25 de jan de 2019

Novo álbum do Dream Theater será lançado no Brasil pela Hellion Records

sexta-feira, janeiro 25, 2019

A Hellion Records acaba de confirmar que irá lançar o novo álbum do Dream Theater no Brasil. Distance Over Time chegará às lojas de todo o mundo dia 22 de fevereiro, e a edição nacional também será lançada nesta data.

Moisés e Ângela, proprietários da Hellion, comentaram sobre a longa relação entre o selo e a banda norte-americana: "Depois de meses de negociação, orgulhosamente podemos anunciar o lançamento do novo álbum do Dream Theater, Distance Over Time, no Brasil. Particularmente, temos um caso de amor com esta incrível banda, já que fomos nós em 1992 que lançamos o Images and Words em vinil no Brasil, através da encomenda de 1.000 LPs para a Warner Music Brasil, que na época não mostrou interesse em lançar a banda por aqui. Por isso, nossa alegria é imensa com a confirmação de que seremos a gravadora do Dream Theater a partir de agora no Brasil. Cá entre nós, para quem introduziu o grupo por aqui, nada mais do que merecido, confirmando assim nosso DNA em divulgar e lançar bandas 'novas', mas talentosas, que lá na frente terão a sua qualidade musical reconhecida. ♥Dream Theater!!!”.


Distance Over Time é o décimo-quarto álbum do Dream Theater e o sucessor do controverso The Astonishing, disco triplo lançado em 2016. O trabalho vem com nove faixas em um tempo total de aproximadamente 57 minutos de música. A produção é do guitarrista John Petrucci e o disco conta com composições de todos os integrantes, com exceção do tecladista Jordan Rudess. Todo o processo de composição durou apenas 18 dias, e o estilo da novas músicas está semelhante ao apresentado em Train of Thought (2003), segundo a própria banda. Este será o primeiro álbum do Dream Theater a ter menos de uma hora de duração desde Images and Words (1992).

Tracklist completo abaixo:

1 Untethered Angel
2 Paralyzed
3 Fall Into the Light
4 Barstool Warrior
5 Room 137
6 S2N
7 At Wit’s End
8 Out of Reach
9 Pale Blue Dot

E vem aí um novo disco do Danko Jones

sexta-feira, janeiro 25, 2019

Será lançado dia 26 de abril o novo disco do trio canadense Danko Jones. A Rock Supreme é o sucessor Wild Cat (2017) e traz onze faixas. O álbum foi produzido por GGGarth Richardson (Red Hot Chili Peppers, Rage Against the Machine) e sua incrível capa foi criada pelo artista Ulf Lunden, que já assinou trabalhos para o Europe e o Graveyard.

O tracklist de A Rock Supreme é este:

1. I'm in a Band 
2. I Love Love 
3. We're Crazy 
4. Dance Dance Dance 
5. Lipstick City 
6. Fists Up High 
7. Party 
8. You Got Today 
9. That Girl 
10. Burn in Hell 
11. You Can't Keep Us Down

Megadeth revela mais detalhes sobre sua nova compilação

sexta-feira, janeiro 25, 2019

O Megadeth divulgou mais detalhes sobre Warheads on Foreheads, compilação que será lançada dia 22 de março em comemoração aos 35 anos de carreira da banda. O material virá com 35 músicas remasterizadas de todos os discos do grupo, selecionadas pelo próprio David Mustaine.

Warheads on Foreheads terá versões em CD triplo e LP quádruplo, e também será disponibilizado nos serviços de streaming. Uma edição limitada com os LPs na cor prata e alguns mimos para os fãs estará à venda somente através do site oficial da banda.

Mustaine falou sobre o lançamento: "Trinta e cinco anos atrás, escolhi o nome Megadeth para minha banda e vejo essas músicas como as armas mais eficientes no nosso arsenal. Warheads on Foreheads é um termo militar dos EUA para atingir a eficiência. É tudo sobre o uso da ferramenta certa para o trabalho e essas faixas foram criadas para destruição máxima!".


Esta é a sétima compilação da carreira do Megadeth e faz companhia à Capitol Punishment: The Megadeth Years (2000), Still Alive … and Well? (2002), Greatest Hits: Back to the Start (2005), Warchest (2007), Anthology: Set the World Afire (2008) e Icon (2014). 

O tracklist completo está abaixo:

Disc 1

1. Rattlehead 
2. Mechanix 
3. Killing is My Business…And Business is Good! 
4. The Conjuring 
5. Wake Up Dead 
6. Devils Island 
7. Good Mourning / Black Friday 
8. Set the World Afire 
9. In My Darkest Hour 
10. Holy Wars…The Punishment Due

Disc 2

1. Hangar 18 
2. Tornado of Souls 
3. Rust in Peace…Polaris 
4. Five Magics 
5. Take No Prisoners 
6. Skin O' My Teeth 
7. Angry Again 
8. Symphony of Destruction 
9. Sweating Bullets 
10. A Tout Le Monde 
11. Train of Consequences 
12. Reckoning Day

Disc 3

1. Trust 
2. She-Wolf 
3. Wanderlust 
4. Dread and the Fugitive Mind 
5. Blackmail the Universe 
6. Washington is Next! 
7. Head Crusher 
8. Public Enemy No. 1 
9. Kingmaker 
10. The Threat is Real 
11. Poisonous Shadows 
12. Death From Within 
13. Dystopia


Discoteca Básica Bizz #138: Curtis Mayfield - Superfly (1972)

sexta-feira, janeiro 25, 2019

No início dos anos 1970, cantar soul music nos dream teams da Motown, da Atlantic ou da Stax (gravadoras que, na época, dominavam o filão do pop negro) já garantia cinquenta por cento de chance de se fazer sucesso.

