4 de mai de 2018

Pedro Salvador solta novo EP unindo o progressivo e o jazz-rock

sexta-feira, maio 04, 2018

Com quatro músicas instrumentais de rock progressivo apimentado pela psicodelia brasileira e jazz-rock, o EP Objetos no Céu mostra mais uma vez um Pedro Salvador (guitarrista da Necro e Messias Elétrico) versátil e inspirado. O novo material do músico está disponível nas principais plataformas de streaming, lançado pela Abraxas Records.

Todos os instrumentos foram gravados por Pedro, que também assina a produção e a capa do EP. Na faixa título, a música é transcendental, como conta o músico. “Tem uma intenção ‘tecno-onírica’, um clima baseado nas sensações que antigas fotos de ovnis transmitem”.  A harmonização, em acordes menores, deixa tudo meio suspenso, sem resolução, “tal qual os clássicos relatos de avistamentos celestes”, completa Pedro.

Já "Flagelo Moderno" experimenta células rítmicas da bateria. A música possui um núcleo percussivo e os demais instrumentos utilizados por Pedro aparecem entre arranjos ora afrobeat, ora highlife. “E as guitarras escapuliram para territórios baianos”, conta.

Na carreira solo, explica Pedro, a veia experimental está mais evidente se comparado ao trabalho no Necro, mais orientado ao rock progressivo psicodélico. “No Necro existe uma troca com mais duas mentes, é um exercício de cooperação e coletividade. Quando é algo solo, posso me expressar de forma mais direta e sem filtros”, ele conversa.

Algumas das novas músicas serão tocadas ao vivo pela primeira vez ainda neste mês de maio. No Rio de Janeiro, Pedro Salvador toca dia 20 no Coletivo Machina e dia 26 no Escritório.

Recentemente, Pedro participou de dois lançamentos da Abraxas: Origens 2 – Adaptação, de Alessandro Aru, e Utopia, de Lillian Lessa (baixista do Necro e Messias Elétrico).

Ouça Objetos no Céu abaixo:

Abraxas Records traz para o Brasil o novo disco do Ecstatic Vision

sexta-feira, maio 04, 2018

Mais uma banda estrangeira no cast da Abraxas Records. Após lançar os novos registros do Samsara Blues Experiment, Radio Moscow e The Flying Eyes, o selo disponibiliza nas plataformas de streaming o terceiro registro da banda norte-americana Ecstatic Vision, Under the Influence, um alucinante, pesado e astronômico disco de heavy metal psicodélico. 

Under the Influence traz seis releituras de bandas clássicas do rock, algumas das principais influências do quarteto da Filadélfia, em autênticas versões aditivadas com peso e fuzz, como "Master of the Universe" e "Born to Go”, do Hawkwind, e "Come Together", do MC5.

Neste registro, o Ecstatic Vision trouxe novos elementos ao seu heavy psych cósmico que ganhou projeção mundial nos dois registros anteriores, Sonic Praise (2015) e Raw Rock Fury (2017), lançados com ampla distribuição global pela Relapse Records. Em Under the Influence, todas as músicas são encorpadas com um som que remete ao Zam Rock, uma espécie de proto stoner doom que nasceu nos anos 1970 em Zâmbia.


Formado em 2013, uma demo com um rock psicodélico sem fronteiras e frenético logo chamou a atenção da Relapse Records, que apostou no Ecstatic Vision e colocou a banda na estrada com grandes nomes da música chapada, como YOB e Uncle Acid & The Dead Beats, para promover o debut Sonic Praise, seguido de turnês com Earthless e Red Fang, além de participar do importante festival europeu Roadburn.

Com o segundo disco, Raw Rock Fury, o Ecstatic Vision voltou com músicas ainda mais viajadas, com um fenomenal groove que remetia ao melhor do que ainda persiste do rock dos anos 1960 e 1970. E uma novidade: agora a banda tem um saxofonista, Kevin Nickles, que deixou tudo ainda mais alucinante e incrivelmente empolgante. Doug Sabolik (guitarra e vocalista), Michael Field Connor (baixo) e Ricky Kulp (bateria) são os outros músicos.

Ouça abaixo:

Riviera Gaz, banda que une músicos do Forgotten Boys e Sonic Youth, mostra novo single

sexta-feira, maio 04, 2018

Formada pelos brasileiros Gustavo Riviera (vocal e guitarra) e Paulo Kishimoto (baixo), ambos do Forgotten Boys, e pelo americano Steve Shelley (bateria), do Sonic Youth, a banda Riviera Gaz divulgou o segundo single do álbum Connection, que será lançado em junho pela gravadora paulista Hearts Bleed Blue (HBB) em CD, LP e K7.

Segundo Gustavo, a faixa “Bleeding” tem influências de The Kinks e The Stooges. “Ela foi composta praticamente no estúdio durante a gravação, tinha a base, decidimos algumas coisas, deu um balanço bom e gravamos. Essa música pra mim é a cena final de um filme, ambientada nos últimos momentos da vida, meio confuso, a morte chegando”, revela Gustavo.


O vocalista também comenta a decisão de incluir no álbum de estreia as quatro faixas do EP Pere Ubu - "Pere Ubu", "Take It", "Crow" e "Cowboy", lançado em 2016 em vinil 7 polegadas. “O EP foi a primeira sessão de gravação que a gente fez, achamos importante ter as músicas registradas no primeiro disco da banda, foi lá que começou tudo”, afirma.

