11 de out de 2013

Ouça “Plagues of Babylon”, nova música do Iced Earth

sexta-feira, outubro 11, 2013
O Iced Earth divulgou a música título do seu novo álbum, Plagues of Babylon. O disco será lançado em janeiro pela Century Media e trará doze faixas inéditas.

O décimo-primeiro álbum do grupo será o segundo com o vocalista Stu Block e também a estreia do baixista Luke Appleton e do baterista Raphael Saini. Segundo o líder e guitarrista Jon Schaffer, metade das canções do disco são conceituais, seguindo um mesmo tema, e a outra metade não.

“Plagues of Babylon” é uma faixa épica, com diversas passagens e mudanças de andamento. Há uma certa influência thrash metal em seus quase oito minutos de duração. Grande música!

Ouça abaixo:



Por Ricardo Seelig

Alerta Collectors: uma geral nos lançamentos interessantes que estão chegando às lojas

sexta-feira, outubro 11, 2013
Serviço de auto-ajuda aqui na Collectors: para ajudar você a organizar as suas compras neste final de ano, listamos abaixo alguns dos itens e relançamentos mais interessantes que estarão chegando às lojas nas próximas semanas

Separe a grana e abra espaço na estante!


Ramones - The Sire Years 1976-1981
Formato: box com 6 CDs
Lançamento: 29/10 


David Bowie - The Next Day Extra
Formato: CD duplo + DVD
Lançamento: 04/11


Bob Dylan - The Complete Columbia Album Collection
Formato: box com 47 CDs
Lançamento: 05/11


¡RELEASED! The Human Rights Concerts 1986-1998
Formatos: box com 6 DVDs, CD duplo
Lançamento: 05/11


Creedence Clearwater Revival - Creedence Clearwater Revival
Formato: box com 6 CDs
Lançamento: 12/11 


Frank Sinatra - Duets: 20th Anniversary Edition
Formatos: CD duplo com DVD, LP duplo
Lançamento: 19/11


David Lee Roth - Greatest Hits: The Deluxe Edition
Formato: CD + DVD
Lançamento: 19/11 



Eric Clapton - Give Me Strength: The 1974/1975 Recordings
Formato: box com 5 CDs e 1 Blu-ray
Lançamento: 26/11 


Velvet Undergroud - White Light/White Heat: 45th Anniversary Super Deluxe Edition
Formatos: CD triplo, CD duplo
Lançamento: 03/12

Por Ricardo Seelig

10 de out de 2013

Os cinco melhores discos de heavy metal lançados em setembro segundo o About.com

quinta-feira, outubro 10, 2013
Eu já sabia, você já sabia, todos já sabiam. Surgical Steel, novo álbum do Carcass, simplesmente varreu a concorrência e, claro, faturou o primeiro lugar na lista dos cinco melhores discos de setembro segundo a editoria de heavy metal do About.com. Prêmio mais do que esperado e, sobretudo, merecido, já que o play é realmente fora do comum.

O que chama a atenção é a nota. Se pegarmos os melhores discos de cada mês na lista do site americano, geralmente o primeiro ganha 4 ou 4,5 no ranking de avaliação com 5 estrelas. Surgical Steel foi o único, ao menos em 2013, a receber nota máxima! Aqui na Collector's também o avaliamos - confira a resenha

Completando a lista do editor Chad Bowar e sua equipe, tivemos: Gorguts, Windhand, A Storm of Light e The Ruins Of Beverast. Particularmente, ouvi apenas Colored Sands, novo do Gorguts, e assino embaixo. Os demais, confesso que sequer conhecia, mas, ao menos aqui em casa, já estão na lista de próximas coisas a serem ouvidas.

E para você? Quais os melhores discos de setembro? Fale-nos sobre seus favoritos.

Para ver as listas ao longo de 2013: agosto, julho, junho e maio (já na Collector's, com os comentários traduzidos); abril, março, fevereiro e janeiro (só no original do About.com).

1. Carcass - Surgical Steel

Surgical Steel não é nada menos do que um triunfo absoluto e será para sempre um dos melhores álbuns de retorno já gravados no universo da música extrema. Ele se localiza em algum lugar entre Heartwork (1993) e Necroticism: Descanting the Insalubrious (1991) em termos de sonoridade e agressividade, com artilharia pesada na bateria, tempos marciais e vocais imundos rosnando. A sofisticação na estrutura das músicas permanece intacta e com uma riqueza ao mesmo tempo polida e decadente, no bom sentido.

Há ainda muito espaço para o Carcass continuar se mexendo e construindo, tanto narrativamente quanto no aspecto emocional, em cada um de seus trabalhos. Com intensidade e agressão, como o ar que vem antes de uma tempestade.

As letras de Jeff Walker, que versam fortemente a respeito do imaginário sombrio da Revolução Industrial e seu impacto na Grã-Bretanha, são apresentadas ao espectador com uma veia irônica, sanguinária e confidente. Ele e Bill Steer dirigem habilmente a banda ainda que em meio aos problemas e dificuldades desse renascimento, permitindo ao Carcass que soe como os próprios: com identidade intacta e, de alguma forma, apenas mais rico e com maior aprofundamento estético.

