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9 de ago de 2018

Paul Di’Anno está internado e a situação não é boa

quinta-feira, agosto 09, 2018

A página de Paul Di’Anno no Facebook postou a informação que o músico está internado e que a situação não é boa. A publicação diz: “Fui colocado no hospital até sexta-feira, pois há uma prioridade de vida ou morte. Posso perder a perna direita?”.

Como a publicação não dá maiores informações, não dá pra saber ao certo o que está acontecendo com o ex-vocalista do Iron Maiden. Pode ser uma infecção na perna direita, já que o músico enfrenta problemas sérios nos joelhos há alguns anos e vem fazendo shows sentado em uma cadeira de rodas devido a esse motivo. Como o texto fala em “prioridade de vida ou morte”, a questão da infecção causada por algum problema mais sério não pode ser descartada.

Paul Di’Anno completou 60 anos no último dia 15 de maio. O vocalista integrou o Iron Maiden entre 1978 e 1981 e gravou os dois primeiros discos da banda, Iron Maiden (1980) e Killers (1981), além do ao vivo Maiden Japan (1981) e do EP The Soundhouse Tapes (1979). Ele foi expulso do grupo devido a seus problemas com drogas, que estavam prejudicando a sua performance, e foi substituído por Bruce Dickinson. A partir de então montou algumas bandas e lançou discos solo, além de se dedicar a falar mal do Iron Maiden em praticamente toda entrevista que deu, apesar de incluir canções da banda nos setlists de seus shows e viver do saudosismo dos fãs do próprio Maiden.

29 de jun de 2018

As 50 melhores músicas do Iron Maiden

sexta-feira, junho 29, 2018

A Metal Hammer publicou uma lista com as 50 melhores músicas do Iron Maiden, escolhidas por sua equipe. A matéria original, com comentários sobre cada uma das faixas, pode ser lida aqui. Obviamente, por ser uma banda do porte do Maiden, as escolhas gerarão discussões, mas é um levantamento interessante e que mostra a força da discografia de um dos maiores nomes do metal.


Como curiosidade, vale citar que Seventh Son of a Seventh Son foi o disco com mais músicas incluídas, com nada menos que seis das suas oito faixas presentes na lista. A seguir temos discos com quatro canções incluídas (Iron Maiden, The Number of the Beast, Piece of Mind, Powerslave e Somewhere in Time), com três músicas (Killers, Fear of the Dark, Brave New World, Dance of Death e The Book of Souls), duas músicas (No Prayer of the Dying, The X Factor, A Matter of Life and Death e The Final Frontier) e uma canção (Virtual XI).

Abaixo está o top 50 do Iron Maiden segundo a Metal Hammer, e também uma playlist com as músicas para você curtir, de novo e mais uma vez, a obra da Donzela de Ferro:

50 Empire of the Clouds
49 Be Quick or Be Dead
48 Man on the Edge
47 Alexander the Great
46 Montségur
45 Tailgunner
44 Where Eagles Dare
43 Sign of the Cross
42 The Longest Day
41 Coming Home
40 Seventh Son of a Seventh Son
39 Stranger in a Strange Land
38 Bring Your Daughter … To the Slaughter
37 Flight of Icarus
36 Heaven Can Wait
35 When the Wild Wind Blows
34 The Clairvoyant
33 Revelations
32 No More Lies
31 Prowler
30 Ghost of the Navigator
29 Rime of the Ancient Mariner
28 Killers
27 Moonchild
26 The Clansman
25 Children of the Damned
24 Afraid to Shoot Strangers
23 Murders in the Rue Morgue
22 Infinite Dreams
21 If Eternity Should Fail
20 The Wicker Man
19 Run to the Hills
18 Can I Play With Madness
17 Phantom of the Opera
16 Powerslave
15 These Colours Don’t Run
14 Wrathchild
13 The Number of the Beast
12 The Red and the Black
11 Wasted Years
10 2 Minutes to Midnight
9 Blood Brothers
8 Running Free
7 Fear of the Dark
6 The Evil That Man Do
5 Aces High
4 Iron Maiden
3 The Trooper
2 Paschendale
1 Hallowed Be Thy Name

27 de jun de 2018

Ex-vocalista processa Iron Maiden e diz ser co-autor de clássicos da banda

quarta-feira, junho 27, 2018

Dennis Willcock, que foi vocalista do Iron Maiden entre 1976 e 1978, entrou com um pedido de revisão de direitos autorais envolvendo cinco músicas da banda britânica. O antigo frontman da Donzela alega que “Prowler”, “Charlotte the Harlot”, “Phantom of the Opera”, “Iron Maiden” e “Prodigal Son” contém trechos de suas letras que são de sua autoria, e que ele não foi creditado por isso. Dennis não chegou a gravar nenhum disco com o Iron Maiden.

