11 de dez de 2015

“The Threat is Real”, novo clipe do Megadeth

sexta-feira, dezembro 11, 2015

O Megadeth divulgou o clipe da faixa “The Threat is Real”, música que estará presente em seu novo álbum, Dystopia.

O vídeo, todo em animação, mostra os músicos presos e lutando contra o que parece ser um terrorista, tudo com a ajuda do mascote da banda.

Dystopia chegará às lojas dia 22 de janeiro e marcará a estreia da nova formação do Megadeth: Dave Mustaine, David Ellefson, Kiko Loureiro e Chris Adler.

Assista ao clipe no player abaixo:

Os 20 melhores álbuns de heavy metal de 2015 segundo a Rolling Stone

sexta-feira, dezembro 11, 2015

A revista norte-americana, uma das mais tradicionais e influentes do jornalismo cultural, divulgou também uma lista com os melhores discos de metal de 2015 na opinião de sua equipe.

A matéria original, com comentários sobre cada um dos títulos escolhidos, está aqui.

Esses foram os 20 melhores álbuns de metal do ano na opinião da Rolling Stone:

20 Cloud Rat - Qliphoth
19 Ghost - Meliora
18 Clutch - Psychic Warfare
17 Deafheaven - New Bermuda
16 Lamb of God - VII: Sturm Und Drang
15 Slayer - Repentless
14 Leviathan - Scar Sighted
13 Revenge - Behold. Total. Rejection
12 Napal Death - Apex Predator - Easy Meal
11 Metz - Metz II
10 Killing Joke - Pylon
9 Bosse-De-Nage - All Fours
8 Royal Thunder - Crooked Doors
7 Baroness - Purple
6 Refused - Freedom
5 Iron Maiden - The Book of Souls
4 High on Fire - Luminiferous
3 Tau Cross - Tau Cross
2 Faith No More - Sol Invictus
1 Marilyn Manson - The Pale Emperor

10 de dez de 2015

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 1976

quinta-feira, dezembro 10, 2015

1976 ouviu os primeiros ecos do punk rock. A estreia dos Ramones marcou a chegada das calças rasgadas, alfinetes espetados e tênis de cano alto. Mas todo esse povo teve que encontrar o seu espaço, dividindo os holofotes com as bandas prog e hard, além da também nascente onda disco.

Os principais eventos do ano foram:
  • Their Greatest Hits (1971-1975), compilação dos Eagles, tornou-se o primeiro álbum da história a receber o certificado de platina conforme os novos parâmetros da RIAA, alcançando 1 milhão de cópias vendidas
  • em 9 de março, Keith Moon sofreu um colapso em pleno palco 10 minutos após o início de um concerto do The Who em Boston
  • os Ramones lançaram o seu primeiro disco, no dia 23 de abril
  • Keith Richards sofreu um acidente de carro em Londres no dia 19 de maio. A polícia encontrou cocaína no veículo, e o músico foi intimado a se apresentar à corte inglesa
  • No dia 6 de junho, Tara, filha de Keith Richards e Anita Pallenberg, faleceu vítima de um problema respiratório com apenas 10 semanas de vida
  • Tina Turner entrou com o pedido de divórcio de seu antigo marido, Ike Turner
  • Keith Moon precisa ser internado em um hospital após sofrer novo colapso e destruir um quarto de hotel em Miami, no dia 11 de agosto
  • No dia 25 de setembro, um grupo de amigos de Dublin forma uma banda chamada Feedback. Mais tarde, os quatro mudariam o nome para o U2 e ficariam famosos em todo o mundo
  • O Sex Pistols assina, dia 8 de outubro, um contrato de gravação com a EMI
  • The Song Remains the Same, filme-concerto do Led Zeppelin, estreia nos cinemas em 20 de outubro
  • Em 25 de novembro, o The Band realiza o seu último show, filmado por Martin Scorcese e transformado no filme The Last Waltz
  • O primeiro single dos Sex Pistols, “Anarchy in the U.K.”, chega às lojas no dia 26 de novembro
  • Bob Marley e várias outras pessoas ficam feridas após homens abrirem fogo contra a casa do artista em Kingston, na Jamaica, no dia 3 de dezembro
  • Hotel California, álbum de maior sucesso do Eagles, aterrisa nas lojas no dia 8 de dezembro
  • Ace Frehley sofre um forte choque elétrico durante o show do Kiss na cidade de Lakeland, na Flórida, no dia 12/12. O incidente inspirou a canção “Shock Me”, clássico da banda.

