26 de fev de 2016

BabyMetal: fenômeno japonês é destaque na Metal Hammer

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Chegará às bancas nos próximos dias o novo número da Metal Hammer, a principal revista especializada em metal do planeta. A publicação inglesa tem como destaque de capa a banda japonesa BabyMetal, e traz uma matéria especial sobre o novo disco das garotas, Metal Resistance, que sairá dia 1º de abril. Fenômeno de vendas no Japão, o BabyMetal vem conquistando admiradores em todo o mundo, fato que deve se intensificar com o novo álbum. A capa da revista é toda em 3D, em um efeito que fica bem interessante com a publicação em mãos.

A nova Metal Hammer vem também com matérias sobre Amon Amarth, Enslaved, Killswitch Engage, Lzzy Hale e Hacktivist, além de um especial sobre a cena metal de Nova York na década de 1990, uma análise do impacto do crowdfunding no mercado musical e uma matéria especial sobre a Cacophonous Records, gravadora pioneira no black metal.

Acompanham a edição pôsteres gigantes do Iron Maiden e do Bring Me the Horizon, adesivos do Slipknot e um CD com 15 faixas de diversos artistas.










Roger Dean: o fantástico mundo do artista em destaque na Prog italiana

sexta-feira, fevereiro 26, 2016


O novo número da edição italiana da revista Prog traz como destaque de capa o fantástico mundo de Roger Dean, artista inglês que marcou a história do rock progressivo com suas ilustrações para capas de discos de bandas como Yes, Gentle Giant, Uriah Heep e outros.

A revista traz também matérias sobre Ian Anderson, Procol Harum, John Wetton, Dream Theater, Le Orme, David Bowie e um especial sobre a Virgin Records.




Guns N’ Roses: capa da nova edição da Metal Hammer alemã

sexta-feira, fevereiro 26, 2016


A edição alemã da Metal Hammer é mais uma revista a trazer o Guns N’ Roses como destaque de capa. A aguardada reunião da banda é o destaque, e a matéria conta como tudo aconteceu e o que deverá ocorrer após os shows de retorno. Disco novo? Gravações inéditas? 

A revista traz também matérias com Anthrax, Amon Amarth, Slipknot, Wolfmother, Rotting Christ e Beyond the Black, além de um especial sobre os festivais de rock, começando em Woodstock e chegando até o Wacken. 

Esta edição traz pôsteres do Thin Lizzy e de Abbath e um CD intitulado Maximum Metal Vol. 215, com faixas de nomes como Anthrax, The New Black, Wisdom e The New Roses.



Discoteca Básica Bizz #023: The Beach Boys - Pet Sounds (1966)

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Imagine o início dos anos 1960 na desbundada Califórnia. Uma turma de adolescentes que acreditava no sonho, na paquera e na inocência de um beijo vermelho. A praia. As pranchas. O biquíni. Os flipantes filminhos com Frankie Avalon e Annette Funicello. As festinhas embebidas em lilás. As carangas envenenadas. A aventura do rock and roll e a lágrima da rock ballad. E aquela loirinha que não queria nada com ninguém. Em meio a essa deliciosa atmosfera é que nasceram os Beach Boys, um dos mais influentes e legendários grupos da pop music. Formado em 1961 pelos irmãos Wilson (Brian, Dennis e Carl), o primo Mike Love e Alan Jardine, eles gravaram mais de trinta LPs, deixando uma vasta influência que vai desde Beatles até os Ramones.

Ao lado de contemporâneos como Jan and Dean, The Hondells e The Surfaris, inicialmente, ficaram conhecidos como os reis da surf music, que nada mais era senão o espírito da época unido aos mais simples acordes de rock, boas doses de doo-wop e balada e um gostinho de paixões platônicas derramadas em melodias definitivamente românticas. Sob esta concepção os Beach Boys realizaram onze álbuns, sendo que os quatro primeiros são inteiramente de surf music. Os sete LPs seguintes continuam nessa linha em um tom mais pop. Aí vem o disco em questão. A água divisora na carreira do grupo. O fim de todo um ciclo. Acima de tudo, o mais polêmico.