Curtis Mayfield não tinha contrato com nenhuma delas, mas não estava nem aí. Depois de passar treze anos com o grupo vocal The Impressions, compondo hits como "People Get Ready" e "Keep On Pushin"', o soulman de Chicago achou que já era tempo de apostar no próprio taco. Fundou um selo, o Curtom Records, e largou o velho grupo. Em fevereiro de 1970 chegava às lojas Curtis, seu primeiro álbum solo. O público respondeu bem, abrindo caminho para Curtis/Live! (1971) e Roots (1972), álbuns que solidificaram a alternativa de Mayfield ao já estabelecido padrão sonoro da Motown. Suas letras, recheadas de temas ainda polêmicos, como racismo, paz e ecologia, produziam um contraste perturbador com os vocais agudos, reforçados por violinos ou riffs orquestrais.

Porém, foi só no quarto álbum que o soulman afinou sua fórmula musical, beirando a perfeição. Convidado a compor e gravar a trilha sonora do filme Superfly, ainda em 1972, Mayfield emplacou seu maior sucesso. E acabou criando também, na opinião de muitos críticos, sua definitiva obra prima.


Com um elenco predominantemente negro, o longa metragem de Gordon Parks narrava a história de um traficante de drogas do Harlem, em Nova York. O charme da música foi decisivo para o sucesso do filme, que provocou muita polêmica graças a uma certa ambiguidade ética. Se, em canções da trilha como "No Thing On Me (Cocaine Song)" ou "Freddie's Dead", Mayfield não poupava críticas às drogas, ao mesmo tempo o personagem do traficante (vivido por Ron O'Neal) era tratado pelo diretor como um herói.

Mas não foi a repercussão do filme, mas sim o enorme talento musical de Mayfield, que fez do álbum Superfly um clássico do pop negro. Em faixas como "Pusherman" e "Superfly", ele sintetizou sua inovadora receita dançante: combinou uma guitarra hipnótica e vocais em falsete com percussão latina (congas e bongos), aproximando mais sua soul music do então emergente funk. Ok, a instrumental "Junkie Chase" chega a lembrar um pouco o tema da conhecidíssima trilha sonora de Shaft (1971), que até rendeu um Oscar a Isaac Hayes. Mas basta ouvir o primeiro álbum de Mayfield para se afastar qualquer suspeita de plágio. Ali já aparecia a mesma guitarra rítmica com efeito wah-wah, os mesmos riffs orquestrais, a mesma bateria pesada. Ou seja, o soulman de Chicago criara alguns anos antes uma deliciosa receita musical que foi sendo aprimorada nos discos seguintes.

Talvez você não saiba, mas Mayfield foi vítima de um acidente trágico, que o afastou dos palcos, em 1991 - voltou aos discos apenas em 1997, com New World Order. Durante um show, em Nova York, um aparelho de iluminação caiu sobre ele, deixando-o tetraplégico. Pelo menos teve tempo de deixar gravadas dezenas de discos preciosos. Mas só por Superfly Curtis Mayfield já teria seu lugar garantido entre os grandes mestres da música pop de todos os tempos.

Texto escrito por Carlos Calado e publicado na Bizz #138, de janeiro de 1997

Don Felder, ex-Eagles, anuncia novo álbum com participação de Slash, Sammy Hagar e mais uma turma

sexta-feira, janeiro 25, 2019

Ex-guitarrista do Eagles, Don Felder está trabalhando em um novo disco e ele trará diversas participações especiais. O músico pretende lançará American Rock ’n' Roll em abril, e recrutou nomes como Slash, Sammy Hagar, Joe Satriani, Chad Smith, Bob Weir e mais uma turma para o projeto.

"Queria trazer o maior número possível de pessoas para compartilhar a experiência comigo. Eu sabia que deveria ser brilhante, alegre e divertido ou não valeria a pena. Deve ser um trabalho de amor, não um trabalho apenas pelo trabalho”, afirmou Felder para a Rolling Stone.

A música título conta com as participações de Slash, Chad Smith e Mick Fleetwood, baterista do Fleetwood Mac. Segundo Don Felder: "Slash mora muito perto de mim. Ele veio, trouxe sua guitarra, conectou em um dos meus amplificadores e nós trocamos alguns solos. Ele toca na parte da música que menciona o nome do Guns N ‘Roses. Queríamos um ritmo de rock and roll bem old school, e é quando Mick Fleetwood entra nos primeiros versos. Depois, quando Chad entra, torna-se um tipo de sensação mais moderna, um hard rock dos Chili Peppers.”

