21 de jun de 2013

A semana na Collectors Room

sexta-feira, junho 21, 2013
Notícias: O Monsters of Rock Brasil finalmente anunciou as suas atrações, Iron Maiden fazendo história no Download Festival, o Iced Earth agora tem um baterista brasileiro, os vencedores do Metal Hammer Golden Gods 2013, o novo ábum do Gorguts, mais capas das edições de junho das principais revistas sobre música, a MTV demitiu mais da metade dos seus funcionários, o novo disco de Michael Monroe e o Black Sabbath alcançando o primeiro lugar da Billboard.       

Novos clipes: “Pelvis Pusher” do Vintage Trouble, “Unspoken” do Kylesa, “Torn Apart” do Valient Thorr, “Beautiful” do P.O.D., “666” do Rotting Christ, “Do I Wanna Know?” do Arctic Monkeys, “One of Us is the Killer” do The Dillinger Escape Plan, “In Days of Woe” do Black Tusk, “No Mercy” do Chimaira, “Resist” do TesseracT, “The Uncanny Valley” do Stone Sour e “For Your Vulgar Delectation” do Cradle of Filth.          

Novas músicas: “Born to Die” do King Khan & The Shrines, “Agony” de James LaBrie, “Forgotten Arrows” do Gorguts, “The Deathsurround” do Butcher Babies e “Cleansed by Fire” do Lingua Mortis Orchestra.    

Matérias especiais e colunas: o Brasil apresenta as suas armas, a parte 18 da série As Novas Caras do Metal, nova edição da Collectors Room Apresenta e os 71 anos de Paul McCartney.  

Galerias de fotos: o Black Sabbath e o Deep Purple setentistas

Crítica de livros: analisamos o recém-lançado Tesouros da Banda The Rolling Stones (http://www.collectorsroom.com.br/2013/06/critica-do-livro-tesouros-da-banda.html)

Reviews: Coal do Leprous, Deceiver of the Gods do Amon Amarth e Our Own Masters do Valient Thorr.

Na íntegra: o streaming completo do disco de estreia do Scorpion Child.

Por Ricardo Seelig
Foto: Dust & Grooves

Valient Thorr: crítica de Our Own Masters (2013)

sexta-feira, junho 21, 2013
Na ativa desde 2001, os norte-americanos do Valient Thorr chegam ao seu sexto disco com Our Own Masters, lançado nos últimos dias pela Volcom. Mantendo a mesma formação há quatro anos - Valient Himself (vocal), Eidan Thorr e Sadat Thorr (guitarras), Dr. Professor Nitewolf Strangees (baixo) e Lucian Thorr (bateria) -, a banda colhe os frutos de uma trajetória até agora sempre ascendente.

A praia do Valient Thorr é aquele tipo de som que às vezes soa mais hard, às vezes parece mais metal. Resumindo em uma denominação que todo mundo conhece, é o bom e velho rock pauleira.

Our Own Masters traz doze faixas que apresentam uma sequência assassina de riffs, com um ótimo trabalho de guitarras em todo o disco. O vocal é gritado, visceral, vem de dentro, e o restante dos instrumentos segue esse mesmo pique. Há muito mais feeling, tesão e pegada do que propriamente técnica, e isso faz um bem danado para o álbum. Trata-se de um metal atemporal, com doses maciças de hard rock na receita. Uma espécie de Motörhead com integrantes mais jovens, mais barbudos e com todo o ar - ainda que eu duvide - de mais bêbados.

A energia quase punk das canções convive lado a lado com melodias muito bem construídas, como fica claro, por exemplo, em “Manipulation”. Em um exercício imaginários que rende caminhos deliciosos, o Valient Thorr soa como se o Thin Lizzy tivesse sido criado por Lemmy Kilmister.

Destaque para a abertura violenta com a dobradinha “Immaculate Consumption” e “Master Collider”, a já citada “Manipulation”, “Cerberus” (que o crítico Kevin Sirois, do About Heavy Metal, foi extremamente feliz em classificar como uma prima bêbada de “Hot for Teacher”, clássico do Van Halen) e a deliciosa “Torn Apart”, ótima canção com pegada oitentista mas que jamais soa saudosista.

