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21 de mai de 2018

Panini confirma novos encadernados da DC Comics

segunda-feira, maio 21, 2018

A Panini confirmou o lançamento de novos títulos da DC Comics, para alegria dos fãs de Superman, Batman e companhia.

Injustiça - Ano Três chegará às bancas no segundo semestre, em data ainda a confirmar, em um encadernado de capa dura reunindo as 12 edições do terceiro ano da série. O material deve ter 304 páginas, seguindo o mesmo padrão do mercado norte-americano.

Dark Nights: Metal, série escrita por Scott Snyder e que mobilizou a maioria do universo DC, será publicada no Brasil em cinco volumes com capa cartão e miolo couché, em um formato semelhante ao que a Panini adotou para Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior e Guerra Civil II. A data ainda não foi confirmada.

Indo para as reimpressões, a editora confirmou que Superman - Entre a Foice e Martelo, de Mark Millar, será reimpressa devido à grande procura do público. O material saiu em um encadernado de capa dura em agosto de 2017. A data da nova edição ainda não foi informada.

Mas a grande novidade é o relançamento de Crise de Identidade, saga que marcou a DC Comics na década de 2000 e estava há anos fora de catálogo no Brasil. A série foi publicada em três formatos pela Panini: minissérie em 7 edições (entre setembro de 2005 e março de 2006), encadernado de capa cartão (setembro de 2007) e encadernado de capa dura (também em setembro de 2007). A nova edição deve ser lançada apenas em capa dura, seguindo a atual tendência do mercado brasileiro de quadrinhos brasileiro, e chegará apenas no final do segundo semestre.

Capas (prováveis) abaixo:





Em novo álbum, Variantes mostram evolução em disco mais maduro da carreira

segunda-feira, maio 21, 2018

Temos medo da mudança. Assusta abrir mão da nossa zona de conforto. Dá um frio na barriga experimentar novos caminhos. Mas, quando a gente percebe, vê que tudo não passava de exagero e que, na verdade, respirar novos ares sempre faz bem. Como dizia o saudoso Chico Science: “um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar”.

Há uma mudança em Pra Variar, quarto disco d’Os Variantes. Pra começar, a banda natural de Chapecó agora é um quinteto com a adição do tecladista Jakson Kreuz. Sua chegada abriu novas possibilidades, ampliando o universo sonoro do grupo. Texturas foram acrescentadas, preenchendo e dando um clima especial em toda duração de Pra Variar. E isso já fica claro logo na faixa de abertura, com o piano que marca o ritmo e transforma “Mentiras de Estimação” em um rock dos bons e que encheria de orgulho o saudoso Ian Stewart, pianista que era considerado o sexto integrante dos Stones.

Pra Variar apresenta novos pontos de vista e novas abordagens que fazem o som do Variantes evoluir e soar mais maduro. A influência do rock gaúcho e das icônicas bandas inglesas como Beatles, The Who e Rolling Stones agora ganha a companhia de um belo acento sulista e até mesmo do country rock, com a banda assumindo o seu lado southern de maneira definitiva.


Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Mubemol, em Porto Alegre, e produzido por Gilberto Ribeiro Jr. ao lado da própria banda, Pra Variar traz 11 músicas que revelam a experiência de uma banda com mais de dez anos de estrada e que vive o seu ápice criativo. Os riffs de William seguem presentes e certeiros - ouça “Malícia" e comprove. E quando sola, sua guitarra vem cheia de melodias que colocam as músicas sempre em um nível superior. Faccio canta com aquele jeito tão característico do sul, imprimindo sua personalidade em letras que exploram histórias do cotidiano e interpretações cheias da malícia que só tem quem viveu na pele o que está contando. André explora uma variedade maior de possibilidades, inserindo batidas e ritmos que fazem o pé do ouvinte teimar em ficar parado enquanto o corpo pede para sair dançando sem hora pra parar. Lucas é um baixista seguro, que no novo álbum encontrou um timbre gordo para o seu instrumento sempre pulsante, colocando-o em primeiro plano em diversos momentos. E Jakson é o ingrediente que faltava e a banda nem sabia: seus teclados são ao mesmo tempo discretos e onipresentes, acrescentando muito ao som do quinteto.

