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21 de set de 2018

Iron Maiden tocará no Rock in Rio 2019

sexta-feira, setembro 21, 2018

O Iron Maiden retornará ao Brasil no ano que vem e será um dos headliners do Rock in Rio. Além do show no festival, a banda inglesa também tocará em São Paulo, em um show que acontecerá em outubro no Estádio do Morumbi. O sexteto tocará ainda em outros países da América Latina durante os meses de setembro e outubro, sendo que o show em Santiago, no Chile, já está confirmado. As informações são do jornalista argentino Christian Acosta e do programa Stay Heavy.

Essa será a quarta vez que o Iron Maiden tocará no Rock in Rio. O grupo se apresentou nas edições de 1985, 2001 e 2013. A última turnê do Maiden pelo Brasil foi em 2016, promovendo o álbum The Book of Souls.

Além do Iron Maiden, o Rock in Rio 2019 já tem shows confirmados de Scorpions, Helloween, Muse, Pink e Anitta.

28 de ago de 2018

Discografia Comentada: Bruce Dickinson

terça-feira, agosto 28, 2018

Um das maiores vozes da história do rock, Paul Bruce Dickinson nasceu Worksop, Nottinghamshire, em 7 de agosto de 1958. Bruce começou no Samsom e fez história no Iron Maiden, sendo um dos responsáveis pela transformação do grupo inglês em um dos mais importantes e influentes nomes da música pesada em todos os tempos.

Mas o assunto aqui é outro. Vamos falar da carreira solo de Bruce Dickinson, que iniciou em 1990 com Tattooed Millionaire e conta com uma dezena de discos, incluindo trabalhos de estúdio, ao vivo e compilações. Então, apertem os cintos, subam o som e mergulhem comigo na obra desse artista multifacetado e com um talento enorme, como poucos de seus pares.


Tattooed Millionaire (1990) 

A estreia solo de Bruce Dickinson é um competente e cativante álbum de hard rock, repleto de influências de seus heróis setentistas, notadamente grupos como o Deep Purple e o AC/DC. Contando com a participação do Janick Gers, que havia integrado a banda de Ian Gillan e logo depois entraria no Iron Maiden, Bruce compôs um trabalho refrescante, mostrando um lado até então desconhecido dos fãs do Maiden. O som é um hardão poderoso, repleto de riffs e refrãos ganchudos, onde o destaque são faixas como a apoteótica "Son of a Gun" (que abre o disco), "Tattooed Millionaire", a autobiográfica "Born in ´58", a balada "Gypsy Road" e "Zulu Lulu", além da versão para a clássica "All the Young Dudes", imortalizada por David Bowie (nota 8,5)


Balls to Picasso (1994) 

Ao contrário do disco anterior, Balls to Picasso chegou às lojas quando Bruce já não fazia mais parte do Maiden. Lançado em maio de 1994, apresenta influências, ainda que tímidas, do então dominante grunge. Esse álbum marca a primeira colaboração de Bruce com Roy Z, guitarrista e produtor que seria fundamental na carreira solo de Dickinson. Balls to Picasso é lembrado entre os fãs por trazer o maior sucesso solo do vocalista, a belíssima "Tears of the Dragon", mas o álbum contém algumas jóias perdidas como "Cyclops", "Gods of War", "Laughing in the Hidding Bush" e "Shoot at the Clowns", isso sem falar de "Change of Heart", mais uma baladaça composta por Bruce (nota 8)


Alive in Studio A / Alive at the Marquee Club (1995)

Fuja desse disco! Antecipando o caminho que seguiria em Skunkworks, Bruce lançou um álbum duplo ao vivo onde reinterpreta suas composições com um equivocado ranço alternativo. O guitarrista Alex Dickinson - sem nenhuma relação de parentesco com o cantor, apesar do mesmo sobrenome - consegue a proeza de estragar as passagens construídas por Janick Gers e Roy Z nos lançamentos anteriores, principalmente em "Tears of the Dragon". O que ele faz com o solo dessa música já é motivo suficiente para prender o cara em uma solitária por vários meses ... Além disso, apesar de duplo, o álbum traz praticamente o mesmo tracklist, com a diferença de que um disco vem com um show no Marquee Club e outro com uma apresentação no Studio A da BBC. Indicando apenas para colecionadores completistas (nota 4)


Skunkworks (1996) 

Esse é o disco da discórdia. Querendo se mostrar atualizado e livrar-se do estigma de ter sido o vocalista de uma das maiores bandas da história do metal, Bruce Dickinson cortou os longos cabelos e produziu um trabalho com claras influências do som alternativo em voga na época. O álbum caiu como uma bomba no cenário metálico, sendo muito mal recebido tanto pela crítica quanto pelos fãs. Ouvindo-o hoje em dia algumas faixas até passam, como é o caso de "Back from the Edge", "Inertia" e, principalmente, "Solar Confinement", mas o fato é que esse disco não tem nada a ver com Bruce Dickinson, tanto que foi um fracasso de vendas (nota 7)


