20 de abr de 2011

Minha Coleção: conheça os discos que Thiago Sarkis tem em casa!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

Thiago Sarkis é um dos mais conhecidos – e lidos – jornalistas especializados em heavy metal do Brasil. Além disso, suas excelentes matérias ganharam o mundo, sendo publicadas em mais de 30 países ao redor do planeta.

Só faltava uma coisa para o Thiago? O que? Ora, mostrar a sua coleção aqui na Collector´s!

Agora não falta mais.

Thiago, em primeiro lugar, apresente-se aos nossos leitores: quem você é e o que você faz?


Comecei a escrever sobre música no final de 1997, para o Whiplash!. Antes, eu havia estudado violão e guitarra. Em novembro ou dezembro de 1998, uma revista portuguesa convidou algumas pessoas do site para escrever matérias para ela. Topei e comecei a escrever para eles. Fiz contatos, aprendi muito e passei então a publicar em revistas de outros países também. Voltei então minha atenção às publicações nacionais e em 2003 iniciei minha participação na Roadie Crew. Passei um tempo ausente, mas voltei e hoje escrevo novamente para a Roadie Crew, além de colaborar com a revista Jedbangers da Argentina, editada por um grande amigo meu.

Qual foi o seu primeiro disco? Como você o conseguiu, e que idade você tinha? Você ainda tem esse álbum na sua coleção?

Foi o vinil de Bad, do Michael Jackson, que pedi para meus pais comprarem para mim. Eu tinha seis anos. Provavelmente quis o disco por causa de “Bad” e “Smooth Criminal”. Lembro-me que estas foram as primeiras músicas que ouvi bem alto em um aparelho de som. Ainda tenho o disco, sim. Jamais me desfaria dele.

Bad foi o primeiro disco que eu quis. Antes dele, teve o single de “Tic-Tic Nervoso” do Magazine. Outro disco marcante foi o Conscience do Overdose. Talvez tenha sido este o álbum que fez com que eu me conectasse ao hard e heavy, pois ele apareceu lá em casa em uma brincadeira de um primo com o meu pai e estava autografado pelos membros da banda.


Você lembra o que sentiu ao adquirir o seu primeiro LP?

Eu queria ouvir as músicas o dia todo e cuidava com todo carinho. Havia tempo de sobra também para que eu limpasse, cuidasse, ficasse o dia todo olhando tudo que vinha no LP.

Porque você começou a colecionar discos, e com que idade você iniciou a sua coleção? Teve algum momento, algum fato na sua vida, que marcou essa mudança de ouvinte normal de música para um colecionador?

Quando comecei a tocar guitarra e violão, eu queria levar para casa todos os CDs com músicas que eu gostava. Eu queria ter tudo, saber de tudo, ler tudo, comprar tudo. Era uma loucura. É claro que não era viável financeiramente e em tantos outros aspectos obter tudo que eu queria, mas eu tentava (risos). Além disso, eu pesquisava muito, procurava bandas novas, trocava fitas. Aos poucos, fui tendo mais CDs, LPs, fitas K7, VHS. Uma hora percebi que aquilo era uma coleção.

Alguém da sua família, ou um amigo, o influenciou para que você se transformasse em um colecionador?

Não sei quem me influenciou para me tornar um colecionador. Porém, para ouvir música e especialmente rock, a influência maior foi o meu primo mais velho, que era amigo do pessoal do Sepultura e do Overdose. Não sei se amigo, enfim, mas andava com eles e lembro-me de ver aqueles caras cabeludos de quem eu tinha até um pouco de medo em festas de família quando criança (risos).

Inicialmente, qual era o seu interesse pela música? De que gêneros você curtia? O que o atraía na música?

No começo, eu não tinha estilo favorito. Gostava do que soava bem aos meus ouvidos. Não entendia muita coisa e nem percebia os detalhes das músicas. Geralmente ouvia pop, depois rock, então pop rock. Coisas assim.

Quantos discos você tem?

Antes de me mudar para o meu atual apartamento, eu tinha mais de 10 mil CDs, 250 DVDs, 100 VHS, umas 50 fitas K7, cerca de 60 vinis. Porém, quando vim pra cá, tive que me desfazer de muita coisa. Infelizmente não coube tudo aqui. Hoje devo ter cerca de 2 mil e 500 CDs.