Além do pedido de Willcock, uma nova ação de plágio envolvendo “Hallowed Be Thy Name” foi iniciada, agora encabeçada pelo ex-vocalista da banda Beckett, Terry Wilson-Slesser. Terry montou o Backstreet Crawler com Paul Kossoff, após o guitarrista deixar o Free, e substituiu Brian Johnson no Georgie quanto Brian ingressou no AC/DC. Acredita-se que Wilson-Slesser tenha feito um teste para o Iron Maiden quando a banda procurava um substituto para Paul Di’Anno, que deixou o grupo em setembro de 1981.

Vale mencionar que “Hallowed Be Thy Name” já foi objeto de um processo de plágio em 2017, chegando a ser retirada do setlist do Maiden enquanto o caso estava sendo examinado. A questão acabou sendo resolvida com um acordo amigável entre as partes.

19 de jun de 2018

Ouça “Eternal”, nova música de Bruce Dickinson

terça-feira, junho 19, 2018

“Eternal" faz parte da trilha sonora do documentário Scream for Me Saravejo, que será lançada dia 29 de junho.

A canção foi lançada anteriormente apenas como faixa bônus da edição japonesa de Tyranny of Souls (2005), álbum solo mais recente do vocalista do Iron Maiden.

Como o título antecipa, trata-se de uma música bastante contemplativa. A formação que a gravou contava com Bruce, Roy Z (guitarra), Maestro Mistheria (teclado), Ray Burke (baixo) e Dave Moreno (bateria).

Ouça “Eternal" no player abaixo:

18 de jun de 2018

Bruce Dickinson estrela série de vídeos para empresa de games

segunda-feira, junho 18, 2018

A Wargaming, criadora dos jogos World of Tanks (2010), World of Warplanes (2013) e World of Warships (2015), anunciou que Bruce Dickinson estreará uma série com dez vídeos educacionais sobre aviões de guerra. 

O vocalista do Iron Maiden, que como todos sabem também é piloto e um apaixonado por aeronaves, será o apresentador dos vídeos que irão ao ar no canal da Wargaming no YouTube durante os meses de junho, julho e agosto, onde ele dá detalhes sobre aviões clássicos presentes nos jogos. 

O primeiro vídeo já está no ar, bem como uma homenagem da empresa ao Iron Maiden na forma de um clipe para a clássica “Aces High”, faixa de abertura do disco Powerslave (1984), com cenas dos jogos da companhia.

Assista ambos abaixo:

29 de mai de 2018

Iron Maiden e o aspecto subliminar de Brave New World

terça-feira, maio 29, 2018

Sou um grande fã do Iron Maiden. Cresci ouvindo suas músicas, tenho todos os seus discos, gosto de pesquisar e ler sobre o grupo, e, passados mais de trinta anos do meu primeiro contato com a banda, ela continua sendo uma parte importante da minha vida. Por isso, para comemorar os 18 anos do lançamento do álbum Brave New World (que chegou às lojas neste dia 29 de maio de 2000), resolvi escrever sobre algo que sempre esteve na minha cabeça e que acho que também faz parte do pensamento de uma parcela considerável de fãs do Maiden.

Mas, para começar a nossa conversa, é preciso voltar um pouco no tempo. Ainda lembro da repercussão negativa dos shows da turnê brasileira do Iron Maiden em 1998, que acabaria se tornando a última com Blaze Bayley. A banda tocou em algumas cidades brasileiras, e o show no Rio de Janeiro ficou marcado pelo fato de o grupo abandonar o palco e não voltar para o bis após o guitarrista Janick Gers ter sido atingido por um objeto. Esse acontecimento foi, na verdade, a gota d'água de uma tour que deixou claro, definitivamente, que Blaze não era o vocalista adequado para o Iron Maiden. A questão nem era a qualidade ou não da sua voz, mas sim o fato de que o seu timbre, mais grave, não casava com as músicas do Maiden, originalmente concebidas para os tons mais altos de Bruce Dickinson. O controverso álbum The X Factor, lançado em outubro de 1995, é a prova disso, com um direcionamento mais sombrio que os anteriores, mas que acabou não sendo mantido no disco seguinte, Virtual XI, que chegou às lojas em março de 1998. Pessoalmente, considero Virtual XI o álbum mais fraco de todo o catálogo do Maiden, com composições ruins, refrões repetidos à exaustão e uma sonoridade genérica. Apenas duas de suas canções, “Futureal” e “The Clansman”, são dignas de nota.