As principais bandas formadas em 1976 foram o The B-52’s, Banda Black Rio, BAP, Boston, Buzzcoks, The Cars, The Cure, The Damned, Diamond Head, The Fall, Joy Division, Midnight Oil, Tom Petty and The Heartbreakers, Ratt, Running Wild, Saxon e U2. Encerraram atividades durante o ano o Babe Ruth, The Band, Deep Purple, James Gang, Montrose e Three Dog Night.

Os maiores hits de 1976 foram “Dancing Queen” e "Fernando" do ABBA, “Bohemian Rhapsody” do Queen, “If You Leave Me Now” do Chicago e “Don't Go Breaking My Heart” de Elton John. Outros grandes sucessos do período foram “Silly Love Songs” (Paul McCartney & Wings), “You Should Be Dancing” (Bee Gees), “(Shake, Shake, Shake) Shake Your Booty” (KC & The Sunshine Band), “Play That Funky Music” (Wild Cherry), “A Fifth of Beethoven” (Walter Murphy & The Big Apple Band), “Rock'n Me”, “Take the Money and Run" (Steve Miller Band), “Tonight's the Night” (Rod Stewart), “All By Myself” (Eric Carmen), “Anarchy in the U.K.” (Sex Pistols), “Beth”, “Calling Dr. Love”, “Hard Luck Woman”, “Shout It Out Loud" (Kiss), “The Boys Are Back in Town”, "Jailbreak" (Thin Lizzy), “Breakdown" (Tom Petty & The Heartbreakers), “(Don’t Fear) The Ripper” (Blue Öyster Cult), “Hey Baby” (J.J. Cale), “Hot Stuff” (The Rolling Stones), “Hurricane" (Bob Dylan), “I Never Cry” (Alice Cooper), “Love Hurts” (Nazareth), “More Than a Felling” (Boston), “Pinball Wizard” (Elton John), “Somebody to Love”, “You're My Best My Friend" (Queen) e “Take It to the Limit” (Eagles).

Nasceram durante o ano: Sid Wilson(20/01), Emma Bunton (21/01), Ja Rule (28/02) e Shagrath (18/11). As principais mortes: George Baker (08/01), Howlin’ Wolf (10/01), Vince Guaraldi (06/02), Paul Kossoff (19/03), Phil Ochs (08/04), Jimmy Reed (29/08), Tommy Bolin (04/12) e Freddie King (28/12).

Os principais vencedores da 18ª edição do Grammy Awards foram:

Gravação do Ano - “Love Will Keep Us Together”, de Captain & Tennille
Álbum do Ano - Still Crazy After All These Years, de Paul Simon
Canção do Ano - “Send in the Clowns”, de Judy Collins
Melhor Artista Novo - Natalie Cole



Realizamos um levantamento identificando os principais discos lançados em 1976, jogamos tudo em nosso banco de dados, aplicamos as avaliações de diversos veículos e chegamos ao resultado abaixo.

Esses foram os melhores álbuns lançados em 1976:

50 Kansas - Leftoverture
49 The Rolling Stones - Black and Blue
48 Al Stewart - A Year of the Cat
47 Thin Lizzy - Johnny the Fox
46 Stanley Clarke - School Days
45 Bob Marley & The Wailers - Rastaman Vibration
44 Kiss - Destroyer
43 Chico Buarque - Meus Caros Amigos
42 Steve Miller Band - Fly Like an Eagle
41 Tom Petty and The Heartbreakers - Tom Petty and The Heartbreakers
40 Jeff Beck - Wired
39 Heart - Dreamboat Annie
38 Electric Light Orchestra - A New World Record
37 Led Zeppelin - Presence
36 Marvin Gaye - I Want You
35 J.J. Cale - Troubadour
34 Van der Graaf Generator - Still Life
33 Boston - Boston
32 Judas Priest - Sad Wings of Destiny
31 Jean Michel Jarre - Oxygene
30 Weather Report - Black Market
29 Queen - A Day at the Races
28 Genesis - A Trick of the Tail
27 Tangerine Dream - Stratosfear
26 AC/DC - High Voltage
25 Eagles - Hotel California
24 Rory Gallagher - Calling Card
23 Warren Zevon - Warren Zevon
22 Frank Zappa - Zoot Allures
21 Bob Seger & The Silver Bullet Band - Night Moves
20 Bob Dylan - Hurricane
19 Pat Metheny - Bright Size Life
18 AC/DC - Dirty Deeds Done Dirt Cheap
17 Aerosmith - Rocks
16 Tom Waits - Small Change
15 Rush - 2112
14 Return to Forever - Romantic Warrior
13 David Bowie - Station to Station
12 Graham Parker - Howlin’ Wind
11 Jorge Ben - África Brasil
10 Flamin’ Groovies - Shake Some Action
9 Bunny Wailer - Blackheart Man
8 Cartola - Cartola
7 Rainbow - Rising
6 Jaco Pastorius - Jaco Pastorius
5 The Mighty Diamonds - Right Time
4 Thin Lizzy - Jailbreak
3 The Modern Lovers - The Moders Lovers
2 Ramones - Ramones
1 Stevie Wonder - Songs in the Key of Life