Accident of Birth (1997) 

O retorno triunfal de Bruce ao metal puro, trazendo Adrian Smith a tiracolo. A dupla, que havia feito história no Iron Maiden durante os anos 1980, reativou aqui a sua parceria criativa, com uma mãozinha muito bem-vinda de Roy Z. Accident of Birth é um grande álbum de heavy metal tradicional, repleto de canções marcantes e melodias cativantes de guitarra. Entre suas músicas, destaque para "Freak" (Bruce aprendeu com Steve Harris uma de suas mais valiosas lições: sempre abra um disco com uma canção de grande impacto!), para o quarteto mágico formado por "Darkside of Aquarius", "Road to Hell", "Man of Sorrows" e "Accident of Birth", e para três pequenas jóias perdidas no final do play: "The Magician", "Omega" e "Arc of Space". Clássico! (nota 9,5)


The Chemical Wedding (1998)

Assim como Accident of Birth marcou o retorno de Bruce ao estilo que o consagrou, The Chemical Wedding provou o quanto ele ainda era importante para o estilo. Inspirado pela ótima receptividade do álbum anterior, o vocalista compôs um disco fantástico, um dos melhores trabalhos do heavy metal contemporâneo. Com os fiéis parceiros Adrian Smith e Roy Z explorando afinações mais baixas, que fizeram o CD soar ainda mais pesado, o álbum é estupendo do início ao fim. "The Tower", a faixa-título, "Killing Floor", "Book of Thel”, “Gates of Urizen”, “Jerusalem”, “The Alchemist" - uma pedrada atrás da outra! O sucesso de The Chemical Wedding, somado ao constrangedor Virtual XI, lançado pelo Iron Maiden no mesmo ano, forçou Steve Harris a dar o braço a torcer e chamar Bruce de volta ao grupo, mas isso fica pra outro dia. Se você ainda não tem, compre agora mesmo, pois estamos falando de um dos melhores discos da história do heavy metal (nota 10)


Scream For Me Brazil (1999) 

Já de volta ao Iron Maiden, Bruce Dickinson passou pelo Brasil na turnê de The Chemical Wedding e registrou esse ótimo ao vivo. Roy coloca um peso absurdo nas guitarras, enquanto Adrian demonstra o talento e a classe habituais. O único ponto negativo de Scream For Me Brazil é a tenebrosa capa, uma tentativa equivocada de situar nosso país através de uma imagem supostamente iconográfica. Esse disco, junto com Alive in Studio A, foi relançado em 2005 em um box triplo chamado Alive. Excelente! (nota 8,5)


The Best of Bruce Dickinson (2001)

Esta coletânea dupla é indicada tanto para quem quer dar os primeiros passos na carreira solo de Bruce quanto para quem já possui todos os discos. A compilação repassa a aventura solo do vocalista, com músicas de todos os discos. Há ainda duas faixas inéditas - as ótimas “Broken” e “Silver Wings”, com uma sonoridade muito similar à de The Chemical Wedding. E, como bônus, um CD extra repleto de faixas raras e b-sides, um verdadeiro objeto de desejo para os fãs. Poucas vezes uma compilação fez tanto jus ao seu título como essa! (nota 9,5


Tyranny of Souls (2005) 

Depois de ajudar a recolocar o Iron Maiden em seu devido lugar no topo do universo metálico, Bruce Dickinson relaxou gravando mais um grande trabalho. Mesmo sem a presença de Adrian Smith - Roy Z assumiu todas as guitarras -, Tyranny of Souls soa como uma mistura entre Accident of Birth e The Chemical Wedding, com boas faixas como "Abduction", "Soul Intruders", a linda balada "Navigate the Seas of the Sun" e as ótimas "River of No Return", "Power of the Sun" e "Devil on a Hog". Cotação? Tem que ter! (nota 8,5)


Scream for Me Saravejo (Music From the Motion Picture) (2018)

Trilha sonora do documentário que mostrou a passagem do vocalista por uma Saravejo em ruínas durante a Guerra dos Bósnia, Scream for Me Saravejo é, na prática, uma bela compilação do trabalho solo de Bruce. A diferença em relação à coletânea lançada em 2001 está na inclusão das inéditas “Strange Death in Paradise” e “Eternal”, além de uma versão ao vivo de “Inertia”. Como The Best of Bruce Dickinson é bastante difícil de encontrar atualmente, eis aqui uma bela porta de entrada para a carreira solo de Bruce, ainda que o tracklist, que privilegia o lado mais contemplativo do vocalista, não conte com diversas faixas marcantes de sua trajetória (nota 8)


Além de todos esses álbuns, a discografia de Bruce Dickinson foi relançada em CDs deluxe em 2005, com todos os álbuns saindo em edições duplas trazendo faixas bônus, com exceção de Tyranny of Souls. Em em 2017 os títulos saíram em um box de vinil chamado Solo Works: 1990-2005. A caixa traz os discos Tattooed Millionaire, Balls to Picasso, Skunkworks, Accident of Birth, The Chemical Wedding e Tyranny of Souls, sendo que os dois últimos saíram pela primeira vez em LP neste box.