Quem ouviu os b-sides dos singles lançados pelo Iron Maiden nesse período, ou algum bootleg gravado na época, percebe sem maior esforço a absoluta incapacidade de Blaze em interpretar as canções da era Dickinson. A versão ao vivo de “The Evil That Men Do” presente no single de “Futureal”, por exemplo, é constrangedora. O mesmo vale para as tentativas de Bayley em cantar sons como “The Trooper” e “Hallowed Be Thy Name”, notórias marcas pessoais de Bruce. Mais tarde, ao sair do Maiden, Blaze encontraria uma sonoridade adequada à sua voz nos bons discos de sua carreira solo, principalmente na ótima estreia com Silicon Messiah (2000).

A verdade era que, passados já alguns anos com Blaze no Maiden, a sua situação havia ficado insustentável. O público da banda havia caído drasticamente. A crítica não engoliu os álbuns com o novo vocalista, principalmente Virtual XI. E o Iron Maiden, que sempre esteve na linha de frente do heavy metal ditando os caminhos do estilo, passava por uma fase onde beirava a irrelevância. Tudo isso refletiu no clima interno entre os músicos. Janick surtou com o objeto lançado contra si no show no Rio de Janeiro e no camarim colocou Steve Harris na parede, dizendo que era ele ou Blaze. O baterista Nicko McBrain também já havia demonstrado a sua insatisfação com a fase vivida pela banda para Steve e Rod Smallwood, empresário do grupo. Até mesmo o calmo e passivo Dave Murray, um dos caras mais gente boa do show business, não escondia de ninguém o seu desgosto com os rumos do grupo.


Os shows no Brasil foram os últimos da tour de Virtual XI. Após eles, a banda entrou em recesso, curtindo merecidas férias. Foi nessa época que a figura sempre forte do empresário Rod Smalwood entrou em cena. Rod, dono de opiniões sempre diretas e persuasivas – a revista inglesa Classic Rock, ao se referir a Rod, Steve e Bruce, classifica o trio como “o grosseirão, o cabeça-dura e o tagarela” -, chamou Steve Harris para uma reunião e disse, sem meias palavras, que era preciso trazer Bruce Dickinson de volta. Steve, como era de se esperar, respondeu que não, que a relação com Bruce era complicada e que não gostaria de tê-lo de volta no grupo. Mas aí a coisa virou briga de gente grande: de um lado um dos empresários mais respeitados e fortes do show business, famoso por seu aparentemente infinito poder de convencer qualquer pessoa a concordar com suas ideias, e do outro a mente criativa responsável por transformar o Iron Maiden em uma das maiores e mais importantes bandas da história do metal. Após uma longa conversa, Rod provou para Steve que o retorno de Bruce era necessário, e a banda então marcou uma reunião.

Ao mesmo tempo, os rumores sobre um possível retorno de Bruce Dickinson ao grupo só aumentavam. Fóruns e sites por toda a internet alimentavam rumores e mais rumores sobre o assunto, mas ninguém tinha uma posição clara sobre o que estava realmente acontecendo. Essa falação toda chegou até à própria banda solo de Bruce. Roy Z, seu guitarrista, produtor e principal parceiro em álbuns como Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998), chamou Dickinson para um papo e bateu a real: “Bruce, nós gravamos ótimos discos, mas todo mundo sabe que o seu lugar é no Maiden”. O vocalista não teve outra resposta para Roy a não ser concordar com a sua afirmação.

Após contatos preliminares e sondagens de ambos os lados, Rod Smallwood convocou Steve Harris, Dave Murray, Janick Gers, Nicko McBrain e Bruce Dickinson para uma reunião em sua casa. Todos sentaram na sala de Rod, e a reunião, que era para ser longa, acabou sendo surpreendentemente curta, com Steve pedindo a palavra e dizendo: “Eu não concordo com a volta de Bruce ao Iron Maiden, mas essa é a coisa certa a ser feita”. Todos apertaram as mãos, trocaram abraços e foram comemorar o retorno do vocalista em um pub próximo à mansão de Rod. Lá, embalados por rodadas e mais rodadas de cerveja, tiveram a ideia de chamar de volta também o guitarrista Adrian Smith, que havia saído em 1990 e estava tocando com Bruce em sua banda solo. Toda essa história foi contada em detalhes em uma espetacular matéria publicada pela revista britânica Classic Rock há alguns anos atrás. O mundo ficou sabendo da notícia através de um comunicado oficial divulgado dia 11 de fevereiro de 1999, e o resto é história.


