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22 de nov de 2017

Q Magazine divulga a sua lista de melhores discos do ano

quarta-feira, novembro 22, 2017

A revista inglesa Q Magazine revelou em sua nova edição a lista com os 50 melhores álbuns do ano na opinião de sua equipe. Especializada em música pop, a publicação é uma das mais tradicionais do Reino Unido e chegou às bancas pela primeira vez em outubro de 1986.

Para saber mais sobre a Q, clique aqui.

Este foi o top 50 de 2017 segundo a Q Magazine:

50 Pumarosa - The Witch
49 Depeche Mode - Spirit
48 Kevin Morby - City Music
47 Ghostpoet - Dark Days + Canapés
46 Jay-Z - 4:44
45 alt-J - Relaxer
44 Michael Head & The Red Elastic Band - Adiós Señor Pussycat
43 Squeeze - The Knowledge
42 Laura Marling - Semper Femina
41 Fleet Foxes - Crack-Up
40 Tyler, the Creator - Flower Boy
39 Lana Del Rey - Lust for Life
38 Phoenix - Ti Amo
37 J Hus - Common Sense
36 Elbow - Little Fictions
35 Kasabian - For Crying Out Loud
34 Susanne Sundfør - Music for People in Trouble
33 Joan Shelley - Joan Shelley
32 Nadia Reid - Preservation
31 Brian Eno - Reflection
30 Beck - Colors
29 Everything Everything - A Fever Dream
28 MUNA - About U
27 SZA - CTRL
26 Sparks - Hippopotamus
25 Thundercat - Drunk
24 Paul Weller - A Kind Revolution
23 The War on Drugs - A Deeper Understanding
22 Jane Weaver - Modern Kosmology
21 Cigarettes After Sex - Cigarettes After Sex
20 Forest Swords - Compassion
19 Dizzee Rascal - Raskit
18 Four Tet - New Energy
17 The xx - I See You
16 Girl Ray - Earl Grey
15 Liam Gallagher - As You Were
14 Sampha - Process
13 The Horrors - V
12 Sleaford Mods - English Tapas
11 Stormzy - Gang Signs & Prayer
10 The National - Sleep Well Beast
9 Queens of the Stone Age - Villains
8 Baxter Dury - Prince of Tears
7 Father John Misty - Pure Comedy
6 Saint Vincent - Masseduction
5 Gorillaz - Humanz
4 Lorde - Melodrama
3 Wolf Alice - Visions of a Life
2 LCD Soundsystem - American Dream
1 Kendrick Lamar - Damn

21 de nov de 2017

Epica confirma oito shows no Brasil

terça-feira, novembro 21, 2017

O Epica retornará ao Brasil para a realização de 8 shows durante o mês de março. 

As apresentações fazem parte da turnê The Ultimate Principle e acontecerão de norte a sul do país, nas seguintes datas, cidades e locais:

09/03 - Belo Horizonte - Music Hall
10/03 - São Paulo - Tropical Butantã
11/03 - Rio de Janeiro - Circo Voador
13/03 - Porto Alegre - Opinião
14/03 - Curitiba - Spazio Van
16/03 - Manaus - Teatro Manauara
17/03 - Fortaleza - Armazém
18/03 - Recife - Clube Português

O braço latino-americano contará também com concertos no Uruguai, Chile e Argentina, conforme imagem abaixo:



Anthrax relança discos gravados com o vocalista John Bush

terça-feira, novembro 21, 2017

Uma das melhores fases da carreira do Anthrax terá dois de seus discos relançados. We’ve Come For You All (2003) e The Greater of Two Evils (2004) terão uma edição em um box de CDs com os dois discos, além de novas edições separadas em LPs com capa dupla.

We’ve Come For You All foi o nono álbum de estúdio da banda norte-americana e contou com as participações especiais de Roger Daltrey e Dimebag Darrell, além de uma bela capa criada pelo artista de quadrinhos Alex Ross. Já The Greater of Two Evils é um disco de regravações que trouxe novas interpretações com John Bush para canções do início da carreira da banda, originalmente registradas com as vozes dos cantores anteriores Neil Turbin e Joey Belladonna.