9 de ago de 2018

Paul Di’Anno está internado e a situação não é boa

quinta-feira, agosto 09, 2018

A página de Paul Di’Anno no Facebook postou a informação que o músico está internado e que a situação não é boa. A publicação diz: “Fui colocado no hospital até sexta-feira, pois há uma prioridade de vida ou morte. Posso perder a perna direita?”.

Como a publicação não dá maiores informações, não dá pra saber ao certo o que está acontecendo com o ex-vocalista do Iron Maiden. Pode ser uma infecção na perna direita, já que o músico enfrenta problemas sérios nos joelhos há alguns anos e vem fazendo shows sentado em uma cadeira de rodas devido a esse motivo. Como o texto fala em “prioridade de vida ou morte”, a questão da infecção causada por algum problema mais sério não pode ser descartada.

Paul Di’Anno completou 60 anos no último dia 15 de maio. O vocalista integrou o Iron Maiden entre 1978 e 1981 e gravou os dois primeiros discos da banda, Iron Maiden (1980) e Killers (1981), além do ao vivo Maiden Japan (1981) e do EP The Soundhouse Tapes (1979). Ele foi expulso do grupo devido a seus problemas com drogas, que estavam prejudicando a sua performance, e foi substituído por Bruce Dickinson. A partir de então montou algumas bandas e lançou discos solo, além de se dedicar a falar mal do Iron Maiden em praticamente toda entrevista que deu, apesar de incluir canções da banda nos setlists de seus shows e viver do saudosismo dos fãs do próprio Maiden.

29 de jun de 2018

As 50 melhores músicas do Iron Maiden

sexta-feira, junho 29, 2018

A Metal Hammer publicou uma lista com as 50 melhores músicas do Iron Maiden, escolhidas por sua equipe. A matéria original, com comentários sobre cada uma das faixas, pode ser lida aqui. Obviamente, por ser uma banda do porte do Maiden, as escolhas gerarão discussões, mas é um levantamento interessante e que mostra a força da discografia de um dos maiores nomes do metal.


Como curiosidade, vale citar que Seventh Son of a Seventh Son foi o disco com mais músicas incluídas, com nada menos que seis das suas oito faixas presentes na lista. A seguir temos discos com quatro canções incluídas (Iron Maiden, The Number of the Beast, Piece of Mind, Powerslave e Somewhere in Time), com três músicas (Killers, Fear of the Dark, Brave New World, Dance of Death e The Book of Souls), duas músicas (No Prayer of the Dying, The X Factor, A Matter of Life and Death e The Final Frontier) e uma canção (Virtual XI).

Abaixo está o top 50 do Iron Maiden segundo a Metal Hammer, e também uma playlist com as músicas para você curtir, de novo e mais uma vez, a obra da Donzela de Ferro:

50 Empire of the Clouds
49 Be Quick or Be Dead
48 Man on the Edge
47 Alexander the Great
46 Montségur
45 Tailgunner
44 Where Eagles Dare
43 Sign of the Cross
42 The Longest Day
41 Coming Home
40 Seventh Son of a Seventh Son
39 Stranger in a Strange Land
38 Bring Your Daughter … To the Slaughter
37 Flight of Icarus
36 Heaven Can Wait
35 When the Wild Wind Blows
34 The Clairvoyant
33 Revelations
32 No More Lies
31 Prowler
30 Ghost of the Navigator
29 Rime of the Ancient Mariner
28 Killers
27 Moonchild
26 The Clansman
25 Children of the Damned
24 Afraid to Shoot Strangers
23 Murders in the Rue Morgue
22 Infinite Dreams
21 If Eternity Should Fail
20 The Wicker Man
19 Run to the Hills
18 Can I Play With Madness
17 Phantom of the Opera
16 Powerslave
15 These Colours Don’t Run
14 Wrathchild
13 The Number of the Beast
12 The Red and the Black
11 Wasted Years
10 2 Minutes to Midnight
9 Blood Brothers
8 Running Free
7 Fear of the Dark
6 The Evil That Man Do
5 Aces High
4 Iron Maiden
3 The Trooper
2 Paschendale
1 Hallowed Be Thy Name

27 de jun de 2018

Ex-vocalista processa Iron Maiden e diz ser co-autor de clássicos da banda

quarta-feira, junho 27, 2018

Dennis Willcock, que foi vocalista do Iron Maiden entre 1976 e 1978, entrou com um pedido de revisão de direitos autorais envolvendo cinco músicas da banda britânica. O antigo frontman da Donzela alega que “Prowler”, “Charlotte the Harlot”, “Phantom of the Opera”, “Iron Maiden” e “Prodigal Son” contém trechos de suas letras que são de sua autoria, e que ele não foi creditado por isso. Dennis não chegou a gravar nenhum disco com o Iron Maiden.

