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23 de nov de 2017

Roger Waters e Phil Collins farão shows no Maracanã em 2018

quinta-feira, novembro 23, 2017

Segundo o UOL, a agenda do Estádio do Maracanã contará com diversos shows em 2018. Além dos já confirmados Foo Fighters em 25/02 e Pearl Jam no dia 21/03, mais dois concertos gigantescos estão confirmados no estádio.

De acordo com a coluna (leia mais aqui), Phil Collins retornará para o Brasil e se apresentará no Maracanã no dia 23 de fevereiro. E no segundo semestre teremos a passagem da nova turnê de Roger Waters pelo país, com um show no Maracanã no dia 24 de outubro.

Vale mencionar que os shows de Phil Collins e Roger Waters ainda não foram confirmados oficialmente e, caso sejam, devem contar também com outras datas em mais cidades brasileiras.

11 de set de 2017

Discografia do Pink Floyd será relançada no Japão em CDs réplica de vinil

segunda-feira, setembro 11, 2017

Todo mundo que coleciona discos sabe que as edições japonesas são famosas pelo seu incrível acabamento e qualidade, tanto sonora quanto gráfica. Pois bem: por isso é motivo para comemorar o lançamento de toda a discografia do Pink Floyd em CDs réplica de vinil no mercado japonês em novembro. 

Os discos chegarão às lojas do país oriental no dia 01/11 e cobrem todos os títulos do grupo inglês, de The Piper ar the Gates of Dawn (1967) a The Endless River (2014). As novas edições replicam a design das versões originais lançadas em LP na Inglaterra.


31 de jul de 2017

Ouça na íntegra o disco do Doom Side of the Moon, tributo do guitarrista do The Sword ao Pink Floyd

segunda-feira, julho 31, 2017

A estreia do Doom Side of the Moon, projeto do guitarrista Kyle Schutt que homenageia o Pink Floyd e o clássico The Dark Side of the Moon (1973), está disponível na íntegra para audição online.

O álbum será lançado em CD digipak e LP azul no dia 4 de agosto e conta com as participações da cozinha do The Sword, Bryan Richie (baixo) e Santiago Vela III (bateria), além do vocalista Alex Marrero (Brownout), do saxofonista Jason Grey (Black Joe Lewis) e do tecladista Joe Cornetti (Croy & The Boys).

A banda apresentará o disco na íntegra em um show no dia 5 de agosto no Emo, em Austin.

Aumente o volume e ouça abaixo:

24 de jul de 2017

Eddie Vedder sobe ao palco e canta “Comfortably Numb” junto com Roger Waters

segunda-feira, julho 24, 2017

Último sobrevivente entre os vocalistas das bandas clássicas do grunge, Eddie Vedder subiu ao palco de Roger Waters e cantou “Comfortably Numb” junto com o lendário Roger Waters.

A performance ocorreu durante o show do ex-Pink Floyd em Chicago ontem, 23 de julho. O público de 23 mil pessoas ainda viu Vedder assumir o violão ao final da canção.

Assista abaixo:

23 de jul de 2017

Assista ao preview de Live at Pompeii, novo ao vivo de David Gilmour

domingo, julho 23, 2017

David Gilmour divulgou um preview com mais de três minutos de duração do ao vivo Live at Pompeii. O show foi gravado em 2016 na lendária cidade italiana.


Live at Pompeii passará nos cinemas brasileiros em sessão única no dia 13 de setembro e será lançado em diversos formatos no dia 29/09.


Assista abaixo:


19 de jul de 2017

A curiosa relação da atriz Naomi Watts com o Pink Floyd

quarta-feira, julho 19, 2017

O Pink Floyd tinha um roadie durante os anos 1970 chamado Peter Watts. Ele trabalhou vários anos com a banda e faleceu em 1976, aos 31 anos, após sofrer uma overdose de heroína durante uma das turnês da banda.

Sensibilizados com a situação da família de Peter, que ficou totalmente desamparada, Roger Waters, David Gilmour, Rick Wright e Nick Manson chamaram a viúva de Watts e doaram milhares de dólares para que ela pudesse se manter e criar a única filha do casal, Naomi. Anos mais tarde, Naomi cresceu e se transformou em uma atriz conhecida em todo o mundo, estrelando filmes como Cidade dos Sonhos, O Chamado e 21 Gramas.

Esta história foi revelado pelo The Guardian, que conversou com Naomi: “Meu pai não tinha nenhum dinheiro guardado e a minha mãe também não tinha nada, então a banda foi muito gentil conosco. Eles doaram alguns milhares de dólares para a minha mãe para que seguíssemos com nossas vidas. Foi uma quantia generosa e um gesto muito carinhoso por parte deles. Eles também me deram algumas fotos dele. As poucas que eu tinha eram todas fora do foco e ele estava sempre sério. Nas imagens que recebi, pude ver pela primeira vez o seu sorriso”.

