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23 de jan de 2019

Review: Billy F. Gibbons - The Big Bad Blues (2018)

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Causou estranheza quando Billy Gibbons, vocalista e guitarrista do ZZ Top, anunciou o seu primeiro disco solo, Perfectamundo, que saiu em 2015. E, ao ouvi-lo, ficou claro o motivo do lançamento: o álbum não trazia nada similar ao trio texano, mas sim uma sonoridade bastante influenciada pela música cubana, um das paixões de Gibbons, devidamente acompanhada pelo rock e pelo blues que marcaram a sua carreira.

Três anos depois, o barbudo retornou com mais um trabalho solo, e desta vez a história é diferente. Em Perfectamundo, as experimentações de Gibbons não caíram necessariamente nas graças dos fãs. Já em The Big Bad Blues, como o título deixa claro, o terreno é mais seguro. O que temos em mãos é um álbum de blues em sua essência, com Billy Gibbons acompanhado de uma senhora banda formada por Austin Hanks (guitarra), James Harman (gaita de boca), Joe Hardy (baixo) e Matt Sorum (bateria, ex-Guns N’ Roses, Velvet Revolver e The Cult). As onze músicas trazem canções originais e versões para clássicos de Muddy Waters e Bo Diddley, como a imortal “Rollin' and Tumblin’" e “Crackin' Up”.

Mas a força de The Big Bad Blues está nas canções inéditas, como “Missin' Yo’ Kissin”, que abre o play. Escrita pela esposa de Gibbons, Gilly Stillwater, ela dá o tom do que virá a seguir: músicas muito bem feitas, embebidas profundamente no DNA blueseiro do guitarrista e carregadas de um inerente sentimento de diversão. A sonoridade difere do ZZ Top - cujo mais recente disco, o ótimo La Futura, saiu em 2012 - principalmente pelo ritmo proporcionado pela dupla Joe Hardy e Matt Sorum, que produzem uma base mais solta que Dusty Hill e Frank Heard, gerando mais espaços para Gibbons voar e brincar com a sua guitarra. De modo geral, até dá para classificar The Big Bad Blues como uma espécie de álbum do ZZ Top livre do peso e do legado da lenda que se tornou o trio natural do Texas.

Confesso que me surpreendi de maneira muito positiva com esse disco. Não esperava que ele fosse tão bom e que trilhasse, de modo geral, o mesmo universo da banda principal de Billy Gibbons. Os faixas são muito bem desenvolvidas e o disco é excelente, com uma performance sem críticas a todos os músicos. A presença de James Harman dá um tempero extra à receita, realçando a alma blues de Gibbons, que está cantando com aquele timbre rouco que só anos de estrada banhados a whisky e charutos é capaz de produzir.

The Big Bad Blues está sendo lançado neste início do ano aqui no Brasil pela Hellion Records, após a gravadora do ZZ Top aqui em nosso país tropical ter ignorando sumariamente o título. Vá atrás, porque vale muito a pena.

Floresta dos Medos, a nova HQ da Darkside Books

quarta-feira, janeiro 23, 2019

A Darkside Books anunciou o lançamento de sua próxima graphic novel, e ela é de arrepiar. Trata-se de Floresta dos Medos, da quadrinista canadense Emily Carroll. Vencedora do Eisner em 2015 na categoria Melhor História Curta, Caroll publicou Floresta dos Medos - cujo título original é Through the Woods - em 2014. O título traz cinco histórias de terror e o estilo de Emily traz influências de ícones como Edgar Allan Poe, Angela Carter e Neil Gaiman.

A edição da Darkside vem em capa dura, formato 17,8 x 22,9 e conta com 208 páginas. A tradução é de Bruna Miranda.

Abaixo estão algumas opiniões sobre Floresta dos Medos, que entrará em pré-venda em breve, e também páginas que mostram um pouco da HQ.