Para uns, Pet Sounds significou a maturidade e o desfecho do lado "alienado" e das tonalidades do fresh surf rock. Porém, para outros, representou a morte do grupo. A verdade é que nesse disco os moleques da praia, realmente, mudaram de forma radical suas características primordiais. Afinal de contas, os tempos eram outros. O final de 1966 indicava grandes mudanças. Guerra à vista, início do psicodelismo, liberação sexual, drogas e posicionamentos políticos eram alguns dos fatores que se chocavam com a antiga alegria e os sonhos azuis da banda. Além do mais, o egocêntrico Brian Wilson queria fazer algo bem melhor que os Beatles. E fez, pois este LP precedeu Sgt Pepper's, onde consumou-se a já citada influência nos meninos de Liverpool.

Pet Sounds é uma resposta a eles mesmos, uma prova de fogo que, em outras palavras, demonstrou que eram capazes de fazer um disco com letras profundas, instrumentação avançada e ruptura com os moldes que estavam em voga. É também o LP que inicia a trilogia da excentricidade progressiva-psicodélica que tem sua continuidade em Smiley Smile e Wild Honey, ambos lançados em 1967. Excetuando a faixa "Wouldn't It Be Nice", que ainda entrevê a felicidade conjugal, as outras, num tom confessional, são entrecortadas por lamentos, abandono e angústias. Uma reflexão de caráter sentimental, contudo adornada por novos elementos, tais como as experiências com as drogas, a meditação transcendental e as coloridas visões do misticismo.

Acima de maiores suspeitas, provaram que, além de exímios músicos, eram inventivos e, como toda banda que se preze, mergulharam no plano das ousadas transformações. As harmonias vocais reapareceram muito mais trabalhadas. As estruturas musicais escapavam com muita facilidade os arquétipos convencionais. 

Sob a produção fanaticamente requintada de Brian Wilson, surgiram novidades como a inclusão de instrumentos de sopro, intromissões orquestrais, teclados com timbres peculiares, percussões diversas (não faltando sininhos e berimbau), flautinhas aciduladas e arranjos complexos e sutis. 

Enfim, um misto de nuances bizarras e desolação do coração, de psicodelia e sintomas progressivos, de experimentalismo e os santificados e eternamente imperdíveis fluidos do rock and roll.

(Texto escrito por Fernando Naporano, Bizz #023, junho de 1987)

25 de fev de 2016

Cartões de Dia dos Namorados com ícones do rock

quinta-feira, fevereiro 25, 2016


Você, rockeiro apaixonado, agora pode presentear o amor da sua vida com cartões de Dia dos Namorados estampados com a imagem dos seus ídolos. A coleção Heavy Metal Heroes Valentine’s Day foi desenvolvida pela Molten Metal Merch e traz diversos cards amorosos com ilustrações de nomes como Dio, Lemmy, King Diamond, Alice Cooper, Jeff Hanneman e outros.


E abaixo estão algumas imagens dos cartões. Já escolheu o seu?










Anthrax: banda está na capa da nova edição da RockHard

quinta-feira, fevereiro 25, 2016


O Anthrax é o destaque de capa da nova edição da revista alemã RockHard, uma das publicações especializadas em metal mais tradicionais da Europa. A matéria fala sobre o processo de gravação e tudo que envolveu o novo disco dos norte-americanos, For All Kings, lançado recentemente.

A edição número 346 da RockHard traz também uma entrevista exclusiva com Lars Ulrich, uma geral contando tudo sobre o novo álbum do Amon Amarth e matérias sobre Watain, At the Gates, Deströyer 666, Mötley Crüe e outros.

A revista vem acompanhada de um CD intitulado Lauschangriff Volume 043 contendo 12 faixas de bandas como Metal Church, Anvil, The New Roses, Magnum, Greenleaf, Mars Red Sky e outras.


