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25 de jul de 2017

Discoteca Básica Bizz #079: Leonard Cohen - Songs of Leonard Cohen (1967)

terça-feira, julho 25, 2017

"Monocórdico", "lúgubre", "um anacronismo ambulante”: com tais adjetivos aplicados a seu desempenho enquanto músico, parece incrível que ele tenha se tornado objeto de adoração para tantas pessoas. A explicação para o paradoxo pode estar na identificação do público com a passividade romântica de suas canções. Quem sabe até o mais importante não fosse tanto o que ele tinha a dizer, mas o modo como expressava sua visão de mundo.

Antecipando a corrente dos "cantores-compositores" do início dos anos 1970 (Jackson Browne, James Taylor, Randy Newman, etc), Leonard Cohen exibiu ironia e sofisticação narrativa capazes de rivalizar com Bob Dylan. Curiosamente, sua profissionalização musical fora tardia: Cohen contava 34 anos quando lançou o primeiro LP, mas havia muito era respeitado no meio intelectual.

Aliás, palavras e sons disputaram sua atenção desde a adolescência. Aos 20, o jovem canadense cursou letras na Universidade McGuill e descobriu a poesia de Garcia Lorca ao mesmo tempo em que ingressara num grupelho folk, The Buckskin Boys. Por sua vez, a estreia como escritor (vide os livros Let Us Compare Mythologies e The Spice-Box of Earth, ambos de 1955) coincidiram com as primeiras composições ao violão.

Se tivesse dependido apenas do aval da crítica literária, é provável que Leonard Cohen jamais viesse a gravar. Em 1966, o romance Beautiful Losers fez dele "a grande esperança da literatura do Canadá". O redirecionamento da carreira veio por acaso: um de seus songbooks chegou à cantora Judy Collins, que, fascinada, incluiu a música "Suzanne" no LP In My Life. Meses depois, ela o convidou para um show ao ar livre, no Central Park de Nova York. Ali, Cohen revelou-se ao grande público sem disfarces: tímido, vulnerável e dono de um fio de voz que mal podia qualificá-lo como cantor.


Em janeiro de 1968, cada uma destas características foi explorada a seu favor no LP Songs of Leonard Cohen. Na capa, o rosto tenso (fotografado por ele mesmo através de uma câmera automática) parecia anunciar a abordagem de temas incomuns para a época. Era o auge do Flower Power, mas as canções de Cohen falavam de impulsos conflitivos, tédio e violência espiritual. Mesmo quando o assunto era amor, suas letras expunham um desespero latente. E, nos momentos em que a autopiedade ameaçava pôr tudo a perder, ele surpreendia o ouvinte atazanando-o com imagens de escalpos, afogamentos e navalhas.

Os LPs posteriores não trouxeram grandes variações de conteúdo. É aí que estão as melhores músicas de Cohen, cujo caráter esparso surge realçado pelo approach minimalista do produtor John Simon. Voz e violão são os elementos constantes em todas as faixas, vez por outra coadjuvados por violinos ("So Long Marianne"), jews harp ("Hey, That's No Way to Say Goodbye"), órgão ("Stories of the Street") e orquestra ("Suzanne").

Por ocasião de seu lançamento, houve quem o saudasse como "a trilha ideal para se cortar os pulsos", mas as setenta e uma semanas consecutivas (!) em que permaneceu nos charts confirmaram a dimensão maior da arte de Cohen.

Nos anos seguintes, o medo confesso de tocar ao vivo e a índole reclusa impediram-no de consolidar a fama. Ainda assim, alguns membros da geração pós-punk (Nick Cave, Clock DVA, Sisters of Mercy, Morrissey) redescobririam nele vários pontos de intersecção.

Há pouco, por iniciativa de Christian Fevret (editor da revista francesa Les Inrockuptibles), foi editado na Europa o CD I'm Your Fan, no qual astros como Ian McCulloch, Pixies, John Cale e R.E.M. reinterpretaram suas músicas. Um tributo em atraso, é verdade, mas que faz jus ao talento de Laughing Len.

Texto escrito por Arthur G. Couto Duarte e publicado na Bizz #079, de fevereiro de 1992

Canais de Música: Troca o Disco

terça-feira, julho 25, 2017

O Troca o Disco não é apenas um canal sobre música. Na verdade, é um projeto que engloba um site, um podcast e um canal no YouTube, feito por três apaixonados pelos bons sons: Henrique Machado, João Paulo Gomiero e Bruno Hiago.