E é justamente nesse ponto que eu quero chegar. O agora sexteto saiu em uma turnê mundial batizada Eddie Hunter Tour, em promoção ao game de computador que estavam lançando, onde tocou diversos clássicos de seus anos dourados com a nova formação com três guitarristas e trancou-se em estúdio para compor o tão aguardado álbum de retorno. Brave New World chegou às lojas em 29 de maio de 2000 e atendeu as expectativas tanto dos fãs quanto da crítica com composições fortes e inspiradas, que recolocaram o Iron Maiden automaticamente no lugar de onde nunca deveria ter saído: o Olimpo do heavy metal.

Mas o que me chamou a atenção desde a primeira vez que ouvi o disco é o fato de ele, na minha percepção, conter diversas mensagens - subliminares ou não - espalhadas por suas letras, dando margem à interpretações variadas por parte dos fãs. Vamos a elas:

- a história já começa no título, Brave New World, fazendo uma alusão direta ao “admirável mundo novo” que estava começando para a banda e para os seus fãs com o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith

- o refrão da primeira faixa, “The Wicker Man”, traz Bruce cantando a frase “your time will come” - "sua hora chegará" – repetidamente, como que preparando os fãs de todo o mundo para o tão aguardado retorno do grupo e os consequentes shows apresentando a “nova" formação

- a emocionante “Blood Brothers”, composta por Steve Harris para o seu pai, pode ser interpretada como uma reafirmação dos laços de sangue que unem a banda e seus fãs, em uma das relações mais fortes e apaixonantes do universo musical, e também à ligação dos próprios músicos uns aos outros, já que juntos são muito maiores do que separados, como ficou claro durante os anos em que Bruce e Adrian estiveram longe do grupo. Somos todos, músicos e fãs, verdadeiros “irmãos de sangue"

- a faixa “The Mercenary”, uma das mais pesadas do álbum, tem um título que pode ser interpretado como uma indireta a Bruce Dickinson, que quando saiu do Maiden deu várias declarações a respeito do grupo e do próprio heavy metal, chegando até mesmo a renegar o estilo, mas que agora estava de volta à banda que o fez famoso em todo o planeta

- a frase “the dream is true”, presente em “Dream of Mirrors”, exemplifica o que os fãs do grupo sentiram ao saberem da volta de Bruce e Adrian: o sonho havia se tornado realidade

- “The Fallen Angel” pode ser uma alusão ao próprio grupo, que alcançou o topo, caiu ao chão e agora preparava-se para alçar um novo e duradouro vôo, como uma fênix renascida

- “Out of the Silent Planet” pode ser entendida como uma brincadeira com o fato de as plateias da banda terem se reduzido muito durante o período com Blaze, e, com o simples anúncio do retorno de Bruce e Adrian, o grupo começou a lotar arenas novamente em todo o mundo, caindo fora do “planeta silencioso” em que se encontrava

- e, finalmente, o encerramento do álbum com a estupenda “The Thin Line Between Love and Hate” - "a tênue linha entre o amor e o ódio" -, alusão direta à relação entre Steve Harris e Bruce Dickinson, os dois pilares do Iron Maiden, donos de personalidades fortes e líderes natos, que se admiram na mesma proporção em que se odeiam, e que sabem que são mais fortes juntos do que trilhando caminhos separados.


É claro que todas essas interpretações são baseadas apenas na minha opinião e são extremamente pessoais, mas, como disse antes, desde a primeira vez que ouvi o disco esses detalhes me chamaram a atenção. Alguns podem ser verdadeiros, outros podem ser apenas suposições e viagens de um fã, mas queria compartilhar isso com vocês.