Floresta dos Medos hipnotiza e inspira. Um playground gótico  e vitoriano assombrado por Mary Shelley.” 
Craig Thompson, autor de Retalhos e Habibi

Qualquer fã de quadrinhos de horror fará bem em ler Floresta dos Medos. Estes cinco contos de fada sombrios e deturpados são unidos pelo seu foco em terrores inquietantes que afloram da natureza selvagem.” 
IGN 

Carroll transforma a floresta do título em algo inteiramente próprio, uma metáfora do perigo que espreita e rosna do outro lado da porta, mas que ainda assim nos atrai.” 
Globe and Mail

Há um inquietante quê de pesadelo na escrita e nas ilustrações de Emily Carroll que remete ao trabalho de Neil Gaiman e Dave McKean em Coraline e Sandman.” 
The Book Smugglers 










Discoteca Básica Bizz #137: Eric Clapton - Eric Clapton (1970)

quarta-feira, janeiro 23, 2019

O guitarrista Eric Clapton fechou o ano de 1969 cercado de amigos que o convenciam a gravar seu próprio disco. Entre eles estava Delaney Bramlett, líder - ao lado da esposa Bonnie - do grupo mambembe descoberto por Clapton meses antes, quando Delaney & Bonnie abriram os shows da única turnê realizada pelo Blind Faith - grupo que Clapton formara com Steve Winwood (teclados) e Ginger Baker (bateria) após o fim do lendário Cream.

Delaney & Bonnie tinham sido levados por Eric à Europa para uma turnê promocional. Foi naquele instante que Eric Clapton decidiu gravar seu primeiro álbum solo, ao lado dos últimos companheiros e produzido por Delaney. A banda de Delaney & Bonnie - integrada por, entre outros, Bobby Keys (saxofone, Rolling Stones) e a cantora Rita Coolidge - ainda ganhou os adornos de Stephen Stills, Leon Russell e dois ex-Crickets (banda de Buddy Holly) na gravação das bases do LP.

Eric Clapton, o álbum, abre com uma jam instrumental oriunda das primeiras sessões e cai em seguida em "Bad Boy" e "Lonesome and a Long Way From Home", ambas de Delaney - a primeira com Clapton e a segunda com Leon Russell -, antes de chegar a "After Midnight", composta por um desconhecido de Tulsa, o hoje reconhecido J.J. Cale.


"Easy Now" levanta a bola para "Blues Power", o segundo grande sucesso do disco. É uma música que, segundo o guitarrista, tinha tudo a ver com a sua realidade naquela época. "Bottle of Red Wine", feita na pressão quando Clapton e seu produtor notaram que o repertório estava curto, é apenas uma balada, enquanto "Lovin' You Lovin' Me" tem história: fora feita para que o Blind Faith a gravasse em seu segundo disco, que acabou não rolando.

Bramlett revelou-se como compositor de referência. Ele trouxe para o repertório algumas parcerias. "Don´t Know Why", uma das primeiras músicas compostas por Clapton e Delaney para o álbum, mesmo assim acabou não passando de uma balada preparatória para o grand finale do disco: "Let It Rain", uma quase sobra originalmente conhecida como "She Rides" que, ao ganhar nova letra, tornou-se um dos clássicos do guitarrista.

Muita gente ficou enfurecida quando Clapton escolheu Delaney Bramlett como parceiro. Mas o tempo mostrou que ali havia algo especial. Da banda de apoio nasceu o projeto seguinte de Clapton - Derek & The Dominos - e também um bom número de músicos que se revelariam em discos lançados por gente como Leon Russell e Joe Cocker no início dos anos 1970.

Texto escrito por Marcelo Fróes e publicado na Bizz #137, de dezembro de 1996

Os melhores álbuns de Max segundo seu filho Richie Cavalera

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Richie Cavalera, filho de Max e vocalista do Incite, listou para a Louder os seus dez discos favoritos gravados por seu pai de coração. A lista inclui álbuns de todas as fases da carreira de Massimiliano Antônio Cavalera e mostra o quão diverso e robusto é o legado do maior nome do metal brasileiro.

A matéria original, com comentários sobre cada um dos discos, pode ser lida aqui.

