15 de jul de 2017

Russell Allen e Mike Orlando se pronunciam sobre o acidente sofrido pelo Adrenaline Mob

sábado, julho 15, 2017

O vocalista do Adrenaline Mob, Russell Allen, postou a seguinte mensagem em seu Facebook: "Ontem estive envolvido em um acidente que levou a vida de meu querido amigo e companheiro de banda David Z Rock e deixou três membros de nossa equipe em condições críticas. Não tenho como exprimir minha tristeza. Sou muito grato pela quantidade imensa de amor que recebemos de todo o mundo. Por favor, continuem a rezar pela família de David neste momento difícil, e também por aqueles que estão em condições críticas. Gostaria de pessoalmente agradecer ao Marine Lance Cpl. Patrick Dumon pela sua coragem em me ajudar a retirar o nosso motorista Jason dos destroços e cuidar de seus ferimentos, e me ajudar a colocar em segurança a Jane assim que conseguimos resgatá-la do incêndio. Sem seu ato de coragem e ajuda eu não teria conseguido retirar os dois do trailer antes que ele mergulhasse em chamas. Em nome de minha banda e equipe eu o agradeço".

O guitarrista Mike Orlando também se pronunciou através de suas redes sociais: "Não tenho nem como começar a agradecer as orações e pensamentos positivos de todos. Estou ainda tentando processar e lidar com tudo que aconteceu, física e mentalmente, então me desculpo se estou sendo muito vago. Nós literalmente experimentamos o inferno na terra. Estou absolutamente quebrado, tanto física quanto mentalmente. Eu te amo Dave, sentirei sua falta mais do que as palavras podem expressar. Você foi uma das almas mais doces que já conheci".

A namorada de Mike Orlando também publicou uma mensagem atualizando o estado dos músicos: "Obrigada pelo amor e apoio. Não posso ler e responder todos mas agradeço todo o carinho. Estou em Atlanta esperando o voo para Gainesville. Posso confirmar que Mike, Russ, Jordan e Rob estão feridos mas passam bem, e estamos rezando por Dale, Jane e Jason. E minhas profundas condolências para a família de Dave pela sua perda".

A polícia soltou um comunicado informando o estado das pessoas envolvidas no acidente:

- Robert Edwin Haines, 59 anos, motorista do caminhão, que não se feriu;
- Jason McCole, 41 anos, motorista do trailer, seriamente ferido;
- Russell Allen, 38 anos, passageiro do trailer, seriamente ferido;
- Janet Revis (nome correto: Janet Rains), 48 anos, passageira do trailer, criticamente ferida;
- Dale Campiglia, 51 anos, passageiro do trailer, seriamente ferido;
- Robert Dressler, 45 anos, passageiro do trailer, seriamente ferido;
- Jordan Cannata, 27 anos, motorista do GMC Sierra, seriamente ferido;
- Mike Orlando, 46 anos, passageiro do GMC Sierra, seriamente ferido.

Mais informações confirmam que o baterista Jordan Cannata sofreu uma fratura na coluna, está em estado crítico e respira com a ajuda de aparelhos. Janet Revis, tour manager da banda, sofreu queimaduras em todo o corpo e também corre grande risco de vida.

Os discos de metal favoritos de Kerry King

sábado, julho 15, 2017

Em mais uma lista divulgada pela Rolling Stone, agora foi a vez de Kerry King revelar quais são os seus discos de heavy metal favoritos.

As escolhas do guitarrista do Slayer estão aqui, com comentários sobre cada um dos títulos.

E abaixo está o top 10 de King:

1 AC/DC-  Highway to Hell (1979)
2 Black Sabbath - Sabotage (1975)
3 Exodus - Bonded by Blood - (1985)
4 Iron Maiden - The Number of the Beast (1982)
5 Judas Priest - Stained Class (1978)
6 Mercyful Fate - Melissa (1983)
7 Metallica - Master of Puppets (1986)
8 Ozzy Osbourne - Diary of a Madman (1981)
9 Rainbow - Long Live Rock ‘n’ Roll (1978)
10 Venom - Black Metal (1982)

A nova música de Rex Brown

sábado, julho 15, 2017

O baixista do Pantera colocou na roda o clipe de "Buried Alive", música que está em seu primeiro disco solo, Smoke on This. O álbum será lançado dia 28 de julho.

