17 de jun de 2017

Assista aos shows do Behemoth e do In Flames no HellFest 2017

sábado, junho 17, 2017

O tradicional festival francês HellFest está rolando este final de semana na cidade de Clisson com a presença de dezenas de atrações, incluindo nomes como Slayer, Deep Purple, Aerosmith e Rob Zombie.

Duas das bandas mais legais do festival, In Flames e Behemoth, tiveram os seus shows disponibilizados na íntegra no YouTube, captados com equipamentos de filmagem profissional.


Assista às apresentações abaixo:


Está chegando o primeiro box do Clutch

sábado, junho 17, 2017

O Clutch, um dos nomes mais legais do metal norte-americano, lançará dia 23 de junho o primeiro boxset de sua carreira. 

A caixa, disponível somente em CD, tem o título de Psychic Rockers from the West Group e virá com seis discos, incluindo os álbuns Strange Cousins from the West (2009), uma edição em CD duplo + DVD de Earth Rocker (2013), Psychic Warfare (2015, trabalho mais recente do grupo) e El Rojo, disco do projeto paralelo The Bakerton Group.

Dhani Harrison prepara primeiro disco solo

sábado, junho 17, 2017

Dhani, o único filho de Olivia e George Harrison, lançará até o final do ano o seu primeiro álbum solo. O músico, que é multi-instrumentista mas tem como instrumento principal a guitarra, está trabalhando também em seus primeiros shows como artista solo.

A cara do pai, Dhani Harrison integrou o Thenewo2 com Oliver Hicks, onde gravou três álbuns e dois EPs. Mais recentemente, ele estava produzindo e compondo trilhas sonoras para séries de TV como Good Girls Revolt, The Divide e Outsiders, todas da Amazon.

Dhani tem 38 anos de idade.

David Gilmour nos cinemas brasileiros

sábado, junho 17, 2017

A Rede Cinemark exibirá em algumas de suas salas de cinema o filme David Gilmour - Live at Pompeii, show realizado pelo vocalista e guitarrista inglês na lendária cidade italiana durante a sua turnê de 2016.


O show terá sessões únicas somente no dia 13 de setembro em 28 salas do Cinemark, conforme listagem abaixo:



David Gilmour Live At Pompeii

Datas e horários: 13 de setembro, às 20 horas
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); salas VIP: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Duração: 125 minutos
Classificação Indicativa: a consultar

Complexos participantes:


Aracaju (SE)

Shopping RioMar – Rua Delmiro Gouveia s/nº

Belo Horizonte (MG)

Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061

Brasília (DF)

Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP)

Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Curitiba (PR)

Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127

Florianópolis (SC)

Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587

Goiânia (GO)

Flamboyant – Av. Jamel Cecilio, 3300

Mogi das Cruzes (SP)

Mogi Shopping – Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001

Niterói (RJ)

Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8

Porto Alegre (RS)

Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

Recife (PE)

RioMar – Av. República do Líbano, s/nº

Rio de Janeiro (RJ)

Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas,500

São Paulo (SP)

Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Cidade São Paulo – Avenida Paulista, 1230
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Cidade Jardim –Av. Magalhães de Castro, 12000

São Caetano do Sul (SP)

ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545

Salvador (BA)

Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915

Uberlândia (MG)

Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15

Ribeirão Preto (SP)

Novo Shopping – Av. Presidente Kennedy, 1500

Natal (RN)

Midway Mall Natal – Av. Bernardo Vieira, 3775

Manaus (AM)

Studio 5 – Av. Rodrigo Otávio, 555

Londrina (PR)

Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150

Guarulhos (SP)

Internacional Shopping Guarulhos – Rodovia Pres. Dutra, 397/650

Cuiabá (MT)

Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500

Fizeram um mashup de Michael Jackson com Iron Maiden e ficou ótimo

sábado, junho 17, 2017

"Beat It", a música mais roqueira de Michael Jackson, unida a "The Trooper", uma das canções mais características do Iron Maiden. O resultado não tinha como ser diferente: um mashup legal e divertido pra caramba, e que mostra que as duas canções, a princípio tão antagônicas, não são tão diferentes assim.

Como adoro ambas, curti demais!


Ouça abaixo e curta também:


16 de jun de 2017

Novo grande evento da DC Comics, METAL tem capa homenageando o estilo musical que tanto amamos

sexta-feira, junho 16, 2017

Terá início em setembro o novo mega evendo da DC Comics, intitulado Metal. Escrito por Scott Snyder e com arte de Greg Capullo, dupla que trabalhou junta no Batman dos Novos 52, a história envolverá todo o universo da editora e será o primeiro grande crossover da era Rebirth - batizado como Renascimento aqui no Brasil.

