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15 de fev de 2018

Review: Tribulation - Down Below (2018)

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

O occult rock tomou o cenário do metal de assalto em 2010 com o lançamento do primeiro disco do Ghost, Opus Eponymous. Na esteira do sucesso dos mascarados suecos vieram diversas outras bandas, algumas com trabalhos realmente bons e muitas apenas surfando a onda do momento.

O Tribulation se enquadra no primeiro caso. Também natural da Suécia, a banda nasceu em 2004 mas estreou apenas em 2009, com o lançamento do álbum The Horror. Porém, foi apenas a partir de seu segundo disco, The Formulas of Death (2013), que mais e mais pessoas começaram a prestar atenção no grupo, foco esse alavancado com a aclamação recebida pelo terceiro trabalho, o ótimo The Children of the Night (2015).

Isso deve ficar ainda maior com Down Below, quarto álbum do quarteto, lançado no final de janeiro pela Century Media. Com nove canções distribuídas em pouco menos de 47 minutos, o disco mostra que a evolução da banda segue firme. Mantendo as doses generosas de melodia que conquistaram apreciadores de outras vertentes do peso, o Tribulation entrega uma sonoridade ainda mais refinada harmonicamente, mas que consegue manter o clima sujo e sombrio dos discos anteriores, além dos charmosos timbres vintage.

Musicalmente as faixas seguem a escola padrão do occult rock e não são tão agressivas e pesadas, investindo mais nas já mencionadas melodias e na criação de atmosferas soturnas, seja através de passagens instrumentais fantasmagóricas ou trechos que bebem direto em trilhas clássicas de filmes de terror, como é possível perceber no piano de “Subterranea”, por exemplo. O uso de introduções climáticas é constante, porém jamais maçante. A banda conhece o poder deste recurso e sabe usá-lo bem. O som tem espaço para respiros, com todos os instrumentos soando bem, além de apresentar influências de ótimos nomes como Bauhaus e Sisters of Mercy.

O verdadeiro terror do Tribulation está nas letras, que exploram histórias de medo repleta de seres e situações medonhas, cantadas pelo gutural do vocalista Johannes Andersson. Suas interpretações, ainda que não sejam tão carregadas e teatrais quanto as de Papa Emeritus, compensam com uma doce agressividade, se é que esse termo existe.

E no meio de tudo a banda ainda encaixa uma linda faixa instrumental chamada “Purgatorio”, que um desavisado poderia confundir como algo composto por Danny Elfman.

Se você conheceu o Tribulation através de The Children of the Night, tenho certeza de que irá adorar o que a banda fez em Down Below.

Embarque e venha junto nessa jornada pelo mundo sombrio!

Discoteca Básica Bizz #085: Jerry Lee Lewis - The Essential One & Only Jerry Lee Lewis (1989)

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Um minuto e 51 segundos. Foi o tempo que Jerry Lee Lewis demorou para contar certo por teclas tortas toda a história do rock and roll em "Great Balls of Fire", o menor manifesto definitivo da música pop. Martelando seu piano, ele tornou-se o "Killer" ("assassino") que matava seis milhões de fãs com bolachas de menos de dois minutos. Porém, não há um álbum que contenha todas as obras-primas desse filho de Ferriday, na Louisiana, e aqui as coletâneas são violências necessárias para se conhecer toda a extensão de suas loucuras.

The Essential One & Only Jerry Lee Lewis é uma das várias compilações com o melhor do estuprador de pianos, abrangendo material de 1956 a 1962. Óbvio: como ele sempre foi incomparável, qualquer uma delas teria suas ausências, aqui plenamente compensadas pelas vinte pérolas de Jerry Lee. Melodias que duravam menos que um beijo e traziam o dinheiro que caía pelas suas calças justas, nos primeiros acordes da indústria do rock. Que ganhou muito com ele, mas só retribuiu com alguns discos de ouro.