A canção equilibra um clima country com uma pegada classic rock, como você pode ver no vídeo abaixo:


Jackyl lança compilação para celebrar os 25 anos de carreira

sábado, julho 15, 2017

O quarteto norte-americano Jackyl anunciou para o dia 28 de julho a coletânea 25, celebrando um quarto de século na estrada.

O disco vem com 18 faixas, incluindo hits como "Down on Me", "The Lumberjack" e "Push Comes to Shove". Além disso, traz duas faixas inéditas: uma versão ao vivo para "Redneck Punk" e um cover para "Hot and Nasty", do Black Oak Arkansas.

Abaixo está o tracklist completo:

1. Down on Me
2. When Will It Rain
3. The Lumberjack
4. Push Comes to Shove
5. Secret of the Bottle
6. Dumb Ass Country Boy
7. Cut the Crap
8. Kill the Sunshine
9. My Moonshine Kicks Your Cocaine's Ass
10. Just Like a Negro (featuring DMC) 
11. Screwdriver
12. Encore
13. Favorite Sin
14. Rally
15. Just Because I'm Drunk
16. Redneck Punk (live; previously unreleased)
17. Hot and Nasty (previously unreleased)



Segundo Eddie Trunk, Russell Allen e Mike Orlando não correm risco de vida

sábado, julho 15, 2017

O radialista Eddie Trunk informou através de seu site que trocou mensagens com o vocalista Russell Allen e com o guitarrista Mike Orlando, do Adrenaline Mob, e que ambos não correm risco de vida, a princípio.

Já o baterista Jordan Cannata, conforme informamos anteriormente, fraturou a coluna e segue em estado gravíssimo.

A banda norte-americana sofreu um acidente nesta sexta-feira, 14/07, em uma estrada da Flórida. O veículo estava no acostamento trocando um pneu furado quando foi atingido por um caminho e pegou fogo. 

O baixista David Zablidowsky perdeu a vida no local.



14 de jul de 2017

Líderes do Green Day e do Rancid montam supergrupo e mostram primeiro single

sexta-feira, julho 14, 2017

Billie Joe Armstrong, vocalista e guitarrista do Green Day, e Tim Armstrong, vocalista e guitarrista do Rancid, resolveram unir forças e montaram uma nova banda. O grupo tem o nome de The Armstrongs  e conta também com o filho de Billie e o sobrinho de Tim. 

A banda lançou uma música chamada "If There Was Ever a Time", cuja renda será totalmente revertida para o 924 Gilman, um bar punk sem fins lucrativos onde ambos os grupos tocaram nos seus primeiros anos. 

O single será lançado em formato físico pela Hellcat Records e foi disponibilizado também no YouTube. Ouça abaixo:


Adrenaline Mob sofre acidente, baixista morre e demais músicos estão em estado grave

sexta-feira, julho 14, 2017

A banda norte-americana Adrenaline Mob sofreu um grave acidente de trânsito nesta sexta, 14/07, na Flórida. A van em que o grupo viajava chocou-se contra uma carreta, causando graves danos aos músicos.

O baixista David Zablidowsky, que havia entrado na banda recentemente e gravou o disco mais recente do quarteto, We the People, faleceu no local. A informação foi confirmado por John Moyer, ex-baixista do Adrenaline Mob. David também era integrante da Trans-Siberian Orchestra e das bandas de Jeff Scott Soto e Joan Jett.

Os demais músicos ficaram feridos. O vocalista Russel Allen está em estado grave, mas, segundo informações de pessoas que estão no hospital com os músicos, sua condição é estável. Já o baterista Jordan Cannata, que também entrou recentemente na banda substituindo o A.J. Pero (que faleceu em 2015), quebrou a coluna e seu estado é considerado gravíssimo. Ainda não há informações sobre o guitarrista Mike Orlando.

