8 de mar de 2019

Devir lança Black Science, HQ de ficção científica de Rick Remender e Matteo Scalera

sexta-feira, março 08, 2019

Grant McKay, líder da Liga Anarquista de Cientistas, finalmente realizou o impossível: ele decifrou a Ciência Sombria e abriu caminho através das barreiras da realidade com a sua criação, o Pilar. Mas algo deu errado, e agora Grant e a sua equipe estão perdidos, perambulando pela vastidão sem limites do Sempreverso, fantasmas vivos naufragados em um oceano infinito de mundos alienígenas.

O único caminho é adiante. A única pergunta é: quão longe eles estão dispostos a ir para voltar para casa? 

Junte-se ao escritor Rick Remender (Fabulosa X-Force, Vingadores Secretos) e aos fantásticos artistas Matteo Scalera (Vingadores Secretos, O Indestrutível Hulk) e Dean White (Fabulosa X-Force, Kick-Ass) em uma alucinante aventura de ficção científica sem limites para a imaginação, repleta de horrores incompreensíveis e descobertas sem fim.

Indicado para leitores de Saga, Crise nas Infinitas Terras, da trilogia Fronteiras do Universo (A Bússola de Ouro) e fãs de Black Mirror, Dr. Who e Além da Imaginação.




Ficha Técnica:

Título original: Black Science volume 1: How to fall forever 
Editora original: Image Comics
Roteiro: Rick Remender 
Desenhos: Matteo Scalera 
Tradução: Kleber de Sousa
Formato: 17x26cm 
Estrutura: 176 páginas, miolo colorido 
Acabamento: Brochura 

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Minha opinião sobre o filme Lords of Chaos

sexta-feira, março 08, 2019

Assim como a história em que é baseado, Lords of Chaos também é um filme polêmico. Polêmico porque é uma dramatização dos fatos que ocorreram no final dos anos 1980 e início da década de 1990 na Noruega, e não um documentário sobre a cena black metal do país. E esse fato, apesar de ficar claro desde o início - a introdução estampa um colossal "baseado em verdades, mentiras e no que aconteceu" logo na abertura -, parece não ter entrado na cabeça de muitos que assistiram.

Vamos contextualizar as coisas. Lords of Chaos é um filme de Jonas Åkerlund, baterista que fez parte do lendário Bathory em suas formações iniciais e construiu sua carreira dirigindo clipes premiados e super conhecidos de artistas como Madonna, Beyoncé, Rihanna, Metallica, Rolling Stones, U2 e mais um monte de gente. Ele também tem alguns filmes no currículo, como o recente Polar, lançado pela Netflix em 2019. A ideia de Åkerlund foi contar nas telas o que rolou na famosa cena que deu origem ao True Norwegian Black Metal e fez surgir bandas como Mayhem, Burzum, Emperor, Darkthrone, Gorgoroth, Immortal, Satyricon e inúmeras outras. E que também teve um lado extremamente controverso devido à queima de igrejas centenárias, assassinatos e a morte de seu personagem central, Euronymous, guitarrista e líder do Mayhem.

Musicalmente, o que aconteceu na Noruega no início dos anos 1990 mudou a música extrema para sempre. O black metal, apesar de ter surgido no início da década de 1980 com bandas como Venom, Hellhammer, Celtic Frost e outras, foi moldado e construído como gênero sonoro pelos jovens noruegueses daquele período. Nesse sentido, o que as bandas norueguesas gravaram na época soava inovador, rompendo padrões sonoros e estabelecendo uma nova forma de metal, que se revelaria extremamente influente com o passar dos anos. E o Mayhem era a banda central dessa revolução, ao lado do Burzum. A abordagem que Euronymous trouxe para a forma de tocar guitarra, o apelo estético do corpse paint e as performances doentias do vocalista Dead e seus sucessores Attila Csihar e Maniac estabeleram os arquétipos sobre os quais o black metal se desenvolveu. Do outro lado da moeda, o Burzum de Varg Vikernes era possivelmente a banda mais impressionante do período, com uma sonoridade ampla, complexa e rica que impactou gerações. Ou seja: artisticamente, estamos falando de um dos mais criativos momentos da história do heavy metal, que deu ao mundo um novo gênero musical - o black metal - e alterou a forma como a música extrema passou a ser feita.