Após Brave New World o Iron Maiden gravou mais quatro álbuns de estúdio – Dance of Death (2003), A Matter of Life and Death (2006), The Final Frontier (2010) e The Book of Souls (2015) -, um quinteto de discos ao vivo – Rock in Rio (2002), Death on the Road (2005), Flight 666: The Original Soundtrack (2009), En Vivo! (2012) e The Book of Souls: Live Chapter (2017) -, lançou três coletâneas – Edward the Great (2002), Somewhere Back in Time – The Best of 1980-1989 (2008) e From Fear to Eternity – The Best of 1990-2010 (2011) – e sete DVDs – Rock in Rio (2002), Visions of the Beast: The Complete Video History (2003), The History of Iron Maiden, Part 1: The Early Days (2004), Death on the Road (2005), Flight 666: The Film (2009), En Vivo! (2012) e The Book of Souls: Live Chapter (2017) -, além da nova versão do Maiden England ’88, disponibilizada em CD e DVD em 2013, solidificando a sua posição como uma das maiores bandas de metal da história e gozando de uma popularidade que atualmente rivaliza com a alcançada durante a década de 1980, considerada a época áurea da banda. 

Uma análise nas vendas dos últimos discos do sexteto - The Book of Souls, por exemplo, alcançou o número 1 em nada mais nada menos que 25 países, incluindo o Brasil e a Inglaterra -, além da expansão da marca da banda para produtos como a cerveja oficial do Maiden, que é um fenômeno de vendas, mostra que Rod Smalwood estava certo, não é mesmo, Steve?


24 de mai de 2018

British Lion, projeto de Steve Harris, anuncia três shows no Brasil

quinta-feira, maio 24, 2018

O projeto British Lion, liderado por Steve Harris, fará três shows no Brasil em novembro. A banda paralela do baixista e líder do Iron Maiden se apresentará nas datas e locais abaixo:

09/11 - Rio de Janeiro - Circo Voador
10/11 - São Paulo - Cine Jóia
13/11 - Porto Alegre - Bar Opinião

O quinteto lançou o seu primeiro e único disco em 2012, com uma sonoridade que equilibra influências do Iron Maiden com aspectos de nomes como UFO, Thin Lizzy e Uriah Heep.

16 de mai de 2018

Iron Maiden é uma das prováveis atrações da próxima edição do Rock in Rio

quarta-feira, maio 16, 2018

A informação é de Bruce Dickinson. Passando pelo Brasil para participar do VTex Day, evento voltado para empreendedores e empresários, o vocalista do Iron Maiden revelou que a banda não fará shows no país durante 2018. E mais: o músico revelou que o grupo inglês está conversando para ser um dos headliners da próxima edição do Rock in Rio, que acontecerá em 2019.

Se isso se confirmar, será a quarta participação da banda no festival. O Iron Maiden tocou no Rock in Rio em 1985, 2001 e 2013, chegando até a gravar um álbum e um vídeo ao vivo na edição de 2001 e que foi lançado um ano depois.

Que a informação se confirme e que o Rock in Rio tenha mais uma vez o Maiden: é isso que desejamos.

20 de abr de 2018

Documentário de Bruce Dickinson terá trilha lançada em CD e vinil

sexta-feira, abril 20, 2018

O documentário Scream for Me Saravejo, que conta a história do show realizado em 1994 por Bruce Dickinson na cidade de Saravejo durante a guerra civil da Bósnia, será lançado em DVD, Blu-ray e nos formatos digitais dia 29 de junho pela Eagle Vision. 

O filme terá também a sua trila sonora, composta por canções da carreira solo de Bruce, disponibilizada em CD e LP duplo. A trilha trará algumas raridades como “Acoustic Song” (presente apenas da edição especial do Best Of de 2001), a versão ao vivo de “Inertia" (que está apenas na edição expandida de Skunkworks) e “Eternal" (faixa que apareceu somente na edição japonesa do álbum Tyranny of Souls).


Abaixo está o tracklist completo de Scream for Me Saravejo, bem como o trailer do documentário:

1. Change of Heart 
2. Tears of the Dragon 
3. Gods of War 
4. Darkside of Aquarius 
5. Navigate the Seas of the Sun 
6. Road to Hell 
7. Arc of Space 
8. Omega 
09. River of No Return 
10. Power of the Sun 
11. Strange Death in Paradise 
12. Inertia (Live) 
13. Acoustic Song 
14. Eternal

27 de mar de 2018

Iron Maiden lança máquina de pinball de última geração

terça-feira, março 27, 2018

O Iron Maiden está lançando uma máquina de pinball em parceria com a Stern Pinball. A máquina é baseada no game Legacy of the Beast e leva o jogador em uma jornada pela carreira da clássica banda inglesa.

