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16 de jan de 2018

Review: Corrosion of Conformity - No Cross No Crown (2018)

terça-feira, janeiro 16, 2018

As relações humanas são fascinantes. O fruto da parceria entre indivíduos é a soma das forças de cada um. Criativamente, os ingredientes colocados na mistura resultam em diferentes produtos finais. O Corrosion of Conformity é um exemplo clássico disso. No Cross No Crown é o primeiro álbum da banda a contar com o vocalista e guitarrista Pepper Keenan desde In the Arms of God (2005). E o retorno do tempero principal volta a dar ao COC a personalidade e a força que colocaram a banda no topo durante os anos 1990.

Neste hiato, Keenan focou na parceria com Phil Anselmo no Down, enquanto o Corrosion of Conformity lançou dois discos - o auto-intitulado trabalho de 2012 e IX em 2014. Não foram álbuns ruins, mas faltava algo. E este algo está presente de forma massiva em No Cross No Crown.

Ainda que todos saibam e tenham consciência, é praticamente impossível mensurar a importância do Black Sabbath para a música pesada. Nenhuma banda influenciou e moldou tanto o gênero como o quarteto de Birmingham. E o novo álbum do COC mostra isso mais uma vez. Tremendamente influenciado pelos riffs de Tony Iommi, No Cross No Crown é uma ode à banda mais importante do metal. Peso em doses cavalares, canções muito bem escritas e interpretações impregnadas de pedigree tornam o disco uma delícia para os ouvidos que estão à procura de um bom álbum de metal.

Com força e inspiração, Keenan colocou o Corrosion of Conformity novamente nos trilhos. Há uma certa semelhança com o que o Paradise Lost fez em 2017 com Medusa, onde os exageros foram aparados e o foco ficou na agressividade e na profundidade das composições. A diferença é que o COC consegue incluir uma dose ainda maior de melodias melancólicas, resultando em passagens muito bonitas entre a rifferama predominante.

Com quase uma hora de duração e quinze músicas, No Cross No Crown é um dos grandes discos do Corrosion of Conformity e não deve nada a clássicos como Blind (1991) e Deliverance (1994). O retorno de Pepper Keenan é a peça que faltava para a engrenagem do COC voltar a funcionar com toda força.


Dolores estava indo gravar participação especial em versão do Bad Wolves para clássico do Cranberries

terça-feira, janeiro 16, 2018

Dolores O’Riordan estava indo gravar a sua participação na versão que a banda de metal norte-americana Bad Wolves está fazendo de “Zombie”, um dos maiores sucessos do Cranberries. A voz de Dolores seria registrada nesta terça, porém a vocalista acabou morrendo em Londres repentinamente nesta segunda, 15 de janeiro, aos 46 anos.

A sessão de gravação seria coordenada por Dan Waite, amigo de longa data da vocalista e diretor da Eleven Seven International, que agenciava tanto o The Cranberries quanto o Bad Wolves. Segundo Waite: “A notícia de que minha amiga Dolores faleceu me chocou profundamente. Trabalhei com o Cranberries na Universal Records e fiquei em contato com eles desde então. Ela me deixou uma mensagem de voz depois da meia-noite de ontem, declarando o quanto ela amava a versão de ‘Zombie' do Bad Wolves. Ela estava ansiosa para entrar em estúdio e gravar os seus vocais. Ela parecia cheia de vida, estava brincando e eu e minha esposa iríamos encontrá-la esta semana. A notícia de sua morte é devastadora e meus pensamentos estão com Don, seu ex-marido, seus filhos e sua mãe”.

A causa da morte de Dolores O’Riordan ainda não foi revelada.

15 de jan de 2018

Dolores O’Riordan, vocalista do Cranberries, morre aos 46 anos

segunda-feira, janeiro 15, 2018

A notícia acaba de ser confirmada por um representante da artista: Dolores O’Riordan, cantora da banda irlandesa The Cranberries, faleceu nesta segunda-feira, 15/01. A vocalista tinha apenas 46 anos e estava em Londres para uma rápida sessão de gravação, onde faleceu repentinamente.