Além do pedido de Willcock, uma nova ação de plágio envolvendo “Hallowed Be Thy Name” foi iniciada, agora encabeçada pelo ex-vocalista da banda Beckett, Terry Wilson-Slesser. Terry montou o Backstreet Crawler com Paul Kossoff, após o guitarrista deixar o Free, e substituiu Brian Johnson no Georgie quanto Brian ingressou no AC/DC. Acredita-se que Wilson-Slesser tenha feito um teste para o Iron Maiden quando a banda procurava um substituto para Paul Di’Anno, que deixou o grupo em setembro de 1981.

Vale mencionar que “Hallowed Be Thy Name” já foi objeto de um processo de plágio em 2017, chegando a ser retirada do setlist do Maiden enquanto o caso estava sendo examinado. A questão acabou sendo resolvida com um acordo amigável entre as partes.

19 de jun de 2018

Ouça “Eternal”, nova música de Bruce Dickinson

terça-feira, junho 19, 2018

“Eternal" faz parte da trilha sonora do documentário Scream for Me Saravejo, que será lançada dia 29 de junho.

A canção foi lançada anteriormente apenas como faixa bônus da edição japonesa de Tyranny of Souls (2005), álbum solo mais recente do vocalista do Iron Maiden.

Como o título antecipa, trata-se de uma música bastante contemplativa. A formação que a gravou contava com Bruce, Roy Z (guitarra), Maestro Mistheria (teclado), Ray Burke (baixo) e Dave Moreno (bateria).

Ouça “Eternal" no player abaixo:

18 de jun de 2018

Bruce Dickinson estrela série de vídeos para empresa de games

segunda-feira, junho 18, 2018

A Wargaming, criadora dos jogos World of Tanks (2010), World of Warplanes (2013) e World of Warships (2015), anunciou que Bruce Dickinson estreará uma série com dez vídeos educacionais sobre aviões de guerra. 

O vocalista do Iron Maiden, que como todos sabem também é piloto e um apaixonado por aeronaves, será o apresentador dos vídeos que irão ao ar no canal da Wargaming no YouTube durante os meses de junho, julho e agosto, onde ele dá detalhes sobre aviões clássicos presentes nos jogos. 

O primeiro vídeo já está no ar, bem como uma homenagem da empresa ao Iron Maiden na forma de um clipe para a clássica “Aces High”, faixa de abertura do disco Powerslave (1984), com cenas dos jogos da companhia.

Assista ambos abaixo:

29 de mai de 2018

Iron Maiden e o aspecto subliminar de Brave New World

terça-feira, maio 29, 2018

Sou um grande fã do Iron Maiden. Cresci ouvindo suas músicas, tenho todos os seus discos, gosto de pesquisar e ler sobre o grupo, e, passados mais de trinta anos do meu primeiro contato com a banda, ela continua sendo uma parte importante da minha vida. Por isso, para comemorar os 18 anos do lançamento do álbum Brave New World (que chegou às lojas neste dia 29 de maio de 2000), resolvi escrever sobre algo que sempre esteve na minha cabeça e que acho que também faz parte do pensamento de uma parcela considerável de fãs do Maiden.

Mas, para começar a nossa conversa, é preciso voltar um pouco no tempo. Ainda lembro da repercussão negativa dos shows da turnê brasileira do Iron Maiden em 1998, que acabaria se tornando a última com Blaze Bayley. A banda tocou em algumas cidades brasileiras, e o show no Rio de Janeiro ficou marcado pelo fato de o grupo abandonar o palco e não voltar para o bis após o guitarrista Janick Gers ter sido atingido por um objeto. Esse acontecimento foi, na verdade, a gota d'água de uma tour que deixou claro, definitivamente, que Blaze não era o vocalista adequado para o Iron Maiden. A questão nem era a qualidade ou não da sua voz, mas sim o fato de que o seu timbre, mais grave, não casava com as músicas do Maiden, originalmente concebidas para os tons mais altos de Bruce Dickinson. O controverso álbum The X Factor, lançado em outubro de 1995, é a prova disso, com um direcionamento mais sombrio que os anteriores, mas que acabou não sendo mantido no disco seguinte, Virtual XI, que chegou às lojas em março de 1998. Pessoalmente, considero Virtual XI o álbum mais fraco de todo o catálogo do Maiden, com composições ruins, refrões repetidos à exaustão e uma sonoridade genérica. Apenas duas de suas canções, “Futureal” e “The Clansman”, são dignas de nota.

Quem ouviu os b-sides dos singles lançados pelo Iron Maiden nesse período, ou algum bootleg gravado na época, percebe sem maior esforço a absoluta incapacidade de Blaze em interpretar as canções da era Dickinson. A versão ao vivo de “The Evil That Men Do” presente no single de “Futureal”, por exemplo, é constrangedora. O mesmo vale para as tentativas de Bayley em cantar sons como “The Trooper” e “Hallowed Be Thy Name”, notórias marcas pessoais de Bruce. Mais tarde, ao sair do Maiden, Blaze encontraria uma sonoridade adequada à sua voz nos bons discos de sua carreira solo, principalmente na ótima estreia com Silicon Messiah (2000).

