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8 de jun de 2016

Playlist: As Novas Caras do Metal

quarta-feira, junho 08, 2016

Uma das seções mais tradicionais aqui do site atende pelo nome de As Novas Caras do Metal. Nela, indicamos novos nomes que estão fazendo um trabalho interessante no som pesado, nos mais variados gêneros. Já foram publicadas 27 edições, totalizando aproximadamente 290 bandas recomendadas. 

Você pode conferir todas as edições neste link.

Pra facilitar o trabalho, compilamos algumas delas em uma playlist especial, que traz 70 sons de 70 bandas pra você ter um primeiro contato com a série e, em muitos casos, com as próprias bandas. Como o início desses posts foi há quase cinco anos (em meados de novembro de 2011, pra ser mais exato), alguns nomes já são conhecidos do público, como Ghost e Rival Sons, mas foram mantidos na compilação porque, afinal de contas, música de qualidade nunca cansa.

Ouça a playlist no player abaixo, e também nos dê uma ajuda, acessando o Spotify e seguindo essa playlist por lá também.

Esperamos que curtam!

24 de fev de 2016

As Novas Caras do Metal #27: especial thrash metal

quarta-feira, fevereiro 24, 2016


Vimos surgir na última década inúmeras novas bandas de thrash metal, que injetaram fôlego no estilo. Enquanto uma parte buscou na sonoridade clássica do gênero a sua inspiração, um outro grupo teve como objetivo atualizar a sonoridade do estilo.

Abaixo estão vinte bandas que estão se destacando na cena thrash contemporânea. Há nomes novos e desconhecidos, mas fiz questão também de listar alguns grupos que já fazem parte do cotidiano de quem consome o gênero, mas que podem ter passado batido por quem não está tão atualizado assim no assunto.


Vektor

Este quarteto norte-americano passou a ser cultuado a partir de 2011, ano em que lançou o seu terceiro disco, Outer Isolation. Um dos melhores álbuns de thrash metal dos últimos anos, o trabalho traz uma sonoridade técnica e cheia de energia, em composições que despejam riffs de maneira incessante. Uma verdadeira joia pra quem ama o gênero! O Vektor lançará o seu novo álbum, intitulado Terminal Redux, em maio deste ano. É esperar pra ver se conseguirão manter o alto nível de Outer Isolation.





Suicidal Angels

Banda grega formada em 2001 e com cinco discos no currículo. Thrash metal que une a escola europeia com a tradição da Bay Area, em composições rápidas e agressivas. Destaque para o vocal de Nick Melissourgos, o belo trabalho de guitarras e a aproximação com o death metal em algumas faixas, soando como um híbrido entre os dois estilos.





Skeletonwitch

Um dos principais nomes do retrô-thrash, o Skeletonwitch surgiu em 2003 com a proposta de reviver os anos de glória do estilo. Com o passar dos anos, no entanto, a música da banda foi ficando cada vez mais rápida e agressiva, chegando ao ponto de ser praticamente impossível dividir o thrash e o death metal de seu DNA sonoro. Um som direto ao ponto, sem meandros e voltas desnecessárias, equilibrando doses de violência com um trabalho de guitarra que traz elementos dos gêneros citados acima, além de trechos cheios de melodia.





Angelus Apatrida

Banda espanhola com cinco discos no currículo, com destaque para os três últimos: Clockwork (2010), The Call (2012) e Hidden Evolution (2015). Influências equilibradas entre Destruction e Testament, em uma música cativante e com refrãos fortíssimos. Torcicolo garantido!





Exmortus

Quarteto californiano que acabou de lançar o seu quarto álbum, Ride Forth. A música é um thrash técnico e com ênfase não apenas nos riffs de guitarra, mas no instrumento como um todo. Os guitarristas David Rivera e Jadran Gonzalez (também responsável pelo vocal) derramam solos e melodias em todas as faixas, em algo hipoteticamente próximo do que aconteceria se Malmsteen tivesse nascido em San Francisco e não na Suécia. A onipresença de melodia, ao mesmo tempo em que suaviza a agressividade, tem tudo para agradar fãs de nomes como o Children of Bodom.





Warbringer

Com quatro discos na carreira, o Warbringer é uma das forças ascendentes da cena norte-americana. Thrash metal clássico e agressivo, na melhor tradição dos maiores nomes do estilo. Uma das referências do retrô-thrash, o quinteto tem lançado discos consistentes, garantindo um número cada vez maior de admiradores.