2. Gorguts - Colored Sands

Colored Sands é o primeiro álbum de estúdio do Gorguts em 12 anos. Luc Lemay se cercou de um line-up estelar de músicos, que consiste em Kevin Hufnagel, do Dysrhythmia, na guitarra, Colin Marston, do Krallice, no baixo, e John Longstreth, do Origin e tantas outras bandas, na bateria. Desnecessário dizer que, com o pedigree dos músicos envolvidos, não era de se esperar nada menos do que espetacular.

É exatamente isso que temos em Colored Sands. Mas vale uma palavra de cautela: Colored Sands NÃO é aquele death metal reto e conta com aspectos tirados diretamente de Obscura (1998) e From Wisdom To Hate (2001). Um disco que desafia o ouvinte, já que Lemay certamente sente que seu público é maduro o suficiente para lidar com material tão complexo.

3. Windhand - Soma

Com Soma, o Windhand transcende aquele velho estigma de "cálices e velas pretas" da sonoridade doom e move sua cerimônia inicial para um processo de criação que soa naturalmente atmosférico, gélido e ameaçador. A própria capa do álbum já transmite a essência desse som com a imagem de um rígido celeiro preto e branco na beirada de uma encosta. Mesmo quando lhe ataca na garganta com o groove de uma dobra de guitarras, a música invoca o mesmo senso de isolamento, frieza e colapso.

As canções de Soma (que na versão em vinil é duplo) se encaixam muito bem juntas e levam o ouvinte a uma jornada progressiva que vai da alegria ao desespero, sendo fácil imaginá-lo como um álbum conceitual. O primeiro lado apresenta de cara duas faixas com guitarras bem fortes: "Orchard" e "Woodbine". Ambas se constroem em cima de melodias que, apesar de pesadas e enfumaçadas, são bastante pegajosas e contam com uma levada de bateria que soa como se um cutelo estivesse cortando nossos ossos.

4. A Storm of Light - Nations to Flames

Em Nations to Flames, o A Storm of Light mostra uma intensidade que queima como o fogo da criatividade e da destreza enquanto continua retransmitindo a mensagem do quão sério é uma humanidade amaldiçoada pelo doom metal. Pode até não soar como Cathedral ou Pentagram, mas ainda assim é doom pra valer.

Nations to Flames aumenta a agressividade dos álbuns anteriores, bem como acrescenta camadas de outros aspectos não apenas para criar paisagens sonoras, mas cenas de som. A trilha sonora de sua condenação. Acrescente o lirismo brilhante de Josh Graham e Nations to Flames se mostra ainda mais cativante. Uma banda que se recusa a refazer a mesma fórmula e que possivelmente nos presenteou com um dos melhores lançamentos do ano.

5. The Ruins of Beverast - Blood Vaults

O álbum anterior do Ruins of Beverast pega o black metal cru do passado, acrescenta uma produção um pouco polida e incorpora uma auro doom a essa música. Já Blood Vaults leva tal pegada a uma medida mais abrangente, utilizando sintetizadores, órgão, coros e até vocais femininos. O que ajuda também é que a produção nesse álbum é a melhor que Alexander von Meilenwald já teve em toda sua discografia. Pequenas nuances agora são perceptíveis, principalmente depois de várias audições, incluindo uma débil levada de baixo em "Ornaments on Malice". Esse tipo de coisa era difícil de se captar nos últimos discos.

É difícil falar se esse é o melhor álbum do Ruins Of Beverast até aqui, mas é justo dizer que é o que tem a melhor produção dentre todos os lançamentos da banda. Alguns podem preferir os velhos e abafados dias da era Rain upon the Impure (2006), embora isso impeça a percepção do progresso de Meilenwald desde que começou o projeto. Bloof Vaults é mais uma prova de que o Ruins of Beverast é uma das principais bandas de black metal há anos.

Por Guilherme Gonçalves

Lollapalooza Brasil anuncia data, local e novidades da edição 2014

quinta-feira, outubro 10, 2013
Em coletiva de imprensa realizada hoje no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, Perry Farrell, o idealizador do Lollapalooza, anunciou mudanças e novidades na edição 2014 do festival.

O evento mudará de local e será realizado no Autódromo de Interlados nos dias 5 e 6 de abril - sábado e domingo -, em uma área total de 600 mil metros quadrados, aproximadamente cinco vezes maior do que a que abrigou as duas edições anteriores, realizadas no Jockey Club da capital paulista. O Lolla terá início às 11 da manhã e irá até às 23 horas de sábado, enquanto no domingo ele acabará uma hora mais cedo, às 22h.

Serão 80 bandas divididas em cinco palcos durante os dois dias do festival. As atrações serão anunciadas entre os dias 23 e 30 de outubro. Farrell informou, no entanto, que 90% das bandas já estão fechadas, e que o evento terá entre oito e dez atrações “muito relevantes” por dia. Perry também disse que a escalação do line-up será mais diversificada e inovadora, e que headliners de peso estarão no palco 3, o alternativo. Serão dois palcos principais, o alternativo, o eletrônico e o kids.