Abaixo está o tracklist da versão em CD:

2CD package

CD1 - "We've Come For You All"

01. Contact
02. What Doesn't Die
03. Superhero
04. Refuse To Be Denied
05. Safe Home
06. Any Place But Here
07. Nobody Knows Anything
08. Strap It On
09. Black Dahlia
10. Cadillac Rock Box
11. Taking The Music Back
12. Crash
13. Think About An End
14. We've Come For You All
15. Safe Home (Acoustic Version)
16. We're A Happy Family (Acoustic Version)

CD 2 - "The Greater Of Two Evils"

01. Deathrider
02. Metal Thrashing Mad
03. Caught In A Mosh
04. A.I.R.
05. Among The Living
06. Keep It In The Family
07. Indians
08. Madhouse
09. Panic
10. I Am The Law
11. Belly Of The Beast
12. N.F.L. (Nice Fucking Life – Efilgnikcufecin)
13. Be All End All
14. Gung Ho

Por que a caça às bruxas de Hollywood não chega aos rockstars?

terça-feira, novembro 21, 2017

O universo de Hollywood tem promovido uma invejável caça às bruxas nos últimos tempos. Seja em um passado longínquo ou recente, quem teve comportamento social inapropriado em algum momento está sendo denunciado, criticado e até investigado.

Dois casos se destacaram em todo esse processo. O produtor Harvey Weinstein foi acusado de assédio sexual por dezenas de atrizes, incluindo as poderosas Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. O ator Kevin Spacey, por sua vez, foi alvo de queixa de diversas pessoas pelo mesmo motivo após Anthony Rapp, intérprete de uma nova série de Star Trek, manifestar-se sobre o assunto. Em ambas as situações, vale destacar, as alegações só ganharam força porque partiram de nomes consagrados.

Como consequência, os profissionais acusados foram praticamente exilados de suas atividades, com destaque especial para Kevin Spacey. O veterano foi cortado da sexta temporada da série House of Cards, sucesso da Netflix, e de um filme de Ridley Scott, chamado Todo o Dinheiro do Mundo - este, inclusive, já estava pronto e teve que ser inteiramente refilmado. Foi como se Spacey e Weinstein tivessem seus nomes apagados de Hollywood.


Admito que pensei muito sobre o resultado de uma caça às bruxas semelhante em outros segmentos - especialmente na música, que é a área que melhor conheço devido ao exercício do jornalismo musical. E foi inevitável pensar no rock como o ambiente mais propício para uma reação do tipo.

O meio do rock (onde o heavy metal, obviamente, é incluído) inclui situações que envolvem:

Uma recente saudação nazista de Phil Anselmo, que não era novidade para quem acompanha a carreira do ex-vocalista do Pantera;

Uma relação abusiva de Jimmy Page com a groupie então adolescente Lori Maddox, que começou com seu sequestro e acabou em cerceamento do direito de ir e vir;

Mais uma relação abusiva por parte de Johnny Thunders, que agredia a namorada Sable Starr enquanto estava no auge do vício em drogas;

Outra relação abusiva por parte de Tony Iommi, que agrediu mais de uma vez a namorada Lita Ford enquanto estava no auge do vício de drogas;

Nova relação abusiva (e duradoura, neste caso) por parte de Ozzy Osbourne, que tentou matar a própria esposa, Sharon Osbourne, também no auge do vício em drogas;

Mais uma relação abusiva por parte de John Lennon, que admitiu ter agredido mulheres;

Casos de violência doméstica atrelados a Axl Rose, que chegaram a tribunal, só que com solução a partir de acordo extrajudicial, além de outras atitudes - e até composições - polêmicas e contestáveis;

Opiniões polêmicas - e por vezes até consideradas preconceituosas - de Dave Mustaine, que chegou a dizer que o governo americano encenava crimes como o massacre de Aurora, no Colorado;

Diversas outras situações durante ou em hiatos de turnês que se encaixam na máxima "sexo, drogas e rock and roll", ainda que de forma perturbadora. Se você conhece um pouco do mundo do rock, com certeza vai se lembrar de alguma.