10 músicos que ainda estão vivos após consumir quantidades insanas de drogas

sexta-feira, julho 14, 2017

Nós ainda temos a tendência de glamorizar o uso de drogas, principalmente em se tratando de astros da música. Quando as drogas e o álcool transformam-se em algo vital no dia a dia das pessoas, elas necessariamente não pensam sobre as consequências que isso trará. 

As drogas são muitas vezes vistas como combustível para criatividade, então existe uma aura romântica que liga o seu uso a indivíduos criativos. E essa associação vai além da música, é claro. Escritores famosos como Ernest Hemingway e F. Scott Fitzgerald são bastante conhecidos pelo consumo excessivo de álcool, enquanto Stephen King revelou que o vício em drogas e álcool turbinou a sua criatividade.

No entanto, esta lista é focada apenas em músicos, uma vez que o rock tem uma infinidade de personagens para escolher. Mas, entre eles, estão alguns nomes que realmente experimentaram viver totalmente no limite e quase não voltaram da experiência. Os dez indivíduos abaixo desafiaram as expectativas médicas em relação ao consumo de drogas e álcool, essencialmente porque qualquer profissional em medicina diria que é um milagre que eles ainda estejam vivos e respirando.


Mick Fleetwood

O baterista homônimo de 1,98 metros do Fleetwood Mac, hoje com 69 anos, decidiu por um estilo de vida mais tranquilo em Maui, onde reside há vários anos. Mas nos anos 1970 e 1980, o auge da linha mais comercialmente bem sucedida do Fleetwood Mac, a história era diferente. Mick Fleetwood descreveu suas experiências iniciais com cocaína, na Los Angeles da década de 1970, como “a primeira onda do tsunami de pó branco que entrou”. E um tsunami foi exatamente o que Mick colocou em seu nariz. Por mais de vinte anos, ele cheirou pelo menos 3 gramas de cocaína todos os dias! A droga não custou apenas anos de insanidade para Fleetwood: ela o levou também a inúmeras falências e ao fim de pelo menos três casamentos.


Keith Richards

A escala do uso de drogas do icônico guitarrista dos Rolling Stones está cimentada na história da cultura pop. Os relatos de seus excessos são lendários. Ele foi apreendido pelo uso de heroína inúmeras vezes durante os anos 1960 e 1970. No final da década de 1970, Richards ficou literalmente nove dias sem dormir no estúdio de gravação. E mais tarde ainda se gabou da proeza: “Foram nove dias sem dar ao menos uma piscadela!”. Em 2002, admitiu que cheirou as cinzas de seu pai junto com cocaína. Na verdade, foi só a partir de 2006 que Richards deixou de usar completamente cocaína, depois de cair de um coqueiro e sofrer uma concussão durante as férias em família que passava em Fiji junto com o companheiro de banda Ronnie Wood. Richards diz que, apesar de décadas de uso de drogas, ele sempre as usou com moderação, e insiste que esse é o motivo de ainda estar vivo hoje em dia.


Elton John

A lenda do pop e do rock Elton John começou a usar cocaína no início dos anos 1970 para conseguir se "abrir" e conversar com as pessoas. No palco ele era muito confiante, mas fora dele era tímido e reservado. A cocaína, então, era o remédio para isso. No entanto, Elton afirmou que o "remédio" o deixou ainda mais fechado. A cocaína permaneceu como componente essencial da sua vida ao longos das década de 1970 e 1980. Amigos próximos recordam que, no último estágio do vício, Elton estava literalmente se matando de tanto cheirar. O produtor Gus Dudgeon, que produziu muitas das gravações de John, contou em uma entrevista que “ele reciclava o que estava cheirando. Ele saía e um pouco da droga ficava na sua boca, o nariz escorria e ele ficava reciclando aquela coisa. Era horrível”. Isso aconteceu em 1986, durante as gravações do álbum Leather Jackets. Em 1989, como o próprio artista admitiu, ele estava consumindo cocaína a cada quatro minutos e não saía de casa há pelos menos duas semanas. Neste mesmo período, Elton estava tendo convulsões violentas e hemorragias nasais pesadas. Ele conta que amigos próximos o encontravam em colapso e o colocavam na cama, apenas para ele se recuperar, levantar e cheirar mais cocaína. Elton John conseguiu superar o vício após um tratamento em 1990.