Meu top 10 de 1976 é esse:

1 Thin Lizzy - Jailbreak
2 Rush - 2112
3 AC/DC - High Voltage
4 Jorge Ben - África Brasil
5 Rainbow - Rising
6 Led Zeppelin - Presence
7 Ramones - Ramones
8 Eagles - Hotel California
9 Judas Priest - Sad Wings of Destiny
10 Kiss - Destroyer

Pra fechar, duas coisas: uma playlist com as músicas mais marcantes de 1976, e o convite pra você postar nos comentários a sua lista com os melhores discos daquele ano.

Os melhores discos de 2015 segundo o About Heavy Metal

quinta-feira, dezembro 10, 2015

Chad Bowar e sua equipe colocaram no ar a lista de melhores do ano do About Heavy Metal. Bowar é um dos críticos norte-americanos mais respeitados quanto o assunto é música pesada, e é sempre bom dar uma parada e conferir a sua opinião.

A matéria original, com comentários sobre cada um dos títulos, pode ser lida aqui.

E abaixo está o top 20 do ano segundo o About Heavy Metal:

20 Byzantine - To Release is to Resolve
19 Gruesome - Savage Land
18 Horrendous - Anareta
17 Cruciamentum - Charnal Passages
16 Crypt Sermon - Out of the Garden
15 Sarpanitum - Blessed Be My Brothers
14 Amorphis - Under the Red Cloud
13 Myrkur - M
12 Intronaut - The Direction of Last Things
11 Clutch - Psychic Warfare
10 Ghost - Meliora
9 My Dying Bride - Feel the Misery
8 Cattle Decapitation - The Anthropocene Extinction
7 Paradise Lost - The Plague Within'
6 Napalm Death - Apex Predator - Easy Meat
5 Deafheaven - New Bermuda
4 Enslaved - In Times
3 Leviathan - Scar Sighted
2 Iron Maiden - The Book of Souls
1 High on Fire - Luminiferous

Ouça The Ties That Bind: The River Collection, novo box de Bruce Springsteen

quinta-feira, dezembro 10, 2015

A caixa foi lançada em 4 de dezembro e traz 52 faixas distribuídas em quatro discos, além de três DVDs (ou dois discos Blu-Ray). Os dois primeiros discos trazem a versão remasterizada do clássico The River (1980), primeiro álbum duplo de Springsteen, quanto o terceiro contém o inédito The River: Single Album. Fechando o pacote, outtakes e outros quitutes compõe o disco quatro.

Ouça The Thies That Bind: The River Collection no player abaixo:

9 de dez de 2015

O (provável) fim do Rush

quarta-feira, dezembro 09, 2015


Aconteceu o seguinte: em uma entrevista, Neil Peart, baterista do Rush, declarou ver com tranquilidade a possibilidade de não fazer mais shows. A fala de Neil foi essa: “Recentemente, minha filha Olivia me apresentou aos seus amiguinhos de escola dizendo que eu era um baterista aposentado. É uma verdade, embora seja engraçado ouvir. Como acontece com atletas, chega o momento de sair do jogo. Estou fazendo isso há 40 anos, mas me sinto mal em ficar longe da minha filha por semanas. O pior não é sentir saudades, mas saber que ela sente minha falta. Há um sentimento de culpa ao fazer uma criança passar por isso”.

Foi o suficiente. A imprensa começou a dar destaque para a notícia, repercutindo a declaração de Peart. Tanto que os outros integrantes do Rush tiveram que responder a respeito. Com a palavra, Geddy Lee: “Não há muito a dizer. Acho que ele apenas estava expressando seus motivos para não querer mais fazer turnês, devido ao que acontece com seu corpo. É tudo que posso comentar”. Algumas semanas antes da entrevista de Neil, tanto Lee quanto Alex Lifeson disseram em entrevistas que o futuro do Rush era uma incógnita, pela insistência de um dos integrantes em não excursionar novamente.