American Rock ’n’ Roll chegará às lojas no dia 5 de abril e é o sucessor de Road to Forever (2012). A discografia solo de Felder é completada com Airborne, que saiu em 1983. 

Don Felder integrou o Eagles entre 1974 e 2001, tanto como guitarrista quanto como vocalista. Seu ápice, que o colocou no Olimpo dos grandes nomes do rock, é o imortal e inesquecível solo de “Hotel California”, onde troca notas com Joe Walsh em um dos grandes momentos da história da guitarra no rock.

Você pode ouvir a música título do novo disco de Don Felder abaixo:

24 de jan de 2019

Review: Blackberry Smoke - Holding All the Roses (2015)

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Holding All the Roses foi lançado originalmente em fevereiro de 2015 e é o quarto álbum do Blackberry Smoke. Mas, mais importante que isso, é o primeiro disco da banda norte-americana a ganhar uma edição nacional. A responsável por isso é a Hellion Records e o CD chega em ótima hora, já que os caras farão seus primeiros shows no Brasil em maio deste ano.

Produzido por Brendan O’Brien (Pearl Jam, Bob Dylan, Aerosmith), Holding All the Roses traz doze músicas espalhadas por pouco mais de 40 minutos. Há uma característica marcante nesse trabalho, e ela é a presença ligeiramente maior de elementos country, o que evidencia o ar caipira e agreste do som do quinteto. As canções possuem estruturas simples e vêm sempre acompanhadas de melodias marcantes, outro aspecto forte da música do grupo.

O álbum liderou a parada country da Billboard, chegou à posição 7 do chart de rock e ao número 29 do Billboard 2000. E ouvindo-o novamente passados quase quatro anos de seu lançamento, fica claro o porque dessa boa aceitação. As músicas são muito bem desenvolvidas, e isso se aplica tanto aos hits que puxaram o disco como “Let Me Help You (Find the Door)” e a música título, quanto à pequenas joias espalhadas pelo tracklist, como a singela “Too High”.

Lançado após o ótimo The Whippoorwill (2012), que muitos consideram o melhor trabalho do Blackberry Smoke, Holding All the Roses cumpriu muito bem a sua função e manteve a banda em sua escalada ascendente, que ainda deu ao mundo os sólidos Like an Arrow (2016) e Find a Light (2018). Se hoje o Blackberry Smoke é considerado o principal nome do southern rock contemporâneo, certamente esse status passa pelo ótimo resultado alcançado neste disco.

Parabéns a Hellion pelo lançamento nacional de Holding All the Roses, e desde já torcemos para que mais discos da banda saiam por aqui.

Slide It In, clássico do Whitesnake, ganha edição especial

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Slide It In, sexto álbum do Whitesnake, está ganhando uma edição comemorativa ao seu 35º aniversário. Lançado em janeiro de 1984, o disco retorna em uma edição com 6 CDs e 1 DVD, que chegará às lojas dia 22 de março.

Primeiro álbum do Whitesnake a receber Disco de Platina, premiação referente à venda de mais de 1 milhão de cópias, Slide It In tem em seu tracklist hits como a música que batiza o disco, “Love Ain’t No Stranger”, “Slow an’ Easy” e “Guilty of Love”. 

A edição comemorativa vem com as faixas todas remasterizadas e inclui o álbum com as mixagens inglesa e norte-americana, além de músicas ao vivo e outtakes, vídeos, fotos e uma nova entrevista com David Coverdale, além de um livro de capa dura com 60 páginas que traz fotos raras e itens de memorabilia.

Três outras versões mais simples também serão lançadas: CD duplo com ambas as mixagens e algumas músicas bônus, LP duplo com ambos os mixes e uma edição em CD simples apenas com a mixagem norte-americana, que é a mais conhecida. Tudo será disponibilizado também no formato digital e nos serviços de streaming.


Kiss anuncia nova HQ, e ela é desenhada por artista brasileiro

quinta-feira, janeiro 24, 2019

O Kiss anunciou a sua turnê de despedida, batizada como End of the Road, que terá início no final de janeiro e tem shows marcados durante todo 2019. Para marcar este momento, a banda lançará uma história em quadrinhos comemorativa.

Chamada Kiss: The End, a HQ foi escrita por Amy Chu, que já desenvolveu comics sobre a banda, e sua arte foi assinada pelo brasileiro Edu Menna, que faz a adaptação para os quadrinhos da clássica série The Twilight Zone. A HQ será publicada nos Estados Unidos pela editora Dynamite, que possui em seu catálogo títulos como Red Sonja, Robocop, Terminator e outros.

A sinopse informa que a história conta a trajetória de "um jovem se encontra possivelmente morto e lutando com algumas das questões mais eternas da vida. Deparar-se com a morte é algo bom, pois isso o coloca no caminho para buscar seus próprios descendentes demoníacos. Seus guias proféticos nesta missão serão o Kiss: o Starchild, o Demon, o Spaceman e o Catman".