Stevie Nicks

A Rainha do Rock e frontwoman do Fleetwood Mac não é uma estranha ao vício. Nicks afirmou em uma entrevista ao escritor Brian Hiatt que os seus primeiros anos na banda foram “perigosos”. A quantidade de cocaína consumida estava totalmente fora de controle. A dependência de nove anos de Stevie Nicks com a droga acabaria por matá-la se em 1986 um médico não a tivesse avisado que o consumo da droga havia provocado um buraco em seu nariz e que o uso de mais cocaína provavelmente seria fatal. Amigo íntimo de Nicks, Tom Petty contou pra Rolling Stone: “Eu estava muito preocupado com ela, a tal ponto que se o telefone tocasse e alguém me contasse que ela havia morrido, eu não ficaria surpreso”. O tratamento de Nicks para o vício em cocaína foi apenas o início para um vício ainda mais debilitante em Klonopin (clonazepam no Brasil) durante o final da década de 1980 e o início dos anos 1990, prescrito por um médico para mantê-la longe do pó. Stevie conta que o tratamento contra o Klonopin foi muito pior que o contra a cocaína, com o cabelo dela caindo e a pela descamando.


Shane MacGowan

Os Pogues podem ser mais conhecidos pelos abusos cometidos pelo excesso de álcool consumido por seu frontman, Shane MacGowan. O nativo de Dublin, hoje com 59 anos, bebeu uma enorme quantidade de licor por muitos anos. Ele estava em um estado tão constante de embriaguez que lhe restaram poucos dentes na boca, e isto não foi resultado de brigas, mas sim pelas quedas, machucados e sangramentos constantes. MacGowan também abusou da heroína, embora nem se compare com o seu consumo de álcool, que chegou a um nível tão extremo que, em 1979, um médico deu apenas seis semanas de vida para o vocalista. 


Steven Adler

O baterista Steven Adler, da formação clássica do Guns N’ Roses, certamente possuía um apetite para a destruição, como sugeria o disco de estreia da banda. Os vícios de Adler em cocaína e heroína foram tão graves que a banda foi forçada a demiti-lo em 1990. Foi por volta dessa época que Adler injetou pela primeira vez speedball, mistura de heroína ou cocaína com metanfetamina. Ele acabaria por sofrer um AVC, assim como um ataque cardíaco, passando uma enorme quantidade de tempo em salas de emergência de hospitais. Estima-se que Adler tenha sido atendido aproximadamente trinta e uma vezes pelos plantões médicos de Los Angeles. Ele participou do programa Celebrity Rehab do Dr. Drew e também da série Sober House, em 2008. Lá, teve uma recaída que foi gravada em vídeo e oferece um vislumbre do que é o vício em drogas pesadas.


John Frusciante

John Frusciante tinha 18 anos quando entrou no Red Hot Chili Peppers, em 1988, substituindo o guitarrista Hilel Slovak, que morreu de uma overdose de heroína. Frusciante teria a sua própria experiência com o vício durante a década de 1990, vivendo recluso e muitas vezes na miséria completa após desistir da banda, em 1992. Seus registros nessa época, principalmente o seu segundo disco solo, foram gravados principalmente para financiar o grande consumo de heroína e cocaína. O baixista Flea relembra: “Eu pensei que o seu cérebro e o seu corpo não iriam aguentar a quantidade de cocaína e heroína que ele estava usando”. O vício de Frusciante foi tão pesado que, quando ele finalmente decidiu se tratar, tinha perdido a maioria dos dentes, que haviam apodrecido e precisaram ser substituídos. Ele fez também enxertos para remover as cicatrizes dos abcessos de sua pele, resultado de anos e anos injetando cocaína e heroína.