A questão é que todo esse pacote trouxe junto outros aspectos. A queima de igrejas históricas foi um movimento que nasceu da não aceitação do dogma cristão, que segundo Varg e outros integrantes do Inner Circle - grupo formado pelos principais músicos da cena - havia sepultado a tradição e os deuses nórdicos. A violência exacerbada, que gerou não apenas a morte de Euronymous mas também o suicídio de Dead e homicídios movidos por ódio sexual e racial, também fez parte da cena. Tudo isso é mostrado no filme, sem maiores filtros e sem nenhuma romantização ou idolatria aos nomes envolvidos.

Lords of Chaos é baseado no livro de mesmo nome escrito por Michael Moynihan e Didrik Søderlind, que foi publicado em 1998 e é considerado um dos mais completos documentos sobre o período. No cast temos Rory Culkin (irmão de Macaulay Culkin, do clássico Esqueceram de Mim) como Euronymous, Emory Cohen como Varg Vikernes, Anthony De La Torre como Hellhammer, Jack Kilmer (filho do ator Val Kilmer) como Dead e Valter Skarsgård como Faust (irmão de Bill, o protagonista de It - A Coisa, e Alexander, o Eric de True Blood), entre outros. 

O filme é construído através da narração de Euronymous, que conta a sua vida enquanto os fatos vão acontecendo. Esteticamente, Jonas Åkerlund reconstrói cenários de maneira quase perfeita - é só comparar as fotos clássicas do período com as cenas do filme para perceber o quão profundo foi esse trabalho - e imprime um ritmo contagiante, fazendo com que o espectador não se sinta entediado em nenhum momento. Os fatos vão acontecendo como uma espécie de bola de neve que vai ficando cada vez maior até sair totalmente de controle. E essa saída dos trilhos se dá, de acordo com o que o filme nos conta, especialmente pela imaturidade de seus protagonistas. Todos eram extremamente jovens, com egos inflados, altamente influenciáveis e sedentos por afirmação e reconhecimento, e fizeram de tudo para alcançar seus objetivos, muitos deles não medindo esforços e maneiras para isso.


As atuações dos atores são medianas, mas não comprometem. O diretor trata temas polêmicos como o suicídio sem glamourização alguma - a cena em que Dead tira a própria vida é chocante e deixa um sentimento de vazio em quem assiste. Culkin entrega um Euronymous centralizador e manipulador, um líder do movimento, um cara de visão artística que encontra alguém igual a ele em Varg, um jovem a princípio inseguro mas que vai se transformando com o andamento do filme até se tornar, na prática, a mente principal das ações que marcaram a cena.

Lords of Chaos, assim como o black metal, não é um produto de fácil assimilação. É um filme violento, caricato em algumas passagens, que usa liberdades narrativas para adequar os fatos à linguagem cinematográfica (como fez Bohemian Rhapsody, diga-se de passagem), mas que no fim das contas mostra-se uma obra contundente e cativante. O filme é, em sua essência, uma porta de entrada para o universo sombrio que deu origem ao mitológico black metal norueguês, e não um documento literal sobre o que realmente aconteceu. Por essa razão, se após assisti-lo você tiver curiosidade para saber mais sobre o assunto, procure os vários documentários que estão disponíveis sobre o tema para ter uma visão mais completa sobre os fatos.



Rob Halford está escrevendo sua autobiografia

sexta-feira, março 08, 2019

O vocalista do Judas Priest começou a escrever a sua autobiografia. Segundo Rob Halford, o livro ainda não tem data prevista para publicação, mas contará a sua história de maneira bem detalhada.

"É algo que está em minha cabeça faz tempo. Como você segue em frente na vida e teve uma sorte maravilhosa, fortuna e gratidão por passar 50 anos em uma banda gloriosa como o Judas Priest. O principal ponto é se você quer contar o seu lado da história, ao contrário de algo que foi arrancado de um monte de entrevistas e assim por diante. Por causa do jeito que eu sou e porque eu sou o letrista da banda - um pouco como meu companheiro Bruce Dickinson, do Iron Maiden -, acho que o meu livro vai acabar como O Senhor dos Anéis. Minha infância, adolescência e o lugar onde estou agora, acho que estamos falando de três volumes de puro heavy metal".

