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20 de set de 2017

Novo álbum ao vivo do Iron Maiden

quarta-feira, setembro 20, 2017

Seguindo o que tem feito desde o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith em fevereiro de 1999, o Iron Maiden anunciou um novo álbum ao vivo após o seu último disco de estúdio, The Book of Souls (2015). Desde Brave New World (2000), cada álbum da banda ganhou um registro de sua turnê.

The Book of Souls: Live Chapter será lançado dia 17/11 e trará quinze músicas registradas durante a The Book of Souls World Tour, que passou por 39 países de seis continentes durante 2016 e 2017. O material será disponibilizado em CD duplo, CD deluxe digibook com capa dura e LP triplo. Teremos também uma versão em vídeo, que estará disponível em streaming.

A produção é de Tony Newton e Steve Harris. Cada música foi gravada em uma cidade diferente, e o tracklist inclui seis faixas de The Book of Souls. Para os fãs brasileiros, destaque para as versões de “Fear of the Dark” ao vivo em Fortaleza e “Wasted Years” gravada no Rio de Janeiro. Outra boa surpresa do setlist é a inclusão de “Children of the Damned”, uma das melhores músicas do clássico The Number of the Beast (1982).




Abaixo está o tracklist completo de The Book of Souls: Live Chapter, bem como o vídeo de “Speed of Light” ao vivo:

01. If Eternity Should Fail - Sydney, Australia
02. Speed Of Light - Cape Town, South Africa
03. Wrathchild - Dublin, Ireland
04. Children Of The Damned - Montreal, Canada
05. Death Or Glory - Wroclaw, Poland
06. The Red And The Black - Tokyo, Japan
07. The Trooper - San Salvador, El Salvador
08. Powerslave - Trieste, Italy
09. The Great Unknown - Newcastle, UK
10. The Book Of Souls - Donington, UK
11. Fear Of The Dark - Fortaleza, Brazil
12. Iron Maiden - Buenos Aires, Argentina
13. Number Of The Beast - Wacken, Germany
14. Blood Brothers - Donington, UK
15. Wasted Years - Rio de Janeiro, Brazil

Cinquentenário do Led Zeppelin será comemorado com eventos especiais em 2018

quarta-feira, setembro 20, 2017

Em uma carta escrita por Tim Fraser-Harding, executivo do alto escalão da Warner Music, chamou atenção a informação de que uma série de eventos celebrando os 50 anos do Led Zeppelin serão realizados em 2018.

A correspondência de Harding foi enviada para o Conselho Municipal de Redditch, cidade inglesa onde nasceu o baterista John Bonham, solicitando o apoio para a construção de uma estátua em homenagem ao lendário músico, falecido em 1980. No texto, Harding cita que “uma série de eventos de alto perfil” estão sendo planejados para o ano que vem.

Ainda não há nada, nenhuma e nem pista do que pode estar por vir, mas é evidente que as expectativas subiram muito e já estamos esperando a comemoração em alto estilo do cinquentenário de uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos.

Abaixo está a carte enviada por Tim Fraser-Harding, o projeto e o estágio atual da estátua em homenagem a John Bonham:





Carreira de Gary Moore ganha caixa comemorativa

quarta-feira, setembro 20, 2017

A BMG anunciou o lançamento do box Blues and Beyond, compilação que cobre toda a carreira do guitarrista irlandês Gary Moore. 

O material será disponibilizado em CD duplo, LP quádruplo e também em uma caixa, incluindo gravações ao vivo inéditas e a biografia oficial do músico, I Can’t Wait Until Tomorrow, escrita por Harry Shapiro.


Abaixo está o tracklist completo:

Blues and Beyond track listing:

CD1
1. Enough Of The Blues
2. Tell Me Woman
3. Stormy Monday
4. That's Why I Play The Blues
5. Power Of The Blues
6. Ball And Chain
7. Looking Back
8. Surrender
9. Cold Black Night
10. There's A Hole
11. Getaway Blues
12. We Want Love
13. Memory Pain
14. The Prophet

CD2
1. You Upset Me Baby
2. Bring My Baby Back
3. I Can't Quit You Baby
4. World Of Confusion
5. Picture Of The Moon
6. Can't Find My Baby
7. Drowning In Tears
8. Evil
9. My Baby (She's So Good To Me)
10. Ain't Got You
11. Just Can't Let You Go
12. How Many Lies
13. Torn Inside
14. Parisienne Walkways (Live)