Como acontece em mega séries dessa magnitude, dezenas de títulos e capas especiais estão sendo criadas. E uma das primeiras divulgadas mostra os heróis da DC formando o símbolo característico do heavy metal, como você pode ver abaixo:



Paradise Lost anuncia edição especial comemorando os 20 anos de One Second

sexta-feira, junho 16, 2017

Lançado em 14 de julho de 1997, o sexto álbum do Paradise Lost está ganhando uma edição comemorativa aos seus vinte anos. Com o título de One Second - 20th Anniversary Edition, a nova versão chegará às lojas dia 14/07 em CD duplo e em LP duplo de 180 gramas.

A edição em CD, que vem em um lindo digibook de 24 páginas, traz no segundo disco um show realizado pelos ingleses no Shepherd’s Bush Empire, em Londres, em 1998.

Tracklist abaixo:

Disc 1 
01. One Second 
02. Say Just Words 
03. Lydia 
04. Mercy 
05. Soul Courageous 
06. Another Day 
07. The Sufferer 
08. This Cold Life 
09. Blood of Another 
10. Disappear 
11. Sane 
12. Take Me Down 

Disc 2 - Live at Shepherd’s Bush Empire, London 26th January 1998 
01. Say Just Words 
02. Hallowed Land 
03. Blood of Another 
04. True Belief 
05. Disappear 
06. Lydia 
07. Dying Freedom 
08. Mercy 
09. Shadowkings 
10. The Sufferer 
11. Remembrance 
12. Forever Failure 
13. Soul Courageous 
14. One Second 
15. This Cold Life 
16. Embers Fire 
17. As I Die 
18. The Last Time

Ouça “Mean to Me”, nova música do Mr. Big

sexta-feira, junho 16, 2017

O quarteto norte-americano divulgou mais uma música de seu novo disco, Defying Gravity, que chegará às lojas dia 7 de julho pela Frontiers. O disco foi produzido por Kevin Elson (Lynyrd Skynyrd, Europe, Journey) e é o sucessor de … The Stories We Could Tell (2014).

Em “Mean to Me” ouvimos o Mr. Big extremamente técnico e com uma pegada meio funk, unindo peso e groove. Além disso, a canção traz solos de Billy Sheehan e Paul Gilbert.

Boa música, curti!

Fãs e músicos mostram indignação com ação de Gene Simmons para registrar como seu o gesto com as mãos clássico do heavy metal

sexta-feira, junho 16, 2017

A ação de Gene Simmons para registrar como criação sua o gesto manual que define o heavy metal - o chifrinho com as mãos - causou revolta em diversos músicos e fãs. 


Nikki Sixx, baixista do Mötley Crüe, postou em seu Twitter a mensagem abaixo, deixando explícito o que muitos pensam sobre o processo levado à frente pelo baixista do Kiss.




Já Wendy, viúva de Ronnie James Dio, afirmou que “tentar fazer dinheiro com isso é nojento. Esse gesto pertence a todos, não a apenas uma pessoa. É de domínio público, não pode ser registrado. É uma ideia patética dele, e acho que Gene está fazendo papel de idiota ao levar isso adiante”. 


E para provar mais uma vez que Gene não tem nada a ver com a criação do clássico gesto com as mãos, os fãs foram atrás e encontraram uma imagem de Geezer Butler, baixista do Black Sabbath, fazendo o gesto com as mãos em 1969. O próprio Geezer retuitou a postagem, mostrando o seu descontentamento com a iniciativa de Simmons.






Vale lembrar também que o gesto pode ser visto na capa de Yellow Submarine, disco lançado pelos Beatles em 13 de janeiro de 1969, e também no encarte da cultuada estreia da banda norte-americana Coven (pioneira do occult rock), Witchcraft Destroys Minds & Reaps Souls, também de 1969. Ou seja: Gene, vai catar coquinho e vê se para de fazer papel de ridículo!

Minha Coleção: apaixonado por trilhas sonoras, o carioca Andre Allevato mostra os seus discos

sexta-feira, junho 16, 2017

De colecionador pra colecionador, faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Meu nome é Andre Allevato, tenho 48 anos, sou carioca e moro na região oceânica de Niterói, no Rio de Janeiro. Sou casado, pai de dois filhos. Sou formado em jornalismo, mas trabalho há trinta anos no mercado financeiro. Tenho na minha esposa Eloisa Porto, professora de Literatura e Artes, a maior incentivadora na minha coleção de música. Sou motociclista, e pegar a estrada com minha Harley é a única coisa que me separa da minha coleção. Há cerca de um ano, criei uma conta no Instagram, onde posto diariamente LPs e CDs da minha coleção.