Halford também comentou que o Judas Priest tem uma história ideal para ser adaptada para o cinema por Hollywood, semelhante ao que foi feito com Bohemian Rhapsody do Queen e The Dirt do Mötley Crüe. Segundo o vocalista: "O Judas Priest teve uma vida muito interessante. Certamente temos algumas histórias para contar. Tivemos muitos incidentes na estrada, com certeza. Quem poderia ser o Metal God? Eu não tenho ideia. Penso que Rami Malek fez um trabalho fantástico com a personalidade de Freddie, ele tem muito carisma. Mas tenho certeza de que há outro ator lá fora que poderia pegar o couro, os chicotes e as correntes e fazer o meu papel em um filme sobre o Judas Priest".

7 de mar de 2019

Megadeth anuncia graphic novel para comemorar 35 anos de carreira

quinta-feira, março 07, 2019

Celebrando os seus 35 anos de carreira, o Megadeth está lançando, além da compilação Wareheads on Foreheads, uma HQ que complementa a experiência auditiva da coletânea.

Intitulada Death by Design, a graphic novel de 350 páginas foi desenvolvida em parceria com a Heavy Metal Magazine (uma das mais tradicionais publicações de quadrinhos dos Estados Unidos) e traz histórias inspiradas em cada uma das 35 músicas presentes em Wareheads and Forehedas, todas escritas e ilustradas por nomes importantes do mercado de HQs como  Ben Templesmith, Tim Seeley, Alex de Campi, Leah Moore, John Ostrander, Frazer Irving, Dan Fogler, Brian Wood, Joe Keatinge e outros.

Dave Mustaine - vocalista, guitarrista e líder do Megadeth - falou sobre o projeto: "Eu sempre fantasiei sobre o Megadeth fazendo algo tão eletrizante e horripilante. Espero que todos gostem da graphic novel tanto quanto eu gostei de trabalhar com a Heavy Metal para montar tudo para vocês".

O CEO da Heavy Metal Magazine, Jeff Krelitz, também está empolgado com a graphic novel: "Desde que eu tinha idade suficiente para comprar discos, o Megadeth sempre foi uma das minhas bandas favoritas, não apenas pela grande narrativa da música, mas pelo mundo construído através das imagens presentes nas capas dos seus álbuns. Essa oportunidade de unir os dois mundos e contar histórias inspiradas em suas músicas é um privilégio que estamos entusiasmados em apresentar aos fãs".

Death by Design será lançada nos Estados Unidos no dia 5 de junho em quatro edições diferentes, incluindo uma edição com slipcase em couro e 4 LPs transparentes autografados por Mustaine.

Veja abaixo alguns previews da HQ:














Hellion Records lança álbuns do Bang, o Black Sabbath norte-americano, no Brasil

quinta-feira, março 07, 2019

A Hellion Records está lançando três discos do Bang, o Black Sabbath dos Estados Unidos, aqui no Brasil. São eles: Return to Zero (1999), The Maze (2004) e a compilação The Best of Bang (2018).

A banda, que surgiu em 1969 na Philadelphia, é um dos nomes mais cultuados do hard setentista. Seu segundo disco, auto-intitulado, é uma das pérolas perdidas do som pesado dos anos 1970 e a origem da associação com o quarteto liderado por Tony Iommi.

Se você nunca ouviu o som do Bang, a recomendação é ir direto na coletânea. Mas, falando de maneira bem clara, os três itens são imperdíveis, já que certamente não ganharão novas edições nacionais.

Golaço da Hellion!

Tudo sobre Francis, a nova HQ da Darkside Books

quinta-feira, março 07, 2019

Uma bruxa e uma raposa sobrevoam uma floresta. Lá do alto, pouco antes de traçarem seu destino inevitável, elas admiram os contornos do Monte Orfano, uma montanha verdejante que esconde mistérios em cada canto. Juntos, elas criam caos e liberdade, mas até onde podem ir antes da escuridão as alcançar? Reserve um canto especial na estante e separe os melhores ingredientes na bancada para ler Francis, lançado no Brasil pela DarkSide Books.