No mês passado o grupo lançou o single “If I Had One”, que ganhou um videoclipe dirigido por Ana Mazzei e editado por Rafael Marreiros.

Connection, que já está em pré-venda pela loja online da HBB, conta com 11 faixas e tem na capa um trabalho do artista plástico paulistano Hudinilson Jr. (1957 - 2013).

Ouça “Bleeding” e assista ao clipe de “If I Had One” abaixo:

Editora Mino passa a distribuir em todo o Brasil os títulos da Chiaroscuro Studios

sexta-feira, maio 04, 2018

Responsável pelo gerenciamento da carreira de vários artistas brasileiros que trabalham no exterior, a Chiaroscuro Studios fechou uma parceria com a editora Mino para distribuir os títulos de seu catálogo nas livrarias físicas e digitais, títulos esses que estavam disponíveis para venda até então somente em eventos de quadrinhos, como comic cons.

A Chiaroscuro é responsável por fazer o meio-campo entre diversos artistas nacionais e editoras estrangeiras, incluindo Marvel e DC, e trabalha com nomes como Ivan Reis, Danilo Beyruth, Daniel HDR, Marcelo Maiolo, Eddy Barrows e inúmeros outros. O estúdio foi criado por Ivan Costa e Joe Prado.

Dois títulos já estão disponíveis. Dias de Horror, roteirizada por Danilo Beyruth e com arte de diversos ilustradores, conta a história de Vladmir Horrorovich, ditador de um país do leste europeu e que também é um dos maiores vilões do planeta utilizando o codinome Doc Horror. Acusado de traição da humanidade durante uma invasão alienígena que causou a morte dos maiores heróis da Terra e de inúmeros civis, ele enfrenta o julgamento do século, acompanhado por pessoas de todo o mundo. Compre com desconto aqui.

O outro é a antologia Chiaroscuro Studios - Yearbook 2016, que reúne trabalhos inéditos de 53 dos principais nomes do estúdio em uma edição com acabamento de luxo. Compre com desconto aqui.



Buddy Guy anuncia novo disco e participa de programa de David Letterman na Netflix

sexta-feira, maio 04, 2018

Buddy Guy anunciou o lançamento de um novo álbum. The Blues is Alive and Well, décimo-oitavo disco do bluesman, é o sucessor de Born to Play Guitar (2015) e será lançado no próximo dia 15 de junho pela Silvertone/RCA Records. A produção é novamente o velho colaborador Tom Hambridge, além de contar com participações especiais de Mick Jagger, Keith Richards, Jeff Beck e James Bay.

Outra novidade é que Guy irá aparecer no programa de entrevistas O Próximo Convidado Dispensa Apresentação, série da Netflix apresentada por David Letterman. Nos Estados Unidos o episódio inédito vai ao nesta sexta-feira, 4 de maio, e não deve demorar para estar disponível também aqui no Brasil.

O tracklist completo de The Blues is Alive and Well está abaixo, e você também pode assistir ao teaser da entrevista para Letterman no player que vem a seguir:

1. A Few Good Years
2. Guilty As Charged
3. Cognac (featuring Jeff Beck and Keith Richards)
4. The Blues Is Alive and Well
5. Bad Day
6. Blue No More (featuring James Bay)
7. Whiskey for Sale
8. You Did the Crime (featuring Mick Jagger)
9. Old Fashioned
10. When My Day Comes
11. Nine Below Zero
12. Ooh Daddy
13. Somebody Up There
14. End of the Line

Guns N’ Roses mostra música inédita e revela conteúdo de mega box de Appetite for Destruction

sexta-feira, maio 04, 2018

O Guns N’ Roses lançará dia 29 de junho o box Locked N’ Loaded, que comemora os 30 anos do álbum Appetite for Destruction em uma compilação com 73 faixas, sendo 49 delas inéditas.

Uma dessas canções, a ótima “Shadow of Your Love”, foi revelada nesta sexta e mostra toda a energia do início de carreira de uma das maiores bandas da história do rock.

Você pode ouvir no player abaixo, e também conferir o conteúdo do box e o tracklist completo a seguir:

Disc One - Appetite For Destruction
01. Welcome To The Jungle 
02. It's So Easy 
03. Nightrain 
04. Out Ta Get Me 
05. Mr. Brownstone 
06. Paradise City 
07. My Michelle 
08. Think About You 
09. Sweet Child O' Mine 
10. You're Crazy 
11. Anything Goes 
12. Rocket Queen

Disc Two - B-sides N' EPs
01. Reckless Life 
02. Nice Boys 
03. Move To The City (Live) 
04. Mama Kin 
05. Shadow Of Your Love (Live) 
06. You're Crazy (Acoustic Version) 
07. Patience 
08. Used To Love Her 
09. You're Crazy 
10. It's So Easy (Live) 
11. Knockin' On Heaven's Door (Live) 
12. Whole Lotta Rosie (Live)

Disc Three - 1986 Sound City Session
01. Welcome To The Jungle (1986 Sound City Session) 
02. Nightrain (1986 Sound City Session) 
03. Out Ta Get Me (1986 Sound City Session) 
04. Paradise City (1986 Sound City Session) 
05. My Michelle (1986 Sound City Session) 
06. Think About You (1986 Sound City Session) 
07. You're Crazy (1986 Sound City Session) 
08. Anything Goes (1986 Sound City Session) 
09. Rocket Queen (1986 Sound City Session) 
10. Shadow Of Your Love (1986 Sound City Session) 
11. Heartbreak Hotel (1986 Sound City Session) 
12. Jumpin' Jack Flash (1986 Sound City Session)

