6 de abr de 2019

HBO transmitirá especial sobre o Rock and Roll Hall of Fame 2019

sábado, abril 06, 2019

A HBO divulgou o trailer do especial sobre o Rock and Roll Hall of Fame, que será transmitido pelo canal no dia 27 de maio. Ainda não há confirmação se no Brasil a data será a mesma, mas geralmente a emissora não demora muito para trazer esse tipo de material também para os assinantes brasileiros.

Foram induzidos no Rock and Roll Hall of Fame em 2019 The Cure, Def Leppard, Janet Jackson, Stevie Nicks, Radiohead, Roxy Music e The Zombies, que foram apresentados ao público por nomes como Brian May, David Byrne, Janelle Monae, Trent Reznor e Harry Stiles.

Assista ao trailer abaixo:

5 de abr de 2019

Review: Cancer – Shadow Gripped (2018)

sexta-feira, abril 05, 2019


Formado no final da década de 1980 na cidade de Telford, a Inglaterra, o Cancer é um dos nomes cultuados do death metal britânico. Pouco conhecido pelo público em geral, porém dono de uma audiência fiel entre os apreciadores do gênero. Após um hiato de dez anos, a banda voltou à atividade em 2013 e esse retorno viu o seu primeiro fruto inédito em 2018, com o lançamento do sexto álbum do grupo, Shadow Gripped.

O disco marca a volta da formação original – John Walker (vocal e guitarra), Ian Buchanan (baixo) e Carl Stokes (bateria) – e traz um som com pegada old school. A música do Cancer é pesada e agressiva, porém sem o virtuosismo técnico que tomou conta do death metal nos últimos anos. O negócio dos caras é tocar de maneira agressiva e repleta de peso, com andamentos que não descambam para os blast beats alucinados e coisas do tipo. Vocal gutural, bons riffs e pancadaria onipresente são os ingredientes principais, formando uma música cativante e que certamente agradará os fãs de death metal saudosos pelo sonoridade do estilo nos anos 1990.

O disco ganhou uma edição nacional pela Hellion Records, então se você curte a banda e um death com pegada mais old school, tem tudo pra gostar de Shadow Gripped.

Rolling Stones anunciam ao vivo gravado durante a turnê de Bridges to Babylon

sexta-feira, abril 05, 2019

Os Rolling Stones lançarão dia 21 de junho um novo material ao vivo. Bridges to Bremen foi gravado dia 2 de setembro de 1998 no Weserstadion, em Bremen, na Alemanha, durante a turnê de Bridges to Babylon (1997). Este será o vigésimo-sétimo álbum ao vivo da lendária banda inglesa.

Bridges to Bremen será disponibilizado em LP triplo, CD duplo + DVD, CD duplo + Blu-ray, Blu-ray e DVD. As versões em vídeo terão faixas bônus gravadas no show que a banda fez no estádio Soldier Field, em Chicago, em 1997.


Abaixo você confere o tracklist e o promo que a banda disponibilizou:

1. (I Can’t Get No) Satisfaction

2. Let’s Spend the Night Together
3. Flip the Switch
4. Gimme Shelter
5. Anybody Seen My Baby?
6. Paint It Black
7. Saint of Me
8. Out of Control
9. Memory Motel
10. Miss You
11. Thief in the Night
12. Wanna Hold You
13. Its Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)
14. You Got Me Rocking
15. Like a Rolling Stone
16. Sympathy for the Devil
17. Tumbling Dice
18. Honky Tonk Women
19. Start Me Up
20. Jumpin’ Jack Flash
21. You Can’t Always Get What You Want
22. Brown Sugar

BONUS PERFORMANCES FROM SOLDIER FIELD, CHICAGO


1. Rock and a Hard Place
2. Under My Thumb
3. All About You
4. Let It Bleed

Slash fala sobre a experiência de tocar novamente no Guns N’ Roses

sexta-feira, abril 05, 2019


Em entrevista recente, Slash comentou como foi voltar a tocar com o Guns N’ Roses nos primeiros shows da turnê, que aconteceram no Troubadour em West Hollywood, na California, em abril de 2016.

Segundo o guitarrista: “Foi impressionante tocar com o Guns N’ Roses novamente. E foi realmente muito legal. Porque se passou um longo tempo desde a última vez que havíamos tocado juntos, 22 anos pra ser mais exato. Obviamente toquei com o Duff durante esse período, mas há uma certa dinâmica que só acontece quando nós três estamos juntos. Foi incrível, uma ótima experiência”.

O Guns N’ Roses voltará aos palcos em setembro para tocar em um festival norte-americano e os músicos estão trabalhando em novas composições para um disco inédito da banda, que deve sair em 2020. Já Slash está chegando ao Brasil para uma turnê por 8 cidades, que acontecerá durante o final de maio e o início de junho.

O último álbum do Guns a contar com o trio Axl Rose, Slash e Duff McKagan foi The Spaguetti Incident?, disco de covers lançado em 1993. Já o trabalho mais recente da banda é Chinese Democracy, que saiu em 2008.

4 de abr de 2019

Ozzy cancela todos os shows de 2019 após sofrer queda em casa

quinta-feira, abril 04, 2019


Após sofrer uma queda em sua casa, Ozzy Osbourne cancelou todos os shows que estavam marcados para 2019. O vocalista estava se recuperando da pneumonia que o levou a ser internado na UTI há poucas semanas, e o seu quadro físico já não era dos melhores. A queda agravou os ferimentos que Ozzy sofreu ao se envolver em um acidente com um triciclo em 2003, onde fraturou a clavícula, oito costelas e uma vértebra do pescoço. As datas canceladas serão reprogramadas a partir de fevereiro de 2020.