Entretanto, dificilmente algo do tipo vai acontecer no rock, embora exista muito a se apurar no segmento. E, curiosamente, existem alguns motivos que justifiquem isso.


Exaltação cultural da atitude

Embora não tenha nada a ver com a música em si, o rock é culturalmente exaltado, especialmente por seus entusiastas mais românticos, pela atitude controversa de seus músicos. É comum testemunhar comentários, ainda mais nas redes sociais, de fãs que dizem que roqueiro deve agir de forma errática, selvagem, pois é o que manda o "manual".

A reação é curiosamente inversa quando há exemplos de "roqueiros certinhos". Os comentários em reportagens sobre as atuais listas de exigências de artistas - muitas vezes, com itens mais saudáveis e nada de álcool ou drogas - são, no geral, de reprovação. O público é tão ingênuo que pensa que, nos "anos de ouro" do estilo, os rockstars descreviam exatamente as drogas que desejavam na lista de exigências - como se não soubessem que a folha com os pedidos acabariam sendo veiculadas na mídia.

O ponto da inocência, aliás, parece ser igual entre todo "roqueiro romântico", que pede uma postura mais errática de seus ídolos. Muitos parecem não pensar que tais atitudes são ruins, especialmente a médio e longo prazo. A máxima "live fast, die young" torna-se infantil perante a lista de artistas talentosíssimos que o mundo perdeu cedo demais: Jimi Hendrix, Janis Joplin, John Bonham, Bon Scott, Jim Morrison, Keith Moon, Phil Lynott, Kurt Cobain e Layne Staley são só alguns dos exemplos mais conhecidos.


Prescrição temporal

Há quem use o tempo para passar o pano em atitudes por vezes criminosas de astros do rock. E a justificativa é utilizada, principalmente, de duas formas distintas.

A primeira é que, na opinião de muitos, tais casos já se prescreveram com o tempo. "Caducaram", em linguagem mais acessível. É como se os músicos não pudessem mais ser cobrados pelas atitudes infelizes no passado - embora Kevin Spacey tenha sido exilado de Hollywood, inicialmente, graças a algo feito na década de 1980.

Entretanto, esse tipo de crime não se prescreve nem mesmo perante a lei. Nos casos de Hollywood, Spacey e Harvey Weinstein estão sendo investigados oficialmente, por departamentos de polícia americanos e britânicos, pelas acusações feitas na imprensa.

A segunda explicação é ainda mais pessoal e opinativa para quem a defende: muitos acreditam que os tempos eram outros. Isso justificaria, por exemplo, os diversos casos de rockstars efebófilos, que se relacionavam com adolescentes - e, em alguns casos, ganhavam ares de legalidade após pedirem a guarda das garotas para seus pais, como fizeram Steven Tyler, Elvis Presley e Jerry Lee Lewis, entre outros.

Todavia, no que diz respeito a ambas as explicações (prescrição ou aceitação cultural de décadas atrás), fazer uso do tempo para passar o pano em atitudes erradas é a mais infundada, pois crimes sempre foram crimes. Relacionamentos abusivos e manifestações preconceituosas, só para ficar nos mais frequentes, sempre foram condenáveis perante a lei - seja nos anos 1950 ou nos dias de hoje.


Independência

O rock ganhou um caráter independente nas últimas décadas, potencializado com o crescimento da internet e suas redes sociais, bem como a popularização de recursos para gravação de áudio. Hoje em dia, tornou-se mais fácil registrar um disco e lançar ao mundo.

E não foram só as novas gerações de músicos que entenderam isso. Há diversos artistas, de portes de carreira distintos, que atuam de forma independente, sem vínculo com grandes companhias.

Para se ter ideia, Phil Anselmo foi duramente criticado por sua saudação nazista no início de 2016. Contudo, apesar das consequências inevitáveis, o vocalista deu sequência aos seus trabalhos da forma mais normal que era possível. Ele descansou sua imagem por um período, mas, ainda em 2016, lançou um novo álbum com o Superjoint Ritual, Caught Up in the Gears of Application, e seguiu fazendo shows. Isso foi possível porque Anselmo tem uma carreira autogerenciada e é dono de um selo fonográfico, o Housecore Records.

