10 de nov de 2017

Black Pantera revela capa de novo álbum e mostra nova música

sexta-feira, novembro 10, 2017

Uma das mais promissoras novas bandas brasileiras, o Black Pantera revelou a capa do seu segundo disco, Agressão. A arte é uma criação de Carlos Fides, do Art Side Studio.

O trio mineiro formado por Charles Gama (vocal e guitarra), Chaene da Gama (vocal e baixo) e Rodrigo “Pancho" Augusto (bateria) colocou na roda também a inédita “Prefácio”, primeiro single do disco.

Agressão ainda não teve a data de lançamento revelada, mas você já pode sentir o que vem por aí com a pedrada que está no player abaixo:

Novo álbum e nova música do Corrosion of Conformity

sexta-feira, novembro 10, 2017

O icônico Corrosion of Conformity lançará em janeiro o seu novo disco. O décimo álbum da banda norte-americana tem o título de No Cross No Crown e chegará às lojas dia 12/01 pela Nuclear Blast. A produção é de John Custer.

O trabalho é o segundo desde o retorno do guitarrista Pepper Keenan, que havia deixado a banda em 2006 e retornou em 2014 no disco IX.

A banda também divulgou o primeiro single do álbum, “Cast the First Stone”:

Quadros de Jason Newsted são destaque na Feira de Arte de Miami

sexta-feira, novembro 10, 2017

Após deixar o Metallica em 2001, montar alguns projetos musicais e sofrer uma grave lesão no ombro, o baixista Jason Newsted decidiu a se dedicar à arte, e o resultado é surpreendente.

Com tempo livre, Jason começou a pegar o material de sua esposa Nicole, que dá aulas sobre o tema. “Eu disse a mim mesmo que não iria olhar livros sobre outros artistas. Só iria colocar nas telas a minha experiência de vida e o que vi viajando ao redor do mundo”. Concentrando-se cada vez mais em sua arte, Newsted admite que começou a prestar mais atenção no trabalho de artistas que admirava, como Picasso, Jean Fautrier e Jean Dubuffet. Além disso, conta que estava também bastante familiarizado com o trabalho de Willem de Kooning e Jean-Michel Basquiat, artistas que foram apresentados a ele por Lars Ulrich, seu ex-colega de banda e grande colecionador de arte.

Percebendo que o envolvimento com a arte estava crescendo, Jason comprou a casa do lado da sua e a transformou em um estúdio para desenvolver seus quadros. Esse local foi visitado, no verão passado, por Nick Korniloff, diretor da Feira de Arte de Miami. Grande fã de metal, Nick criou ao lado da esposa Pamela Cohen a Perry J. Cohen Foundation em memória do filho do casal, que se perdeu no mar da costa da Flórida em julho de 2015. Visitando o estúdio de Newsted, Korniloff perguntou quem era o autor das diversas pinturas que estavam ali guardadas entre os instrumentos e amplificadores, e se surpreendeu ao saber que elas eram do próprio Jason. Então, propôs a Jason expô-las na Feira de Arte de Miami.

As obras de Jason Newsted já foram expostas também em Niva York, onde alcançaram valores de venda entre entre 20 mil e 125 mil dólares. Aos interessados em conhecer o trabalho de perto, a Feira de Arte de Miami acontece entre os dias 5 e 10 de dezembro.

Abaixo estão alguns quadros de Jason Newsted, onde é possível perceber que o talento demonstrado na música também é forte na arte:





8 de nov de 2017

Livro contará a história do Planet Hemp

quarta-feira, novembro 08, 2017

O jornalista e escritor Pedro de Luna está trabalhando em uma biografia do Planet Hemp. O livro será publicado pela editora Belas Letras e contará com entrevistas exclusivas com os integrantes (incluindo Marcelo D2, BNegão e Black Alien), membros da equipe e outros músicos. Além disso, trará vasto material de memorabilia como cartazes de shows, flyers, fotos e outros.

O livro tem o foco no período entre 1995 e 2002 e narra a gravação do primeiro disco (o clássico Usuário, de 1995), além de outros fatos da carreira da banda carioca.

A obra ainda não tem título e nem data de publicação definidos, mas chegará às livrarias em 2018.

