28 de jun de 2013

A semana na Collectors Room

sexta-feira, junho 28, 2013
Notícias: capas das revistas de música no mês de junho, o problema cardíaco de Lemmy, o novo baixista do Machine Head, Hellyeah e Dokken confirmados no Monsters of Rock, menininha de 6 anos tocando o terror no America’s Got Talent, o trailer do novo DVD do Kreator, Avenged Sevenfold anuncia novo disco e Kanye West no topo da Billboard.     

Novas músicas: “All That May Bleed” do Watain, “Count It All As Lost” do August Burns Red, dois novos sons do Franz Ferdinand e “My Destiny Coming to Pass” do Sirenia.  

Novos clipes: “Hate the Taste” do Black Rebel Motorcycle Club, “Frozen Vision” do As They Burn, “Doeg Song” do Krokus, “Shine On” do Soil, “Moonchild” do Venomous Maximus e “Amen Attack” do Powerwolf.    

Galerias de fotos: o Metallica de Cliff Burton e os primeiros anos do ZZ Top.

Matérias especiais e colunas: Tímpano e a situação brasileira e o futuro da MTV Brasil.

Novos reviews: a estreia do Scorpion Child.

Veredito Collectors Room: nossa equipe analisou 13, o novo álbum do Black Sabbath.

Promoção: concorra a duas cópias do livro Tesouros da Banda The Rolling Stones.

Por Ricardo Seelig
Foto: Dust & Grooves

Scorpion Child: crítica de Scorpion Child (2013)

sexta-feira, junho 28, 2013
Vem do poeirento e conservador estado norte-americano do Texas uma das bandas mais interessantes do hard rock atual. Nascido em Austin em 2006, o Scorpion Child é formado por Aryn Jonathan Black (vocal), Chris Cowart (guitarra solo), Torn “The Mole” Frank (guitarra base), Shaun Avants (baixo) e Shawn Alvear (bateria) e executa um som que chamou a atenção antes mesmo de estrear em disco, fato que levou a banda a ser contratada e elevada a uma das grandes apostas da gigante Nuclear Blast.

Apresentando influências de nomes acima de qualquer suspeita como Led Zeppelin, Humble Pie, Pentagram, Lucifer’s Friend e Free, o quinteto acaba de lançar o seu disco de estreia, batizado apenas com o nome do grupo e com uma capa que já antecipa o apetitoso recheio. Fazendo um som baseado em riffs, com grande influência de blues e que deixa espaço para improvisações, o Scorpion Child aterrisa com peso em nossas vidas. Há uma grande presença de elementos setentistas na música da banda, o que faz com que aconteça uma sintonia, ocorra uma simpatia, quase simultânea. Percepção essa que fica muito mais forte quando ouvimos o disco e percebemos que o olhar para o passado é apenas um dos ingredientes que formam a música do Scorpion Child, e nunca o seu principal elemento.

Ao contrário das inúmeras bandas que parecem se multiplicar como coelhos ou pragas e infestam uma parcela do hard rock com suas reinvenções estilísticas, pegando elementos setentistas e os reembalando para apresentá-los a uma nova geração de ouvintes, o Scorpion Child se diferencia justamente por não fazer uso desse artifício barato. O grupo apresenta as suas influências de forma clara, mas tem sabedoria para construir uma sonoridade, uma identidade própria, sobre estes elementos. E é isso que o faz tão especial.

A abertura com “Kings Highway” já demonstra que algo diferente está acontecendo, sensação que se torna certeza com o riff arrebatador da ótima “Polygon of Eyes”, primeiro single e uma das melhores músicas do disco. Sem dar trégua, a banda entrega a malandra “The Secret Spot”, onde outra vez temos um riff servindo de base para o desenvolvimento da canção. “Salvation Slave” é uma pérola, despejando peso sobre uma estrutura hard apimentada por elementos funk que leva a um longo trecho atmosférico que é não menos que sublime.

E, reafirmando a qualidade rara de saber pinçar entre as suas influências os elementos para a construção de um som original e com personalidade, a banda dá uma aula prática na excelente “Liquor”, outro destaque. Essa música, sozinha, já derruba a carreira de inúmeros nomes surgidos nos últimos anos e que apresentam uma proposta “semelhante”.