Um dos problemas da edição 2013 foi a interferência de som entre os palcos, que deverá ser resolvida no novo local em que o festival será realizado, com um distanciamento maior entre os palcos.

Outro ponto importante no Lolla 2014 é que o festival terá como principal meio de transporte os trens. O próprio Perry Farrell chegou ao autódromo em um. Há uma estação à 700 metros do local do festival, e os trens funcionarão no sábado até a 1h da manhã e no domingo até à meia-noite. O trajeto entre a estação e o festival será controlado por seguranças do Lolla. Além disso, os ônibus funcionarão nos mesmos horários dos dias da semana, haverá uma ciclofaixa até o autódromo para quem quiser ir de bicicleta e um bolsão para estacionar as bikes. O estacionamento para carros do autódromo comportará quatro mil veículos, e quem for com quatro pessoas em seu automóvel ganhará desconto. Há ainda 11 mil vagas em estacionamentos próximos. E, pra fechar, os preços dos ingressos ainda não foram revelados, mas as entradas já estarão disponíveis no mês de novembro.

Assim que as atrações forem anunciadas, você saberá em primeira mão aqui.

Por Ricardo Seelig

Ghost lançará EP de covers produzido por Dave Grohl

quinta-feira, outubro 10, 2013
A parceria entre o Ghost e Dave Grohl, iniciada na versão da banda sueca para a faixa “I’m a Marionette”, do Abba, onde o líder do Foo Fighters tocou bateria e ficou responsável pela produção, ganhará um novo capítulo em novembro.

No dia 19/11 será lançado o EP If You Have Ghost. Produzido por Grohl, o material conta com quatro covers e uma versão ao vivo para “Secular Haze”, do álbum Infestissumam, gravada no Music Hall of Williamsburg, no Brooklin, em Nova York. 

As faixas escolhidas pelo Ghost para receberem o seu toque pessoal foram “If You Have Ghosts” (Roky Erickson), “Crucified” (Army of Lovers) e “Waiting for the Night” (Depeche Mode), além de “I’m a Marionette”, que havia sido lançada anteriormente como b-side. Infelizmente, a incrível versão que o grupo gravou para “Here Comes the Sun”, dos Beatles, não estará no EP.

Não há previsão de lançamento de If You Have Ghost no Brasil, e eu, se fosse você, nem esperaria por isso.

Ouça abaixo a faixa que dá nome ao EP:



Por Ricardo Seelig

9 de out de 2013

Nightwish anuncia DVD ao vivo gravado no Wacken e confirma Floor Jansen como vocalista

quarta-feira, outubro 09, 2013
O que já era falado e desconfiado por muita gente finalmente se confirmou nesta quarta-feira. O Nightwish anunciou, oficialmente, que a cantora holandesa Floor Jansen agora faz parte da banda em definitivo. O grupo também informou que o multi-instrumentista Troy Donockley passou a integrar o line-up oficial, com a banda passando a ser um sexteto. A formação do Nightwish se completa com Tuomas Holopainen (teclado), Emppu Vuorinen (guitarra), Jukka Nevalainen (bateria) e Marco Hietala (baixo).

Floor Jansen tem 32 anos e uma longa experiência na música. A cantora foi revelada pelo After Forever, onde permaneceu por 12 anos, entre 1997 e 2009. Após deixar a banda, Floor montou o ReVamp, que ainda está na ativa. Em 2012, ela foi convidada pelo Nightwish para ser a vocalista provisória da banda após a saída de Anette Olzon. Floor é a terceira cantora da banda finlandesa, que surgiu ao mundo tendo como um dos principais destaques a voz da bela Tarja Turunen.

Sem dúvida, a efetivação de Floor Janses trata-se de um grande acerto do Nightwish. Dona de um imensa talento vocal, comprovado em toda a sua carreira e na passagem do grupo pelo Brasil no final de 2012, Floor supera, com folga, a contestada dona anterior do posto, Anette, e tem potencial para recolocar o Nightwish no ponto em que a banda estava quando Tarja foi demitida do grupo, em 2005.

Os finlandeses também confirmaram que lançarão no próximo dia 29 de novembro o ao vivo Showtime, Storytime, registro da apresentação realizada em agosto último no festival alemão Wacken Open Air. O material será disponibilizado nas versões Blu-ray duplo + CD duplo, DVD duplo + CD duplo, CD duplo digipack e LP duplo em vinil colorido e com capa gatefold. Assista ao trailer ali embaixo.

Para não ter dúvida do que estou falando, assista ao vídeo de Floor ao lado do Nightwish executando a excelente “Ghost Love Score”, uma das melhores músicas do grupo, em show realizado em Buenos Aires no ano passado. O trecho a partir dos oito minutos é impressionante, com Janses demonstrando toda a sua técnica vocal. De arrepiar, não?