Singles natalinos dos Beatles serão relançados

quarta-feira, novembro 08, 2017

Entre 1963 e 1969, os membros do fã-clube oficial dos Beatles receberam em suas casas anualmente singles especiais da banda celebrando o Natal. Estes itens eram prensados em flexi-disc (uma espécie de vinil mais flexível) e acabaram se tornando itens de colecionador.

Pois este material será relançado neste final de ano em um box contendo as gravações, encarte com textos inéditos e a reprodução das cartas enviadas pelo Fab Four. As músicas presentes nunca foram distribuídas fora do fã-clube e não estão presentes nem mesmo na série Anthology. A caixa virá com 7 compactos coloridos.

Assista ao trailer de The Christmas Records abaixo:

7 de nov de 2017

Review: Lennon Fernandes - Abstrato Sensível (2017)

terça-feira, novembro 07, 2017

Estreia do músico paulista Lennon Fernandes, Abstrato Sensível é um disco de rock com a presença de diversos elementos psicodélicos, o que resulta em um trabalho muito bonito e carregado de lirismo.

Lançado no início de 2017, o trabalho traz dez faixas autorais que mostram as diferentes facetas do guitarrista, que já passou por bandas como Tomada, Skywalkers, Dudé e a Máfia e inúmeras outras. Em Abstrato Sensível, Lennon toca todos os instrumentos e ainda assina a produção, evidenciando o caráter pessoal do trabalho.


De um modo geral temos um disco que tem como base o rock, mas que se permite experimentar por diferentes sonoridades familiares aos ouvintes do estilo. Assim, além dos ecos psicodélicos citados no primeiro parágrafo, temos também características de hard rock, pop, progressivo e até mesmo blues, em um CD que entrega uma sonoridade bastante variada e que agrada pelo ousadia constante.

Abstrato Sensível é um álbum forte e sólido, de um músico que há tempos vem construindo uma carreira cheia de conquistas. Provavelmente é um trabalho que irá passar batido pela grande mídia, muito mais interessada em artistas que exploram as tendências em voga no momento. Azar deles, mas não seu: vá atrás do álbum porque ele está cheio de música de qualidade e que vale a pena conhecer.



Funko anuncia bonecos de Elton John, Jerry Garcia e Kurt Cobain

terça-feira, novembro 07, 2017

A nova coleção de bonecos da Funko Pop! traz peças dedicadas a três lendas da música. Elton John, Jerry Garcia e Kurt Cobain ganharam reinterpretações seguindo a estética característica das peças de empresa, sendo que Elton John vem em duas versões e Cobain em três.

O catálogo de bonecos da Funko já conta com peças dedicadas a outras lendas do rock como Metallica, Ramones, Jimi Hendrix, Guns N’ Roses, Lemmy, Ozzy, Beatles, Sex Pistols, Kiss, Alice Cooper e Green Day.







6 de nov de 2017

Autobiografia de Bruce Dickinson ganhará lançamento nacional pela editora Intrínseca

segunda-feira, novembro 06, 2017

A editora Intrínseca adquiriu os direitos para a publicação no Brasil da autobiografia de Bruce Dickinson, What Does This Button Do?

O livro acaba de sair na Inglaterra e nos Estados Unidos e já se transformou em um best seller. A edição nacional, de acordo com o planejamento da editora, deve ser publicada no Brasil em maio de 2018.

Com um vasto catálogo de títulos, a Intrínseca é a responsável por lançar os livros de diversos autores de sucesso no Brasil, como as obras do inglês Neil Gaiman, por exemplo, que ganharam belíssimas edições recentemente.


Quadrinhos: Injustiça - Deuses Entre Nós, de Tom Taylor, Mike S. Miller e Jheremy Raapack

segunda-feira, novembro 06, 2017

Injustiça: Deuses Entre Nós é uma HQ da DC Comics derivada do jogo Injustice, um dos maiores sucessos do mundo dos games nos últimos anos. E a história em quadrinhos seguiu o mesmo caminho, caindo nas graças do público e da crítica.

O que temos aqui é uma trama que não se prende aos quase 80 anos de cronologia do universo DC, fator esse que muitas vezes acaba engessando e limitando os roteiristas. Uma rápida passagem pelos maiores clássicos da editora das lendas deixa claro isso, afinal títulos como Cavaleiro das Trevas, O Reino do Amanhã e Superman: Entre a Foice e o Martelo são brilhantes exercícios de criatividade nos chamadas Elseworlds (que podemos traduzir como Mundos Paralelos). E Injustiça: Deuses Entre Nós segue o mesmo caminho.

