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18 de set de 2018

Emicida lança nova música e celebra 10 anos de carreira com material ao vivo

terça-feira, setembro 18, 2018

Emicida divulgou nesta terça-feira, 18/09, seu novo single. “Inácio da Catingueira” vem com o discurso social característico e conta com instrumental feito pelo DJ Duh, parceiro de longa data do rapper. A produção é do Laboratório Fantasma.

O disco mais recente de Emicida, o ótimo Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, saiu em 2015 e sucedeu a estreia do músico, O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui (2013). Celebrando uma década de carreira, Emicida lançará em outubro o ao vivo 10 Anos de Triunfo, que será disponibilizado em vídeo.

“Inácio da Catingueira” conta com um lyric video dirigido por André Maciel, artista plástico e ilustrador que fundou o estúdio Black Madre Atelier. Assista abaixo:

Próximos lançamentos da Panini

terça-feira, setembro 18, 2018

Com base nos títulos registrados pela Panini no ISBN, dá pra ter uma ideia dos próximos lançamentos da editora. Então, vamos aos principais.

Soldado Desconhecido, de Garth Ennis com arte de Kilian Plunkett, traz o escritor inglês revisitando o personagem criado por Robert Kanigher e Joe Kubert em 1966, para a DC Comics. Ennis escreveu uma minissérie que foi publicada em quatro edições em 1997, e que mostra uma abordagem mais sombria da original. Na trama, vemos um agente da CIA em maquinações acontecidas após a Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria. A série foi publicada no Brasil pela editora Metal Pesado dentro da revista Vertigo DC, em dois volumes lançados em dezembro de 1997 e fevereiro de 1998. O material será lançado pela Panini em um volume único de 116 páginas.


Outra novidade é Os Nomes, escrita por Peter Milligan e com arte de Leandro Fernandez. As cores são da brasileira Cris Peter. O material vem com 200 páginas e é classificado como um thriller contemporâneo. A série é considerada uma espécie de encontro entre Kill Bill e O Lobo de Wall Street, e promete um roteiro repleto de ação e massaveísmos. O material é inédito no Brasil.


Magneto: Inversão, de Cullen Bunn e Javier Fernandez, é a sequência de Magneto: Infame, encadernado publicado pela Panini em outubro de 2017. O segundo volume traz a conclusão da série e vem com 136 páginas.


Demolidor: Amor e Guerra é uma história escrita por Frank Miller e ilustrada por Bill Sienkiewicz, e que foi publicada no Brasil pela Editora Abril em 1988 dentro da série Graphic Novel.  O roteiro traz Vanessa, esposa do Rei do Crime, em coma e sem perspectivas de melhoras. Desesperado, o criminoso sequestra um renomado médico e tenta recuperar a esposa. Ainda não há informação sobre o número de páginas e se essa nova edição trará alguma história adicional.


Além disso, foram confirmadas as sequências de séries que já estão em andamento pela editora, como os terceiros volumes de Escalpo (de Jason Aaron) e Providence (de Alan Moore), e a conclusão de Batman - O Príncipe Encantado das Trevas (de Enrico Marini).




Helloween tocará no Rock in Rio

terça-feira, setembro 18, 2018

O Helloween tocará no Rock in Rio 2019, de acordo com informação veiculada pelo jornal Destak. O festival acontecerá entre os dias 27, 28 e 29 de setembro e 4, 5, 6 e 7 de outubro, no Rio de janeiro.

A banda alemã retornará ao Brasil pela segunda vez com a sua atual formação, que conta com Michael Kiske, Andi Deris, Kai Hansen, Michael Weikath, Sascha Gerstner, Markus Grosskopf e Daniel Löble. O septeto planeja gravar um novo álbum de estúdio, seguindo um direcionamento similar ao apresentado nos dois volumes do clássico Keeper of the Seven Keys, discos que moldaram a sonoridade do power metal contemporâneo.