Duff McKagan

Outro Guns N’ Roses, Duff contou, em 2011, que o estilo de vida repleto de excessos vivido pela banda durante a década de 1980 e a primeira metade dos anos 1990 virou um pesadelo que quase o matou. Além de enormes quantidades de cocaína e heroína, o gosto de Duff pelo álcool também contribuiu para a quase morte do baixista. Ele relembra: “Todos os dias eu me assegurava de ter uma garrafa de vodka ao lado da cama assim que acordasse”. Os primeiros sinais de problemas começaram a aparecer com a queda do cabelo, dor nos rins ao urinar e o sangramento sem controle de seus dentes. Na sequência, seu pâncreas se rompeu depois de inchar e ficar do tamanho de uma bola de futebol, devido ao consumo excessivo de álcool. Esse foi o ponto de virada para Duff, que a partir de então decidiu se tratar e viver uma vida mais sadia.


Nikki Sixx

Talvez todos os excessos da década de 1980 sejam mais apropriadamente exemplificados no Mötley Crüe, banda em que Nikki Sixx era o baixista. Os relatos de hedonismo e da devastação causada pelas drogas muitas vezes ofuscam a produção musical do grupo. Todos os quatro integrantes eram conhecidos por seus estilos de vida repletos de excessos, embora Sixx tenha sido o mais extremo no consumo de drogas. A autobiografia escrita pelo baixista em 2007, intitulada The Heroin Diaries, relata explicitamente as atividade do dia a dia de Nikki entre 1986 e 1987, mostrando um cara chegando aos estágios mais baixos do vício em cocaína e heroína. O livro culmina com uma overdose quase fatal de heroína, na qual Nikki Sixx foi oficialmente declarado morto pelo médicos antes de ser ressuscitado. E claro, essa não foi a primeira overdose do baixista. Em outro momento, o corpo sem vida de Sixx foi colocado em um beco por um traficante para não chamar a atenção das autoridades. Quando acordou, Nikki foi imediatamente para casa e injetou a droga novamente. Agora com 58 anos e finalmente sóbrio, vive outra história milagrosa ao conseguir se manter longe de seus vícios.


Ozzy Osbourne

Se um homem surpreendeu a comunidade médica, seu nome é Ozzy Osbourne. De acordo com um artigo publicado em 2015, o genoma do cantor do Black Sabbath revela como ele sobreviveu a quarenta anos de abuso desenfreado de álcool e drogas. Por exemplo: os pesquisadores descobriram uma mutação no gene ADH4, ligado ao abuso de drogas e álcool, e que pode ser a razão de Ozzy conseguir beber mais e com mais facilidade do que um ser humano médio. Com isso em mente, as quatro décadas do vício de Ozzy em álcool, ácido, maconha, cocaína, heroína, Valium, Vicodin e em um coquetel surpreendente de anfetaminas, tranquilizantes, barbitúricos, analgésicos e pílulas para dormir teriam matado facilmente - e dezenas de vezes - um ser humano normal. De acordo com Sharon, sua esposa: “No fim do mundo, restarão apenas baratas, Ozzy e Keith Richards”.

Tradução de Ricardo Seelig


Os melhores discos de 2017 até agora, segundo os leitores da Classic Rock Magazine

sexta-feira, julho 14, 2017

Em enquete promovida pela revista inglesa Classic Rock, os leitores da publicação escolheram quais foram os melhores discos lançados no primeiro semestre do ano. 

Ainda que a popularidade das bandas sempre tenha um peso neste tipo de levantamento, os títulos abaixo indiscutivelmente trazem boa música para os ouvidos.