Ao longo de sua carreira, o Kiss lançou diversas histórias em quadrinhos, tanto em parceria com a Marvel como com outras editoras. Essa tradição teve início em 1977, quando a banda apareceu em uma história de Howard O Pato. A boa repercussão levou ao lançamento de uma revista própria da banda, que chegou às bancas logo em seguida pela própria Marvel. Em 2000, promovendo a reunião da formação original e o álbum Psycho Circus, uma série de mesmo nome foi lançada pela Image, com roteiro e arte de Todd McFarlane. Pulamos então para 2007, com uma nova série de quadrinhos que saiu pela Platinum Studios com o título de Kiss 4K: Legends Never Die.



Blackberry Smoke tocará também em Porto Alegre

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Após confirmar shows em Curitiba (09/05, na Ópera de Arame) e São Paulo (11/05, no Tropical Butantã), a banda norte-americana Blackberry Smoke tocará também em Porto Alegre. O show na capital gaúcha acontecerá no dia 10/05, no Opinião.

Maior nome do southern rock atual, o Blackberry Smoke vem de Atlanta e é formado por Charlie Starr (voz e guitarra), Paul Jackson (guitarra), Brandon Still (teclado), Brit Turner (bateria) e Richard Turner (baixo). O último disco do grupo, Find a Light, saiu em 2018. E para os fãs brasileiros curtirem mais ainda o show, a Hellion Records está lançando pela primeira vez um álbum da banda em edição nacional - o escolhido foi Holding All the Roses, de 2014.
      
O Blackberry Smoke é um dos nomes mais carismáticos do cenário southern rock mundial na atualidade. O som dos caras bebe direto de fontes clássicas, como o Lynyrd Skynyrd e o Allman Brothers Band, com um toque original no qual o principal ingrediente é a imensa capacidade de criar canções com excelentes linhas melódicas. O resultado é uma musicalidade contemporânea, que conquista cada vez mais fãs em todo o mundo.  

Considerada uma autêntica banda de rock americana, eles se destacam pela abordagem diversificada de novas ideias, sons e territórios a cada novo trabalho. "Não há como fazer o mesmo disco várias vezes, apesar de existirem alguns fãs que gostariam que isso acontecesse. Isso é muito estereotipado. Se o Led Zeppelin ou os Beatles fizessem isso, nós não gostaríamos deles", declara Charlie Starr, cantor e principal compositor da banda.

Formada em 2001, a banda já caiu na estrada com pesos pesados do rock como Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, Eric Church e Zac Brown Band. Além disso, participou de grandes festivais (Farm Aid, Zac Brown Band Castaway, Outlaw Country Cruise e Peach Music Festival), bem como emplacou sucessos como "Good One Comin´On", "One Horse Town", "Best Seat in the House”, “Pretty Little Lie" e "Rock and Roll Again".

A discografia da banda inclui seis álbuns de estúdio, um ao vivo e quatro EPs. Em 2018, o Blackberry Smoke lançou o disco Find a Light e o EP The Southern Ground Sessions. Find a Light chegou ao top 5 das paradas rock, country, folk e indie norte-americanas, repetindo o sucesso de discos anteriores — Like an Arrow (2016) e Holding All the Roses (2015), que  chegaram ao primeiro lugar nas paradas dos EUA e Inglaterra.

Estar em várias listas de sucesso simultaneamente prova não só a universalidade, como a diversidade do grupo. "Nós queremos que o som da banda continue crescendo e se ampliando. Mas há muitos elementos para o que as pessoas chamam de rock. Há gospel, country, swing e blues. Estamos apenas tentando escrever músicas que incluam todas essas diferentes referências. Isso mantém o som interessante para músicos e compositores. Nós não temos uma camisa de força, então podemos tentar aproveitar ao máximo essa forma de arte”, afirma Charlie Starr.

Prova de que o Blackberry Smoke faz um som de qualidade e tem conquistado cada vez mais a admiração do público e da crítica é que eles já tocaram em diversos grandes festivais. Inclusive, depois de dividir o palco com o Lynyrd Skynyrd, a lendária banda que compôs hinos como "Sweet Home Alabama" e "Simple Man" convidou o quinteto de Atlanta para fazer a abertura de seis shows da turnê Last of the Street Survivors Farewell Tour, que teve início em 2018.

Com um número crescente de seguidores em suas redes sociais e mais de 26 milhões de visualizações em seus clipes no YouTube, o Blackberry Smoke teve seu último álbum Find a Light incluído na seleção Best Albums of 2018 da Classic Rock Magazine e na NPR’s Favorite Albums of 2018.

O Blackberry Smoke também participa frequentemente em eventos de caridade para veteranos, bem como na pesquisa de câncer infantil.

RESUMO
O quê: Blackberry Smoke.
Onde: Opinião (José do Patrocínio, 834).
Quando: sexta-feira, 10 de maio, às 20h.
Quanto: R$ 300 (inteira) e R$ 150 (meia-entrada). 


23 de jan de 2019

Review: Billy F. Gibbons - The Big Bad Blues (2018)

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Causou estranheza quando Billy Gibbons, vocalista e guitarrista do ZZ Top, anunciou o seu primeiro disco solo, Perfectamundo, que saiu em 2015. E, ao ouvi-lo, ficou claro o motivo do lançamento: o álbum não trazia nada similar ao trio texano, mas sim uma sonoridade bastante influenciada pela música cubana, um das paixões de Gibbons, devidamente acompanhada pelo rock e pelo blues que marcaram a sua carreira.