Precisamos falar um pouco sobre Neil Peart. O músico está com 63 anos. No Rush, toca desde 1974 - ou seja, entrou na banda com 22 e está nela há 41 anos. Com Lee e Lifeson, Peart construiu uma carreira formidável. Com a banda, foi reconhecido não apenas com um dos melhores bateristas do mundo, mas também pelo seu incrível poder imaginativo, manifestado nas letras do grupo. 

Então, em 1997 a vida de Neil mudou completamente. Num espaço de apenas dez meses, o baterista passou por uma grande tragédia familiar. Em 10 de agosto daquele ano, Selena, sua única filha, de apenas 19 anos, faleceu em um acidente da carro. Sua esposa, Jacqueline, entrou então em uma depressão profunda, falecendo vítima de câncer no dia 20 de junho de 1998. Totalmente arrasado e sem chão, Neil Peart pegou a sua moto (uma BMW que havia ganhado de presente de Jacqueline) e saiu sem rumo. Foi andar, andar e andar. Saiu do Canadá, foi para o norte do país e percoreu 88 mil quilômetros em estradas de gelo, fugindo do que deixou para trás. Toda essa experiência está contada no livro A Estrada da Cura (lançado no Brasil pela editora Belas Artes), onde o músico afirma que dirigia sem sentido porque assim podia focar em algo que não deixava o seu cérebro pensar sobre as perdas que havia sofrido. Neste período, Geddy e Alex só recebiam notícias de Neil através dos cartões postais enviados pelo baterista. A banda quase acabou na época. 


Mas a vida precisava seguir em frente - e seguiu. Neil conheceu a fotógrafa Carrie Nuttall, e o casamento aconteceu em 2000. Com a vida voltando aos eixos, Peart chamou Lee e Lifeson pra conversar e o trio reativou o Rush. Seis anos após o seu último álbum, a banda retornou em 2002 com Vapor Trails. No final de 2009, Olivia Louise Peart, primeira (e até agora única) filha de Neil e Carrie, nasceu. E foi justamente a pequena Olivia, na sabedoria dos seus 6 anos, que revelou ao mundo o que Lee e Lifeson já sabiam, mas não queriam admitir: Neil Peart cansou de tudo e quer curtir a vida com a família, longe dos palcos.

Peart construiu um legado enorme. Os álbuns que gravou com o Rush influenciaram e inspiraram gerações de ouvintes. E sua história ficou ainda maior ao superar uma terrível tragédia pessoal e retomar sua carreira, mostrando enorme respeito pela música, pelos colegas de banda e pelos fãs.

Neil merece descansar. Está com 63 anos, com uma filha de 6, construindo e curtindo uma nova família depois de tudo que passou. Faz todo sentido querer viver outra realidade, com a certeza de que já fez a sua história na música. Eric Clapton vive situação semelhante. O guitarrista, atualmente com 70 anos, também perdeu um filho de maneira trágica (Conor, de 4 anos, falecido em 1991 depois de cair da janela do quinquagésimo-terceiro andar do apartamento de sua mãe, em Nova York), encontrou na música a força para se reencontrar, casou novamente e hoje é pai de três pequenas meninas: Julie Rose (14 anos), Elle May (12) e Sophie Belle (10). E, como Peart, também sinalizou não ter mais desejo de realizar longas turnês e tocar em lugares distantes.

O fato é que nossos ídolos estão envelhecendo, e cabe a nós, fãs, respeitarmos os desejos dessas pessoas que nos acompanharam durante toda a vida, inspirando nossas próprias trajetórias com a música incrível que criaram.

Fique na boa, Neil. Relaxe, Eric. Tudo que vocês precisavam fazer, já fizeram. Vocês tem  direito de parar. Curtam suas vidas tranquilos, vocês merecem.


Charles Bradley anuncia novo álbum

quarta-feira, dezembro 09, 2015

O soulman norte-americano Charles Bradley anunciou detalhes sobre o seu terceiro disco. O sucessor dos ótimos No Time For Dreaming (2011) e Victim of Love (2013) será lançado no dia 1 de abril pela Daptone Records e terá o título de Changes

O primeiro single do trabalho, uma versão sensacional de Bradley para a clássica balada do Black Sabbath que dá nome ao álbum, está disponível nos serviços de streaming e em videoclipe.