A verdade era que, passados já alguns anos com Blaze no Maiden, a sua situação havia ficado insustentável. O público da banda havia caído drasticamente. A crítica não engoliu os álbuns com o novo vocalista, principalmente Virtual XI. E o Iron Maiden, que sempre esteve na linha de frente do heavy metal ditando os caminhos do estilo, passava por uma fase onde beirava a irrelevância. Tudo isso refletiu no clima interno entre os músicos. Janick surtou com o objeto lançado contra si no show no Rio de Janeiro e no camarim colocou Steve Harris na parede, dizendo que era ele ou Blaze. O baterista Nicko McBrain também já havia demonstrado a sua insatisfação com a fase vivida pela banda para Steve e Rod Smallwood, empresário do grupo. Até mesmo o calmo e passivo Dave Murray, um dos caras mais gente boa do show business, não escondia de ninguém o seu desgosto com os rumos do grupo.


Os shows no Brasil foram os últimos da tour de Virtual XI. Após eles, a banda entrou em recesso, curtindo merecidas férias. Foi nessa época que a figura sempre forte do empresário Rod Smalwood entrou em cena. Rod, dono de opiniões sempre diretas e persuasivas – a revista inglesa Classic Rock, ao se referir a Rod, Steve e Bruce, classifica o trio como “o grosseirão, o cabeça-dura e o tagarela” -, chamou Steve Harris para uma reunião e disse, sem meias palavras, que era preciso trazer Bruce Dickinson de volta. Steve, como era de se esperar, respondeu que não, que a relação com Bruce era complicada e que não gostaria de tê-lo de volta no grupo. Mas aí a coisa virou briga de gente grande: de um lado um dos empresários mais respeitados e fortes do show business, famoso por seu aparentemente infinito poder de convencer qualquer pessoa a concordar com suas ideias, e do outro a mente criativa responsável por transformar o Iron Maiden em uma das maiores e mais importantes bandas da história do metal. Após uma longa conversa, Rod provou para Steve que o retorno de Bruce era necessário, e a banda então marcou uma reunião.

Ao mesmo tempo, os rumores sobre um possível retorno de Bruce Dickinson ao grupo só aumentavam. Fóruns e sites por toda a internet alimentavam rumores e mais rumores sobre o assunto, mas ninguém tinha uma posição clara sobre o que estava realmente acontecendo. Essa falação toda chegou até à própria banda solo de Bruce. Roy Z, seu guitarrista, produtor e principal parceiro em álbuns como Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998), chamou Dickinson para um papo e bateu a real: “Bruce, nós gravamos ótimos discos, mas todo mundo sabe que o seu lugar é no Maiden”. O vocalista não teve outra resposta para Roy a não ser concordar com a sua afirmação.

Após contatos preliminares e sondagens de ambos os lados, Rod Smallwood convocou Steve Harris, Dave Murray, Janick Gers, Nicko McBrain e Bruce Dickinson para uma reunião em sua casa. Todos sentaram na sala de Rod, e a reunião, que era para ser longa, acabou sendo surpreendentemente curta, com Steve pedindo a palavra e dizendo: “Eu não concordo com a volta de Bruce ao Iron Maiden, mas essa é a coisa certa a ser feita”. Todos apertaram as mãos, trocaram abraços e foram comemorar o retorno do vocalista em um pub próximo à mansão de Rod. Lá, embalados por rodadas e mais rodadas de cerveja, tiveram a ideia de chamar de volta também o guitarrista Adrian Smith, que havia saído em 1990 e estava tocando com Bruce em sua banda solo. Toda essa história foi contada em detalhes em uma espetacular matéria publicada pela revista britânica Classic Rock há alguns anos atrás. O mundo ficou sabendo da notícia através de um comunicado oficial divulgado dia 11 de fevereiro de 1999, e o resto é história.


E é justamente nesse ponto que eu quero chegar. O agora sexteto saiu em uma turnê mundial batizada Eddie Hunter Tour, em promoção ao game de computador que estavam lançando, onde tocou diversos clássicos de seus anos dourados com a nova formação com três guitarristas e trancou-se em estúdio para compor o tão aguardado álbum de retorno. Brave New World chegou às lojas em 29 de maio de 2000 e atendeu as expectativas tanto dos fãs quanto da crítica com composições fortes e inspiradas, que recolocaram o Iron Maiden automaticamente no lugar de onde nunca deveria ter saído: o Olimpo do heavy metal.