Musicalmente, Os Variantes passeiam por canções mais rápidas como “Medo ou Coragem” e “Como Num Sonho Bom”, e outros onde soam mais contemplativos, como na linda experiência psicodélica apresentada em “Consciência”. E no caminho somos brindados com pérolas como o forte tempero de Jovem Guarda em “Temos Culpa” e o acento agridoce da influência country em “Sorte Grande” e “Presença Plena”.

Em Pra Variar, Os Variantes não estão mais no mesmo lugar. A banda deu um passo à frente em uma evolução corajosa que mostra o grande talento que quem acompanha a banda já conhecia, e que quem ainda não conhece vai adorar.

Ouça abaixo, com exclusividade, a grudenta "Malícia", segundo single de Pra Variar:


Ficha técnica:
Pra Variar, quarto álbum d’Os Variantes
Lançamento Selo 180 em vinil e CD
Disponível nos apps de streaming sexta-feira, dia 25 de maio
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Mubemol, em Porto Alegre
Produção de Gilberto Ribeiro Jr. e Variantes
Capa e design gráfico: Eduardo Pavani Franceschi
Foto: Holga Fotografia

Faixas:
1 Mentiras de Estimação
2 Presença Plena
3 Malícia
4 Consciência
5 Medo ou Coragem
6 Sorte Grande
7 Venha Comigo Embora
8 Como Num Sonho Bom
9 Algo a Dizer
10 Tempos Difíceis
11 Temos Culpa

Os Variantes:
Gustavo Faccio - Vocal e guitarra
William Luersen do Nascimento - Guitarra e violão
André L. Morandini Nicaretta - Bateria
Jakson Kreuz - Teclados
Lucas da Rocha - Baixo

Acompanhe a banda nas redes sociais:

FACEBOOK - https://www.facebook.com/variantesvariantes/
INSTAGRAM - https://www.instagram.com/osvariantes/

Novo disco do Greta Van Fleet está quase pronto

segunda-feira, maio 21, 2018

Jake Kiszka, guitarrista do Greta Van Fleet, confirmou que a banda norte-americana lançará o seu primeiro álbum até o final do ano. Aos que estranham o termo “primeiro disco”, ele faz sentido, já que From the Fires (2017) é a reunião de dois EPs e não pode ser classificado como um álbum, na opinião da própria banda.

Semântica à parte, Jake deu mais detalhes sobre o trabalho: “Estamos fazendo a mixagem, então não deve demorar muito para sair. Está tudo sendo finalizado e a ideia é lançar no final do verão (o que seria o final do inverno aqui no hemisfério sul). Cada um de nós tem as suas próprias influências, e isso traz uma grande diversidade para a nossa música. Gostaríamos que o álbum completo mostrasse essa variedade sonora e que as pessoas vissem o que realmente podemos fazer”.

Sam Kiszka, baixista do grupo, completou: “Tínhamos todas essas músicas que escrevemos entre três e cinco anos atrás e resolvemos colocá-las no disco, mas rapidamente tudo evoluiu para um novo material, então eu diria que três quartos das novas canções foram compostas no estúdio".

Vamos ver se o quarteto, que é realmente acima da média, consegue gravar em seu primeiro álbum canções que afastem a onipresente influência de Led Zeppelin e mostrem a banda encontrando a sua própria sonoridade.

É provável que tenhamos um novo álbum do Body Count ainda em 2018

segunda-feira, maio 21, 2018

Em entrevista durante o Rock on the Range Festival, que ocorreu neste final de semana em Columbus, Ohio, Ice-T revelou que o Body Count pretende lançar um novo disco ainda em 2018 e que o trabalho inclusive já tem título: Carnivore. O início das gravações está marcado para setembro.

Carnivore será o sétimo disco do Body Count e sucede Bloodlust, lançado em 2017.