Scorpions, Muse, Pink e Anitta já estão confirmados no Rock in Rio 2019. Negociações adiantadas estão acontecendo com o Iron Maiden, que deve ser anunciado em breve no festival.

17 de set de 2018

Topando com Bruce Springsteen em uma banca de revistas

segunda-feira, setembro 17, 2018

Collection: 1973-2012 é uma das oito compilações lançadas por Bruce Springsteen em toda a sua carreira. Cronologicamente, trata-se da sétima coletânea do The Boss. Antes dela tivemos Greatest Hits (1995), o box com 4 CDs Tracks (1998), 18 Tracks (1999), o CD triplo The Essential Bruce Springsteen (2003), Greatest Hits (2009) e o CD duplo The Promise (2010). E mais recentemente ainda saiu Chapter and Verse (2016), acompanhando a sua autobiografia.

A compilação traz 18 canções que repassam a discografia de Springsteen até 2012, iniciando com “Rosalita (Come Out Tonight)”, música de seu segundo disco - The Wild, The Innocent & The E Street Shuffle (1973) - e indo até “Wrecking Ball”, música que dá título ao álbum lançado em 2012. Para quem não conhece a obra de Springsteen trata-se de uma excelente porta de entrada, já que vem com alguns de seus principais hits e conta também com músicas meio lado B. Entre os principais hits de Bruce, talvez a grande ausência seja “The River”.

O disco saiu no Brasil em uma versão digipak com direito a um grande encarte com as letras e informações sobre as músicas. Não sei se está ainda em catálogo, mas a minha edição encontrei em uma banca de revistas que também comercializa CDs aqui em Florianópolis, e acabou saindo por um valor baixíssimo. Ele chega para fazer companhia ao meu acervo de Springsteen, que já conta com os álbuns Darkness on the Edge of Town (1978), We Shall Overcome: The Seeger Sessions (2006), Magic (2007), Working on a Dream (2009), Wrecking Ball (2012) e High Hopes (2014), além da coletânea tripla The Essential Bruce Springsteen (2003). Uma curiosidade: conversando com a proprietária, acabei descobrindo que trata-se da primeira banca de jornais de Floripa e funciona há 110 anos, sendo que a simpática senhora é a responsável por ela há 44 anos. Aos curiosos, está localizada na Praça XV, a popular Praça da Figueira, em frente ao ponto de táxi.

Sempre achei que a obra de Bruce Springsteen é pouco conhecida do público brasileiro. Além de Born in the U.S.A. (1984), seu multiplatinado sétimo álbum que foi sucesso em todo o mundo e teve a sua letra interpretada de maneira errada pela maioria dos ouvintes aqui no Brasil - ela não traz um discurso ufanista e nacionalista, como muitos pensam, mas sim uma crítica à política intervencionista do governo norte-americano -, pouco se ouviu do catálogo de Bruce por aqui. É claro que a barreira da língua é determinante nesse caso, principalmente por Springsteen ser um compositor que aborda de maneira frequente em suas letras os problemas do cotidiano da sociedade americana. No entanto, um cara que possui mais de 45 anos de carreira, lançou 18 álbuns e vendeu mais de 65 milhões de discos só nos Estados Unidos, além de fazer shows antológicos, merecia ser mais reconhecido por todos que gostam de música.

Quem sabe você também não esbarra com um disquinho simpático de Bruce pelo caminho e aproveita para dar os primeiros passos na obra desse músico incrível. Posso afirmar que a satisfação será garantida.


Amon Amarth lança documentário e material ao vivo

segunda-feira, setembro 17, 2018

Sairá em novembro o DVD e Blu-ray The Pursuit of Vikings: 25 Years in the Eye of the Storm, com um documentário sobre os 25 anos de carreira do Amon Amarth e o vídeo com a performance da banda sueca no festival alemão Summer Breeze, em 2017.

O grupo está trabalhando também em novas músicas, e o plano é lançar um álbum inédito em 2019. O disco mais recente, Jomsviking, saiu em março de 2016 e chegou ao primeiro lugar na Alemanha e a Áustria, além de alcançar a 19ª posição na Billboard.

