônica durante a década de oitenta, o Nazareth atirou para todos os lados em sua longa história, e, o que é pior, acertando em pouquíssimos alvos.

Por tudo isso, fui ouvir Big Dogz, vigésimo-segundo álbum do quarteto, com um pé atrás. Bem, na verdade com os dois pés atrás. Não tinha expectativa alguma em relação ao disco. Não esperava absolutamente nada. Para ser bem sincero com vocês, ele estava enquadrado naquele nicho de materiais de divulgação recebidos de gravadoras e que eu não tenho a mínima vontade de escrever a respeito.

Então, como estava dizendo, coloquei o álbum na vitrola e fui ouvir o disco. E é aí que a porca torce o rabo. O início da faixa de abertura, “Big Dog's Gonna Howl”, prendeu a minha atenção, e a surpresa só foi acabar ao final da audição. Com uma pegada totalmente influenciada pelo Free, “Big Dog's Gonna Howl” é um excelente cartão de visitas para um trabalho muito bom. Com um tracklist forte, Big Dogz traz o Nazareth executando um competente e sólido blues rock, onde o peso é um dos elementos principais. O áspero timbre da guitarra de Jimmy Murrison é um prazer inesperado e, ao lado do vocal de McCafferty, embebido em generosas doses de whisky e na linha do seu conterrâneo Bon Scott, é o principal destaque do disco.

Algumas músicas merecem comentários à parte. “When Jesus Comes to Save the World Again” é uma composição densa que lembra novamente o Free, mas dessa vez em seus momentos mais melancólicos. “Claimed” é hard puro, uma viagem direto aos anos setenta. “Radio” é ótima balada sem o excesso de açúcar habitual das músicas do grupo. A excelente “No Mean Monster” é um rock com um groove maroto, daquelas faixas feitas sob medida para pegar a estrada sem destino.

Com uma consistência e uma solidez que impressionam, Big Dogz é um grande álbum de rock puro e simples temperado por generosas doses de blues. Seguramente o melhor disco do Nazareth desde meados dos anos 70, com tudo para agradar não apenas os fãs, mas principalmente pessoas como eu, que nunca deram muito bola para o grupo.

Duvida? Então ouça!


Faixas:
  1. Big Dog's Gonna Howl
  2. Claimed
  3. When Jesus Comes to Save the World Again
  4. Radio
  5. No Mean Monster
  6. Time and Tide
  7. Lifeboat
  8. The Toast
  9. Watch Your Back
  10. Butterfly
  11. Sleeptalker

Me engana que eu gosto, Tony

quarta-feira, agosto 17, 2011



Por Ricardo Seelig

Todo mundo ficou excitado e animadíssimo com a notícia do retorno da formação original do Black Sabbath, que está ensaiando e compondo material em um estúdio escondido em algum lugar do planeta. Mas daí, ontem, Tony Iommi, o guitarrista da banda, soltou uma declaração dizendo que tudo é mentira e que as suas palavras foram manipuladas por um jornalista do Birmingham Mail. Tem boi nessa linha …

Em primeiro lugar, a notícia de que Iommi, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward decidiram voltar a tocar juntos e estão ensaiando composições antigas e inéditas não veio do tal jornalista do Birmingham Mail. Essa informação já era sussurrada nos bastidores há alguns meses, e veio à tona no final da segunda-feira, dia 15/08, através do site Metal Talk.

Um dia depois – portanto na terça, 16 -, o cara do jornal de Birmingham soltou a nota com a confirmação de Tony, com Iommi dizendo que o disco novo já havia sido composto por ele e por Ozzy, que o lançamento seria em 2012 e que as músicas inéditas soam como o material dos primeiros álbuns.

Daí, no final do dia, Iommi divulgou uma nota oficial em seu site com a seguinte declaração:

“I'm saddened that a Birmingham journalist whom I trusted has chosen this point in time to take a conversation we had back in June and make it sound like we spoke yesterday about a Black Sabbath reunion.

At the time I was supporting the Home of Metal exhibition and was merely speculating, shooting the breeze, on somethinh all of us get asked constantly, “Are you getting back together?”

Thanks to the internet it's gone round the world as some sort of 'official' statement on my part, absolute nonsense. I hope he's enjoyed his moment of glory, he won't have another at my expense.

To my old pals Ozzy, Geezer and Bill, sorry about this, I should have known better.”

Os mais apressados, incluindo a grande maioria da imprensa especializada nacional e internacional, saíram correndo e publicaram manchetes do tipo “Tony Iommi desmente reunião do Black Sabbath” e afins. Mas espera um pouco: você leu o que Iommi escreveu em sua declaração oficial? Mesmo? E entendeu o que ele está dizendo?