CD3 (box set only)
Blues And Beyond Live: (previously unreleased)
1. Walking By Myself
2. Oh Pretty Woman
3. Need Your Love So Bad
4. Since I Met You Baby
5. Surrender
6. Cold Black Night
7. All Your Love
8. Still Got The Blues

CD4 (box set only)
Blues And Beyond Live: (previously unreleased)
1. Too Tired
2. The Sky Is Crying
3. Further On Up The Road
4. Fire
5. The Blues Is Alright
6. Enough Of The Blues (Alternative)
7. The Prophet

19 de set de 2017

Darkside Books lança no Brasil HQ escrita por Stephen King

terça-feira, setembro 19, 2017

A editora Darkside Books anunciou o lançamento no Brasil da HQ Creepshow - Show de Horrores, escrita pelo aclamado autor norte-americano Stephen King, um dos maiores nomes da literatura de horror.

Inédito no Brasil, o quadrinho nasceu em 1982, quando King juntou forças com o diretor George Romero para a realização de um filme inspirado nas HQs clássicas dos anos 1950, como Contos da Cripta. Seguindo na onda, King adaptou o roteiro do cinema para os quadrinhos em uma história com arte de Bernie Wrightson (um dos criadores e primeiro ilustrador de Monstro do Pântano) e capa de Jack Kamen. Creepshow reúne cinco histórias, duas delas adaptadas de contos de Stephen King: Weeds e The Crate. 

Creepshow - Show de Horrores está sendo lançada pelo selo Darkside Graphic Novel em uma edição em capa dura, formato 21,2 x 27,6 cm e 64 páginas. A tradução é de Érico Assis, um dos principais tradutores de quadrinhos do Brasil.


Novo disco traz Joe Satriani acompanhado por Glenn Hughes e Chad Smith

terça-feira, setembro 19, 2017

O décimo-sexto álbum de Joe Satriani, What Happens Next, será lançado dia 12 de janeiro pela Sony/Legacy Recordings. O disco vem com 12 faixas e traz o guitarrista acompanhado do baixista Glenn Hughes e do baterista Chad Smith.

A turnê de divulgação contará com novos shows do projeto G3, desta vez com as participações de John Petrucci e Phil Collen, respectivamente guitarristas do Dream Theater e do Def Leppard.

Review: Foo Fighters - Concrete and Gold (2017)

terça-feira, setembro 19, 2017

Não sei quem cunhou essa definição, mas ela é cirúrgica: o Foo Fighters se acha uma banda melhor do que realmente é. Nascido das cinzas do Nirvana e elevado a potência mundial muito pelo senso melódico e pela energia onipresente de Dave Grohl, o agora sexteto chega ao seu nono álbum com Concrete and Gold. Produzido por Greg Kurstin (Adele, Beck, Pink), o disco traz onze músicas e as participações especiais de Justin Timberlake (no backing vocal de “Make It Right”) e Paul McCartney (na bateria de “Sunday Rain”). Além disso, o CD marca a estreia do tecladista Rami Jaffee (The Wallflowers, Stone Sour, Coheed and Cambria), agora um integrante oficial da banda.

A simpatia e o bom relacionamento de Grohl entre os mais variados músicos faz surgir outra alcunha para o ex-baterista do Nirvana: ele é uma espécie de Lemmy do novo milênio. Está em todas, sempre sorrindo e fazendo som com quem quiser fazer um som. As provas estão aí, e são fartas: da bateria do ótimo Songs for the Deaf (2002) do Queens of the Stone Age ao resgate de John Paul Jones com o Them Crooked Vultures, Dave se envolveu em dezenas de projetos e discos. Tanto que, de certa forma, o próprio Foo Fighters chegou a ficar em segundo plano há alguns anos atrás.

Concrete and Gold foi vendido como um disco grandioso, dono de uma sonoridade eloquente e tudo mais. Assim como o Foo Fighters é colocado na roda como uma das salvações do rock, e todo mundo sabe que isso não passa de um devaneio exagerado, o mesmo vale para o álbum. Trata-se de um trabalho pretensioso e irregular, como sempre. Entre as faixas, os destaques ficam com a épica “The Sky is a Neighborhood” (com cara de hino de estádio), com a grudenta "The Line" e com a simpática e Beatle “Sunday Rain”, não por acaso com a participação de Paul McCartney.