Mas o que me chamou a atenção desde a primeira vez que ouvi o disco é o fato de ele, na minha percepção, conter diversas mensagens - subliminares ou não - espalhadas por suas letras, dando margem à interpretações variadas por parte dos fãs. Vamos a elas:

- a história já começa no título, Brave New World, fazendo uma alusão direta ao “admirável mundo novo” que estava começando para a banda e para os seus fãs com o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith

- o refrão da primeira faixa, “The Wicker Man”, traz Bruce cantando a frase “your time will come” - "sua hora chegará" – repetidamente, como que preparando os fãs de todo o mundo para o tão aguardado retorno do grupo e os consequentes shows apresentando a “nova" formação

- a emocionante “Blood Brothers”, composta por Steve Harris para o seu pai, pode ser interpretada como uma reafirmação dos laços de sangue que unem a banda e seus fãs, em uma das relações mais fortes e apaixonantes do universo musical, e também à ligação dos próprios músicos uns aos outros, já que juntos são muito maiores do que separados, como ficou claro durante os anos em que Bruce e Adrian estiveram longe do grupo. Somos todos, músicos e fãs, verdadeiros “irmãos de sangue"

- a faixa “The Mercenary”, uma das mais pesadas do álbum, tem um título que pode ser interpretado como uma indireta a Bruce Dickinson, que quando saiu do Maiden deu várias declarações a respeito do grupo e do próprio heavy metal, chegando até mesmo a renegar o estilo, mas que agora estava de volta à banda que o fez famoso em todo o planeta

- a frase “the dream is true”, presente em “Dream of Mirrors”, exemplifica o que os fãs do grupo sentiram ao saberem da volta de Bruce e Adrian: o sonho havia se tornado realidade

- “The Fallen Angel” pode ser uma alusão ao próprio grupo, que alcançou o topo, caiu ao chão e agora preparava-se para alçar um novo e duradouro vôo, como uma fênix renascida

- “Out of the Silent Planet” pode ser entendida como uma brincadeira com o fato de as plateias da banda terem se reduzido muito durante o período com Blaze, e, com o simples anúncio do retorno de Bruce e Adrian, o grupo começou a lotar arenas novamente em todo o mundo, caindo fora do “planeta silencioso” em que se encontrava

- e, finalmente, o encerramento do álbum com a estupenda “The Thin Line Between Love and Hate” - "a tênue linha entre o amor e o ódio" -, alusão direta à relação entre Steve Harris e Bruce Dickinson, os dois pilares do Iron Maiden, donos de personalidades fortes e líderes natos, que se admiram na mesma proporção em que se odeiam, e que sabem que são mais fortes juntos do que trilhando caminhos separados.


É claro que todas essas interpretações são baseadas apenas na minha opinião e são extremamente pessoais, mas, como disse antes, desde a primeira vez que ouvi o disco esses detalhes me chamaram a atenção. Alguns podem ser verdadeiros, outros podem ser apenas suposições e viagens de um fã, mas queria compartilhar isso com vocês.

Após Brave New World o Iron Maiden gravou mais quatro álbuns de estúdio – Dance of Death (2003), A Matter of Life and Death (2006), The Final Frontier (2010) e The Book of Souls (2015) -, um quinteto de discos ao vivo – Rock in Rio (2002), Death on the Road (2005), Flight 666: The Original Soundtrack (2009), En Vivo! (2012) e The Book of Souls: Live Chapter (2017) -, lançou três coletâneas – Edward the Great (2002), Somewhere Back in Time – The Best of 1980-1989 (2008) e From Fear to Eternity – The Best of 1990-2010 (2011) – e sete DVDs – Rock in Rio (2002), Visions of the Beast: The Complete Video History (2003), The History of Iron Maiden, Part 1: The Early Days (2004), Death on the Road (2005), Flight 666: The Film (2009), En Vivo! (2012) e The Book of Souls: Live Chapter (2017) -, além da nova versão do Maiden England ’88, disponibilizada em CD e DVD em 2013, solidificando a sua posição como uma das maiores bandas de metal da história e gozando de uma popularidade que atualmente rivaliza com a alcançada durante a década de 1980, considerada a época áurea da banda. 

Uma análise nas vendas dos últimos discos do sexteto - The Book of Souls, por exemplo, alcançou o número 1 em nada mais nada menos que 25 países, incluindo o Brasil e a Inglaterra -, além da expansão da marca da banda para produtos como a cerveja oficial do Maiden, que é um fenômeno de vendas, mostra que Rod Smalwood estava certo, não é mesmo, Steve?


24 de mai de 2018

British Lion, projeto de Steve Harris, anuncia três shows no Brasil

quinta-feira, maio 24, 2018

O projeto British Lion, liderado por Steve Harris, fará três shows no Brasil em novembro. A banda paralela do baixista e líder do Iron Maiden se apresentará nas datas e locais abaixo:

09/11 - Rio de Janeiro - Circo Voador
10/11 - São Paulo - Cine Jóia
13/11 - Porto Alegre - Bar Opinião

O quinteto lançou o seu primeiro e único disco em 2012, com uma sonoridade que equilibra influências do Iron Maiden com aspectos de nomes como UFO, Thin Lizzy e Uriah Heep.