Mas o verdadeiro toque dourado estava na revolução de "Great Balls of Fire". Otis Blackwell e Jack Hammer escreveram a canção para a fúria profana de Jerry Lee. As lambadas demoníacas que extraía do piano levaram o seu primo - o pastor televisivo Jimmy Swaggat - a perguntar "Como estaria a alma de Lewis?". Ele respondia à sua maneira: acelerando o Cadillac branco pelas ruas de Memphis e assobiando "Breathless".


Seu primeiro compacto, "Crazy Arms", foi gravado em 1956 no mágico estúdio de Sam Phillips, naquela cidade. Na 
mesma gravadora Sun, onde pouco antes garotos como Elvis Presley, Johnny Cash, Roy Orbison e Carl Perkins revelavam o rock and roll. Os "braços loucos" de Lewis eram um r&b com sotaque country. A canção não chegou a parada alguma, nem mesmo às especializadas em country, por ser considerada muito vulgar pelo gosto médio americano.

Mas com "Whole Lotta Shakin' Goin' On", seu segundo single, a história foi diferente: com um minuto a mais do que as "grandes bolas de fogo", a canção vendeu seis milhões de cópias nos EUA, em 1957. Primeiro lugar na parada de country & western, terceiro na de pop, o disco ficou trinta semanas nas listas dos mais vendidos.

"Great Balls of Fire" (o terceiro compacto) repetiu a dose, bem como "Breathless", "High School Confidential" e outros incontáveis hits ao longo de sua carreira, celebrizada pelo diretor americano Jim McBride no filme Great Balls of Fire (1989), com Dennis Quaid no papel de Lewis e o próprio regravando alguns de seus sucessos na trilha sonora.

Jerry Lee escancarou as portas do mercado fonográfico ao subvertê-lo. Queriam mais um guitarrista: ele era um pianista de dedos cheios. Alegre e sensual como o rock. Ao tocar seu instrumento, o "Killer" sugeria algo que fosse feito com a amante. Nos momentos mais alucinados, poderia fazer Elvis parecer um escoteiro ajudando uma mãe americana a atravessar a rua. Afinal, ninguém cantava e tocava como ele pecava.

Texto escrito por Mauro Beting e publicado na Bizz #085, de agosto de 1992

9 de fev de 2018

Mais um exemplo de como a cena metal aqui no Brasil é cheia de quarentões que parecem crianças mimadas

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Fui surpreendido ao me deparar hoje pela manhã com uma promoção no mínimo pitoresca nas redes sociais. Veiculada pelo Wikimetal, um dos maiores sites brasileiros sobre música pesada, a promo se chama Tô Cagando pro Carnaval e convida os leitores a tiraram uma foto sentados na privada e compartilharem a imagem usando a hashtag com o nome da promoção.

Sim, você leu o parágrafo acima, por mais surreal que ele realmente pareça. Questionei o site sobre essa ideia tão desastrosa, que parece saída da mente de uma criança de 8 anos e não de um dos maiores sites brasileiros sobre heavy metal e que é tocado por homens adultos na faixa dos 40 anos, e a resposta que recebi você pode ler nos tweets abaixo:




O resultado da conversa, como dá pra ver acima, não ajudou muito, pois segui com a sensação de que estava trocando ideias com uma criança, e ainda por cima mimada. No entanto, para minha surpresa, a página que promovia a promo no site dos caras foi retirada do ar momentos depois. Não sei se a razão disso foi a repercussão negativa que já estava rolando na page deles lá no Facebook ou qualquer outro motivo. No entanto, a página no FakeMetal continua ativa.



O fato é que esse é só mais um dos exemplos do quão infantilizada, atrasada e preconceituosa é a cena metal brasileira. E isso vale para a imensa maioria dos sites, revistas e fãs, infelizmente. O carnaval é a maior festa do Brasil, contagia milhões de pessoas e gera momentos lindos. Tem gente que gosta e tem gente que não gosta. E fim de papo. Agora, postar mensagem em redes sociais no nível do que o tal site fez é de uma arrogância e uma bobagem tão grandes que, sinceramente, me faltam palavras para definir. E o argumento do cidadão, como dá pra ver na “troca de ideias”, também não anima a uma discussão mais profunda.