Por Ricardo Seelig

Review de show: Violator e Ressonância Mórfica (Diablo Pub, Goiânia, 05/10/2013)

quarta-feira, outubro 09, 2013
Em uma época pautada pelo apogeu da oferta de festivais gigantescos, shows grandiosos e constantes turnês internacionais, muitas vezes de bandas decadentes mas que ainda se abastecem em nichos específicos e têm no Brasil uma recepção que parece interminável, é comum se esquecer da espontaneidade, da importância e, principalmente, do quão bacana pode ser aquele rolê menor, subterrâneo, sem pompa e praticamente caseiro.

Desse universo elencado no início, muito pouco ou quase nada chega a Goiânia. Só que, mesmo assim, muita gente tende a fechar os olhos para a satisfação que um acanhado show pode dar. De três, uma. Ou porque alimentam o sonho de que Goiânia está/possa entrar nesse circuito maior. Ou porque vão buscar fora, em outras cidades, esse anseio. Ou porque se satisfazem em eventos com DJs e bandas cover. No entanto, felizmente ainda há a resistência.


Justamente na contramão dessa ideia, Violator e Ressonância Mórfica mostraram de forma contundente no último sábado - 5 de outubro - que precisa-se de muito pouco para proporcionar uma noite legal para banda e público. Um espaço razoável, um som ok, preços decentes, performance visceral e clima de amizade são mais do que suficientes para tanto. Foi isso que quem foi à Diablo Pub encontrou e pôde se esbaldar.

Quem tocou primeiro foi o Ressonância Mórfica. Comandada pelos manauaras Marcos Campos e Luiz Souza, a banda foi formada em 1997 mas está radicada em Goiânia desde 2000. Atualmente, conta também com Hemar Messiah (Spiritual Carnage) no baixo e Weyner Henrique na bateria, além de seguir na correria para concluir um novo álbum, sucessor de Agregados Onímodos Malditos (2005).

Já com bastante gente no local, o Ressonância destilou com maestria seu death/grind calcado nos pilares do gênero, ou seja, nomes como Napalm Death, Terrorizer e Nasum. Tudo com direito a um timbre death sueco na guitarra de Luiz e letras em português na temática lírica exótica. No palco, mesclaram faixas do disco de estreia, do EP Morficaos (2009) e do próximo trabalho, ainda a ser lançado, mas com clara prioridade para as mais novas.


No decorrer da apresentação, destaque para "Mosaico da Extinção", "Cunnilingus" e, sobretudo, "Banzeiro Nocivo", que tem tudo para se tornar um hino do metal goiano, assim como "Plutocracia" já o é. Por falar nela, mais uma vez ficou guardada para encerrar o show ao lado de MNP e o fez com excelência. Geralmente, cabe ao público cantar "Plutocracia", tamanha identificação com a música. Dessa vez, contudo, Marcos Campos acertou em não "dividir" o vocal com os presentes, o que resultou em uma versão fiel e matadora, muito semelhante ao registro contido em Agregados Onímodos Malditos. Ainda houve tempo também para o cover de "March of the S.O.D/Sargent D", do Stormtroopers of Death, vulgo S.O.D., com Bacural (Ímpeto) no vocal e em um final de show apoteótico. Melhor ainda saber que as imagens foram colhidas para um possível futuro DVD. 



Na sequência, veio o Violator, de Brasília, que dispensa maiores apresentações e que em julho lançou o excelente Scenarios of Brutality (confira a resenha do disco). Comemorando onze anos de banda, Pedro Poney (vocal/baixo), Pedro Capaça (guitarra), Márcio Cambito (guitarra) e David Araya (bateria) praticamente varreram a Diablo Pub com um thrash metal cada vez mais afiado. Velocidade e intensidade absurdas e levadas às últimas consequências.

Desde o início com a instrumental "Ordered to Thrash", para aquecer, seguida por "Atomic Nightmare", passando por "Brainwash Possession", "Deadly Sadistic Experiments", "Thrash Maniacs", "Futurephobia" e chegando nas novas "Echoes of Silence" e "Endless Tyrannies", o que se vê/ouve é a hecatombe em forma de música, moshes e um circle pit animal.


"Addicted to Mosh", pouco tocada anteriormente, quando do lançamento de Chemical Assault (2006), foi incluída recentemente no set list e se mostra ainda mais interessante ao vivo. Baita acerto. "Destined to Die", por sua vez, segue incólume como o ápice do show, com as palhetas mais insanas e uma levada de bateria fenomenal. No universo de bandas brasileiras, pouquíssimas chegam perto da violência e agressividade demonstradas pelo Violator no palco. Krisiun, Ratos de Porão, Facada e Apokalyptic Raids são algumas delas.


Saldo mais do que positivo para um evento que simbolizou como deve ser um show sem firulas e calcado no DIY. E que, acima de tudo, repito, concretizou quão divertido podem ser os pequenos instantes vividos no subterrâneo da música. Assim como, semanas atrás, também havia sido a passagem do Rattus (FIN) por Goiânia. Nada de leis de incentivo, editais, patrocínio estatal ou verba pública. Só amizade, rock veloz e alegria. 