Três anos depois, o barbudo retornou com mais um trabalho solo, e desta vez a história é diferente. Em Perfectamundo, as experimentações de Gibbons não caíram necessariamente nas graças dos fãs. Já em The Big Bad Blues, como o título deixa claro, o terreno é mais seguro. O que temos em mãos é um álbum de blues em sua essência, com Billy Gibbons acompanhado de uma senhora banda formada por Austin Hanks (guitarra), James Harman (gaita de boca), Joe Hardy (baixo) e Matt Sorum (bateria, ex-Guns N’ Roses, Velvet Revolver e The Cult). As onze músicas trazem canções originais e versões para clássicos de Muddy Waters e Bo Diddley, como a imortal “Rollin' and Tumblin’" e “Crackin' Up”.

Mas a força de The Big Bad Blues está nas canções inéditas, como “Missin' Yo’ Kissin”, que abre o play. Escrita pela esposa de Gibbons, Gilly Stillwater, ela dá o tom do que virá a seguir: músicas muito bem feitas, embebidas profundamente no DNA blueseiro do guitarrista e carregadas de um inerente sentimento de diversão. A sonoridade difere do ZZ Top - cujo mais recente disco, o ótimo La Futura, saiu em 2012 - principalmente pelo ritmo proporcionado pela dupla Joe Hardy e Matt Sorum, que produzem uma base mais solta que Dusty Hill e Frank Heard, gerando mais espaços para Gibbons voar e brincar com a sua guitarra. De modo geral, até dá para classificar The Big Bad Blues como uma espécie de álbum do ZZ Top livre do peso e do legado da lenda que se tornou o trio natural do Texas.

Confesso que me surpreendi de maneira muito positiva com esse disco. Não esperava que ele fosse tão bom e que trilhasse, de modo geral, o mesmo universo da banda principal de Billy Gibbons. Os faixas são muito bem desenvolvidas e o disco é excelente, com uma performance sem críticas a todos os músicos. A presença de James Harman dá um tempero extra à receita, realçando a alma blues de Gibbons, que está cantando com aquele timbre rouco que só anos de estrada banhados a whisky e charutos é capaz de produzir.

The Big Bad Blues está sendo lançado neste início do ano aqui no Brasil pela Hellion Records, após a gravadora do ZZ Top aqui em nosso país tropical ter ignorando sumariamente o título. Vá atrás, porque vale muito a pena.

Floresta dos Medos, a nova HQ da Darkside Books

quarta-feira, janeiro 23, 2019

A Darkside Books anunciou o lançamento de sua próxima graphic novel, e ela é de arrepiar. Trata-se de Floresta dos Medos, da quadrinista canadense Emily Carroll. Vencedora do Eisner em 2015 na categoria Melhor História Curta, Caroll publicou Floresta dos Medos - cujo título original é Through the Woods - em 2014. O título traz cinco histórias de terror e o estilo de Emily traz influências de ícones como Edgar Allan Poe, Angela Carter e Neil Gaiman.

A edição da Darkside vem em capa dura, formato 17,8 x 22,9 e conta com 208 páginas. A tradução é de Bruna Miranda.

Abaixo estão algumas opiniões sobre Floresta dos Medos, que entrará em pré-venda em breve, e também páginas que mostram um pouco da HQ.

Floresta dos Medos hipnotiza e inspira. Um playground gótico  e vitoriano assombrado por Mary Shelley.” 
Craig Thompson, autor de Retalhos e Habibi

Qualquer fã de quadrinhos de horror fará bem em ler Floresta dos Medos. Estes cinco contos de fada sombrios e deturpados são unidos pelo seu foco em terrores inquietantes que afloram da natureza selvagem.” 
IGN 

Carroll transforma a floresta do título em algo inteiramente próprio, uma metáfora do perigo que espreita e rosna do outro lado da porta, mas que ainda assim nos atrai.” 
Globe and Mail

Há um inquietante quê de pesadelo na escrita e nas ilustrações de Emily Carroll que remete ao trabalho de Neil Gaiman e Dave McKean em Coraline e Sandman.” 
The Book Smugglers 










Discoteca Básica Bizz #137: Eric Clapton - Eric Clapton (1970)

quarta-feira, janeiro 23, 2019

O guitarrista Eric Clapton fechou o ano de 1969 cercado de amigos que o convenciam a gravar seu próprio disco. Entre eles estava Delaney Bramlett, líder - ao lado da esposa Bonnie - do grupo mambembe descoberto por Clapton meses antes, quando Delaney & Bonnie abriram os shows da única turnê realizada pelo Blind Faith - grupo que Clapton formara com Steve Winwood (teclados) e Ginger Baker (bateria) após o fim do lendário Cream.

Delaney & Bonnie tinham sido levados por Eric à Europa para uma turnê promocional. Foi naquele instante que Eric Clapton decidiu gravar seu primeiro álbum solo, ao lado dos últimos companheiros e produzido por Delaney. A banda de Delaney & Bonnie - integrada por, entre outros, Bobby Keys (saxofone, Rolling Stones) e a cantora Rita Coolidge - ainda ganhou os adornos de Stephen Stills, Leon Russell e dois ex-Crickets (banda de Buddy Holly) na gravação das bases do LP.