Reek

Outro ótimo nome vindo da Espanha, o Reek lançou apenas um álbum por enquanto, Necrogenesis (2014). A música insere elementos técnicos e progressivos ao thrash, em uma união muito bem construída. Tendo os riffs como alicerce das canções, a banda mostra talento e uma simbiose com o ouvinte, ambos caminhando juntos em um êxtase similar.





Black Fast

Quarteto de St. Louis com dois belos discos na carreira, Starving Out the Light (2013) e Terms of Surrender (2015). Velocidade, vocais guturais, riffs por todos os lados, agressividade escorrendo pelos poros: esse é o clima. Não dando pausa para o ouvinte respirar, o Black Fast pisa fundo com faixas autênticas e que transpiram paixão. A produção áspera deixa tudo ainda mais violento.




Distillator

É a cena retrô indo além das fronteiras dos Estados Unidos e chegando à Europa - no caso, à Holanda. A estreia do Distillator foi lançada em 2015, mas parece gravada na metade da década de 1980. Para fãs do Exodus, Hirax e similares.




Toxic Holocaust

Acho que todo mundo que é fã de thrash já ouviu o Toxic Holocaust, mas por via das dúvidas não custa recomendar a banda norte-americana. Na ativa desde o início dos anos 2000, o grupo é, provavelmente, o maior nome do thrash retrô. Sempre velozes e agressivas, suas canções resgatam a violência onipresente nos primeiros anos do estilo, característica que acabou sendo deixada de lado pelas grandes bandas do gênero pouco a pouco. Thrash puro e de raiz, pra bangear sem parar!





Evile

Outro nome já conhecido de quem é fã de thrash e não ficou limitado aos mesmos nomes de sempre. O Evile surgiu na Inglaterra em 2004 e desde então gravou quatro discos - Enter the Grave (2007), Infected Nations (2009), Five Serpent’s Teeth (2011) e Skull (2013). Pessoalmente, gosto muito dos dois últimos. A sonoridade é similar ao Metallica de Ride the Lightning e Master of Puppets, tanto pela influência quanto pela similaridade entre os timbres vocais de Matt Drake e James Hetfield. Nunca ouviu o quarteto? Não sabe o que está perdendo.





Havok

Formado em 2004 em Denver, o Havok lançou o seu primeiro disco, Burn, apenas em 2009. A estreia foi seguida por Time is Up (2011) e Unnatural Selection (2013). A sonoridade é clássica, influenciada por nomes como Metallica, Megadeth, Testament e Kreator. Se você está precisando renovar a sua fé no estilo, eis aqui a banda que irá proporcionar a sua redenção.





Municipal Waste

Na mesma levada do Toxic Holocaust, o Municipal Waste também vem dos Estados Unidos e traz, além de influências da década de 1980, uma aproximação com o hardcore. Por essa razão, alguns veículos classificam a banda como crossover thrash ou thrashcore. Música rápida e canções curtas, tudo embalado com muito bom humor. Já são cinco discos na carreira, fazendo a alegria de bangers mundo afora.





Gama Bomb

Thrash turbinado com elementos de speed metal, vindo direto da Inglaterra. Com cinco discos na carreira, o Gama Bomb tem crescido progressivamente nos últimos anos, em um justo reconhecimento do público ao trabalho da banda. Bateria rápida, faixas diretas e sem muita enrolação, além do uso constante de backing vocals meio que no tradicional esquema “pergunta e resposta” característico do hardcore são as principais características destes ingleses.





Lich King

Cinco álbuns lançados, todos muito interessantes pra quem é fã da sonoridade clássica do thrash. Os integrantes possuem codinomes que homenageiam personagens da cultura pop: Rambo (guitarra), The Hulk (guitarra), Darth Vader (baixo), Hulk Hogan (bateria) e A Fucking Tyranosaur (vocal). Influências de Exodus e Kreator são sentidas em todos os discos.





Lazarus A.D.

Excelente banda norte-americana que executa um thrash cheio de groove, com influência de nomes clássicos e também de outros mais aventureiros, como Pantera. O único senão é que o grupo lançou apenas dois discos até agora, The Onslaught (2007) e Black Rivers Flow (2011). Um retorno seria bem-vindo.





Dust Bolt

Alemães na estrada desde 2006 e com dois álbuns nas costas: Violent Demolition (2012) e Awake the Riot (2014). A banda sabe variar o foco entre momentos de velocidade com outros onde as mudanças de dinâmica dão o tom. 