Melhorando a cada álbum, o Valient Thorr chega ao seu novo ápice com Our Own Masters. Este disco não vai mudar o heavy metal e muito menos o mundo, mas vai alterar completamente o clima daquele churrasco que você costuma fazer com os amigos.

Pode comprar mais cerveja porque a diversão está garantida.

Nota 8

Faixas:
1 Immaculate Consumption
2 Master Collider
3 Manipulation
4 No Strings Attached
5 Life Hands You Demons
6 Torn Apart
7 Cerberus
8 Good News Bad News
9 Insatiable
10 Crown Pleaser
11 Nervous Energy
12 Call Off the Dogs

Por Ricardo Seelig

Amon Amarth: crítica de Deceiver of the Gods (2013)

sexta-feira, junho 21, 2013
Apesar de Estocolmo, mais precisamente a sua área suburbana de Tumba, estar passando por um complicado momento, tendo sido palco de uma série de conflitos civis de origem econômica e social nas últimas semanas, a cidade também é a terra natal da banda Scum, a banda de adolescentes formada em 1988, que viria a ser o Amon Amarth quatro anos mais tarde.

Mais de duas décadas e oito discos depois, o quinteto sueco se estabeleceu como um dos maiores nomes do heavy metal atual, sempre embalado pela recorrente temática viking em suas letras, e o sentimento épico que transborda em cada registro. Em 2013 eles lançam Deceiver Of The Gods, seu nono álbum de estúdio, novamente pela Metal Blade Records, focando prioritariamente em uma das mais populares figuras da mitologia nórdica, o deus do fogo, Loki.

E logo nos primeiros segundos, a faixa-título começa a desenhar o espírito que dominará não apenas a música de abertura, mas todo o álbum – e como isso poderia ser diferente? É, de longe, a característica mais marcante na sonoridade do Amon Amarth e um dos principais responsáveis por ele ter o reconhecimento que tem hoje. Unindo isso a sempre presente influência do heavy metal tradicional e da música extrema, “Deceiver Of The Gods” mostra uma banda intacta em questões musicais, e ainda assim trazendo de detalhes que engrandecem as suas composições consideravelmente.

Mais acelerada, “As Loke Falls” alterna entre momentos extremamente melódicos (evidentemente, dentro dos padrões da banda) com andamentos que remetem aos seus primórdios, quando as margens com o death e black metal eram menos definidas. “Father Wolf”, a seguinte, poderia facilmente se encaixar em algum disco da NWOBHM com toques de speed metal, não fossem os vocais urrados de Johan Hegg e o tom extremamente baixo, enquanto “Shape Shifter”... bem, é Amon Amarth até o osso.

“Under Siege”, atmosférica e cadenciada, com estruturas bem variadas, é digna dos momentos mais épicos e contemplativos nas apresentações ao vivo dos suecos. Aliás, é notável o direcionamento da banda em compor com foco nas passagens que permitem uma grande interação, seja nas vozes ou nas melodias instrumentais que praticamente clamam por um coro a plenos pulmões. Isso pode ser visto mais do que claramente tanto na curta e direta “Blood Eagle”, quanto no chamado para a guerra de “We Shall Destroy”.

O andamento mais lento retorna na soturna “Hel”, que conta com a participação de Messiah Marcolin e invariavelmente acaba por resultar em um híbrido entre melodic death metal e doom metal, sempre carregado. O ritmo volta ao seu estágio típico em “Coming Of The Tide”, basicamente uma preparação para “Warriors Of The North”, a maior faixa já lançada pelo grupo até hoje, que com o seu excelente e bem encaixado título pode facilmente ser considerada a epítome de tudo que eles já fizeram de importante, musicalmente falando, em sua discografia.