A máquina conta com uma arte desenhada à mão pelo artista Jeremy Packer, fã do Maiden, e vem com as seguintes músicas: “Aces High”, “2 Minutes to Midnight”, “The Trooper”, “Wasted Years”, “Can I Play With Madness”, “The Number of the Beast”, “Run to the Hills”, “Powerslave”, “Hallowed Be Thy Name”, “Flight of Icarus”, “Rime of the Ancient Mariner” e “Fear of the Dark”.

Em todos os modelos os jogadores jogarão com Eddie e terão ao seu dispor quatro flippers, dois spinners, rampas de metal, um mecanismo de bola cativa e outros dispositivos. Há ainda os modelos Premium e Limited Edition, que vêm com um bloqueio de bola em forma de sarcófago interativo, uma entrada de túmulo secreta motorizada, uma rampa de metal em forma de faraó que levita para revelar a escavação do submundo, uma bola Newton com sensor duplo e duas esculturas personalizadas de Eddie. A versão Limited Edition, com apenas 500 unidades, conta ainda com um espelho traseiro e sistema de som atualizado com alto-falantes JBL de alta qualidade. Fechando o pacote, o software que acompanha a máquina permite recursos gráficos de alta qualidade e animações inovadoras em uma tela de vídeo de alta definição.








16 de mar de 2018

Bruce Dickinson promete grandes surpresas no setlist da nova turnê do Iron Maiden

sexta-feira, março 16, 2018

Conversando com a Kerrang, Bruce Dickinson falou sobre o setlist da próxima turnê do Iron Maiden e deu pistas de que a banda britânica, enfim, realizará mudanças significativas nas canções que costuma tocar em seus shows.

Segundo o vocalista: “Estou focado em construir um setlist incrível e que irá levar a um grande show. Estou olhando para os shows da próxima tour como algo que deve exceder o que fizemos na turnê de Book of Souls. Sei que nos últimos anos caímos no comum ao tocar sempre algumas músicas, mas a ideia é dar uma mexida nisso. Quero que as pessoas vejam o setlist e pensem ‘Uau, eu tenho que ir a esse show!’. Quero que elas se surpreendam e voltem para casa dizendo ‘não acredito que eles tocaram essa música’. Essa é a reação que eu quero! Estamos tocando nos ensaios uma ou duas músicas que as pessoas irão realmente se surpreender. As redes sociais irão à loucura após o primeiro show”.

A nova turnê do Iron Maiden começará dia 26 de maio na cidade de Tallin, na Estônia.

12 de mar de 2018

Iron Maiden chega a acordo em processo de plágio de “Hallowed Be Thy Name”

segunda-feira, março 12, 2018

O Iron Maiden chegou a um acordo no processo contra a banda devido a um suposto plágio entre a clássica “Hallowed Be Thy Name” e a faixa “Life's Shadow”, do grupo inglês Beckett.

O processo foi movido pelo manager aposentado Barry McKay e acusou a semelhança entre “Life's Shadow” e um dos maiores hinos do Iron Maiden. A canção, presente no disco de estreia do Beckett, foi composta por Brian Quinn e Robert Barton. Ela está no primeiro e único LP do Beckett, lançado em 1974. 

O fato curioso da história é que o Beckett era empresariado por Rod Smallwood, que alguns anos mais tarde assumiria a administração do Iron Maiden e foi um dos grandes responsáveis, ao lado de Steve Harris, por transformar o sexteto britânico em uma potência do rock. Harris também se pronunciou no processo, admitindo que conhecia o disco do Beckett e que o álbum era um dos seus favoritos na época em que foi lançado. Vale lembrar que “Hallowed Be Thy Name” foi lançada oito anos depois, em 1982, fechando o terceiro disco do Iron Maiden, o icônico The Number of the Beast.

A imprensa chegou a noticiar que o acordo entre ambas as partes obrigaria Steve Harris e Dave Murray a pagarem algo em torno de 1,25 milhão de dólares referentes aos danos e custos do processo, porém uma fonte próxima ao Maiden afirmou que o acordo saiu mais em conta, aproximadamente 765 mil dólares.

Todo esse processo fez com que o Iron Maiden retirasse “Hallowed Be Thy Name” do setlist de seus shows, deixando a música de fora de toda a turnê realizada durante 2017.

22 de fev de 2018

Autobiografia de Bruce Dickinson é publicada no Brasil

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

A editora Intrínseca anunciou a publicação de autobiografia de Bruce Dickinson no Brasil. Com o título de Para Que Serve Este Botão - Uma Autobiografia, o livro será lançado dia 19 de março.

A obra tem quase 320 páginas e conta toda a trajetória de Bruce, uma das maiores vozes da história do rock.