Disc Four - 1986 Sound City Session N' More
01. Shadow Of Your Love 
02. Move To The City (1986 Sound City Session) 
03. Ain't Goin' Down No More (Instrumental Version - 1986 Sound City Session) 
04. The Plague (1986 Sound City Session) 
05. Nice Boys (1986 Sound City Session) 
06. Back Off Bitch (1986 Sound City Session) 
07. Reckless Life (1986 Sound City Session) 
08. Mama Kin (1986 Sound City Session) 
09. New Work Tune (1986 Sound City Session) 
10. November Rain (Piano Version - 1986 Sound City Session) 
11. Move To The City (Acoustic Version - 1986 Sound City Session) 
12. You're Crazy (Acoustic Version - 1986 Sound City Session) 
13. November Rain (Acoustic Version - 1986 Sound City Session) 
14. Jumpin' Jack Flash (Acoustic Version- 1986 Sound City Session) 
15. Move To The City (1988 Acoustic Version)

Blu-Ray Audio
01. Welcome To The Jungle 
02. It's So Easy 
03. Nightrain 
04. Out Ta Get Me 
05. Mr. Brownstone 
06. Paradise City 
07. My Michelle 
08. Think About You 
09. Sweet Child O' Mine 
10. You're Crazy 
11. Anything Goes 
12. Rocket Queen

Bonus Tracks
01. Shadow Of Your Love 
02. Patience 
03. Used To Love Her 
04. You're Crazy 
05. Move To The City (1988 Acoustic Version)

Music Videos
01. Welcome To The Jungle 
02. Sweet Child O' Mine 
03. Paradise City 
04. Patience 


05. It's So Easy (Brand New Video From 1989)

3 de mai de 2018

Pipoca & Nanquim traz para o Brasil obra aclamada de Chabouté

quinta-feira, maio 03, 2018

A história de um banco, um simples banco de praça pública que vê pessoas passando durante horas, dias, estações, anos. Muitas passam, algumas param, outras voltam e há aquelas que esperam. O banco é um refúgio, uma ilha, um abrigo, um palco… um balé de anônimos, conduzidos por uma coreografia habilmente orquestrada, onde pequenas curiosidades, situações incríveis e encontros surpreendentes dão à luz uma história singular, por vezes cômica, por vezes trágica. 

O quadrinista Chabouté (Moby Dick), com sua arte inigualável e seu excepcional domínio do preto e branco, tece uma narrativa gráfica com a magia de Jacques Tati, a beleza de Chaplin e pitadas de Marcel Marceau e Buster Keaton. Um pedaço de madeira e aço traz 340 páginas de um drama cujo herói é um banco.



Nascido em 8 de fevereiro de 1967, o quadrinista francês Christophe Chabouté lançou seu primeiro trabalho na coletânea Les récits, em 1993, baseada na obra de Arthur Rimbaud. Publicou, em 1998, Sorcières e Quelques jours d’été, dois álbuns bastante aclamados por público e crítica, com o segundo sendo premiado no Festival de Angoulême. Pouco tempo depois, com os lançamentos de Zoé, em 1999, e Pleine lune, em 2000, ele atingiu sua maturidade como artista. Em 2001, lançou Un îlot de bonheur, que recebeu menção especial do júri do Angoulême. No ano seguinte, colaborou com a coleção Léo Ferré en BD, publicou La bête e começou a trabalhar no primeiro livro da trilogia Purgatoire, que concluiu em 2005. Em seguida, no ano de 2006, decidiu contar em quadrinhos a história do assassino mais famoso da França e lançou Henri Désiré Landru. Menos de doze meses depois, publicou Construire un feu, adaptação do conto homônimo de Jack London. Logo depois, Chabouté entregou a impressionante sequência de um álbum por ano: Tout seul (2008), Terre-Neuvas (2009), Fables amères (2010), Les princesses aussi vont au petit coin (2011) e Um pedaço de madeira e aço (2012). Em 2014, começou a publicar Moby Dick, sua adaptação do monumental romance de Herman Melville. Este livro foi o primeiro livro do autor publicado no Brasil, pela editora Pipoca & Nanquim.



A edição da Editora Pipoca & Nanquim tem papel off set de alta gramatura, capa dura com acabamento soft touch e verniz, lombada redonda e fitilho marca-página.   

O quadrinho tem pré-venda exclusiva na Amazon, com um cupom que concede mais 10% de desconto, MADEIRA10 (válido apenas no período da pré-venda). 

“Chabouté não apenas dá uma aula de narrativa, com um desenho lindo, todo em preto e branco, como elabora uma trama tão simples quanto emocionante.”
– Sidney Gusman, Universo HQ

“Outra obra impressionante de um autor que parece produzir somente obras impressionantes.”
– Library Journal


FICHA TÉCNICA:
Editora Pipoca & Nanquim 
Formato 16 x 23 cm
340 páginas
Miolo em papel off set 120g/m2
Capa dura com acabamento especial soft touch e verniz
Fitilho marca-página

Relacionamentos e sentimentos se misturaram no novo EP do Móbile Drink

quinta-feira, maio 03, 2018

Lançado nas plataformas digitais, (a)morfina, novo EP da banda Móbile Drink, traz quatro músicas com a temática do relacionamento. O grupo buscou contar a história cotidiana da maioria dos namoros, onde as tensões que todo mundo vive explodem numa atmosfera bem mais pesada que comum. Sendo assim, a junção dos instrumentos cria um som único, que perpassa sobre as vivências dos integrantes, além de falar sobre a vida em si. 