Lost Society

O novo disco destes finlandeses, chamado Braindead, acaba de ser lançado e comprova o talento mostrado nos dois primeiros álbuns, Fast Loud Death (2013) e Terror Hungry (2014). Tsunami de riffs, peso evidente e agressividade escancarada são os principais pontos fortes do quarteto.





Iron Reagan

Thrash pé no fundo na melhor tradição de Reign in Blood, com o aditivo extra de  uma considerável influência de hardcore. Com dois discos já lançados, este quinteto de Richmond vem fazendo um estrago tremendo na cena norte-americana. 





Violator

Fechando, uma nome que todo brasileiro conhece (ou deveria conhecer, pelo menos): o Violator. Na estrada desde 2002, a banda natural de Brasília já lançou quatro discos, todos alinhados e no mesmo espaço/tempo de toda a cena thrash retrô de nomes como Toxic Holocaust. Uma das grandes bandas de heavy metal surgidas no Brasil na última década.

23 de fev de 2016

As Novas Caras do Metal #26: especial metal tradicional

terça-feira, fevereiro 23, 2016


O heavy metal atual não é composto apenas por nomes que buscam integrar o gênero a novas sonoridades. Há também toda uma nova geração de bandas que tem como objetivo manter viva a sonoridade clássica do gênero, construída durante a década de 1980. 

Abaixo estão duas dezenas de novos nomes, alguns já conhecidos por uma parcela do público, outros não, todos levantando a bandeira do heavy metal. Tem pra todos os gostos: speed, power, filhos da NWOBHM, grupos com pegada setentista. 

Ouça os discos, descubra novos sons e veja como tem coisa bem legal sendo feita atualmente.

Cauldron

Formado em 2006 no Canadá, o Cauldron é um trio focado no metal tradicional, principalmente na sonoridade da primeira metade da década de 1980. Dá até pra classificar a banda no chamado speed metal do período, onde a velocidade andava lado a lado com o peso e os riffs. Com quatro discos na bagagem, a banda vem crescendo ano a ano, conquistando os admiradores de uma sonoridade mais convencional. Recentemente o grupo sofreu um sério acidente com sua van de turnê, fato que causou fraturas nas costas e no pescoço do guitarrista Ian Chains, forçando a banda dar uma parada até que músico se recupere.



Hell

Nome surgido durante a NWOBHM, o Hell só conseguiu gravar suas músicas trinta anos depois, graças à ajuda de nomes como Andy Sneap e Martin Walkyer (Skyclad). Tanto Human Begins (2011) quanto Curse & Chapter (2013) estão repletos de canções que despejam aquela combinação entre peso e melodia tão característica do metal inglês. New Wave of British Heavy Metal 2.0!





Enforcer

Fruto da prolífica cena sueca, o Enforcer é um dos nomes mais conhecidos da cena atual do metal tradicional. Na ativa desde 2004, a banda estreou em 2008 com Into the Night e possui quatro álbuns no currículo. Todos os discos trazem uma sonoridade construída com timbres que remetem, conscientemente, ao metal oitentista. Sem medo dos clichês, o quarteto tem crescido ano a ano e já possui uma carreira estabilizada.




Slough Feg

Veterano na cena norte-americana, porém praticamente desconhecido aqui no Brasil, o Slough Feg foi um dos primeiros nomes a investir na sonoridade tradicional da década de 1980, estreando em 1996 com The Lord Weird Slough Feg. Com uma discografia composta por nove discos, o grupo possui álbuns excelentes e que merecem uma bela audição, como Down Among the Deadmen (2000), Traveller (2003) e The Animal Spirits (2010).


High Spirits

Os Estados Unidos possuem boas bandas também no metal tradicional, e o High Spirits é uma delas. Natural de Chicago, o grupo estreou em 2011 com Another Night, e em 2014 lançou o seu segundo disco disco, You Are Here. É metal tradicional na veia, com guitarras gêmeas onipresentes e todas as características do estilo. Curiosidade: o vocalista Chris Black também faz parte do Nachtmystium, banda de black metal norte-americana, onde é o responsável pelo baixo.



Civil War

Outra jóia vinda da Suécia, o Civil War tem uma carreira relativamente curta, mas já vem colhendo os frutos de seu excelente trabalho. Formada em 2012, a banda colocou dois discos no mercado - The Killer Angels (2013) e Gods and Generals (2015). Formado por ex-integrantes do Sabaton, o grupo possui uma sonoridade mais direta e menos pomposa que seus antigos companheiros. Porém, os fortes refrãos também são um destaque por aqui. Uma das grandes promessas do metal tradicional contemporâneo, sem a menor dúvida.



