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17/04/2014

poeira Zine discute: com o afastamento de Malcolm Young, o AC/DC deveria encerrar as atividades?

O assunto da semana no mundo do rock é, indubitavelmente, a revelação da doença e o afastamento do guitarrista Malcolm Young do AC/DC. Líder e principal compositor do grupo, Malcolm está passando por sérios problemas de saúde e não tem mais condições de tocar.

Os amigos Bento Araújo e Ricardo Alpendre, da poeira Zine, discutiram em um vídeo do quadro Papo Poeira se o AC/DC deve ou não continuar sem a presença de Malcolm. Minha opinião: não, a banda não deve seguir sem o seu guitarrista base. Acredito, inclusive, que os próprios músicos pensam dessa maneira e lançaram o comunicado oficial sobre o assunto apenas para acalmar os rumores que cresciam sem parar. Imaginem Angus, que criou a banda com o seu irmão Malcolm e há 40 anos toca com ele, viajando ao redor do mundo sem a sua companhia?

Abaixo, Bento e Cadinho discutem o assunto e mostram os seus pontos de vista. E nós queremos saber também o que você pensa: sem Malcolm Young, o AC/DC deve parar ou deve seguir em frente?



Por Ricardo Seelig


“High Road”, nova do Mastodon (agora com qualidade sonora decente)

O Mastodon publicou em seu perfil no Soundcloud a inédita “High Road”, faixa que estará em seu próximo disco, Once More Round the Sun. Já havíamos postado a canção ontem, mas fomos obrigados a retirar o player do ar por uma solicitação da gravadora.

Agora, é possível ouvir “High Road” com qualidade de som muito superior ao link anteriormente postado.

Once More Round the Sun, sexto álbum do Mastodon, foi produzido por Nick Raskulinecz (Rush, Foo Fighters, Alice in Chais) e será lançado em junho - a data ainda não foi revelada. Uma dica: prestem atenção na imagem que está atrás do player do Soundcloud: seria um pedaço da capa do álbum?

Enquanto divagamos e esperamos, bora aumentar o volume porque o som é muito bom!


Por Ricardo Seelig


16/04/2014

Ouça “High Road”, nova música do Mastodon

A rádio norte-americana 98.9 The Rock tocou hoje em sua programação uma nova canção do Mastodon. “High Road” estará no novo disco da banda, Once More Round the Sun, que será lançado em junho.

“High Road” pode ser ouvida no player abaixo (não conseguimos desligar o autoplay, sorry ...). E lembrem-se: a faixa está com a qualidade sonora comprometida, então não julguem mixagem e produção. Mesmo assim, é arrepiante!

P.S.: recebemos uma solicitação da Warner Music para retirar o player do ar. Foi o que fizemos.

P.S. II: há um link nos comentários direcionado para outro endereço, onde é possível ouvir a música completa. Agradecemos a compreensão.

Por Ricardo Seelig


Ouça “Electric Man”, primeiro single do novo disco do Rival Sons

O quarteto californiano Rival Sons, uma das melhores bandas da atualidade, divulgou o primeiro single do seu novo álbum, Great Western Valkyrie. “Electric Man”, um hard cheio de swing e com a cara da banda, pode ser ouvido no player abaixo.

Great Western Valkyrie, quarto disco do grupo, será lançado dia 9 de junho pela Earache Records.



Por Ricardo Seelig


AC/DC publica comunicado oficial confirmando afastamento de Malcolm Young

Confirmando as informações surgidas desde ontem, 15/04, o AC/DC publicou uma nota em seu site oficial informando que o fundador e guitarrista, Malcolm Young, não continuará com a banda devido aos seus problemas de saúdo. O texto também afirma que o grupo seguirá na ativa. Leia abaixo:

Após quarenta anos dedicados à banda, o guitarrista e membro fundados Malcolm Young está se afastando devido a problemas de saúde. Malcolm gostaria de agradecer à legião de fanáticos fãs ao redor do mundo pelo amor e apoio. O AC/DC pede que a privacidade da família seja respeitada. A banda seguirá fazendo música”.

Notem que não há nada confirmando um novo álbum com canções inéditas, uma possível turnê comemorativa aos 40 anos da banda e a quem substituiria Malcolm nos shows.

Nós, da Collectors Room, que temos o AC/DC como parte de nossas vidas, desejamos que Malcolm Young tenha o melhor para enfrentar a sua doença e viver com qualidade.

Por Ricardo Seelig


Brian Johnson confirma doença séria de integrante do AC/DC e deixa dúvida sobre o futuro da banda

O vocalista do AC/DC, Brian Johnson, deu uma declaração ao jornal inglês Telegraph e falou sobre as notícias sobre o estado de saúde do guitarrista Malcolm Young e as especulações sobre o futuro da banda.

Segundo Brian, “estaremos com certeza juntos em maio em Vancouver. Vamos tocar algumas coisas, ver se temos algumas ideias. Se elas forem boas, gravaremos um novo álbum. Eu não quero falar nada sobre o futuro da banda. Um dos caras está com uma doença debilitante bastante séria, mas não quero falar muito sobre isso. Ele é muito orgulhoso e reservado, um cara maravilhoso. Somos amigos há 35 anos e eu o respeito muito”.

Sobre o futuro do AC/DC, Brian foi bastante evasivo: “Uma turnê comemorativa aos 40 anos da banda seria uma maneira maravilhosa de dizer adeus. Nós gostaríamos muito de fazer isso, mas está tudo apenas no ar por enquanto”.