Rival Sons: banda anuncia novo disco

quinta-feira, fevereiro 25, 2016

Será lançado no próximo dia 11 de março o novo álbum do Rival Sons. O quinto disco da banda californiana será disponibilizado pela Earache Records e terá o título de Hollow Bones

Apenas a capa foi divulgada até o momento. Mais informações, como o número de faixas e a produção, serão liberados nos próximos dias.

O trabalho é o sucessor de Great Western Valkyrie, lançado em 2014.





Sepultura: leia o review da RockHard para 'Roots', publicado em 1996

quinta-feira, fevereiro 25, 2016


Passados 20 anos do seu lançamento, Roots segue dividindo opiniões. Enquanto uma parcela dos fãs e críticos apontam o disco como o mais importante da carreira do Sepultura, outra parte simplesmente não consegue digerir a sua sonoridade e experimentações e detesta o álbum, apontando-o como o responsável pelo início do fim do quarteto mineiro.

Abaixo está um interessante review publicado na época do lançamento de Roots, em 1996. O texto foi escrito pelo jornalista alemão Frank Albrecht e publicado na edição 106 da também alemã RockHard, uma das mais tradicionais revistas europeias especializadas em heavy metal.


Confesso que não sei o que pensar sobre este disco. É claro que uma banda deve evoluir, e é compreensível que os músicos não queiram fazer sempre a mesma coisa. Mas para o meu gosto, o Sepultura errou ligeiramente o alvo em seu novo disco, deixando de lado o velho thrash de raiz que caracterizava a banda até agora. 

O disco começa muito bonito com “Roots Bloody Roots”, uma grande faixa de abertura que envolve todas as qualidades do Sepultura. “Attitude”, com influências do Fudge Tunnel e do Clutch, é outro destaque. Mas com o decorrer das faixas o álbum vai ficando mais louco e confuso. Intermináveis orgias de ruído, vocais distorcidos, sons caóticos: suspeito que os guitarristas do Sepultura tenha usado “drogas demais”. 

O fato é que Roots me apresenta uma dicotomia. Por um lado, os brasileiros são deliciosamente não-comerciais e imortalizaram ideias realmente grandes - por exemplo, as inúmeras batidas funk. Por outro lado, às vezes eles apresentam demasiada influência de nomes como Neurosis e Melvins, o que para uma banda com o status do Sepultura soa sem nenhuma necessidade no momento. A identidade da banda está aqui, e suas experimentações também.

Enquanto o álbum segue apresentando boas canções como “Straight Hate” e cativando o ouvinte, ao mesmo tempo eu duvido que os fãs das antigas possam realmente se acostumar e digerir este novo material.

Conclusão: Roots é um bom álbum, nada além disso.

Discoteca Básica Bizz #022: Television - Marquee Moon (1977)

quinta-feira, fevereiro 25, 2016

Malcolm McLaren sabia que os pais da matéria estavam nos Estados Unidos. Foi lá que ele buscou inspiração para que o movimento punk acontecesse - de forma concentrada - na Inglaterra. O que seria do punk sem o despojamento dos New York Dolls, a demência dos Stooges, o anti-lirismo do Velvet Underground e a agressividade do MC5? 

E não foram só estas - todas elas, bandas extintas anos antes do punk - as fundamentais. Nova York fervilhava de grupos que acabariam traçando os moldes do que viria depois do punk. Eram as bandas new wave de Nova York e, dessas, a mais importante, ao lado dos Talking Heads e dos Voidoids de Richard Hell, foi o Television.

A história deles começa com o grupo Neon Boys, fundado por Tom Verlaine (guitarra e vocais) e Richard Hell (baixo e vocais) em 1971. Richard Lloyd (guitarra) e Billy Ficca (bateria) completavam o grupo, que alguns anos depois mudaria de nome para Television. Hell saiu por volta de 1974, e Fred Smith, ex-baixista do Blondie, foi chamado para substitui-lo. Em 1974, o Television gravou um single e em 1977 eles assinaram com a Elektra para gravar Marquee Moon, o seu primeiro LP.