E isso demonstra bem o que é a banda hoje: os suecos estão em uma situação extremamente confortável, com um nível de confiança conquistado e estabelecido álbum após álbum, que, se não apresenta grandes variações ou inovações entre um e outro, concretiza cada vez mais a identidade do Amon Amarth, e justifica o porquê de eles serem considerados um dos grandes nomes não apenas do melodic death metal (ou viking metal, como queiram), mas sim do heavy metal como um todo.

Deceiver Of The Gods pode não ser exatamente uma progressão natural, mas sim praticamente como outra parte, mais uma coleção de faixas dentro do estilo adotado claramente desde o With Oden On Our Side, em um longínquo 2006. Cansativo? De maneira alguma, já que eles ainda conseguem compor músicas e mais músicas que, por mais que sigam uma proposta em comum, recebem uma série de detalhes e um cuidadoso trabalho melódico que garantem a heterogeneidade do álbum e o torna memorável em diversos momentos.

Nota 8,5

Faixas:
01. Deceiver Of The Gods
02. As Loke Falls
03. Father Of The Wolf
04. Shape Shifter
05. Under Siege
06. Blood Eagle
07. We Shall Destroy
08. Hel
09. Coming Of The Tide
10. Warriors Of The North


Por Rodrigo Carvalho, do Progcast

Leprous: crítica de Coal (2013)

sexta-feira, junho 21, 2013
Dentre as mais recentes bandas do prog metal, os noruegueses do Leprous se destacaram rapidamente com a sua identidade visual e sonora bem singular, unindo um leque bem inesperado de influências e ainda assim garantindo resultados excepcionais, como pode ser ouvido nos seus três primeiros álbuns: Aeolia de 2006, Tall Poppy Syndrome de 2009 e Bilateral, um clássico instantâneo, de 2011.

Caminhando a passos largos, o quinteto lança agora em 2013 Coal, novamente sob a tutela da InsideOut, e elevando o Leprous mais alguns níveis acima em sua curta, mas praticamente obrigatória, discografia.

“Foe”, com apenas um par de notas, ritmos simples e extremamente repetitivos, comprova mais uma vez como o metal progressivo pode atingir resultados excelentes sem precisar apelar para músicas auto indulgentes, mas focando na agregação de novos elementos que criem uma sonoridade única. “Chronic”, a faixa seguinte, segue por um caminho muito mais complexo do que a anterior, com mudanças de andamento inesperadas que levam a sua sonoridade aos lados mais extremos do estilo (algo natural para uma banda norueguesa, convenhamos), enquanto a faixa-título, com sua esquisita sensação de urgência, traz inspiração em bandas como Tool, Meshuggah e um quê de industrial, dando luz a um híbrido no mínimo intrigante.

A lenta e atmosférica “The Cloak”, que rendeu um excelente vídeo, é uma belíssima e reflexiva faixa, com forte acento pop, embora não possa ser classificada genuinamente como uma balada, se considerar os seus moldes nada tradicionais. O mesmo ocorre com a seguinte, “The Valley”, que se envereda por passagens etéreas, com direito a um longo interlúdio flutuante em meio à jornada de quase nove minutos, e também com a curta “Salt”, que balanceia entre atmospheric rock, progressivo e sutis toques de jazz.

Essas mesmas influências se fazem presentes, ainda que apresentadas sob outro aspecto, em “Echo”, uma faixa dinâmica que explora uma numerosa gama de possibilidades sem fugir da linha guia arrastadíssima. “Contaminate Me” encerra o disco, e conta com a participação de Ihsahn em mais um momento em que o Leprous perigosamente se aproxima da sonoridade de bandas de death e black metal com toques progressivos, abrindo mais uma brecha para possíveis experimentações em seus próximos discos.

Até mesmo porque Coal já demonstra como o quinteto norueguês não define limites para a sua música, trazendo uma interessante inserção de elementos inesperados, dando mais um grande passo em sua ascensão como banda – algo importantíssimo, principalmente se considerarmos que Bilateral já foi muito elogiado em seu lançamento. 
 
