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8 de dez de 2016

Os 50 melhores discos de 2016 segundo a Terrorizer

quinta-feira, dezembro 08, 2016

Fechando a publicação das listas de melhores discos de 2016 das principais publicações musicais do planeta, trazemos as escolhas da revista inglesa Terrorizer. Todas as listas de melhores discos de 2016 estão neste link, pra você conferir.

A Terrorizer é publicada mensalmente desde 1993 e tem o seu foco no metal extremo. Curiosidade: o primeiro número da revista, lançado em outubro de 1993, trouxe o Sepultura na capa. A editora responsável pela publicação é a Dark Arts Ltd.

Abaixo estão os melhores discos do ano segundo a Terrorizer - o texto original foi dividido em três partes (parte 1, parte 2 e parte 3).

Divirtam-se:

50 Testament - Brotherhood of the Snake
49 Krypts - Remnants of Expansion
48 Sabaton - The Last Stand
47 The Wounded Kings - Visions in Bone
46 Slabdragger - Rise of the Dawncrusher
45 Horseback - Dead Ringers
44 Kvelertak - Nattesferd
43 Wardruna - Rudaljod-Ragnarok
42 Wretch - Wretch
41 Katatonia - The Fall of Hearts
40 The Devin Townsend Project - T’anscendence
39 Conan - Revengeance
38 Dälek - Asphalt For Eden
37 Bölzer - Hero
36 Graf Orlock - Crime Traveller
35 Rotting Christ - Rituals
34 Interment - Scent of the Buried
33 Inter Arma - Paradise Gallows
32 Darkher - Realms
31 Bossk - Audio Noir
30 Gadget - The Great Destroyer
29 Swans - The Glowing Man
28 Ihsahn - Arktis
27 Inquisition - Bloodshed Across the Empyrean Altar Beyond the Celestial Zenith
26 Deströyer 666 - Wildfire
25 Alcest - Kodama
24 Purson - Desire’s Magic Theatre
23 The Body - No One Deserves Happiness
22 Boss Keloid - Herb You Enthusiasm
21 Gojira - Magma
20 Wormrot - Voices
19 Urfaust - Empty Space Meditation
18 Graves at Sea - The Curst That Is
17 Anaal Nathrakh - The Whole of the Law
16 Opeth - Sorceress
15 Vektor - Terminal Redux
14 Blood Incantation - Starspawn
13 Discharge - End of Days
12 The Dillinger Escape Plan - Dissociation
11 Deathspell Omega - The Synarchy of Molten Bones
10 Nails - You Will Never Be One of Us
9 Oranssi Pazuzu - Värähtelijä
8 Cult of Luna & Julie Christmas - Mariner
7 Cobalt - Slow Forever
6 SubRosa - For This We Fought the Battle of the Ages
5 40 Watt Sun - Wider Than the Sky
4 Trap Them - Crown Feral
3 Oathbreaker - Rheia
2 Darkthrone - Arctic Thunder
1 Neurosis - Fires Within Fires




7 de dez de 2016

2016 em 116 músicas

quarta-feira, dezembro 07, 2016

O ano está chegando ao fim. Um ano longo, difícil, com muitas pedras pelo caminho. Um ano em que a música, mais do que nunca, foi uma companheira fundamental para superarmos as batalhas do dia a dia.

Repassando esse 2016 atordoado e confuso, preparamos uma playlist com faixas vindas de discos lançados nos últimos 12 meses. São 116 canções dos mais variados gêneros: tem rock, tem blues, tem metal, tem jazz, tem pop, tem country, tem rap. E, acima de tudo, tem música boa.

A dica é a de sempre: se você gostou de alguma faixa, procure ouvir o disco inteiro da banda ou artista que a compôs. Assim, você amplia o seu vocabulário musical, conhece novos sons e deixa o seu dia ainda mais interessante.