Provavelmente o momento em que a presença do Led Zeppelin se mostra de forma mais perceptível, a balada “Antioch” faz uso de um ensinamento usado com perfeição e exaustão por grandes artesãos como Jimmy Page e Tony Iommi, mas que caiu em desuso nos últimos anos: a luz e sombra, a explosão e a calmaria, o uso de contrastes para levar a música por crescendos que conduzem ao êxtase auditivo.

Não vou fazer um faixa-a-faixa citando todas as músicas, mas este review não ficaria completo se não mencionasse a sensacional composição que fecha o disco, “Keep Goin’”. Com um bem encaixado teclado que serve de cama para o vôo alto dos demais instrumentos, é a rolo compressor que leva o Scorpion Child à toda velocidade, literalmente atropelando quem está pelo caminho.

Individualmente, destaque para o vocalista Aryn Jonathan Black e seu animalesco timbre agudo, e para a dupla de guitarras, que dá um show à parte.

Com a sua estreia, o Scorpion Child prova que é possível fazer um som influenciado pelo passado mas que não soa nada saudosista. Muito pelo contrário: o que temos aqui é um senhor disco de hard rock, contemporâneo e atual.

Grata surpresa, e que promete ótimos frutos nos próximos anos!

Nota 9

Faixas
1 Kings Highway
2 Polygon of Eyes
3 The Secret Spot
4 Salvation Slave
5 Liquor
6 Antioch
7 In the Arms of Ecstasy
8 Paradigm
9 Red Blood (The River Flows)
10 Keep Goin’

Por Ricardo Seelig

Powerwolf lança clipe para “Amen & Attack”

sexta-feira, junho 28, 2013
Os teatrais - e às vezes exagerados - músicos do Powerwolf voltam à ativa com o clipe de “Amen & Attack”, música de seu novo disco, Preachers of the Night. O quinto álbum da banda, sucessor de Blood of the Saints (2011), será lançado dia 19 de julho pela Napalm Records.

Assista ao clipe de “Amen & Attack” abaixo:



Por Ricardo Seelig

Assista “Moonchild”, o novo clipe do Venomous Maximus

sexta-feira, junho 28, 2013
Heavy metal clássico e com o sempre agradável flerte com aspectos místicos. É isso que a banda texana Venomous Maximus mostra em seu novo clipe, para a faixa “Moonchild”. Riffs, melodias e um bom refrão, tudo embalado em um vídeo cheio de mensagens escondidas.

A música faz parte de Beg Upon the Light, álbum que será lançado dia 2 de julho pela Napalm Records.

Raise your horns! |m|


Por Ricardo Seelig

Assista “My Destiny Coming to Pass”, o novo lyric video do Sirenia

sexta-feira, junho 28, 2013
Hoje, 28 de junho, está chegando às lojas europeias o novo disco do Sirenia. O sexto trabalho da banda liderada pelo compositor e multi-instrumentista Morten Veland tem o título de Perils of the Deep Blue e está sendo lançado pela Nuclear Blast. Ao lado de Morten estão a vocalista Ailyn, o guitarrista Jan Erik Soltvedt e o baterista Johathan Perez.

Produzido pelo próprio Veland, Perils of the Deep Blue possui onze faixas, todas compostas também por Morten.

Marcando o lançamento do disco, o Sirenia divulgou o lyric video de “My Destiny Coming to Pass”, que você pode assistir abaixo:



Por Ricardo Seelig

27 de jun de 2013

Franz Ferdinand divulga duas músicas inéditas

quinta-feira, junho 27, 2013
Os escoceses do Franz Ferdinand divulgaram hoje duas faixas inéditas que estarão em seu novo disco. Intitulado Right Thoughts, Right Words, Right Action, o quarto álbum da banda será lançado dia 27 de agosto.

“Right Action” é apenas mediana, enquanto “Love Illumination” desfaz a má impressão com um ótimo clima que remete ao primeiro CD do quarteto.

Aumenta!