Dentro dessa ideia, o trabalho se comporta como se fossem três atos musicados: reconhecendo o fim do relacionamento e rompendo ("Acabou" e o "Amor é Coisa Louca”), o redescobrimento de prazeres após término de relacionamento ("Quente Sigilo") e o final, quando um novo amor é possível e traz uma nova realidade ("Sei Não!"), no qual irá voltar ao início e reiniciar o ciclo. Relacionamentos amorosos num looping de sentimentos. 

Então, a grande pergunta trazida pelo Móbile Drink no final de tudo é, simplesmente: o amor é ou não é um vício?

O Móbile Drink foi criado na Zona Norte do Rio de Janeiro e é formado por Ronan Valadão (letras e vocal), Pablo Rodrigues, (guitarra e vocal), Bruno Valadão (bateria) e Felipe Rodrigues (baixo e vocal). A banda nasceu em meados de 2002, mas sua formação atual, com a entrada de Pablo Rodrigues (2015), reafirmou e fortaleceu seu DNA musical, de sonoridade ácida e visceral. O grupo já participou como convidado em eventos importantes com Matanza, Luxúria, Rogério Skylab, Raimundos e Detonautas, assim como eventos da cena independente de relevância na cidade, como o Roquealize-se (Praça Montese) e Rio Novo Rock (Centro Cultural Imperator, no Méier).

Seu trabalho autoral possui forte influência de grandes nomes do rock como The Doors, Black Sabbath, Led Zeppelin, Pink Floyd, Pearl Jam, Rush, Foo Fighters, Barão Vermelho e Legião Urbana, entre outros nomes marcantes do rock mundial.O Móbile Drink também fomenta o engajamento com outras bandas através do seu evento, o MD Rock Fest, que chamou a atenção dos jornais como O Globo, em 2015

Acompanha o trabalho dos caras nas redes sociais da banda:

Ouça o EP no player abaixo:

Novo álbum ao vivo do Mr. Big

quinta-feira, maio 03, 2018

O Mr. Big lançará dia 13 de julho um novo álbum vivo chamado Live From Milan. O disco, que é duplo, foi gravado em Milão em 2017 e é o último registro da banda com o baterista Pat Torpey, que faleceu no início de 2018 vítima de Mal de Parkinson. 

Durante a tour do álbum Defying Gravity (2017), Torpey já estava debilitado e ficou responsável pela percussão e pelos backing vocals, enquanto Matt Starr (Ace Frehley, Burning Rain) o substituiu na bateria.


Live From Milan será lançado em CD duplo e em Blu-ray. Tracklist completo abaixo:

Disc 1:
01. Daddy, Brother, Lover, Little Boy 
02. American Beauty 
03. Undertow 
04. Alive And Kickin' 
05. Temperamental 
06. Just Take My Heart 
07. Take Cover 
08. Green-Tinted Sixties Mind 
09. Everybody Needs A Little Trouble 
10. Price You Gotta Pay 
11. Paul's Solo 
12. Open Your Eyes 
13. Wild World 
14. Damn I'm In Love Again

Disc 2:
01. Rock And Roll Over 
02. Around The World 
03. Billy's Solo 
04. Addicted To That Rush 
05. To Be With You 
06. 1992 
07. Colorado Bulldog 
08. Defying Gravity

Blu-ray
01. Daddy, Brother, Lover, Little Boy 
02. American Beauty 
03. Undertow 
04. Alive And Kickin' 
05. Temperamental 
06. Just Take My Heart 
07. Take Cover 
08. Green-Tinted Sixties Mind 
09. Everybody Needs A Little Trouble 
10. Price You Gotta Pay 
11. Paul's Solo 
12. Open Your Eyes 
13. Wild World 
14. Damn I'm In Love Again 
15. Rock And Roll Over 
16. Around The World 
17. Billy's Solo 
18. Addicted To That Rush 
19. To Be With You 
20. 1992 
21. Colorado Bulldog 
22. Defying Gravity

Quadrinhos: Conto de Areia, de Jim Henson, Jerry Hull e Ramón K. Pérez

quinta-feira, maio 03, 2018

As histórias em quadrinhos que tanto amamos são formadas pela união de dois ingredientes: o texto e as ilustrações. Se retirarmos as ilustrações, elas deixam de ser HQs e passam a ser contos e causos narrados em prosa. No entanto, se retirarmos o texto e deixarmos apenas os desenhos, elas ainda seguem sendo quadrinhos e sustentam-se por si só.

Esta pequena explicação é necessária quando analisamos Conto de Areia, adaptação em quadrinhos de um roteiro escrito pela dupla Jim Henson e Jerry Hull entre 1967 e 1974. Henson é o criador dos Muppets e de Vila Sésamo, dois dos programas televisivos mais famosos e influentes do século XX. Hull foi seu parceiro nessas produções e escreveu os roteiros de ambas as séries tanto para a TV quando para o cinema. 