Qual gênero musical domina a sua coleção? E, atualmente, que estilo é o seu preferido? Essa preferência variou ao longo dos anos, ou sempre permaneceu a mesma?

O estilo que domina a minha coleção é o rock em todas as suas vertentes. Porém, acho que progressivo e hard rock aparecem mais.

Acredito que todo mundo varia um pouco de preferência. Já tive fases de ouvir hard o tempo todo. Em outros momentos, ouvi muito death metal. Também já escutei muito thrash metal. Em determinada fase, eu só escutava jazz e fusion. Enfim, varia de momento para momento. Hoje em dia, ouço pop, stoner, coisas antigas, rock setentista.

Vinil ou CD? Quais os pontos fortes de cada formato, para você?

Acho que as gravações digitais esterilizam um pouco a música. Porém, depende do cara que produz o trabalho. Não sou especialista nisso, mas tenho a impressão de que o som do vinil compreende mais informações e detalhes. No entanto, é difícil eu ouvir vinil atualmente.

Existe algum instrumento musical específico que o atrai quando você ouve música?

Guitarra, sempre guitarra. Curto bateria, teclado e presto muita atenção à voz. Baixo, principalmente fretless, também me agrada. Porém, nada melhor que um bom riff de guitarra ou um solo de guitarra bem composto.

Qual foi o lugar mais estranho onde você comprou discos?

Sinceramente, não tenho qualquer lembrança de algo especialmente estranho em uma loja de CDs. As lojas, principalmente nas galerias com várias delas, são tão estranhas que nada fica tão estranho assim após alguns anos de vivência neste meio. O triste é o cheiro de fumaça combinado a mofo de tantas destas lojas. Não é o ambiente mais saudável do mundo, mas tem muita loja legal e bem estruturada também.


Qual foi a melhor loja de discos que você já conheceu?

Eu adorava as lojas da Galeria do Rock em São Paulo. Quase todas elas. Não posso especificar uma. A maioria ali era sensacional e tinha material raríssimo. Loja boa é loja de dono que conhece, gosta e coleciona música. Neste tipo de loja, você pode ir de olhos fechados, porque vai achar e descobrir coisas sensacionais.

Conte-me uma história triste na sua vida de colecionador.

Não tive nada de grande destaque neste sentido. Sempre preservei os discos e não tive contratempos. É claro que ter que me desfazer de muitos deles não foi legal, mas acontece.

Como você organiza a sua coleção? Dê uma dica útil de como guardar a coleção para os nossos leitores.

Organizo por banda, geralmente destacando coleções maiores de determinados grupos, como as que tenho de Van Halen, Marillion, Metallica, Savatage, Pantera, Megadeth, Spock’s Beard, Dream Theater, Yngwie J. Malmsteen, Richie Kotzen, Pain of Salvation, Enchant, Symphony X, Nevermore e Greg Howe.

Além da música, que outros fatores o atraem em um disco?

A capa, sempre! A arte da capa me chama muito a atenção. Sempre que leio alguma notícia falando de um artista que revelou a capa de um novo álbum, procuro para ver. O problema é que ultimamente tem havido uma profusão de artes ruins demais, com estas coisas digitalizadas, cheias de informação, poluídas e de fato com pouquíssimo talento ou qualidade criativa e artística.


Quais são os itens mais raros da sua coleção?

Raridade hoje em dia é algo ser raro. Todo mundo tem e encontra tudo. Porém, tenho singles e bootlegs do Van Halen e ao vivos Marillion que sei que são só para fãs mesmo das bandas. Não sei se são raros, mas são coisas de fãs mesmo.

Tenho um registro do Quantum do Planet X que precedeu o lançamento. Havia demos ali. Penso que é raro. O mesmo aconteceu com o Mythology do Derek Sherinian. O Thijs van Leer, do Focus, me deu um CD que penso que não é fácil de achar: Dona Nobis Pacem do Pedal Point, projeto dele.

Adoro o progressivo do Roberto Colombo no álbum Botte da Orbi. É um clássico que tenho em uma edição bem bacana. Tenho também uma edição especial do Get Over It do Mr. Big. Foi um presente do Billy Sheehan.

Durante estes anos garimpando, acabei encontrando algumas bandas sensacionais e pouco conhecidas, que desapareceram rapidamente. Lembro-me agora – e são todos discos que tenho – de alguns nomes e álbuns que adoro e que poucas pessoas conhecem: Xura do Ruination, Piano do Jan Johansson - pai de Jens e Anders Johansson -, Simsalabim da The Mushroom River Band, Rebeldes da banda cubana Tendência, Undressed Momento do KLIMT 1918. Tenho muitas coletâneas de revistas também, uma coleção vasta de CDs da Sweden Rock, DVDs da Slam-Zine (Áustria), coisas assim.