Na foto abaixo, Naomi está à esquerda, no colo de sua mãe e ao lado de seu pai. A imagem mostra o Pink Floyd e sua equipe em Saint Tropez, em meados da década de 1970.



17 de jun de 2017

David Gilmour nos cinemas brasileiros

sábado, junho 17, 2017

A Rede Cinemark exibirá em algumas de suas salas de cinema o filme David Gilmour - Live at Pompeii, show realizado pelo vocalista e guitarrista inglês na lendária cidade italiana durante a sua turnê de 2016.


O show terá sessões únicas somente no dia 13 de setembro em 28 salas do Cinemark, conforme listagem abaixo:



David Gilmour Live At Pompeii

Datas e horários: 13 de setembro, às 20 horas
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia); salas VIP: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Duração: 125 minutos
Classificação Indicativa: a consultar

Complexos participantes:


Aracaju (SE)

Shopping RioMar – Rua Delmiro Gouveia s/nº

Belo Horizonte (MG)

Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6061

Brasília (DF)

Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2

Campinas (SP)

Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777

Curitiba (PR)

Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127

Florianópolis (SC)

Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587

Goiânia (GO)

Flamboyant – Av. Jamel Cecilio, 3300

Mogi das Cruzes (SP)

Mogi Shopping – Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001

Niterói (RJ)

Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8

Porto Alegre (RS)

Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300

Recife (PE)

RioMar – Av. República do Líbano, s/nº

Rio de Janeiro (RJ)

Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas,500

São Paulo (SP)

Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Cidade São Paulo – Avenida Paulista, 1230
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Cidade Jardim –Av. Magalhães de Castro, 12000

São Caetano do Sul (SP)

ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545

Salvador (BA)

Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915

Uberlândia (MG)

Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15

Ribeirão Preto (SP)

Novo Shopping – Av. Presidente Kennedy, 1500

Natal (RN)

Midway Mall Natal – Av. Bernardo Vieira, 3775

Manaus (AM)

Studio 5 – Av. Rodrigo Otávio, 555

Londrina (PR)

Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150

Guarulhos (SP)

Internacional Shopping Guarulhos – Rodovia Pres. Dutra, 397/650

Cuiabá (MT)

Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500

5 de jun de 2017

Guitarrista do The Sword regrava álbum clássico do Pink Floyd em versão doom; ouça "Money"

segunda-feira, junho 05, 2017

Kyle Shutt, guitarrista da banda norte-americana The Sword, decidiu regravar o clássico The Dark Side of the Moon, lançado pelo Pink Floyd em 1973 e um dos álbuns mais emblemáticos do rock. 

O projeto foi batizado como Doom Side of the Moon e conta com a participação dos companheiros de banda Bryan Richie (baixo) e Santiago Vella III (bateria). O vocalista Alex Marrero (Brownout), o saxofonista Jason Grey (Black Joe Lewis) e o tecladista Joe Cornetti (Croy & The Boys) completam o time. A produção é de Stuart Sikes (The White Stripes).

A nova versão tem o título de Doom Side of the Moon e será lançada dia 4 de agosto em CD e vinil. Pré-venda aqui.

E pra sentir o clima, foi divulgado um vídeo com a releitura de “Money”. Eu curti pra caramba!

Assista abaixo:

19 de mai de 2017

“The Last Refugee”, novo clipe de Roger Waters

sexta-feira, maio 19, 2017

Roger Waters divulgou mais uma música de seu novo disco. Depois de “Smell the Roses” e “Déjà vu”, a faixa da vez é “The Last Refugee”. A canção ganhou um belo clipe dirigido por Sean Evans, colaborador de longa data do baixista e que dirigiu anteriormente Roger Waters: The Wall, lançado em 2015.

Is This the Life We Really Want?, o primeiro disco de rock de Roger Waters em 25 anos, chegará às lojas dia 2 de junho.

9 de mai de 2017

Nick Mason desenha pra quem ainda não entendeu: não existe chance de reunião do Pink Floyd

terça-feira, maio 09, 2017

Promovendo a The Pink Floyd Exhibition: Their Mortal Remains, mostra sobre a banda inglesa que acontecerá em Londres a partir do dia 13 de maio e ficará na cidade por vinte semanas, Nick Mason respondeu mais uma vez a pergunta sobre a possibilidade de uma reunião do Pink Floyd com Roger Waters.