Ozzy comentou o cancelamento da tour: “Não posso acreditar que vou precisar remarcar mais datas da turnê. Palavras não podem expressar o quão frustrante é isso. Sou grato pelo amor e apoio que estou recebendo da minha família, minha banda, amigos e fãs. É isso que realmente está me mantendo e fazendo seguir em frente. Estou melhorando a cada dia e vou me recuperar completamente. Vou terminar essa turnê. Eu voltarei!”.

Meu sentimento é de que tem mais coisas acontecendo nessa história e que não estão sendo reveladas ao público. Traduzindo: me parece que o estado de saúde de Ozzy é mais complicado do que está sendo divulgado.

John Michael Osbourne completou 70 anos em dezembro passado. Vamos torcer para que ele se recupere totalmente.

The Darkness anuncia novo disco

quinta-feira, abril 04, 2019

O The Darkness lançará o seu sexto disco no dia 4 de outubro. Easter is Cancelled sairá pelo selo Cooking Vinyl e é o sucessor de Pinewood Smile (2017). O trabalho será disponibilizado em CD, LP, K7 e nos formatos digitais.

A banda publicou um vídeo bem no seu estilo, com bastante humor, anunciando o álbum. Assista abaixo:

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 2003

quinta-feira, abril 04, 2019

O ano em que o The White Stripes conquistou o mundo com o último grande hino do rock, a imortal “Seven Nation Army”.

No pop, vimos a chegada de Beyoncé, o Outkast virando o hip-hop de cabeça para baixo e a dupla 50 Cent e The Black Eyes Keys empilhando hits.

Já no metal foi a vez do Iron Maiden mostrar que tinha voltado para ficar, do Metallica cometer o pior disco da sua carreira, do Dream Theater mergulhar em seu lado sombrio e do Opeth seguir alçando vôos cada vez mais altos.

Os principais fatos do ano foram:

- no dia 13/01, Pete Townshend foi preso acusado de possuir e produzir imagens indecentes de menores. Em sua defesa, o músico alegou que as imagens foram fruto de pesquisas para a sua autobiografia, já que ele também sofreu abuso quando era criança

- no dia 31 de janeiro foi lançado o clipe da música “Hurt”, versão de Johnny Cash para a composição do Nine Inch Nails. A canção é considerada o testamento musical de Cash, que sofria de diabetes e possuía uma saúde debilitada há anos. Johnny Cash faleceria pouco mais de nove meses depois, no dia 12 de setembro

- atendendo a um chamado na noite do dia 03/02, a polícia encontrou o corpo da atriz Lana Clarkson na casa do produtor Phil Spector, que foi preso acusado de homicídio. Em 2009, Spector foi condenado a 19 anos de prisão. Ele cumpre pena em uma prisão na California

- Robert Trujillo foi anunciado como novo baixista do Metallica no dia 24 de fevereiro. O músico foi revelado pelo Suicidal Tendencies e passou também pelo Infectious Groove e Black Label Society e pelas bandas de Jerry Cantrell e Ozzy Osbourne


- Meteora, segundo álbum do Linkin Park, estreou no primeiro lugar da Billboard no dia 24 de março. O disco vendeu mais de 27 milhões de cópias em todo o mundo

- no dia 28 de abril a Apple abriu a iTunes Music Store, com mais de 200 mil músicas para download ao custo de U$ 99 centavos a unidade. Só na primeira semana, mais de 1 milhão de músicas foram vendidas. Com o passar dos anos, o iTunes se consolidou como uma das principais plataformas para o comércio de música digital no planeta

- com 40 anos de atraso, a Rússia finalmente assistiu a um show de um Beatle. Paul McCartney tocou na Praça Vermelha no dia 24 de maio, e o material foi lançado em setembro em todo o mundo com o título de Paul McCartney in Red Square

- no dia 14 de junho chegou às lojas dos Estados Unidos o primeiro disco de Beyoncé. Dangerously in Love vendeu mais de 20 milhões de cópias e chegou ao primeiro lugar em dez países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha

- após um hiato de seis anos, o Lollapalooza voltou a acontecer no dia 5 de julho, tendo com atrações o Jane’s Addiction, Audioslave, Incubus e Queens of the Stone Age

- o Judas Priest anunciou o retorno de Rob Halford no dia 11 de julho. O vocalista havia deixado a banda em 1992

- no dia 30 de julho, um público de mais de 450 mil pessoas assistiu Rolling Stones, AC/DC, Rush, Justin Timberlake, Flaming Lips e The Guess Who em um show beneficente realizado em Toronto, no Canadá. O material foi lançado em DVD em 2004 e tem entre os seus melhores momentos os irmãos Angus e Malcolm Young tocando ao lado dos Stones

- seguindo os passos da iTunes Store, o Napster lançou o seu serviço pago no dia 29 de outubro, oferecendo o download de músicas a U$ 99 centavos a unidade

- Michael Jackson lançou a compilação Number Ones no dia 18 de novembro. O disco vendeu mais de 8 milhões de cópias em todo o mundo