Verdade seja dita, o grande destaque neste terceiro álbum é o dinamismo e a própria identidade que cada faixa adquire graças ao notável senso de composição da banda, montando uma sequencia memorável e homogênea, por mais diferenciada que seja, demonstrando evolução e amadurecimento desde o último trabalho como poucas vezes se viu.

Tranquilamente, mais um álbum a figurar nas listas de melhores do ano.

Nota 9

Faixas:
01. Foe
02. Chronic
03. Coal
04. The Cloak
05. The Valley
06. Salt
07. Echo
08. Contaminate Me

Por Rodrigo Carvalho, do Progcast

Lingua Mortis Orchestra, projeto dos músicos do Rage, lança lyric video para “Cleansed by Fire”

sexta-feira, junho 21, 2013
O Rage foi não apenas uma das primeiras bandas de heavy metal a inserir elementos de música clássica em sua música, mas, principalmente, foi um dos grupos que mais desenvolveu essa união. Há álbuns fantásticos dos alemães apresentando uma sonoridade que traz o metal e o clássico caminhando lado a lado e em harmonia, como Speak of the Dead (2006), por exemplo.

Agora, o trio formado por Peavy Wagner (vocal e baixo), Victor Smolski (guitarra, teclado e cello) e André Hilgers (bateria) decidiu ir ainda mais fundo nesse aspecto criando a Lingua Mortis Orchestra, nome inspirado álbum lançado pela banda em 1996. Ao lado do trio estão as vocalistas líricas Jeannette Marchewka e Dana Harnge. Henning Basse, ex-Metallium, também colabora cantando em algumas músicas.

O primeiro álbum, LMO, será lançado dia 2 de agosto pela Nuclear Blast e traz composições, em sua maioria, de autoria de Smolski. O disco conta com a participação de duas orquestras, uma espanhola e outra bielorrussa, totalizando mais de 100 músicos envolvidos. LMO é um trabalho conceitual sobre a queima de bruxas em Gelnhausen, cidade alemã, em 1599, e tem as letras de todas as músicas escritas por Peavy.

O tracklist é o seguinte:

01. Cleansed By Fire a) Convert The Pagans PT. 1 b) The Inquisition (instrumental) c) Convert The Pagans PT. 2
02. Scapegoat
03. The Devil´s Bride
04. Lament
05. Oremus (instrumental)
06. Witches` Judge
07. Eye For An Eye
08. Afterglow

Promovendo o trabalho, a Lingua Mortis Orchestra lançou um lyric video para a música de abertura do álbum, “Cleansed by Fire”, em uma versão editada e mais curta daquela que estará no disco. Ouça abaixo:



Por Ricardo Seelig

Ouça “The Deathsurround”, nova música do Butcher Babies

sexta-feira, junho 21, 2013
O primeiro disco da banda norte-americana Butcher Babies será lançado dia 9 de julho pela Century Media. Goliath será a estreia do grupo, que ficou conhecido por contar com duas ex-playmates da Playboy como vocalistas.

Mas o som é legal e vale o play, como dá pra perceber na nova música divulgada pela banda, “The Deathsurround”.

Aumenta!



Por Ricardo Seelig

20 de jun de 2013

Crítica do livro Tesouros da Banda The Rolling Stones

quinta-feira, junho 20, 2013
A Ediouro merece todos os elogios imagináveis pela série Tesouros da Banda, que traz livros dedicados a grandes nomes do rock com textos informativos e repletos de réplicas e fac-similes de pôsteres, ingressos e itens de memorabília dos artistas.

Depois de colocar no mercado títulos sobre os Beatles, Led Zeppelin, Queen e Nirvana, a editora está lançando agora a edição dedicada aquela que muitos consideram a maior banda da história do rock, os Rolling Stones. Seguindo o mesmo alto padrão gráfico dos títulos anteriores, o livro Tesouros da Banda The Rolling Stones vem no formato 29,5x26,5 e com lombada de 3 centímetros, o que já causa um impacto visual que impressiona.