18 de mai de 2018

Vídeo de Elis Regina cantando “Como Nossos Pais” é remasterizado para HD

sexta-feira, maio 18, 2018

O vídeo com a versão ao vivo de “Como Nossos Pais” cantada por Elis Regina foi remasterizado e disponibilizado novamente no YouTube. A canção, composta por Belchior, tem na releitura de Elis o seu maior momento, alcançando uma dimensão absolutamente incrível.

O processo de remasterização para HD teve a participação de diversos profissionais da área, que trataram mais de 5 mil frames, apagando imperfeições existentes na gravação original. Além disso, a cor do vídeo também recebeu um novo tratamento.

Assista como ficou abaixo:

Música e quadrinhos: baterista do Mastodon lança música baseada em série da DC Comics

sexta-feira, maio 18, 2018

Brann Dailor, baterista do Mastodon e também um ótimo vocalista, lançou a sua primeira composição solo. Com o título de “Red Death”, a música é inspirada na graphic novel Dark Days: The Road to Metal, publicada pela DC Comics. A história foi escrita por Scott Snyder e ilustrada por Jim Lee, Andy Kubert e John Romita Jr. e conta com a participação de personagens como Batman, Aquaman e Flash. O título é um prólogo de Dark Nights: Metal, o mega evento mais recente da DC Comics.

Dailor apenas canta na faixa, enquanto o trio Tyler Bates (guitarra), Mike Elizondo (baixo) e Gil Sharone (bateria) completa a banda. Brann comentou: “Estou muito feliz por fazer parte desta incrível colaboração musical. Sempre fui fã de qualquer coisa relacionada ao Batman e ao universo DC como um todo, então a chance de estar conectado a essa universo é a realização de um sonho”.

A música está disponível no Spotify para quem quiser ouvir. O interessante é que ela consta como parte de um álbum chamado Dark Nights: Metal Soundtrack, uma indicação de que a DC provavelmente irá lançar uma trilha sonora para a história criada por Scott Snyder? Vamos aguardar e ver.


Enquanto isso, dê play e curta a música, que por sinal é ótima:

Eutanásia Social, a nova paulada hardcore do Escombro

sexta-feira, maio 18, 2018

O Escombro inaugura uma nova fase da sua curta e sólida carreira com o EP Eutanásia Social, um passo adiante do disco de estreia homônimo de 2017. São cinco composições viscerais, com passagens brutais e recheadas de levadas dinâmicas. Nesta toada, este registro do quarteto paulistano lançado pela Artico Music nas principais plataformas de streaming é também, sem exageros, um marco do hardcore nacional devido ao profissionalismo e criatividade única que rondam suas músicas, letras e concepção artística. Ouça aqui.

Eutanásia Social é tanto o nome de uma das faixas como o conceito do EP, com arte gráfica assinada por Pedro Von Haggen. Como explica o vocalista Jota, o termo faz um alerta ao estado alarmante e à beira do colapso em que se encontra a sociedade brasileira. “Tem uma galera que está sendo desligada do mundo, tamanho é o descaso com o que a cerca. Só pensam em si, num grau zero de consciência social. Ao mesmo tem que, por outro lado, o povo é constantemente sabotado por estes governos corruptos”.

Duas participações marcam Eutanásia Social. Em “Libertar”, Fábio Prandini, do Paura, canta algumas partes e aumenta a pressão da carga revolucionária da faixa. Para Jota, entre todas as participações que o Escombro já teve, esta é a mais representativa. “Depois de Ratos do Porão, Paura é a mais importante do hardcore nacional. E rolou muito bem! Admiro muito ele como vocalista e pessoa, um guerreiro do hardcore”.

A letra de “Libertar” expõe o lado político do Escombro, que desta vez resolve se posicionar contra aqueles que alimentam o ódio e segregam a já cambaleante sociedade brasileira. “Escrevi a letra pensando em quem apoia incondicionalmente o Jair Bolsonaro, e tinha rolado aquela parada do Orgulho Branco nos EUA, e pensei em escrever em se libertar em tudo sobre isso, o ódio, sexismo, racismo, homofobia. O hardcore que conheço é um cenário libertário sem espaço para esse tipo de coisa”, enfatiza Jota.