De modo geral, o Foo Fighters aposta em uma sonoridade que não traz grandes inovações para o universo da banda e que proporcionará aos fãs uma audição segura e sem sustos. No entanto, a sensação é de que estamos diante do formato padrão da grande maioria dos álbuns lançados nos últimos anos: aqueles que fazem um enorme barulho antes de serem lançados, criam uma baita expectativa alimentados por declarações dos próprios músicos e que poucas semanas após o seu lançamento acabam esquecidos na prateleira (física ou da memória, você escolhe). 

Com Concrete and Gold, o Foo Fighters segue tendo como seu melhor momento The Colour and the Shape, lançado há exatos vinte anos. Convenhamos que isso é muito pouco para uma banda saudada aos quatro ventos como um dos maiores nomes do rock contemporâneo, não é mesmo?

Morrissey anuncia novo disco e mostra nova música

terça-feira, setembro 19, 2017

Low in High School, novo álbum de Morrissey, será lançado no dia 17 de novembro. O primeiro single do disco, a classuda “Spent the Day in Bed”, já foi divulgada através de um lyric video.

O trabalho vem com 12 novas músicas e será disponibilizado em CD e LP, além de 16 outras edições diferentes incluindo um box com compactos de 7 polegadas, LPs coloridos, fita-cassete e outros.

Abaixo você confere o tracklist e ouve pela primeira vez “Spent the Day in Bed”:

18 de set de 2017

Quadrinhos: Wilson, de Daniel Clowes

segunda-feira, setembro 18, 2017

Fazia tempo que eu queria ler esse quadrinho. Consegui finalmente encontrá-lo durante a ComicCon Floripa, e por um ótimo preço. Então, vamos a ele.

Wilson, obra do escritor e ilustrador norte-americano Daniel Clowes, foi publicada no Brasil em fevereiro de 2012 pelo selo Quadrinhos na Cia, da Cia. das Letras. O álbum saiu no formato 27,5 x 20,5 cm, 80 páginas e acabamento brochura. A tradução é de Érico Assis, um dos maiores pesquisadores brasileiros de quadrinhos.

Clowes, que também é autor de Paciência, publicado no Brasil recentemente pela editora Nemo, é um dos principals nomes do quadrinho alternativo dos Estados Unidos. Ácido e sentimental, azedo e doce, é um autor que possui um estilo próprio e cheio de personalidade, o que torna suas obras peças singulares no mercado.

Wilson foi escrita de maneira peculiar. O pai de Clowes estava com um sério problema de saúde, internado em um hospital, e Daniel passou semanas cuidando de seu progenitor. Para passar o tempo, começou a escrever e desenhar. E surgiu Wilson. O próprio Clowes admite que o personagem é uma espécie de lado mais sombrio da sua personalidade. Irônico, dono de uma sinceridade muitas vezes constrangedora, individualista e narcisista, é um cara pelo qual você em um primeiro momento não nutre nenhuma empatia. Porém, o desenrolar da história vai mudando a opinião inicial.



A HQ é estruturada em um formato diferente. Em uma primeira olhada, o que temos são tiras de seis quadros em cada página, com início, meio e fim. Porém, pouco a pouco você começa a perceber que essas tiras são, na verdade, fragmentos de uma história muito maior. E então o personagem vai se revelando cada vez mais, como uma versão de nós mesmos, questionando a tudo e a todos e colocando mil perguntas na cabeça do leitor. Ao final da HQ, é impossível não ter um sentimento de vazio e perguntar a si mesmo: afinal, estou vivendo a vida que gostaria de viver?

Wilson tem um certo tempero autobiográfico, mas é muito mais do que isso. É uma história adulta, que toca de maneira profunda quem se aventura por suas páginas. E aqui, tenho que citar outra de suas singularidades: cada uma das páginas da graphic novel possui um estilo de ilustração, com Clowes explorando o seu traço de maneiras tão distintas que você chega a se perguntar se não há outros artistas trabalhando junto com ele - e não, não há.

Uma curiosidade: a história foi adaptada para o cinema este ano, com Woody Harrelson e Laura Dern nos papéis principais.

Assim como discos, livros e filmes, existem HQs que marcam profundamente o leitor e acabam se tornando referências perenes em suas áreas. Wilson é um destes casos. Um quadrinho incrível, dono de enorme personalidade e excelente como poucos. 

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Review: Gerson Werlang - Sistema Solar (2017)

segunda-feira, setembro 18, 2017

Algumas palavras precisam ser ditas sobre este disco. Segundo álbum solo do músico gaúcho Gerson Werlang, Sistema Solar saiu originalmente em 2015, somente em CD. Agora, acaba de ganhar uma bela edição em vinil a cargo do 180 Selo Fonográfico. O trabalho sucede a estreia solo do artista, Memórias do Tempo (2008).