Tribulation

O Tribulation gravou um dos discos mais celebrados de 2015. The Children of the Night, terceiro álbum da banda, recebeu elogios nos mais diversos veículos e chamou a atenção para esse grupo sueco. O som traz um instrumental clássico adornado por vocais guturais, resultando em uma música bastante cativante e forte. Se ainda não ouviu, ouça já!



Christian Mistress

Mais uma banda norte-americana. O Christian Mistress surgiu em 2008 e até o momento gravou três discos - Agony & Opium (2010), Possession (2012) e To Your Death (2015). Metal tradicional com vocais femininos e um clima meio occult rock, construído através de canções bem desenvolvidas e que descem de imediato. O destaque é a vocalista Christine Davis, dona de uma bela voz.


Black Trip

O Black Trip lançou a sua estreia, Goin’ Under, em 2013. Dois anos depois retornou com Shadowline, uma pequena jóia. Heavy metal feito sob medida pra cair no gosto dos fãs de um som mais tradicional, equilibrando agressividade, peso e melodia. Pra em alta velocidade e sem destino certo.



Portrait

Na medida pra quem curte os primeiros anos de nomes como Mercyful Fate e Blind Guardian, o Portrait vem da Suécia com um heavy metal cheio de vocais agudos e sonoridade que remete aos anos 1980. Três discos nas costas, todos com canções pra bater cabeça de maneira contínua. Outro tesouro para os fãs do lado mais tradicional do metal.



Steelwing

Outro nome que há tempos anda nos ouvidos nos chegados do metal tradicional, o Steelwing vem da Suécia. Formada em 2009, a banda possui uma trinca de discos - Lord of the Wasteland (2010), Zone of Alienation (2012) e Reset Reboot Redeem (2015) -, todos apostando em um som com grande influência de NWOBHM e Iron Maiden. Quem gosta desta pegada, gosta da banda!



RAM

Outra cria sueca, mas um pouco mais antiga. Formado em 1999, o RAM estreou em 2005 com Forced Entry, e desde então lançou mais três discos. O som tem clara influência do Judas Priest, característica intensificada pelo timbre de Oscar Carlquist, similar ao de Rob Halford. O trabalho de guitarras também merece destaque.



Skull Fist

Metal tradicional e inspirado vindo do Canadá. Com dois álbuns lançados, o Skull Fist equilibra aspectos da NWOBHM e da cena alemã, notadamente o Helloween. Produção gorda, timbres atuais, vocal agudo, guitarras gêmeas, refrãos fortes: tá esperando o que pra dar play?



Lucifer in the Sky with Diamonds

Com um nome desses, não dá pra passar batido por essa banda russa. O quarteto foi formado em 2010 e lançou apenas um disco até agora, The Shining One, que saiu em 2014. Metal com aroma setentista, em uma sonoridade que bebe direto da fonte dos pioneiros do estilo, como Black Sabbath e Grand Funk Railroad. Audição recomendada!



Bloodbound

Power metal sueco com DNA alemão. Com seis álbuns no currículo, o Bloodbound surgiu em 2004 e desde então vem lançando álbuns consistentes, com tudo aquilo que os apreciadores da união entre o power e o metal tradicional curtem: peso, melodia, refrãos pra cantar junto, clima épico. Pegue a sua espada e venha para a guerra!



Orchid

Se o Black Sabbath surgisse hoje, provavelmente soaria próximo ao som da banda norte-americana Orchid. Riffs inspirados, peso e composições fortes marcam os dois álbuns da banda, Capricorn (2011) e The Mouths of Madness (2013) - esse último, inclusive, já com status de pequeno clássico. Apenas ouça!



Striker

Quinteto canadense que acaba de lançar o seu quarto álbum, Stand in the Fire. Influências de Iron Maiden, Judas Priest, Accept e Iced Earth compõe o caldeirão de influências do Striker. Música de fácil digestão, pra ouvir no volume máximo e com o pé no fundo.



The Oath

Banda alemã formada em 2012 e que tem como figuras principais a vocalista Johanna Sadonis e a guitarrista Linnéa Olsson. O primeiro e único disco, lançado em 2014 pela Rise Above e batizado apenas com o nome do grupo, vem com um clima vintage e influências de Black Sabbath, Judas Priest e Scorpions fase Uli Jon Roth. Curiosidade: o baixista Simon Bouteloup toca também em outra revelação da nova geração, o Kadavar.