Vem com a gente nesse aventura. Garantimos que a trilha sonora é de primeira :-)

6 de dez de 2016

Leia o review de Dave Mustaine para o novo disco do Metallica

terça-feira, dezembro 06, 2016

O TeamRock pediu a Dave Mustaine que escrevesse um review para o álbum mais recente do Metallica. Eis o que o líder do Megadeth e ex-membro da banda teve a dizer:

Sempre tive capacidade de apreciar o talento do Metallica. Toda banda possui seus pontos fortes e fracos. Pessoalmente, de tudo que ouvi até agora, considero o novo álbum bom. Muitas pessoas criticaram o fato de Kirk Hammett e Robert Trujillo não terem composto. Mas, às vezes, é simplesmente inevitável. Teria adorado vê-los contribuindo. Amo o Infectious Grooves e o Suicidal Tendencies (bandas anteriores de Trujillo), assim como as linhas que Kirk escreveu no Exodus. Porém, quando se está em estúdio, as coisas podem acontecer de outra forma e as melhores ideias acabam escolhidas. É o que todos desejam.

Em relação à produção, é uma coisa muito pessoal. O lixo de um homem é o tesouro de outro. Por exemplo, sei que muitos realmente gostam de Rick Rubin e seus métodos de trabalho. O respeito muito, acho que o que ele faz realmente funciona junto a bandas como o The Cult. Mas, quando é com bandas de metal, não se traduz da mesma forma. Hardwired possui uma sonoridade diferente de, por exemplo, St. Anger. E ficou muito bom, em minha opinião. Eles demoraram oito anos para fazê-lo, então, fico feliz que os fãs estejam gostando, já que somos uma comunidade pequena.

Ver todo o Big Four lançando grandes discos em 12 meses é muito legal. A grande questão é se as forças existentes nos permitirão fazer mais alguns shows conjuntos. Estamos preparando coisas para Ásia e Estados Unidos ano que vem, mas se houver a possibilidade, provavelmente reconsideraríamos, pois é sempre divertido, além de um grande evento. Ver quatro das maiores bandas de todos os tempos no mesmo palco é algo para se contar aos netos.



Os 50 melhores discos de 2016 segundo a Metal Hammer

terça-feira, dezembro 06, 2016

A inglesa Metal Hammer é a principal e mais importante revista especializada em heavy metal do planeta. Publicada mensalmente desde 1983, possui edições locais em diversos países como Noruega, Espanha, Grécia, Polônia e Itália, entre outros.

Fundada há 33 anos, a Metal Hammer é publicada atualmente pela TeamRock, mesma editora que coloca nas bancas a Classic Rock, Prog e The Blues Magazine. Além disso, desde 2003 a revista promove o The Golden Gods Awards, premiação realizada em Londres anualmente e que agracia os principais nomes da música pesada.

Abaixo está a lista com os 50 melhores discos de 2016 segundo a Metal Hammer - matéria original aqui:

50 Of Mice & Men - Cold World
49 Abbath - Abbath
48 Oranssi Pazuzu - Värähtelijä
47 Venom Prison - Animus
46 Wovenhand - Star Treatment
45 Oceans of Slumber - Winter
44 Bölzer - Hero
43 Touché Amoré - Stage Four
42 Jonestown - Aokigahara
41 Kvelertak - Nattesferd
40 Anthrax - For All Kings
39 Vektor - Terminal Redux
38 Giraffe Tongue Orchestra - Broken Lines
37 Blood Incantation - Starspawn
36 Every Time I Die - Low Teens
35 Winterfylleth - The Dark Hereafter
34 King 180 - La Petite Mort or a Conversation with God
33 Heck - Instructions
32 Inter Arma - Paradise Gallows
31 SubRosa - For This We Fought The Battle of Ages
30 BabyMetal - Metal Resistance
29 Deströyer 666 - Wildfire
28 Dream Theater - The Astonishing
27 Alter Bridge - The Last Hero
26 Bury Tomorrow - Earthbound
25 Oathbreaker - Rheia
24 Skuggsjá - Skuggsjá
23 Periphery - Periphery III: Select Difficulty
22 Aldest - Kodama
21 Neurosis - Fires Within Fires
20 Wardruna - Runaljod-Ragnarok
19 Rotting Christ - Rituals
18 Avenged Sevenfold - The Stage
17 Katatonia - The Fall of Heart
16 Killswitch Engage - Incarnate
15 Testament - Brotherhood of the Snake
14 Deftones - Gore
13 Nails - You Will Never Be One of Us
12 The Devin Townsend Project - Transcendence
11 Grand Magus - Sword Songs
10 Metallica - Hardwired … To Self-Destruct
9 Black Peaks - Statues
8 Ihsahn - Arktis
7 KoRn - The Serenity of Suffering
6 The Dillinger Escape Plan - Dissociation
5 Letlive - If I’m the Devil …
4 Meshuggah - The Violent Sleep of Reason
3 Opeth - Sorceress
2 Architects - All Our Gods Have Abandoned Us
1 Gojira - Magma