- no dia 08/12, Ozzy Osbourne sofreu um sério acidente enquanto pilotava um triciclo na Inglaterra. O vocalista fraturou a clavícula, oito costelas e uma vértebra do pescoço

- Mick Jagger foi condecorado como Sir em 12 de dezembro, em cerimônia conduzida pelo Príncipe Charles e realizada no Palácio do Buckingham


Foram formadas em 2003 bandas como Adler’s Appetite, Airbourne, Animal Collective, Baroness, Bloc Party, Born of Osiris, Diablo Swing Orchestra, Job for a Cowboy, Juliette and the Licks, Parkway Drive, Powerwolf, Radio Moscow, Scars of Broadway, Skeletonwitch, The Sword, Voodoo Six e Wardruna, entre outras. Encerraram atividades durante o ano nomes como Ark, Armored Saint, Bee Gees, Blur, Coal Chamber, The Cranberries, Godspeed You! Black Emperor, Immortal, Modern Talking, Pantera, Quiet Riot, Rollins Band, Suede, Vio-lence e Winger. Retornaram em 2003 o The Stooges e o Edge of Sanity.

Faleceram durante o ano Maurice Gibb (12/01), Sabotage (24/01), Celly Campelo (04/03), Edwin Starr (02/04), Nina Simone (21/04), Noel Redding (11/05), June Carter Cash (15/05), Barry White (04/07), Benny Carter (12/07), Compay Segundo (13/07), Celia Cruz (16/07), Sam Philips (30/07), Warren Zevon (07/09), Johnny Cash (12/09), Robert Palmer (26/09), Elliott Smith (21/10), Tony Thompson (12/11) e Rubén González (08/12).

Foram induzidos ao Rock and Roll Hall of Fame em 2003:

AC/DC
The Police
The Clash
Evis Costello & The Attractions
The Righteous Brothers

Os vencedores das principais categorias da 45ª edição do Grammy foram:

Gravação do Ano: “Don’t Know Why”, de Norah Jones
Álbum do Ano: Come Away With Me, de Norah Jones
Canção do Ano: “Don’t Know Why”, de Norah Jones
Revelação: Norah Jones


No Video Music Awards, os principais vencedores foram:

Vídeo do Ano: “Work It”, de Missy Elliott
Vídeo Masculino: “Cry Me a River”, de Justin Timberlake
Vídeo Feminino: “Crazy in Love”, de Beyoncé
Vídeo de Banda: “The Scientist”, do Coldplay
Vídeo de Novo Artista: “In da Club”, de 50 Cent
Vídeo Pop: “Cry Me a River”, de Justin Timberlake
Vídeo Rock: “Somewhere I Belong”, do Linkin Park
Vídeo R&B: “Crazy in Love”, de Beyoncé
Vídeo Rap: “In da Club”, de 50 Cent
Vídeo Hip-Hop: “Work It”, de Missy Elliott

Os vencedores de álbum do ano nas principais revistas de música do período foram:

Humo: Elephant, do The White Stripes
Iguana: Unchained, de Johnny Cash
Kerrang!: Permission to Land, do The Darkness
Les Inrock: Elephant, do The White Stripes
Metal Hammer: Through the Ashes of Empires, do Machine Head
Mojo: Elephant, do The White Stripes
NME: Elephant, do The White Stripes
OOR: Elephant, do The White Stripes
Q Magazine: Elephant, do The White Stripes
Rolling Stone: Spearkerboxxx/The Love Below, do Outkast
SPIN: Elephant, do The White Stripes
Terrorizer: Choronzon, do Akercocke
The Face: Elephant, do The White Stripes
Uncut: The Wind, de Warren Zevon


Os cinco maiores hits do ano foram “In da Club” de 50 Cent, “Crazy in Love” de Beyoncé, “Baby Boy” de Beyoncé, “Hey Ya” do Outkast e “Seven Nation Army” do The White Stripes.

Também fizeram muito sucesso durante o ano as seguintes músicas:

“21 Questions” e “P.I.M.P.”, de 50 Cent
“Admirável Chip Novo” e “Equalize”, da Pitty
“American Life”, de Madonna
“Are You Gonna Be My Girl”, do Jet
“Behind Blue Eyes”, do Limp Bizkit
“Bring Me to Life”, “Going Under” e “My Immortal”, do Evanescence
“Cannonball”, de Damien Rice
“Diamonds on the Inside”, de Ben Harper
“Did My Time”, do KoRn
“Dois Rios”, do Skank
“Feel Good Time” e “Trouble”, da Pink
“Fighter”, da Christina Aguilera
“Hey Mama” e “Where is the Love?”, do The Black Eyed Peas
“Hit That”, do The Offspring
“I Believe in a Thing Called Love”, do The Darkness
“Me Against the Music”, da Britney Spears e Madonna
“Me Myself and I” e “Naughty Girl”, da Beyoncé
“Numb”, do Linkin Park
“Reptilia”, do The Strokes
“Roses” e “The Way You Move”, do Outkast
“St. Anger”, do Metallica
“Super Duper Love”, da Joss Stone
 “White Flag”, da Dido

Segundo dados oficiais do sistema Soundscan da Nielsen, estes foram os discos mais vendidos no mercado norte-americano em 2003:

1 50 Cent – Get Rich or Die Tryin’ – 6.535.809 cópias
2 Norah Jones – Come Away with Me – 5.137.468 cópias
3 Linkin Park – Meteora – 3.478.361 cópias
4 Evanescence – Fallen – 3.364.738 cópias
5 Outkast – Speakerboxxx/The Love Below – 3.089.849 cópias
6 R. Kelly – Chocolate Factory – 2.939.536 cópias
7 Beyoncé – Dangerously in Love – 2.527.485 cópias
8 Hilary Duff – Metamorphosis – 2.405.544 cópias
9 Toby Keith – Shock’n Y’all – 2.324.437 cópias
10 Coldplay – A Rush of Blood to the Head – 2.183.997 cópias


Mantendo a mesma metodologia dos anos anteriores, realizamos uma pesquisa em levantamentos similares publicados nos mais diversos veículos com o objetivo de identificar os discos mais significativos do ano, chegando a 122 títulos pré-selecionados. Feito isso, submetemos cada um desses álbuns às notas atribuídas a eles por revistas e sites especializados em música, lançamos em nossa planilha e chegamos ao resultado abaixo.

Com vocês, os melhores discos lançados em 2003 (apenas álbuns de estúdio, pois como é padrão nesse tipo de lista, álbuns ao vivo e compilações não entram):

50 Marcelo D2 – À Procura da Batida Perfeita
49 King Crimson – The Power  to Believe
48 The Decemberists – Her Majesty
47 The Strokes – Room of Fire
46 Black Label Society – The Blessed Hellride
45 Mike Oldfield – Tubular Bells 2003
44 Cat Power – You Are Free
43 Gojira – The Link
42 The Black Keys – Thickfreakness
41 Muse – Absolution
40 Richie Kotzen – Change
39 Anathema – A Natural Disaster
38 Joe Strummer & The Mescaleros – Streetcore
37 The Darkness – Permission to Land
36 Killing Joke – Killing Joke
35 Los Hermanos – Ventura
34 Sufjan Stevens – Michigan
33 Soilwork – Figure Number Five
32 Sun Kill Moon – Ghosts of the Great Highway
31 Nevermore – Enemies of Reality
30 Skank – Cosmotron
29 Dream Theater – Train of Thought
28 Pitty – Admirável Chip Novo
27 Machine Head – Through the Ashes of Empires
26 Maria Rita – Maria Rita
25 Anthrax – We’ve Come for You All
24 The Gathering – Souvenirs
23 Sleep – Dopesmoker
22 Evergrey – Recreation Day
21 Ben Harper – Diamonds on the Inside
20 Iron Maiden – Dance of Death
19 Beyoncé – Dangerously in Love
18 Katatonia – Viva Emptiness
17 The Allman Brothers Band – Hittin’ the Note
16 Arch Enemy – Anthems of Rebellion
15 Enslaved – Below the Lights
14 Jay-Z – The Black Album
13 Drive-By Truckers – Decoration Day
12 Riverside – Out of Myself
11 The Mars Volta – De-Loused in the Comatorium
10 Joss Stone – The Soul Sessions
9 Opeth – Damnation
8 The Thrills – So Much for the City
7 Kamelot – Epica
6 Josh Rouse – 1972
5 Dimmu Borgir – Death Cult Armageddon
4 Masterplan – Masterplan
3 Grandaddy – Sumday
2 Outkast – Speakerboxxx / The Love Below
1 The White Stripes – Elephant

Com base na lista acima, os melhores discos de 2003 na minha opinião foram esses:

1 The Thrills – So Mucf for the City
2 Josh Rouse – 1972
3 Joss Stone – The Soul Sessions
4 The White Stripes – Elephant
5 Iron Maiden – Dance of Death
6 Arch Enemy – Anthems of Rebellion
7 The Allman Brothers Band – Hittin’ the Note
8 Ben Harper – Diamonds on the Inside
9 Machine Head – Through the Ashes of Empires
10 The Black Keys – Thickfreakness

Abaixo você confere uma playlist com as músicas mais representativas e os maiores hits do ano. E nos comentários queremos saber quais foram os melhores discos de 2003 na sua opinião:

3 de abr de 2019

O que eu li em março

quarta-feira, abril 03, 2019


Março foi um mês bastante produtivo para a leitura. Ao todo, li 21 HQs durante os 31 dias do mês, uma boa média e que me proporcionou ótimos momentos, doses de diversão e também questões que me fizeram pensar.

Abaixo estão breves comentários sobre cada uma dessas leituras.


Alias é algo único dentro da cronologia da Marvel. Das capas de David Mack ao texto de Brian Michael Bendis, passando pela arte de Michael Gaydos e pela colorização de Matthew Hollingsworth, não existe nada igual na editora. A saga da ex super-heroína e detetive particular Jessica Jones é crua, na cara. Sua história é contada sem filtros e sem cortes. É um roteiro pesado, cheio de assuntos delicados e que cativa justamente por ser algo que não se espera encontrar em uma revista da Marvel. Em suma, trata-se de um trabalho brilhante e o ponto alto de todos os nomes envolvidos. Quem diz que histórias em quadrinhos e super-heróis são feitos para crianças, certamente nunca ouviu falar de Alias.


Este terceiro e último volume conclui a chamada fase clássica de Jessica Jones, publicada no início dos anos 2000 pela Marvel. Aqui, Brian Michael Bendis revela enfim o que aconteceu no tão atribulado passado de Jessica, apresentando ao mundo o sádico Killgrave e sua relação com a heroína. É uma história densa, profunda e em certos momentos até mesmo doída, onde nos sensibilizamos com os problemas de Jessica e vemos o quanto a personagem é uma das mais humanas figuras já concebidas pela Marvel. Excelente e emocionante!