O mexicano Chema Valenzuela Galero é o outro convidado, nome forte da cena hardcore/hip-hop do país latino. Ele canta com Jota em “Hijos de la calle”, uma música com beatdowns, cantada em português e em espanhol. “É uma faixa importante. Galero construiu a letra pensando numa revolução, da galera manifestando e indo pra frente dos políticos, uma visão muito parecida com a do Escombro”. Nesta faixa, ainda há, no início e no fim, a incursão de pequenos fragmentos de clássicos do rap, que são influencias para todos do Escombro.


As demais faixas são “Eutanásia Social”, inspirada numa vivência pessoal de Jota que aborda o desesperador sistema público de saúde na mais agressiva e crua música do EP, com uma pegada quase punk. “Vivi um dia de SUS e fiquei puto”. Tem também a “Entre Lobos”, o single deste material lançado mês passado, e “Descaso”, um manifesto contra a uma das tantas formas de violência que machucam o indivíduo: a política. “O que é violento de verdade? Violento é o que o governo faz com o nosso povo. Gente morando ao lado do esgoto, gente que sai da escola analfabeto, o judiciário que só funciona pra quem tem grana. O Brasil é o país do descaso e essa faixa é um desabafo brutal”, pontua.

Estamos bem contentes com o resulto de Eutanásia Social, contentes com a qualidade da gravação e do potencial das músicas. Acredito que atingimos um outro nível”, finaliza o vocalista.

Uma das formações mais robustas e ácidas do estilo dentro da cena nacional, o Escombro foi formado em 2015 e preza pelas letras em português que abordam temas sociais, além do peso que remete ao hardcore consagrado por Madball e Terror, ao mesmo tempo em que conversa com a proposta da nacional Oitão (o vocalista Henrique Fogaça é amigo da banda). 

Para o primeiro trabalho em parceria da Artico Music, o Escombro gravou o sucessor do elogiado álbum homônimo (julho/2017) no estúdio Dual Noise (o mesmo utilizado pela Paura no Slowly Dying of Survival, de 2017) e o resultado é nada menos do que um colossal hardcore, direto e reto, que convoca o ouvinte ao moshpit. Hoje a banda é formada por Lucas "Jota" Ferreira (vocal), Felipe Felipeles (bateria), Igor "Japonês" Fugiwara (baixo) e Ricardo Quattrucci (guitarra). 


Como foi o primeiro show da nova turnê dos Rolling Stones

sexta-feira, maio 18, 2018

A estreia da No Filter Tour em Dublin não podia ser melhor. Os Rolling Stones botaram os irlandeses para cantar. Com um show de pouco mais de duas horas, a banda desfilou clássicos pelo Croke Park, mas também atendeu de certa maneira aos anseios dos fãs e incluiu "Neighbours", que não era tocada ao vivo desde a Licks Tour, e mantiveram no setlist duas faixas de Blue and Lonesome, "Just Your Fool" e "Ride ‘Em on Down".

O estádio recebeu um público numeroso, que rondou talvez as 70 mil pessoas. E tudo colaborou para o sucesso do concerto. O dia amanheceu ensolarado e muito agradável. Assim, os irlandeses, e também fãs de todo mundo, puderam desfrutar o show ao máximo.


A multidão estava animada e cantou a plenos pulmões hits como "Start Me Up", "Wild Horses" e "Brown Sugar". A estrutura do show, e também o palco, foi mantida. O concerto começou com "Sympathy For the Devil" e teve no bis "Gimmer Shelter" e "Satisfaction". A surpresa da noite, sem dúvida, foi Neighbours, que soou bastante bem para um tema que não era tocado ao vivo há tantos anos.

O próximo concerto ocorre no dia 22 de maio, no London Stadium. Nós vamos estar presentes nas próximas três apresentações da banda, que incluem um segundo show em Londres no dia 25 e outro em Southampton, no dia 29.  Nós iremos trazer todos os detalhes na medida do possível. Se as condições técnicas e climáticas ajudarem, pretendemos atualizar o site e as nossas redes sociais frequentemente.