Eric Clapton, o álbum, abre com uma jam instrumental oriunda das primeiras sessões e cai em seguida em "Bad Boy" e "Lonesome and a Long Way From Home", ambas de Delaney - a primeira com Clapton e a segunda com Leon Russell -, antes de chegar a "After Midnight", composta por um desconhecido de Tulsa, o hoje reconhecido J.J. Cale.


"Easy Now" levanta a bola para "Blues Power", o segundo grande sucesso do disco. É uma música que, segundo o guitarrista, tinha tudo a ver com a sua realidade naquela época. "Bottle of Red Wine", feita na pressão quando Clapton e seu produtor notaram que o repertório estava curto, é apenas uma balada, enquanto "Lovin' You Lovin' Me" tem história: fora feita para que o Blind Faith a gravasse em seu segundo disco, que acabou não rolando.

Bramlett revelou-se como compositor de referência. Ele trouxe para o repertório algumas parcerias. "Don´t Know Why", uma das primeiras músicas compostas por Clapton e Delaney para o álbum, mesmo assim acabou não passando de uma balada preparatória para o grand finale do disco: "Let It Rain", uma quase sobra originalmente conhecida como "She Rides" que, ao ganhar nova letra, tornou-se um dos clássicos do guitarrista.

Muita gente ficou enfurecida quando Clapton escolheu Delaney Bramlett como parceiro. Mas o tempo mostrou que ali havia algo especial. Da banda de apoio nasceu o projeto seguinte de Clapton - Derek & The Dominos - e também um bom número de músicos que se revelariam em discos lançados por gente como Leon Russell e Joe Cocker no início dos anos 1970.

Texto escrito por Marcelo Fróes e publicado na Bizz #137, de dezembro de 1996

Os melhores álbuns de Max segundo seu filho Richie Cavalera

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Richie Cavalera, filho de Max e vocalista do Incite, listou para a Louder os seus dez discos favoritos gravados por seu pai de coração. A lista inclui álbuns de todas as fases da carreira de Massimiliano Antônio Cavalera e mostra o quão diverso e robusto é o legado do maior nome do metal brasileiro.

A matéria original, com comentários sobre cada um dos discos, pode ser lida aqui.

Abaixo está o top 10 de Max de acordo com Richie:

10 Soulfly - Ritual (2018)
9 Sepultura - Roots (1996)
8 Sepultura - Chaos A.D. (1993)
7 Cavalera Conspiracy - Inflikted (2008)
6 Killer Be Killed - Killer Be Killed (2014)
5 Soulfly - Soulfly (1998)
4 Nailbomb - Point Blank (1994)
3 Soulfly - Dark Ages (2005)
2 Sepultura - Beneath the Remains (1989)
1 Sepultura - Arise (1991)

22 de jan de 2019

R.E.M. prepara box para celebrar os 25 anos de Monster

terça-feira, janeiro 22, 2019

O R.E.M. está trabalhando em uma edição comemorativa de seu nono álbum, Monster, lançado em 1994. A ideia é lançar um box celebrando os 25 anos do disco, e que deve chegar às lojas no final de 2019.

Essa caixa de Monster seguirá o mesmo formato dos recentes boxes de Out of Time (1991) e Automatic for the People (1992), lançadas em 2016 e 2017 respectivamente.

Monster trouxe o R.E.M. apostando em uma sonoridade mais suja, com guitarras super distorcidas e com uma pegada mais rock, ao contrário dos discos anteriores da banda. Na época de seu lançamento o trabalho não foi muito bem recebido por uma parcela do público, em contraste com a crítica, que amou o álbum. Estão em Monster singles como “What's the Frequency Kenneth?”, “Bang and Blame” e “Strange Currencies”. O álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias nos Estados Unidos e outros 2 milhões na Europa, e chegou ao primeiro lugar na Billboard e em países como Inglaterra, Suíça, Suécia, Nova Zelândia, Holanda, Canadá e Áustria.

Bohemian Rhapsody é indicado a 5 Oscars

terça-feira, janeiro 22, 2019

Na manhã desta terça, 22/01, foram anunciados os indicados ao Oscar 2019, e o filme que conta a história do Queen mais uma vez foi destaque.

Bohemian Rhapsody está concorrendo em cinco categorias: Melhor Filme, Edição de Som, Mixagem de Som, Montagem e Melhor Ator para Rami Malek, que interpreta Freddie Mercury. Os concorrentes a Melhor Filme junto com Bohemian Rhapsody são Pantera Negra, Infiltrado na Khan, A Favorita, Green Book - O Guia, Roma, Nasce uma Estrela e Vice.

O filme já foi premiado no Globo de Ouro, uma das mais importantes premiações do cinema, vencendo nas categorias de Melhor Filme - Drama e Melhor Ator - Drama, para Malek.