The Pursuit of Vikings: 25 Years in the Eye of the Storm será o segundo material  oficial em vídeo do Amon Amarth. Antes, a banda havia lançado Wrath of the Norsemen em 2006.

Discoteca Básica Bizz #118: John Coltrane - A Love Supreme (1965)

segunda-feira, setembro 17, 2018

Eleito Disco do Ano pela crítica especializada quando lançado em fevereiro de 1965, consagrado hoje por jazz rappers (na coletânea Red, Hot & Cool), A Love Supreme, a obra-prima de John Williams Coltrane (1926-1967), ultrapassa os limites de seu estilo e tem uma sintonia extraordinária com os anos 1990. Talvez por ser um exemplo raro de expressão da espiritualidade na música moderna, Coltrane permanece a grande referência de todo músico interessado em desenvolver as técnicas de improvisação e, com isso, expressar "algo mais" por meio de seu instrumento.

Nos anos 1950, John Coltrane cruzou seu sax tenor sucessivamente com os trompetes de Dizzy Gillespie e Miles Davis e com o piano de Thelonious Monk. Com o primeiro aprendeu a lidar com influências musicais do resto do mundo. Com o segundo chegou à perfeição formal de sua expressão, enquanto o terceiro ensinou-lhe a ousadia. Além de gravar discos tão importantes quanto Kind of Blue (com Miles em 1959), Coltrane forjou uma técnica musical revolucionária que lhe permitiu explorar tonalidades nas escalas altas e desencadear avalanches de harmonias em níveis inéditos.


Fruto do trabalho de aprimoramento em conseguir alcançar estados de puro transe obsessivo, essa técnica de execução: (1) levou o instrumentista a tocar solos cada vez mais longos; (2) fez com que os músicos de seu conjunto tocassem simultaneamente linhas melódicas diferentes, o que acabou desembocando no free jazz, movimento do qual Coltrane foi mentor; (3) facilitou as combinações de sua música com as escalas orientais, as texturas sonoras e os ritmos vindos da Índia e da África.

Alternando o sax tenor e o soprano a partir de 1960, na busca de um leque maior de cores, Coltrane alcançou a plenitude artística ao formar seu quarteto definitivo: Elvin Jones (bateria), McCoy Tyner (piano) e Jimmy Garrison (baixo), algo expresso nas quatro peças de A Love Supreme, onde mescla a energia do bop e a suavidade do cool. Os temas criam uma nova ordem modal, onde silêncio, texturas e moods valorizam-se numa estrutura aberta, livre. Coltrane administra o caos para instaurar uma dimensão cósmica.

Trinta anos depois, as possibilidades do disco ainda estão para ser exploradas, enquanto o pop enfrenta um tremendo impasse criativo.

Texto escrito por Jean-Yves de Neufville e publicado na Bizz #118, de maio de 1995

Ney Matogrosso irá lançar autobiografia

segunda-feira, setembro 17, 2018

Uma das maiores vozes da música, Ney Matogrosso anunciou o lançamento de um livro de memórias. A obra tem o título de Vira-Lata de Raça e chegará às livrarias pela editora Tordesilhas. O título traz depoimentos do cantor e fotos de diversas fases de sua vida.

Ramon Nunes Mello, escritor e poeta carioca, fez a pesquisa de dados e conduziu as entrevistas com Ney para a concepção do livro. O título faz menção à uma música composta por Rita e Beto Lee, e que foi lançada pelo vocalista no álbum Olhos de Farol, de 1999.

A edição do livro deverá desvendar capítulos importantes da história oculta do cidadão Ney de Souza Pereira, atualmente com 77 anos, que vive por trás da personalidade artística de Ney Matogrosso, nome referencial no universo do canto masculino brasileiro. Até então, o único livro sobre a vida do lendário vocalista do Secos & Molhados é Um Cara Meio Estranho (1992), escrito por Denise Pires Vaz, editado há 26 anos e já fora de catálogo há cerca de duas décadas. Houve em 2002 um (também já raro) livro de fotos, Ousar Ser, com entrevistas com Ney, mas calcado sobretudo em imagens do artista.