Ainda não se sabe o motivo da morte.

O The Cranberries gravou sete discos, sendo que o mais recente, Something Else, foi lançado em abril de 2017. Entre os principais sucessos da banda estão canções como “Linger”, “Dreams" e “Zombie”.

Além de sua carreira com o Cranberries, Dolores gravou os álbuns solo Are You Listening? (2007) e No Baggage (2009).


Review: Audrey Horne - Blackout (2018)

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Para os aficcionados por séries e pela obra do diretor David Lynch, Audrey Horne é o nome de uma personagem do cultuado seriado Twin Peaks. Interpretada pela atriz Sherilyn Fenn, Audrey era a filha do milionário Ben, dono do hotel que marcou a primeira temporada da história sobre a misteriosa morte da jovem Laura Palmer.

Já para os fãs de rock, Audrey Horne é o nome de uma banda norueguesa formada em 2002 na cidade de Bergen. Um fato interessante sobre o grupo é que ele conta com ex-integrantes de ícones do black metal como Enslaved e Gorgoroth, apesar de produzir uma música que não passa nem perto do lado mais sombrio do metal. A pegada do Audrey Horne é muito mais ensolarada, equilibrando influências de NWOBHM com hard rock californiano. O resultado é um som grudento, repleto de melodia e cheio de refrãos cirúrgicos.

Após o mediano Pure Heavy (2014), o quinteto retornou com inspiração de sobra em Blackout, disco que saiu neste início de ano. São dez canções sólidas e mais duas faixas bônus na versão que já está disponível nos serviços de streaming. E aqui é preciso deixar bem claro: o Audrey Horne não quer mudar a forma como a música é feita, não quer inserir novos conceitos e nem nada do tipo. A proposta é apenas um rock bem feito, pra cima e capaz de animar o dia. O que, convenhamos, já está de ótimo tamanho nestes tempos estranhos em que vivemos.

Em relação ao ótimo Youngblood (2013), percebe-se a inclusão de uma dose maior de elementos de AOR, com ecos de nomes como Boston, Journey e até mesmo Billy Squier. Esta característica coloca na mesa um gosto acentuado da década de 1980 em alguns momentos (a faixa-título é um grande exemplo deste fator), trazendo ainda mais ingredientes para a sonoridade dos noruegueses.

Porém, os elementos principais da mistura seguem sendo os mesmos: os fortes e sempre cativantes refrãos e as longas passagens instrumentais construídas com uso e abuso de guitarras gêmeas. Neste último ponto, a principal referência do Audrey Horne é o saudoso Thin Lizzy (“This One” poderia estar em um disco da banda de Phil Lynott), o que é sempre um sinal de qualidade.

Agradável do início ao fim, Blackout é um disco despretensioso e, talvez por isso mesmo, seja tão legal. Diversão em alto e bom som, sem a elaboração de maiores teorias ou teses musicais, longe de elocubrações malucas e insalubres.

Se tivesse que dar uma nota para o trabalho ela não seria um número, mas sim um frase: OUÇA QUE É BEM LEGAL!

Boarding House Reach, o novo disco de Jack White

segunda-feira, janeiro 15, 2018

O terceiro álbum solo de Jack White tem o título de Boarding House Reach e será lançado no dia 23 de março pela Third Man Records. O disco, cuja capa ilustra este post, é o sucessor dos excelentes Blunderbuss (2012) e Lazaretto (2014) e teve a produção assinada pelo próprio músico.

O trabalho vem com treze músicas inéditas e foi gravado nos estúdio da Third Man, a gravadora e loja de discos que White mantém em Nashville, no Tennessee. Estúdios de Nova York e Los Angeles também foram utilizados para registrar algumas partes. Jack White toca todos os instrumentos presentes no disco, que contou também com a participação de músicos de estúdio.