Quantos discos você tem em sua coleção?

Tenho cerca de 3.000 títulos entre LPs e compactos, e uns 600 CDs. Estou catalogando minha coleção pela Discogs, mas no momento não tenho o número exato dela.

Quando você começou a colecionar discos?

Em 1987. Passei por diversas fases, comecei com Beatles e rock progressivo, passando pelo pop e rock BR, mas minha maior relação com a música sempre foi o cinema e o teatro. Creio que quase 50% da minha coleção seja de trilhas sonoras e teatro musical americano, gênero não muito difundido no Brasil, conhecido como Showtunes. Trabalhei no centro do Rio de Janeiro durante a década de 1990, onde a cada esquina existia uma loja de discos. Foi durante esse período que adquiri a maior parte da coleção que tenho hoje.


Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

O primeiro disco que eu me lembro ter ouvido foi Alice no País das Maravilhas, quando eu era criança, na década de 1970. Disco infantil, daquela coleção de LPS coloridos de Walt Disney. Esse era vermelho. Lado A - Alice e Lado B - O Gato de Botas. Ainda tenho até hoje, mas infelizmente não tenho a capa. Anos depois ganhei dois LPs que considero os primeiros da minha coleção: Gita do Raul Seixas e o primeiro do Secos e Molhados (aquele das cabeças na mesa).

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

Acredito que a ficha caiu quando, nas viagens com minha esposa, ao invés de querer ir pra museus ou pontos turísticos eu ia visitar lojas de discos. Conheci lojas em Praga, Paris, Lisboa, USA e em diversas cidades aqui no Brasil. Ao invés de trazer eletrônicos, roupas ou perfumes, eu trazia LPs e CDs.

Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

Estão organizados em ordem alfabética, mas divididos em  Trilhas Sonoras, Musicais (Showtunes), Cantores Internacionais, Cantoras Internacionais, Conjuntos Internacionais, Rock Brasil, MPB e Diversos (Coletâneas).





Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?

Tenho um escritório em casa só para livros, discos e filmes. Tenho estantes separadas para LPs e CDs que foram feitas sob medida por um marceneiro.

Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

Tenho comprado no Mercado livre capas de plástico vendidas a cento de espessura 0,20 mm, que protegem bem a capa dos LPs. Como tenho mais de 3.000 títulos, estou substituindo aos poucos os plásticos mais finos por esses.

Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?

Fiz algumas viagens nos últimos meses e trouxe vários discos que ainda não ouvi. Não tenho nenhum preconceito com outras mídias, mas sigo uma regra: em casa só ouço LPs, no carro CDs e mídia digital para correr e andar de moto. Isso me ajuda a conseguir ouvir toda a minha coleção.


Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

Apesar de grande parte da minha coleção se concentrar em rock e pop, minha preferência são as trilhas sonoras dos anos 70/80 e os musicais. As bandas que mais gosto são Genesis, Marillion, The Beatles, Deep Purple e The Smiths.

De qual banda você tem mais itens em sua coleção? 

Tenho as discografias completes do Genesis, The Beatles, Marillion, The Smiths, Deep Purple, New Order, Pet Shop Boys, Spandau Ballet  e Led Zeppelin. Mas maiores  quantidades de itens estão com a discografia de David Bowie, uns 30 títulos, e os musicais de Stephen Sondheim, uns 40 títulos entre LPs e CDs.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Nunca tive intenção de comprar discos raros ou muito valiosos para minha coleção, meu objetivo sempre foi a música. Os itens que mais gosto com certeza são as trilhas de filmes que marcaram a minha infância. Tenho uma edição japonesa da trilha de Ferris Bueller Day Off (Curtindo a VidaAdoidado), trilha que nunca foi lançada nos EUA na época do filme. Trilhas de filmes de terror  e ficção cientifica das décadas de 1970 e 1980 estão entre os itens que mais gosto e que continuo a procurar em viagens.


Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?

Em relação a bandas não compro varias versões, apenas a discografia básica, nem mesmo os discos ao vivo costumo comprar. Já em relação a musicais, ter diferentes versões é bem interessante pois são elencos diferentes. Tenho edições dos musicais de diversos países. Do musical Evita, de Andrew Lloyd Weber por exemplo, tenho as versões do teatro das montagens americana, inglesa, espanhola e brasileira, além da trilha do filme com a Madonna. Edições com elenco brasileiro de musicais como Rocky Horror Show, Jesus Cristo Superstar e My Fair Lady também são bem legais.

Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção? 

Gosto muita de literatura de horror. Além de livros do gênero, coleciono HQs brasileiras de terror da década de 70/80: Kripta, Pesadelo, Sobrenatural e Spektro, e as americanas Tales from the Crypt e Vault of Horror.

Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

Compro a maioria dos meus discos em viagens. Quando planejo a viagem aqui no Brasil, já procuro as lojas de discos nos países de destino pelo Google. Tenho comprado também muitas trilhas sonoras pelo Discogs e nunca tive problemas com a plataforma. Encontro títulos com preços razoáveis e os discos sempre chegam muito bem embalados.



Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 

Aqui no Rio de Janeiro, a Tropicália Discos e a Only Music. Excelente acervos e os proprietários realmente entendem do negócio.

Qual foi o lugar mais estranho em que você já comprou discos?

Costumo brincar e dizer que o lugar mais estranho que comprei um disco foi a loja Wax Trax Records, em Las Vegas. Lá encontrei o maior e o melhor acervo de trilhas sonoras que já vi vendendo até hoje, mas os preços proibitivos e o mau humor do dono da loja transformaram a compra de um LP (Band of the Hand - Soundtrack) numa experiência única.

O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

Por incrível que pareça a maior aceitação vem dos mais jovens. Os amigos dos meus filhos ficam empolgados  com o acervo. Já o pessoal da minha geração se espanta quando vem aqui em casa por causa do tamanho da coleção e, principalmente, por saber que eu ainda compro LPs.




Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?

Depois que criei minha conta no Instagram, onde posto meu acervo, tive contato com outras coleções. Admiro muito os colecionadores de LPs e CDs que encontro por lá, principalmente os iniciantes que mesmo com apenas dez, vinte títulos na coleção demonstram a mesma paixão pela música. Vejo uma nova geração de colecionadores chegando com os novos lançamentos em 180g e eles são muito bem-vindos.

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Antes do valor cultural e financeiro, vejo o valor “terapêutico” de colecionar discos. Não há nada melhor do que após um dia estressante de trabalho, chegar em casa, abrir um vinho/cerveja e ouvir um disco.

Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Utopia!! Quem coleciona discos acaba sempre tendo contato com novidades. No meu caso, que coleciono trilhas sonoras, não acaba nunca, uma vez que vem surgindo novos compositores e trilhas cada vez mais bem elaboradas.


O que significa ser um colecionador de discos?

Considero o colecionador de discos um colecionador de arte, assim como quem coleciona quadros e obras de arte. Guardadas as devidas proporções financeiras, é claro. Colecionar discos é amar a música e querer através de sua coleção ajudar a perpetuar a história da música.

Qual o papel da música na sua vida?

Depois de viajar com a família, a música e o motociclismo são minhas maiores paixões. A música consegue se integrar a tudo em minha vida, e como venho de uma família em que o toca-discos ganhava da televisão como principal eletrodoméstico na sala, sempre tive desde a infância a música como referência no meu crescimento.

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?

Atualmente, três compositores que tem feito trilhas para cinema e TV tem me chamado a atenção: Max Richter (The Leftovers), Ramin Djawadi (Westworld e Game of Thrones) e Johann Johannson (A Chegada). Tenho ouvido também os novos discos do Depeche Mode e do The Night Flight Orchestra (som que remete a Journey e Boston). E rock tenho ouvido Pavlov’s Dog , Curved Air, Phideaux, Strawbs e o conjunto tcheco Kabat.




Catálogo de Bob Seger finalmente chega aos serviços de streaming

sexta-feira, junho 16, 2017

Uma das grandes lacunas dos serviços de streaming foi finalmente preenchida com a chegada do catálogo de Bob Seger aos apps. O músico norte-americano, autor de hinos como "Against the Wind"  e "Turn the Page", estava ausente dos streamings até então.

Spotify, Apple Music e demais serviços já colocaram o catálogo de Seger online, então boa audição à todos!

"From the Flame", novo clipe do Leprous

sexta-feira, junho 16, 2017

O Leprous liberou a primeira prévia de seu novo disco, Malina, que tem data de lançamento marcada para o dia 25 de agosto pela InsideOut Music. 

O clipe de "From the Flame" foi dirigido por David Solbjorg da Titchy Films, enquanto a música vem com as típicas alternâncias de clima da banda norueguesa.