Dom Salvador, ícone da música brasileira, lança novo disco e ganha documentário

segunda-feira, setembro 17, 2018

O lendário Dom Salvador, ícone do jazz e da música brasileira, está lançando um novo álbum. Dom Salvador & Rio 65 Trio - Live at Zankel Hall in Carnegie Hall traz o pianista em show realizado em 2015 na lendária casa nova-iorquina em homenagem aos cinquenta anos do grupo Rio 65 Trio, que ele liderou. Fizeram parte do álbum o baixista original, Sérgio Barrozo, além do baterista Duduka Fonseca. O disco já está disponível nos apps de streaming e acaba de ser lançado pela Universal Music.

E no ano em que completa 80 anos, Dom Salvador está sendo homenageado com o documentário Endless Soul, dirigido pela dupla Lilka Hara e Artur Ratton, cineastas brasileiros radicados em Nova York. O filme será lançado nas próximas semanas.

Assista abaixo ao trailer do documentário e faça um favor a sim mesmo: aproveite a dica e vá atrás dos discos de Dom Salvador. Você vai curtir!

15 de set de 2018

Capa de clássico do Metallica vira Funko

sábado, setembro 15, 2018

A capa do quarto disco do Metallica, ... And Justice for All (1988), é o novo boneco da Funko Pop! em associação com a banda norte-americana. Batizada como Lady Justice, a action figure faz companhia aos bonecos dos próprios integrantes do quarteto, que foram lançados há alguns anos.

Lady Justice está em pré-venda e não deve demorar para chegar às lojas brasileiras.


14 de set de 2018

Discoteca Básica Bizz #117: Richard Hell & the Voidoids - Blank Generation (1977)

sexta-feira, setembro 14, 2018

Malcolm McLaren lhe deve copyrights pela apropriação indébita de seu visual (roupas rasgadas, cabelos espetados, etc). Os Sex Pistols, aquela fúria niilista que os inspiraria em "Pretty Vacant”. Os punks, a atitude do it yourself e a autoria do anti-hino do movimento. Lógico que só podíamos estar falando de Richard Meyers, vulgo Richard Hell, misto de cantor e clown degenerado que incendiaria Nova York com seu coquetel molotov de guinchos epiléticos, sexo insano, poesia beat e rock and roll.

Dropout convicto, Hell fugiu de casa ainda garoto, amargando parte da sua adolescência em um reformatório. Em 1967, já no Village, o bairro boêmio da cidade, matava o tempo com quilos de ácido e revistas de poesia, que agitava junto aos amigos Patlt Smith e Tom Verlaine. Aliás, foi a dobradinha rock e poesia que levou-o a se unir ao último no grupo The Neon Boys, em 1971, onde pode aprender rudimentos de baixo. O grupo não deu em nada, mas seus destroços dariam forma ao seminal Television.

Enciumado pelas performances do cara nos shows, Verlaine tratou logo de expurgar Hell e suas canções da banda. Unindo-se então ao ex-guitarrista dos New York Dolls, Johnny Thunders, nos Heartbreakers, Hell teve aí o trampolim necessário para mergulhar de cabeça nas ideias que iriam nortear seu próximo conjunto, com o nome de Richard Hell & The Voidoids.


Absurdamente originais, The Voidoids (título de um romance sobre criaturas vampirescas escrito por Hell) estrearam no CBGB em 18 de novembro de 1976 provocando histeria. Numa época em que o stage diving ou mesmo o pogo sequer eram sonhados, lá estava aquele maluco despencando do palco, enquanto um baterista magricela (Marc Beel, ex-Dust e futuro Ramones), um guitarrista careca de terno (Robert Quine) e outro de cabelos pixaim afro (Ivan Julian) vertiam uma massa sonora fluída e contundente.