O vocalista e guitarrista divulgou as duas primeiras prévias de Boarding House Reach, as músicas “Connected by Love” e “Respect Commander”, que podem ser ouvidas nos player abaixo. Ambas fazem parte do primeiro single do álbum, que foi lançado em vinil de 7 polegadas no dia 10/01.

12 de jan de 2018

Os 25 melhores discos de 2017 na opinião dos leitores da Collectors Room

sexta-feira, janeiro 12, 2018

Após aproximadamente um mês de férias bem-vindas, devagarinho vamos voltando ao ritmo.

Pra começar 2018, o já tradicional post com os melhores discos de 2017 escolhidos por vocês, que lêem e fazem a Collectors Room. Foram mais de 400 votos, em um resultado final que mostra bastante o perfil dos leitores do site.

Você participou da nossa pesquisa neste post, e agora chegou a hora de conhecer os vencedores.

Com vocês, os melhores discos de 2017 de acordo com os leitores da Collectors Room:

25 Stone Sour - Hydrograd - 10,7%
24 The War on Drugs - A Deeper Understanding - 10,7%
23 Me and That Man - Songs of Love and Death - 10,9%
22 Moonspell - 1755 - 11,4%
21 Liam Gallagher - As You Were - 11,7%
20 Gregg Allman - Southern Blood - 11,9%
19 Neil Young - Hitchhiker - 12,4%
18 Royal Blood - How Did We Get So Dark? - 13,4%
17 Foo Fighters - Concrete and Gold - 13,4%
16 U2 - Songs of Experience - 14,1%
15 Accept - The Rise of Chaos - 14,1%
14 Sonf of Apollo - Psychotic Symphony - 14,9%
13 Greta Van Fleet - From the Fires - 14,9%
12 Kreator - Gods of Violence - 15,1%
11 Gov’t Mule - Revolution Come … Revolution Go - 15,1%
10 Robert Plant - Carry Fire - 15,4%
9 Black Country Communion - BCCIV - 16,6%
8 Trivium - The Sin and the Sentence - 16,6%
7 Queens of the Stone Age - Villains - 16,9%
6 Deep Purple - inFinite - 17,4%
5 Roger Waters - Is This the Life We Really Want? - 19,9%
4 Mastodon - Cold Dark Place - 20,6%
3 Steven Wilson - To the Bone - 21,6%
2 Sepultura - Machine Messiah - 24,6%
1 Mastodon - Emperor of Sand - 27,8%

15 de dez de 2017

Chegou a sua vez: vote nos melhores discos de 2017

sexta-feira, dezembro 15, 2017

2017 foi um ano corrido. Um ano que passou rápido. Um ano que a gente pensou que seria melhor, mas que colocou algumas pedras pelo caminho. Um ano em que aprendemos a superar obstáculos e que nos tornou ainda mais fortes. Um ano que está chegando ao fim.

Foi um ano bom para o site. A audiência cresceu pra caramba, criamos grupos no Facebook e no WhatsApp pra ficar ainda mais perto dos leitores e a experiência tem sido ótima.

2017 está acabando para a Collectors Room. Este é o último post do ano. Estamos entrando em férias e a previsão de retorno é algo entre a primeira e a segundo semanas de janeiro.

Mas este também é um convite pra você, que esteve junto com a gente sempre. Abaixo está uma enquete com 120 discos lançados em 2017 e que gostamos muito. A sua lição de casa enquanto tiramos o descanso merecido é votar nos seus preferidos. Você pode votar em quantos discos quiser. E caso algum dos seus preferidos não esteja na lista, cite-o nos comentários. Seria legal se você também nos ajudasse compartilhando este post e esta enquete com os seus amigos, para assim a nossa pesquisa ser ainda mais abrangente. Topa fazer isso pela gente? Temos certeza que sim!