 

Por Ricardo Seelig

MTV Brasil: e pra onde vamos agora?

quinta-feira, junho 27, 2013
A esta altura do campeonato, acredito que você já esteja mais do que a par das notícias sobre o fim da MTV como a conhecemos: dando continuidade aos boatos que percorrem os bastidores da emissora musical há alguns meses (anos, até), a sempre alerta colunista da Folha de S.Paulo, Keila Jimenez, foi quem deu a letra. A MTV Brasil deixará de ser um canal aberto (UHF) para ser um canal pago, relançado pela programadora Viacom (a mesma da Nickelodeon e da VH1), dona da marca. A jornalista afirmou ainda que estariam “adiantadas as conversas da Viacom com produtoras independentes, artistas, indústria fonográfica e operadoras de TV paga para o lançamento de uma nova MTV Brasil já no segundo semestre” e que teria “programação voltada para música e produções nacionais”. Nos últimos dias, o que não faltaram foram programas sendo cancelados e foi um tal de VJ pra lá e pra cá nas redes sociais se despedindo e relembrando seus melhores momentos naquela telinha.

Mas o que não faltaram também, é claro, foram manifestações exaltadas, também nos Twitters e Facebooks da vida, agradecendo a Deus por este destino, dizendo “já foi tarde” e atribuindo toda uma série de adjetivos pouco elogiosos para a dita cuja, culpando-a por ajudar a disseminar todas estas grandes “porcarias” que se ouvem nas rádios hoje em dia.

Ok, ok. Sem exageros. Guardem as suas tochas e foices, tentem se dissociar do espírito das manifestações de rua por um instante e vamos tentar fazer uma análise um pouco menos passional.

Muito tem se falado a respeito da perceptível mudança editorial da MTV nos últimos anos, que teria se tornado um canal com pouca ênfase justamente no “M” de seu nome, relativo à “música”. Concordo. Mas isso porque estamos comparando justamente com os primórdios daquela MTV de outrora, com a qual os trintões cresceram. Permitam-me, no entanto, deixar o saudosismo aqui de lado só um instante e levantar uma importante questão: desde o surgimento do canal, originalmente nas terras do Tio Sam, os senhores e senhoras se lembram claramente que a MTV nunca foi apenas um canal de música, correto? Apesar do M no nome, a MTV sempre foi uma marca forte em programas de comportamento e humor, posicionando-se como especialista em conteúdo para o público jovem.

Estão me acompanhando?


A MTV brasileira pode não ter acertado em todas as apostas que fez nos últimos anos – aliás, sejamos francos, é muito fácil apontar e dizer onde diabos eles erraram. Mas, sendo justo, também é facílimo apontar onde eles acertaram, no fim das contas. Porque, se estamos falando de uma emissora disposta a falar com o público jovem, estamos falando também de uma emissora disposta a se reinventar de tempos em tempos. Porque o público envelhece e a próxima geração de jovens está se tornando cada vez mais diferente das anteriores – e o tempo de mudança de uma para a outra está se tornando cada vez mais rápido. Com o crescimento do consumo de música pela internet (seja via download ou mesmo no caso do recente fenômeno dos sites de streaming) e a força de plataformas de vídeo como o YouTube, passou a ser absolutamente desnecessário esperar para ver os últimos lançamentos em forma de videoclipe na telinha da TV. Os novos hábitos de consumo de música foram tornando isso absolutamente obsoleto. Era de se esperar que a Emetevê (Caetano-style) passasse a soprar mais fôlego, portanto, em outras paisagens.

Veio o clássico Piores Clipes do Mundo, uma forma escrachada de falar de música sem necessariamente tocar música, dando espaço para que nomes como Marcos Mion deslanchassem suas carreiras (agradeçam vocês por isso, ou não) e trazendo um sujeito como o Supla de volta do ostracismo oitentista. Vieram os caras do Hermes & Renato, verdadeiros pioneiros na arte do humor-tosqueira e sem os quais, sejamos honestos, boa parte destes novos mestres do atual humor online nem encontrariam espaço para colocar as manguinhas de fora – e incluo sim nesta lista a rapaziada do Porta dos Fundos, por que não? Veio o Rock Gol e seu jeito descontraído de tratar um assunto até então espinhoso e demasiado sério, que era o futebol. Os gracejos globais de Tiago Leifert, Tadeu Schmidt e Alex Escobar devem muito à mesa redonda de Paulo Bonfá e Marco Bianchi.