Acondicionado em uma capa protetora dura, o livro conta a história da banda ao longo das décadas, de 1960 até os tempos atuais, e possui capítulos dedicados a cada um dos integrantes do grupo, de Brian Jones a Charlie Watts, incluindo Mick Taylor e Bill Wyman. Uma aula sobre a longa trajetória dos Stones, repleta de curiosidades e informações.



 
 
 
 

Mas o que realmente atrai nessa série é a inclusão de dezenas de itens de memorabília, em réplicas idênticas às originais. São pôsteres dos primeiros shows dos Stones, fotos autografadas, ingressos, adesivos, cartas escritas à mão e muito material de encher os olhos, que levarão ao êxtase fãs e admiradores.

Indicadíssimo para quem coleciona e curte os Stones, e também para quem se interessa pela história do rock, Tesouros da Banda The Rolling Stones é um item pra lá de útil na biblioteca de todo fã de música.

Pra fechar, uma informação: os próximos lançamentos da série serão livros dedicados ao AC/DC e ao Iron Maiden.

Seja de qual artista for, todos os itens da série Tesouros da Banda são obrigatórios!

Por Ricardo Seelig

Galeria de fotos: o Deep Purple da década de 1970

quinta-feira, junho 20, 2013
Todo mundo sabe que a época mais produtiva do Deep Purple aconteceu durante a primeira metade da década de 1970. Com quatro formações diferentes, a banda gravou álbuns que a colocaram na vanguarda do hard, garantindo um lugar na história do rock.

Relembrando o período, montamos uma galeria com imagens do Purple naquele tempo. Elas estão em ordem cronológica, demonstrando a evolução da banda.

Divirtam-se!



Por Ricardo Seelig

Gorguts divulga "Forgotten Arrows”, primeira música inédita em 12 anos

quinta-feira, junho 20, 2013
A banda canadense Gorguts quebrou um silêncio que já durava 12 anos e divulgou hoje o lyric video de “Forgotten Arrows”, primeira música inédita do grupo em todo esse período. A composição faz parte de Colored Sands, álbum que será lançado dia 30 de agosto na Europa e em 3 de setembro nos Estados Unidos pela Season of Mist.

Colored Sands será disponibilizado em Cd digipak, LP, LP com vinil transparente e também em vinis amarelos e vermelhos.

Ouça abaixo o arregaço:



Por Ricardo Seelig

Assista “The Uncanny Valley”, o novo lyric video do Stone Sour

quinta-feira, junho 20, 2013
O Stone Sour divulgou hoje o lyric video da faixa “The Uncanny Valley”, música que está em seu último disco, House of Gold & Bones Part 2 - leia o review aqui.

O álbum foi bem recebido pela imprensa especializada, recebendo nota 8 na Metal Hammer, quatro estrelas e meia na Loudwire e quatro estrelas no Guardian e no All Music.

Assista ao lyric video de “The Uncanny Valley” abaixo:



Por Ricardo Seelig

13 leva o Black Sabbath ao topo da parada da Billboard pela primeira vez na carreira

quinta-feira, junho 20, 2013
O Black Sabbath alcançou, pela primeira vez em sua carreira, o número 1 no Top 200 da Billboard. Com 155 mil cópias vendidas nos Estados Unidos em apenas uma semana, 13, novo álbum da banda, conduziu os pais do heavy metal ao topo da principal parada musical do planeta.

O novo disco do Sabbath tem outros números interessantes também. Com ele, o grupo entrou pela 23ª vez no Top 200. O primeiro álbum da banda a figurar neste chart foi sua estreia, lançada em 1970. 13 também fez história por ser a segunda vez em toda a sua trajetória que o Black Sabbath figurou no Top 10 da Billboard. A anterior havia ocorrido com Master of Reality, de 1971.

Em relação à carreira solo de Ozzy Osbourne, 13 também obteve performance melhor. Sete discos solo de Ozzy entraram no Top 10, sendo o último Black Rain, de 2007. O novo trabalho do Sabbath também vendeu mais cópias que Down to Earth (2001), álbum de Ozzy com a maior venda desde a implantação da metodologia SoundScan, que obteve o número de 153 mil cópias.