E a resposta foi a mais clara possível, como pode ser visto no vídeo abaixo:

8 de mai de 2017

Roger Waters mostra mais uma música de seu novo disco

segunda-feira, maio 08, 2017

Atenção, floydmaníacos: tem outra música nova de Roger Waters na área! O baixista e vocalista divulgou a segunda prévia de seu novo álbum, Is This the Life We Really Want?, cuja data de lançamento está marcada para o dia 2 de junho.

Em "Déjà Vu” ouvimos Waters trilhar novamente o caminho acústico de obras-primas como “Mother" e “Hey You” (sim, há ecos do clássico The Wall aqui), em um arranjo que evolui em lindas melodias e conta com a presença de instrumentos clássicos como violinos e violoncelo.

De arrepiar!

13 de abr de 2017

Assista documentário da BBC sobre o genial David Gilmour

quinta-feira, abril 13, 2017

Produzido pela BBC, o documentário Wider Horizons foi lançado em 2015, na mesma época em que o mais recente álbum do guitarrista, Rattle That Lock, chegou às lojas. No filme, Gilmour explica as suas influências, conta como aprendeu a cantar e a tocar guitarra e fala sobre o então novo disco.

O material está disponível no YouTube com legendas em português. Uma ótima dica para saber mais a respeito de um dos maiores músicos da história do rock.

Assista abaixo:

16 de nov de 2016

Pink Floyd e a trilha-sonora de 2001: Uma Odisséia no Espaço

quarta-feira, novembro 16, 2016

Em 1968, Stanley Kubrick, diretor de cinema norte-americano, lançava o que muitos consideram até hoje a sua obra prima. 2001: Uma Odisseia no Espaço é reverenciado até hoje como um dos melhores filmes já feitos - para muitos, o melhor. Tratando sobre a evolução da nossa espécie desde seus primórdios até um futuro com robôs e viagens interplanetárias, Kubrick faz mais que um filme: promove uma obra de arte com fotografias impressionantes e uma trilha sonora espetacular. Mas você sabia que, dizem os boatos, a trilha-sonora da película poderia ter sido feita pelo Pink Floyd?

No fim de 1967 o Pink Floyd não era a sensação pela qual todos o conhecemos agora. O catálogo da banda consistia em dois singles (“See Emilly Play” e “Arnold Layne”) e um álbum de estúdio, a estreia The Piper at the Gates of Dawn. Apesar de pouco material, a banda já tinha feito duas faixas que pode ser classificadas como space-rock, “Astronomy Domine” e “Interstellar Overdrive”.


Já do outro lado da moeda, Kubrick ouvia todo tipo de música possível em busca da trilha ideal para o seu filme, fato já confirmado pelo próprio diretor numa entrevista com Jeremy Bernstein, em 1966. Por essa procura incessante de Kubrick, a sua filha já disse em entrevista que acha totalmente possível que ele tenha contatado a banda inglesa para trabalhar na trilha de 2001.

Kubrick me disse que achava que ele tinha ouvido quase todas as composições modernas disponíveis em registros, em um esforço para decidir o estilo de música que caberia no filme. Aqui, novamente, o problema era encontrar algo que soasse peculiar e distintivo, mas não tão incomum a ponto de ser uma distração. ”  - Jeremy Bernstein

Mas apesar de tudo isso parecer apenas especulação, há um forte indício de que esse contato realmente aconteceu. Em 1991, Nicholas Schaffner escreveu em A Saucerful of Secrets, uma das primeiras biografias respeitáveis do Pink Floyd, o seguinte parágrafo: "Roger Waters, ainda para recusar a associação à ficção científica, chegou a dizer que seu 'grande arrependimento' foi não ter feito a trilha sonora para 2001: Uma Odisseia no Espaço, onde partes da mesma, particularmente na longa, surpreendente e alucinante sequência perto do fim, parecem notavelmente Floydianas”. Schaffner, por algum motivo, não pôs a fonte da entrevista no livro, mas isso não impediu que diversos sites e revistas perpetuassem esse trecho como prova de que houve contato entre Kubrick e Pink Floyd para a trilha sonora de 2001


Entre tantas meias verdades, há algo muito curioso sobre esse caso. E tem a ver com a música “Echoes”, presente no sexto álbum de estúdio do Pink Floyd, Meddle (1971). A maioria de nós sabe do estranho sincronismo entre The Dark Side of the Moon (1973) e O Mágico de Oz (1939), mas esse não é o único caso desse tipo a acontecer com o Pink Floyd. Três anos depois do lançamento de 2001: Uma Odisseia no Espaço, o Pink Floyd lança o álbum Meddle, dando destaque a música “Echoes”, que com sua longa duração (23:29) ocupa todo o lado B do disco. Pois, curiosamente, se sincronizarmos a música com o quarto ato do filme, para qual Kubrick deu o nome de “Jupiter and Beyond the Infinite”, percebemos que a estrutura da canção se ajusta totalmente as cenas, até mesmo na duração. Assim chega a ser difícil dizer que a música não foi feita pensando no filme de 1968. 