Setlist:

1) Sympathy For the Devil
2) Tumbling Dice
3) Paint it Black
4) Just Your Fool
5) Ride ‘Em on Down
6) Neighbours
7) Wild Horses
8) You Can´t Always Get What You Want
9) It’s Only Rock and Roll
10) Honky Tonk Women

Apresentações
11) Before They Make Me Run
12) The Worst
13) Miss You
14) Midnight Rambler
15) Start me Up
16) Jumping Jack Flash
17) Brown Sugar

Bis
18) Gimme Shelter
19) Satisfaction



17 de mai de 2018

Coleção de graphic novels da DC é expandida pela Eaglemoss

quinta-feira, maio 17, 2018

Publicada pela Eaglemoss desde 2015, a DC Comics - Coleção de Graphic Novels teria 60 exemplares, mas a editora anunciou uma expansão com mais 40 volumes, totalizando uma centena de títulos para os fãs da editora das lendas e dos quadrinhos.

Dos novos volumes anunciados, apenas dois são inéditos no Brasil: JSA - Justice Be Done e Batman Odyssey.

Confira abaixo a lista de títulos presentes na expansão da coleção:

Volume 61: Batman/Caçadora – Sede de Sangue
Roteiro de Greg Rucka e arte de Rick Burchett

Volume 62: LJA – Desígnios Divinos
Roteiro de Doug Moench e arte de David Ross

Volume 63: Superman – O Que Aconteceu ao Homem de Aço?
Roteiros de Alan Moore e artes de Curt Swan, Dave Gibbons e Rick Veitch

Volume 64: LJA/SJA – Vícios e Virtudes
Roteiro de Geoff Johns e David S. Goyer, e arte de Carlos Pacheco

Volume 65: Batman – A Luva Negra
Roteiro de Grant Morrison e arte de  J. H. Williams III

Volume 66: Monstro do Pântano – Parte 1
Roteiro de Alan Moore e arte de John Totleben

Volume 67: Monstro do Pântano – Parte 2
Roteiro de Alan Moore e arte de Steve Bissette

Volume 68: Os Melhores do Mundo – Pesadelos Infernais
Roteiro de Walt Simonson e arte de Dan Brereton

Volume 69: Lanterna Verde – A Vingança dos Lanternas Verdes
Roteiro de Geoff Johns e arte de Ivan Reis

Volume 70: Superman/Shazam – O Primeiro Trovão
Roteiro de Judd Winick e arte de Joshua Middleton

Volume 71: Liga da Justiça – Ascensão e Queda
Roteiro de J.T. Krul e artes de Kevin Sharpe, Michael Mayhew, Fabio Jansen, Diogenes Neves, Sergio Arino Peralta, Federico Dallocchio, Fabrizio Fiorentino e Geraldo Borges

Volume 72: Liga da Justiça Internacional – Parte 1
Roteiro de Keith Giffen e J.M. DeMatteis, e arte de Kevin Maguire

Volume 73: Liga da Justiça Internacional – Parte 2
Roteiro de Keith Giffen e J.M. DeMatteis, e arte de Kevin Maguire

Volume 74: Lanterna Verde – Hal Jordan: Procurado
Roteiro de Geoff Johns e arte de Ivan Reis

Volume 75: Superman e a Legião dos Super-Heróis
Roteiro de Geoff Johns e arte de Gary Frank

Volume 76: Os Novos Titãs – O Futuro Começa Agora
Roteiro de Geoff Johns e artes de Ivan Reis e Mike McKone

Volume 77: Batman – Dinastia Cavaleiro das Trevas
Roteiro de Mike W. Barr e arte de Scott Hampton

Volume 78: Flash – Rápido como um Relâmpago
Roteiros de Paul Demeo e Danny Bilson, e artes de Ken Lashley, Ron Adrian, Sal Velluto, Tom Derenick, Thomas Denrenick e Andy Smith

Volume 79: Superman – Krisis of the Krimson Kryptonite
Roteiros de Roger Stern, Dan Jurgens e Jerry Ordway, e artes de Jurgens, Ordway, Bob McLeod, Kerry Gammill e Curt Swan