Como dá para perceber pelas palavras do vocalista, a coisa é séria e há um integrante da banda com sérios problemas de saúde. Ao que tudo indica, trata-se de Malcolm Young, que teria sofrido um derrame cerebral que deixou com sequela um coágulo no cérebro, causando problemas motores que o impossibilitam de tocar. Além disso, Malcolm não estaria reconhecendo amigos e familiares, em uma situação similar ao Alzheimer.

Por Ricardo Seelig


Espaço do Leitor: o preço abusivo dos CDs e o eterno dilema dos downloads


Olá Ricardo e a todos do Collectors Room. 

Sou leitor assíduo do site e um apaixonado por hard rock e heavy metal. Estou sempre atento às novidades e agradeço a vocês por terem me apresentado bandas que hoje viraram minhas favoritas. 

Não sou um colecionador como vocês, pois o preço dos CDs , DVDs e LPs são altíssimos. E é essa pergunta que eu faço a todos. Com o preço da importação, e raros novos álbuns lançados no Brasil, se torna muito difícil não partir para os downloads. O que vocês acham dos downloads ilegais? 

É válido ser fã de uma banda e não gastar nada com ela, mesmo sendo por que não há condições? 

Abraços a todos!

Murilo Tinoco
Rio de Janeiro (RJ)

Salve Murilo, tudo na paz?

Obrigado por participar do Espaço do Leitor, e por acompanhar e curtir as novidades que buscamos trazer para os nossos leitores. Assim como você, também conheci muitas bandas legais por intermédio da Collectors Room, e essa troca de experiências musicais é muito gratificante para todos nós.

Até alguns anos atrás, eu tinha a mesma opinião que a sua sobre o preço dos itens que tanto gostamos de colecionar, como CDs e DVDs. Em alguns casos, lojistas realmente cobram preços exorbitantes sobre discos que não possuem nenhum atrativo a mais para nós, colecionadores. Considero um absurdo pagar mais de R$ 30,00 por um cd simples e em jewel case (aquelas caixinhas de acrílico que tanto preservamos e procuramos trocar quando quebram). Para mim, esse valor se justifica apenas em lançamentos duplos ou que apresentem algum tipo de diferencial, seja ele uma edição em digipack, um encarte bem caprichado ou uma edição importada. É um critério absolutamente pessoal, mas que serve de parâmetro para adquirir itens que realmente tenham relevância na minha coleção.

Por outro lado, pesquisando bem e com uma busca mais apurada pela internet em sites nacionais ou estrangeiros é possível encontrar várias lojas virtuais com itens a preços bem interessantes. Ultimamente tenho adquirido vários itens on line, que garantem além de praticidade, uma economia absurda em relação ao preço que via de regra é praticado por aí. Até mesmo em algumas lojas físicas e grandes redes varejistas é possível comprar itens a preços que caibam dentro do nosso limitado orçamento. Nada que uma pesquisa (e um pouco de tempo) não resolva.

Sobre sua dúvida a respeito dos downloads, taí um assunto que dá uma discussão bem bacana. Em primeiro lugar, discordo de você, Murilo, quando afirma que são raros os lançamentos por aqui no Brasil. Nos dias atuais, cada vez mais discos são disponibilizados pelas gravadoras em edição nacional, principalmente de artistas considerados do mainstream de seus segmentos musicais. Tudo bem que nem sempre eles saem por aqui com o capricho de uma edição importada, mas na maioria das vezes os encontramos em versão brazuca.

Seria hipocrisia de nossa parte dizer que não fazemos downloads dos discos que “vazam na rede” antes de seu lançamento oficial. Em tempos como esses que, ao contrário da época das fitas cassete e dos discos de vinil, é cada vez mais rápido e ágil conseguir ouvir aquele lançamento que tanto aguardamos, considero muito útil a audição de um disco antes de seu lançamento, até para termos certeza se vale a pena ou não comprar o mesmo em formato físico. Se valer a pena, adquiro o disco. Se não, excluo o arquivo. Acho muito estranho quando alguém diz que têm uma coleção de música, e ao ser perguntado sobre o tamanho dela, respondem em gigas ou terabytes. Por outro lado há vários sites de streaming de música a preços justíssimos, tendo como principais expoentes desse gênero o Deezer e o Rdio, que disponibilizam quase que simultaneamente ao lançamento físico a versão digital de uma infinidade de artistas dos mais variados gêneros musicais, além daqueles discos clássicos que adoramos ouvir de vez em quando. Recomendo demais, vale a pena!

E quanto ao seu último questionamento, deixo aqui uma reflexão que acredito servir como resposta. As bandas, principalmente aquelas não estabelecidas pelas vendas de seus discos quando esse formato ainda era a principal fonte de renda das mesmas, sobrevivem exclusivamente de seus shows e dos royalities gerados sobre a receita da venda de discos (tudo bem, esse último nem tanto assim atualmente). Como admiradores de seu trabalho, cabe a nós decidir se queremos que os conjuntos tenham sobrevida ou não. E essa decisão está exclusivamente implícita no comparecimento a suas apresentações e na compra de seus discos, camisetas, material promocional, etc. Uma coisa está diretamente ligada a outra, uma vez que, sem receita, os artistas não se mantém. Pense nisso!

Abraço! (Tiago Neves)

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