5 de dez de 2016

Show: Black Sabbath | 5 de dezembro de 2016 | Estádio do Morumbi | São Paulo

segunda-feira, dezembro 05, 2016

A noite prometia: a última vez que veríamos Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler juntos num palco sul-americano. Depois de um dia de calor intenso, uma queda brutal de temperatura no final da tarde acompanhada de ventos frios, chuviscos e tempestades veio dar o tom macabro apropriado a um especialmente emocionante show do Black Sabbath. O público atendeu à expectativa e encheu o estádio do Morumbi. Só o cenário poderia ser melhor.

Não é novidade ao paulistano que o Morumbi é um estádio obsoleto, numa área da cidade mal servida de transporte público ou de ruas adequadas ao fluxo das mais de 60 mil pessoas que foram ao show do Black Sabbath. A estrutura da casa do São Paulo Futebol Clube também não é boa: para entrar e sair, não há portões em quantidade razoável para dar vazão rápida às filas. Do lado interno há poucos banheiros para a alta demanda, precários e de difícil acesso, opções reduzidas e escassas de alimentação. A visibilidade é ruim em quase todos os setores, com arquibancadas e cadeiras muito distantes do palco, bem como um setor “premium” que divide quase pela metade a pista sobre o gramado.

Todos detalhes que atrapalham a plena experiência, mas pouco influem na atuação da banda em cima do palco. A percepção, porém, piora quando a qualidade de som deixa a desejar como neste domingo. A guitarra de Tony Iommi por vários momentos embolava com o baixo de Geezer Butler. A bateria de Tommy Clufetos demorou a sair dos PAs com o peso necessário, ao contrário da proeminência muitas vezes descabida para o teclado do escondido Adam Wakeman. O volume geral variava conforme a intensidade do vento e da chuva. Apenas a voz de Ozzy, inconfundível como sempre, reinava soberana.

Antes, porém, tivemos o Rival Sons que, por quarenta minutos, quase passou despercebido do público no estádio. Ainda que telões indicando apenas o nome do grupo sem mostrá-lo não tenham colaborado, o descaso também denota um pouco da má vontade do roqueiro típico paulistano com bandas novas, brasileiras ou não. Enquanto os americanos conquistam cada vez mais adeptos no mundo fazendo seu rock retrô soar organicamente moderno com uma altiva performance de palco de seu vocalista Jay Buchanan, as pessoas em geral preferiram ficar conversando nas enormes filas de bebida como se estivessem num boteco ouvindo um Emmerson Nogueira da vida. Azar o delas.


O Black Sabbath entrou no palco quase pontualmente às oito e meia da já fria noite. Um vídeo meio nebuloso com cidades sendo destruídas no telão não preparava tão bem a atmosfera quanto o vento e a garoa que já castigavam o público quando Tony Iommi empunhou sua guitarra e pudemos ouvir, com certa dificuldade, aquelas três malditas notas infernais da canção auto-intitulada que revolucionou o mundo e abriu a apresentação do grupo neste domingo.

A sequência foi um deleite para os fãs. Enquanto uma tempestade desabava sobre nossas cabeças e prejudicava a visão e o som, aumentava a empolgação a cada mínimo acorde reconhecível de “Fairies Wear Boots”, “Into the Void”, “After Forever”, “Snowblind” e ”Behind the Wall of Sleep”, que soavam como uma aula a tantos imitadores do som típico do Black Sabbath nesses últimos quase cinquenta anos, mesmo sentida a ausência de Bill Ward - Tommy Clufetos é um baterista sólido suficiente para qualquer ótima banda de metal, mas é gritante a falta daquele swing jazzístico único da formação original, até hoje ainda não reproduzido a contento nos inúmeros seguidores no doom metal ou stoner rock, nem pelo próprio grupo nesta noite.