Abaixo está o release do material:

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de todos os tempos e continua lotando shows em todo mundo mesmo depois de 40 anos na estrada. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista do grupo há 30 anos.

Não apenas um frontman lendário, Bruce é um homem focado em aprender novas habilidades. Ao longo de sua vida, ele acumulou diversos talentos. É piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista – ou seja, o Iron Maiden é apenas parte de sua rotina.

Conhecido por ser reservado sobre sua vida pessoal, Bruce compartilha em sua autobiografia detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs de música e amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras.


4 de dez de 2017

Iron Maiden: novos action figures de Eddie já disponíveis

segunda-feira, dezembro 04, 2017

Será lançada neste quinta, 07/12, uma nova série de action figures de Eddie, o mascote do Iron Maiden. Os bonecos, totalmente articulados, são baseados em canções dos álbuns Killers (1981), Piece of Mind (1983) e Powerslave (1984) e estarão disponíveis em quatro modelos.

As peças estão sendo lançadas pela Super 7, empresa que já possui em seu portfolio action figures do universo do He-Man, Hellboy, Alien, Mega Man, Street Fighter e outros, além de uma coleção dedicada ao The Misfits. 

Mais informações no site oficial da fabricante.





6 de nov de 2017

Autobiografia de Bruce Dickinson ganhará lançamento nacional pela editora Intrínseca

segunda-feira, novembro 06, 2017

A editora Intrínseca adquiriu os direitos para a publicação no Brasil da autobiografia de Bruce Dickinson, What Does This Button Do?

O livro acaba de sair na Inglaterra e nos Estados Unidos e já se transformou em um best seller. A edição nacional, de acordo com o planejamento da editora, deve ser publicada no Brasil em maio de 2018.

Com um vasto catálogo de títulos, a Intrínseca é a responsável por lançar os livros de diversos autores de sucesso no Brasil, como as obras do inglês Neil Gaiman, por exemplo, que ganharam belíssimas edições recentemente.


16 de out de 2017

Eddie é o convidado especial da versão de Halloween do game Angry Birds Evolution

segunda-feira, outubro 16, 2017

A versão especial de Halloween do game Angry Birds Evolution terá como convidado especial o mascote Eddie, do Iron Maiden. O personagem será disponibilizado em várias versões na próxima quarta-feira, 18/10, e ficará disponível no jogo durante duas semanas.

Esta é uma estratégia comum em diversos jogos, que lançam atualizações temáticas para celebrar datas especiais.

O Eddie de Angry Birds Evolution vem em diversas versões, fazendo referência às capas clássicas da banda inglesa. 


Veja abaixo com ficou a versão passarinho de Eddie:






20 de set de 2017

Novo álbum ao vivo do Iron Maiden

quarta-feira, setembro 20, 2017

Seguindo o que tem feito desde o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith em fevereiro de 1999, o Iron Maiden anunciou um novo álbum ao vivo após o seu último disco de estúdio, The Book of Souls (2015). Desde Brave New World (2000), cada álbum da banda ganhou um registro de sua turnê.

The Book of Souls: Live Chapter será lançado dia 17/11 e trará quinze músicas registradas durante a The Book of Souls World Tour, que passou por 39 países de seis continentes durante 2016 e 2017. O material será disponibilizado em CD duplo, CD deluxe digibook com capa dura e LP triplo. Teremos também uma versão em vídeo, que estará disponível em streaming.

A produção é de Tony Newton e Steve Harris. Cada música foi gravada em uma cidade diferente, e o tracklist inclui seis faixas de The Book of Souls. Para os fãs brasileiros, destaque para as versões de “Fear of the Dark” ao vivo em Fortaleza e “Wasted Years” gravada no Rio de Janeiro. Outra boa surpresa do setlist é a inclusão de “Children of the Damned”, uma das melhores músicas do clássico The Number of the Beast (1982).