Seria essa uma tentativa de Roger Waters se redimir consigo mesmo após ter se arrependido de negar o convite de Stanley Kubrick? Ou será que foi tudo mera coincidência? Acaso ou não, saímos ganhando na história, presenteados com obras de arte vindas de ambas as partes. 

Por Eduardo Palini

28 de out de 2016

As 10 melhores capas de álbuns de bandas progressivas

sexta-feira, outubro 28, 2016

Grandes capas de discos adquirem status de obras de arte por mérito próprio, acrescentando profundidade e significado aos álbuns que embalam. Enquanto as músicas fornecem um trampolim para a imaginação do ouvinte, as capas das bandas progressivas ajudaram a eliminar fronteiras e definiram novos padrões estéticos. Abaixo estão as dez melhores.


10 Caravan - In the Land of Grey and Pink (1971)

A graciosa ilustração de Anne Maria Anderson e sua colorização delicadamente suave trocam o clima idílico explorado até então pelo Caravan por uma fantasia ao estilo de J.R.R. Tolkien. Evocativa e graciosa, é curiosamente desprovida de pessoas. Talvez elas estejam todas em outro lugar, curtindo uma atmosfera romântica em um campo de golfe invisível?


9 The Nice - Elegy (1971)

Definindo grande parte da sofisticada linguagem visual multi-camadas dos anos 1960 e 1970, o estúdio criativo Hipgnosis não pensou em fugir do deserto para montar uma duna ondulante com bolas estrategicamente encaixadas. Enigmática, essa linha de areia sugere um monumento efêmero a uma banda que poderia ser muito mais do que foi.


8 The Moody Blues - A Question of Balance (1970)

Um universo turbulento desdobra-se na meditação épica de Phil Travers, sobre as consequências da vida na era Einstein. Ponderando ameaças apocalípticas, agitação social, industrialização descontrolada e capitalismo insaciável, suas mensagens ameaçadoras parecem tão relevantes agora como eram nos anos 1960.


7 Hawkwind - In Search of Space (1971)

A arte de Barney Bubbles emprega linhas elegantes, art-deco e retro-futurismo para assemelhar-se a um cartaz de recrutamento para a frota do espaço interplanetário no marco do space-rock gravado pelo Hawkwind. Com a figura de Hermes no centro, implicando em um impulso irresistível em direção à velocidade e à descoberta, certamente marca a localização desse item tão desejável no tesouro extraterrestre.


6 Rush - Hemispheres (1978)

Imaginada por Hugh Syme, colaborador de longa data do Rush, vemos figuras expostas frente a frente, refletindo o jogo de poder arquetípico da música. Os opostos polares, a figura lógica e a análise inspirada em Magritte confrontam uma variação dionisíaca do homem das estrelas do Rush, que defende uma criatividade irrestrita - duas qualidades características frequentemente associadas à banda.


5 Genesis - Nursery Crime (1971)

A perspectiva forçada de Paul Whitehead de uma majestosa paisagem vitoriana é a casa perfeita para os contos do Genesis sobre decapitação, suicídio e revoltas botânicas inquietantes. Os insetos reais, capturados depois que Whitehead envernizou a lona original, acrescentam a percepção de corrupção e escuridão neste retrato de uma Inglaterra distorcida e angustiante.


4 Emerson, Lake & Palmer - Brain Salad Surgery (1973)

As criações xenomórficas de HR Giger estão hoje firmemente enraizadas na cultura popular. No entanto, em 1973 o mundo não estava familiarizado com suas visões distorcidas de um pesadelo distópico, soldando homem e máquina em um só. A gravadora, incapaz de engolir o ato sexual controverso originalmente presente na arte original de Giger, insistiu que ele fosse aerografado.


3 Yes - Fragile (1971)

Já um designer experiente, a parceria de Roger Dean com o Yes começou aqui. Com um trabalho abrangente, ele continuou explorando um universo sedutor em uma vasta, detalhada e impressionante escala. Repleto de locais exóticos, flora e faunas pitorescas, os conceitos extremamente influentes de Dean estabeleceram uma ressonância poderosa muito além da música.


2 Pink Floyd - Wish You Were Here (1975)

O conceito visual desenvolvido pela Hipgnosis revela camadas complexas de imagens memoráveis e impressionantes, ressoando e conectando-se aos temas sombrios e líricos do disco. O casaco queimado simbolizando a máquina corporativa tornou-se uma das imagens mais duradouras da longa parceria entre o estúdio criativo e o Pink Floyd.


