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22 de fev de 2018

Autobiografia de Bruce Dickinson é publicada no Brasil

quinta-feira, fevereiro 22, 2018

A editora Intrínseca anunciou a publicação de autobiografia de Bruce Dickinson no Brasil. Com o título de Para Que Serve Este Botão - Uma Autobiografia, o livro será lançado dia 19 de março.

A obra tem quase 320 páginas e conta toda a trajetória de Bruce, uma das maiores vozes da história do rock.


Abaixo está o release do material:

O Iron Maiden é uma das maiores bandas de todos os tempos e continua lotando shows em todo mundo mesmo depois de 40 anos na estrada. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista do grupo há 30 anos.

Não apenas um frontman lendário, Bruce é um homem focado em aprender novas habilidades. Ao longo de sua vida, ele acumulou diversos talentos. É piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista – ou seja, o Iron Maiden é apenas parte de sua rotina.

Conhecido por ser reservado sobre sua vida pessoal, Bruce compartilha em sua autobiografia detalhes de suas memórias extraordinárias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. Leitura indispensável para fãs de música e amantes de biografias ou de trajetórias inspiradoras.


21 de fev de 2018

O review nada positivo da Metal Hammer para a estreia do Guns N’ Roses

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Em 1987, o jornalista inglês Dave Ling analisou o então recém-lançado primeiro álbum do Guns N’ Roses, o hoje clássico Appetite for Destruction, para a revista Metal Hammer. A crítica de Ling não foi muito simpática com o trabalho, como você pode ler abaixo.

Lembrando que Appetite for Destruction não foi um sucesso de público instantâneo. O LP chegou às lojas em 21 de julho de 1987 e estreou na posição 182 do Billboard 200. O disco só foi se transformar em um fenômeno de vendas mais de um ano depois, mais precisamente a partir de agosto de 1988, puxado pelo trio de singles “Welcome to the Jungle”, “Paradise City” e “Sweet Child O’ Mine”. 

A estimativa é que o primeiro álbum do Guns já tenha vendido mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo desde o seu lançamento. Além disso, Appetite for Destruction é o 11º disco mais vendido no mercado norte-americano em todos os tempos.


Abaixo está o review escrito por Dave Ling:

O temido quinteto de Los Angeles lança enfim o seu álbum de estreia. Com uma pitada de Hanoi Rocks, um pouco de Johnny Thunders e uma porção de Aerosmith, o que o Guns N’ Roses está trazendo tem muito pouco a ver com os anos 1980. Tudo começa com a magnífica "Welcome to the Jungle", sintetizando toda a zona e sordidez do catálogo inteiro do Aerosmith em quatros pulsantes minutos. As guitarras gritam por atenção e W. Axl Rose cospe as letras com mais do que apenas uma semelhança com Steven Tyler. "Jungle" é um bom começo, mas exceto por "Paradise City" (com certeza a filha bastarda de "Train Kept a Rollin"), não há muito com o que aumentar os níveis de excitação. A partir da segunda faixa, "It’s So Easy”, as coisas ficam extremamente previsíveis.

As letras do GN’R se satisfazem perpetuando a temática essencial do fora-da-lei do rock and roll ("Out ta Get Me"), bebedeiras ("Nightrain") e muitas mulheres. Há um verso realmente clássico em "Mr. Brownstone" que diz "I get up around seven / I get out of bed around nine", que resume muito bem a postura da banda em relação à vida.

Duas ótimas faixas e algumas ideias decentes não constituem um grande disco. Se o Guns N’ Roses fala sério sobre trazer o blues para os anos 1980, então eles precisam esquecer os anos 1970. O que eles estão fazendo aqui não é diferente de Rocks ou Draw the Line e, honestamente, nem tão bom quanto.

Toto anuncia box reunindo seus discos clássicos

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Comemorando 40 anos de carreira, o Toto lançará dia 10 de abril a caixa All In. O box reúne os discos lançados pela banda durante o seu contrato com a CBS/Sony.

O material vem com 13 CDs ou 17 LPs e engloba todos os álbuns lançados pela banda norte-americana entre 1978 e 1999, iniciando pela estreia auto-intitulado e indo até Mindfields. O principal destaque é o ótimo Toto IV, de 1982, onde estão os clássicos “Rosanna” e “Africa”.

Todos os discos tiveram o áudio remasterizado e o material inclui uma mixagem 5.1 do Toto IV, um Blu-ray e um livro de 80 páginas.

Autobiografia de Phil Collins é publicada no Brasil

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Publicada na Europa e nos Estados Unidos em outubro de 2016, a autobiografia de Phil Collins finalmente chega ao Brasil, coincidindo com a turnê do vocalista pelo país. Com o título de Ainda Estou Vivo, o livro está sendo lançado por aqui pela editora BestSeller, selo do Grupo Editorial Record. 