Setlists

Ressonância
: "Mapinguari", "Satélite Escafandrado", "Dergo Death Grind", "Mosaico da Extinção", "Cunnilingus", "Banzeiro Nocivo", "Unchalenged Hate" (cover Napalm Death), "Praga Umbrática", "Teratistmo", "Plutocratica", "MNP" e "March of the S.O.D/Sargent D" (cover S.O.D)


Violator
: "Ordered to Thrash", "Atomic Nightmare", "Brainwash Possession", "Deadly Sadistic Experiments", "Echoes of Silence", "Endless Tyrannies", "Futurephobia", "Destined to Die", "Addicted to Mosh" e "Thrash Maniacs"




Texto, fotos e vídeos por Guilherme Gonçalves

Korn: crítica de The Paradigm Shift (2013)

quarta-feira, outubro 09, 2013

Em uma época em que alguns dos maiores ícones do rock e heavy metal estavam com suas estruturas terrivelmente abaladas, quando o mundo ainda estava aos prantos pelo Nirvana, o Metallica parecia cada vez mais perdido e o Pantera demonstrava os primeiros sinais de implosão, os Estados Unidos presenciaram o surgimento de toda uma nova geração de bandas que rapidamente foi classificada (e erroneamente simplificada) como o controverso nu metal. E para o bem ou para o mal, o Korn sempre foi um dos alicerces do estilo e influência primordial para todos os que vieram a seguir.


Do som único de seus primeiros álbuns, passando pelo megalomaníaco sucesso comercial atingido com Follow the Leader, até os seus mais recentes e elaborados trabalhos, o grupo completa duas décadas de existência em 2013, e, como que para marcar sua trajetória, lança The Paradigm Shift, seu décimo-primeiro disco de estúdio. Produzido por Don Gilmore, não apenas vem com a promessa de resgatar seu som primordial, como é também o primeiro com o guitarrista fundador Brian “Head” Welch em oito anos.


Promessas à parte, logo nos absurdamente pesados primeiros segundos de “Prey For Me” já é possível notar que algo realmente está diferente: saem as alucinantes programações artificiais de dubstep e a guitarra volta a ser o principal elemento condutor da música, ao lado do sempre característico trabalho da cozinha. Isso invariavelmente reflete em todo o álbum, com faixas soando mais básicas, bem definidas principalmente pelas melodias muito mais simples e marcantes.


E não apenas isso, mas aquela atmosfera carregadíssima, ruidosa, volta a se manifestar tanto em “Love & Meth” quanto em “What We Do”, e aliado ao brutal conteúdo lírico explica muito bem sobre o porquê de o Korn ter conseguido se estabelecer como um dos pilares de toda uma vertente. Da mesma forma, “Spike in My Veins” traz mais uma vez aquele arrastado groove marcante dos americanos, deixando um bom espaço para sutis inserções eletrônicas, podendo até ter estado no último álbum deles.


A seguinte, “Mass Hysteria”, também não foge muito desse padrão, mostrando que eles definitivamente encontraram meios de incorporar os elementos de dubstep ao seu som, sem tirar qualquer outro traço marcante. Outra prova desse equilíbrio está em “Paranoid and Aroused”, que consegue soar atual mesmo com uma aura instrumental que remete diretamente a algum lugar no final da década de noventa.


“Never Never”, por outro lado, é totalmente artificial, mais exagerada inclusive que muitas faixas de The Path of Totality, o que deixou muita gente que esperava a famigerada “volta às raízes” um tanto quanto intrigada. No fim das contas, ela pode facilmente ser encarada como o single do álbum, e apesar de bem diferente do restante, não compromete em nada o fluxo como um todo. Até mesmo porque “Punishment Time” traz uma série de mudanças de andamento bem inesperadas, sendo um dos momentos mais interessantes do disco, ao lado da lenta e desesperadora balada “Lullaby For A Sadist”.


Esse sentimento, aliás, continua na tensíssima “Victimized”, que apesar de um início excessivamente padrão, cresce aos poucos graças às inserções de pequenos detalhes ao longo de poucos minutos e consegue fugir um pouco do esperado. “It’s All Wrong”, porém, encerra o álbum com riffs cadenciados e sem grandes novidades, bem diferente do que vinha sendo apresentado nas últimas faixas.


Contudo, o saldo de The Paradigm Shift é mais do que positivo: o fato de ter de volta um de seus membros originais não fez com que o Korn abandonasse tudo o que foi construído ao longo da última década, mas pelo contrário, usufruiu de toda a maturidade e experiência adquirida nesse meio tempo para compor um trabalho que sim, de fato remete aos seus primeiros álbuns, mas não de forma forçada ou simplesmente tentando reutilizar as mesmas fórmulas. Além disso, é importante notar que o experimento com diversos produtores e as novas ideias apresentadas no disco anterior não foram um evento isolado, mas algo que definitivamente estabeleceu (mais uma vez) todo um novo horizonte à banda.