O caso de Phil Anselmo nunca poderia ser aplicado no mercado de Hollywood, dominado por grandes empresas que temem perder dinheiro a partir de alguma repercussão negativa. As rápidas ações contra Harvey Weinstein e especialmente contra Kevin Spacey comprovam isso. O filme do qual Spacey foi apagado, Todo o Dinheiro do Mundo, tem grandes chances de ser indicado ao Oscar e, por isso, a produção agiu de forma tão ágil ao removê-lo. A Netflix, que faz House of Cards, também está de olho na grande premiação, embora seus filmes e séries não tenham grande histórico de indicações. Além disso, a plataforma de streaming tem um público nitidamente mais jovem e mais propenso a julgar negativamente a empresa por alguma atitude não tão enérgica.

Isso não se aplica ao rock, muito menos na indústria musical como um todo, que deixou de depender de grandes corporações - exceto no caso de artistas imensos, do porte do U2 ou dos Rolling Stones, que ainda contam com uma estrutura típica de estúdios de Hollywood por trás.


Faltam referências

Embora sejam considerados gênios no que fazem, muitos rockstars demonstram ter tanta inteligência e articulação quanto jovens jogadores de futebol, notáveis por entrevistas travadas e de pouco conteúdo. Duvida? Basta acompanhar algum depoimento de astros como David Lee Roth, os irmãos Gallagher, Peter Criss, membros do Mötley Crüe, Ozzy Osbourne e Sebastian Bach, entre outros.

Existem poucos exemplos a serem seguidos no meio do rock. Alguns, curiosamente, ganharam notoriedade no heavy metal. São raros os nomes como Bruce Dickinson, que são dotados de diversas funções fora da música, obtiveram destaque longe de polêmicas e realmente parecem dizer algo em suas entrevistas. E isso ocorre porque o próprio meio não facilita a ascensão de "vida inteligente" - afinal, a devassidão é exaltada. Não há como cobrar muito de um segmento assim.


Concluindo

No fim das contas, os motivos supracitados e outras razões corroboram para que o rock nunca testemunhe uma caça às bruxas. O estilo foi criado e perpetuado em um meio que é abusivo de inúmeras formas.

Reforço que não sou, exatamente, um entusiasta de uma ação de caça às bruxas no rock, nem mesmo em Hollywood. Operações do tipo costumam ser tendenciosas e seletivas. No caso de Hollywood, por exemplo, Kevin Spacey foi praticamente exilado por crimes que outros atores, cineastas e até magnatas já cometeram.

Por outro lado, gostaria de ver, mesmo que em longo prazo, uma mudança ideológica por parte dos fãs do estilo. Não é que todo mundo precise virar santo, mas precisamos, mesmo, exaltar certa cultura de devassidão - e não soa canalha fazer isso quando estamos tão distantes? É como esperar a baixaria rolar em prol de satisfação pessoal, independente dos danos a quem esteja envolvido.





Bill Ward cancela turnê e é hospitalizado com problemas cardíacos

terça-feira, novembro 21, 2017

A nova banda de Bill Ward, o Day of Errors, cancelou a sua atual turnê devido aos problemas de saúde do baterista Bill Ward. O ex-integrante do Black Sabbath foi hospitalizado com sérios problemas cardíacos, relatados pelo próprio músico como algo que ele nunca havia experimentado antes.

É importante lembrar que quando o Black Sabbath anunciou o retorno de sua formação original Ward estava incluído, mas foi afastado alguns meses depois. O músico postou um monte de textos falando que havia sido injustiçado, enquanto a banda sempre sustentou que o baterista não tinha mais condições de saúde para aguentar um turnê mundial como a que o Sabbath estava planejando.

20 de nov de 2017

Valeu, Malcolm!

segunda-feira, novembro 20, 2017

Em 1985, entrei em uma loja da rede Imcosul (ou seria a Mesbla? Ah, maldita memória …) com o dinheiro para dois discos de vinil. Havia ganhado a grana de presente de aniversário. E apesar de já estar em novembro, ainda mantinha bem vivo na mente o impacto daquilo que havia presenciado no início do ano (ainda que pela TV, mas isso é só um detalhe).