A obra tem 410 páginas e conta toda a trajetória artística de Collins, desde os tempos do Genesis até a sua muito bem sucedida carreira solo. Além disso, Phil abre o coração e revela algumas questões pelas quais tem passado nos últimos anos como problemas na coluna que o impedem de tocar bateria, a perda parcial da audição e o alcoolismo que se agravou após 2011, quando anunciou a sua aposentadoria, interrompida agora com a nova turnê.






20 de fev de 2018

James Hetfield fará a sua estreia no cinema em um filme que conta a história do serial killer Ted Bundy

terça-feira, fevereiro 20, 2018

Dirigido por Joe Berlinger (A Bruxa de Blair 2 e também o mesmo cara do documentário Some Kind of Monster), a película tem o título de Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile e tem em seu casting nomes como Zac Efron (no papel de Ted Bundy), Haley Joel Osment (o menino de O Sexto Sentido, hoje já adulto), John Malkovich, Jim Parsons e outros.

Hetfield interpreta o papel de um patrulheiro rodoviário veterano de Utah que prende Bundy em uma passagem ocorrida em 1975.


Ted Bundy foi um dos mais conhecidos assassinos seriais norte-americanos. Ele foi o autor confesso da morte de mais de trinta mulheres entre os anos de 1974 e 1978. Boa pinta, seduzia as vítimas e depois realizava seus desejos doentios. Um fato marcante de sua trajetória aconteceu quando, após fugir da prisão em 1978, invadiu o dormitório do alojamento feminino de uma universidade na Flórida e em surto assassinou diversas jovens garotas. Ted Bundy foi condenado à morte e executado na cadeira elétrica em 24 de janeiro de 1989, aos 42 anos.

Ainda não há previsão da data em que o filme estreará nos cinemas.

Pipoca & Nanquim traz premiada HQ Conto de Areia para o Brasil

terça-feira, fevereiro 20, 2018

A editora Pipoca & Nanquim anunciou o lançamento de mais um título em seu excelente catálogo. A nova HQ do PN é Conto de Areia, escrita por Jim Henson (criador dos Muppets, Família Dinossauro e dos personagens mais icônicos de Vila Sésamo) e Jerry Juhl (Vila Sésamo e Muppets) e ilustrada por Ramón K. Pérez (Gavião Arqueiro, Homem-Aranha, Star Wars).

Conto de Areia nasceu de um roteiro para um longa metragem escrito entre 1967 e 1974, mas que nunca saiu do papel. A obra foi adaptada para uma graphic novel em 2012 e recebeu aclamação imediata, ganhando três prêmios Eisner (Melhor Álbum Gráfico, Melhor Desenhista e Melhor Design de Publicação), além de dois Harvey (Melhor Álbum e Melhor História) e também o Joe Shuster Award.

Inédita no Brasil, Conto de Areia vem em capa dura com relevo e com um design que imita um caderno de notas no formato 20 x 27,5 cm. São 160 páginas coloridas em papel off-set em uma edição com bordas arredondadas e um marca-página de elástico. O material vem também com material extra.

A HQ pode ser comprada com desconto neste link, e utilizando o cupom CONTO10 é possível ter mais R$ 10 de desconto durante a pré-venda.

Aos interessados, abaixo está o preview do material:
















Novo álbum do Tool começará a ser gravado em março

terça-feira, fevereiro 20, 2018

De acordo com o guitarrista Adam Jones, o novo álbum Tool começará a ser gravado em março. O quinto trabalho da banda norte-americana dará fim a um hiato que já dura 12 anos, desde o lançamento de 10,000 Days em 2006.

Ainda não há informações se o disco será ou não lançado durante 2018, mas já é uma boa notícia pra quem está há mais de dez anos sem material inédito, não é mesmo?

Foreigner lança álbum ao vivo acompanhado por orquestra

terça-feira, fevereiro 20, 2018

O Foreigner lançará dia 27 de abril o álbum duplo Foreigner with the 21st Century Symphony Orchestra & Chorus. O disco traz os maiores hits da banda gravados ao vivo ao lado de uma orquestra de 58 instrumentistas e um coro de 60 vozes em show realizado na Suíça em maio de 2017.