Concebido para ser um filme, o roteiro de Conto de Areia nunca saiu do papel, até ser encontrado nos arquivos da fundação que cuida do legado de Henson e chegar nas mãos do ilustrador canadense Ramón K. Pérez. Conhecido pelo seu trabalho em Gavião Arqueiro, Homem-Aranha e X-Men, Pérez levou para a nona arte a criação de Henson e Hull, e o resultado ficou incrível. 



Conto de Areia é uma história surrealista, onde tudo é possível. A imaginação dos criadores não obedece as regras da realidade, e isso fica claro desde o início. Tudo pode acontecer, e realmente tudo acontece.

A adaptação para os quadrinhos ganhou três prêmios Eisner em 2012 - Melhor Álbum Gráfico, Melhor Desenhista e Melhor Design de Produção), mais dois prêmios Harvey (Melhor Álbum e Melhor História) e também um Joe Shuster Award. Note que a maioria desses prêmios são reconhecimentos ao trabalho gráfico e de ilustração do material. É preciso frisar isso, porque a história contada em Conto de Areia foge totalmente do convencional e pode não descer bem para uma parcela de leitores.


Vamos retornar lá para o primeiro parágrafo deste review, quando falei sobre os elementos que caracterizam uma história em quadrinhos. Conto de Areia possui pouquíssimo texto - bem pouco mesmo. Sua estrutura não tem muito em comum com as histórias em quadrinhos convencionais. Com lindas ilustrações - sério, o trabalho de Ramón Pérez é de fazer até o mais duro dos queixos cair -, a trama é contada através de uma exemplar narrativa gráfica. Essa abordagem, somada ao roteiro que entrega doses generosas de surrealismo, tem tudo para agradar quem adora experimentações em HQs - tanto que a obra foi aclamada pela crítica -, mas também é a receita perfeita para causar reações não tão positivas em leitores que pouco experimentaram técnicas menos ortodoxas. 

Inovadora e criativa, trata-se de uma graphic novel singular em vários sentidos, com capacidade para tirar o leitor de sua zona de conforto e o fazer repensar os quadrinhos sob um novo ponto de vista. Distante da produção em massa corriqueira das grandes editoras, Conto de Areia eleva as histórias em quadrinhos a um patamar superior, aproximando-as da mais pura e bela arte.


Publicada no Brasil pela editora Pipoca & Nanquim em uma caprichada edição em capa dura, 160 páginas coloridas em papel off set de 120g e formato 20 x 27,5 cm, trata-se de uma boa indicação não somente para quem gosta de quadrinhos, mas também para quem procura trabalhos criativos que experimentam e apresentam ideias fora da caixa.

Uma belíssima HQ, com uma arte absolutamente sensacional e que, apesar do estranhamento inicial, revela-se um história realmente incrível.



Livro: Glenn Hughes - A Autobiografia, de Glenn Hughes e Joel McIver

quinta-feira, maio 03, 2018

Glenn Hughes acaba de concluir seu tour sul-americano que trouxe até Chile, Argentina e Brasil o show Classic Deep Purple Live. Depois de sua última apresentação (ontem, 1) em Vila Velha (ES), o músico já retornou para Los Angeles, cidade em que vive desde os anos 1980. O próxima perna da turnê começa em junho (7), em Solvesborg, Suécia. Durante sua passagem por Porto Alegre (28/4), em apresentação ocorrida no palco do Opinião, tive a oportunidade de participar do Meet & Greet promovido pela Abstratti, promotora do evento na Capital. 

Ao lado de cerca de outros vinte fãs, pude também trocar um abraço com o artista e autografar minhas cópias em LP de Burn, Come Taste the Band e Made in Europe. Os participantes do evento ganharam exemplares da autobiografia de Hughes (escrita em parceria com o o jornalista britânico Joel McIver), além de um copo personalizado da turnê. 

Emocionado por encontrar um personagem mitológico da minha adolescência, ao agradecê-lo pelos autógrafos, Hughes prontamente me questiona: "Não quer que assine o livro também?”. Ao nosso lado, seu tour manager, Carl Swann, que me pergunta se já assisti alguma apresentação de Hughes. Digo que apesar de ter visto o Deep Purple duas vezes, passei batido pelos outras duas vezes que Glenn esteve no RS: "Então prepare-se", avisou Swann. 

Recentemente lançada no Brasil pela EN7 Press, editora "especializada" em biografias musicais, Glenn Hughes - A Autobiografia: do Deep Purple ao Black Country Communion parece ter sido lançado às pressas, oportunizando a passagem do ex-Deep Purple pelo país. A tradução é de Charlie Curcio e Eliel Vieira. Vamos aos detalhes positivos: sensacional observarmos o ponto de vista de Glenn de como sua vida de música foi se desenrolando. Das primeiras bandas na cidade natal do músico, até a explosão com o Trapeze, grupo ao qual se tornou respeitado tanto como vocalista quanto como instrumentista, além de conhecermos vários detalhes de sua passagem meteórica pelo Deep Purple. Após o ocaso do Purple, lançou um elogiado álbum solo;  forjou parceria com o guitarrista Pat Thrall (Meat Loaf/Asia); gravou com John Lynn Turner; num álbum controverso, deixou sua marca no Black Sabbath; tocou com Gary Moore; ao lado de Joe Bonamassa brilhou (e ainda brilha) no Black Country Communion. Além de todos os enlaces e projetos, sacolejado por um turbulento espírito leonino - hiperativo - até agora já empilhou catorze álbuns solo distribuídos ao longo das últimas quatro décadas. Seu preferido é Soul Mover, lançado em 2005.    