Em meio à avalanche punk em que a maioria das bandas fazia um som rápido e primário (Ramones, Dead Boys) ou flertava com o pop (Blondie, Marbles), o Television optava por uma linha musical mais elaborada, com melodias harmoniosas, convivendo com ruídos e faixas longas que, ao vivo, se transformavam em verdadeiras jam sessions.

O som do Television remete à uma gama de referências musicais que vão de Byrds a Neil Young, de Doors a Velvet Underground. Não que o grupo soasse como uma das bandas citadas. Ela parecia querer ser todas elas ao mesmo tempo, e um pouco mais.


A música de Marquee Moon é leve em seus ingredientes e pesada em sua atitude. Os instrumentistas não usam efeitos ou pedais. É rock puro, de uma fluidez impressionante. Verlaine e Lloyd formam uma das duplas de guitarristas de rock que mais deram certo. Ambos solam, se alternam em riffs, bases e harmonias. Ambas as guitarras - principalmente a de Verlaine - alcançam sonoridades que às vezes parecem com guinchos, grunhidos e gritos. Ficca e Smith formam uma cozinha "à francesa", leve, com toques jazzísticos, sem abusos.

As letras - todas de Verlaine - sugerem mais do que dizem, como na faixa de abertura "See No Evil" ("Eu entendo tudo / a destruição urge / ela parece tão perfeita / eu vejo  /eu não vejo nenhum mal"). As texturas sonoras são molduras perfeitas para as letras, como na faixa seguinte, a balada "Venus", em que Verlaine cai direto nos braços da Vênus de Milo. Em "Friction" o destaque vai para o solo esquizofrênico de Verlaine, assim como na comprida "Marquee Moon" (que, aliás, tem um belíssimo falso gran finale).

O lado B começa com uma jóia, "Elevation" ("A última palavra / é a palavra perdida  /por que você não a diz então?"), onde o junkie Lloyd faz um solo emocionante. "Guiding Light" (única co-parceria de Verlaine no disco - com Lloyd) é mais uma balada que demonstra a sensibilidade harmônica de Verlaine. Em "Prove It", a combinação de base sonora simples com o caleidoscópio de imagens evocadas por Verlaine é mais uma vez perfeita. Em "Tom Curtain", a última música do disco, outra magnífica combinação: a voz chorosa de Verlaine relembra os anos passados, enquanto sua guitarra estridente rola suas lágrimas mais amargas.

Nem o Television (que acabou em 1979) nem seus integrantes em carreira solo conseguiram fazer um disco à altura de Marquee Moon (que na edição nacional saiu com um ridículo carimbo de "punk rock" na capa). É este o disco que prova que eles eram, instrumentalmente, uma das bandas mais integradas da década de 1970, e não há músico ou não-músico - de qualquer gênero - que, ao ouvir o disco, não se convença disto.

(Texto escrito por Celso Pucci e Thomas Pappon, Bizz#022, maio de 1987)

24 de fev de 2016

Free: Paul Kossoff na capa da nova The Blues Magazine

quarta-feira, fevereiro 24, 2016


A vida e a carreira do guitarrista inglês Paul Kossoff são o tema da matéria de capa da nova edição da The Blues Magazine. O número 28 da revista, publicada pela mesma editora da Classic Rock e da Metal Hammer, relata em detalhes a curta trajetória do músico, um dos instrumentistas mais originais e talentosos da década de 1970.

A revista traz também matérias com a Tedeschi Trucks Band, Jeff Healey e outros, além de um guia para conhecer o blues negro inglês e um CD com 12 faixas.


As Novas Caras do Metal #27: especial thrash metal

quarta-feira, fevereiro 24, 2016


Vimos surgir na última década inúmeras novas bandas de thrash metal, que injetaram fôlego no estilo. Enquanto uma parte buscou na sonoridade clássica do gênero a sua inspiração, um outro grupo teve como objetivo atualizar a sonoridade do estilo.

Abaixo estão vinte bandas que estão se destacando na cena thrash contemporânea. Há nomes novos e desconhecidos, mas fiz questão também de listar alguns grupos que já fazem parte do cotidiano de quem consome o gênero, mas que podem ter passado batido por quem não está tão atualizado assim no assunto.