Estes foram os 20 melhores álbuns de 2017 até agora, segundo os leitores da Classic Rock

20 Big Big Train - Grimspound
19 Aaron Keylock - Cut Against the Grain
18 The Afghan Whigs - In Spades
17 Beth Blade & The Beautiful Disasters - Bad Habit
16 Royal Blood - How Did We Get So Dark?
15 Hawkwind - Into the Woods
14 Goldray - Rising
13 Styx - The Mission
12 Anathema - The Optimist
11 Aaron Buchanan And The Cult Classics - The Man With Stars on His Knees
10 Steel Panther - Lower the Bar
9 Chris Catalyst - Life is Often Brilliant
8 Roger Waters - Is This the Life We Really Want?
7 Cheap Trick - We're All Alright
6 Mastodon - Emperor of Sand
5 Thunder - Rip It Up
4 Black Star Riders - Heavy Fire
3 Deep Purple - InFinite
2 Biters - The Future Ain't What It Used to Be
1 Inglorious - II

13 de jul de 2017

Review: Adrenaline Mob - We the People (2017)

quinta-feira, julho 13, 2017

Desde o seu nascimento, o Adrenaline Mob sempre foi uma banda mais divertida que os grupos dos quais seus principais integrantes vinham. Se tanto o Symphony X do vocalista Russell Allen quanto o Dream Theater do baterista Mike Portnoy eram gigantes do prog metal que construíram carreira sobre intrincadas peças musicais, a nova banda de ambos descomplicava tudo e trocava a pretensão (muitas vezes sadia, outras tantas não) por enormes doses de groove.

Essa abordagem levou o grupo a alcançar destaque desde o início, status que se manteve com a saída de Portnoy e a passagem de comando para a dupla Allen e Mike Orlando, o guitarrista. We the People, terceiro disco do quarteto (e que está ganhando uma edição brasileira pela Hellion Records) é o sucessor de Omertá (2012) e Men of Honor (2014), e o primeiro registro após a trágica morte do baterista A.J. Pero (ex-Twisted Sister e substituto de Portnoy) em 2015.

Só que, ao invés de um trabalho soturno e sombrio, o que temos é a manutenção do metal grooveado e ensolarado característico do quarteto, agora com Jordan Cannata na bateria e David Zablidowsky no baixo. O álbum traz treze faixas, incluindo uma versão para “Rebel Yell”, clássico de Billy Idol - esta última, ainda com a bateria de Pero.

A principal diferença em relação aos discos anteriores é a inclusão de um enorme número de pontes melódicas nas linhas vocais de Allen, intensificando, assim, a pegada acessível da música do Adrenaline Mob. Porém, esta mudança não puxa em nada o som dos caras pra baixo, apenas intensifica o seu poder de persuasão. 

O outro ponto que chama a atenção é a inserção de um discurso muito mais político nas letras, refletindo o atual momento conturbado da América de Donald Trump. Uma iniciativa válida e que mostra que Allen e companhia ocupam seus cérebros não apenas com música, mas também com questionamentos sobre o futuro de seu país.

Existem discos que chegam para mudar tudo e mostrar novas formas de fazer as coisas. E existem também aqueles que não pretendem nada disso e nasceram apenas para divertir seus ouvintes com boas canções. O Adrenaline Mob segue apostando na segunda opção, e mais uma vez entrega um álbum agradável de ouvir e repleto de músicas que colam na cabeça.

Pra curtir na boa, sempre!

Músico brasileiro faz bela homenagem a Chris Cornell

quinta-feira, julho 13, 2017

Radicado na Alemanha, o músico brasileiro Adriano Eliezer fez um belo tributo ao falecido Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave.

Leitor da Collectors Room, Adriano criou o Pampas Deer na cidade alemã de Colonia em março deste ano. Trata-se de um projeto de estúdio onde ele grava, performa e produz todas as faixas. Neste curto tempo de vida, o Pampas Deer já lançou dois singles e dois clipes, e já tem programados mais quatro singles para a sequência do ano. Um EP com todo esse material deve ser lançado em dezembro.

A arte do tributo foi criada originalmente para um show de Chris Cornell em Houston, no Texas, pelo ilustrador norte-americano Kyler Sharp, que autorizou o uso para a homenagem.