O resultado será publicado em janeiro, quando retornarmos das férias.

Obrigado por mais um ano repleto de boas músicas e ótimas experiências. Que 2018 seja ainda melhor e repleto de ótimos sons. Abraço, e nos vemos no ano que vem.

Os 100 melhores discos de 2017 segundo a Metal Hammer

sexta-feira, dezembro 15, 2017

Fechando as listas de melhores do ano, a Metal Hammer, principal revista especializada em metal do planeta, publicou em sua última edição o review de 2017. Os escolhidos mostram a opinião da equipe da publicação britânica sobre o que de mais legal o metal nos entregou durante o ano.


E abaixo está o top 100 do metal em 2017 segundo a Metal Hammer, boa diversão!

100 Hey Colossus – The Guillotine
99 Rebirth of Nefast – Tabernaculum
98 Bokassa – Divide & Conquer
97 Forgotten Tomb – We Owe You Nothing
96 Implore – Subjugate
95 Betraying the Martyrs – The Resilient
94 The Night Flight Orchestra – Amber Galactic
93 Hallatar – No More Stars Upon the Bridge
92 R.I.P. – In the Wind
91 Botanist – Collective: The Shape of He to Come
90 Blaze Bayley – Endure and Survive
89 Arugs – From Fields f Fire
88 Necromandus – Necromandus
87 Pagan Altar – The Room of Shadows
86 Primus – The Desaturating Seven
85 Septicflesh – Codex Omega
84 Ufomammut – 8
83 Comeback Kid – Outsider
82 Förgjord – Uhripuu
81 Circle – Terminal
80 Helheim – Landawarijar
79 H.E.A.T. – Into the Great Unknown
78 Integrity – Howling, For the Nightmare Shall Consume
77 Ho99o9 – United States of Horror
76 Caligula’s Horse – In Contact
75 August Burns Red – Phantom Anthem
74 Battle Beast – Bringer of Pain
73 Papa Roach – Crooked Teeth
72 Fleurety – The White Death
71 Cannibal Corpse – Red Before Black
70 The Haunted – Strength in Numbers
69 Nicole Sabouné – Miman
68 Ghost Bath – Starmourner
67 Sons of Apollo – Psychotic Symphony
66 Dragonforce – Reaching Into Infinity
65 Oxbow – Thin Black Duke
64 Tchornobog – Tchornobog
63 Immolation – Atonement
62 Vuur – In This Moment We Are Free: Cities
61 Blood Command – Cult Drugs
60 Iced Earth – Incorruptible
59 Bell Witch – Mirror Reaper
58 Deep Purple – inFinite
57 Darkest Hour – Godless Prophets & The Migrant Flora
56 Thy Art is Murder – Dear Desolation
55 Akercocke – Renaissance in Extremis
54 The Bronx – V
53 Disperse – Foreword
52 The Great Discord – The Rabbit Hole
51 Mutoid Man – War Moans
50 Accept – The Rise of Chaos
49 Whoredom Rife – Dommedagskvad
48 Alice Cooper – Paranormal
47 Here Lies Man – Here Lies Man
46 Cradle of Filth – Cryptoriana: The Seductiveness of Decay
45 Horisont -– About Time
44 Wear Your Wounds – WYW
43 Threshold – Legends of the Shire
42 Elder – Reflections of a Floating World
41 AFI – AFI (The Blood Album)
40 Arch Enemy – Will to Power
39 Stray From the Path – Only Death is Real
38 The Lurking Fear – Out of the Voiceless Grave
37 Northlane – Mesmer
36 At the Drive-In – In.ter.a.li.a
35 Body Count – Bloodlust
34 Power Trip – Nightmare Logic
33 Full of Hell – Trumpeting Ecstasy
32 Spectral Voice – Eroded Corridors of Unbeing
31 Perturbator – New Model
30 The Contortionist – Clairvoyant
29 The Ruins of Beverast – Exuvia
28 Sikth – The Future in Whose Eyes?
27 Prophets of Rage – Prophets of Rage
26 Trivium – The Sin and the Sentence
25 Royal Thunder – Wick
24 Amenra – Mass VI
23 Employed to Serve – The Warmth of a Dying
22 Satyricon – Deep Calleth Upon Deep
21 Sólstafir – Berdreyminn
20 The Obsessed – Sacred
19 Ulver – The Assassination of Julius Caesar
18 Kreator – Gods of Violence
17 Creeper – Eternity, In Your Arms
16 Leprous – Malina
15 Anathema – The Optimist
14 Marilyn Manson – Heaven Upside Down
13 Pallbearer – Heartless
12 The Black Dahlia Murder – Nightbringers
11 Wolves in the Throne Room – Thrice Woven
10 Converge – The Dusk in Us
9 Paradise Lost – Medusa
8 While She Sleeps – You Are We
7 Chelsea Wolfe – Hiss Spun
6 Grave Pleasures – Motherblood
5 Zeal & Ardor – Devil is Fine
4 Enslaved – E
3 Code Orange – Forever
2 Myrkur – Mareridt
1 Mastodon – Emperor of Sand