Vektor

Este quarteto norte-americano passou a ser cultuado a partir de 2011, ano em que lançou o seu terceiro disco, Outer Isolation. Um dos melhores álbuns de thrash metal dos últimos anos, o trabalho traz uma sonoridade técnica e cheia de energia, em composições que despejam riffs de maneira incessante. Uma verdadeira joia pra quem ama o gênero! O Vektor lançará o seu novo álbum, intitulado Terminal Redux, em maio deste ano. É esperar pra ver se conseguirão manter o alto nível de Outer Isolation.





Suicidal Angels

Banda grega formada em 2001 e com cinco discos no currículo. Thrash metal que une a escola europeia com a tradição da Bay Area, em composições rápidas e agressivas. Destaque para o vocal de Nick Melissourgos, o belo trabalho de guitarras e a aproximação com o death metal em algumas faixas, soando como um híbrido entre os dois estilos.





Skeletonwitch

Um dos principais nomes do retrô-thrash, o Skeletonwitch surgiu em 2003 com a proposta de reviver os anos de glória do estilo. Com o passar dos anos, no entanto, a música da banda foi ficando cada vez mais rápida e agressiva, chegando ao ponto de ser praticamente impossível dividir o thrash e o death metal de seu DNA sonoro. Um som direto ao ponto, sem meandros e voltas desnecessárias, equilibrando doses de violência com um trabalho de guitarra que traz elementos dos gêneros citados acima, além de trechos cheios de melodia.





Angelus Apatrida

Banda espanhola com cinco discos no currículo, com destaque para os três últimos: Clockwork (2010), The Call (2012) e Hidden Evolution (2015). Influências equilibradas entre Destruction e Testament, em uma música cativante e com refrãos fortíssimos. Torcicolo garantido!





Exmortus

Quarteto californiano que acabou de lançar o seu quarto álbum, Ride Forth. A música é um thrash técnico e com ênfase não apenas nos riffs de guitarra, mas no instrumento como um todo. Os guitarristas David Rivera e Jadran Gonzalez (também responsável pelo vocal) derramam solos e melodias em todas as faixas, em algo hipoteticamente próximo do que aconteceria se Malmsteen tivesse nascido em San Francisco e não na Suécia. A onipresença de melodia, ao mesmo tempo em que suaviza a agressividade, tem tudo para agradar fãs de nomes como o Children of Bodom.





Warbringer

Com quatro discos na carreira, o Warbringer é uma das forças ascendentes da cena norte-americana. Thrash metal clássico e agressivo, na melhor tradição dos maiores nomes do estilo. Uma das referências do retrô-thrash, o quinteto tem lançado discos consistentes, garantindo um número cada vez maior de admiradores.





Reek

Outro ótimo nome vindo da Espanha, o Reek lançou apenas um álbum por enquanto, Necrogenesis (2014). A música insere elementos técnicos e progressivos ao thrash, em uma união muito bem construída. Tendo os riffs como alicerce das canções, a banda mostra talento e uma simbiose com o ouvinte, ambos caminhando juntos em um êxtase similar.





Black Fast

Quarteto de St. Louis com dois belos discos na carreira, Starving Out the Light (2013) e Terms of Surrender (2015). Velocidade, vocais guturais, riffs por todos os lados, agressividade escorrendo pelos poros: esse é o clima. Não dando pausa para o ouvinte respirar, o Black Fast pisa fundo com faixas autênticas e que transpiram paixão. A produção áspera deixa tudo ainda mais violento.




Distillator

É a cena retrô indo além das fronteiras dos Estados Unidos e chegando à Europa - no caso, à Holanda. A estreia do Distillator foi lançada em 2015, mas parece gravada na metade da década de 1980. Para fãs do Exodus, Hirax e similares.




Toxic Holocaust

Acho que todo mundo que é fã de thrash já ouviu o Toxic Holocaust, mas por via das dúvidas não custa recomendar a banda norte-americana. Na ativa desde o início dos anos 2000, o grupo é, provavelmente, o maior nome do thrash retrô. Sempre velozes e agressivas, suas canções resgatam a violência onipresente nos primeiros anos do estilo, característica que acabou sendo deixada de lado pelas grandes bandas do gênero pouco a pouco. Thrash puro e de raiz, pra bangear sem parar!