21 de jan de 2019

Os novos lançamentos da Editora Veneta

segunda-feira, janeiro 21, 2019

A Editora Veneta anunciou os seus próximos lançamentos, e eles trazem títulos muito interessantes para os leitores de quadrinhos. Em fevereiro chegará às bancas e livrarias o novo trabalho de Marcello Quintanilha, um dos mais celebrados quadrinistas brasileiros. Luzes de Niterói foi viabilizado através de financiamento coletivo e conta uma história que tem como pano de fundo o futebol carioca de décadas passadas.

Outro lançamento que promete mexer com o mercado é O Manifesto Comunista em Quadrinhos, de Martin Rowson, que traz o texto escrito por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848 transformado em uma HQ. A previsão é que esta obra também seja lançada em fevereiro.


Em março o destaque vai para o segundo volume da ótima Hip Hop Genealogia, de Ed Priskor, que conta a história do hip hop norte-americano e que teve o seu primeiro volume publicado pela editora em outubro de 2016.

E no mês de abril é a vez da nova HQ de Camilo Solano, um dos novos mais talentosos novos artistas brasileiros. A obra tem o título de Fio de Vento e ainda não teve maiores detalhes revelados. Outra que sairá neste mês é a adaptação do quadrinista Juscelino Neco para o clássico Re-Animator, de 1985, uma das obras mais cultuadas do cinema dos anos 1980 e que no Brasil ganhou o título de A Hora dos Mortos Vivos.




Discoteca Básica Bizz #136: Luiz Melodia - Pérola Negra (1973)

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Algumas vidas se revelam como nota de rodapé, à sombra, o apêndice de um único gesto da juventude. Por mais que um artista queira se subtrair do estigma, este se impõe contra a vontade do criador, como letra marcada a ferro.

Aos 46 anos de idade, o compositor e cantor carioca Luiz Melodia tenta esquecer em que ano estamos - exatamente como nos versos de "Pérola Negra", a faixa-título do seu primeiro LP, de 1973. Houvesse ele abandonado a carreira para virar contrabandista na África, como o poeta Arthur Rimbaud (outro maldito pelos feitos juvenis), ainda assim seria lembrado por causa de Pérola Negra. Estacou ali, aos 23 anos, num ano que todo mundo já esqueceu, salvo ele.

Melodia extraiu material do Estácio, bairro-berço do samba clássico, cuja forma foi fixada em 1931 pelos bambas do local, como Ismael Silva, Bide, Balaco e Brancura. Seu pai, o violonista Osvaldo Melodia, frequentava a roda de bambas e o influenciou. O auxílio do pandeiro foi luxuoso. Mas Luiz não se via como pagodeiro. O blues e o pop tropicalista lhe eram também fundamentais. O Rimbaud do mono estreou aos 15 anos, num grupo de baile. Compunha sambas "acartolados" e rocks lisérgicos.

Pouco antes de os poetas Torquato Neto e Waly Salomão descobrirem suas músicas numa visita ao morro de São Carlos (hábito desenvolvido pelo artista plástico Hélio Oiticica), Melodia pensou em parar, em trocar a música pelo serviço de garçom numa academia de ginástica. Waly, então, levou uma fita com "Pérola Negra" para Gal Costa. Ela gravou a música e passou a atuar como divulgadora do seu trabalho. Contratado pelo empresário Guilherme Araújo, ele terminou por ser convidado para gravar um disco pela Philips.



Pérola Negra traz dez faixas arranjadas pelo violonista Pedrinho Albuquerque. Um solo de flauta de Canhoto, acompanhado por seu regional, dá a largada à eternidade de Melodia no samba "Estácio, Eu e Você", inspirado em Cartola. A segunda faixa já é um blues, "Vale Quanto Pesa", em instrumentação acústica. O destaque é o refrão dos metais, enquanto Melodia canta "Ai de mim / de nós dois". Rildo Hora preludia com a gaita o samba-canção "Estácio, Holly Estácio", peça fundamental do desbunde setentista: "Trago não traço / Faço não caço / E o amor da morena maldita / Domingo no espaço". Versos assim vincaram uma geração.

O rockão "Pra Aquietar" - em estilo Dededrim (inseticida) traçado pela guitarra do soul man carioca Hyldon - conserva em formol um passeio suburbano à calorenta Ilha de Paquetá. "Abundantemente Morte", "Pérola Negra" e "Magrelinha" são blues interligados pelo cordão de amor e morte. Dificilmente superada, essa trilogia de canções forma o tesouro nacional do oxímoro - das frases que se contradizem ("Baby te amo! / Nem sei se te amo") para definir uma situação existencial. A verdade é que a sombra sobrevem na obra do compositor a partir das três faixas seguintes. "Farrapo Humano", "Objeto H" e "Forró de Janeiro" já adentram pela rota da variação sobre os primeiros temas.

Pérola Negra é ápice e lápide estética. Ouvimos hoje o Melodia desse disco, ainda que ele cante outros e melhores blues. Todos os seus atos são e serão regidos pelo LP. Não tem por que se lamentar da reprodução do mesmo modelo. O grande artista é sempre resultado de uma cena originária.