Em primeiro lugar, a frase "sexo, drogas e rock and roll' foi criada sob medida para a definir a trajetória de Glenn. Os depoimentos mais impressionantes são os relativo ao seu abuso em drogas. Já nas primeiras páginas da autobiografia, McIver nos avisa: "Este livro contém informações sobre vários traficantes de drogas, mafiosos e gangsters. Algumas dessas pessoas adoráveis estão atualmente encarceradas, mas muitas ainda estão em liberdade e fazem negócios em uma cidade perto de você. Consequentemente, os nomes foram alterados ou omitidos, de modo que Glenn e eu não fossemos abatidos". Livre das drogas há vários anos, ao longo do livro Glenn Hughes também nos conta com requinte e muito bom humor diversas de suas presepadas e aventuras proporcionadas por uma visão deturpada por essa vida desregrada. E também há muitos relatos sobre os períodos de baixa de sua carreira, como por exemplo os anos em que lutou contra a balança, a derrocada financeira nos anos 1980/90, sendo salvo pelo gongo dos direitos autorais que ainda recebe pelos álbuns do Purple, ou quando foi ajudado por amigos como David Coverdale e Ronnie James Dio. Ele ainda fala sobre seus relacionamentos e declara seu amor as três mulheres de sua vida: a avô, a mãe e também sua esposa, Gabi. 

Durante o Meet & Greet no Opinião, ao vê-lo receber cada fã sem pressa e sempre com um sorriso no rosto, podemos compreender perfeitamente essa postura e intenção ao ler o trecho de sua biografia em que narra o encontro com Gordon Waller, um dos integrantes do duo pop Peter & Gordon. Confira abaixo:

"Saímos em turnê [com o Deep Purple]. O primeiro show foi em Copenhague e foi incrível. Lars Ulrich, mais tarde do Metallica, estava lá com seu pai e ele era um grande fã do Purple. [Anos depois], ele me disse que fui o único que lhe deu um autógrafo. Lembro-me quando eu era criança, uma vez pedi a Gordon Waller, de Peter & Gordon, para assinar meu livro e ele me disse para ir me foder: eu jurei que se eu estivesse naquela posição e fosse uma estrela, eu nunca faria aquilo. E nunca fiz, eu dou todos os autógrafos até hoje".   

O balde de água fria da publicação fica por conta da tradução pífia, repleta de erros ridículos e de equívocos infantis. Tradução ao estilo Google Tradutor. Caso você tenha condições, leia em inglês. Agora, se você tiver paciência para concatenar o quebra-cabeças da versão em português da autobiografia (que foi o meu caso), então a viagem já vale. Para os mais atentos, os erros já começam a surgir na capa da publicação, ao ler a frase de apoio ao título: "Do Deep Purple ao Black Country Communion". Ah, tenha a paciência: Glenn Hughes merecia mais.



Guns N’ Roses lançará edição especial de Appetite for Destruction com um total de 73 músicas

quinta-feira, maio 03, 2018

O Guns N’ Roses lançará dia 29 de junho uma edição expandida de seu clássico primeiro disco, Appetite for Destruction. A nova edição virá em duas versões: uma com 4 CDs e outra com 7 discos de vinil. Ao todo, o pacote conterá 73 faixas, sendo que 49 delas nunca foram lançadas anteriormente.

Todo o material foi remasterizado e inclui também o EP Live ?!*@ Like a Suicide (que foi lançado em 1988 como o lado A do G N' R Lies), um segundo EP só com B-sides da época, 25 faixas nunca lançadas gravadas durante as sessões realizadas em 1986 no estúdio Sound City em Los Angeles e duas gravações inéditas produzidas por Mike Clink. O material virá também com um livro de 96 páginas com fotos inéditas do arquivo pessoal de Axl Rose, 12 novas litogravuras trazendo representações gráficas de cada canção de Appetite for Destruction e itens de memorabilia.

O tracklist ainda não foi divulgado, assim como mais detalhes sobre esta nova versão. O site https://www.gnr.fm traz uma contagem regressiva para a data de lançamento, e mais informações sobre o box devem aparecer primeiro ali, provavelmente entre os dias 4 e 5 de maio.

Cachorro Grande demite Marcelo Gross

quinta-feira, maio 03, 2018

O guitarrista Marcelo Gross, membro fundador da Cachorro Grande, foi demitido pela banda gaúcha nesta quarta (02/05). Após 19 anos ao lado do quinteto e tendo no currículo a autoria de sucessos como “Sinceramente”, "Hey Amigo” e “Lunático”, Gross deixa o grupo e focará em sua carreira solo.

Beto Bruno, vocalista da banda, declarou: “Já faz algum tempo que sentimos um certo afastamento dele a respeito do processo criativo. No fundo, estou muito triste com essa situação toda, mas ao mesmo tempo aliviado por não ter de brigar e discutir mais sobre assuntos que foram sendo protelados com o passar dos anos”. Ainda segundo Beto, Marcelo manteve-se distante do processo de composição dos dois últimos discos da Cachorro Grande, Costa do Marfim (2014) e Electromod (2016). Gustavo X, roadie de guitarras do grupo, assumiu o posto de Gross.