E o equilíbrio musical aqui é como uma fórmula aprimorada por todo o dinamismo que eles tentaram em seus álbuns anteriores (em especial o presente em Untouchables e Take a Look in the Mirror, os dois últimos com Brian Welch, na década passada), que não redefine mais uma vez apenas a sua própria identidade, mas resulta em um álbum que facilmente figura como um dos pontos altos de sua discografia.


The Paradigm Shift é um genuíno álbum de nu metal. Em pleno 2013. E extremamente confortável e condizente com isso.


Nota 8


Faixas:
01. Prey For Me
02. Love & Meth
03. What We Do
04. Spike In My Veins
05. Mass Hysteria
06. Paranoid and Aroused
07. Never Never
08. Punishment Time
09. Lullaby For A Sadist
10. Victimized
11. It’s All Wrong


Por Rodrigo Carvalho, do Progcast

Assista à estreia do Heavy Lero, programa dirigido por Edgard Picolli e que une Gastão Moreira e Bento Araújo

quarta-feira, outubro 09, 2013
Duas das principais referências em jornalismo rock no Brasil juntas em um mesmo programa. Pra completar, dirigidos por um dos melhores apresentadores especializados em música do nosso país. Assim é o Heavy Lero, programa semanal apresentado no YouTube por Gastão Moreira, ex-MTV, e Bento Araújo, da poeira Zine. A direção é de Edgard Picolli, também ex-MTV.

O programa de estreia está no player abaixo e é excelente. Aproveite que você irá curtir pra caramba e já assine o perfil do Heavy Lero para não perder nada.



Por Ricardo Seelig

8 de out de 2013

Trivium: crítica de Vengeance Falls (2013)

terça-feira, outubro 08, 2013
Vengeance Falls, sexto álbum do quarteto norte-americano Trivium, tem um ponto em comum e outro nem tanto com o último disco do grupo, In Waves (2011). O ponto em comum é que, mais uma vez, o grupo liderado pelo vocalista e guitarrista Matt Heafy gravou um trabalho de qualidade superior, que beira e namora a nota máxima. Já o aspecto que difere o novo álbum do anterior é, justamente, uma de suas maiores qualidades: a melodia. Enquanto no disco de 2011 havia um foco maior na agressividade, em Vengeance Falls a melodia retorna em pé de igualdade, com linhas vocais cativantes, solos que grudam no ouvido e refrões feitos sob medida.

Produzido por David Draiman (vocalista do Disturbed e do Device), Vengeance Falls abre com um trio poderoso de faixas. “Brave This Storm” tem força para se transformar, provavelmente, em uma das prediletas dos fãs. Já a música que dá nome ao álbum derrama baldes de melodia sobre o ouvinte e faz a ponte entre aquele tipo de som que o In Flames fazia no início de sua carreira e a sonoridade característica do Trivium. Excelente composição!

Enquanto isso, “Strife” abre com guitarras que emocionam qualquer fã de metal das antigas, principalmente aqueles como eu, criados a doses fartas de NWOBHM e Iron Maiden. E, depois dessa intro, evolui em um andamento com influências de hard rock, explodindo em refrão não menos que memorável.

E daí, quando você pensa que vai ter um tempo para respirar, segue sendo bombardeado por uma leva impressionante de boas composições. A influência do In Flames dos primeiros anos pode ser sentida, mais uma vez, em “No Way to Heal”, música que mostra que Heafy e companhia andaram ouvindo muito discos como Colony (1999) e Clayman (2000). Já “At the End of This War” inicia com um trecho acústico, desenvolvendo-se em uma sonoridade que mescla a sidentidade própria da banda a algo que vai em uma linha semelhante ao último álbum do Machine Head, o fenomenal Unto the Locust (2012).

O bom gosto que o Trivium apresenta em Vengeance Falls, indo de melodias bem pensadas a arranjos muito bem construídos, fica evidente em faixas como “Villainy Trives”, cujas camadas vão se desdobrando sobre o ouvinte até desembocarem em um dos mais fortes refrões do álbum.

Com riffs fortes e entrelaçando-se de maneira afiada, as guitarras de Heafy e Corey Beaulieu estão entre as qualidades mais evidentes do trabalho. A dupla formada pelo baixista Paolo Gregoletto e pelo baterista Nick Augusto (que estrou no álbum anterior) também se destaca, com uma performance dinâmica e uma interação acima de qualquer suspeita. Aliás, Gregoletto até um solo de baixo entrega em “Inicineration: The Broken World”.

No entanto, o protagonismo do Trivium segue todo com Matt Heafy. O líder, vocalista e guitarrista segue impressionando. Fazendo uma comparação com o universo dos super-heróis, Heafy está no auge dos seus poderes. Cantando muito, variando com precisão seu timbre limpo com trechos guturais, é o responsável principal por colocar o Trivium em um nível superior ocupado por pouquíssimas bandas no metal atual. O crescimento que o grupo apresentou em toda a sua carreira, o pulo evolutivo que a banda deu em todos os seus discos, principalmente nos dois últimos trabalhos, faz os ouvidos e o coração de quem aprecia e estuda o metal pulsarem de alegria. Ao lado de outros nomes que apresentaram discos magníficos nos últimos anos - coloque aí bandas como Machine Head, Mastodon, Lamb of God, Gojira, Opeth e mais alguns poucos nomes -, o Trivium vai escrevendo a sua história com cores cada vez mais fortes e sólidas, história essa que, a julgar por tudo o que foi feito até agora, caminha para apenas um destino: a consolidação da banda como uma das mais sólidas e criativas formações do heavy metal contemporâneo.