Vieram os programas participativos, interativos, usando e abusando primeiro do crescimento dos celulares e depois das redes sociais. E vieram as apostas na força de astros e estrelas surgidos justamente na web, conforme podem atestar a musa MariMoon. E, obviamente, veio a recente geração de humoristas, saídos do stand up, dando um ar mais fresco e politicamente incorreto à arte de fazer rir, revelando para a grande massa da TV aberta nomes como Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Tatá Werneck, Paulinho Serra, os Barbixas, abrindo caminho para que toda uma nova geração de “engraçadalhos” mostrassem a cara – afinal, também existe vida (e público) para piadas um pouco menos Zorra Total e A Praça é Nossa. E sem fazer qualquer julgamento de valor, vejam (e leiam) bem!

Coisa, meus caros, que não é privilégio da MTV brasileira. A MTV dos EUA também se reformulou muito nos últimos anos. Ou vocês se esqueceram do investimento no lançamento de produtos como Punk’d ou mesmo do Jackass, além de toda uma safra de reality shows comportamentais e pequenas séries teens, todos muito mais importantes do que simplesmente exibir videoclipes?

Ah, sim, tem a questão das tais “porcarias musicais”. Sinto se vou ofender algumas suscetibilidades, mas larguem mão de frescura e pensem: em termos musicais, a MTV sempre foi um reflexo de sua própria audiência. É o mesmo pensamento das rádios pop. Ali vai tocar o que o público quer que toque. Foi-se o tempo em que a MTV era responsável pela gênese de astros e estrelas pop. Hoje eles surgem no Instagram, no MySpace, no Facebook. Se você é uma exceção e gostaria de ver rock, blues, jazz na telinha da MTV, acho melhor se conformar e entender que existem, atualmente, dezenas, centenas, milhares de fontes para você se informar, conhecer as novidades, resgatar as velharias. Se você não precisa mais da MTV, inferno, por que raios vais ficar perdendo tempo criticando a MTV por não tocar o tipo de canção que você mais gosta?

A MTV não foi perfeita. Em alguns momentos, desejou MUITO a desejar. Mas soube ousar e, com criatividade, tentar se tornar uma nova MTV para cada nova geração.

Em um ambiente com um pouco menos de pressão por audiência como é a TV por assinatura, a MTV tem tudo para exercitar ainda mais este DNA de ousadia, agora com mais liberdade de criação – e olha que, na TV aberta, a liberdade dos caras já não era pouca. Mas vejam o que canais como o GNT e o Multishow estão fazendo, respectivamente com criação de conteúdo nacional de comportamento e humor, além das séries originais de ficção. Material de altíssima qualidade. Logo, justifica-se quando digo que o futuro é promissor. Mesmo para que eles possam falar sobre música com foco em nichos bastante específicos. Estou torcendo para poder comentar com bastante entusiasmo a respeito do assunto nos próximos meses.



Por Thiago Cardim
Texto publicado originalmente no Judão

Novo disco de Kanye West estreia na primeira posição da Billboard

quinta-feira, junho 27, 2013
O novo álbum do rapper Kanye West, Yeezus, chegou chegando. O disco, sucessor do aclamado My Beautiful Dark Twisted Fantasy (2010), foi lançado no último dia 18/06 e estreou na primeira posição do Top 200 da Billboard, vendendo 327 mil cópias em apenas uma semana. Com esta performance, Yeezus já é o terceiro disco mais vendido este ano, atrás apenas de The 20/20 Experience de Justin Timberlake (968 mil cópias) e Random Access Memories do Daft Punk (339 mil).

Em relação ao rock, o Black Sabbath segue no comando, enquanto que no Top 200 caiu da primeira para a quinta posição. Os novos do Sigur Ros e do Falling in Reverse estrearam na parada, enquanto o último disco do Volbeat segue fazendo bonito nas lojas.



Os discos mais vendidos esta semana segundo a Billboard
 

1 Kanye West - Yeezus
2 J. Cole - Born Sinner
3 Mac Miller - Watching Movies with the Sound Off
4 Kelly Rowland - Talk a Good Game
5 Black Sabbath - 13
6 Daft Punk - Random Access Memories
7 Hunter Hayes - Hunter Hayes
8 Florida Georgia Line - Here’s to the Good Times
9 Justin Timberlake - The 20/20 Experience
10 Imagine Dragons - Night Visions