A principal característica do Troca o Disco é o bom humor com que os caras falam sobre álbuns, bandas e músicas, tornando tudo mais leve mas sem deixar de dar opinões contundentes e bem embasadas sobre os assuntos abordados.

Gosto muito do trabalho do Troca o Disco, e queria dividir essa admiração com vocês. 

Abaixo estão alguns vídeos do trio pra vocês sacarem qual é a pegada dos caras. 

Assiste aí:

Novo disco do Cannibal Corpse

terça-feira, julho 25, 2017

O Cannibal Corpse lançará no final do ano o seu novo disco. 

O sucessor de A Skeletal Domain (2014) ainda não tem título e nem data de lançamento confirmados, mas como a banda americana anunciou uma turnê com início no dia 3 de novembro em Jacksonville, na Flórida, supõe-se que o álbum deva sair por este período.

Minha Coleção: a memória viva do rock na coleção de discos de Salvatore D'Angelo

terça-feira, julho 25, 2017

Salvatore, nós conversamos pela primeira vez há pouco mais de dez anos. Sua entrevista foi uma das primeiras da Collectors Room, e foi publicada no início de janeiro de 2008, antes mesmo de a coluna se transformar em um site. O que mudou de lá pra cá na sua coleção?

A quantidade de vinis aumentou relativamente. Tenho comprado, a maioria por importação, LPs com lançamento de estúdio. Digo isto porque, quanto aos itens ao vivo que geralmente são lançados em DVDs, dou preferência a este formato. Tenho adquirido também muitos filmes e séries. Adoro cinema, principalmente o norte-americano, inigualável!

Passado todo esse tempo, acho que vale a pena fazer tudo de novo. De colecionador pra colecionador, faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Meu nome artístico é Salvatore D’Angelo. Sou bancário formado em Administração com especialização em Informática. Curto e coleciono rock (com R maiúsculo!) desde a minha “aborrescência”, indo do blues ao death metal. Minha vida rock & heavy teve início nos áureos anos 1970 (Sabbath & Zeppelin & Purple, Status Quo, Foghat, Heart e Emerson Lake & Palmer são as minhas referências quando se fala desta década) e continuo acompanhando tudo que ocorreu e que vem ocorrendo nos dias de hoje. O rock não morreu! Existe muita gente competente e sempre existirá. Assim como as pessoas evoluem, a música também, que é o reflexo da vida de cada um de nós naquele momento. Se a vida atual é repleta de violência, isso será refletido na música.

O nome artístico vem do fato de eu ter atuado entre 1999 e 2003 como redator de heavy metal especializado em resenhas de shows de bandas nacionais para a Die Hard (loja e produtora musical localizada na Galeria do Rock, em São Paulo), quando passei a assinar minhas matérias como Joseph Salvatore e, posteriormente, como citado anteriormente. Escrevi para o zine O Grito editado pela Die Hard e também para o meu web zine, O Berro, também da Die Hard e que fez parte do Whiplash no segundo semestre de 2003.

Raramente perco um show e dou muito valor para as bandas nacionais. De algumas, contabilizo dezenas de apresentações assistidas: Patrulha do Espaço, Nuno Mindelis (melhor bluesman brasileiro), Ratos de Porão, Sepultura, Krisiun e Korzus, por exemplo. Como show inesquecível da minha vida rock and roll cito o Status Quo no então Credicard Hall em uma sexta-feira, dia 14 de fevereiro de 2003. Até hoje devo ter assistido a uns quinhentos, pelo menos. Possuo uma extensa memorabilia composta principalmente por centenas e centenas de revistas e zines, livros, milhares e milhares de artigos de jornais e revistas, pôsteres, flyers de eventos diversos e principalmente de shows, centenas de fotos de shows tiradas por mim, centenas de canhotos de ingressos, muitas dezenas de credenciais, diversos itens autografados, mais de 60 camisetas … enfim, este é o meu hobby e certamente o será até o fim dos meus dias.

Para me manter atualizado visito o Whiplash religiosamente todos os dias, assino a Roadie Crew (possuo todas as edições desde o número zero) e acompanho regularmente o Backstage do Vitão Bonesso. Considero referências seguras e honestas para quem quer se manter atualizado.




Quantos discos você tem em sua coleção? 