Abaixo está o tracklist completo de The Book of Souls: Live Chapter, bem como o vídeo de “Speed of Light” ao vivo:

01. If Eternity Should Fail - Sydney, Australia
02. Speed Of Light - Cape Town, South Africa
03. Wrathchild - Dublin, Ireland
04. Children Of The Damned - Montreal, Canada
05. Death Or Glory - Wroclaw, Poland
06. The Red And The Black - Tokyo, Japan
07. The Trooper - San Salvador, El Salvador
08. Powerslave - Trieste, Italy
09. The Great Unknown - Newcastle, UK
10. The Book Of Souls - Donington, UK
11. Fear Of The Dark - Fortaleza, Brazil
12. Iron Maiden - Buenos Aires, Argentina
13. Number Of The Beast - Wacken, Germany
14. Blood Brothers - Donington, UK
15. Wasted Years - Rio de Janeiro, Brazil

22 de ago de 2017

Álbuns solo de Bruce Dickinson são relançados em vinil

terça-feira, agosto 22, 2017



Todos os seis discos solo de Bruce Dickinson estão sendo relançados em vinil pela BMG. As novas versões chegarão às lojas dia 27/10.

Esta será a primeira vez que Tyranny of Souls (2005) e The Chemical Wedding (1998) terão edições em LP. Os outros quatro trabalhos - Tattooed Millionaire (1990), Balls to Picasso (1994), Skunkworks (1996) e Accident of Birth (1997) - estavam fora de catálogo e retornam às lojas. Todos os títulos vem em edições com discos de 180 gramas.

Além disso, será disponibilizado também um box chamado Soloworks, reunindo todos os álbuns. Essa caixa vem ainda com um pôster exclusivo.


8 de ago de 2017

James Hetfield fala sobre a sua relação com Steve Harris

terça-feira, agosto 08, 2017

O Metallica encontrou o Iron Maiden em Toronto recentemente, enquanto a banda britânica fazia um show na cidade canadense e os norte-americanos estavam por lá para uma apresentação da WorldWired Tour.

Aproveitando o encontro, James Hetfield falou sobre a sua relação com o Maiden e com Steve Harris: “Obviamente, sair com os caras do Maiden sempre traz ótimas recordações. Quero dizer, é meio estranho lembrar do passado, de 1981 possivelmente, sabe? A gente vinha de Hollywood pela estrada com Ron McGovney dirigindo (primeira baixista do Metallica) e eu e Lars no banco de trás quando vimos Steve na rua. Nós éramos tímidos metalheads e gritamos ‘Hey, Steve!’. Ele se virou e começou a andar em nossa direção com aquela cara de ‘ok, quem falou isso?’. Esse foi o nosso primeiro contato com alguém mais famoso, e sempre guardei essa recordação. Sim, Steve Harris é um cara super pé no chão e um sujeito muito legal. E nada mudou. Quero dizer, agora ele aparece em alguns dos nossos shows (risos). É muito legal quando outros músicos estão assistindo e observam o que você faz em cima do palco. É preciso ir para outro nível. Você precisa estar no modo olímpico, com tudo mais intenso. Nosso setlist foi definido pelo menos cinco minutos mais rápido. Lars estava nervosíssimo: ‘Oh meu deus, Steve Harris está me observando!’. Eu já estava com uma postura meio ‘essa parte soa demais como Iron Maiden?’. Normalmente, no meio do show, você pensa: ‘Ok, ele já foi e está interessado em outra coisa agora’. Mas não: durante todo o show Steve esteve ali, o show inteiro, até o final. E ele não apenas estava lá o tempo todo, ele entrou no carro conosco e veio até o hotel com a gente. Ele é um cara super legal! Então, nós também fomos assisti-los uns dias depois, e da mesma forma o Maiden foi super hospitaleiro com a gente”.

  




3 de ago de 2017

Para Steve Harris, a única maneira de tocar as músicas da era Blaze é trabalhando novamente com Blaze Bayley

quinta-feira, agosto 03, 2017

Em entrevista ao eonmusic, Steve Harris falou sobre a possibilidade de o Iron Maiden tocar algumas músicas dos discos The X Factor e Virtual XI, gravados com Blaze Bayley, nos shows atuais. E a resposta do baixista foi surpreendente.

Segundo Harris: “Seria muito fácil fazer isso, mas acho que algumas músicas da era Blaze jamais verão a luz do dia com o Maiden novamente. As pessoas me perguntam o tempo todo, mas acho que, se eu decidisse tocá-las novamente, teria que fazer isso em um novo projeto. São coisas bem mais rock and roll do que o metal, e se eu resolvesse tocá-las teria que chamar o próprio Blaze ou outra pessoa para isso. Não sei, não é algo que eu esteja pensando em fazer, e nem tenho tempo para isso no momento. Mas se você quer saber o que penso, acho que o caminho seria esse, trazendo Blaze para um novo projeto, porque é uma coisa totalmente separada do Iron Maiden atual”.

E aí, você gostaria de ver um projeto novo com Steve Harris e Blaze Bayley?

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