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22 de jun de 2017

Arch Enemy revela capa de novo disco

quinta-feira, junho 22, 2017

O décimo álbum do Arch Enemy, Will to Power, será lançado dia 8 de setembro pela Century Media. O disco é o segundo com a vocalista Alissa White-Gluz e o primeiro com o guitarrista Jeff Loomis, ex-Nevermore.

A capa do trabalho foi criada pelo artista norte-americano Alex Reisfar.

Will to Power é o sucessor de War Eternal (2014) e foi produzido por Michael Amott e Daniel Erlandsson, respectivamente guitarrista e baterista do grupo.

Gene Simmons desiste de projeto para registrar o símbolo com a mão característico do heavy metal

quinta-feira, junho 22, 2017

Naquela que pode ser considerada a sua melhor decisão artística em anos, Gene Simmons decidiu abandonar a ação que movia pela aquisição dos direitos autorais do “devils horns”, o gesto com a mão característico do heavy metal.

O processo consta com o status de “abandonado" na corte que o julgaria.

Como todos sabemos, o gesto não foi criado por Simmons. Ele vem da tradição religiosa italiana e foi popularizado por Ronnie James Dio, que se inspirou no gesto que a sua avó fazia.

21 de jun de 2017

Nos 69 anos do LP, relembre como foram os primeiros anos do formato que revolucionou o consumo de música

quarta-feira, junho 21, 2017

O surgimento do vinil foi precedido por mais de meio século de história da gravação. Nesse tempo todo, a duração de um disco ficou restrita a apenas três minutos, e definiu a música popular em todas as suas variantes. Durante o período, surgiram também o primeiro álbum e a arte de sua embalagem, que de início era uma coleção de quatro ou cinco singles gravados dos dois lados, unidos como um álbum de fotografias.

As vendas de discos dispararam na década de 1940, quando chegaram ao mercado vários álbuns de líderes de big bands, como Benny Goodman e Woody Herman, astros do jazz, como Louis Armstrong, e cantores da moda, como Bing Crosby e Frank Sinatra. Também eram populares álbuns temáticos de estilos diversos, como boogie-woogie e música latina, assim como coleções com canções de musicais da Broadway. Os mais requisitados eram os de obras de música clássica.


Com o advento do long-playing record (o LP) de microssulco, em 1948, muitas coleções de álbuns de 78 RPM foram simplesmente relançadas completas em LP. Um disco de 10 polegadas típico acomodava o equivalente a quatro ou cinco singles, sempre ocupando os dois lados. E as artes de capa pioneiras dos álbuns de 78 rotações, de artistas como Alex Steinweiss, Jim Flora e Bob Jones, iriam lançar as bases para as inovações de design que acompanharam a revolução do vinil.

Quando o mercado se restringia ao formato 78 RPM, os fãs de música clássica que quisessem obras completas tinham que lidar com múltiplos discos. Projetadas para audições em salas de concerto ou em transmissões radiofônicas, as peças duravam mais tempo do que um 78 rotações era capaz de conter. Nada mais natural, portanto, que a revolução desencadeada pelo long-play tivesse de início impacto maior no gênero clássico.

Por isso, a principal ambição do presidente da Columbia, Edward Wallerstein, era dispor de um disco que pudesse conter pelo menos 17 minutos de cada lado, o que permitiria que 90% de todas as peças de música clássica coubessem nos dois lados de um disco.


O desenvolvimento do LP teve diversas etapas e obstáculos. Se puxarmos na memória nossas aulas de história, lembraremos da depressão econômica na década de 1930 e a Segunda Grande Guerra até metade da década de 1940. Além dos problemas econômicos, havia também dificuldades técnicas ainda não vencidas, como os toca-discos muito pesados, sulcos largos demais e material para discos excessivamente macio. Estas questões foram resolvidas em parte em 1945 por uma equipe da Columbia, chefiada pelo engenheiro Peter Goldmark.

No ano de 1947 o grupo conseguiu atingir o objetivo de Wallerstein e criou um LP de 33/¹/³ RPM com 22 minutos e meio de cada lado, capaz de abrigar 224 a 300 microssulcos por polegada, comparados com os cerca de 90 microssulcos de um 78 rpm.


A Columbia apresentou sua inovação em uma coletiva de imprensa no hotel Waldforf-Astoria, em Nova York, no dia 21 de junho de 1948. Diante de um grupo de jornalistas, os diretores da empresa fizeram uma demonstração espetacular: colocaram de um lado da exposição uma pilha de cerca de 2,5 metros de discos 78 RPM, e no outro uma pilha de 101 long-plays que chegava a apenas 38 centímetros. Foi informado aos presentes que as duas pilhas continham a mesma quantidade de música. Em seguida, Wallerstein tocou um 78 rotações, que terminou de modo abrupto em quatro minutos. O executivo então colocou para tocar um LP contendo a mesma peça –  dessa vez inteira em apenas um dos lados do disco, com duração de mais de 22 minutos. Os jornalistas ficaram impressionados, e o disco long-play iniciava sua trajetória.