Já Marcelo Gross, que lançou em 2017 o seu segundo disco solo, o excelente Chumbo & Pluma (2017), vai fazer falta. Sempre o considerei o melhor músico e o mais completo integrante da Cachorro Grande. Multi-instrumentista, Gross foi o baterista, por exemplo, do clássico primeiro disco de Júpiter Maçã, A Sétima Efervescência. Perde a banda, e o guitarrista fica livre para seguir com a sua ótima carreira solo.

2 de mai de 2018

Reveladas as atrações do Festival Circadélica 2018

quarta-feira, maio 02, 2018

O Circadélica 2018, festival de música que acontece nos dias 28 e 29 de julho em Sorocaba, anunciou neste domingo (29) seu line-up. Nessa terceira edição, o evento contará com 28 bandas/artistas de expressão nacional e de variados estilos. Os ingressos do primeiro lote custam R$95 (válido para os 2 dias na arena) e podem ser adquiridos aqui.      

As atrações são: Tropkillaz, Emicida, O Terno, Flora Matos, Vanguart, Fresno, Jaloo, A Banda Mais Bonita da Cidade, Selvagens à Procura de Lei, Zander, Tagore, Menores Atos, Baleia, Zimbra, Jonnata Doll e os Garotos Solventes, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Gorduratrans, My Magical Glowing Lens, Kill Moves, Bike, Hierofante Púrpura, Deb And The Mentals, Miêta, Fones, Sky Down, Paramethrik, Benziê e Os Pontas. 

O line-up abrange rock, indie, rap, pop, hardcore, emo, shoegaze, eletrônico e nova MPB. "A definição demorou um pouco. Gosto de pensar bastante, como se estivesse escolhendo as músicas para uma pista de dança. No fim chegamos a um resultado que nos agradou bastante", conta Mario Bross, um dos organizadores do festival.   

A primeira edição do Circadélica aconteceu em 2001. O retorno do festival, no ano passado, recebeu cerca de 7 mil pessoas e nomes de peso como Liniker e os Caramelows, Kamau, Supercombo, Francisco El Hombre, Vivendo do Ócio, Boogarins, Dead Fish e Far From Alaska. 

Além das atrações musicais, o espaço contará com diversas lojas, food trucks, dois palcos, tatuadores e artistas circenses interagindo com o público. O Asteroid, conhecida casa de shows da cidade, também receberá eventos ligados ao festival. O Circadélica 2018 será realizado na avenida Comendador Pereira Inácio, 1771, em Sorocaba. 

Mais novos lançamentos da Vertigo no Brasil

quarta-feira, maio 02, 2018

A Panini lançará nas próximas semanas e meses vários títulos da Vertigo aqui no Brasil, dando início a novas séries e republicando materiais fora de catálogo. Essas informações foram retiradas do ISBN, portanto ainda não há data confirmada de quando essas HQs chegarão às bancas e livrarias, porém é certo que serão lançadas ainda em 2018.

As capas que ilustram esses post referem-se às edições norte-americanas, o que quer dizer que as capas das edições nacionais podem ser diferentes.

Destaque para o início do run de Warren Ellis em Hellblazer, para a republicação em papel LWC da clássica Saga do Monstro do Pântano de Alan Moore e para mais um volume da aclamada Astro City, de Kurt Busiek.

Lista completa abaixo:

A Saga do Monstro do Pântano: Volume 1, de Alan Moore e Stephen Bissette (208 páginas)
A Saga do Monstro do Pântano: Volume 2, de Alan Moore e Stephen Bissette (224 páginas)
Astro City, Volume 8: Estrelas Brilhantes, de Kurt Busiek e Brent Anderson
Flinch: Volume 1, de Brian Azzarello e Phil Hester (192 páginas)
John Constantine Hellblazer: Assombrado, Volume 1, de Warren Ellis e John Higgins (168 páginas)
Monstro do Pântano: Raízes do Mal, Volume 6, de Mark Millar e Phil Hester (152 páginas)
Para Sempre: Educação Apática, de Dave Justus e Travis Moore (144 páginas)






Review: Tax the Heat - Change Your Position (2018)

quarta-feira, maio 02, 2018

O Tax the Heat é um quarteto formado em 2013 na cidade inglesa de Bristol. A proposta da banda é bem interessante: trazer a energia e a pegada do rock dos anos 1960 para uma abordagem atual, com timbres e produção contemporâneos. O grupo estreou em 2016 com Fed to the Lions e lançou em março o seu segundo disco, Change Your Position. O álbum saiu pela Nuclear Blast, maior gravadora de heavy metal do planeta, e que vem expandindo seu catálogo com discos de bandas além da pancadaria.

São 12 músicas em pouco mais de quarenta minutos, com um começo animador mas que acabam perdendo um pouco da força na parte final do trabalho. A pegada roots está presente em diversas canções, notoriamente na abertura com a dobradinha “Money in the Back” e na faixa título. A produção deixou o som bastante cheio e com foco nos graves, o que faz com que, em certas passagens, a sensação é de estarmos ouvindo um disco dos também britânicos Royal Blood, principalmente quando as composições trazem riffs mais “rítmicos”, por assim dizer.