Em relação à semana passada, chama a atenção a queda do Queens of the Stone Age, que liderava o Top 200 e agora não aparece nem entre os 10 mais, e também o crescimento de Justin Timberlake.

Na parada de metal e hard rock, destaque para a presença do The Black Dahlia Murder, Children of Bodom e para o sensacional Scale the Summit, uma das melhores bandas norte-americanas da atualidade.

Os discos mais vendidos esta semana segundo a Billboard


1 Black Sabbath - 13
2 Daft Punk - Random Access Memories
3 Justin Timberlake - The 20/20 Experience
4 Big Time Rush - 24/Seven
5 Florida Georgia Line - Here’s to the Good Times
6 Darius Rucker - True Believers
7 Blake Shelton - Based on a True Story ...
8 Goo Goo Dolls - Magnetic
9 TSO - Man of Steel
10 The Lonely Island - The Wack Album


Os discos de rock mais vendidos esta semana segundo a Billboard

1 Black Sabbath - 13
2 Goo Goo Dolls - Magnetic
3 Imagine Dragons - Night Visions
4 Jimmy Eat World - Damage
5 Queens of the Stone Age - ... Like Clockwork
6 John Fogerty - Wrote a Song for Everyone
7 Jason Isbell - Southeastern
8 Fall Out Boy - Save Rock and Roll
9 The Lumineers - The Lumineers
10 Vampire Weekend - Modern Vampires of the City


Os discos de hard rock e heavy metal mais vendidos esta semana segundo a Billboard

1 Black Sabbath - 13
2 Queens of the Stone Age - ... Like Clockwork
3 The Black Dahlia Murder - Everblack
4 Sleeping with Sirens - Feel
5 Alice in Chains - The Devil Put Dinosaurs Here
6 Megadeth - Super Collider
7 Children of Bodom - Halo of Blood
8 Black Veil Brides - Wretched and Divine: The Story of the Wild Ones
9 Deafheaven - Sunbather
10 Scale the Summit - The Migration


Por Ricardo Seelig

Michael Monroe revela capa e single de seu novo disco

quinta-feira, junho 20, 2013
Michael Monroe, ex-vocalista do Hanoi Rocks, lançará o seu novo álbum no dia 26 de agosto pela Spinefarm. O sucessor do ótimo Sensory Overdrive tem o título de Horns and Halos, foi produzido por Petri Majuri e traz Monroe ao lado de Steve Conte (guitarra, New York Dolls, Company of Wolves), Sami Yaffa (baixo, Hanoi Rocks, New York Dolls) e Karl Rosqvist (Danzig, Chelsea Smiles).




O primeiro single do trabalho, “Ballad of the Lower East Side”, recebeu um clipe que pode ser assistido abaixo.

Horns and Halos tem a árdua tarefa de superar Sensory Overdrive, eleito pela revista Classic Rock como o melhor disco de 2011.




Por Ricardo Seelig

“Resist”, o novo lyric video do TesseracT

quinta-feira, junho 20, 2013
A banda inglesa TesseracT, cujo terceiro álbum, Altered State, foi lançado em 27 de maio passado, divulgou o lyric video de uma das faixas presentes no disco.

Construído com elementos 3D, o vídeo da faixa “Resist” apresenta um requinte visual pouco comum para esse tipo de material. A ideia casa com a música, que é bastante atmosférica e até mesmo etérea, explodindo apenas no final.

Belo trabalho, nos dois sentidos.



Por Ricardo Seelig

19 de jun de 2013

MTV demite mais da metade dos seus funcionários

quarta-feira, junho 19, 2013
Mais um capítulo da saga sobre a crise na MTV Brasil. A emissora demitiu mais da metade dos seus funcionários nos últimos dias. O quadro era de 150, e agora são apenas 70 pessoas trabalhando no canal.

A emissora seguirá no ar com este contingente de profissionais nos próximos meses e terá o seu futuro revelado oficialmente apenas em outubro. 