Os primeiros lançamentos surgiram imediatamente após essa apresentação, em um total de 132 álbuns: 84 LPs de música clássica em discos de doze polegadas, 26 de música clássica em dez polegadas, 18 de música popular em dez polegadas e quatro para crianças em dez polegadas.


Em termos de catálogo, o primeiro LP oficial, lançado em 28 de junho de 1948, com o número ML 4001, foi o Concerto para Violino em Mi Menor de Mendelssohn interpretado por Nathan Milstein, com Bruno Walter regendo a Filarmônica de Nova York.


O primeiro lançamento de música popular foi o CL 6001, The Voice of Frank Sinatra, com o anúncio “vinil inquebrável” na capa, que havia sido lançado anteriormente em 1946 como álbum contendo quatro discos 78 RPM.

Matéria publicada no site Bilesky Discos

Review: Zé Bigode - Fluxo (2017)

quarta-feira, junho 21, 2017

O Brasil é um país musical. Sempre foi e sempre será. Ainda que hoje em dia a música popular brasileira, ou melhor, a música que é popular entre os brasileiros, seja de uma qualidade sofrível, o país segue pulsando no ritmo dos bons sons. Basta deixar a preguiça de lado e raspar um pouquinho a casca do que chega até os ouvidos para perceber isso.

O Zé Bigode á um exemplo desta qualidade inequívoca e inerente à música brasileira. Ainda que o  guitarrista Zé Bigode seja o idealizador do projeto e tenha o seu nome estampado na capa, estamos falando, na prática, de um grupo formado por quinze excelentes instrumentistas. O idioma musical apresentado em Fluxo, primeiro disco da turma, é universal: música instrumental construída a partir de influências de jazz, samba, baião, reggae e inegáveis elementos africanos e cubanos.

São oito faixas que partem de temas e harmonias concebidos por Zé Bigode, mas que tem os arranjos desenvolvidos de forma coletiva - a única exceção é "Marijuana Monamour", escrita por Fernando Grilo. Tudo ao vivo no estúdio, com solos tocados de improviso durante a captação. Isso faz com que tenhamos uma sonoridade não apenas pulsante, mas extremamente viva e contagiante.

Musicalmente, Fluxo agradará em cheio quem é fã dos primeiros discos da Banda Black Rio por exemplo, só pra usar uma referência mais antiga, e também quem aprecia a sonoridade dos paulistas do Bixiga 70, indo no outro extremo e trazendo pra roda uma referência contemporânea.

Deliciosamente musical, Fluxo é um trabalho riquíssimo e que tem como elemento principal a guitarra jazzística de Zé Bigode e a dupla de metais formada por Victor Lemos (saxofone) e Thiago Garcia (trompete), que brilham durante todo o álbum, seja nas harmonias ou nos solos. E o resto da banda não fica atrás, despejando groove e feeling em cada canção.

Este é um dos melhores discos gravados aqui no Brasil neste ano de 2017. Se você gosta de boa música e não tem medo de ir além, ouça e descubra um trabalho incrível.




Os 100 maiores discos de metal de todos os tempos segundo a Rolling Stone

quarta-feira, junho 21, 2017

Fundada no final da década de 1960 e principal revista de música e cultura pop do planeta, a Rolling Stone publicou em seu site uma lista intitulada Os Maiores Discos de Heavy Metal de Todos os Tempos. 

A matéria traz o top 100 do gênero segundo a publicação norte-americana, com comentários sobre cada um dos títulos - leia a matéria original aqui.

As escolhas da Rolling Stone mostram-se interessantes, ainda que, na minha opinião, em alguns títulos temos aquela tênue linha que separa o metal do hard rock. E, como era de se esperar, a cena power metal europeia, que nunca pegou direito nos Estados Unidos, é solenemente ignorada pelo levantamento.

Abaixo está a lista da Rolling Stone. Comente o que achou e poste também o seu top 10 do estilo nos comentários:

100 Avenged Sevenfold - City of Evil (2005)
99 Evanescence - Fallen (2003)
98 Sunn O))) - Monoliths & Dimensions (2009)
97 Gojira - From Mars to Sirius (2005)
96 Kvelertak - Meir (2013)
95 Dream Theater - Images and Words (1992)
94 Deafheaven - Sunbather (2013)
93 White Zombie - La Sexorcisto: Devil Music Volume One (1992)
92 Eyehategod - Take as Needed for Pain (1993)
91 Naked City - Torture Garden (1990)
90 Body Count - Body Count (1992)
89 Nightwish - Once (2004)
88 Pig Destroyer - Terrifyer (2004)
87 Manowar - Hail to England (1984)
86 Lamb of God - As the Palaces Burn (2003)
85 Darkthrone - Transilvanian Hunger (1994)
84 High on Fire - Blessed Black Wings (2005)
83 Baroness - The Red Album (2007)
82 Entombed - Left Hand Path (1990)
81 Bathory - Under the Sign of the Black Mark (1987)
80 Ministry - Psalm 69: The Way to Succeed and the Way to Suck Eggs (1992)
79 At the Gates - Slaughter of the Soul (1995)
78 Voivod - Dimension Hatröss (1988)
77 Meshuggah - Destroy Erase Improve (1995)
76 Twisted Sister - Stay Hungry (1984)
75 Morbid Angel - Covenant (1993)
74 Venom - Welcome to Hell (1981)
73 Scorpions - Blackout (1982)
72 Isis - Oceanic (2002)
71 Living Colour - Vivid (1988)
70 Death - Human (1991)
69 Soundgarden - Louder Than Love (1989)
68 Marilyn Manson - Portrait of an American Family (1994)
67 Queensrÿche - Operation: Mindcrime (1988)
66 Deftones - White Pony (2000)
65 Faith No More - Angel Dust (1992)
64 Godflesh - Streetcleaner (1989)
63 Sodom - Agent Orange (1989)
62 Sleep - Jerusalem (1999)
61 Converge - Jane Doe (2001)
60 Melvins - Bullhead (1991)
59 Napalm Death - From Enslavement to Obliteration (1988)
58 Life of Agony - River Runs Red (1993)
57 Emperor - Anthems to the Welkin at Dusk (1997)
56 The Dillinger Escape Plan - Calculating Infinity (1999)
55 Opeth - Blackwater Park (2001)
54 Helmet - Meantime (1992)
53 Type O Negative - Bloody Kisses (1993)
52 Def Leppard - Pyromania (1983)
51 Carcass - Heartwork (1993)
50 Slipknot - Iowa (2001)
49 Neurosis - Through Silver in Blood (1996)
48 Rainbow - Rising (1976)
47 Slayer - South of Heaven (1988)
46 Mastodon - Leviathan (2004)
45 Exodus - Bonded by Blood (1985)
44 Mötley Crüe - Shout at the Devil (1983)
43 Judas Priest - Stained Class (1978)
42 Diamond Head - Lightning the Nations (1980)
41 Kyuss - Blues for the Red Sun (1992)
40 Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas (1994)
39 Pantera - Far Beyond Driven (1994)
38 Iron Maiden - Powerslave (1984)
37 Black Sabbath - Heaven and Hell (1980)
36 Van Halen - Women and Children First (1980)
35 Metallica - Kill ‘Em All (1983)
34 Black Sabbath - Master of Reality (1971)
33 Megadeth - Countdown to Extinction (1992)
32 Black Sabbath - Sabotage (1975)
31 Slayer - Seasons in the Abyss (1990)
30 KoRn - KoRn (1994)
29 Sepultura - Chaos A.D. (1993)
28 Celtic Frost - Morbid Tales (1984)
27 System of a Down - Toxicity (2001)
26 Alice in Chains - Dirt (1992)
25 Metallica - Metallica (1991)
24 Rage Against the Machine - Rage Against the Machine (1992)
23 Danzig - Danzig (1988)
22 Mötley Crüe - Too Fast for Love (1981)
21 Metallica - … And Justice for All (1988)
20 Anthrax - Among the Living (1987)
19 Megadeth - Rust in Peace (1990)
18 Tool - Ænima (1996)
17 Mercyful Fate - Melissa (1983)
16 Dio - Holy Diver (1983)
15 Ozzy Osbourne - Diary of a Madman (1981)
14 Black Sabbath - Vol. 4 (1972)
13 Iron Maiden - Iron Maiden (1980)
12 Judas Priest - Screaming for Vengeance (1982)
11 Metallica - Ride the Lightning (1984)
10 Pantera - Vulgar Display of Power (1992)
9 Ozzy Osbourne - Blizzard of Ozz (1980)
8 Megadeth - Peace Sells … But Who’s Buying? (1986)
7 Motörhead - No Remorse (1984)
6 Slayer - Reign in Blood (1986)
5 Black Sabbath - Black Sabbath (1970)
4 Iron Maiden - The Number of the Beast (1982)
3 Judas Priest - British Steel (1980)
2 Metallica - Master of Puppets (1986)
1 Black Sabbath - Paranoid (1970)



Neurosis confirma show no Brasil em dezembro

quarta-feira, junho 21, 2017

Pela primeira vez em sua carreira, a banda norte-americana Neurosis tocará no Brasil. O show acontecerá dia 8 de dezembro no Clash Club, em São Paulo. A realização é da Abraxas Produções, que já trouxe Stones Jesus, Kadavar e The Vintage Caravan pra cá.

O quinteto toca também dia 09/12 em Buenos Aires, no Teatro Vorterix, e em Santiago no dia 10/12, no Club Blondie.

O Neurosis é um dos maiores e mais influentes nomes do avant-garde ou post-metal (chame como quiser), sempre apresentando ideias inventivas e que fogem do convencional. A banda foi formado em Oakland em 1985 e já gravou onze discos de estúdio. O mais recente, Fires Within Fires, foi lançado em setembro de 2016.



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