Se precisavam de um álibi para fazer jus aquele caos, este se materializaria via Blank Generation. Ouvido de estalo, as comparações com o interplay de guitarras do Television são inevitáveis, mas se percebe que os riffs de Quine e Julian são ainda mais abrasivos, violentos e zoados. Porém, o grande trunfo do disco é a autodestruição "com miolos" de Hell. Entre grunhidos e berros, suas visões pós-Burroughs o levaram a assinar atrocidades como "The Plan" (balada country punk sobre um pai tarado que cria a filha só para trepar com ela depois), "Betrayal Takes Two" (drive suicida versus pulsões libidinosas em levada de valsa!), "Another World" (pedofilia e travestismo num funky noise) e "Love Comes in Spurts" (onde jatos de porra são saudados com desconcertante lirismo).

O diagnóstico é seu: pura confusão mental ou um punhado de flagrantes do cotidiano de uma geração vazia.

Texto escrito por Arthur G. Couto Duarte e publicado na Bizz #117, de abril de 1995

Electric Ladyland, clássico de Jimi Hendrix, ganha edição especial de 50 anos

sexta-feira, setembro 14, 2018

Electric Ladyland, o clássico terceiro álbum do The Jimi Hendrix Experience, está ganhando uma edição especial de 50 anos pela Legacy Recordings, selo da Sony Music. A nova versão chegará às lojas dia 9 de novembro em duas configurações: CD triplo + Blu-ray e LP sêxtuplo + Blu-ray. O trabalho foi remasterizado por Bernie Grundman a partir das fitas analógicas originais, e o pacote inclui uma mixagem 5.1 Surround Sound.

Entre os extras, temos a inclusão de faixas do Electric Ladyland: The Early Tapes, com demos e outtakes; Jimi Hendrix Experience: Live at the Hollywood Bowl 9/14/68, com faixas ao vivo inéditas; o documentário At Last … The Beginning: The Making of Electric Ladyland; e um livro de 48 páginas. 

O material conta com uma nova capa, que traz uma foto clicada por Linda McCartney que mostra a banda e uma criança na estátua de Alice in Wonderland, localizado no Central Park, em Nova York. Essa foto era a escolha do próprio Hendrix para a capa, porém a gravadora a trocou pela imagem de Jimi ao lado de 19 mulheres nuas, que acabou sendo lançada e que Hendrix nunca gostou.

Electric Ladyland foi lançado originalmente em 16 de outubro de 1968 e é considerado um dos melhores discos da história do rock. O álbum vendeu mais de 2 milhões de cópias nos Estados Unidos e chegou ao primeiro lugar do Billboard 200. O título está na 55ª posição na lista de 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos, publicada pela Rolling Stone em 2003.




Smashing Pumpkins anuncia novo álbum

sexta-feira, setembro 14, 2018

Consolidando o retorno de James Iha e Jimmy Chamberlin, o Smashing Pumpkins anunciou o lançamento de um novo disco. O sucessor de Monuments to an Elegy (2014) será o primeiro trabalho a contar com Billy Corgan ao lado de Iha e Chamberlin em 18 anos, desde a dobradinha Machina/The Machies of God e Machina II/The Friends & Enemies of Modern Music, que saiu em 2000. O guitarrista Jeff Schroeder, no grupo desde 2007, completa a formação. 

O disco tem o título de Shiny and Oh So Bright, Vol. 1 / LP: No Past. No Future. No Sun., e foi produzido por Rick Rubin. O álbum será lançado dia 16 de novembro pelo selo de Corgan, a Martha’s Music, e terá distribuição da Napalm Records.

Duas músicas do disco já foram divulgadas e pode ser ouvidas abaixo. Eis o tracklist:

1. Knights of Malta 
2. Silvery Sometimes (Ghosts) 
3. Travels 
4. Solara 
5. Alienation 
6. Marchin' On 
7. With Sympathy 
8. Seek And You Shall Destroy


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