Vengeance Falls é um dos melhores discos do Trivium, o que o coloca, com folga, também na lista dos melhores lançamentos do ano. Sólido e consistente, mostra uma banda faminta e feroz, muito distante do metalcore que a revelou ao mundo, nos brindando com uma música complexa, agressiva e atual, escalando com velocidade a estrada que leva ao topo da hierarquia do metal.

Excelente, mais uma vez!

Nota 9

Faixas:
1 Brave This Storm
2 Vengeance Falls
3 Strife
4 No Way to Heal
5 To Believe
6 At the End of This War
7 Through Blood and Dirt and Bone
8 Villainy Thrives
9 Incineration: The Broken World
10 Wake (The End is Nigh)

Por Ricardo Seelig

Especial Black Sabbath no Brasil

terça-feira, outubro 08, 2013
O Black Sabbath já está entre nós. A banda inicia nesta quarta-feira, 9 de outubro, a sua primeira turnê brasileira com Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler juntos.

Para comemorar a vinda dos pais do heavy metal ao nosso país, separamos abaixo um pequeno especial com algumas das matérias que já publicamos sobre a banda desde o início do site.

Apague a luz, aumente o volume e boa leitura!

A opinião da nossa equipe sobre o álbum 13

Crítica do álbum 13

O review da Metal Hammer para 13

Análise da biografia de Ozzy Osbourne

Alise da biografia de Tony Iommi

Review do livro Black Sabbath FAQ, de Martin Popoff

Nosso editor apresenta o Black Sabbath para o seu filho de 5 anos

A ressurreição sombria do Black Sabbath

Algumas palavras sobre Bill Ward e o Black Sabbath

Go, Sabbath, go

O Black Sabbath voltou, e agora?

O incrível desenho animado do Black Sabbath

Me engana que eu gosto, Tony


Galeria de fotos com o Black Sabbath dos anos 1970


Por Ricardo Seelig

7 de out de 2013

As manias dos colecionadores de discos

segunda-feira, outubro 07, 2013
Seja qual for o gênero musical predominante em sua coleção, ou o formato que você mais gosta de ter em seu acervo (vinil, CD, ...) nós, colecionadores, apresentamos certos comportamentos padrões que ilustram bem a nossa paixão, e, em certo ponto, obsessão pelos discos.

Abaixo uma pequena, e curiosa, lista dessas manias, colhidas em conversas com amigos e pela experiência que quase 30 anos acumulando discos me proporcionaram:

- todo CD e LP deve ser bem cuidado. Dedos não combinam com ambos. Manuseie-os com cuidado, com atenção para mantê-los sempre limpos

- as capas não existem apenas como componente estético. É nelas que o disco deve ficar, sempre. Jamais deixe um item fora de sua capa, pois ele pegará pó e outros resíduos que prejudicarão não apenas a sua qualidade, mas, sobretudo, a sua vida útil
 
- discos não foram feitos para serem emprestados, mas sim para serem ouvidos

- se um amigo insistir muito, leva uma cópia em CD-R, mas nunca o disco original para sua casa

- os CDs ou LPs são guardados na vertical, com as informações escritas em sua face alinhadas, retinhas, para dar para ler

- os discos são organizados por bandas, em ordem cronológica, variando entre crescente e decrescente, mas nunca sem ordem alguma

- as novas aquisições ficam em um lugar separado da estante, e só são encaixadas no acervo depois de serem devidamente digeridas e assimiladas

- os discos devem ser ouvidos até o final antes de serem sacados do CD player ou da vitrola. Nada de ouvir apenas uma música e já tirar a peça dali

- alguns separam suas coleções em estilos, o que deixa mais fácil encontrar o que se procura, mas isso só vale para acervos com itens de vários gêneros distintos, como metal, blues, jazz, pop, classic rock

- outros, mais neuróticos - ou malucos mesmo - não mexem nos encartes de jeito nenhum e, quando isso é indispensável, usam luvas para não deixar suas digitais marcadas no papel

- quando estamos atrás de discografias que pretendemos completar, deixamos o espaço vago para o item que ainda não temos na estante, para lembrar que está faltando um disco ali

- quando estamos em uma loja garimpando novos itens, andamos com os que nos interessam embaixo do braço para não correr o risco de alguém pegar o ite que queremos, mesmo que, na hora de efetivar a compra, daqueles vinte itens que carregamos levemos para casa apenas três ou quatro.