Ao lado da talentosa quadrinista italiana Jessica Cioffi, que atende pelo nome mágico Loputyn, prepararemos uma poção que vai abrir os caminhos mais sombrios dos corações dos leitores da DarkSide Books. E tudo começa com uma raposa. Anote aí para não esquecer: seu nome é Francis.

Espírito traiçoeiro que reside em cada átomo da montanha, Francis vive em completa solidão. Ao ser conjurado pelos poderes latentes da bruxa Melina, em uma união favorável do destino (ou não), Francis ganha um corpo físico na forma de uma raposa despenteada e uma missão: ajudar a garota na prova mais importante de sua vida para que ela não fracasse. Não demora muito para que Francis questione seus desejos e escolhas, e logo as personalidades mesquinhas e egoístas de ambas entram em sintonia. E, de repente, quebrar mais um pouquinho as regras não parece algo tão errado assim para Melina…


Francis é uma fábula encantada em que doçura e escuridão existem lado a lado. Com seu traço aquarelado, rico em tons pastéis, Loputyn apresenta uma aventura fascinante com elementos mágicos e mostra que todos temos luz e trevas dentro de nós. Loputyn é o nome artístico de Jessica Cioffi que, atualmente, vive e trabalha em Bréscia, na Itália. Frequentou a Academia de Belas Artes de Bergamo, mas dedicou-se, como autodidata, aos quadrinhos e à ilustração. Em 2015, publicou sua primeira história em quadrinhos, Cotton Tales, um conto de fadas vitoriano, e, em 2016, uma coletânea com suas ilustrações preferidas.

Com um estilo que referencia a moda lolita e faz o leitor mergulhar em um sonho quase etéreo, Francis é uma história sobre entender que sua trajetória pode não ser aquela que você imaginava, e como descobrir sua identidade é um processo tão íntimo que magia alguma pode acelerar ou alterar. Francis é o quadrinho perfeito para os fãs da série Sabrina, da saudosa revista W.i.t.c.h, mangás da CLAMP e os livros da linha DarkLove. E Loputyn, um talento para admirar e acompanhar. A DarkSide Books trouxe ao Brasil uma fábula para folhear muitas e muitas vezes, apenas para ter mais um gostinho desse mundo de sonhos, pois cada quadro é um espetáculo à parte. Pronto para mergulhar no mundo sombrio de Francis e beber suas poderosas poções?

IL BAR DEL FUMETTO:
“Loputyn é um talento local para acompanhar e manter um olho, e, acima de tudo, para se orgulhar.”

EVERPOP BLOG:
“A beleza desta história em quadrinhos é revelada com ilustrações encantadoras, que dão vida a quadros, no mínimo, deslumbrantes.”

SPETTACOLI CULTURA EVENTI:
“Francis é uma história capaz de narrar as dificuldades de crescimento, de escolher não só seu próprio caminho, mas sua identidade.”



Ficha Técnica:
Título | Francis
Autora | Loputyn
Tradutora | Maria Clara Carneiro
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 96 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 21 x 30 cm
ISBN | 978-85-9454-141-3

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Fonte: Darkside Books

Como surgiu o nome do ZZ Top?

quinta-feira, março 07, 2019

Durante uma entrevista para a Ultimate Classic Rock Nights, Billy Gibbons falou sobre a origem do nome ZZ Top. Segundo o guitarrista e vocalista, tudo começou em 1969 na sala de estar da banda antes de Dusty Hill e Frank Beard se juntarem ao grupo.

"Tínhamos no nosso pequeno apartamento uma sala de estar que era decorada com aquelas cores imitando um arco-íris, que você pegava na lista telefônica relacionando quem estaria na cidade."

Enquanto todos olhavam os pôsteres, Gibbons disse que eles se tocaram que a maioria dos nomes começava com as iniciais - O.V. Wright, D.C. Bender, e é claro, B.B. King - e no fim da lista em ordem alfabética estava Z.Z. Hill.

Billy se recorda de dizer, "Pô, ZZ e King, que grande ideia!" Mas então percebeu que ZZ King era muito parecido com B.B. King, e pensou: "King está no topo. Beleza, então vai ser ZZ Top."

E o resto é história.