O material será lançado em CD, DVD e LP. Abaixo o tracklist:

CD track-listing:

1. Overture
2. Blue Morning, Blue Day
3. Cold As Ice
4. Waiting For A Girl Like You
5. Say You Will
6. When It Comes To Love
7. That Was Yesterday
8. Feels Like The First Time
9. Starrider
10. Double Vision
11. Fool For You Anyway
12. Urgent
13. Juke Box Hero
14. I Want To Know What Love Is

DVD track-list

1. Overture
2. Blue Morning, Blue Day
3. Cold As Ice
4. Waiting For A Girl Like You
5. Head Games
6. When It Comes To Love
7. Say You Will
8. The Flame Still Burns
9. That Was Yesterday
10. Juke Box Hero
11. Starrider
12. Double Vision
13. Fool For You Anyway
14. Hot Blooded
15. Urgent
16. Feels Like The First Time
17. I Want To Know What Love Is

Double vinyl track-list:

Side One:
1. Overture
2. Blue Morning, Blue Day
3. Cold As Ice 
4. Waiting For A Girl Like You

Side Two:
1. Double Vision
2. When It Comes To Love
3. Say You Will
4. That Was Yesterday

Side Three:
1. Urgent
2. Juke Box Hero

Side Four:
1. Starrider
2. Feels Like The First Time

3. I Want To Know What Love Is



15 de fev de 2018

Review: Tribulation - Down Below (2018)

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

O occult rock tomou o cenário do metal de assalto em 2010 com o lançamento do primeiro disco do Ghost, Opus Eponymous. Na esteira do sucesso dos mascarados suecos vieram diversas outras bandas, algumas com trabalhos realmente bons e muitas apenas surfando a onda do momento.

O Tribulation se enquadra no primeiro caso. Também natural da Suécia, a banda nasceu em 2004 mas estreou apenas em 2009, com o lançamento do álbum The Horror. Porém, foi apenas a partir de seu segundo disco, The Formulas of Death (2013), que mais e mais pessoas começaram a prestar atenção no grupo, foco esse alavancado com a aclamação recebida pelo terceiro trabalho, o ótimo The Children of the Night (2015).

Isso deve ficar ainda maior com Down Below, quarto álbum do quarteto, lançado no final de janeiro pela Century Media. Com nove canções distribuídas em pouco menos de 47 minutos, o disco mostra que a evolução da banda segue firme. Mantendo as doses generosas de melodia que conquistaram apreciadores de outras vertentes do peso, o Tribulation entrega uma sonoridade ainda mais refinada harmonicamente, mas que consegue manter o clima sujo e sombrio dos discos anteriores, além dos charmosos timbres vintage.

Musicalmente as faixas seguem a escola padrão do occult rock e não são tão agressivas e pesadas, investindo mais nas já mencionadas melodias e na criação de atmosferas soturnas, seja através de passagens instrumentais fantasmagóricas ou trechos que bebem direto em trilhas clássicas de filmes de terror, como é possível perceber no piano de “Subterranea”, por exemplo. O uso de introduções climáticas é constante, porém jamais maçante. A banda conhece o poder deste recurso e sabe usá-lo bem. O som tem espaço para respiros, com todos os instrumentos soando bem, além de apresentar influências de ótimos nomes como Bauhaus e Sisters of Mercy.

O verdadeiro terror do Tribulation está nas letras, que exploram histórias de medo repleta de seres e situações medonhas, cantadas pelo gutural do vocalista Johannes Andersson. Suas interpretações, ainda que não sejam tão carregadas e teatrais quanto as de Papa Emeritus, compensam com uma doce agressividade, se é que esse termo existe.

E no meio de tudo a banda ainda encaixa uma linda faixa instrumental chamada “Purgatorio”, que um desavisado poderia confundir como algo composto por Danny Elfman.

Se você conheceu o Tribulation através de The Children of the Night, tenho certeza de que irá adorar o que a banda fez em Down Below.

Embarque e venha junto nessa jornada pelo mundo sombrio!

Discoteca Básica Bizz #085: Jerry Lee Lewis - The Essential One & Only Jerry Lee Lewis (1989)

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Um minuto e 51 segundos. Foi o tempo que Jerry Lee Lewis demorou para contar certo por teclas tortas toda a história do rock and roll em "Great Balls of Fire", o menor manifesto definitivo da música pop. Martelando seu piano, ele tornou-se o "Killer" ("assassino") que matava seis milhões de fãs com bolachas de menos de dois minutos. Porém, não há um álbum que contenha todas as obras-primas desse filho de Ferriday, na Louisiana, e aqui as coletâneas são violências necessárias para se conhecer toda a extensão de suas loucuras.

The Essential One & Only Jerry Lee Lewis é uma das várias compilações com o melhor do estuprador de pianos, abrangendo material de 1956 a 1962. Óbvio: como ele sempre foi incomparável, qualquer uma delas teria suas ausências, aqui plenamente compensadas pelas vinte pérolas de Jerry Lee. Melodias que duravam menos que um beijo e traziam o dinheiro que caía pelas suas calças justas, nos primeiros acordes da indústria do rock. Que ganhou muito com ele, mas só retribuiu com alguns discos de ouro.