Abaixo está o top 10 de Max de acordo com Richie:

10 Soulfly - Ritual (2018)
9 Sepultura - Roots (1996)
8 Sepultura - Chaos A.D. (1993)
7 Cavalera Conspiracy - Inflikted (2008)
6 Killer Be Killed - Killer Be Killed (2014)
5 Soulfly - Soulfly (1998)
4 Nailbomb - Point Blank (1994)
3 Soulfly - Dark Ages (2005)
2 Sepultura - Beneath the Remains (1989)
1 Sepultura - Arise (1991)

22 de jan de 2019

R.E.M. prepara box para celebrar os 25 anos de Monster

terça-feira, janeiro 22, 2019

O R.E.M. está trabalhando em uma edição comemorativa de seu nono álbum, Monster, lançado em 1994. A ideia é lançar um box celebrando os 25 anos do disco, e que deve chegar às lojas no final de 2019.

Essa caixa de Monster seguirá o mesmo formato dos recentes boxes de Out of Time (1991) e Automatic for the People (1992), lançadas em 2016 e 2017 respectivamente.

Monster trouxe o R.E.M. apostando em uma sonoridade mais suja, com guitarras super distorcidas e com uma pegada mais rock, ao contrário dos discos anteriores da banda. Na época de seu lançamento o trabalho não foi muito bem recebido por uma parcela do público, em contraste com a crítica, que amou o álbum. Estão em Monster singles como “What's the Frequency Kenneth?”, “Bang and Blame” e “Strange Currencies”. O álbum vendeu mais de 4 milhões de cópias nos Estados Unidos e outros 2 milhões na Europa, e chegou ao primeiro lugar na Billboard e em países como Inglaterra, Suíça, Suécia, Nova Zelândia, Holanda, Canadá e Áustria.

Bohemian Rhapsody é indicado a 5 Oscars

terça-feira, janeiro 22, 2019

Na manhã desta terça, 22/01, foram anunciados os indicados ao Oscar 2019, e o filme que conta a história do Queen mais uma vez foi destaque.

Bohemian Rhapsody está concorrendo em cinco categorias: Melhor Filme, Edição de Som, Mixagem de Som, Montagem e Melhor Ator para Rami Malek, que interpreta Freddie Mercury. Os concorrentes a Melhor Filme junto com Bohemian Rhapsody são Pantera Negra, Infiltrado na Khan, A Favorita, Green Book - O Guia, Roma, Nasce uma Estrela e Vice.

O filme já foi premiado no Globo de Ouro, uma das mais importantes premiações do cinema, vencendo nas categorias de Melhor Filme - Drama e Melhor Ator - Drama, para Malek.

21 de jan de 2019

Os novos lançamentos da Editora Veneta

segunda-feira, janeiro 21, 2019

A Editora Veneta anunciou os seus próximos lançamentos, e eles trazem títulos muito interessantes para os leitores de quadrinhos. Em fevereiro chegará às bancas e livrarias o novo trabalho de Marcello Quintanilha, um dos mais celebrados quadrinistas brasileiros. Luzes de Niterói foi viabilizado através de financiamento coletivo e conta uma história que tem como pano de fundo o futebol carioca de décadas passadas.

Outro lançamento que promete mexer com o mercado é O Manifesto Comunista em Quadrinhos, de Martin Rowson, que traz o texto escrito por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848 transformado em uma HQ. A previsão é que esta obra também seja lançada em fevereiro.


Em março o destaque vai para o segundo volume da ótima Hip Hop Genealogia, de Ed Priskor, que conta a história do hip hop norte-americano e que teve o seu primeiro volume publicado pela editora em outubro de 2016.

E no mês de abril é a vez da nova HQ de Camilo Solano, um dos novos mais talentosos novos artistas brasileiros. A obra tem o título de Fio de Vento e ainda não teve maiores detalhes revelados. Outra que sairá neste mês é a adaptação do quadrinista Juscelino Neco para o clássico Re-Animator, de 1985, uma das obras mais cultuadas do cinema dos anos 1980 e que no Brasil ganhou o título de A Hora dos Mortos Vivos.