O que tenho de mais inusitado na coleção, entretanto, não tem tanto a ver com a música. Eu trouxe exatamente destes anos de música, mas é uma bolinha de tênis autografada pelo Mats Wilander, rockeiro, ex-número 1 do tênis mundial. Esta veio depois do Blind Ear que fiz com ele aqui no Brasil, no qual falamos de Malmsteen, Deep Purple, Thin Lizzy, entre muitos outros.

Tenho set lists autografados e palhetas também, mas não é muita coisa.

Você tem ciúmes da sua coleção?

Já tive. Hoje em dia, não muito. Depois que me desfiz de alguns, aprendi a ficar mais solto com isso.

Quando você está em uma loja procurando discos, você tem algum método específico de pesquisa, alguma mania, na hora de comprar novos itens para a sua coleção?

Não vou mais a lojas de CDs. Hoje em dia olho tudo pela internet, porque as lojas de CDs ou acabaram ou não têm tanta coisa quanto na internet. Logo, não vale a pena. Antigamente, eu entrava nas lojas e olhava tudo, fileira por fileira, porque havia chance de achar algo inusitado fora do lugar.

Raramente eu perguntava sobre o disco que eu queria para o vendedor, porque era perda de tempo. O cara demoraria 15 minutos para entender a pronúncia do nome da banda, faria uma pesquisa de outros 30 minutos para olhar para a minha cara e dizer “não tenho” ou “nunca tinha ouvido falar disso”. Vendedor de loja de CD tinha que fazer curso de especialização e catalogar tudo quanto é coisa possível na mente!

O que significa ser um colecionador de discos?

Tentar dominar ou ter tudo de que se gosta. Missão impossível e interminável, mas não custa nada tentar.

O que mudou da época em que você começou a comprar discos para os dias de hoje, onde as lojas de discos estão em extinção? Do que você sente saudade?

Sinto saudade de rodar as lojas, conferir o que outras pessoas ouviam diretamente com as pessoas, trocar fitas K7. Era bacana demais fazer isso.

O seu trabalho como jornalista musical é sensacional e conhecido em todo o Brasil, além do exterior. Em quantos países você já publicou matérias? Além da Roadie Crew aqui no Brasil, quais foram as principais publicações que já tiveram matérias suas publicadas?

Obrigado pelo elogio. Publiquei minhas matérias em 33 países. As principais publicações com matérias minhas foram Sweden Rock (Suécia), Rock Hard (Grécia), Spark (República Tcheca), Popular 1 (Espanha), Rockaxis (Chile), Powerplay (Reino Unido), Fireworks (Reino Unido), Rock Express (região da ex-Iugoslávia), Rock Street Journal (Índia), Maximum Rock (Romênia) e The Rock (Tailândia). No Brasil, além da Roadie Crew, tive matérias nas revistas Rock Brigade, Disconnected, Valhalla, [] Zero, Comando Rock, Modern Drummer e Musical Box.


Você guarda todas essas revistas com textos seus?

Todas. São pouco mais de 620 hoje em dia.

Como você vê o mercado brasileiro atualmente? O que há de melhor e o que há de pior na música hoje em dia?

O mercado brasileiro é uma lástima. Banda boa não sobrevive e as bobagens de sempre continuam por aí. É ruim porque você vê que o nível só cai. Não é saudosismo. Nem de longe. Porém, lembro-me que há alguns anos eu achava que É o Tchan! seria o maior lixo que eu poderia ouvir na vida. O funk carioca veio e provou que eu estava errado. Agora, você tem essa geração de caras que se autodenominam “sertanejos” e sujam a história da música de raiz do país. A coisa não para de piorar, a renovação em estilos que trazem coisas interessantes, como rock, MPB, heavy metal, samba, é terrível. Fica aquela panelinha de “gênios” amando suas próprias imagens. O problema é que música é educação, e a educação no Brasil é o que sabemos que é. Nem vamos começar com o mesmo papo de sempre, de que professor é desvalorizado, etc. É tudo isso mesmo e mais um pouco. Ou seja, sem educação e incentivo, a música fica nessas. Não só a música.