Volume 80: Hawkman – Endless Flight
Roteiros de James Robinson e Geoff Johns, e arte de Rags Morales

Volume 81: Superman/Batman – Generations 1
Roteiro e arte de Johns Byrne

Volume 82: Novos Deuses – Parte 1
Roteiro e arte de Jack Kirby

Volume 83: Novos Deuses – Parte 2
Roteiro e arte de Jack Kirby

Volume 84: New Teen Titans – Birth of Titans
Roteiro de Marv Wolfman e arte de George Pérez

Volume 85: Superman – Panic in the Sky
Roteiros de Dan Jurgens, Roger Stern, Louise Simonson e Jerry Ordway, e artes de Jurgens, Bob McLeod, Jon Bogdanove e Ordway

Volume 86: Legion of Super-Heroes – The Great Darkness Saga
Roteiro de Paul Levitz e arte de Keith Giffen

Volume 87: JSA – Justice Be Done
Roteiros de James Robinson e David S. Goyer, e arte de Stephen Sadowski

Volume 88: Reino do Amanhã – Part 1
Roteiro de Mark Waid e arte de Alex Ross

Volume 89: Reino do Amanhã – Part 2
Roteiro de Mark Waid e arte de Alex Ross

Volume 90: Batman Odyssey – Part 1
Roteiro e arte de Neal Adams

Volume 91: Batman Odyssey – Part 2
Roteiro e arte de Neal Adams

Volume 92: Lendas
Roteiro de John Ostrander e Len Wein, e arte de John Byrne

Volume 93: Homem-Animal
Roteiro de Grant Morrison e arte de Charles Truog

Volume 94: The Flash – Terminal Velocity
Roteiro de Mark Waid e artes de Salvador Larroca, Oscar Jimenez e Mike Wieringo

Volume 95: Teen Titans – The Return of Donna Troy
Roteiro de Phil Jimenez e arte de José Luis García-López

Volume 96: Batman and the Outsiders
Roteiro de Mike W. Barr e arte de Jim Aparo

Volume 97: A Era de Ouro
Roteiro de James Robinson e arte de Paul Smith

Volume 98: Time Masters – Vanishing Point
Roteiro e arte de Dan Jurgens

Volume 99: Teen Titans – A Kid’s Game
Roteiro de Geoff Johns e arte de Mike McKone

Volume 100: JLA – Scary Monsters
Roteiro de Chris Claremont e arte de Josh Hood

Cinquentenário do Cream é celebrado “em família”

quinta-feira, maio 17, 2018

Após uma bem recebida turnê pela Austrália e Nova Zelândia em 2017, um trio cheio de pedigree já está de malas prontas para celebrar o cinquentenário do Cream, uma das mais influentes bandas da história do rock.

A tour The Music of Cream - 50th Anniversary World Tour conta com Kofi Baker (bateria, filho de Ginger Baker), Malcolm Bruce (vocal e baixo, filho de Jack Bruce) e Will Johns (vocal e guitarra, sobrinho de Eric Clapton), em uma celebração ao legado do super trio que colocou doses cavalares de peso no rock durante a segunda metade dos anos 1960. A turnê iniciará dia 28 de setembro em Ottawa, no Canadá, e conta com mais de trinta shows já confirmados pela América do Norte.

Além das músicas do Cream, o show conta com um telão que exibe imagens inéditas de Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker, em um espetáculo multimídia que deve agradar aos admiradores do Cream.

Abaixo está um vídeo que mostra um pouco mais como serão os shows:


Novidades para os fãs de David Bowie

quinta-feira, maio 17, 2018

Duas novidades para quem é fã e coleciona material de David Bowie. A primeira é o lançamento em CD do ao vivo Welcome to the Blackout, material gravado entre junho e julho de 1978 em Londres, na tour Isolar II. O disco foi mixado por Bowie e pelo produtor David Richards ainda naquele ano, porém permaneceu inédito até ganhar uma edição limitada em vinil triplo disponibilizada no Record Store Day deste ano. Agora, Welcome to the Blackout será lançado em CD duplo no dia 29 de junho.