Mas o verdadeiro toque dourado estava na revolução de "Great Balls of Fire". Otis Blackwell e Jack Hammer escreveram a canção para a fúria profana de Jerry Lee. As lambadas demoníacas que extraía do piano levaram o seu primo - o pastor televisivo Jimmy Swaggat - a perguntar "Como estaria a alma de Lewis?". Ele respondia à sua maneira: acelerando o Cadillac branco pelas ruas de Memphis e assobiando "Breathless".


Seu primeiro compacto, "Crazy Arms", foi gravado em 1956 no mágico estúdio de Sam Phillips, naquela cidade. Na 
mesma gravadora Sun, onde pouco antes garotos como Elvis Presley, Johnny Cash, Roy Orbison e Carl Perkins revelavam o rock and roll. Os "braços loucos" de Lewis eram um r&b com sotaque country. A canção não chegou a parada alguma, nem mesmo às especializadas em country, por ser considerada muito vulgar pelo gosto médio americano.

Mas com "Whole Lotta Shakin' Goin' On", seu segundo single, a história foi diferente: com um minuto a mais do que as "grandes bolas de fogo", a canção vendeu seis milhões de cópias nos EUA, em 1957. Primeiro lugar na parada de country & western, terceiro na de pop, o disco ficou trinta semanas nas listas dos mais vendidos.

"Great Balls of Fire" (o terceiro compacto) repetiu a dose, bem como "Breathless", "High School Confidential" e outros incontáveis hits ao longo de sua carreira, celebrizada pelo diretor americano Jim McBride no filme Great Balls of Fire (1989), com Dennis Quaid no papel de Lewis e o próprio regravando alguns de seus sucessos na trilha sonora.

Jerry Lee escancarou as portas do mercado fonográfico ao subvertê-lo. Queriam mais um guitarrista: ele era um pianista de dedos cheios. Alegre e sensual como o rock. Ao tocar seu instrumento, o "Killer" sugeria algo que fosse feito com a amante. Nos momentos mais alucinados, poderia fazer Elvis parecer um escoteiro ajudando uma mãe americana a atravessar a rua. Afinal, ninguém cantava e tocava como ele pecava.

Texto escrito por Mauro Beting e publicado na Bizz #085, de agosto de 1992

9 de fev de 2018

Mais um exemplo de como a cena metal aqui no Brasil é cheia de quarentões que parecem crianças mimadas

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Fui surpreendido ao me deparar hoje pela manhã com uma promoção no mínimo pitoresca nas redes sociais. Veiculada pelo Wikimetal, um dos maiores sites brasileiros sobre música pesada, a promo se chama Tô Cagando pro Carnaval e convida os leitores a tiraram uma foto sentados na privada e compartilharem a imagem usando a hashtag com o nome da promoção.

Sim, você leu o parágrafo acima, por mais surreal que ele realmente pareça. Questionei o site sobre essa ideia tão desastrosa, que parece saída da mente de uma criança de 8 anos e não de um dos maiores sites brasileiros sobre heavy metal e que é tocado por homens adultos na faixa dos 40 anos, e a resposta que recebi você pode ler nos tweets abaixo:




O resultado da conversa, como dá pra ver acima, não ajudou muito, pois segui com a sensação de que estava trocando ideias com uma criança, e ainda por cima mimada. No entanto, para minha surpresa, a página que promovia a promo no site dos caras foi retirada do ar momentos depois. Não sei se a razão disso foi a repercussão negativa que já estava rolando na page deles lá no Facebook ou qualquer outro motivo. No entanto, a página no FakeMetal continua ativa.



O fato é que esse é só mais um dos exemplos do quão infantilizada, atrasada e preconceituosa é a cena metal brasileira. E isso vale para a imensa maioria dos sites, revistas e fãs, infelizmente. O carnaval é a maior festa do Brasil, contagia milhões de pessoas e gera momentos lindos. Tem gente que gosta e tem gente que não gosta. E fim de papo. Agora, postar mensagem em redes sociais no nível do que o tal site fez é de uma arrogância e uma bobagem tão grandes que, sinceramente, me faltam palavras para definir. E o argumento do cidadão, como dá pra ver na “troca de ideias”, também não anima a uma discussão mais profunda.

O rock e o heavy metal já são estigmatizados no Brasil. E “ideias” como essa do Wikimetal não ajudam em nada a mudar isso. Tem vezes em que esse contexto todo dá um desânimo, e dos grandes. Mas infelizmente essa é a cena metal do nosso Brasil varonil: cada vez mais conservadora, preconceituosa, infantil, acéfala e burra.


E a vida segue ... sempre com música boa, cabeça aberta e coração feliz, que é o que realmente importa.

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