O rock brasileiro atual, em sua grande maioria, anda discutível. Além de o gênero ter perdido o protagonismo como música da juventude, perdeu também qualidade entre os seus mais conhecidos representantes. Enquanto uma parcela vive com as mesmas bandas de sempre _ Paralamas, Barão e afins -, outros tentam emergir com um trabalho legal mas que não chega até os ouvidos das pessoas. A facilidade de acesso através dos serviços de streaming parece estar produzindo uma geração de ouvintes preguiçosos e que, sem um canal de difusão para sons interessantes (papel que era cumprido pelas boas rádios há alguns anos atrás), navega perdido em um mar de sons. É claro que existem boas bandas fazendo bons discos agora mesmo (e elas sempre existirão), e muitas delas estamos falando aqui mesmo no site, mas esse som não vai além do que uma parcela reduzida de ouvintes, infelizmente.

O lance de Gerson Werlang é o rock progressivo. Vindo de Santa Maria, integrou durante quase trinta anos o Poços & Nuvens, banda que conseguiu um certo destaque internacional no início dos anos 2000. Em Sistema Solar, Gerson entrega um trabalho diferenciado, musicalmente lindo e que vai muito além do que encontramos na cena brasileira. Trata-se de um disco com sonoridade clássica, influenciado simultaneamente por nomes como Yes e por referências nacionais e regionais, como a cena vinda do Rio Grande do Sul. Assim como as passagens instrumentais trazem à mente lembranças dos gentis gigantes do prog inglês, as harmonias acústicas mostram que Werlang bebeu da mesma inspiração que Vitor Ramil, por exemplo.

Diversos interlúdios colam as faixas, apresentando-as como movimentos sonoros de uma peça maior. É como se uma pequena ópera se desenrolasse sobre o ouvinte, com letras que discutem a vida e o universo. A predominância de instrumentos acústicos, sempre presentes, dá um clima agreste ao trabalho, tornando-o ainda mais melancólico e bonito. 

Sistema Solar é um disco realmente excepcional, e que ganha na edição em LP uma mídia que talvez soe mais adequada à sua proposta do que o CD. Mas o fato é que, independentemente do formato, trata-se de um álbum incrível e que precisa chegar aos ouvidos de todo fã de música. Se você se considera um, aproveite que o álbum está nos streamings e delicie-se.

John Fogerty assina com a BMG, anuncia relançamentos e confirma novo disco

segunda-feira, setembro 18, 2017

O lendário John Fogerty assinou um novo contrato com a gravadora BMG e anunciou que lançará um novo álbum em 2018. O disco será o primeiro disco do vocalista e guitarrista do Creedence Clearwater Revival desde Wrote a Song for Everyone (2013).

Além disso, o acordo também confirma o relançamento de todo o catálogo solo de Fogerty. O pontapé inicial será dado dia 17 de novembro com a edição de vinte anos do clássico Blue Moon Swamp, que chegou às lojas originalmente em 1997. A nova versão virá em diversos formatos e com uma nova arte de capa.

Von Hertzen Brothers mostra nova música

segunda-feira, setembro 18, 2017

A banda finlandesa Von Hertzen Brothers mostrou o primeiro single do seu novo disco, War is Over. Sétimo trabalho do grupo, o álbum será lançado dia 03/11 e é o sucessor de New Day Rising (2015).

Um dos nomes mais legais do prog contemporâneo, o Von Hertzen Brothers possui uma carreira longa e com ótimos discos, que merecem uma audição de quem gosta de boa música.

Ouça “The Arsonist” no player abaixo:

Machine Head lançará novo disco em janeiro

segunda-feira, setembro 18, 2017

O Machine Head lançará em janeiro o seu novo disco. O álbum tem o título de Catharsis e é o sucessor de Bloodstone & Diamonds (2014).

Nono trabalho da banda norte-americana, Catharsis tem produção de Robb Flynn e Zack Ohren, e foi gravado no Sharkbite Studios em Oakland, na California. O disco será lançado pela Nuclear Blast, mas ainda não teve a sua data anunciada. Como a banda também já revelou as datas da turnê norte-americana de promoção do trabalho, que iniciará dia 25/01 em Phoenix, é correto supor que o álbum será lançado na segunda quinzena de janeiro. 

A capa de Catharsis também não foi divulgada até o momento, mas a arte do pôster da tour traz uma imagem que pode indicar como será a capa do disco.


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