De resto, foi um típico show do Sabbath, sem surpresas para o iniciado, não por isso menos emocionante. Ignorando o celebrado disco 13 e com um telão alternando imagens ora psicodélicas, ora distópicas, ao longo de pouco mais de uma hora e meia clássicos foram executados beirando à perfeição para um público animado, que se atrapalhava e se divertia nas palmas ao cantar em jogral com Ozzy os versos de “War Pigs”, ou explodia catártico ao solo de baixo de Geezer Butler que iniciou “N.I.B.” para um dos coros mais bonitos da noite em seu macabro refrão, ou ainda ao entoar a plenos pulmões as melodias da morosa “Iron Man” e da apocalíptica “Children of the Grave”, até a frenesi final avassaladora da incendiária “Paranoid”.


Nem tudo foram flores, como a inaceitável qualidade de som ou o insosso solo de bateria de quase dez intermináveis minutos de Clufetos, introduzido por “Rat Salad”, e até mesmo “Dirty Women”, um momento em que a banda claramente se divertia nas constantes mudanças de andamento enquanto segurava a base para o longo solo improvisado de Tony Iommi, que em vez de embasbacar o público, já exausto pelas condições climáticas, começava a dispersar mais do que nas intermináveis acrobacias do baterista pouco antes.

Todos detalhes insignificantes quando presenciamos o entrosamento absurdo de Iommi e Butler ao reproduzir todos aqueles sons que permeiam em maior ou menor grau toda a nossa coleção de discos de rock, cativados pelo carisma inabalável de Ozzy Osbourne, com sua característica voz já desgastada e sua alegria contagiante de quem, como seus dois velhos parceiros, não sabe o que teria feito da vida se não estivesse ali tocando juntos, talvez pelas últimas vezes.

É difícil apostar na seriedade da turnê de despedida quando uma raposa dos negócios musicais como Sharon Osbourne está envolvida, apesar de o tempo não correr a favor dos músicos e não haver muitos motivos para vender grandiosamente uma futura turnê de reunião. Também é improvável crer num retorno futuro à América do Sul, que só foi agraciado pela presença da formação quase original uma década e meia após sua tão esperada reunião.

Contudo, num ano em que a mortalidade de nossas referências culturais se evidencia com vários chutes na boca do estômago, quando deixamos o Morumbi encharcados pela chuva e, perdão pelo clichê, de alma lavada, éramos gratos não só pelo ótimo show ou pela carreira lendária de riffs eternos, ou ainda todo um estilo musical que esses hoje senhores de Birmingham criaram há quase meio século, mas por podermos guardar na memória a imagem do Black Sabbath triunfante, como os detentores de um legado tão importante merecem.

Por Thiago Martins


Os 20 melhores discos de 2016 segundo o Ultimate Classic Rock

segunda-feira, dezembro 05, 2016

O Ultimate Classic Rock é um site especializado em rock clássico, no ar desde 2011. Ele é publicado pela Towsquare Media, empresa norte-americana de mídia online baseada na cidade de Greenwich, no estado de Connecticut, e que tem em seu portfolio sites como o Loudwire e o Noisecreep.

Abaixo estão os 20 melhores discos de 2016 na opinião do Ultimate Classic Rock - matéria original aqui:

20 Eric Clapton - I Still Do
19 Graham Nash - This Path Tonight
18 Steven Tyler - We’re All Somebody From Somewhere
17 Neil Young - Earth
16 Bob Weir - Blue Montain
15 Bonnie Raitt - Dig in Deep
14 Jeff Beck - Loud Hailer
13 Neil Young - Peace Trail
12 Sting - 57th & 9th
11 Elton John - Wonderful Crazy Night
10 Bob Dylan - Fallen Angels
9 The Monkees - Good Times!
8 Iggy Pop - Post Pop Depression
7 Mudcrutch - Mudcrutch 2
6 Green Day - Revolution Radio
5 Metallica - Hardwired … To Self-Destruct
4 Leonard Cohen - You Want It Darker
3 The Rolling Stones - Blue & Lonesome
2 Paul Simon - Stranger to Stranger
1 David Bowie - Blackstar




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