Os discos de rock mais vendidos esta semana segundo a Billboard

1 Black Sabbath - 13
2 Imagine Dragons - Night Visions
3 Sigur Ros - Kveikur
4 Falling in Reverse - Fashionably Late
5 Empire of the Sun - Ice on the Dune
6 The Lumineers - The Lumineers
7 Queens of the Stone Age - ... Like Clockwork
8 Vampire Weekend - Modern Vampires of the City
9 Fall Out Boy - Save Rock and Roll
10 John Fogerty - Wrote a Song for Everyone


Os discos de hard rock e heavy metal mais vendidos esta semana segundo a Billboard

1 Black Sabbath - 13
2 Falling in Reverse - Fashionably Late
3 Queens of the Stone Age - ... Like Clockwork
4 Sleeping with Sirens - Feel
5 Alice in Chains - The Devil Put Dinosaurs Here
6 Megadeth - Super Collider
7 Bring Me the Horizon - Sempiternal
8 Halestorm - The Strange Case of ...
9 The Black Dahlia Murder - Everblack
10 Volbeat - Outlaw Gentlemen & Shady Ladies


Por Ricardo Seelig

Promoção: concorra a 2 exemplares do livro Tesouros da Banda The Rolling Stones

quinta-feira, junho 27, 2013
Em parceria com a Editora Nova Fronteira, a Collectors Room está promovendo uma promoção que irá agradar em cheio quem gosta de rock e, mais especificamente, quem é fã daquela que muitos consideram a maior banda do gênero, os Rolling Stones.

Vamos sortear dois exemplares do livro Tesouros da Banda The Rolling Stones, obra excelente repleta de textos e, principalmente, itens de memorabília que contam a história do grupo. Para entender o que o livro traz, leia o nosso review e assista ao vídeo abaixo:


Para concorrer, você precisa, primeiro, curtir as páginas da Collectors Room e a da Nova Fronteira no Facebook. Depois, é só clicar aqui e participar!

O sorteio será realizado na próxima sexta, dia 5 de julho, data em que revelaremos os 2 sortudos que levaram este livro incrível pra casa.

Corra, participe e boa sorte. Afinal, um prêmio como essa não dá pra deixar passar, não é mesmo

Por Ricardo Seelig

Zoombie Ritual 2013: datas e cast completo

quinta-feira, junho 27, 2013
A organização do Zoombie Ritual, festival realizado anualmente na cidade de Rio Negrinho (SC), divulgou as datas e o cast completo da edição 2013. Desta vez, os três dias de heavy metal na Fazenda Evaristo estão marcados para 13, 14 e 15 de dezembro e terão Kreator, D.R.I, Tim Ripper Owens e Benediction, que já havia sido anunciado no início de abril, como headliners.

Também estão escalados nomes importantes do cenário nacional. Da velha guarda, destacam-se bandas tradicionais dos anos 80, como Executer, Taurus, Sexthrash, MX e Attomica. No meio termo estão Torture Squad, Andralls e Queiron, que se misturam entre os pioneiros supracitados e algumas caras novas, como BlackSkull, Symphony Draconis e Poison Beer.


Há ainda quatro representantes de países sul-americanos vizinhos: The Force (Paraguai), Dark Mysteria (Argentina), Revenge (Colômbia) e The Chief (Equador). O primeiro lote de ingressos terá passaporte para os três dias no valor de R$ 150 a meia entrada (com carteira estudantil ou doação de 1kg de alimento) e estará disponível até 10 de agosto. Os bilhetes de meia do segundo e terceiro lotes custarão R$ 175 e R$ 200, respectivamente.


O Zoombie Ritual chega a sua sexta edição como um dos principais eventos nacionais voltados exclusivamente ao metal. Em 2012, coube a Malevolent Creation e Vital Remais serem os headliners ao lado de nomes expressivos da cena brasileira: Ratos de Porão, Vulcano, Apokalyptic Raids, Violator e Nervochaos. Em anos anteriores, Vader, Dark Funeral, Gamma Bomb e The Accüsed também já marcaram presença no festival.



Por Guilherme Gonçalves

O novo disco do Avenged Sevenfold

quinta-feira, junho 27, 2013
Será lançado dia 27 de agosto o sexto álbum da banda norte-americana Avenged Sevenfold. Intitulado Hail to the King, o disco é o sucessor de Nightmare (2010) e foi produzido por Mike Elizondo (Alanis Morissette, Maroon 5, Mastodon), que já havia assinado o trabalho anterior.