Discoteca Básica Bizz #136: Luiz Melodia - Pérola Negra (1973)

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Algumas vidas se revelam como nota de rodapé, à sombra, o apêndice de um único gesto da juventude. Por mais que um artista queira se subtrair do estigma, este se impõe contra a vontade do criador, como letra marcada a ferro.

Aos 46 anos de idade, o compositor e cantor carioca Luiz Melodia tenta esquecer em que ano estamos - exatamente como nos versos de "Pérola Negra", a faixa-título do seu primeiro LP, de 1973. Houvesse ele abandonado a carreira para virar contrabandista na África, como o poeta Arthur Rimbaud (outro maldito pelos feitos juvenis), ainda assim seria lembrado por causa de Pérola Negra. Estacou ali, aos 23 anos, num ano que todo mundo já esqueceu, salvo ele.

Melodia extraiu material do Estácio, bairro-berço do samba clássico, cuja forma foi fixada em 1931 pelos bambas do local, como Ismael Silva, Bide, Balaco e Brancura. Seu pai, o violonista Osvaldo Melodia, frequentava a roda de bambas e o influenciou. O auxílio do pandeiro foi luxuoso. Mas Luiz não se via como pagodeiro. O blues e o pop tropicalista lhe eram também fundamentais. O Rimbaud do mono estreou aos 15 anos, num grupo de baile. Compunha sambas "acartolados" e rocks lisérgicos.

Pouco antes de os poetas Torquato Neto e Waly Salomão descobrirem suas músicas numa visita ao morro de São Carlos (hábito desenvolvido pelo artista plástico Hélio Oiticica), Melodia pensou em parar, em trocar a música pelo serviço de garçom numa academia de ginástica. Waly, então, levou uma fita com "Pérola Negra" para Gal Costa. Ela gravou a música e passou a atuar como divulgadora do seu trabalho. Contratado pelo empresário Guilherme Araújo, ele terminou por ser convidado para gravar um disco pela Philips.



Pérola Negra traz dez faixas arranjadas pelo violonista Pedrinho Albuquerque. Um solo de flauta de Canhoto, acompanhado por seu regional, dá a largada à eternidade de Melodia no samba "Estácio, Eu e Você", inspirado em Cartola. A segunda faixa já é um blues, "Vale Quanto Pesa", em instrumentação acústica. O destaque é o refrão dos metais, enquanto Melodia canta "Ai de mim / de nós dois". Rildo Hora preludia com a gaita o samba-canção "Estácio, Holly Estácio", peça fundamental do desbunde setentista: "Trago não traço / Faço não caço / E o amor da morena maldita / Domingo no espaço". Versos assim vincaram uma geração.

O rockão "Pra Aquietar" - em estilo Dededrim (inseticida) traçado pela guitarra do soul man carioca Hyldon - conserva em formol um passeio suburbano à calorenta Ilha de Paquetá. "Abundantemente Morte", "Pérola Negra" e "Magrelinha" são blues interligados pelo cordão de amor e morte. Dificilmente superada, essa trilogia de canções forma o tesouro nacional do oxímoro - das frases que se contradizem ("Baby te amo! / Nem sei se te amo") para definir uma situação existencial. A verdade é que a sombra sobrevem na obra do compositor a partir das três faixas seguintes. "Farrapo Humano", "Objeto H" e "Forró de Janeiro" já adentram pela rota da variação sobre os primeiros temas.

Pérola Negra é ápice e lápide estética. Ouvimos hoje o Melodia desse disco, ainda que ele cante outros e melhores blues. Todos os seus atos são e serão regidos pelo LP. Não tem por que se lamentar da reprodução do mesmo modelo. O grande artista é sempre resultado de uma cena originária.