Escrita por Tom Taylor (Star Wars, X23) e ilustrada por Mike S. Miller (Game of Thrones, Liga da Justiça), Jheremy Raapack (Inumanidade) e uma lista enorme de artistas, a série vem sendo publicada desde 2013 no mercado norte-americano, seguindo o formato de 12 edições mensais. No Brasil, Injustiça: Deuses Entre Nós sai em dois formatos: encadernados em capa cartão compilando seis edições (e cuja publicação já está no oitavo volume) e em edições de luxo trazendo cada ano completo. Vou me ater a esses últimos, já que foi através deles que conheci o título.

A Panini lançou os dois primeiros anos de Injustiça em dois belos encadernados em capa dura, papel couché e formato 17 x 26, sendo que o primeiro ano vem com 416 páginas e o segundo é um pouco mais fino, com 300 páginas. 


O que lemos em Injustiça: Deuses Entre Nós é um roteiro extremamente ágil e com ótimo ritmo, que apresenta as consequências de um ataque direto do Coringa ao Superman. Os atos do palhaço do crime levam à morte de Lois Lane, enlouquecendo de dor o Homem de Aço, que decide agir por conta própria para tornar o mundo mais seguro. Isso leva à uma intervenção direta do Superman no governo de vários países, em uma atitude que, por mais que vise o bem, é totalmente autoritária. Tal atitude faz com que uma divisão surja entre a comunidade de super-heróis, com alguns ficando ao lado do Superman e outros, liderados pelo Batman, questionando as atitudes do kryptoniano.

De modo geral, é possível encontrar paralelos entre Injustiça: Deuses Entre Nós e Guerra Civil, da Marvel, já que ambas as HQs trazem questionamentos sobre o papel dos superseres na sociedade civil e até onde eles podem ir para garantir a paz. Em relação a isso, a história da Marvel, escrita por Mike Millar, propõe um debate mais profundo sobre o papel dos super-heróis, enquanto a trama imaginada por Tom Taylor é muito mais focada na ação propriamente dita e suas consequências.

Como já dito, o quadrinho possui um ritmo empolgante, sem espaço para enrolação. Tudo acontece de maneira contínua e constante, prendendo o leitor de maneira hipnótica nas páginas. E por não se tratar de uma trama do universo cronológico normal da DC Comics, por não fazer parte do cânone da editora, acaba tendo desdobramentos surpreendentes. Traduzindo de forma clara: tudo pode acontecer, qualquer um pode morrer e esses tipos de coisas. Ninguém está a salvo nas páginas de Injustiça e o imprevisível permeia cada edição, fazendo com que a leitura seja semelhante à experiência de assistir a um blockbuster de ação nos cinemas.


O único ponto falho de Injustiça é a inconsistência da arte. Surpreendida pelo sucesso do título, que foi planejado para ser algo menor e acabou ganhando uma dimensão gigantesca, a DC não planejou o envolvimento de seus maiores nomes na produção das edições. Isso faz com que, principalmente no primeiro ano, a variação de traço entre os números seja onipresente, inclusive com edições onde as ilustrações são bastante questionáveis, para não dizer ruins. Mas isso vai se corrigindo com o desenrolar da trama e ocorre bem menos no segundo encadernado.

A construção de um Superman autoritário e cego pelo poder, já ensaiada pelo próprio Millar em Superman: Entre a Foice e o Martelo e por Zack Snyder no controverso Batman vs. Superman, entrega um personagem que é a antítese da figura presente no imaginário popular. Arrogante e dono da verdade, cego pela dor e disposto a tudo para mudar o mundo, o Super-Homem de Injustiça é um personagem muito mais interessante, em diversos aspectos, à representação clássica. Já o Batman segue o seu papel de protagonista do questionamento, lutando por um mundo mais justo e livre da mão pesada de ditadores proféticos enquanto organiza a resistência.

Fazendo mais um paralelo com outro fenômeno da cultura pop, Injustiça: Deuses Entre Nós é uma espécie de Game of Thrones do universo DC: ninguém está a salvo, todos podem morrer. E quando eu digo todos falo de personagens emblemáticos da editora, criando ausências que levam a mudanças marcantes na relação entre os super-heróis. Além disso, como todo bom blockbuster de ação, em Injustiça vemos a acentuação das principais características de cada personagem, aspecto que torna a leitura ainda mais contagiante.