1 King Crimson - In the Court of the Crimson King (1969)

Quando o King Crimson encomendou ao chapa Barry Godber algo para o seu disco de estreia, ninguém tinha ideia do que esperar. Com uma intensidade assustadora, baseada em um auto-retrato hiper-estilizado do artista, a capa anunciou a surpreendente volatilidade da música e encarnou os espíritos turbulentos e esquizóides do seu tempo.

Por Syd Smith, do TeamRock
Tradução de Ricardo Seelig

19 de set de 2016

Ummagumma: o laboratório de sons do Pink Floyd

segunda-feira, setembro 19, 2016

Junho de 1968. Após um considerável sucesso no meio underground com The Piper at the Gates of Dawn, o Pink Floyd - banda da casa no UFO Club, em Londres - lança seu segundo LP. Logo nos primeiros segundos de "Let There Be More Light" já é possível notar que algo havia mudado. A Saucerful of Secrets não tem a cor e o brilho pop de seu antecessor. Tudo é mais sombrio. A causa de tal sonoridade está na ausência do gênio criador de The Piper at the Gates of Dawn, o brilhante Syd Barrett. 

Syd foi o responsável por oito das onze canções de Piper, sendo todas elas pérolas pop. Nenhum músico da época escrevia músicas psicodélicas melhor que Barrett. Porém, a crença de que o LSD poderia libertar seu corpo e mente da selvageria mundana causou um abalo sísmico na vida do jovem gênio, comprometendo seus compromissos com a banda. Shows irregulares, sumiços e desconexão com o mundo real eram elementos constantes na vida de Syd. Sua participação em A Saucerful of Secrets é mínima: guitarra em "Set the Controls For the Heart of the Sun" e "Remember a Day", nenhuma delas de sua autoria. Apenas a sublime "Jugband Blues", um folk-fanfarra surreal, era assinada por Syd.

Para preencher a lacuna deixada por Syd Barrett, o Pink Floyd recorreu a um velho amigo da banda, David Gilmour, que inclusive participou da gravação de A Saucerful of Secrets. Quando o disco finalmente foi lançado, Barrett já estava fora do grupo, totalmente impossibilitado de exercer sua arte. 

Em 1969, é lançado Music From the Film More, que, apesar de ser um disco de estúdio, não era legitimamente uma criação do Pink Floyd, pois se tratava de uma trilha sonora para o filme lado B More. Mesmo sendo um disco interessante, cheio de canções folk e até mesmo um proto-metal (ouça "The Nile Song"), tinha temáticas ligadas ao filme, limitando o foco criativo. A liberdade viria depois, em Ummagumma.




Ummagumma foi lançado também em 1969, e é o primeiro LP duplo do Pink Floyd, sendo o disco um gravado ao vivo e o disco dois no estúdio. A respeito do álbum ao vivo, há pouco que se falar. Foi gravado no Mothers Club, em Birmingham, e no Manchester College of Commerce, e é livre de overdubs. Trata-se também do único registro ao vivo oficial da formação "clássica" da banda que tenha sido lançado na mesma época de sua gravação. Se Ummagumma fosse composto apenas desses dois primeiros lados, seria lembrado como um dos grandes discos ao vivo de todos os tempos, visto que nele estão contidas as versões definitivas de "Astronomy Domine" - onde a guitarra de Gilmour começa a dar sinais de seu som clássico - , "Careful With That Axe, Eugene", "Set the Controls For the Heart of the Sun" e "A Saucerful of Secrets" - esta última apenas não supera a versão contida no filme Live in Pompeii, que infelizmente só existe em bootlegs.

Porém, lançar apenas um disco ao vivo (repleto de "sucessos" do passado) logo após uma trilha sonora não ajuda a consolidar uma banda ainda restrita ao nicho do underground londrino. Era preciso algo novo. E é desta necessidade que surge a parte em estúdio de Ummagumma, o primeiro trabalho da formação Gilmour-Waters-Wright-Mason feito a partir do zero e sem a força criativa de Syd Barrett. Isso gerou uma imensa expectativa do que poderia resultar esta nova empreitada. Mais do space-rock criado por Waters em A Saucerful of Secrets? Mais influência folk? Nem um, nem outro. Os dois lados do LP foram igualmente divididos entre os quatros músicos para serem usados como quisessem. A única unidade musical nisso tudo era um experimentalismo em níveis extremos e uso massivo de equipamentos de estúdio. O resultado: um disco sem paralelos.


Rick Wright tinha uma enorme bagagem de música erudita consigo, e contribuiu em Ummagumma com "Sysyphus", uma belíssima e perturbadora suíte de piano dividida em quatro partes, repleta de atmosferas dark. É sem dúvidas a melhor e mais complexa contribuição entre os quatro. 