Texto escrito por Luis Antônio Giron e publicado na Bizz #136, de novembro de 1996

Review: Arch Enemy - Covered in Blood (2019)

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Covered in Blood é o novo lançamento da banda sueca Arch Enemy e foi lançado  dia 18 de janeiro. O material compila covers feitos pelo grupo durante toda a sua trajetória e traz 24 faixas com as vozes dos três vocalistas que passaram pela banda: Alissa White-Gluz, Angela Gossow e Johan Liiva. Essas releituras variam entre faixas incluídas em singles e edições especiais dos álbuns do quinteto, e outras inéditas e que foram gravadas especialmente para este título. A ótima notícia é que o CD está sendo lançado no Brasil pela Hellion Records.

O disco é dividido em três partes, sendo que a primeira é composta por treze músicas com a formação atual do grupo. Aqui, temos gravações fresquinhas que variam entre versões para canções conhecidas como “Shout" (Tears for Fears), “Breaking the Law” (Judas Priest) e “The Zoo” (Scorpions) e outras para nomes do underground. As mais conhecidas ganharam arranjos que as tornam bastante diferentes das originais, com os suecos adaptando as faixas para o seu próprio estilo. Essa primeira parte do disco é especialmente afiada e mostra o poderia do line-up que conta com Alissa e Jeff Loomis ao lado de Michael Amott, Sharlee D’Angelo e Daniel Erlandsson e que deu ao mundo os álbuns War Eternal (2014, onde Alissa estreou) e Will to Power (2017, debut de Loomis).

Na sequência temos sete faixas com Angela Gossow, vindas de anos atrás e presentes em b-sides e compilações anteriores. Aqui, o destaque vai para “The Book of Heavy Metal” (gravada originalmente pelo Dream Evil e que ficou sensacional), “Wings of Tomorrow”(do Europe, irreconhecível) e “Symphony of Destruction” (Megadeth). 

Fechando o pacote, quatro canções com Johan Liiva, registradas nos primeiros anos de carreira do Arch Enemy. Duas delas são do Iron Maiden - “Aces High” e “The Ides of March” -, e ganharam releituras agressivíssimas e que merecem atenção. 

De modo geral, Covered in Blood é um ótimo disco, onde as músicas mais conhecidas surpreendem pelas reinterpretações nada convencionais e onde as faixas menos populares parecem composições do próprio Arch Enemy - o melhor exemplo é a espetacular “Back to Back”, do Pretty Maids. 

Um excelente álbum, com um resultado final muito acima da média.

Livro sobre o Queen escrito sobre pesquisador brasileiro entra em financiamento coletivo

segunda-feira, janeiro 21, 2019

Em agosto de 2010, o pesquisador, guitarrista e fã do Queen, Marcelo Facundo Severolancíu o livro Queen Magic Works. A obra é uma verdadeira bíblia para fãs da banda inglesa, e analisa cada música gravada pelo grupo durante toda a sua carreira. No entanto, a obra esgotou e, devida à demanda, agora está retornando através de financiamento coletivo.

Com novo título, Masters: Queen em Discos e Canções, a nova edição será publicada pela Editora Sonora. A diferença é que, desta vez, Severo resolveu atacar com a artilharia completa: nesta edição, o livro vem em um box caprichado, acompanhado de um CD com a trilha sonora do recente blockbuster Bohemian Rhapsody e uma camiseta oficial da tour de 1975 do Queen.


O Livro

O livro que você terá em suas mãos preenche uma lacuna importante para os fãs brasileiros: a contextualização da discografia do Queen, faixa a faixa, escrita por um fã, pesquisador e músico. Com aproximadamente 280 páginas, o livro de Marcelo Severo será ilustrado com as capas dos discos e fotos históricas. Trata-se de uma obra obrigatória de uma das bandas internacionais mais cultuadas pelo grande público brasileiro. 

O livro conta a história da banda tendo como fio condutor a sua discografia: sucesso a sucesso, disco a disco, canção a canção. Você vai conhecer muito mais sobre a essência da banda: as reais influências, curiosidades, detalhes musicais, o processo de gravação e principalmente entender o DNA do Queen, aquilo que faz a banda ser diferente de qualquer outra.