16 de mai de 2018

Iron Maiden é uma das prováveis atrações da próxima edição do Rock in Rio

quarta-feira, maio 16, 2018

A informação é de Bruce Dickinson. Passando pelo Brasil para participar do VTex Day, evento voltado para empreendedores e empresários, o vocalista do Iron Maiden revelou que a banda não fará shows no país durante 2018. E mais: o músico revelou que o grupo inglês está conversando para ser um dos headliners da próxima edição do Rock in Rio, que acontecerá em 2019.

Se isso se confirmar, será a quarta participação da banda no festival. O Iron Maiden tocou no Rock in Rio em 1985, 2001 e 2013, chegando até a gravar um álbum e um vídeo ao vivo na edição de 2001 e que foi lançado um ano depois.

Que a informação se confirme e que o Rock in Rio tenha mais uma vez o Maiden: é isso que desejamos.

20 de abr de 2018

Documentário de Bruce Dickinson terá trilha lançada em CD e vinil

sexta-feira, abril 20, 2018

O documentário Scream for Me Saravejo, que conta a história do show realizado em 1994 por Bruce Dickinson na cidade de Saravejo durante a guerra civil da Bósnia, será lançado em DVD, Blu-ray e nos formatos digitais dia 29 de junho pela Eagle Vision. 

O filme terá também a sua trila sonora, composta por canções da carreira solo de Bruce, disponibilizada em CD e LP duplo. A trilha trará algumas raridades como “Acoustic Song” (presente apenas da edição especial do Best Of de 2001), a versão ao vivo de “Inertia" (que está apenas na edição expandida de Skunkworks) e “Eternal" (faixa que apareceu somente na edição japonesa do álbum Tyranny of Souls).


Abaixo está o tracklist completo de Scream for Me Saravejo, bem como o trailer do documentário:

1. Change of Heart 
2. Tears of the Dragon 
3. Gods of War 
4. Darkside of Aquarius 
5. Navigate the Seas of the Sun 
6. Road to Hell 
7. Arc of Space 
8. Omega 
09. River of No Return 
10. Power of the Sun 
11. Strange Death in Paradise 
12. Inertia (Live) 
13. Acoustic Song 
14. Eternal

27 de mar de 2018

Iron Maiden lança máquina de pinball de última geração

terça-feira, março 27, 2018

O Iron Maiden está lançando uma máquina de pinball em parceria com a Stern Pinball. A máquina é baseada no game Legacy of the Beast e leva o jogador em uma jornada pela carreira da clássica banda inglesa.

A máquina conta com uma arte desenhada à mão pelo artista Jeremy Packer, fã do Maiden, e vem com as seguintes músicas: “Aces High”, “2 Minutes to Midnight”, “The Trooper”, “Wasted Years”, “Can I Play With Madness”, “The Number of the Beast”, “Run to the Hills”, “Powerslave”, “Hallowed Be Thy Name”, “Flight of Icarus”, “Rime of the Ancient Mariner” e “Fear of the Dark”.

Em todos os modelos os jogadores jogarão com Eddie e terão ao seu dispor quatro flippers, dois spinners, rampas de metal, um mecanismo de bola cativa e outros dispositivos. Há ainda os modelos Premium e Limited Edition, que vêm com um bloqueio de bola em forma de sarcófago interativo, uma entrada de túmulo secreta motorizada, uma rampa de metal em forma de faraó que levita para revelar a escavação do submundo, uma bola Newton com sensor duplo e duas esculturas personalizadas de Eddie. A versão Limited Edition, com apenas 500 unidades, conta ainda com um espelho traseiro e sistema de som atualizado com alto-falantes JBL de alta qualidade. Fechando o pacote, o software que acompanha a máquina permite recursos gráficos de alta qualidade e animações inovadoras em uma tela de vídeo de alta definição.








16 de mar de 2018

Bruce Dickinson promete grandes surpresas no setlist da nova turnê do Iron Maiden

sexta-feira, março 16, 2018

Conversando com a Kerrang, Bruce Dickinson falou sobre o setlist da próxima turnê do Iron Maiden e deu pistas de que a banda britânica, enfim, realizará mudanças significativas nas canções que costuma tocar em seus shows.

Segundo o vocalista: “Estou focado em construir um setlist incrível e que irá levar a um grande show. Estou olhando para os shows da próxima tour como algo que deve exceder o que fizemos na turnê de Book of Souls. Sei que nos últimos anos caímos no comum ao tocar sempre algumas músicas, mas a ideia é dar uma mexida nisso. Quero que as pessoas vejam o setlist e pensem ‘Uau, eu tenho que ir a esse show!’. Quero que elas se surpreendam e voltem para casa dizendo ‘não acredito que eles tocaram essa música’. Essa é a reação que eu quero! Estamos tocando nos ensaios uma ou duas músicas que as pessoas irão realmente se surpreender. As redes sociais irão à loucura após o primeiro show”.