Segundo o vocalista M. Shadows. o novo disco tem muita influência de Led Zeppelin e, principalmente, do Black Sabbath.

Hail to the King (que mais parece o título de um álbum de uma banda como o Manowar, convenhamos ...) será o segundo disco do Avenged Sevenfold desde a morte do baterista James Sullivan, em 2009. Em Nightmare a bateria foi tocada por Mike Portnoy. Nesse novo trabalho, o posto será ocupado por Arin Ilejay, que foi efetivado como integrante do grupo em 2013.


Por Ricardo Seelig

Kreator divulga trailer do DVD ao vivo Dying Alive

quinta-feira, junho 27, 2013
Em ritmo intenso de produção, o Kreator divulgou o primeiro trailer oficial e também mais detalhes de Dying Alive, DVD/Blu-ray com lançamento previsto para o fim de agosto (Europa) e início de setembro (Reino Unido e Estados Unidos).

Como
já anunciado, o registro trará o show realizado em Oberhausen (ALE), cidade natal da banda, em 22 de dezembro de 2012. O vídeo, que perpassa a turnê de divulgação do álbum Phantom Antichrist (2012), contará ainda com clipes e um documentário.


Restava conhecer o track list, enfim divulgado:


1 Intro: Mars Mantra

2 Phantom Antichrist
3 From Flood To Fire
4 Enemy Of God
5 Phobia
6 Hordes Of Chaos
7 Civilization Collapse
8 Voices Of The Dead
9 Extreme Aggression
10 People Of The Lie
11 Death To The World
12 Endless Pain
13 Pleasure To Kill
14 Intro 2 - The Patriarch
15 Violent Revolution
16 United in Hate
17 Betrayer
18 Flag Of Hate
19 Tormentor
20 Outro/Credits

Bônus:


21 "Behind The Dying" (documentário)

22 "Phantom Antichrist" (vídeo de bastidores)
23 "Phantom Antichrist" (clipe)
24 "Civilization Collapse" (clipe)

Veja também o trailer:


 

Por Guilherme Gonçalves

26 de jun de 2013

Galeria de fotos: os primeiros anos do ZZ Top

quarta-feira, junho 26, 2013
Ao pensar no ZZ Top, todo mundo associa a banda às longas barbas de Billy Gibbons e Dusty Hill. Mas nem sempre foi assim. Essas barbas precisaram crescer ao longo dos anos, o que faz com que, ao olharmos imagens do início da carreira do trio, levemos um choque ao finalmente enxergar os rostos lisos da dupla.

Essa galeria é dedicada aos primeiros anos do ZZ Top, uma época de ótimos sons, blues antológicos e pelos faciais em constante crescimento.




Por Ricardo Seelig

Veredito Collectors Room: Black Sabbath - 13 (2013)

quarta-feira, junho 26, 2013
Estreia de uma nova coluna aqui no site. Com periodicidade mensal, o Veredito Collectors Room trará a análise de toda a nossa equipe sobre aquele que julgamos ser o principal álbum lançado nos últimos trinta dias. No final, somamos as notas de todos os redatores e ceagamos a uma média, que é o nosso veredito sobre o disco.

Pra começar, nada mais apropriado do que uma análise coletiva do CD mais aguardado do ano, o novo do Black Sabbath.




O mundo mudou muito nestes 43 anos do lançamento do homônimo Black Sabbath, mas o que não muda é o embasbacamento, as bocas retorcidas acompanhadas de olhos semiabertos, o arregalo de espanto, quando a sonoridade clássica do Sabbath chega a nossos tímpanos. Morcegos me mordam, o Ozzy está vivo, passa bem e ainda canta! O homem é o Mickey Mouse! Não menos surpreendente e, porque não, mais embasbacante, é a virtuose pantanosa do mestre Iommi. E mais: se comecei a tocar contrabaixo por causa do Geezer, meu dedos voltaram a coçar depois de anos! É assim que se toca! Graves vazando pela caixa de som! E ainda tem o batera do Rage Against espancando viradas precisas! Até o Zagallo vai gostar do 13. Um conjunto de pedradas com atenção especial a “Damaged Soul! WTF? Que solo! Hendrixiano até! Sonzera! Candidato certo nas listas de melhores álbuns do ano. 13 é mito! Nota 9 (Fabiano Nicaretta)