Ouça abaixo a bela homenagem de Pampas Deer para Cornell.

Projeto traz remixes de clássicos do T. Rex feitos por produtores atuais

quinta-feira, julho 13, 2017

Em tributo aos 40 anos da morte de Marc Bolan, a Demon Music está lançando um material que pode dividir opiniões. 

Trata-se de T. Rex Remixes, álbum que será disponibilizado em LP triplo e em CD duplo e que contém novos remixes para canções clássicas da banda inglesa como “Metal Guru”, “Telegram Sam” e “20th Century Boy”, entre outras.

Os remixes foram feitos por dezesseis produtores atuais. Além dessas novas versões, o título conta também com doze remixes instrumentais.

A edição em vinil vem com discos vermelhos e é limitada a apenas 500 cópias.


Abaixo, os tracklists:

T. Rex / Remixes – Limited edition coloured 3LP vinyl

LP 1: THE REMIXES SIDE A
1. Children Of The Revolution [The Reflex Revision] 5.07
2. 20th Century Boy [STOOF Remix] 4.41
3. Metal Guru [Book Remix] 2.58
4. Cadilac [Bil Bless Remix] 3.53

SIDE B
1. Light of Love [The Reflex Revision] 6.26
2. Precious Star [We Are Dark Angels Remix] 3.01
3. Telegram Sam [Kent Rockafeller Mix] 3.19
4. New York City [Ra Ra Riot Remix] 3.23

LP 2: THE REMIXES

SIDE C
1. Children Of The Revolution [Jaxon Frank Remix] 3.36
2. Calling All Destroyers [Infuze Remix] 2.31
3. Teenage Dream [Castleman Remix] 2.52
4. Children Of The Revolution [Joywave Remix] 3.59

SIDE D
1. Light Of Love [Dr Smith Remix] 3.45
2. Born To Boogie [Wye Oak Remix] 2.12
3. Solid Gold Easy Action [DJ Sae One Remix] 2.57
4. 20th Century Boy [X. Ert Remix] 2.55

LP 3: BONUS INSTRUMENTAL REMIXES

SIDE E
1. 20th Century Boy [STOOF Remix – Instrumental] 4.41
2. Cadilac [Bil Bless Remix – Instrumental] 3.57
3. Precious Star [We Are Dark Angels Remix – Instrumental] 3.00
4. Telegram Sam [Kent Rockafeller Mix – Instrumental] 3.19
5. New York City [Ra Ra Riot Remix – Instrumental] 3.24
6. Children Of The Revolution [Jaxon Frank Remix – Instrumental] 3.36

SIDE F
1. Teenage Dream [Castleman Remix – Instrumental] 2.52
2. Children Of The Revolution [Joywave Remix – Instrumental] 3.59
3. Light Of Love [Dr Smith Remix – Instrumental] 3.45
4. Born To Boogie [Wye Oak Remix – Instrumental] 2.13
5. Solid Gold Easy Action [DJ Sae One Remix – Instrumental] 2.57
6. 20th Century Boy [X. Ert Club Mix] 5.17