A sequência de Roger Waters seria previsível, afinal ele foi responsável por quase todo o disco A Saucerful of Secrets, que carregava uma sonoridade bastante atmosférica e cheia de improvisos. Ledo engano. Waters dá início a sua fatia com "Grantchester Meadows" (da qual o nome vem de um bosque que ele Barrett frequentavam na adolescência), uma joia folk preciosíssima acompanhada de sons de insetos, garantindo um maravilhoso clima bucólico. Mas não está tão distante musicalmente de "Cirrus Minor" - de Music From the Film More - , por exemplo. A verdadeira surpresa, em todo o disco, ficou por conta de "Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving With a Pict". Apenas pelo nome é possível verificar que esta não seria uma canção normal. E realmente não é. Trata-se de uma das músicas mais bizarras da história da civilização, e também uma das mais divertidas! Waters usa apenas alguns microfones, aprimorados com equipamentos de estúdio, para simular sons de animais roedores, e mais nada. No final é possível ouvir Roger falando algumas frases soltas com um exagerado sotaque escocês.

Após esta dose absurda de avant-garde contida no lado A, vamos à metade final. David Gilmour e Nick Mason, ao contrário de Waters e Wright, nunca haviam escrito nenhuma canção sozinhos para o Pink Floyd. Gilmour foi o primeiro dos dois a dar as caras no lado B de Ummagumma com a breve suíte "The Narrow Way", em três partes. É uma peça bastante confusa, com momentos interessantes nas partes um e dois, ambas dedilhados de guitarra e violão preenchidos com sons eletrônicos. A parte três muito se assemelha com algumas canções de More, porém já traçando alguns esboços da sonoridade de Atom Heart Mother. Ela e "Grantchester Meadows" são as únicas faixas a contarem com vocais. Nick Mason encerra o disco com "The Grand Vizier's Garden Party", um solo de bateria experimental sem pé nem cabeça baseado em loops e técnicas de estúdio.


Ummagumma teve um considerável sucesso, alcançando o quinto lugar das paradas britânicas. Muito disso se deve ao impecável disco ao vivo. Quanto ao disco de estúdio, acabou caindo no ostracismo. Com o passar dos anos, a banda passou a renegá-lo friamente, classificando-o como um "experimento fracassado", um "erro". Muitos fãs sequer ouviram. Não é um disco fácil, afinal é extremamente avant-garde. Porém reflete muito bem o que o Pink Floyd fazia naquela época, principalmente nos palcos: um laboratório de experiências sonoras, usado para aproveitar ao máximo todo o equipamento e tecnologia disponíveis. 

A experiência adquirida em Ummagumma foi crucial para que o Pink Floyd tomasse conhecimento de seu arsenal e passasse a usá-lo para compor peças musicais simplesmente inacreditáveis. Vide MeddleThe Dark Side of the Moon Wish You Were Here. Sua audição atenta é extremamente recomendável, e garanto, será inesquecível – para o bem ou para o mal.


19 de ago de 2016

Pink Floyd anuncia o relançamento de mais três clássicos em vinil

sexta-feira, agosto 19, 2016

O Pink Floyd confirmou que relançará em setembro mais três títulos de sua discografia. Atom Heart Mother (1970), Meddle (1971) e Obscured by Clouds (1972) chegarão às lojas dia 23 de setembro em novas edição remasterizadas em vinil.

A banda também informou que as edição remaster em vinil de The Wall (1979) e The Division Bell (1994), já quase esgotadas, ganharam uma nova prensagem que desembarcará nas lojas dia 26 de agosto.

Vale lembrar que outros quatro títulos do Pink Floyd também foram relançados em LPs remasterizados e estão disponíveis: The Piper at the Gates of Dawn (1967), A Saucerful of Secrets (1968), More (1969) e Ummagumma (1969).

1 de ago de 2016

26 bandas para o Matias: P de Pink Floyd

segunda-feira, agosto 01, 2016

Eu não vou lembrar a primeira vez em que ouvi Pink Floyd. E a razão é simples: tenho a impressão de que a banda inglesa está ao meu lado desde sempre. Por essa mesma razão, chego à conclusão de que não saberei dizer qual será a última vez em que escutarei a banda. Ela, simplesmente e em toda a sua magnitude, está no ar que me rodeia, nas cores que iluminam os meus dias, nos sentimentos que fazem a vida sempre valer a pena.