Nem o fã mais otimista esperava ouvir o que ouviu ao colocar o novo disco do Black Sabbath para rodar. Surpreendendo o mundo, o trio Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler não gravou um álbum para cumprir tabela, muito pelo contrário. 13 é um disco sólido, com canções fortes como “God is Dead?”, “Age of Reason”, “Life Forever” e, principalmente, a sensacional “Damaged Soul”. Tendo Tony Iommi como principal protagonista, com riffs inspirados e solos que exploram novos caminhos em sua longa carreira, 13 mostra uma banda viva, com uma química ainda intacta e grandes histórias para contar. Um dos melhores discos desde 2013, sem dúvida alguma! Nota 8,5 (Ricardo Seelig)

No quesito “expectativas antecipadas”, acho que nenhum disco lançado em 2013 vai superar 13. Estamos falando do retorno dos chamados “pais do heavy metal” e, portanto, era de se esperar que a maior parte dos fãs estivesse colocando uma carga enorme sobre o lançamento do álbum, erguendo a barra de qualidade no mesmo nível de um Master of Reality, Vol. 4 ou Sabbath Bloody Sabbath. Pode não ser lá muito justo com o artista, mas é natural, afinal, que os ouvintes tenham esperanças de que um novo clássico está para nascer. Outra fatia de fãs, no entanto, tentou relativizar o retorno, dizendo que a fragilidade vocal de Ozzy ou a ausência do baterista original, Bill Ward, jamais permitiram que saísse coisa boa daí. Interessante constatar, todavia, que ambos os lados estavam errados. 13 não é um clássico, não é histórico, extraordinário. Mas a reunião destes cavalheiros ainda tem uma boa química, ainda é capaz de causar uma mistura explosiva, vigorosa, cheia de estilo. Um dos grandes lançamentos do ano, mostra lindamente um trio de músicos veteranos ainda em excelente forma (em especial no que tange a Iommi e Butler), executando novas canções que podem ser descritas de maneira resumida como “dignas”. Estão longe de ser uma tentativa vergonhosa de reunião: são músicas inteligentes, maduras e, principalmente, com arranjos de ótimo gosto e com ares de modernidade, que se enquadram na discografia recente do Sabbath sem pedantismo. Estes senhores britânicos não vieram dispostos a fazer uma mera cópia de seu passado – vieram, isso sim, provar que continuam sendo relevantes para o cenário da música pesada. E provaram. Nota 9 (Thiago Cardim)

Sem Bill Ward, Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler (acompanhados de Brad Wilk) concretizaram 13, possivelmente o mais aguardado disco de heavy metal em 2013, trazendo um Black Sabbath que não deixa de lado as suas raízes, de 43 anos atrás, tampouco renega o seu próprio legado, construído ao longo dessas quatro décadas. As músicas em 13 conseguem manter intacto o espírito inerente à sonoridade da banda, que por mais envelhecida e sujeita a certas limitações naturais, supera as dificuldades ao entregar uma obra atual, baseada em sua própria história, e condizente com a sua situação em 2013 (tanto instrumental quanto liricamente – e as letras são um verdadeiro tópico a parte). Uma obra perfeita e livre de qualquer ponto baixo? Não é. Revolucionária? De forma alguma. Ainda assim, mais um importante marco na história do heavy metal, com cada uma das faixas tendo a sua identidade e o mesmo nível de impacto. E, se for realmente o capítulo final do Black Sabbath, será um encerramento que faz justiça a sua importância no mundo da música. Nota 8 (Rodrigo Carvalho)