O rock e o heavy metal já são estigmatizados no Brasil. E “ideias” como essa do Wikimetal não ajudam em nada a mudar isso. Tem vezes em que esse contexto todo dá um desânimo, e dos grandes. Mas infelizmente essa é a cena metal do nosso Brasil varonil: cada vez mais conservadora, preconceituosa, infantil, acéfala e burra.


E a vida segue ... sempre com música boa, cabeça aberta e coração feliz, que é o que realmente importa.

Brownout, a versão funk do Black Sabbath

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

A influência do Black Sabbath é conhecida por todos. Da criação do heavy metal ao impacto profundo na cultura pop, a banda inglesa é um dos maiores nomes da história da música. Todo mundo sabe disso.

O que talvez nem todo mundo saiba é da existência do combo texano Brownout. Natural de Austin, o grupo está na ativa desde a segunda metade dos anos 2000 e executa um funk com pitadas latinas e rockeiras de primeira. 

Mas o pulo do gato e assunto deste post é a relação entre o Black Sabbath e o Brownout. Os caras lançaram em 2014 o seu quarto disco, Brownout Presents Brown Sabbath. Trata-se de um álbum em homenagem ao Sabbath com versões cheias de personalidade para sete clássicos da banda britânica, incluindo desconstruções antológicas para hinos do quilate de “The Wizard”, “Iron Man” e “N.I.B.”. A ótima recepção do projeto motivou os cowboys a lançarem o segundo volume, que saiu em 2016 com o título de Brownout Presents Brown Sabbath Vol. II. Dessa vez, as releituras abrangeram faixas como “Snowblid”, “Sabbath Bloody Sabbath” e “Symptom of the Universe”.

Como falei antes, não sei se muita gente chegou a ouvir esses dois discos e esse texto tem justamente esse objetivo: apresentar dois álbuns bem legais e um tanto inusitados, e que certamente explodirão cabeças.

Ambos estão disponíveis no Spotify e nos players abaixo, então boa diversão:

8 de fev de 2018

Nova música e novo disco do Black Stone Cherry

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

O Black Stone Cherry lançará dia 20 de abril o seu sexto disco, intitulado Family Tree. O álbum foi gravado no Kentucky, estado natural da banda, e foi produzido pelos próprios músicos. O título estará disponível em CD, LP e nos formatos digitais.

O trabalho conta com a participação especial de Warren Haynes, do Gov’t Mule, na faixa “Dancing in the Rain”.

O primeiro single de Family Tree, a faixa “Burnin’", pode ser ouvida abaixo:

Review: Angra - Ømni (2018)

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Nono álbum do Angra, Ømni marca também um novo capítulo na história da banda, já que é o primeiro disco do grupo sem o guitarrista Kiko Loureiro, que saiu em 2015 para integrar o Megadeth. Marcelo Barbosa, ex-Almah, é o seu substituto.

Ømni é o sucessor de Secret Garden e o segundo álbum do Angra a contar com o vocalista Fabio Lione. Gravado na Suécia, o trabalho foi produzido novamente por Jens Bogren (Kreator, Myrath, Babymetal), o mesmo de Secret Garden (2014). O disco vem com onze faixas e conta com as participações especiais de Sandy e Alissa White-Gluz (vocalista do Arch Enemy), ambas na faixa “Black Widow’s Web”, e do próprio Kiko Loureiro em “War Horns”.

Trata-se de um álbum conceitual construído através de pequenas histórias de ficção científica que se passam em diversas épocas do tempo de maneira simultânea. O ponto principal da trama é a ideia de que a percepção e a cognição humanas serão alteradas por uma inteligência artificial no ano de 2046, mudando assim a forma como vemos e nos relacionamos com o mundo e possibilitando que as pessoas transitem por diferentes momentos temporais. Dessa maneira, segundo a banda, Ømni (que em latim significa “tudo”) conecta as histórias e ideias apresentadas em Holy Land (1996), Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004).