Apesar de ter adorado os shows do Iron Maiden, Scorpions e Queen no primeiro Rock in Rio, foi a apresentação do AC/DC que me fez ficar vidrado. A banda australiana foi o meu primeiro amor como ouvinte de música. E ao entrar naquela loja com o dinheiro contado, já sabia o que queria: dois LPs do AC/DC. Os escolhidos foram ’74 Jailbreak e For Those About to Rock (We Salute You).

Esses dois discos foram os primeiros álbuns de rock que comprei na vida. Antes deles, o único item da minha iniciante coleção era o fenomenal Thriller, do Michael Jackson. Jailbreak e FTATR foram a razão por eu me apaixonar pela música e o início de toda a minha relação com LPs, CDs e tudo mais. Eles foram os responsáveis por me fazer comprar discos e discos ao longo dos anos, ler e ler sobre o assunto e querer também escrever sobre o tema. Em última instância, eles foram os responsáveis pelo surgimento da Collectors Room. Sem o AC/DC, esse site não existiria.


Malcolm Young se foi. Morreu vítima da demência, que nos últimos anos o levou a se afastar da banda que construiu ao lado do irmão Angus e de lendas como Bon Scott e Brian Johnson.

O AC/DC representa muito mais do que música na minha vida. Representa tanto que nem sei se consigo colocar em palavras. Por isso, a morte de Malcolm doeu e chocou, apesar de já ser algo que já deveria estar esperando.

Chega de escrever. O legado de Malcolm Young não pode ser traduzido em palavras. Mas pode ser escutado, todos os dias, através do imenso testamento que ele deixou com o AC/DC. Por isso, ao invés de tentar ficar encontrando palavras para expressar o que sinto, decidi buscar as músicas que mais gosto do AC/DC e compartilhar com vocês na playlist abaixo.

Este é meu tributo a Malcolm Young. Eterno e em alto e bom som.

Os 40 melhores discos de 2017 segundo a Decibel Magazine

segunda-feira, novembro 20, 2017

Principal revista norte-americana dedicada ao metal underground, a Decibel traz em sua nova edição a sua lista de melhores discos do ano. Como sempre, as escolhas estão repletas de bandas pouco comentadas aqui no Brasil, onde a dita "mídia especializada" em metal é muito mais aberta à uma sonoridade mais tradicional e não tão extrema.

Para saber mais sobre a Decibel, clique aqui.

E aquela dica de sempre: uma lista como essa não existe para validar a sua opinião. Se você está procurando por algo nessa linha, provavelmente irá se decepcionar. Agora, se você encara este período de listas de melhores do ano como uma ótima oportunidade para conhecer novos discos, irá se deliciar com as escolhas da revista.

Estes foram os melhores discos de 2017 segundo a Decibel:

40 The Lurking Fear - Out of the Voiceless Grave
39 Woe - Hope Attrition
38 Pyrrhon - What Passes for Survival
37 Power Trip - Nightmare Logic
36 Ufomammut - 8
35 Disharmony - Goddam the Sun
34 Wormwitch - Strike Mortal Soul
33 Propagandhi - Victory Lap
32 Farsot - Fali-Lure
31 Napalm Raid - Wheel of War
30 Oxbow - Thin Black Duke
29 Loss - Horizonless
28 Lock Up - Demonization
27 With the Dead - Love from With the Dead
26 Dreadnought - Awake in Sacred Waves
25 Cannibal Corpse - Red Before Black
24 Wampyrinacht - We Will Be Watching Les Cultes de Satan et Les Mysterères de la Mort
23 Midnight - Sweet Death and Ecstasy
22 Pagan Altar - The Room of Shadows
21 Artificial Brain - Infrared Horizon
20 Cloak - To Venomous Depths
19 Akercocke - Renaissance in Extremis
18 Enslaved - E
17 Cormorant - Diaspora
16 Myrkur - Mareridt
15 Dodecahedron - Kwintessens
14 Obituary - Obituary
13 Craven Idol - The Shackles of Mammon
12 Kreator - Gods of Violence
11 Bell Witch - Mirror Reaper
10 Converge - The Dusk in Us
9 Wolves in the Throne Room - Thrice Woven
8 Full of Hell - Trumpeting Ecstasy
7 Immolation - Atonement
6 Spectral Voice - Eroded Corridors of Unbeing
5 Integrity - Howling for the Nightmare Shall Costume
4 Necrot - Blood Offerings
3 Pallbearer - Heartless
2 Spirit Adrift - Curse of Conception
1 Paradise Lost - Medusa