Como já adiantamos, o Grupo Abril, que possui a licença sobre a marca aqui no Brasil, devolverá esses direitos à Viacom, dona da MTV, que reformulará a emissora e a relançará para o mercado como um canal exclusivamente pago. Vale lembrar que a Viacom já atua nas operadoras por assinatura brasileiras com a VH1. Leia mais aqui.

Resta saber o que será feito com o canal que o Grupo Abril tem em suas mãos. Que ele não vá parar na mão de uma igreja ...

Por Ricardo Seelig
Com informações da Folha

Assista “No Mercy”, o novo clipe do Chimaira

quarta-feira, junho 19, 2013
A excelente banda norte-americana Chimaira divulgou hoje o segundo clipe do seu novo - e sétimo - disco, Crown of Phantoms, com data de lançamento marcada para 30 de julho.

“No Mercy” é um thrash moderno cheio de groove e quebradeiras, bem ao estilo do grupo. Já o vídeo traz cenas dos músicos e imagens sobrepostas.

Sonzeira das grandes!



Por Ricardo Seelig

Assista “In Days of Woe”, o novo clipe do Black Tusk

quarta-feira, junho 19, 2013
Já falamos da banda norte-americana Black Tusk em uma das edições da série As Novas Caras do Metal, e os caras merecem toda a atenção de quem curte som pesado.

Dando mais uma prova disso, o grupo lançou o clipe da faixa “In Days of Woe”, música que está em seu novo EP, Tend No Wounds, que será lançado dia 23 de julho pela Relapse. Produzido por Phillip Cope, que já assinou trabalhos do Baroness e Kylesa, o EP tem seis faixas.

Abaixo, o clipe de “In Days of Woe”:



Por Ricardo Seelig

“One of Us is the Killer”, o novo clipe do The Dillinger Escape Plan

quarta-feira, junho 19, 2013
Lançado nas últimas semanas, One of Us is the Killer, quinto álbum da banda norte-americana The Dillinger Escape Plan, fez bonito e alcançou a 25ª posição na Billboard.

Dando sequência à promoção do trabalho, o grupo lançou o clipe da faixa-título, cheio de imagens com forte apelo visual, aspecto evidenciado pela ótima fotografia.

Assista abaixo:



Por Ricardo Seelig

Ouça “Agony”, nova música de James LaBrie, vocalista do Dream Theater

quarta-feira, junho 19, 2013
James LaBrie, vocalista do Dream Theater, lançará o seu terceiro álbum solo no próximo dia 29 de junho na Europa e no dia 6 de agosto na América do Norte. Produzido por Jens Bogren, Impermanent Resonance teve a sua bela capa criada pelo artista brasileiro Gustavo Sazes, que também desenvolveu a arte do primeiro single do trabalho, "Agony".

Ao lado de LaBrie neste novo disco estão o guitarrista Marco Sfogli, o tecladista Matt Guillory, o baixista Ray Riendeau (Halford) e o baterista Peter Wildoer (Darkane, que foi um dos testados pelo Dream Theater para assumir o posto de Mike Portnoy). Além disso, o ex-Soilwork Peter Wichers participou da composição e tocou em algumas faixas.


Dando uma prévia do trabalho, James LaBrie divulgou a faixa “Agony”. Trata-se de uma composição bem agressiva, com direito a blast beats e os vocais guturais de Wildoer contrastando com a voz limpa de James.

Grande música, como você pode perceber abaixo:



Por Ricardo Seelig

Lá fora: as capas das edições de junho das revistas sobre música

quarta-feira, junho 19, 2013
Terceira parte do nosso levantamento sobre as capas das edições de junho das principais revistas sobre música do planeta. Destaque para a nova Classic Rock com o Black Sabbath em uma capa desdobrável que forma uma cruz (alô editores brasileiros, o que é bom pode ser copiado, ok?), Gary Moore na nova The Blues Magazine, Black Sabbath na Mojo, Jeff Hanneman na Guitar World e a cobertura do Download Festival na Kerrang.

Passeie pela banca com as imagens abaixo:


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Por Ricardo Seelig

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