Publicado pelo selo Max, onde a Marvel focou em histórias mais adultas e sem tantas amarras com sua cronologia e padrões de censura, Poder Supremo é um soco no estômago. É a Marvel se inspirando nos personagens clássicos da Liga da Justiça (Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde e Aquaman) e dando uma interpretação extremamente crua e realista a esses ícones. A HQ possui uma forte carga política, críticas à busca infinita de poder e controle perpetrada pelos Estados Unidos e traz um belo exercício de imaginação sobre como seria o mundo se seres superpoderosos realmente existissem. A única crítica é o final abrupto, deixando diversas pontas soltas e sem solução. Mesmo assim, vale muito a leitura.


Adorei a série Umbrella Academy, e isso me motivou a ir atrás das HQs, publicadas no Brasil pela Devir. Alguns pontos chamam a atenção em relação às duas mídias: enquanto na série a história é contada de forma mais linear, no quadrinho o ritmo é mais intenso e, em certos aspectos, um tanto quanto atropelado (essa sensação pode ter sido causada pelo fato de o meu primeiro contato com a história ter sido através da série). Em compensação, a HQ explica melhor pontos que a série só deixou no ar e não se aprofundou muito, como a origem do Sr. Hargreeves, por exemplo. Além disso, a arte de Gabriel Bá está extremamente estilizada, o que imprime um aspecto ainda mais surrealista para a história criada por Gerard Way. E a edição da Devir é linda graficamente, vale a pena.


O segundo encadernado (e até agora último) de Umbrella Academy possui um ritmo mais moderado que o frenético primeiro volume, e mostra a família disfuncional de crianças/adultos superpoderosos envolvidos no assassinato de John F. Kennedy. Mais revelações sobre os personagens são apresentadas, principalmente sobre o número 5 e Klaus, fatos esses que aprofundam a relação do leitor com a trama. A arte de Gabriel Bá está de cair o queixo, experimental, expressiva e estilizada na medida certa, com direito a páginas duplas simplesmente espetaculares. Uma ótima leitura!


Poucas HQs conversam com a nova geração como The Wicked + The Divine. A obra de Kieron Gillen e Jamie McKelvie não tem como público alvo o leitor veterano de super-heróis, mas sim jovens adolescentes que estão descobrindo o mundo e vivendo as experiências que estão moldando suas vidas e personalidades, aqui e agora. A trama gira em torno de um panteão de deuses e divindades milenares que reencarnam de 90 em 90 anos, transformam seus hospedeiros em celebridades mundiais e morrem dois anos depois. É uma crítica inteligente e muito bem escrita ao culto instantâneo e à busca incessante pela fama, deixando de lado tudo que realmente importa em troca de um breve momento sobre os holofotes. A arte é incrível, as cores são ácidas, cítricas e vibrantes, e a diagramação traz experimentações frequentes. Os dois primeiros volumes são excelentes, e o terceiro cai um pouco, principalmente pela variação de artistas, já que McKelvie não consegui desenhar todas as edições que compõe o terceiro encadernado. The Wicked + The Divine é ótima, uma HQ totalmente diferente das que habitam as bancas e livrarias brasileiras. Mas como não está sendo publicada por uma grande editora como a Panini ou por alguma outra super hypada, vejo pouca gente comentando. O trabalho da Geektopia, selo da Novo Século dedicado aos quadrinhos, é muito bom e merece ser conferido. Leia já!


Aqui começa a nova fase dos Vingadores, com roteiros do sempre ótimo Jason Aaron. A Marvel inseriu uma equipe de Vingadores que viveu há um milhão de anos atrás, equipe essa formada por ancestrais e antecessores de personagens atuais. Personagens esses que precisam resolver as consequências de ações tomadas em um longuíssimo passado, e não por eles. O texto é bem escrito como de praxe, e a arte de Ed McGuinness, apesar de meio bizarra na capa, no interior da revista está mais contida e não compromete. Essa edição marca também o início de um novo padrão gráfico nas revistas mensais da Marvel aqui no Brasil, com acabamento muito melhor, capa cartão e papel couchê. Vale a leitura!


Jean Grey é a minha personagem preferida da Marvel. Por isso, ler essa história foi uma experiência emocionante. Eu sei que a morte foi banalizada pela editora, que criou o hábito de matar um personagem e, pouco depois, trazê-lo de volta em uma edição especial pelo dobro do preço. Porém, Jean estava fora do universo Marvel desde o início dos anos 2000, quando Grant Morrison a tirou de circulação durante a sua passagem pelos X-Men. Esse encadernado constrói uma história em ritmo lento, com as peças se encaixando pouco a pouco, e com bem-vindos toques sobrenaturais e sutis referências a filmes de terror. A arte muda a cada edição, mas todas mantém uma regularidade, e o estilo artístico é dado pelas mãos mágicas de Leinil Francis Yu. Gostei muito do roteiro de Matthew Rosenberg e me surpreendi positivamente com essa história. A parte final é de arrepiar qualquer leitor dos X-Men. Bem-vinda de volta, Jean 🔥


O segundo encadernado do Capitão América escrito por Mark Waid mantém a pegada do primeiro volume, focando em viagens temporais e futuros utópicos. Aqui, acompanhamos Jack Rogers, um descendente de Steve, que descobre uma conspiração envolvendo o soro do supersoldado e precisa enfrentar um velho inimigo do Capitão América original. A intenção de Waid é claramente homenagear o personagem utilizando referências de seu passado, mas na prática o que temos é uma história que não impacta em nada a cronologia do personagem e é totalmente dispensável.