Se houvesse educação no Brasil, o pessoal que sentasse em bar em que tocasse samba ouviria samba de fato. Porém, o cara senta no bar não para ouvir samba, mas para consumir a imagem do sambista, fazer-se de malandrão, esperto, bonachão, 'bon vivant', com um monte de fêmeas à sua volta, sonhando com tudo que Brahma e Skol o fazem crer que ele pode ser se ouvir Zeca Pagodinho todo dia. Ele nem sabe o porquê de Zeca Pagodinho e Bezerra da Silva terem valor. É ridículo.

Música boa só existiu nas décadas de 1960 e 1970, ou tem sons legais rolando hoje em dia também?

Teve muita coisa excelente após as décadas de 60 e 70. Coisas tão legais quanto as dessas décadas, gente tão genial quanto nessas décadas. Muita banda excelente fez história enquanto o saudosismo tapava os olhos e ouvidos das gerações de 60 e 70.

Qual é o melhor disco de 2011, até o momento?

Hisingen Blues, do Graveyard. Fácil! É o melhor até o momento e será o melhor até o final.

E os melhores de todos os tempos, quais seriam?

Operation: Mindcrime do Queensrÿche e Brave do Marillion. Ten do Pearl Jam, Awake e Images & Words do Dream Theater e Master of Puppets e Ride the Lightning do Metallica estão logo ali também. Foram os primeiros que pensei, mas dava para citar vários outros. É difícil definir “o melhor”. Estes são os meus favoritos, mas tenho outros que adoro. The Devil’s Hall of Fame, do Beyond Twilight, é um disco que escutei muito nos últimos meses. Uma das maiores performances de um vocalista em um álbum de hard rock / heavy metal em todos os tempos. Está entre os melhores da história, sem dúvida alguma.

Thiago, muito obrigado pelo papo. Pra fechar, o que você está ouvindo e recomenda aos nossos leitores?

Sei como é chato falar mil vezes a mesma coisa em entrevista, mas não tem jeito: ouçam Graveyard! Ou Charlie Hunter. Se quiserem algo mais antigo, escutem Depeche Mode. Obrigado pelo interesse e abraços a todos.

Arctic Monkeys: veja a capa do novo álbum!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

O Arctic Monkeys revelou a capa de seu novo álbum, Suck It and See, que chega às lojas no próximo dia 6 de junho.

Quando eu disse, depois de ouvir as duas faixas inéditas disponibilizadas pela banda - “Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair” e “Brick by Brick” -, que os caras andavam tomando coisas ilícitas, ninguém acreditou. E agora?

Por via das dúvidas, assista novamente o clipe de “Don't Sit Down 'Cause I've Moved Your Chair” e comprove:


Turnê conjunta de Sonic Youth e Nirvana em 1991 vai virar DVD!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

O Sonic Youth saiu em uma turnê europeia em 1991 promovendo o ótimo álbum Goo. A banda de abertura era um grupo novo de Seattle que iria fazer história: o Nirvana.

A tour virou um documentário intitulado 1991: The Year Punk Broke, lançado em 1992. Agora, em comemoração aos vinte anos dos shows, o diretor Dave Markey anunciou que será lançada uma edição estendida em DVD do documentário ainda em 2011.

Como bônus, um vídeo de 42 minutos chamado (This is Known As) The Blues Scale contendo vídeos inéditos do Sonic Youth tocando as faixas “Inhuman”, “White Kross”, “Orange Rolls / Angel's Spit” e “Eric's Trip”, e um do Nirvana executando “In Bloom”. O DVD ainda trará um debate gravado em 2003 com a participação de Thuston Moore, Lee Ranaldo, Steve Shelley, J Mascis e Dave Markey sobre a turnê.

Sepultura: show com orquestra vai virar CD e DVD!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

No último final de semana, o Sepultura tocou durante a Virada Cultural de São Paulo acompanhado da Orquestra Experimental de Repertório, levando o público ao delírio com interpretações inéditas de seus clássicos.

Pois bem, agora esse já antológico show irá virar um CD e DVD ao vivo oficial. O Sepultura anunciou que lançará a apresentação na íntegra até o final do ano.