Vamos por partes. Pra começo de conversa, em nenhum momento de seu pronunciamento Tony desmente o retorno do Black Sabbath. Em segundo lugar, se ele deu essa declaração para o jornalista inglês em junho, o tal jornalista deveria ter divulgado isso já naquela época. Em terceiro lugar, Iommi disse com todas as letras que ele e Ozzy compuseram um álbum completo juntos e que esse disco sairá em 2012. E, por último, na boa Tony, mas com mais de quarenta anos nas costas você ainda não aprendeu que um jornalista não pode ser, nunca, o seu confessor? Contar algo para uma pessoa que trabalha com comunicação e pedir segredo é de uma inocência pueril, algo que os quatro integrantes do Black Sabbath estão longe de ser.

Portanto, você aí, headbanger que quase teve um ataque cardíaco com a notícia, contou pra todo mundo e tomou um banho de água fria com a declaração de Iommi, use os seus nerônios e pense um pouco: quantas vezes você já viu essa história? Quantas vezes um jornalista deu um furo, o objeto da notícia negou tudo, e depois de um tempo ela se confirmou? Isso é um clichê da comunicação. É assim que as coisas funcionam. Se o que foi noticiado não importasse, Tony Iommi não viria a público negar tudo. Pense de novo: quantas vezes uma possível reunião da formação clássica do Black Sabbath já foi noticiada? Inúmeras, várias, milhares. E quantas vezes um integrante desse line-up soltou uma declaração oficial negando tudo? Apenas uma: agora.

É por isso que eu digo, com todas as letras e sem medo de errar: a reunião do Black Sabbath está acontecendo, os caras estão ensaiando e compondo juntos, e teremos um novo álbum no ano que vem. Essa a verdade, rock people!

Os 10 discos de vinil mais vendidos de 2011

quarta-feira, agosto 17, 2011


Por Ricardo Seelig

Na Inglaterra, a venda de LPs cresceu 55% em relação a 2010. Até agora já foram vendidos quase 170 mil cópias do formato no Reino Unido. Nos Estados Unidos, o aumento foi de 37% em relação ao primeiro semestre de 2010. Legal, não?

Veja abaixo quais foram os dez LPs mais vendidos nos primeiros seis meses de 2011:
  1. Radiohead – King of Limbs
  2. Beady Eye – Different Gear, Still Speeding
  3. Adele – 21
  4. Arctic Monkeys – Suck It and See
  5. Elbow – Build a Rocket Boys
  6. Fleet Foxes – Helplessness Blues
  7. Foo Fighters – Wasting Light
  8. Noah & The Whale – Last Night on Earth
  9. Vaccines – What Did You Expect From the Vaccines
  10. Mumford & Sons – Sigh No More

16 de ago de 2011

Uriah Heep: review do álbum 'Into the Wild' (2011)

terça-feira, agosto 16, 2011


Por Ricardo Seelig

Nota: 8

Quarenta e dois anos de carreira e vinte e três discos de estúdio depois, o Uriah Heep surge refrescante em Into the Wild, seu novo álbum. O trabalho apresenta um alto astral e uma leveza de espírito que o tornam uma obra repleta de energia positiva.

O play reforça os pontos fortes do Uriah Heep. Estão nele a guitarra marcante de Mick Box, um dos instrumentistas mais subestimados do hard rock, sempre adornada pelo teclado Hammond do competente Phil Lanzon. Os ótimos vocais de Bernie Shaw são um destaque a parte, limpos e com uma classe difícil de encontrar entre os cantores atuais.

Into the Wild é um álbum forte e coeso, gravado por músicos que tocam juntos há décadas e conhecem a fundo a personalidade um do outro. O baterista Russell Gilbrook, o caçula da turma, injeta vitalidade às músicas e mostra-se perfeitamente integrado à banda.

O Uriah Heep gravou um disco de hard rock com um onipresente clima 'vintage'. Sem qualquer referência moderna ou atual, o que temos em Into the Wild é apenas rock clássico no melhor sentido do termo. De uma maneira geral, o álbum traz à mente a sonoridade que o Bad Company executava em seu período dourado, além de reminiscências de Led Zeppelin e Deep Purple.

Entre as faixas, “Nail on the Head”, “Into the Wild”, “Kiss of Freedom” e principalmente “Trail of Diamonds”, com seu clima místico e misterioso, se sobressaem das demais.

Com uma clara orientação para o passado e um impressionante apetite para continuar vivo no presente, o Uriah Heep registrou um respeitável disco que presta tributo à sua história e irá cair como uma luva no gosto dos fãs.



Faixas:
  1. Nail on the Head
  2. I Can See You
  3. Into the Wild
  4. Money Talk
  5. Trail of Diamonds
  6. Southern Star
  7. Believe
  8. Lost
  9. I'm Ready
  10. T-Bird Angel
  11. Kiss of Freedom

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