Todo esse contexto por trás do álbum faz com que, em um primeiro momento, as canções de Ømni pareçam atirar para diversos caminhos distintos, causando a sensação de que falta uma certa unidade ao disco. No entanto, a audição mais apurada e, sobretudo, sem pressa do trabalho, revela que as coisas não são assim. Ømni é um trabalho que apresenta uma grande variedade musical, buscada de maneira consciente pelo quinteto. São canções fortes e bem construídas, embaladas em uma sonoridade moderna e atual. Tudo isso faz com que o disco seja, facilmente, o melhor trabalho do Angra deste Temple of Shadows.

Um dos pontos questionáveis não apenas em Ømni, mas na atual formação do Angra, é a presença do vocalista Fabio Lione, ex-Rhapsody. Ainda que o timbre e as interpretações um tanto exageradas do italiano soem realmente mais integradas ao som do grupo neste novo trabalho, em alguns momentos ele parece um peixe fora d’água na mistura, como em "Insania". Porém, como já dito, existe uma evolução em relação à Secret Garden, onde essa sensação incômoda era muito mais forte.

Musicalmente o Angra trilha diversos caminhos em Ømni, olhando para o passado e trazendo alguns dos ingredientes mais marcantes de sua sonoridade. A abertura com “Light of Transcendence” é metal melódico na essência, com as conhecidas influências clássicas da banda, porém com uma pegada atual. Em “Travelers of Time” temos outro ótimo momento, um prog com percussão sutil em sua introdução e grande variedade de melodias no seu desenrolar. A presença de harmonias entre as guitarras de Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa também é motivo de destaque.

Na sequência vem a tão comentada “Black Widow’s Web”, que traz as participações especiais de Sandy e Alissa White-Gluz. Sandy soa afinada como sempre, mas a sua participação só deve repercutir aqui no Brasil mesmo, porque ela pouco agrega à canção. O destaque na “música da Sandy” é mesmo Alissa e seu gutural demoníaco, que cria um interessante contraste não apenas com a voz limpa de Lione mas também com o intrincado instrumental onipresente no Angra.

A pegada clássica retorna em “Insania”, enquanto em “The Bottom of My Soul” temos Rafael assumindo os vocais em uma faixa com uma pegada mais contemplativa e com elementos de prog clássico. Já “War Horns” vem com Kiko Loureiro na guitarra e soa realmente como uma espécie de encontro entre o Megadeth e o Angra atuais, tanto pelos riffs pesados e agressivos quanto pelas generosas doses de melodia.

Um destaque imediato fica com “Caveman”, que retoma a aclamada sonoridade de Holy Land com um foco bastante percussivo e com direito a um trecho da letra cantado em português. Quando o Angra se aventura por essas explorações étnicas, inserindo a música brasileira no metal, invariavelmente o resultado é interessante, e aqui não foi diferente.

“Magic Mirror” vem com um tempero prog e agradará os fãs do Dream Theater. “Always More” é uma balada um tanto quanto esquecível cantada por Rafael e com participação também de Fabio, onde o excesso de sacarose não ajuda em nada na digestão. O contrário acontece em “Silence Inside”, outra com forte pegada prog em seus mais de oito minutos de duração e grande performance instrumental de todos os envolvidos. O encerramento se dá com “Infinite Nothing”, uma faixa clássica que traz melodias de diversas músicas do disco em uma conclusão adequada ao que a banda se propôs a explorar durante todo o álbum.

Ømni é um álbum que explora caminhos musicais variados, porém coerentes com a trajetória do Angra. O trabalho de composição é acima de média, com um ou outro deslize devidamente apontados no texto. Lione soa mais adequado ao universo da banda, ainda que esse processo possa (e deva) evoluir nos próximos anos. Marcelo Barbosa estreia muito bem, não deixando saudades de Kiko Loureiro. De modo geral, como já afirmei acima, é facilmente o melhor disco do Angra em quase 15 anos, desde Temple of Shadows.