Ouça "Lo/Hi", primeira música do The Black Keys em cinco anos

quinta-feira, março 07, 2019

O The Black Keys surpreendeu ao liberar nesta quinta-feira a inédita "Lo/Hi", primeira música inédita da banda em cinco anos. O duo formado pelo vocalista e guitarrista Dan Auerbach e pelo baterista Patrick Carney entrou em um hiato após Turn Blue, álbum que foi lançado em 2014.

Um dos mais festejados nomes do rock da década de 2000, o The Black Keys possui oito discos no currículo e está cotado para participar da edição que comemorará o cinquentenário do lendário festival de Woodstock.


E não, ainda não há informação se a banda lançará um novo disco ou se a faixa é apenas um single isolado.


Ouça abaixo:


Novo álbum do Arctic Monkeys não demorará tanto para sair quanto o último

quinta-feira, março 07, 2019

O baterista do Arctic Monkeys, Matt Helders, falou ao Music Feeds sobre os planos futuros da banda, e foi questionado sobre se o grupo demorará mais cinco anos para lançar um novo álbum, tempo que se passou entre o penúltimo disco, AM (2013), e o último lançamento, Tranquility Base Hotel & Casino (2018):

"Eu acho que não. Acho que este tempo foi necessário por muitas circunstâncias e foi o que precisávamos neste momento. Mas não é um padrão que queremos seguir como banda. Nós gostamos de estar no estúdio. Nós gostamos de fazer álbuns". 

O Arctic Monkeys passará pelo Brasil em 2019, tocando no Lollapalooza, em São Paulo, e um show solo no Rio de Janeiro (3 de abril, na Jeunesse Arena).

Fonte: Omelete

Rádios retiram músicas de Michael Jackson da programação após exibição de documentário

quinta-feira, março 07, 2019

Após a exibição de Deixando Neverland, documentário sobre as acusações sexuais contra Michael Jackson, nos EUA, três rádios de Montreal tiraram as músicas do cantor da programação. Dividido em duas partes, o filme traz relatos de Wade Robson e James Safechuck de que o cantor os teria molestado na infância.

Um porta-voz da Cogeco Media, empresa proprietária das estações, explicou: "Nós estamos atentos aos comentários dos nossos ouvintes e o documentário lançado no último domingo gerou reações. Nós preferimos nos preservar da situação removendo as músicas de nossas estações por enquanto". 

Depois do comunicado, a Variety entrou em contato com estações de rádio nos EUA para entender se o movimento será seguido no país. Segundo a Comulus, a segunda maior estação dos EUA, as músicas não serão retiradas porque a rádio "nunca foi a favor de censura". 

No Brasil, o filme terá sua primeira parte exibida em 16 de março, às 20h, e a parte final no dia seguinte, também às 20h, no canal HBO. 

Fonte: Omelete

6 de mar de 2019

Mastodon regrava "Stairway to Heaven" em memória a falecido manager

quarta-feira, março 06, 2019

O Mastodon prestará uma homenagem ao seu falecido manager, Nick John, no próximo Record Store Say. A banda norte-americana lançará o vinil Starway to Nick John, que traz uma releitura da mais do que clássica "Stairway to Heaven", hino imortal do Led Zeppelin, em memória ao empresário.

O disco terá prensagem limitada a 1.500 cópias em vinil de 10 polegadas, trará a versão de estúdio no lado A e a ao vivo no lado B e estará à venda somente durante o Record Store Day, que este ano acontecerá no dia 13 de abril.

Nick John foi manager do Mastodon por quase toda a carreira do quarteto e faleceu em 12 de setembro de 2018, vítima de um câncer no pâncreas. Apontado pelos músicos como o "pai da banda", John tinha como bandas favoritas o Led Zeppelin e o Gojira. O grupo tocou uma versão de "Stairway to Heaven" no funeral de John, descobriu que ela foi gravada e decidiu também registrar uma versão em estúdio para a música. Toda a renda com a venda do LP será destinada à Hirshberg Foundation, que realiza pesquisas sobre o câncer de pâncreas.

Venom lança box comemorando 40 anos de carreira

quarta-feira, março 06, 2019

Seminal na criação e disseminação do metal extremo, o trio inglês Venom surgiu em Newcastle em 1979 e influenciou nomes como Metallica, Celtic Frost, Mayhem, Behemoth e dezenas outras bandas fundamentais para o heavy metal.