Mais um excelente volume da coleção Graphic MSP. Em Entropia, vemos a relação do Astronauta com a garota Isa, apresentada no volume anterior, se fortificar enquanto ambos desvendam um mistério e vivem aventuras pelo caminho. A arte de Beyruth está de cair o queixo, realmente incrível, e a história faz desse um dos melhores volumes da saga, que já conta com quatro encadernados. E vem um quinto por aí ...


Beowulf é a adaptação para os quadrinhos do clássico poema que deu origem à literatura inglesa. O grande destaque é a arte incrível de David Rubín, que, aliada a uma narrativa visual muito azeitada, imprime um ritmo vertiginoso para a HQ. Temos aqui toda a poesia da violência, toda a beleza do sangue e toda a força do confronto do ser humano contra algo muito maior do que ele. Não vai mudar a sua vida e é uma HQ que não traz muita profundida lírica e vale muito mais pelo espetáculo visual do que qualquer outra coisa, mas se você curte histórias repletas de mitologia, elementos vikings e ação desenfreada, é uma boa pedida.


Astro City conta a história de uma cidade onde os super-heróis existem desde sempre. Só que o foco do roteiro de Kurt Busiek não está nos superpoderosos, mas sim no cidadão comum. Afinal, como todo mundo sabe, as grandes histórias da vida estão no dia a dia. Este décimo-primeiro volume da série é um dos mais tocantes. Busiek relata contos do cotidiano, sempre cercados por molduras lúdicas e de um mundo onde o impossível é literalmente possível. Seu texto é de uma sensibilidade incrível. O menino que sofria bullying na escola, a artesã que coloca em ordem a vida de uma feiticeira, o garoto humilde que só quer boas roupas para vestir: há arquétipos de sobra para a identificação do leitor, e ela realmente ocorre de forma imediata e muito forte. Este é um dos melhores títulos publicados no Brasil. Pena que pouca gente efetivamente o lê.


Eu não gosto de mangá. A narrativa frenética do gênero, o uso constante de onomatopeias e o modo como as histórias são contadas não é pra mim. Tentei ler Vagabond e Lobo Solitário, dois clássicos do gênero, mas parei. Tô lendo Akira porque ... bem, é Akira, né? Porém, entretanto, todavia, esse mangá que a Darkside Books está lançando no Brasil me agradou bastante. E isso se dá justamente pelo contraste em relação às características acima. O ritmo é mais lento. A narrativa me parece mais próxima do que estou habituado. E o traço de Nagage, o autor de A Menina do Outro Lado, é lindo e delicado, compondo páginas muito bonitas. O texto é sensível, e mostra a relação de amor entre a criança e a criatura de uma maneira tocante. Na história, uma menininha é protegida por uma criatura estranha, em um país dividido em seres humanos normais e outros nem tanto. Graficamente, a edição é linda, em capa dura e com o cuidado habitual presente em todos os títulos da Darkside. Recomendo a leitura. Principalmente se você não curte a estrutura narrativa padrão dos mangás tradicionais.


Ficou evidente nos últimos anos, e ainda mais nestes primeiros meses de 2019, o quanto a masculinidade tóxica é um problema. Homens agindo como trogloditas deixam claro o quanto o machismo está profundamente inserido na sociedade. Esse é o tema de Intrusos, primeiro trabalho de Adrian Tomine publicado no Brasil. Um dos mais celebrados nomes do atual quadrinho norte-americano, Tomine apresenta seis contos que mostram situações causadas por personagens masculinos que atravancam, atrapalham e não acrescentam nada na vida de diferentes mulheres. Tudo escrito de forma inteligente, ácida e com grande sensibilidade. É o tipo de quadrinho pra você mostrar para aquela pessoa que acha que HQs são uma mídia infantil produzida exclusivamente para crianças. Tomine passa longe disso e aborda temas adultos e essenciais para a construção de uma sociedade melhor. Leia, você vai adorar.


Nunca li Sandman. Seja por não estar interessado na época, ou porque essas edições enormes com 600 e tantas páginas e pesando quase 2 quilos não fazem a minha cabeça e são anatomicamente terríveis de se ler. Aproveitando o relançamento da série de Neil Gaiman em um formato mais econômico e próximo de como eu acredito que os quadrinhos devam ser (capa cartão, tal e coisa e coisa e tal...), resolvi corrigir esse déficit pessoal. Desde o início, a obra já mostra o imenso domínio de Gaiman sobre a narrativa, prendendo e hipnotizando o leitor a partir da primeira página. A história é apaixonante, e mesmo que esse volume inicial apenas apresente o universo de Sonho, Morte e os Perpétuos, é de uma qualidade muito acima da média, com experimentações narrativas e arte que varia entre o lúdico e o amedrontador. Graficamente, a edição enche os olhos com uma capa fosca muito bonita. E os tão falados erros de impressão estão ali, mas confesso que não incomodaram a minha leitura e nem prejudicaram a minha experiência. Já quero mais, e estou sonhando acordado esperando a chegada do segundo volume.