Mas, como tudo é diferente pra todo mundo, tenho as minhas particularidades em relação ao grupo. Não gosto da fase com Syd Barrett e de pouquíssima coisa pré-1973. Me julguem, me critiquem, façam o que quiserem: simplesmente é assim. O Pink Floyd começa a fazer sentido aos meus ouvidos com The Dark Side of the Moon, segue transcendente em Wish You Were Here, aprofunda o relacionamento em Animals e fica maior que a vida em The Wall. Quatro álbuns lançados em um período de apenas 6 anos, que mudaram a carreira da banda para sempre e que são os responsáveis por ela ser o que é até hoje. Depois, alguns lampejos aqui e ali em discos medianos como The Final Cut, A Momentary Lapse of Reason e The Division Bell, devidamente compensados com álbuns ao vivo fantásticos e obrigatórios como Delicate Sound of Thunder e Pulse.

Um novo parágrafo para novas particularidades. Roger Waters é um gênio, ninguém discute isso. A sua mente foi a principal fonte criativa dos discos citados acima. Mas meu integrante preferido sempre foi David Gilmour. Aquela voz carinhosa, aveludada e calma, com uma beleza onipresente, já garantiria um arsenal de eternos elogios. Mas tem a guitarra … Ah, a guitarra … O estilo de Gilmour talvez seja o mais facilmente reconhecível da história do rock. Notas elegantes, curtas, que soam como gotas de melodia. E quando o rapaz resolve usar todos os seus poderes, entrega obras de arte arrebatadoras como “Comfortably Numb”, “Money”, “Time" e inúmeras outras.

Por tudo isso, é claro que o Matias já ouviu o Pink Floyd. E bastante. Tanto através de mim quanto através do Chico, seu outro pai. Nós temos paixões em comum, e duas delas são o nosso filho e o Pink Floyd. Afinal, “Another Brick in the Wall” faz parte do inconsciente coletivo, todo mundo sabe disso.

Continuo não lembrando a primeira vez em que ouvi Pink Floyd. Mas isso não importa. O que interessa é que tenho a certeza de que a banda já faz parte da trilha sonora da minha vida e certamente também terá um papel importante nas experiências musicais do Matias. 

Vai filho, experimenta todas as cores do lado escuro da lua: vai ser incrível, papai garante!

30 de jun de 2016

Alguns dos discos de rock mais raros (e caros) do mundo

quinta-feira, junho 30, 2016


A lista abaixo compila alguns dos discos mais raros e caros do universo de quem coleciona música. Foquei apenas em álbuns e EPs, deixando os singles/compactos de fora. Outro corte foi a opção de trazer apenas títulos de artistas populares e conhecidos, e que se encaixam no universo do rock and roll.

Desnecessário dizer que todos os títulos referem-se ao formato LP, que os preços indicados variam conforme o estado de conservação (os valores citados são os utilizados em sites destinados a colecionadores de discos como Eil, MusicStack e outros) e são relativos apenas às edições cujas características são explicadas no texto que acompanha cada um dos títulos.



Bob Dylan - The Freewheelin’ Bob Dylan (1963)

A primeira versão norte-americana, com prensagem limitada a poucos exemplares, vinha com quatro músicas que foram retiradas das edições anteriores: “Rocks and Gravel”, “Let Me Die in My Footsteps”, “Gamblin' Willie’s Dead Man’s Hand” e “Talkin' John Birch Blue”. A versão com essas faixas incluídas é extremamente rara e vale entre 20 e 30 mil dólares.



The Beatles - Please Please Me (1963)

A primeira prensagem em estéreo lançada pela Parlophone vinha com a palavra “Stereo" escrita nas cores dourada e preta no label (o selo circular que fica no centro dos LPs). Essa rara edição vale entre 15 e 20 mil dólares entre os colecionadores.



The Beatles - Yesterday … and Today (1966)

A versão em estéreo desta compilação, com a famosa capa em que os Beatles posam ao lado de bonecas decapitadas e membros humanos ensanguentados (conhecida como “Butcher Cover” entre os fãs), é muito difícil de encontrar e, dependendo do estado de conservação, vale entre 7 e 15 mil dólares.



The Beatles - White Album (1968)

Versão inglesa exportada para diferentes partes do mundo, onde o label central não é o da Apple Records presente na versão comum, mas sim o da Parlophone nas cores preta e dourada. Além disso, a capa e os pôsteres internos com fotos dos integrantes contém laminação em brilho. Essa edição vale entre 2 e 12 mil dólares para os colecionadores do Fab Four.



The Misfits - Horror Business (1979)

A primeira prensagem deste EP, em vinil preto, foi limitada a apenas 25 cópias. Por esta razão, o item está avaliado entre 2.500 e 10 mil dólares no mercado de colecionadores.



Led Zeppelin - Led Zeppelin (1969)

O primeiro disco do Led Zeppelin teve uma capa variante onde o nome da banda e a marca da Atlantic foram impressas em azul turquesa. Bastante rara, essa versão vale entre 5 e 7.500 dólares entre os colecionadores.