Arrepie-se, chore, emocione-se e assista ao vídeo de “Changes" abaixo:

Metallica divulga mini-documentário sobre passagem da banda pela Antártida

quarta-feira, dezembro 09, 2015

O Metallica publicou em seu site o mini-doc Freeze ‘Em All, dirigido por Adam Dubim. O vídeo mostra a passagem da banda pelo continente gelado, onde o quarteto tocou para um grupo de fãs no dia 8 de dezembro de 2013.

Com 20 minutos de duração, o documentário está disponível apenas para sócios do MetClub (fã-clube oficial da banda). No entanto, se você não for ainda um membro, basta se cadastrar de forma gratuita para assistir ao vídeo e ter também acesso a outros benefícios.

Para assistir Freeze ‘Em All, clique aqui.




8 de dez de 2015

Vem aí o novo álbum solo de Bruce Dickinson

terça-feira, dezembro 08, 2015

Novidades boas: Bruce Dickinson confirmou que está trabalhando em um novo álbum solo. O sucessor de Tyranny of Souls (2005) já possui metade de suas faixas compostas, e Bruce pretende utilizar as passagens de som da nova turnê do Iron Maiden para testar e criar mais material.  

“If Eternity Should Fail”, faixa de abertura de The Book of Souls, último disco do Maiden, era uma das canções que Bruce pretendia utilizar em seu trabalho solo. 

Vale lembrar que os álbuns solos de Bruce Dickinson possuem uma sonoridade muito mais atual e moderna que os discos do Maiden. The Chemical Wedding, lançado em 1998 (um ano antes do retorno de Dickinson à banda), é um trabalho extremamente inovador, com timbres e composições que dialogam abertamente com o lado mais contemporâneo do heavy metal.

7 de dez de 2015

Year in Music: veja como foi o seu ano no Spotify

segunda-feira, dezembro 07, 2015

Fechando o seu segundo ano de atuação no Brasil, o Spotify liberou nesta segunda-feira, 07/12, os dados do aplicativo Year in Music. Com ele, é possível ter acesso aos seus dados estatísticos, com curiosidades muito interessantes como o tempo total que você passou no Spotify, música mais ouvida, álbum mais ouvido e coisas do gênero.

Para acessar os seus dados, basta acessar este link, fazer login no seu perfil e se divertir com os números.

Abaixo, está a minha história no Spotify em 2015, com dados que me surpreenderam um pouco (tipo o disco mais ouvido …).












The Class of ’92 (2013, documentário)

segunda-feira, dezembro 07, 2015

The Class of ’92 é um documentário dirigido pela dupla Ben e Gabe Turner, e que mostra a história do grupo de jogadores que protagonizou um dos períodos de maior sucesso do Manchester United. O filme conta as trajetórias e a grande amizade entre David Beckham, Nickey Butt, Ryan Giggs, Paul Scholes, Gary Neville e Phil Neville (esses últimos, irmãos), todos formados nas categorias de base do United e, anos depois, personagens centrais das grandes conquistas do time durante a década de 1990.

O documentário é muito bem feito, contextualizado toda a realidade pela qual a Inglaterra passava na época, com uma grande efervescência na música, cultura, cinema e política. Há depoimentos do ex-Primeiro Ministro Tony Blair, do manager Alex Ferguson, de Zinedine Zidane e de Mani (baixista do Stone Roses e torcedor fanático dos Red Devils), além dos próprios protagonistas da história

O sexteto não apenas mantém uma amizade próxima até os dias de hoje, como também são sócios em diversos investimentos conjuntos. Através de seus depoimentos, ficamos sabendo não apenas de histórias de bastidores do Manchester United, como também das engrenagens que fazem um time funcionar. Muitas vezes a torcida tem os seus preferidos e as suas vítimas, mas olhando de dentro é que percebe-se realmente a importância de cada atleta para uma equipe.

É interessante assistir às falas de Alex Ferguson, o técnico mais vitorioso da história do futebol, vencedor de 38 títulos pelo Manchester United, incluindo 13 Premier Leagues, 5 FA Cups e 2 Champions League pelo clube. Ferguson e todos os atletas desmitificam o acaso, e mostram como o trabalho e a dedicação possuem enorme valor em uma história de sucesso.

The Class of ’92 é centrado em futebol, é claro, mas também é um documentário muito interessante para entender a Inglaterra dos anos 1990, com a disputa entre Blur e Oasis, a explosão do Britpop, a governo Blair, a influência inglesa na moda com Kate Moss e Stella McCartney, e muito mais.

Um ótimo programa, e melhor: disponível no Netflix.

ONLINE

PAGEVIEWS

PESQUISE