Na mesma data, uma nova edição da trilha de Christiane F. também será lançada. O material, composto por David Bowie para a soundtrack da icônica biografia da adolescente alemã, será relançado em LP vermelho e virá acompanhado de um vinil de 10 polegadas chamado Baal EP.  

Ambos os tracklists estão abaixo:

Welcome To the Blackout (Live London ’78)
CD 1
1. Warszawa (Live)
2. “Heroes” (Live)
3. What In The World (Live)
4. Be My Wife (Live)
5. The Jean Genie (Live)
6. Blackout (Live)
7. Sense Of Doubt (Live)
8. Speed Of Life (Live)
9. Sound And Vision (Live)
10. Breaking Glass (Live)
11. Fame (Live)
12. Beauty And The Beast (Live)

CD 2
1. Five Years (Live)
2. Soul Love (Live)
3. Star (Live)
4. Hang On To Yourself (Live)
5. Ziggy Stardust (Live)
6. Suffragette City (Live)
7. Art Decade (Live)
8. Alabama Song (Live)
9. Station To Station (Live)
10. TVC 15 (Live)
11. Stay (Live)
12. Rebel Rebel (Live)


CHRISTIANE F. – WIR KINDER VOM BAHNOFF ZOO
Red vinyl LP

Side 1:
V-2 Schneider
TVC 1
“Heroes/Helden”
Boys Keep Swinging
Sense Of Doubt

Side 2:
Station To Station
Look Back In Anger
Stay
Warszawa

DAVID BOWIE IN BERTOLT BRECHT’S BAAL
10” vinyl EP

Side 1:
Baal’s Hymn (Der Choral Vom Großen Baal)
Remembering Marie A. (Erinnerung An Die Marie A.)

Side 2
Ballad Of The Adventurers (Die Ballad Von Den Abenteurern)
The Drowned Girl (Vom Ertrunkenen Mädchen)
The Dirty Song

Fallen Idol lança terceiro disco e já disponibiliza trabalho para venda

quinta-feira, maio 17, 2018

Com seis anos de estrada, a banda paulista Fallen Idol chega ao seu terceiro disco de estúdio completo. Ao todo (se contarmos os três singles) este é o sexto trabalho do power trio de Arujá, que carrega o título de Mourn the Earth. O álbum traz a banda em seu melhor momento e conta com sete faixas distribuídas em cerca de 44 minutos.

Tracklist:
1 Witches of Lucifer
2 Time to Mourth the Earth
3 Wait
4 Shattered Mirror
5 Chrisalism
6 Lucidity
7 Secret Place

Transitando pelos caminhos do doom metal oitentista, o Fallen Idol carrega influências que também passam pelo heavy metal tradicional dos anos 1970 e 1980, o que faz com que sua sonoridade resulte em algo pesado e sombrio. As caraterísticas da banda, que foi formada em 2012, se devem ao fato de sua formação se manter a mesma desde o início, contando com Rodrigo Sitta (vocal/guitarra), Márcio Silva (baixo) e Ulisses Campos (bateria).

Gravado no estúdio No Limits entre outubro e dezembro de 2017, Mourn the Earth foi produzido por Ivi Kardec, Felipe Stresser e Rod Sitta. Mixado e masterizado por Ivi Kardec e Felipe Stress, o disco contou com a arte gráfica feita por Cesar Benatti, além do design do próprio Cesar e Rodrigo Bernardo. O trabalho sucede o aclamado segundo álbum da banda, Seasons of Grief, lançado em 2016.

Clique abaixo e ouça os singles que serviram como prévia do disco:


Mourn the Earth é lançado em parceria com os selos Nomade Records, Tales from the Pit, The Metalvox, Left Hand Prod., Mutilation Records e Nuktemeron Records.

Discografia:
Fallen Idol (2015)  
The Boy and the Sea (single – 2016)  
Seasons of Grief  (2016)  
Witches of Lucifer (single - 2018)  
Shattered Mirror (single – 2018)  
Mourn the Earth (single – 2018)

Mais informações e encomendas:



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