Injustiça: Deuses Entre Nós é um ótimo quadrinho, que garante uma excelente diversão. Os deslizes na arte não comprometem o resultado final, muito pela excelente fluidez que Tom Taylor imprime à trama. Se você tem curiosidade de ver como o universo DC reagiria à intervenção de um Superman autoritário e cego pelo seu senso de justiça, leia e tenha inúmeras belas surpresas.

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Ano Dois

Ozzy Osbourne anuncia turnê de despedida

segunda-feira, novembro 06, 2017

Ozzy anunciou hoje, dia 06/11, a realização de uma turnê de despedida dos palcos com duração aproximada de 2 anos.

O giro iniciará dia 5 de maio no México e terá quatro datas no Brasil, conforme abaixo:

13/05 - São Paulo
16/05 - Curitiba
18/05 - Belo Horizonte
20/05 - Rio de Janeiro

Os locais dos shows brasileiros ainda não foram anunciados, mas as datas já são oficiais.

Além disso, Ozzy também está confirmado em diversos festivais europeus no ano que vem, incluindo o Sweden Rock Festival, o Download Festival (tanto na Inglaterra quanto na França), o Tons of Rock Festival na Noruega, o Graspop na Bégica e outros. A banda atual de Ozzy é formada por Zakk Wylde na guitarra, Adam Wakeman no teclado, Blasko no baixo e Tommy Clufetos na bateria.

Vale citar que Ozzy já fez uma turnê de despedida antes. Em 1992 a No More Tours Tour promoveu o álbum No More Tears (1991) e contou con 64 shows realizados entre 9 de junho e 15 de novembro daquele ano, rodando apenas os Estados Unidos e o Canadá.

Todas as datas já confirmadas da Farewell Tour estão listadas abaixo:

May 05: Mexico, TBA
May 08: Santiago Chile, TBA
May 11: Buenos Aires, Argentina, TBA
May 13: Sao Paulo, Brazil, TBA
May 16: Curitiba, Brazil, TBA
May 18: Belo Horizonte, Brazil, TBA
May 20: Rio de Janeiro, TBA
Jun 01: Moscow Olympiisky, Russia
Jun 03: St Petersburg Ice Palace, Russia
Jun 06: Finland TBA
Jun 08:Solvesborg Sweden Rock Festival, Sweden
Jun 10: Donington Download Festival, UK
Jun 13: Prague Airport Letnany, Czech Republic
Jun 15: Paris Download Festival, France
Jun 17: Italy TBA
Jun 20: Halden Tons Of Rock Festival, Norway
Jun 22: Copenhagen Copenhell Festival, Denmark
Jun 24: Dessel Graspop Metal Meeting, belgium
Jun 26: Krakow Impact Festival, Poland
Jun 28: Oberhausen Konig-Pilsnet Arena, Germany
Jun 30: Madrid Download Festival, Spain
Jul 07: Lisbon Meo Arena, Portugal

Novo álbum de Neil Young

segunda-feira, novembro 06, 2017

Neil Young não para. Prestes a completar 72 anos (seu aniversário é dia 12/11), o bardo canadense anunciou o lançamento do seu trigésimo-nono disco. 

The Visitor chegará às lojas dia 1 de dezembro em CD simples e LP duplo e será o segundo trabalho de estúdio de Young ao lado da banda norte-americana Promise of the Real, liderada pelo vocalista e guitarrista Lukas Nelson, um dos filho do lendário Willie Nelson. O músico já gravou The Monsanto Years (2015) e o ao vivo Earth (2016) com o grupo.

The Visitor é um álbum onde Neil Young conta a sua história e relação com os Estados Unidos. O músico, que é natural do Canadá, construiu a sua carreira no mercado norte-americano explorando diversos gêneros identificados como o país como o rock, o country, o folk e o blues. 

O disco vem com dez músicas inéditas, sendo que uma delas, “Already Great”, já foi divulgada para audição. Tracklist completo abaixo:

1. Already Great
2. Fly By Night Deal
3. Almost Always
4. Stand Tall
5. Change of Heart
6. Carnival
7. Diggin’ a Hole
8. Children of Destiny
9. When Bad Got Good
10. Forever

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