David Mack e a arte de criar capas belíssimas. Michael Gaydos e a capacidade de entregar algumas das ilustrações mais urbanas que uma HQ já recebeu. Brian Michael Bendis e o talento singular de criar histórias que vão muito além do universo de super-heróis. Desde os tempos de Alias, Jessica Jones sempre foi uma personagem diferente, e segue sendo. Quem gosta de ler, quem gosta de histórias de pessoas, de relatos sobre a vida real e de diálogos que questionam o mundo e fazem pensar, tem aqui uma joia rara.


O que te dá medo? Por que sentimos medo? O que é o medo? É isso que Emily Carroll procura responder em Floresta dos Medos, HQ que está sendo lançada no Brasil pela DarkSide Books. Mas Emily faz isso não através de respostas, mas apresentando histórias que exploram os temores comuns a todos os seres humanos. Abandono, fantasmas, seres estranhos, pavor do desconhecido: está tudo aqui, contado de forma muito criativa e assustadora. A narrativa gráfica transita entre o formato convencional das histórias em quadrinhos e algo semelhante aos livros ilustrados, sempre com uma arte que varia entre bela e perturbadora. Outra bola dentro da Darkside!


Não gosto do Superman. E a culpa não é minha, mas da DC. Uma editora que não consegue publicar histórias criativas e decentes na cronologia regular daquele que é considerado o maior super-herói de todos os tempos possui algum problema, não é mesmo? Todas as grandes HQs que li do personagem se passam em realidades paralelas ou fora do cânone, como é o caso de Grandes Astros e Entre a Foice e o Martelo. Alienígena Americano é mais um exemplo dessa disparidade entre a mitologia oficial do kryptoniano e tudo que se pode fazer quando não é preciso seguir as amarras de uma publicação mensal. Aqui, o roteirista Max Landis apresenta sete histórias que trazem recortes importantes da vida de Clark Kent, iniciando nas primeiras manifestações de seus poderes ainda na infância e chegando até o adulto que enfim compreende o seu papel no mundo. Cada uma dessas histórias conta com um ilustrador diferente, todos ótimos. Trata-se de uma história extremamente humana, que coloca Clark como o centro da trajetória do Superman e toca de maneira profunda até uma pessoa como eu, que nunca simpatizou com o personagem. Uma das melhores HQs que li na vida.


O que aconteceria se Thanos alcançasse, enfim, a vitória definitiva? Este encadernado faz esse exercício imaginativo. Escrito por Donny Cates, o roteiro passeia pela rica cronologia da Marvel e traz agradáveis surpresas para o leitor em uma história muito bem desenvolvida. A arte é de cair o queixo, a cargo de Geoff Shaws. Se você quer saber mais ou apenas ler algo sobre o grande vilão do universo cinematográfico da Marvel, tem aqui um encadernadinho excelente.



Review: Avenger – Prayers of Steel (1985, reedição com CD bônus)

quarta-feira, abril 03, 2019


Vou contar uma história. Meu primeiro contato com Prayers of Steel (1985), disco de estreia do Avenger, foi através do catálogo impresso que a Hellion Records enviava para todo o Brasil nas décadas de 1980 e 1990. Era um negócio imenso, com centenas de discos nacionais e importados. Lembro de escrever para a gravadora pedindo o catálogo e, após recebê-lo, fazer um pedido que incluía o Prayers of Steel em vinil.

Corta para o início dos anos 2000. Estou começando a escrever sobre música, e em uma das primeiras remessas que recebo de material promocional da Hellion sou surpreendido com um disco espetacular do Rage, o incrível Speak of the Dead (2006), que logo se tornaria um dos meus álbuns favoritos.

O que essas duas bandas têm em comum? Pra começar, são a mesma banda. O Rage começou como Avenger e lançou apenas o seu debut e o EP Depraved to Black (também de 1985) com esse nome, mudando em seguida para Rage. Outro ponto em comum é que no início da minha vida como colecionador de discos consegui itens interessantes para quem morava no interior do Rio Grande do Sul graças ao catálogo da Hellion. E anos mais tarde, quando decidi começar a escrever sobre música, descobri uma das minhas bandas favoritas devido ao material promo enviado pela gravadora.

Pois bem: Prayers of Steel foi relançado em CD pela Hellion no final de 2018, trazendo um disco bônus com material extra. Musicalmente, o que temos é uma banda em início de carreira executando o power metal com a tradicional qualidade alemã, porém sem a enorme dose de melodia dos seus conterrâneos – e também colegas de geração – do Helloween, cujo primeiro álbum, Walls of Jericho, também saiu em 1985. O Avenger tinha uma pegada mais voltada para o metal clássico, com riffs conduzindo as músicas e o vocal acima da média de Peter “Peavy” Wagner (também baixista). Na época a banda era um quarteto e contava também com o ex- Stratovarius Jörg Michael na bateria, além da dupla de guitarristas Jochen Schröder e Alf Meyerratken. O ataque da dupla de guitarras faz com que o som seja mais sólido, e ainda que ambos não fossem necessariamente virtuosos, derramam paixão e sinceridade em cada faixa.

De modo geral, Prayers of Steel é um disco apenas mediano de uma banda muito esforçada mas que já mostrava potencial, como ficaria comprovado nos anos seguintes. E, acima de tudo, é um dos clássicos perdidos do metal europeu dos anos 1980, responsável por apresentar ao mundo dois músicos que fariam história poucos anos depois: Peavy e Jörg. Essa nova edição de Prayers of Steel já possuiria um caráter colecionável por esses fatores, aspecto que fica ainda mais forte com o CD bônus, que traz nada mais que 16 faixas extras.