A voz do também guitarrista Alex Veale, com um timbre agudo, é um dos destaques, assim como a bem entrosada dupla formada pelo baixista Antonio Angotti e pelo baterista Jack Taylor. Já a guitarra de JP Jacyshyn é bem focada, entregando doses sadias de peso sem os excessos típicos dos guitar heroes. Apresentando influências de nomes clássicos como Cream e Thin Lizzy e equilibrando-as com ecos do Black Keys e Queens of the Stone Age, o Tax the Hear entrega um som conciso, sem excessos e que desce redondo.

Se você procura novos nomes para dar um refresh na sua playlist de rock, Change Your Position é uma boa dica. 

Abraxas celebra aniversário trazendo Eyehategod pela primeira vez ao Brasil

quarta-feira, maio 02, 2018

A banda norte-americana Eyehategod, que moldou o gênero sludge/doom metal no final da década de 1980, é a primeira atração confirmada do festival que celebra os cinco agitados e produtivos anos da produtora e selo musical Abraxas. Serão duas edições: dia 13 de outubro em São Paulo (Fabrique Club) e dia 14 de outubro no Rio de Janeiro (Cais da Imperatriz). Mais atrações, inclusive outra banda internacional, serão anunciadas nas próximas semanas, assim como a turnê completa do Eyehategod pela América do Sul, também organizada pela Abraxas, em parceria com a nova produtora irmã Obscur.

O Eyehategod é nome de respeito e influente, cuja trajetória ao longo destes 30 anos foi intimamente relacionada a outras bandas icônicas do heavy metal norte-americano, como Pantera, Down, Superjoint Ritual e Corrosion of Conformity. Criada em Nova Orleans, a banda se mantém um dos pilares sólidos da música pesada com a sua imbatível sonoridade suja, densa, arrastada e agressiva.

Os revolucionários riffs lamacentos do Eyehategod estão sempre à cabo do guitarrista fundador Jimmy Bower, também a mente criativa e a força das não menos descomunais Superjoint Ritual, Down e The Mystic Krewe of Clearlight, dentre outros projetos. Completam a banda o vocalista Mike Williams, o outro guitarrista Brian Patton (também do Soilent Green), Gary Mader (baixo) e Aaron Hill (baterista, que entrou em 2013 no lugar do falecido membro original Joe LaCaze).

Se nos clássicos dois primeiros álbuns - In the Name of the Suffering e Take as Needed for Pain - o Eyehategod experimentou e criou de vez um estilo único, sendo hoje uma das bandas mais influentes do sludge, o quinteto conseguiu se reinventar em 2014 – após 14 anos sem lançar um álbum de estúdio – com o raivoso disco homônimo, com incursão até mesmo de hardcore, produzido por Phil Anselmo.

Às vezes polêmico por causa das letras descomunais e provocadoras, o Eyehategod também já enfrentou problemas na formação para se manter na estrada. Num curto período em que seguiu em frente sem Mike, que se deslocou da banda por problemas pessoais, experimentou três renomados vocalistas, amigos pessoais da banda: Seth Putman (Anal Cunt), Randy Blythe (Lamb of God) e ninguém menos que Phil Anselmo (Pantera, Down, Superjoint Ritual).

Assim como em dezembro do ano passado a Abraxas fez história ao trazer os não menos lendários Neurosis pela primeira vez ao Brasil, num colossal e lotado show em São Paulo, o Eyehategod chegará em outubro para mais um marco na agenda de shows do país, com a promessa de exortar clássicos absolutos do sludge/doom, como "New Orleans is the New Vietnam", "30$ Bag" e "Take as Needed for Pain”.

SERVIÇO
Abraxas Fest com Eyehategod + outras bandas em São Paulo (13/10)
Data: 13 de outubro de 2018
Horário: a partir das 17 horas 
Local: Fabrique Club
Ingresso: R$ 100 (lote promocional: 100 primeiros ou até 1/6/18); R$ 120 (primeiro lote antecipado) 
Após, R$ 120 até a véspera do show, online (com taxa de serviço) ou nos pontos de venda abaixo indicados:
Yoga Para Todos (Rua Doutor Cândido Espinheira, 156 – Perdizes) - (11) 94314-7955
Volcom (Rua Augusta, 2490 - apenas em dinheiro) - (11) 3082-0213
Loja 255 na Galeria do Rock - (11) 3361-6951
Ratus Skate Shop (Rua Dona Elisa Fláquer, 286 - Centro, Santo André) - (11) 4990-5163
Na Hora: R$ 140
Censura: 16 anos 

Abraxas Fest com Eyehategod + outras bandas no Rio de Janeiro (14/10)
Data: 14 de outubro de 2018
Horário: a partir das 18 horas
Local: Cais da Imperatriz 
Ingresso: R$ 80 (promocional: 50 primeiros); R$ 100 (primeiro lote antecipado)
Vendas físicas: 
Rocksession (Rua Conde de Bonfim, 80, loja 3 - subsolo - Tijuca) - 3168-4934
Tropicália Discos (Praça Olavo Bilac, 28 - Sala 207 - Centro) - 2224-9215
Hocus Pocus DNA (Rua 19 de fevereiro, 186 - Botafogo) - 3452-3377
Inside Rock (Avenida Amaro Cavalcanti, 157 - Méier) - 3985-8040
Sempre Música Catete (Rua Corrêa Dutra, 99; sobreloja 216 - Catete) - 2265-6910
Na hora: R$ 120
Censura: 16 anos 

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