A nova turnê do Iron Maiden começará dia 26 de maio na cidade de Tallin, na Estônia.

12 de mar de 2018

Iron Maiden chega a acordo em processo de plágio de “Hallowed Be Thy Name”

segunda-feira, março 12, 2018

O Iron Maiden chegou a um acordo no processo contra a banda devido a um suposto plágio entre a clássica “Hallowed Be Thy Name” e a faixa “Life's Shadow”, do grupo inglês Beckett.

O processo foi movido pelo manager aposentado Barry McKay e acusou a semelhança entre “Life's Shadow” e um dos maiores hinos do Iron Maiden. A canção, presente no disco de estreia do Beckett, foi composta por Brian Quinn e Robert Barton. Ela está no primeiro e único LP do Beckett, lançado em 1974. 

O fato curioso da história é que o Beckett era empresariado por Rod Smallwood, que alguns anos mais tarde assumiria a administração do Iron Maiden e foi um dos grandes responsáveis, ao lado de Steve Harris, por transformar o sexteto britânico em uma potência do rock. Harris também se pronunciou no processo, admitindo que conhecia o disco do Beckett e que o álbum era um dos seus favoritos na época em que foi lançado. Vale lembrar que “Hallowed Be Thy Name” foi lançada oito anos depois, em 1982, fechando o terceiro disco do Iron Maiden, o icônico The Number of the Beast.

A imprensa chegou a noticiar que o acordo entre ambas as partes obrigaria Steve Harris e Dave Murray a pagarem algo em torno de 1,25 milhão de dólares referentes aos danos e custos do processo, porém uma fonte próxima ao Maiden afirmou que o acordo saiu mais em conta, aproximadamente 765 mil dólares.

Todo esse processo fez com que o Iron Maiden retirasse “Hallowed Be Thy Name” do setlist de seus shows, deixando a música de fora de toda a turnê realizada durante 2017.

22 de fev de 2018

Autobiografia de Bruce Dickinson é publicada no Brasil

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

A editora Intrínseca anunciou a publicação de autobiografia de Bruce Dickinson no Brasil. Com o título de Para Que Serve Este Botão - Uma Autobiografia, o livro será lançado dia 19 de março.

A obra tem quase 320 páginas e conta toda a trajetória de Bruce, uma das maiores vozes da história do rock.


Abaixo está o release do material:

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de todos os tempos e continua lotando shows em todo mundo mesmo depois de 40 anos na estrada. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista do grupo há 30 anos.

Não apenas um frontman lendário, Bruce é um homem focado em aprender novas habilidades. Ao longo de sua vida, ele acumulou diversos talentos. É piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista – ou seja, o Iron Maiden é apenas parte de sua rotina.

Conhecido por ser reservado sobre sua vida pessoal, Bruce compartilha em sua autobiografia detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs de música e amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras.


4 de dez de 2017

Iron Maiden: novos action figures de Eddie já disponíveis

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Será lançada neste quinta, 07/12, uma nova série de action figures de Eddie, o mascote do Iron Maiden. Os bonecos, totalmente articulados, são baseados em canções dos álbuns Killers (1981), Piece of Mind (1983) e Powerslave (1984) e estarão disponíveis em quatro modelos.

As peças estão sendo lançadas pela Super 7, empresa que já possui em seu portfolio action figures do universo do He-Man, Hellboy, Alien, Mega Man, Street Fighter e outros, além de uma coleção dedicada ao The Misfits. 

Mais informações no site oficial da fabricante.





6 de nov de 2017

Autobiografia de Bruce Dickinson ganhará lançamento nacional pela editora Intrínseca

segunda-feira, novembro 06, 2017

A editora Intrínseca adquiriu os direitos para a publicação no Brasil da autobiografia de Bruce Dickinson, What Does This Button Do?

O livro acaba de sair na Inglaterra e nos Estados Unidos e já se transformou em um best seller. A edição nacional, de acordo com o planejamento da editora, deve ser publicada no Brasil em maio de 2018.

Com um vasto catálogo de títulos, a Intrínseca é a responsável por lançar os livros de diversos autores de sucesso no Brasil, como as obras do inglês Neil Gaiman, por exemplo, que ganharam belíssimas edições recentemente.


16 de out de 2017

Eddie é o convidado especial da versão de Halloween do game Angry Birds Evolution

segunda-feira, outubro 16, 2017

A versão especial de Halloween do game Angry Birds Evolution terá como convidado especial o mascote Eddie, do Iron Maiden. O personagem será disponibilizado em várias versões na próxima quarta-feira, 18/10, e ficará disponível no jogo durante duas semanas.

Esta é uma estratégia comum em diversos jogos, que lançam atualizações temáticas para celebrar datas especiais.

O Eddie de Angry Birds Evolution vem em diversas versões, fazendo referência às capas clássicas da banda inglesa. 


Veja abaixo com ficou a versão passarinho de Eddie:






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