Evile

Outro nome já conhecido de quem é fã de thrash e não ficou limitado aos mesmos nomes de sempre. O Evile surgiu na Inglaterra em 2004 e desde então gravou quatro discos - Enter the Grave (2007), Infected Nations (2009), Five Serpent’s Teeth (2011) e Skull (2013). Pessoalmente, gosto muito dos dois últimos. A sonoridade é similar ao Metallica de Ride the Lightning e Master of Puppets, tanto pela influência quanto pela similaridade entre os timbres vocais de Matt Drake e James Hetfield. Nunca ouviu o quarteto? Não sabe o que está perdendo.





Havok

Formado em 2004 em Denver, o Havok lançou o seu primeiro disco, Burn, apenas em 2009. A estreia foi seguida por Time is Up (2011) e Unnatural Selection (2013). A sonoridade é clássica, influenciada por nomes como Metallica, Megadeth, Testament e Kreator. Se você está precisando renovar a sua fé no estilo, eis aqui a banda que irá proporcionar a sua redenção.





Municipal Waste

Na mesma levada do Toxic Holocaust, o Municipal Waste também vem dos Estados Unidos e traz, além de influências da década de 1980, uma aproximação com o hardcore. Por essa razão, alguns veículos classificam a banda como crossover thrash ou thrashcore. Música rápida e canções curtas, tudo embalado com muito bom humor. Já são cinco discos na carreira, fazendo a alegria de bangers mundo afora.





Gama Bomb

Thrash turbinado com elementos de speed metal, vindo direto da Inglaterra. Com cinco discos na carreira, o Gama Bomb tem crescido progressivamente nos últimos anos, em um justo reconhecimento do público ao trabalho da banda. Bateria rápida, faixas diretas e sem muita enrolação, além do uso constante de backing vocals meio que no tradicional esquema “pergunta e resposta” característico do hardcore são as principais características destes ingleses.





Lich King

Cinco álbuns lançados, todos muito interessantes pra quem é fã da sonoridade clássica do thrash. Os integrantes possuem codinomes que homenageiam personagens da cultura pop: Rambo (guitarra), The Hulk (guitarra), Darth Vader (baixo), Hulk Hogan (bateria) e A Fucking Tyranosaur (vocal). Influências de Exodus e Kreator são sentidas em todos os discos.





Lazarus A.D.

Excelente banda norte-americana que executa um thrash cheio de groove, com influência de nomes clássicos e também de outros mais aventureiros, como Pantera. O único senão é que o grupo lançou apenas dois discos até agora, The Onslaught (2007) e Black Rivers Flow (2011). Um retorno seria bem-vindo.





Dust Bolt

Alemães na estrada desde 2006 e com dois álbuns nas costas: Violent Demolition (2012) e Awake the Riot (2014). A banda sabe variar o foco entre momentos de velocidade com outros onde as mudanças de dinâmica dão o tom. 





Lost Society

O novo disco destes finlandeses, chamado Braindead, acaba de ser lançado e comprova o talento mostrado nos dois primeiros álbuns, Fast Loud Death (2013) e Terror Hungry (2014). Tsunami de riffs, peso evidente e agressividade escancarada são os principais pontos fortes do quarteto.





Iron Reagan

Thrash pé no fundo na melhor tradição de Reign in Blood, com o aditivo extra de  uma considerável influência de hardcore. Com dois discos já lançados, este quinteto de Richmond vem fazendo um estrago tremendo na cena norte-americana. 





Violator

Fechando, uma nome que todo brasileiro conhece (ou deveria conhecer, pelo menos): o Violator. Na estrada desde 2002, a banda natural de Brasília já lançou quatro discos, todos alinhados e no mesmo espaço/tempo de toda a cena thrash retrô de nomes como Toxic Holocaust. Uma das grandes bandas de heavy metal surgidas no Brasil na última década.

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