T. Rex Remixes – 2CD Edition

CD 1
1. Children Of The Revolution [The Reflex Revision] 5.07
2. 20th Century Boy [STOOF Remix] 4.41
3. Metal Guru [Book Remix] 2.58
4. Cadilac [Bil Bless Remix] 3.53
5. Light of Love [The Reflex Revision] 6.26
6. Precious Star [We Are Dark Angels Remix] 3.01
7. Telegram Sam [Kent Rockafeller Mix] 3.19
8. New York City [Ra Ra Riot Remix] 3.23
9. Children Of The Revolution [Jaxon Frank Remix] 3.36
10. Calling All Destroyers [Infuze Remix] 2.31
11. Teenage Dream [Castleman Remix] 2.52
12. Children Of The Revolution [Joywave Remix] 3.59
13. Light Of Love [Dr Smith Remix] 3.45
14. Born To Boogie [Wye Oak Remix] 2.12
15. Solid Gold Easy Action [DJ Sae One Remix] 2.57
16. 20th Century Boy [X. Ert Remix] 2.55
CD 2
1. 20th Century Boy [STOOF Remix – Instrumental] 4.41
2. Cadilac [Bil Bless Remix – Instrumental] 3.57
3. Precious Star [We Are Dark Angels Remix – Instrumental] 3.00
4. Telegram Sam [Kent Rockafeller Mix – Instrumental] 3.19
5. New York City [Ra Ra Riot Remix – Instrumental] 3.24
6. Children Of The Revolution [Jaxon Frank Remix – Instrumental] 3.36
7. Teenage Dream [Castleman Remix – Instrumental] 2.52
8. Children Of The Revolution [Joywave Remix – Instrumental] 3.59
9. Light Of Love [Dr Smith Remix – Instrumental] 3.45
10. Born To Boogie [Wye Oak Remix – Instrumental] 2.13
11. Solid Gold Easy Action [DJ Sae One Remix – Instrumental] 2.57
12. 20th Century Boy [X. Ert Club Mix] 5.17

Freddie Mercury e David Bowie teriam gravado juntos músicas que permanecem inéditas

quinta-feira, julho 13, 2017

Segundo Peter Hince, que fez parte da equipe do Queen no início dos anos 1980, a parceria entre a banda inglesa e David Bowie foi muito além de “Under Pressure”. 

Freddie Mercury e David Bowie, de acordo com as recordações de Hince, teriam gravado algumas canções originais e uma série de covers para clássicos do rock. A informação foi dada pelo roadie para o livro David Bowie: I Was There, escrito pelo historiador Neil Cossar e que será lançado nas próximas semanas.

Se isso realmente aconteceu e as gravações ainda existirem, trata-se de um verdadeiro tesouro pra quem gosta de boa música, afinal a união de duas das maiores vozes da história do rock em outras faixas além de “Under Pressure” certamente seria algo divertidíssimo de se ouvir.

Ouça “Sinais do Sim”, novo single dos Paralamas

quinta-feira, julho 13, 2017

Os Paralamas do Sucesso divulgaram hoje o primeiro single de seu novo disco, Sinais do Sim, que será lançado no início de agosto. O álbum é o primeiro da banda em oito anos, desde Brasil Afora (2009).

A faixa-título é um simpático rock, onde o ponto negativo fica por conta dos vocais de Herbert Vianna. Ok, ele nunca foi um primor como cantor, mas a sua voz soa cansada como nunca nesta nova canção.

Ouça abaixo:

O incrível trabalho publicado pelo Diário Catarinense para celebrar o Dia Mundial do Rock - e o heavy metal, é claro

quinta-feira, julho 13, 2017

Celebrando o Dia Mundial do Rock, o Diário Catarinense, principal jornal de Santa Catarina, publicou em seu site um especial focado no filho mais amaldiçoado do estilo: o heavy metal.

O incrível trabalho foi ideia do designer e crítico de música Ben Ami Scopinho, que faz parte da equipa da publicação e por muitos anos escreveu para o Whiplash.

Há uma linha do tempo com textos escritos pelo jornalista Emerson Gasperin, além de um menu com os subgêneros do metal, com os discos essenciais de cada estilo e os seus principais representantes no Brasil e em Santa Catarina.

Um belíssimo trampo, e que você pode conferir aqui.

Parabéns ao Ben e a todos os envolvidos!

Playlist: o rock em 2017

quinta-feira, julho 13, 2017

Pra comemorar o Dia Mundial do Rock, nada de velharia. O estilo segue vivo como sempre, e a ideia é compartilhar essa ótima sensação com todos vocês.

Por isso, preparamos uma playlist com duas horas e meia de duração, somente com boas composições lançadas este ano. Tem os mais variados subgêneros do rock, em um material que ficou bem legal e divertido. E não, não tem metal, porque a ideia era focar apenas no bom e novo rock and roll.


Aumente o volume, ouça e comprove o quanto o estilo musical que tanto amamos segue firme e forte, como sempre.


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