8.405 CDs, DVDs e LPs de bandas internacionais; 2.756 CDs, DVDs e LPs de bandas nacionais; e 3.295 filmes e séries. A título de curiosidade, o total de LPs é de 2.198 discos. A esta altura, a quantidade já é outra.

O quanto ela cresceu de 2008 pra cá?

Aproximadamente uns 300%.

Quando você começou a colecionar discos?

Por volta de 1977 com Black “4Ever" Sabbath, Led “Eternal" Zeppelin, Deep Purple, ELP e Focus.




Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Sim, claro. Lembro e tenho: o primeiro disco da Suzi Quatro, de 1973, aquele com a gata e sua banda na capa em preto e branco.

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

Quando eu descobri a pioneira Wop Bop, especializada em discos usados e raridades de rock na galeria, que futuramente seria do rock (e que hoje, lamentavelmente … mas ainda existem algumas boas lojas) com todas aquelas pérolas importadas, além das nacionais e que toda semana eu e meu irmão parávamos e comprávamos alguns LPs. O primeiro importado da minha vida foi o Sabbath Bloody Sabbath do Black Sabbath from USA, cujo verso da capa é colorido (o nacional não é assim).

Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

Os CDs e DVDs em ordem alfabética e em caixas de papelão feitas sob medida. Cada caixa acomoda aproximadamente 30 CDs ou 20 DVDs. CDs separados de DVDs com shows, e separados de DVDs com filmes/séries. Os LPs estão em pé na parte mais alta de um guarda-roupas da minha patroa, longe do alcance dos curiosos. Tudo que possuo está devida e obrigatoriamente cadastrado em dia.





Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?

Roubei espaço em dois guarda-roupas de minha esposa, que é muito paciente comigo quanto à minha coleção. E também em uma estante grande na sala, em outra menor e em uma cômoda que aos poucos estou tomando conta. A grande maioria das caixas está muitíssimo bem organizada no “quarto da bagunça”, em prateleiras feitas especialmente para elas.

Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

As mídias magnéticas podem ser lavadas. É interessante que estejam livres de poeira e gordura dos dedos, para não prejudicar a reprodução e o equipamento. Os LPs também podem ser lavados, mas com cuidado para não descolar e/ou esfolar os selos. Nunca empilhá-los! Sempre mantê-los em pé com uma leve inclinação para não provocar empenamento. Nunca deixe-os na horizontal e nem com uma inclinação muito forte.

Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?

A grande maioria só uma vez. Frequentemente não consigo ouvir logo em seguida o que compro, e muito menos novamente o que já tenho. Devido a isso, é normal que ocorra a compra de itens repetidos, principalmente quando reeditados com capas diferentes das originais. Tenho uns 40 LPs comprados de 2016 pra cá que não consegui ouvir e conhecer, e nem sei quando conseguirei. Quanto aos filmes e séries, sem condições! A grande maioria nunca assisti. Nem tenho deslacrado minhas novas aquisições. Coisa de louco - ou melhor, de colecionador maluco mesmo, eu sei!





Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

Olha Cadão, não tenho um estilo preferido e posso dizer que tenha bandas do coração. Curto bastante death e fast thrash principalmente, e diversas bandas de várias épocas e estilos. Por exemplo, adoro o ELP. Pra mim, eles estão no topo do progressivo 70. Status Quo no auge do hard 70. Napalm Death e Cannibal Corpse, death metal dos 80s ainda na ativa.

De qual banda você tem mais itens em sua coleção?

Exatamente 101 itens dos Beatles e 98 do Black Sabbath.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Em relação a raridades, é difícil especificar. Como iniciei a minha coleção em 1977, há muitas raridades em vinil e que não foram relançadas em CD. Quanto aos que mais gosto, são esses:

Picture do Sgt. Peppers, dos Beatles - edição limitada com o Lado A estampado com a capa do álbum e o lado B com a estampa do bumbo de bateria

LP duplo do Hammer of the Witches (Bitches), do Cradle  of Filth - Cheio de gostosas nuas nos quatro lados e em toda a capa

Box do Made in Japan, do Deep Purple - 9 LPs, sendo três LPs de cada dia da turnê japonesa da época. Nunca ouvi

The Song Remains the Same, do Led Zeppelin - 4 LPs (também nunca os ouvi)

Box Bonfire, do AC/DC - 2 CDs simples, um CD duplo, CD digipack do Back in Black, palheta, adesivo e abridor de garrafa

Super box Shine On, do Pink Floyd - 9 CDs, livro e mais. Comprei em um sebo perto de casa a preço praticamente de banana