White Wizzard

Speed metal natural de Los Angeles. O pacote completo: roupas de couro, tachinhas, velocidade, bumbo duplo, guitarras na velocidade máxima. A banda já lançou três discos, o mais recente deles The Devils Cut, disponibilizado em 2013. Nada inovador, mas competente.



Blackslash

Jovem quinteto alemão com influência de Iron Maiden e Virgin Steele. Heavy metal clássico executado com talento, deixando claro o grande potencial da banda. A estreia foi em 2013 com Separate But Equal, seguido pelo ótimo Sinister Lightning, lançado em 2015.

26 de out de 2015

As Novas Caras do Metal #25

segunda-feira, outubro 26, 2015

Sei, demorou. Bastante, e além da conta. Mas está aí: a edição 25 da série As Novas Caras do Metal, com dez dicas de bandas atuais ou (praticamente) desconhecidas, e que estão fazendo um som bem legal agora mesmo, bem debaixo dos nossos narizes e ouvidos

Como sempre, tem de tudo: sons mais tradicionais, coisas mais experimentais, tudo com muito peso e agressividade, caminhando dentro da estética do metal.


Vem junto?


Limb

Quarteto londrino que fica entre o stoner e o sludge. Dois discos na bagagem: Limb (2014) e Terminal (2015), este último lançado em setembro. Prato cheio pra quem curte algo na linha do High on Fire e afins.


We Hunt Buffalo

Hard heavy pesadão e sujo, natural de Vancouver, do Canadá. O trio já gravou dois álbuns, ambos com momentos bem interessantes. Living Ghosts, segundo disco, foi lançado no final de setembro e é um convite explícito pra pegar a estrada sem rumo.


Cavern

Trio natural de Oakland. Esta banda norte-americana faz um som instrumental repleto de riffs, transpirando uma bem azeitada química entre os integrantes. Música repleta de energia e paixão, pra curtir batendo a cabeça de maneira permanente. Apenas um disco na bagagem por enquanto: Outsiders, disponibilizado no finalzinho de agosto.


Luciferian Light Orchestra

Delicioso occult rock com vocais femininos e sonoridade calcada nos anos 1970. O pedigree é de qualidade: no comando do negócio está Christofer Johnsson, mais conhecido como líder do Therion. Em certo aspectos, soa como uma espécie de Therion menos grandioso e mais orgânico, como se a banda sueca tivesse surgido em 1971.


Valkyrie

A outra banda de Peter Adams, guitarrista do Baroness. Aqui, o rapaz divide os holofotes como o irmão, Jack. Em relação ao Baroness, o som é bem mais direto e calcado na sonoridade clássica do metal. O projeto já está na estrada há um bom tempo, desde 2002, e este ano lançou o seu terceiro álbum, Shadows. Pra quem quer um som pesado, sem frescuras e com muito foco nas guitarras, é um prato cheio.


Orden Ogan

Cultuada banda de power metal alemã, já com uma boa estrada nas costas, mas pouco conhecida aqui no Brasil. O Orden Ogan foi formado em 1996 e lançou em 2015 o seu sexto disco, Ravenhead. Metal alemão épico, cheio de melodias e coros. 


Pyogenesis

Outro nome um tanto quanto já veterano, mas desconhecido aqui por estas terras tropicais. O Pyogenesis nasceu em 1990 na Alemanha, e lançou o seu primeiro álbum em 1994. Este ano o projeto foi retomado após treze anos de silêncio, com o excelente disco A Century in the Curse of Time. Ouça a faixa de abertura, “Steam Paves Its Way (The Machine)”, e tente tirá-la da cabeça depois … Impossível!


Goatsnake

O terceiro álbum do Goatsnake, Black Age Blues, foi lançado este ano e recebeu quase que automaticamente uma aclamação. É metal puro, pesadão, com riffs deliciosos na melhores escola do Black Sabbath. Não tem erro: se você gosta de heavy metal, vai amar o disco e a banda.


Beardfish

Suecos. Claro, e como sempre. O Beardfish é mais uma das bandas a virem do país, e apresenta a qualidade esperada de algo com origem escandinava. O som é um hard prog, bastante acessível e rico em melodias. O último disco, +4626-Comforzone, é um prato cheio pra quem é fã da união entre estes dois tão amados gêneros.


Corsair

Filho bastardo do Black Sabbath com o Thin Lizzy, o Corsair foi formado em 2008 nos Estados Unidos e já gravou dois discos: o debut auto-intitulado e One Eyed Horse. O som é isso mesmo que você está pensando: toneladas de peso construídas a partir de riffs inspirados, sempre com generosas doses de melodia. Viciante!

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