Texto escrito por Luis Antônio Giron e publicado na Bizz #136, de novembro de 1996

Review: Arch Enemy - Covered in Blood (2019)

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Covered in Blood é o novo lançamento da banda sueca Arch Enemy e foi lançado  dia 18 de janeiro. O material compila covers feitos pelo grupo durante toda a sua trajetória e traz 24 faixas com as vozes dos três vocalistas que passaram pela banda: Alissa White-Gluz, Angela Gossow e Johan Liiva. Essas releituras variam entre faixas incluídas em singles e edições especiais dos álbuns do quinteto, e outras inéditas e que foram gravadas especialmente para este título. A ótima notícia é que o CD está sendo lançado no Brasil pela Hellion Records.

O disco é dividido em três partes, sendo que a primeira é composta por treze músicas com a formação atual do grupo. Aqui, temos gravações fresquinhas que variam entre versões para canções conhecidas como “Shout" (Tears for Fears), “Breaking the Law” (Judas Priest) e “The Zoo” (Scorpions) e outras para nomes do underground. As mais conhecidas ganharam arranjos que as tornam bastante diferentes das originais, com os suecos adaptando as faixas para o seu próprio estilo. Essa primeira parte do disco é especialmente afiada e mostra o poderia do line-up que conta com Alissa e Jeff Loomis ao lado de Michael Amott, Sharlee D’Angelo e Daniel Erlandsson e que deu ao mundo os álbuns War Eternal (2014, onde Alissa estreou) e Will to Power (2017, debut de Loomis).

Na sequência temos sete faixas com Angela Gossow, vindas de anos atrás e presentes em b-sides e compilações anteriores. Aqui, o destaque vai para “The Book of Heavy Metal” (gravada originalmente pelo Dream Evil e que ficou sensacional), “Wings of Tomorrow”(do Europe, irreconhecível) e “Symphony of Destruction” (Megadeth). 

Fechando o pacote, quatro canções com Johan Liiva, registradas nos primeiros anos de carreira do Arch Enemy. Duas delas são do Iron Maiden - “Aces High” e “The Ides of March” -, e ganharam releituras agressivíssimas e que merecem atenção. 

De modo geral, Covered in Blood é um ótimo disco, onde as músicas mais conhecidas surpreendem pelas reinterpretações nada convencionais e onde as faixas menos populares parecem composições do próprio Arch Enemy - o melhor exemplo é a espetacular “Back to Back”, do Pretty Maids. 

Um excelente álbum, com um resultado final muito acima da média.

Livro sobre o Queen escrito sobre pesquisador brasileiro entra em financiamento coletivo

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Em agosto de 2010, o pesquisador, guitarrista e fã do Queen, Marcelo Facundo Severolancíu o livro Queen Magic Works. A obra é uma verdadeira bíblia para fãs da banda inglesa, e analisa cada música gravada pelo grupo durante toda a sua carreira. No entanto, a obra esgotou e, devida à demanda, agora está retornando através de financiamento coletivo.

Com novo título, Masters: Queen em Discos e Canções, a nova edição será publicada pela Editora Sonora. A diferença é que, desta vez, Severo resolveu atacar com a artilharia completa: nesta edição, o livro vem em um box caprichado, acompanhado de um CD com a trilha sonora do recente blockbuster Bohemian Rhapsody e uma camiseta oficial da tour de 1975 do Queen.


O Livro

O livro que você terá em suas mãos preenche uma lacuna importante para os fãs brasileiros: a contextualização da discografia do Queen, faixa a faixa, escrita por um fã, pesquisador e músico. Com aproximadamente 280 páginas, o livro de Marcelo Severo será ilustrado com as capas dos discos e fotos históricas. Trata-se de uma obra obrigatória de uma das bandas internacionais mais cultuadas pelo grande público brasileiro. 

O livro conta a história da banda tendo como fio condutor a sua discografia: sucesso a sucesso, disco a disco, canção a canção. Você vai conhecer muito mais sobre a essência da banda: as reais influências, curiosidades, detalhes musicais, o processo de gravação e principalmente entender o DNA do Queen, aquilo que faz a banda ser diferente de qualquer outra.

Propomos o seguinte exercício para você, fã e leitor: localize no livro a sua música favorita do Queen e leia a respectiva seção. Em seguida, com a letra da mesma em mãos, ouça-a com atenção. Muito provavelmente sua experiência será bem diferente de suas audições anteriores, de forma que, após a leitura completa deste livro, você passará a ouvir Queen com outros olhos.

Você pode optar por receber o livro dentro de um box comemorativo exclusivo acompanhado do CD oficial do filme Bohemian Rhapsody e de uma camisa oficial do Tour de 1975.

O CD

Pela primeira vez, as faixas da lendária performance de Queen no Live Aid estão sendo lançadas como parte da trilha sonora de Bohemian Rhapsody. Gravadas no histórico concerto de Wembley em julho de 1985, essas músicas do Live Aid estão entre as raras preciosidades e versões inéditas do rico catálogo da banda. Juntamente com as performances da Live Aid de “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, “Hammer to Fall” e “We Are the Champions”, o álbum apresenta outras raras faixas ao vivo abrangendo toda a carreira de Queen. 

A Camisa

Modelo: Tour '75
Cor: Preta
Estampa: Impressão Digital
Manga: Curta
Gola: Careca
Composição: 100% Algodão
Produto Oficial Bandup

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