- perdemos o sono e o bom humor ao ver uma caixa de CDs com os dentes de acrílico quebrados ou um vinil riscado

- CDs comprados em sebos precisam, necessariamente, ter a sua caixa de acrílico trocada por uma nova

- LPs antigos devem, antes de ser rodados em nossas vitrolas, passar antes por um banho revigorante

- digipacks, boxes e embalagens especiais são guardados separados dos outros discos

- em dias em que estamos meio de saco cheio, deprimidos, não existe terapia melhor do que olhar para a estante e ver quantos discos legais temos em casa. Isso levanta a moral de qualquer um

- no CD player do carro não entram discos originais, apenas cópias que fazemos em casa

- todos os CDs são guardados dentro de um saquinho plástico, para ficarem melhor conservados. O mesmo vale para os LPs, que devem sempre possuir um plástico protetor externo e interno

- adesivos que vem na embalagem externa, colados no plástico, são recortados e guardados dentro do encarte, afinal eles fazem parte daquela edição e jamais devem ser jogados fora

- quando uma banda lança um disco ruim - como, por exemplo, itens como St. Anger, Virtual XI e Nostradamus -, toda a discografia do grupo é colocada de cabeça para baixo, de castigo, até a raiva passar

- e, por fim, arrumar a coleção de tempos em tempos, para ver o que temos e sentir o enorme prazer que só uma coleção de discos pode proporcionar

E você, o que acha disso tudo?  Somos todos malucos, loucos e desequilibrados, ou não passamos de gente normal mesmo?  Quais são as suas manias?

Deixe o seu comentário e nos ajude a entender, cada vez mais, como funciona a cabeça desses seres compulsivos por natureza: nós, os colecionadores de discos!

Por Ricardo Seelig

Apanhado death/thrash/black de setembro

segunda-feira, outubro 07, 2013
Notas, músicas/vídeos novos e o que mais rolou de interessante em um rápido apanhado death/thrash/black dos últimos trinta dias, também conhecidos como setembro.

The Gates of Slumber

No último dia 19, Jason McCash, baixista do Gates of Slumber, causou surpresa ao anunciar sua saída. Apenas quatro dias depois, uma notícia ainda mais inesperada veio à tona: o guitarrista e fundador, Karl Simon decretou o fim da banda.

Segudo Karl, o motivo primordial foi não concordar em seguir com a trajetória do Gates of Slumber sem o companheiro de longa data. Formado em 1998, o grupo vivia uma de suas melhores fases, muito por conta do excelente The Wretch (2011).

No início de 2013, a banda havia lançado Stormcrow, um EP com cinco músicas novas, dentre elas "Death March", cujo clipe pode ser visto abaixo:


Carcass
Além das onze faixas quem compõem Surgical Steel (veja a resenha), o Carcass gravou outras quatro canções que acabaram não entrando em seu aclamado novo álbum, responsável por encerrar o hiato de 17 anos em que a banda esteve de molho.

Uma delas é "Zochrot", que acabou sendo lançada como single separado, mas que já pode ser conferida também via streaming.

Obliteration

Os noruegueses do Obliteration disponibilizaram "Goat Skull Crown", primeira faixa divulgada de Black Death Horizon, novo álbum da banda e previsto para ser lançado no dia 12 de setembro. Confira!


Skeletonwitch


O Skeletonwitch divulgou o clipe de "I Am of Death (Hell Has Arrived)", que estará em Serpents Unleashed, novo álbum da banda e que tem previsão de lançamento para 29 de outubro.


Deaf Kids

Uma das boas bandas surgidas na prolífica cena do Rio de Janeiro, o Deaf Kids lança em breve The Upper Hand, seu primeiro álbum completo. Duas músicas, no entanto, já estão disponíveis: "Drugged With Happiness" e "Void".

Confira ambas aqui!


Heretic

O Heretic, trio goiano de metal instrumental com influência estética oriental, lançou recentemente o clipe da música
"Lamashtu". O próximo passo da banda é concluir o álbum Liturgia, previsto para sair em dezembro.

Warhammer

Os alemães do Warhammer divulgaram a capa de
Strike of the Infernal Adversary, split que lançarão em novembro com o Blackhole. O último split da banda havia saído em 2012, ao lado dos cariocas do Apokalyptic Raids, igualmente maníacos pela obra e o legado de Tom G. Warrior com o Hellhammer.

Warbringer

Prestes a lançar IV: Empires Collapse, o Warbringer soltou o lyric video de "Hunter-Seeker", uma das 11 faixas que estarão no disco, a ser lançado em 28 de outubro via Century Media.


Deicide

O Deicide revelou a capa de I
n The Minds of Evil, seu novo e 11° álbum de estúdio. Além disso, já disponibilizou também uma das onze músicas que estarão no trabalho. Trata-se da faixa-título do disco, que será lançado em 25 de novembro. Ouça abaixo!


Sarke

O Sarke não só lançou Aruagint, seu terceiro álbum, no último dia 20, como também já o disponibilizou para streaming. Mais uma grande oportunidade para conferir Nocturno Culto em um trabalho paralelo ao Darkthrone.

Ouça aqui!

Por Guilherme Gonçalves

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