Disco mais aguardado de 2013, 13 é também o melhor do ano até agora e provavelmente permanecerá nesta condição até 31 de dezembro. O novo álbum do Black Sabbath é incrível. Excelente como qualquer coisa que tenha a assinatura de Tony Iommi. Claro que não é superior a nenhum dos oito primeiros trabalhos com Ozzy, nem aos três lançados com Dio. Se fosse, certamente estaríamos diante não do disco do ano, mas da década. Por questões óbvias, a única comparação plausível de ser estabelecida é em relação ao ótimo The Devil You Know (2009), mas de quem 13 ganha de lavada. Ao longo das oito faixas (ou 11, contando as bônus) estão destiladas as partículas fundamentais que sintetizam a essência dos 43 anos de Sabbath: peso, melodia, passagens e letras obscuras, mistério e psicodelia. À frente de tudo, no entanto, está o que de mais maravilhoso há na música: os riffs lamacentos de um senhor canhoto que faz miséria com uma Gibson SG na mão. Nada mais importa. "Damaged Soul", por si só, valeria os 35 anos de espera. Porém, ainda somos presenteados com pelo menos outros dois atentados à sanidade: a cinzenta "Zeitgeist", uma espécie de fusão entre "Planet Caravan" e "Welcome to the Machine", do Pink Floyd, e o esplendor de "Loner", dona da melhor frase de guitarra do álbum. Bill Ward fez falta? Digamos que 13 teria ainda mais classe se tivesse contado com ele. Não é pouca coisa, mas também não arranha o produto final. Rick Rubin, por sua vez, vai muito bem, obrigado. Enfim, um discaço! Nota 9 (Guilherme Gonçalves)

Com base em todos esses textos, que emitem as opiniões individuais de toda a nossa equipe, chegamos à um veredito final sobre 13.

O nosso veredito final é: 8,7

E o de vocês?

Por Ricardo Seelig

Assista “Shine On”, o novo clipe do Soil

quarta-feira, junho 26, 2013
O Soil divulgou o clipe de “Shine On”, primeiro single do seu sexto álbum, Whole, que será lançado em 20 de agosto. O disco marca o retorno do vocalista Ryan McCombs, que saiu em 2004 para se juntar ao Drowning Pool.

Se o resto do álbum seguir o que ouvimos em “Shine On”, teremos um grande disco:



Por Ricardo Seelig

25 de jun de 2013

Hellyeah e Dokken adicionados à escalação do Monsters of Rock

terça-feira, junho 25, 2013
O Hellyeah publicou a imagem do pôster do festival Monsters of Rock em sua página do Facebook, antecipando o anúncio oficial da presença da banda no evento - veja o post aqui

Além disso, chamou a atenção na imagem publicada pelo Hellyeah a presença do Dokken no line-up, outra atração que não havia sido anunciada quando foi confirmado o line-up do Monsters.

A XYZ, produtora do festival, acaba de confirmar que as duas bandas farão parte da edição 2013 do Monsters of Rock.

Com isso, o dia 19/10 fica ainda melhor, enquanto 20 de outubro está um pouco menos pior.

Por Ricardo Seelig

Assista “Count It All As Lost”, lyric video do novo single do August Burns Red

terça-feira, junho 25, 2013
A banda norte-americana August Burns Red divulgou o lyric video da música “Count It All As Lost”, primeiro single do seu novo disco, Rescue & Restore, lançado hoje, 25/06, nos Estados Unidos.

Produzido pela dupla Carson Slovak e Grant McFarland, o quinto álbum do grupo é o sucessor de August Burns Red Presents: Sleddin’ Hill, lançado em 2012.

Som legal abaixo:



Por Ricardo Seelig

24 de jun de 2013

Assista “Hate the Taste”, o novo clipe do Black Rebel Motorcycle Club

segunda-feira, junho 24, 2013
O Black Rebel Motorcycle Club lançou mais um vídeo para divulgar o seu disco mais recente, Specter at the Feast, lançado em março de 2013. Depois de “Let the Day Begin”, foi a vez de “Hate the Taste” ganhar um clipe
O trio americano se apresenta ao vivo no vídeo, que intercala cenas de palco com imagens do público e de bastidores durante a passagem da banda pelo Austin Psych Festival 2013.


Assista “Hate the Taste”:



Por Nelson Junior

Galeria de fotos: o Metallica de Cliff Burton

segunda-feira, junho 24, 2013
O período que o falecido baixista Cliff Burton passou no Metallica é considerado o mais importante e produtivo da banda. Foram apenas 5 anos (1982-1986), abreviados subitamente em um estúpido acidente de ônibus ocorrido no dia 27 de setembro de 1986.

Para recordar os anos dourados com Cliff, montamos uma galeria de fotos dedicada ao período. As imagens estão em ordem cronológica e mostram a evolução do Metallica, saindo de banda de clubes até atingir o respeito da crítica e o grande apoio do público com os seus três primeiros discos.




















 
 
 
 
 

Por Ricardo Seelig

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