14 de dez de 2017

Os 50 melhores discos de 2017 de acordo com a Classic Rock Magazine

quinta-feira, dezembro 14, 2017

Uma das listas de melhores do ano mais esperadas finalmente está no ar. A revista inglesa Classic Rock Magazine elencou os 50 melhores discos de 2017 segundo a opinião de sua equipe, e a lista, como sempre, traz belas dicas e algumas surpresas.


Estes foram os 50 melhores álbuns de 2017 de acordo com a Classic Rock Magazine:

50 Styx - The Mission
49 Eric Gales - Middle of the Road
48 Hiss Golden Messenger - Hallelujah Anyhow
47 Procol Harum - Novum
46 Sólstafir - Berdreyminn
45 Biters - The Future Ain’t What It Used to Be
44 Walter Trout - We’re All in This Together
43 Amplifier - Trippin’ with Dr. Faustus
42 Gun - Favourite Pleasures
41 Mastodon - Emperor of Sand
40 Hawkwind - Into the Woods
39 Europe - Walk the Earth
38 Alice Cooper - Paranormal
37 Chris Robinson Brotherhood - Barefoot in the Head
36 David Crosby - Sky Trails
35 The War on Drugs - A Deeper Understanding
34 Steve Hackett - The Night Siren
33 Ray Davies - Americana
32 Cats in Space - Scarecrow
31 Lionize - Nuclear Soul
30 Marilyn Manson - Heaven Upside Down
29 Sparks - Hippopotamus
28 Lindsey Buckingham & Christine McVie - Lindsey Buckingham / Christine McVie
27 Ryan Adams - Prisoner
26 The Cadillac Three - Legacy
25 Royal Blood - How Did We Get So Dark?
24 Koyo - Koyo
23 Von Hertzen Brothers - War is Over
22 Benjamin Booker - Witness
21 Tyler Bryant & The Shakedown - Tyler Bryant & The Shakedown
20 Roger Waters - Is This the Life We Really Want?
19 Prophets of Rage - Prophets of Rage
18 The Magpie Salute - The Magpie Salute
17 Cheap Trick - We’re All Alright!
16 Steven Wilson - To the Bone
15 Low Cut Connie - Dirty Pictures (Part 1)
14 Jim Jones & The Righteous Mind - Super Natural
13 Big Big Train - Grimspound
12 Deep Purple - inFinite
11 Thunder - Rip It Up
10 H.E.A.T. - Into the Great Unknown
9 All Them Witches - Sleeping Through the War
8 Black Star Riders - Heavy Fire
7 Royal Thunder - Wick
6 Bash & Pop - Anything Could Happen
5 Anathema - The Optimist
4 Robert Plant - Carry Fire
3 Foo Fighters - Concrete and Gold
2 Black Country Communion - BCCIV
1 Queens of the Stone Age - Villains


13 de dez de 2017

HBO divulga trailer de documentário sobre os últimos anos de David Bowie

quarta-feira, dezembro 13, 2017

A HBO transmitirá dia 8 de janeiro o documentário David Bowie: The Last Five Years. O filme irá ao ar na data em que Bowie, que faleceu em 10 de janeiro de 2016, completaria 71 anos.