Os 50 melhores discos de 2017 na opinião da Mojo

segunda-feira, novembro 20, 2017

Revista de música mais vendida no Reino Unido, a Mojo também divulgou a sua lista de melhores discos do ano. Abaixo estão os 50 álbuns eleitos pela redação da publicação como os mais representativos de 2017.

Para saber mais sobre a Mojo, clique aqui.

E abaixo você confere o top 50 do ano segundo a Mojo Magazine:

50 Wrongtom & The Ragga Twins - In Time
49 The War on Drugs - A Deeper Understanding
48 Father John Misty - Pure Comedy
47 Roger Waters - Is This the Life We Really Want?
46 Mogwai - Every Country’s Sun
45 Wolf Alice - Visions of a Life
44 Kate Bush - Before the Dawn
43 Shabazz Palaces - Quazarz: Born on a Gangster Star / Quazarz vs. The Jealous Machines
42 Foo Fighters - Concrete and Gold
41 Endless Boogie - Vibe Killer
40 Beck - Colors
39 Kelley Stoltz - Que Aura
38 Oumou Sangaré - Mogoya
37 Paul Weller - A Kind Revolution
36 Wire - Silver/Lead
35 Sampha - Process
34 The Magnetic Fields - 50 Song Memoir
33 Randy Newman - Dark Matter
32 Tamikrest - Kidal
31 Susanne Sundfør - Music for People in Trouble
30 The Bug vs Earth - Concrete Desert
29 Perfume Genius - No Shape
28 Julie Byrne - Not Even Happiness
27 Jason Isbell & The 400 Unit - The Nashville Sound
26 Tony Allen - The Source
25 Laura Marling - Semper Femina
24 Oh Sees - Orc
23 Songhoy Blues - Résistance
22 Peter Perrett - How the West Was Won
21 Thundercat - Drunk
20 Richard Dawson - Peasant
19 Aimee Mann - Mental Illness
18 Mark Lanegan Band - Gargoyle
17 Binker and Moses - Journey to the Mountain of Forever
16 Courtney Barnett & Kurt Vile - Lotta Sea Lice
15 Sparks - Hippopotamus
14 This is the Kit - Moonshine Freeze
13 Ghostpoet - Dark Days + Canapés
12 The National - Sleep Well Beast
11 The Moonlandingz - Interplanetary Class Classics
10 Aldous Harding - Party
9 Sleaford Mods - English Tapas
8 Hurray for the Riff Raff - The Navigator
7 Kendrick Lamar - Damn
6 Saint Vincent - Masseduction
5 Jane Weaver - Modern Kosmology
4 A Tribe Called Quest - We Got It From Here … Thank You 4 Your Service
3 Queens of the Stone Age - Villains
2 Nadia Reid - Preservation
1 LCD Soundsystem - American Dream

18 de nov de 2017

Morre Malcolm Young, fundador do AC/DC

sábado, novembro 18, 2017

O AC/DC acabou de anunciar através de suas redes sociais a morte de Malcolm Young. O guitarrista, que criou a banda ao lado de seu irmão Angus em 1973, sofria de demência nos últimos anos.

O músico tinha apenas 64 anos.


Essa doeu fundo. Malcolm era a força motriz da banda ao lado do seu irmão. Os riffs que a gente adora e canta junto até hoje vieram da parceria entre os brothers e parceiros de vida.


O comunicado oficial do AC/DC pode ser lido abaixo:


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