Propomos o seguinte exercício para você, fã e leitor: localize no livro a sua música favorita do Queen e leia a respectiva seção. Em seguida, com a letra da mesma em mãos, ouça-a com atenção. Muito provavelmente sua experiência será bem diferente de suas audições anteriores, de forma que, após a leitura completa deste livro, você passará a ouvir Queen com outros olhos.

Você pode optar por receber o livro dentro de um box comemorativo exclusivo acompanhado do CD oficial do filme Bohemian Rhapsody e de uma camisa oficial do Tour de 1975.

O CD

Pela primeira vez, as faixas da lendária performance de Queen no Live Aid estão sendo lançadas como parte da trilha sonora de Bohemian Rhapsody. Gravadas no histórico concerto de Wembley em julho de 1985, essas músicas do Live Aid estão entre as raras preciosidades e versões inéditas do rico catálogo da banda. Juntamente com as performances da Live Aid de “Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, “Hammer to Fall” e “We Are the Champions”, o álbum apresenta outras raras faixas ao vivo abrangendo toda a carreira de Queen. 

A Camisa

Modelo: Tour '75
Cor: Preta
Estampa: Impressão Digital
Manga: Curta
Gola: Careca
Composição: 100% Algodão
Produto Oficial Bandup

Contato:


18 de jan de 2019

Novo disco do Tesla

sexta-feira, janeiro 18, 2019

O Tesla, um dos nomes mais cultuados do hard rock norte-americano dos anos 1980 e 1990, lançará dia 8 de março o seu novo álbum. O disco tem o título de Shock e foi produzido pelo guitarrista do Def Leppard, Phil Collen, que também participou do processo de composição. O trabalho é o sucessor de Simplicity, que saiu em 2014.

Segundo a banda, as principais inspirações deste novo CD foram ícones como Queen e Beatles, além do próprio Def Leppard.

A formação atual do Tesla conta com quatro dos cinco integrantes originais da banda: Jeff Keith (vocal), Frank Hannon (guitarra), Brian Wheat (baixo) e Troy Luccketta (bateria). O guitarrista Dave Rude completa o time.

O tracklist de Shock é este:

1. You Won't Take Me Alive 
2. Taste Like 
3. We Can Rule the World 
4. Shock 
5. Love is a Fire 
6. California Summer Song 
7. Forever Loving You 
8. The Mission 
9. Tied to the Tracks 
10. Afterlife 
11. I Want Everything 
12. Comfort Zone


Estreia do Skid Row ganha edição especial de 30 anos

sexta-feira, janeiro 18, 2019

O disco de estreia do Skid Row, batizado apenas com o nome da banda e lançado em janeiro de 1989, está ganhando uma edição especial celebrando os seus trinta anos. A nova versão será lançada pela Rhino e traz as faixas originais remasterizadas pela primeira vez, mais a faixa bônus “Forever”. Além disso, o material virá com um disco extra com um show realizado pela banda no dia 28 de abril de 1989 no Marquee, na California.

O primeiro disco do Skid Row foi um dos grandes best sellers da virada dos anos 1980 para a década de 1990 e vendeu mais de 5 milhões de cópias nos Estados Unidos, chegando ao 6º lugar da Billboard. O álbum traz clássicos como “Youth Gone Wild” e as baladas “18 and Life” e “I Remember You”, ambas grandes hits em todo o planeta.

A nova versão está disponível somente para os serviços de streaming.

Abaixo está o tracklist completo de Skid Row: 30th Anniversary Deluxe Edition:

1. Big Guns 
2. Sweet Little Sister 
3. Can't Stand the Heartache 
4. Piece of Me 
5. 18 and Life 
6. Rattlesnake Shake 
7. Youth Gone Wild 
8. Here I Am 
9. Makin' a Mess 
10. I Remember You 
11. Midnight/Tornado 
12. Forever (bonus track)

Live at the Marquee, Westminster, California (April 28, 1989):

1. Makin' a Mess 
2. Piece of Me 
3. Big Guns 
4. 18 and Life 
5. Sweet Little Sister 
6. Rattlesnake Shake 
7. I Remember You 
8. Here I Am 
9. Youth Gone Wild 
10. Cold Gin

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