Assista abaixo:


Novo álbum do Cradle of Filth

sexta-feira, junho 16, 2017

O Cradle of Filth anunciou o lançamento do seu décimo-segundo disco. O novo álbum dos ingleses tem o título de Cryptoriana - The Seductiveness of Decay e chegará às lojas dia 22 de setembro via Nuclear Blast.

A produção é de Scott Atkins, que já trabalha com o grupo há anos, e a capa foi criada pelo artista Artūrs Bērziņš. 

O disco é o sucessor de Hammer of the Witches, lançado em 2015.

15 de jun de 2017

Saxon confirma novo álbum para janeiro

quinta-feira, junho 15, 2017

O lendário Saxon, um dos maiores nomes da New Wave of British Heavy Metal, confirmou que lançará o seu novo disco em janeiro de 2018. O álbum já tem título definido, Thunderbolt, e sucede o bom Battering Ram, de 2015.

A produção é novamente de Andy Sneap (Megadeth, Exodus, Testament), que já havia assinado o último disco dos ingleses.

Queens of the Stone Age anuncia detalhes de novo disco e mostra música inédita

quinta-feira, junho 15, 2017

O novo disco do Queens of the Stone Age tem o título de Villains e será lançado dia 25 de agosto pela Matador Records. O álbum será disponibilizado em CD, LP e nos formatos digitais.

Mark Ronson, o cara que criou a sonoridade de Amy Winehouse, assina a produção. O trabalho é o sucessor de ... Like Clockwork, de 2013.


O grupo mostrou também a inédita "The Way You Used to Do", que você pode ouvir abaixo:


Metallica lança seus bonecos Funko Pop

quinta-feira, junho 15, 2017

O Metallica finalmente entrou no mundo dos Funko Toys. A banda anunciou o lançamento de seus bonecos oficiais, entrando no mundo dos colecionáveis adorados em todo o mundo.

James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo ganharam versões que seguem à risca a linha visual dos brinquedos, fofinhos e lindos pra colocar na sua estante.



14 de jun de 2017

Acredite se quiser: Gene Simmons quer registrar como seu o sinal característico do heavy metal

quarta-feira, junho 14, 2017

O site The Hollywood Reporter postou hoje: Gene Simmons entrou com uma ação para registrar como sua a marca registrada do heavy metal: o sinal de chifrinhos feito com a mão. Sim, é isso mesmo que você leu: o baixista do Kiss quer ganhar dinheiro em cima de um gesto popularizado não por ele e feito por milhões de pessoas em todo o planeta.

No documento, Simmons afirma que o gesto apareceu pela primeira vez para o grande público no dia 14 de novembro de 1974, data de lançamento do álbum Hotter Than Hell, segundo LP do Kiss. A proposta de Simmons pede os direitos pelo uso do gesto em apresentações ao vivo de um artista musical e aparições pessoais de artistas musicais.


Em 2002, quando escreveu sua autobiografia, Gene Simmons afirmou que havia criado o gesto de maneira não intencional, repetindo-o então em shows e conquistando os fãs com a ação. Isso é mentira. O gesto já existia há muitos anos e foi popularizado não por Gene, mas sim por Ronnie James Dio, que o usava desde os seus tempos de Elf, antes de entrar no Rainbow. Só pra constar, o primeiro álbum do Elf foi lançado em 1972.

A origem dos “chifres com a mão” está na cultura italiana, segundo o próprio Dio. O falecido vocalista do Rainbow e do Black Sabbath afirmou que a inspiração veio de um gesto que sua avó, católica fervorosa, fazia para afastar os maus espíritos e as más vibrações. 



Five Finger Death Punch finalizará turnê europeia com outro vocalista

quarta-feira, junho 14, 2017

Através de um comunicado oficial, a banda norte-americana Five Finger Death Punch anunciou que finalizará a atual turnê europeia sem o vocalista Ivan Moody. Tommy Vext, do Bad Wolves, assumirá o posto, a princípio de maneira temporária.

Após um show realizada na Holanda esta semana, Moody comunicou ao público que estava saindo do grupo - leia mais aqui. O músico será internado para tratamento contra as drogas, citadas por ele como motivadoras das atitudes estranhas que tem tomado ultimamente.

Vale lembrar que o Five Finger Death Punch é uma das mais populares bandas de metal surgidas nos Estados Unidos na última década, com discos multi-platinados e uma crescente popularidade em todo o mundo.