Celebrando quatro décadas de carreira, o grupo anunciou o lançamento do box In Nomine Satanas. A caixa chegará às lojas dia 31 de maio e trará todos os discos que saíram pela Neat Records, primeira gravadora da banda: Welcome to Hell, Black Metal, At War With Satan, Possessed e o ao vivo Eine Kleine Nachtmusik. Os discos foram remasterizados e trazem artes, pôsteres e encartes idênticos aos de suas clássicas primeiras edições. Além disso, contam com LPs coloridos e um livro que conta a história do grupo. O box vem também com o compacto de 7 polegadas de "Bloodlust" a o duplo Sons of Satan, que traz material raro e não lançado pelo Venom.

Pete Townshend anuncia novo livro

quarta-feira, março 06, 2019

Pete Townshend, guitarrista do The Who,  anunciou o lançamento de seu primeiro romance, The Age of Anxiety, que chegará às livrarias em 5 de novembro.

O livro, de acordo com Townshend, fala de duas famílias londrinas ao longo de duas gerações e o julgamento e tribulações de suas vidas. “Há dez anos, decidi criar uma obra que combinasse ópera, instalação de arte e romance”, disse o músico. “De repente aqui estou com um romance pronto para publicar. Sou um leitor ávido e gostei muito de escrevê-lo. Eu também estou feliz em dizer que há uma música finalizada, pronta para ser lançada e apresentada. O que é muito excitante”.

A editora Hachette Books chamou o livro no comunicado de lançamento de “um grande romance de rock” ao abordar a loucura do negócio da música e mostrar a criatividade de Townshend.


O guitarrista vem comandando a produção do próximo álbum de estúdio do The Who. Ele está trabalhando desde o início do mês passado com o produtor Dave Sardy no British Grove,  estúdio em Londres de propriedade de Mark Knopfler, do Dire Straits. Todo o processo de gravação com os músicos vem sendo mostrado na internet através de vídeos publicados pelo site do The Who. O músico revelou que o  grupo já criou duas novas músicas chamadas “Detour” e “‘Beads on One String”, que nasceram no início da dificuldade na qual eles se encontraram de criar material novo para uma banda que tem mais de meio século de história. “Sério, tentar fazer um disco que soa como um álbum do The Who, e ainda assim ser bom o suficiente para chamar a atenção de alguém que navega através de um monte de músicas online, é um desafio”, comentou em um dos vídeos disponibilizados. Mas Townshend explica que eles não pensam muito nisso, porque enquanto estão produzindo algo novo muita coisa está em processo de transição no mercado da música.

Me disseram que a maioria das pessoas só ouve os primeiros dois a cinco segundos de uma faixa digital antes de seguir em frente. Portanto, uma forma de se conectar com essas pessoas seria usar uma amostra antiga de algo que todos já conhecem. Se fosse isso mesmo, todas as faixas do próximo álbum teriam que começar com a guitarra de ‘Pinball Wizard'”, brincou o músico.

Documentário conta a vida de Randy Bachman, guitarrista do Guess Who e do Bachman-Turner Overdrive

quarta-feira, março 06, 2019

O canadense Randy Bachman é um dos caras que ajudaram a definir o rock and roll nas décadas de 1960 e 1970. Membro fundador das bandas The Guess Who e Bachman-Turner Overdrive, ele ganha um documentário que vai explorar sua arte criativa.

Dirigido por John Barnard, o filme de 78 minutos leva o nome de Bachman e já havia sido anunciado no ano passado, no entanto, não tinha uma data de estreia definida. Agora, seus produtores anunciaram que chegará às plataformas digitais (iTunes, Amazon Prime Video e Google Play) e ao mercado no formato de DVD em 26 de março.


O grande destaque desse documentário fica por conta das aparições de grandes representantes do rock que falam a respeito de Bachman. Neil Young, Peter Frampton e Alex Lifeson são alguns deles, além do colega de Bachman-Turner Overdrive, o vocalista e baixista Fred Turner.


Em 1974, Bachman-Turner Overdrive foi uma das maiores bandas do mundo e começou a influenciar gerações. Agora essa incrível história será contada”, diz a produtora Farpoint Films em comunicado à imprensa.


No player abaixo você confere o trailer:


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