Como o título deixa claro, trata-se de um doc que foca nos anos finais da carreira de David Bowie, mostrando o processo criativo dos dois últimos álbuns gravados pelo camaleão inglês - The Next Day (2013) e Blackstar (2016) - e outros aspectos da vida do músico, além de diversas cenas de arquivo.

Assista ao trailer abaixo:

Os melhores discos de jazz de 2017 segundo o Stereogum

quarta-feira, dezembro 13, 2017

Dando sequência às suas listas de melhores do ano, o Stereogum revelou quais foram os melhores álbuns de jazz de 2017 segundo a sua equipe.


E abaixo estão os 20 melhores discos de jazz de 2017 segundo o Stereogum:

20 Zara McFarlane - Arise
19 Tony Allen - The Source
18 Roots Magic - Last Kind Words
17 Nicole Johänntgen - Henry
16 Preservation Hall Jazz Band - So It Is
15 Amir ElSaffar’s River of Sound Orchestra - Not Two
14 Akua Dixon - Akua’s Dance
13 Nicole Mitchell - Mandorla Awakening II: Emerging Worlds
12 Ambrose Akinmusire - A Rift in Decorum: Live at the Village Vanguard
11 Binker & Moses - Journey to the Mountain of Forever
10 JD Allen - Radio Flyer
9 Harriet Tubman - Araminta
8 Kamasi Washington - Harmony of Difference
7 Tyshawn Sorey - Verisimilitude
6 Vijay Iyer Sextet - Far From Over
5 Irreversible Entanglements - Irreversible Entanglements
4 Christian Scott aTunde Adjuah - The Centennial Trilogy
3 Camilla George Quartet - Isang
2 Yazz Ahmed - La Saboteuse
1 Jaimie Branch - Fly or Die

Warrel Dane, vocalista do Nevermore, morre aos 48 anos de idade

quarta-feira, dezembro 13, 2017

Warrel Dane, vocalista do Sanctuary e do Nevermore, faleceu na noite desta terça, 12/12, aos 48 anos de idade.

O músico norte-americano sofreu uma queda na semana passada e estava se recuperando bem, mas faleceu repentinamente nesta terça. Ainda não há muitas informações sobre o caso, mas tudo indica que Dane, que sofria de um sério diabetes, faleceu devido à doença. Ele estava no Brasil gravando com os músicos que o acompanharam na turnê recente pelo país.

Dane nasceu em Seattle no dia 7 de março de 1969. Ele integrou o Sanctuary durante vários anos, gravando o clássico Into the Mirror Black (1990) com a banda. Após o fim do grupo, Warrel montou o Nevermore e junto com o guitarrista Jeff Loomis, o baixista Jim Sheppard e o baterista Van Williams levou a banda ao topo do metal mundial nos anos 2000 com discos excelentes como Dead Heart in a Dead World (2000) e This Godless Endeavor (2005). Atualmente ele estava em carreira solo e tinha retomada as atividades do Sanctuary, inclusive com um novo disco já gravado, Shadow Work, que será lançado em 2018.

Gus Monsanto, vocalista brasileiro que já gravou com inúmeros artistas, confirmou a morte de Dane em seu Instagram. E Costábile Salzano Jr., jornalista que acompanha diversos músicos internacionais em suas passagens pelo país, também confirmou o fato, infelizmente.

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