Pop bom vindo do sul: chegou a hora de conhecer o Jogo Sujo

quarta-feira, junho 14, 2017

Lançando o seu primeiro disco, a banda gaúcha Jogo Sujo produziu um belo clipe para a deliciosa “Você Chegou Pra Ficar”. Totalmente Jovem Guarda, a faixa tem um clima romântico juvenil e que remete aos bailinhos embalados ao bom e velho rock and roll. O grupo havia liberado em maio outro vídeo para uma das canções do discos, “A Sete Palmos do Chão”. Ambos os clipes foram dirigidos por Anderson Magal Dorneles. 

Há uma década na estrada, o quinteto natural de Santa Maria finalmente estreia com um trabalho autoral - Embriagado de Amor - em que traz influências do pop inglês dos anos 1960, além da pegada Jovem Guarda. O show de lançamento rola dia 16/06 no Gravador Pub, em Porto Alegre, com as participações mais do que especiais de Luis Henrique “Tchê" Gomes (ex-TNT) e King Jim (ex-Garotos da Rua).

Gostei do que ouvi nas duas canções, que são muito bem construídas e com um contagiante apelo pop. Para mais informações sobre a banda, acesse o Facebook do grupo

Assista abaixo aos vídeos de “Você Chegou Pra Ficar” e “A Sete Palmos do Chão”:

Minha Coleção: conheça André Ribeiro e sua infinita paixão pelos Rolling Stones

quarta-feira, junho 14, 2017

André, você participou da Collectors Room há sete anos, em junho de 2010. O que mudou de lá pra cá na sua coleção?

Cara, para falar bem a verdade, muita coisa. Evidentemente ela cresceu bastante, a ponto de eu perder o controle e hoje não ter mais nem ideia de quantidade de CDs, LPs, DVDs e afins. Nesses anos todos, de 2010 para cá, eu mudei de apartamento, e no novo endereço eu criei o Stones Shrine, que é um quarto onde tenho todas as minhas coisas.

O mais importante, eu acho, foi eu ter a noção que existem muitos colecionadores no Brasil com coleções muito grandes ou se não tão grandes numericamente, em comparação a muitos gringos, em importância de itens, como o Márcio Sell, o Nelio Rodrigues, o Pedro de Freitas Branco, o Fred Cesquim. Enfim, há bastante gente.

Acho que o principal é que me dei conta que esses caras são de fato colecionadores. Eles são especialistas em determinadas coisas e colecionam aquilo. Tipo, o Márcio coleciona LPs oficiais dos Stones. Tem uns 500 ou mais. Eu sou um fã fanático, que por ser fã há 35 anos acumulei muitas coisas dos Stones, mas sem um método de colecionador de fato. No meu Stones Shrine tem um pouco de tudo ainda. De posters, pinturas a CDs, LPs, livros, de tudo.

Quantos discos você tem em sua coleção?  

Eu perdi o controle. Eu vou chutar e isso é chute mesmo, que eu tenha uns 400 CDs, uns 200 LPs, uns 350 DVDs, mais ou menos 100 livros e por aí vai. Eu preciso fazer uma reforma no Shrine para poder organizar melhor as coisas e aí vou tentar catalogar tudo de novo. Realmente esses números são chute e pode ser bem mais ou menos.

O quanto ela cresceu de 2010 pra cá? 

Eu estimo que ela deva ter crescido de 40 a 50%. Neste período eu me concentrei muito em boxsets. Esses Real Alternates Albuns e coisas do tipo. Tenho várias dessas e outras similares, como deluxe e super deluxe boxsets.




Porque você decidiu começar a comprar mais LPs e deixar os CDs em segundo plano?

Isso é um ponto interessante. Cara, eu até uns anos tinha praticamente apenas CDs. Acho que em 2010, por exemplo, tinha praticamente só CDs. Mas com os lançamentos dessas caixas luxo e essas piratas bacanas, eu passei a comprar mais vinis, pois as edições mais legais são as com LPs. E vamos falar a verdade, o vinil é um item muito mais bacana em termos de coleção. Ocupa mais espaço, talvez seja menos prático, mas tu pegas um CD e um LP e a comparação visual é piada. Hoje em dia, e isso é recente mesmo, de uns anos para cá eu passei a comprar muito mais LPs do que CDs, mas ainda compro os dois.