Live Tokyo Dome in Concert, do Van Halen - 4 LPs, ainda não os ouvi

Box do Uriah Heep - 3 CDs digipak mais 3 CDs duplos ao vivo, com arte maravilhosa e fascinante

Saxon - Todos os 10 primeiros álbuns em CD paper sleeve

Box 20 Years Immersed in Blood, do NervoChaos - Os quatro primeiros álbuns em vinil, mais LP picture e CD Alive XVII, mais 4 DVDs Live e o documentário

LPs raros: live in Japan das Runaways, Dreamboat Annie do Heart, Motörschool (compacto em 12 polegadas unindo Motörhead e Girlschool), Capturados Vivos em Buenos Aires 2014 do Patrulha do Espaço (nunca ouvi, está no plástico ainda) e compactos do Joelho de Porco.

Não posso esquecer de citar algumas coleções de bandas nacionais como Ratos de Porão, Korzus, Sepultura, Torture Squad, NervoChaos, Krisiun, Andralls, Patrulha do Espaço, Joelho de Porco, Nuno Mindelis (com direito a citação autografada na capa do primeiro LP), entre outras. 





Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?

Pois é, eu coleciono versões diferentes, entre LPs e CDs, dos álbuns que mais gosto. Devo ter uma dez edições do Brain Salad Surgery do ELP, umas 8 do Sgt. Peppers, umas 6 do primeiro do Motörhead, umas 6 do Led Zeppelin IV, …

Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção?

Nem pergunta … sim: centenas de selos, milhares de moedas e adesivos, centenas de livros e revistas de rock, centenas de chaveiros, 105 sharpeners (apontadores em formato de miniaturas, cuja finalidade - apontar - é o que “não" importa), 65 camisetas (a maioria com pouquíssimo uso). A coleção mais querida, após os meus discos, é a de carrinhos Die Cast (colecionáveis de metal) e de controle remoto - uns 560. Dentre eles: carretas de 40 cm Hot Wheels AC/Dc High Voltage, Kiss Destroyer e Joan Jett, Mach-5 Speed Racer 1:10 CR (nunca rodado), McLaren Mercedes SLR 1:12 CR (idem), Batmóvel anos 1960 1:12 (idem), F1 Ferrari e Benetton Renault 1:20, Ferrari Esporte F430 e FXX CR e vários, muitos 1:25 tunados.

Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

Ainda existem algumas boas lojas aqui em Sampa, com grande variedade e preços razoáveis, mas são poucas. Tenho comprado direto com alguns distribuidores e em uma determinada loja da Alemanha (vinis, principalmente) pela net e/ou telefone.




Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 

Locomotiva Discos no centro de São Paulo, na Galeria dos Vinis. Variedade muito grande, preços bons, site atualizado diariamente com todos o estoque e negociação flexível.

Qual foi o lugar mais estranho em que você já comprou discos?

Não me recordo de algum lugar pitoresco. Há um fato curioso sobre a compra de um LP picture nada a ver com rock e metal. Trata-se de um vinil promocional de 1989 com gramatura próxima aos atuais 180 gramas, com a foto da então garota Angélica em ambos os lados. Outro fato curioso: na tarde em que o comprei, fui para a Galeria do Rock e encontrei o meu amigo de infância João Gordo com os malucos da banda, e pedi que autografassem o encarte tipo pôster do picture da Angélica. O que aconteceu? Claro que zoaram adoidado! E claro que tenho este play até hoje, e claro que nunca ouvi. Pesquisando pela net, soube que trata-se de um álbum com músicas natalinas.

O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

Muitas tiram uma, dizendo que eu enquanto eu gasto uma grana elas tem um monte de coisas a custo zero. Isto não é coleção e nunca será! São colecionadores de araque.

Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?

Não. Há outro fato curioso: tenho um gosto musical muitíssimo parecido com o do Vitão Bonesso, líder e baterista do Electric Funeral. Nos conhecemos desde 1988, ano do Backstage no ar pela 97 FM em Santo André. Claro que assisti a dezenas de shows deles. Conheci muitas e muitas bandas através do programa.


Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Incalculável. Uma boa parte da história do rock dos anos 1970 pra cá está também comigo, com muito orgulho.

Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Pura utopia! Colecionar não tem fim, infelizmente. Tortura!

O que significa ser um colecionador de discos?

Manter um estilo da cultura musical em sua forma original: física, em discos, seja qual for o meio (LP, CD, DVD, …).