Confira abaixo a banda tocando “Roots Bloody Roots” na Virada Cultural:


God Bless Ozzy: documentário ganha segundo teaser trailer!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

O aguardado documentário God Bless Ozzy (anteriormente intitulado Wreckage of My Past), dirigido por Mike Piscitelli e com roteiro de Jordan Tappis, ganhou seu segundo teaser. O filme, a primeira produção da Jacko Productions, empresa do filho de Ozzy, Jack Osbourne, estreará mundialmente durante o Tribeca Film Festival, que rola entre 20 de abril e 1 de maio em Nova York.

God Bless Ozzy terá três exibições durante o festival. Dia 24, domingo, o filme passará no BMCC Tribeba PAC. Terça, dia 28, a exibição será no SVA Theater 1 Silas. E sábado, 30, se você estiver dando uma banda por Nova York poderá conferi-lo no AMC Loews Village.

Assista abaixo o segundo trailer de God Bless Ozzy:


Angra e o plágio do Parangolé!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por João Renato Alves

Quem acompanha as notícias do mundo do rock via sites e blogs nacionais, viu desde ontem à noite a polêmica que surgiu entre Angra e Parangolé. Segundo consta, o grupo baiano de estilo indefinido (sim, é isso mesmo, não dá para encaixar em nada) teria plagiado um riff de “Nova Era”.

Bom, primeiro vamos ouvir a suposta chupinhada:



Seguiu-se uma tentativa de conversa do baixista Felipe Andreolli e do guitarrista Kiko Loureiro com o vocalista Léo Santana.


Honestamente, não duvido dele quando diz que não conhece o Angra. Ele é o fantoche, os outros coordenam e ele abre a boca. Mas no fim, o Angra conseguiu uma maneira bem mais digna de aparecer do que talentosos quebradores de taças de cristal andam fazendo por aí.

Aguardemos os próximos capítulos.

Judas Priest: K.K. Downking anuncia sua saída da banda!

quarta-feira, abril 20, 2011

Por Ricardo Seelig

K.K. Downing, guitarrista fundador do Judas Priest, anunciou a sua saída da banda. O grupo publicou uma nota em seu site oficial lamentando a decisão do músico, e anunciou que Richie Faulkner será o seu substituto na turnê atual.

O Judas Priest comunicou, no final de 2010, que a atual tour seria a última da sua carreira. O grupo tocará no Brasil esse ano, e os shows rolarão sem a presença de K.K. Downing. A banda também anunciou que gravará o último álbum de sua carreira em 2012, e ele não contará com K.K..

19 de abr de 2011

Soilwork, Exodus e Dimmu Borgir: Nuclear Blast lança HQs sobre as bandas!

terça-feira, abril 19, 2011

Por Ricardo Seelig

Não sei quanto a vocês, mas, além do heavy metal, desde que me entendo por gente consumo revistas em quadrinhos. Cresci, a adolescência passou, a idade adulta bateu, e aqui estou eu cercado de discos e de HQs por todos os lados.

O universo fantástico do heavy metal, repleto de fantasia, é muito similar ao dos quadrinhos. Essa relação já ficou evidente diversas vezes, seja através das capas do Kiss e do Iron Maiden, de mascotes de um sem número de bandas, do próprio visual de alguns músicos – que parecem personagens saídos de uma história em quadrinhos – e até na personalidade de vários artistas, que parecem viver em muitos mundos, menos no nosso.


A Nuclear Blast, uma das principais gravadores de metal do planeta, também percebeu essa proximidade, e iniciou um projeto ao lado da editora Terminal Press, especializada em HQ. Essa relação já rendeu três revistas, cada uma delas dedicada exclusivamente a uma banda em especial. Assim, vieram ao mundo Dimmu Borgir: Dark Fortress, Exodus: Death Begets Death e Soilwork: An Evil Upon Us.

As revistas do Dimmu Borgir e do Exodus podem ser compradas diretamente no site da Terminal Press, sendo que a revista dedicada ao grupo norueguês conta com cinco capas diferentes. Já a edição do Soilwork será lançada durante a Boston Comic Con, um dos maiores eventos de quadrinhos do mundo, cuja edição de 2011 acontecerá nos próximos dias 30 de abril e 1 de maio. As histórias contadas nas três HQs, como não poderia deixar de ser, são baseadas nas letras dos grupos, transportando para o papel a abordagem lírica das bandas, além de contar com artes soturnas e violentas - ou seja, são revistas legais!

Uma excelente iniciativa, que irá agradar em cheio os metalhead fãs de quadrinhos.


ONLINE

PAGEVIEWS

PESQUISE