Eu tive de dar uma segurada na onda na compra de discos, porque de 2012 para cá os Stones não pararam mais de fazer shows. E minha prioridade sempre é vê-los ao vivo, colecionar shows e histórias, então neste período foram onze shows por Brasil, Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Argentina, Chile e Uruguai. O que faz eu ter 17 no total (três voltas ao mundo). E agora em outubro vou vê-los mais três vezes em Paris. Isso é muito caro, chega a doer quando penso. Então meu ritmo caiu um pouco em termos de compra, mas é claro que eu não resisto e acabo comprando, só acabo sendo mais seletivo.

Quando você começou a colecionar discos?

Difícil dizer. Mas acho que foi mais ou menos junto com o meu interesse por rock e pelos Stones, lá por 1981/1982. Só que neste tempo todo fiz muita burrada. Vendi e troquei dezenas de LPs pra comprar CDs. Tipo nos anos 1990, quando os CDs foram moda. E aí comecei quase do zero com CDs e de um tempo para cá voltei a me concentrar mais em LPs. Se eu pensar muito nisso fico puto da cara.

Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Lembro sim. Foi um Milestones, uma coletânea lançada pela Decca, acho que originalmente em 1972.




Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

Olha, quando começou a faltar espaço em casa. Quando tive de ter um quarto ou uma área no apartamento apenas para guardar a minha coleção. Porque a gente se concentra muito nos discos, mas tenho posters, quadros autênticos de Ronnie Wood, de Sir Peter Blake e de Tom Noll, bonecos e uma baqueta usada pelo Charlie Watts, palhetas de Keith, Mick e Ronnie, e isso tudo exige espaço. Então acho que me dei conta mesmo quando vi que já não tinha mais onde guardar as coisas.

Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

Por data. Os CDs e DVDs que são mais numerosos por data, do mais antigo para o mais recente. Mas atualmente, como eu não tenho mais espaço, nem com o Shrine, meio que virou uma zona. Mas a ideia é essa, por datas. E separo também discos dos Stones de discos solo deles, organizando sempre por data. Tenho ainda uma separação de itens oficiais e de bootlegs. Ao menos deveria ter.

Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?

Na verdade tive de criar um quarto, como mencionei. O Stones Shrine nasceu inspirado no The Keith Shrine, que é o website de uma amiga norte-americana chamada Tamara Guo, conhecida como Blue Lena. Então, é neste lugar, onde não deixo ninguém entrar sem convite (ninguém limpa o quarto além de mim), que guardo toda a "tralha". Mas preciso reformar aquilo para poder ter tudo certinho, mas com tantos shows, não consegui ainda chegar lá.



Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

Aqui em Porto Alegre a gente tem muito problema com unidade e mofo. Então tem de ser um lugar em que bata sol no inverno, porque senão mofa tudo, fica um nojo. Tem de ter sol e ser arejado. Quartos sem sol aqui em Porto Alegre são um pavor para coleção, porque mofam as capas, mofam os discos, especialmente CDs e DVDs. Aí tem de ir lavar tudo. Ok lavar uma ou duas peças, mas mais de mil?

Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?

Se não ouvi tudo, ouvi quase tudo ao menos uma vez. Os LPs com certeza. Os CDs deve ter alguma coisa que escapou. Os DVDs vi todos pelo menos uma vez. Mas eu ouço sempre os discos. Claro que tenho alguns preferidos e esses rodam mais.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Acho que até hoje a pintura Pensive, que é uma autêntica assinada pelo Ronnie Wood, numerada e etc. Também tenho uma obra de Sir Peter Blake, que é chamada Stu. Trata-se da capa do disco Boogie 4 Stu, de Ben Waters. Ela é assinada pelo Peter Blake e pelo Ben Waters, sendo numerada também. Tenho outras duas pequenas gravuras do Ronnie, além da baqueta do Charlie, usada em Barcelona-2007, e algumas palhetas dos Stones. Quanto a vinil, o que mais gosto ainda é a caixa de 3 LPs limitadíssima do show do Ronnie Wood no Ambassadors Theatre 2010 e talvez o LP duplo do Boogie 4 Stu, edição japonesa.




Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar a discografia?

Não, exatamente por isso eu me considero muito mais um fã fanático do que um colecionador de fato, porque eu não tenho esses preciosismos de colecionador, que eu acho legal, mas não tenho. Eu coleciono aquilo que gosto e que me chama atenção, acho interessante, mas eu não tenho essa coisa de "ter a discografia russa completa", por exemplo.

Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

Cara, eu compro meus discos de fora, pela internet. Como eu abri uma pequena loja de discos e afins no meu site, eu trago as coisas de fora direto, há muito tempo faço assim. Tenho fornecedores na Europa que me mandam itens oficiais e bootlegers amigos que me mandam também as coisas direto, o que reduz muito meus custos.  Posso comprar mais barato e até vender com preços menos salgados, no caso dos itens que coloco na loja do meu site. Então, eu basicamente trago direto.

Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 

Seria muita cara de pau indicar a minha própria loja, que é mais voltada para Stones, embora eu possa vender qualquer disco, mas a gente tem pessoas sérias no mercado como o Fred da Record Collector e o Rogério da Boca do Disco, aqui de Porto Alegre. Felizmente temos algumas lojas sérias, com gente boa e há muito tempo no mercado.




O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

Bah, MP3 e essa coisa é um troço que não existe para mim. Música tem de existir em LP, CD, CD-R até que seja. Mas MP3 eu não aguento. Tipo, vejo caras me dizerem que têm todos os discos dos Stones. Ok, aí tu vais ver e toda coleção é em MP3 num celular. Ah, não. Eu respeito e tudo mais, mas não é para mim. 

Sobre a minha coleção, acho que as pessoas pensam que eu tenho muito mais coisas do que eu tenho, na verdade. Talvez eu passe essa ideia sem querer. Usualmente quando os amigos vêm aqui em casa, especialmente a gurizada mais nova, a primeira coisa que pedem é para irem ver o Shrine. Acho que ficam meio que se sentindo num parquinho de diversões, mas alguns talvez fiquem meio decepcionados, esperando maior quantidade. Mas sem dúvida as pinturas, a baqueta e essas coisas chamam atenção.

Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?

Eu tenho alguns amigos colecionadores, que são os mesmos que citei em 2010 e que são caras que eu respeito muito. Matt Lee (Inglaterra), Gary Malfatti (Estados Unidos), Alex Carrasco (Chile), Cesar Bersais (Argentina), além do povo daqui, como o Nelio, o Márcio, etc.

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Gigantesco. Não há como viver sem música. Tente imaginar a vida sem música. E no meu caso, sem música e sem os Rolling Stones. Impossível. A música me fez ampliar horizontes, viajar, conhecer muitos lugares, fazer muitas amizades. A música é um idioma por si só, que reúne as pessoas em torno dela. A música é uma das coisas mais fundamentais da vida. Não tem preço.




Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Não vai chegar. Porque como colecionador dos Stones eu sei que eles têm muita coisa guardada no baú e que isso vai ser lançado ao longo dos anos. E eu ainda quero mergulhar no mundo do blues, ir em busca das influências dos Stones. E isso eu vou fazer. Assim que passar a fase das tours, eu vou mergulhar nisso. Hoje em dia estou mesmo colecionando shows, histórias e viagens, mais do que discos.

O que significa ser um colecionador de discos?

Significa para mim que você é um apaixonado. Muita gente toma o colecionador por louco ou idiota. Mas eu não deixo minha filha passar fome para comprar um disco. Compro quando posso. E eu não conheço colecionador que faça isso. Todos trabalham, têm suas vidas, casas e também suas coleções. Fora isso, temos acumuladores, que é uma coisa diferente, uma doença. O colecionador é um apaixonado, um pesquisador.



O que significa pra você ter mostrado e voltar a mostrar a sua coleção aqui na Collectors Room?

Acho muito legal, porque na minha primeira entrevista para o Maurício eu acredito que não tenha conseguido me expressar muito bem, tomara que tenha acertado agora. Especialmente nessa coisa de maior ou menor coleção. E não tem isso, não tem competição, nada disso. Tem respeito e admiração pelos outros amigos colecionadores. Não apenas de Stones, mas do que seja. Há uma parceria muito bacana e na verdade é isso o que importa. Eu nem sei te dizer qual é a maior ou menor coleção de Stones no Brasil, mas sei que temos alguns amigos colecionadores com peças muito legais. Eu acho o Collectors muito bacana e com uma proposta sensacional. Eu sei pela experiência em Stones Planet Brazil como é difícil construir alguma coisa séria. Manter um site como o Collectors há tanto tempo não é brincadeira, dá muito trabalho. E tomara que o trabalho continue por muito tempo ainda. É um prazer participar.

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?

Cara, tenho ouvido muito o novo disco do Charlie Watts com a big band dinamarquesa. Para quem gosta de jazz ou mesmo para quem nem é tão fã assim, é muito legal. Eles fazem algumas versões jazzísticas de canções dos Stones e outras coisas muito boas mesmo. Além disso, claro, o Blue and Lonesome, novo disco de blues dos Stones, que é fenomenal.

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