O que significa pra você ter mostrado e voltar a mostrar a sua coleção aqui na Collectors Room?

Compartilhar um estilo musical presente no mundo todo e trocar informações e curiosidades. Considero como um estudo a manutenção do meu hobby.

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?

No momento e na medida do possível, estou ouvindo e conhecendo o hardão sulamericano dos anos 1980, com bandas argentinas, uruguaias e chilenas. Adquiri alguns álbuns em vinil do Horcas (baita bandaça maravilhosa), Trem Loco, a maioria picture ou coloridos. Uma que muito me surpreendeu foi El Dragon, da Argentina, que apresenta um excelente speed metal com teclados muitíssimos bem arranjados. Recomendo!

Aniversário de 50 anos de Robb Flynn rendeu boas versões para clássicos do rock

terça-feira, julho 25, 2017

Robb Flynn, líder do Machine Head, comemorou 50 anos em grande estilo com uma festa reunindo amigos no último sábado, dia 22 de julho.

Na ocasião, como era de se esperar, rolaram algumas jams entre os músicos presentes. Duas delas estão abaixo: as versões para “Stop Draggin’ My Heart Around” de Stevie Nicks e Tom Petty, e o tributo a Chris Cornell com “Hunger Strike” do Temple of the Dog.

Assista:

The Hooters anuncia disco duplo ao vivo

terça-feira, julho 25, 2017

Give the Music Back, novo duplo ao vivo do The Hooters, está chegando às lojas. O disco é o foi gravado em novembro de 2015 e novembro de 2016, em shows realizados na Philadelphia.

O material contém 24 músicas, conforme o tracklist abaixo:

CD 1
I'm Alive
Hanging On A Heartbeat
Day By Day
All You Zombies
Private Emotion
Morning Buzz
South Ferry Road
The Boys Of Summer
Graveyeard Waltz
500 Miles
Lucy In The Sky With Diamonds
Where Do The Children Go

CD 2
Karla With A K
25 Hours A Day
Jigs & Reels
Satellite
Johnny B
And We Danced
Give The Music Back
Peace Medley
What's So Funny 'Bout Peace, Love & Understanding
Blood From A Stone
It's The End Of The World As We Know It
Beat Up Guitar

24 de jul de 2017

Parece que o Trivium vai começar a gravar o seu novo disco

segunda-feira, julho 24, 2017

O Trivium postou em suas redes sociais uma mensagem levando para um site chamado trivium.org, onde não há nenhum conteúdo e apenas um campo para cadastramento em uma mailing list. As redes sociais da banda também foram atualizadas com uma imagem enigmática e que, aparentemente, parece ser parte de algo maior.


Ainda não se sabe se isso é uma pista de que o grupo do guitarrista Matt Heafy está entrando em estúdio para gravar o seu novo disco, sucessor de Silence in the Snow, lançado em 2015.


Até lá, dê uma passada no canal de Heafy no YouTube e confira suas versões acústicas para clássicos do pop e do rock, além de gameplays de jogos de videogame. O cara manja!

Smashing Pumpkins dá pistas de que reunião está prestes a ser anunciada

segunda-feira, julho 24, 2017

Como falamos há algumas semanas, o Smashing Pumpkins está trabalhando em uma reunião de sua formação clássica com Billy Corgan, James Ilha, D´Arcy Wretzky e Jimmy Chamberlain.


Hoje, o site da banda norte-americana, que estava inativo há anos, voltou ao ar. Além disso, as redes socias do grupo foram atualizadas com a clássica imagem da logo dos primeiros anos de carreira do quarteto.


D´Arcy deixou a banda em 1999, enquanto Ilha saiu do grupo em 2000.


Aguardamos cenas dos próximos capítulos.

Caos, caos, caos: Dead Cross, o projeto que une Mike Patton e Dave Lombardo

segunda-feira, julho 24, 2017

Dead Cross é o nome da banda que une o vocalista Mike Patton e o baterista Dave Lombardo. O frontman do Faith No More e o ex-Slayer estão ao lado do baixista Justin Pearson e do guitarrista Michael Crain.


O primeiro disco do quarteto sai dia 4 de agosto pela Ipecac Recordings e foi produzido por Ross Robinson, o cara que moldou o som do Sepultura.


A banda já divulgou duas músicas, "Obedience School" e "Seizure and Desist". Você pode ouvir ambas nos players abaixo:


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