Quer conhecer mais sobre os primórdios do metal alemão ou é fã da música pesada germânica? Então eis aqui um item imperdível.

Filme sobre o assassino Ted Bundy traz a estreia de James Hetfield como ator

quarta-feira, abril 03, 2019

A Netflix divulgou o primeiro trailer de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, filme que conta a história do serial killer norte-americano Ted Bundy e traz James Hetfield estreando como ator. O longa é dirigido por Joe Berlinger (o mesmo do documentário Some Kind of Monster, que revelou os bastidores do Metallica) e teve a sua premiere durante o Sundance Festival no início do ano. A estreia na Netflix acontecerá no dia 3 de maio.

Ted Bundy foi um dos mais famosos serial killers dos Estados Unidos. Extremamente carismático e sedutor, tinha boa pinta e conquistava mulheres com facilidade. Seus crimes chocaram o país durante a década de 1970, e estima-se que ele tenha assassinado mais de 30 mulheres. No filme, o assassino é interpretado por Zac Efron, famoso pela sua participação na série High School Musical. O elenco conta também com John Malkovich, Jim Parsons (o Sheldon de The Big Bang Theory) e Haley Joel Osment(o menino de Sexto Sentido e Inteligência Artificial).

Para quem quiser saber mais sobre os crimes de Bundy, a própria Netflix priduziu uma série documental chamada Conversations with a Killer: The Ted Bundy Tapes, que estreou na plataforma em 2019.

O trailer pode ser assistido abaixo:

Mercado da música apresenta primeiro crescimento real em mais de uma década

quarta-feira, abril 03, 2019


A IFPI – International Federation of the Phonographic Industry, divulgou os dados estatísticos do mercado musical durante o ano de 2018, e eles são positivos. O valor total gerado pela venda de música em todo o mundo foi de US$ 19,1 bilhões, o que, convertendo para a nossa moeda no dia de hoje, daria algo em torno de 74 bilhões de reais. Para efeitos de comparação, a indústria de cinema apresentou um lucro de US$ de 96,8 bilhões – aproximadamente 372 bilhões de reais – e a de games alcançou um número ainda maior, com US$ 170 bilhões – mais ou menos 653 bilhões de reais – no último ano. Ou seja, a indústria de games é maior que a soma da arrecadada pela do cinema e da música.

Este é o melhor resultado da indústria fonográfica desde 2007, quando foram gerados US$ 18,4 bilhões. Deste valor, 47% veio dos serviços de streaming de música, representando um aumento de 34% em relação ao ano anterior. Em comparação à venda de mídias físicas (CDs, LPs, K7), houve uma queda de 10%, enquanto as vendas digitais registraram uma diminuição de 21%. De acordo com o relatório da IFPI, o crescimento teve como fator determinante a popularização dos apps de streaming na América do Norte, América Latina e Ásia.

A pesquisa também revelou que os maiores mercados musicais do planeta são, pela ordem: Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Coréia do Sul, China, Austrália, Canadá e Brasil. E os dez artistas mais ouvidos em todo o mundo durante 2018 foram: Drake, BTS, Ed Sheeran, Post Malone, Eminem, Queen, Imagine Dragons, Ariana Grande, Lady Gaga e Bruno Mars.

Abaixo estão algumas tabelas e rankings que apresentam a divisão do mercado musical durante 2018 e na última década, e revelam como os hábitos de consumo de quem ouve música mudaram bastante.








The Raconteurs anuncia novo disco

quarta-feira, abril 03, 2019


O super grupo The Raconteurs anunciou o seu primeiro disco com material inédito em 11 anos. O álbum tem o título de Help Us Stranger e tem previsão de lançamento para o dia 21 de juho. O último álbum da banda foi Consolers of the Lonely, que saiu em 2008.

O The Raconteurs é formado por Jack White (vocal, guitarra e teclado), Brendan Benson (vocal, guitarra e teclado), Patrick Keeler (bateria) e Jack Lawrence (baixo). A banda estreou com Broken Boy Soldiers (2006), que foi sucedido por Consolers of the Lonely (2008).

A banda postou a imagem abaixo em suas redes sociais, indicando que ela deve ser a capa do disco.



Tommy Lee anuncia novo álbum do Methods of Mayhem

quarta-feira, abril 03, 2019


Em entrevista ao podcast de Brittany Furlan, o baterista do Mötley Crüe, Tommy Lee, anunciou que está trabalhando em um novo disco do Methods of Mayhem. E ele está quase pronto, já que o músico informou que o álbum deve ser lançado entre o final de abril e o início de maio.

O Methods of Mayhem foi formado em 1999, após Lee sair (ou ser saído) do Mötley. O grupo lançou o seu primeiro disco, auto intitulado, naquele ano, enquanto que o segundo saiu só em 2010 com o título de A Public Disservice Announcement. A banda apresentou Tommy fazendo um som mais moderno e atual do que o hard rock clássico do Mötley Crüe, além de trazer o baterista assumindo os vocais e a guitarra rítmica.

A formação atual do Methods of Mayem conta com Tommy Lee, John Allen III (guitarra), DJ Aero (pickups e sintetizadores), Marty O’Brien (baixo e teclado) e Morgan Rose (bateria).

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