The Beatles - Yellow Submarine (1969)

Versão inglesa produzida para o mercado externo, com o label da Odeon e limitada a apenas 300 cópias. Cotação: entre 4 e 6 mol dólares.



Led Zeppelin - Classic Records Road Case (2006)

Caixa com 48 LPs trazendo toda a discografia do Led Zeppelin em vinis de 48 rotações acondicionados em um road case de metal. Está cotada entre 3 e 5 mil dólares.



The Misfits - Legacy of Brutality (1985)

Compilação lançada em 1985, cuja tiragem teve 16 cópias prensadas em vinil rosa. Cada uma delas vale entre 2 e 5 mil dólares.



Elvis Presley - Speedway (1968)

Trilha-sonora compilando canções do início da carreira de Elvis, com tiragem limitada a cerca de 300 cópias em mono. Algumas trazem um adesivo vermelho na capa e uma foto colorida do Rei do Rock dentro. Cotação entre 2.500 e 5 mil dólares.



The Beatles - Abbey Road (1969)

Versão para exportação com o label da Parlophone em preto e dourado - o label original era o da Apple. Algumas cópias vinham com um adesivo dourado na capa. Vale entre 2 e 4 mil dólares.



The Rolling Stones - Sticky Fingers (1971)

Prensagem em mono enviada como item promocional para rádios, DJs e imprensa, com um adesivo nas cores laranja e vermelho trazendo a inscrição “DJ copy monaural" na capa. Incrivelmente rara, essa edição vale entre 2 e 4 mil dólares para colecionadores.



Elvis Presley - Elvis Presley (1956)

O icônico primeiro LP de Elvis, aqui em uma edição limitada vendida apenas pelo correio, acompanhada por um compacto triplo trazendo várias faixas bônus. Raríssima, custa entre 2 e 3.500 dólares.



The Beatles - Help! (1965)

Rara edição suíça com capa diferente da original. Avaliada entre 1.500 e 3 mil dólares.



Genesis - From Genesis to Revelation (1969)

O disco de estreia da lendária banda prog inglesa em prensagem mono da Decca, limitada a cerca de 150 cópias. O item está avaliado entre 1.500 e 3 mil dólares.



NOFX - Liberal Animation (1991)

Lançado originalmente pela gravadora Wassall em 1988, Liberal Animation foi relançado pela Epitaph Records em 1991, e essa edição da Epitaph contou com cinco cópias prensadas em vinil colorido. Custa entre 1.500 e 3 mil dólares.



Pink Floyd - The Wall (1979)

Edição italiana em vinil laranja translúcido, com tiragem limitada a apenas 800 cópias. Avaliada entre 1.500 e 3 mil dólares.



Joy Division - An Ideal for Living (1978)

Primeiro EP do Joy Division, com tiragem de apenas 1.000 cópias. Cada uma delas vale entre 1.250 e 2.500 dólares.



Nirvana - Bleach (1989)

A reedição lançada em 1992 trazia o vinil na cor gelo iceberg, mas foi rejeitada pela Sub Pop Records. O problema é que aproximadamente 200 cópias já haviam sido prensadas, e hoje são muito raras e disputadas a tapa por colecionadores. Vale entre 1.500 e 2.500 dólares.



Bruce Springsteen - Born to Run (1975)

As primeiras cópias promocionais de Born to Run tinham as letras da capa em uma fonte script e vinham acondicionadas em um envelope customizado trazendo os títulos das canções. Está avaliada entre 1.500 e 2.500 dólares.



The Beatles - Let It Be (1970)

Edição limitada lançada em formato de box no mercado inglês. Dificílima de encontrar, a caixa vinha acompanhada de um poster e de um livro de 164 páginas. Vale entre 1 e 2 mil dólares.



Mayhem - Deathcrush (1987)

Apenas 1.000 cópias deste EP da lendária banda norueguesa foram lançados, e todos traziam a numeração escrita a mão pelo falecido Euronymous. Avaliado entre 1 e 2 mil dólares.



Metallica - Metallica (2008)

O box quádruplo lançado pela banda norte-americana em 2008 teve 50 de suas cópias prensadas em vinil branco de 45 RPM. Vale entre 1 e 2 mil dólares.



Mötley Crüe - Too Fast for Love (1981)

Apenas 900 cópias da prensagem original do primeiro disco do Mötley Crüe traziam o label impresso com um material semelhante ao couro. Avaliada entre 1 e 2 mil dólares.



Pink Floyd - The Dark Side of the Moon (1973)

A prensagem original inglesa trazia um triângulo sólido azul no label e vinha com pôsteres e adesivos. Vale entre 1 e 2 mil dólares.


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