Uma surpresa inesperada, e que me agradou bastante.

Com todas as letras, Paul Stanley afirma que o Kiss pode continuar sem ele

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

O vocalista e guitarrista Paul Stanley deixou bem claro o que pensa sobre o futuro do Kiss em entrevista para a Billboard. No papo, o Starchild afirmou que a banda poderá seguir sem ele (e possivelmente também sem Gene) nos próximos anos.

Veja o que Stanley declarou: “O pensamento de eu não estar envolvido certamente vem à mente. Não tenho certeza sobre a ideia do Kiss acabar. Construímos algo tão icônico que certamente transcende qualquer um dos músicos envolvidos, então eu posso certamente não me ver aí no futuro, e falo isso seriamente. Houve um tempo em que as pessoas disseram que tínhamos de ser só nós quatro - eu, Gene, Ace e Peter -, e essas pessoas já estão 50% erradas. Então, aposto que as outras ausências também poderão ser superadas. Eu não quero sair de casa. Tenho uma família, filhos e, honestamente, acho que a minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. À medida em que envelhecemos percebemos que a vida terá um fim e sou eu que escolho o que quero fazer nesse momento”.

E aí, o que você pensa de um Kiss sem Paul e Gene no futuro, com outros músicos encarnando os personagens Starchild e Demon?

Frank Bello revela que o Slayer já pensava em aposentadoria há tempos

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Conversando com a RadioactiveMikeZ, Frank Bello, baixista do Anthrax, revelou que o Slayer já estava pensando em aposentadoria há um bom tempo.

De acordo com Frank: “Está acontecendo já há algum tempo. Conheço esses caras muito bem, eles são bons amigos, especialmente Kerry. E eles estão falando sobre a aposentadoria há bastante tempo. Estou realmente surpreso por essa história ter surgido só agora, mas você sabe, o Slayer nunca morrerá. Esse negócio de turnês é realmente bastante cansativo. Muitas pessoas pensam que é como viver um sonho, e a melhor parte disso é o show. O resto, as viagens … Felizmente temos nossos próprios ônibus e todas essas coisas agradáveis. Mas ficar longe da família - e todos nós temos famílias -, tudo isso entra em jogo. E o desgaste ... não é mais tão fácil como costumava ser, mas entendo. Eu ainda não estou pronto para fazer isso, porque eu realmente gosto disso. Mas tudo é difícil para a família, para o seu corpo. Mas é o que é, e eu ainda estou me divertindo fazendo tudo isso”.

O Slayer anunciou a sua turnê de despedido com shows especiais que contarão com a presença de Lamb of God, Anthrax, Behemoth e Testament.

Chickenfoot deve entrar em estúdio nos próximos meses, segundo Joe Satriani

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Joe Satriani deu uma entrevista para a WRIF Radio, de Detroit, e falou sobre os planos de gravar um novo álbum do Chickenfoot ao lado de Sammy Hagar, Michael Anthony e Chad Smith.

Todos nós … e quando falo nós estou me referindo a Chad, Mike e eu, estamos tentando convencer Sammy a passar um tempo com a gente trabalhando em novas músicas. Acho que ele quer fazer isso, mas está ocupado com um monte de outras coisas. Então, temos que ir que ver se ele tem como encaixar algumas sessões. Acho que isso deve acontecer durante o verão (Nota do Editor: o nosso inverno aqui no hemisfério sul). Parece que todos nós vamos ter uma pausa nessa época e então vamos ver se conseguimos entrar em estúdio”.

O último álbum de estúdio do Chickenfoot foi lançado em 2011.

7 de fev de 2018

Cliff Burton Day é oficializado em memória ao lendário baixista do Metallica

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

O Conselho Consultivo do Condado de Alameda, na California, aprovou por unanimidade a criação do Cliff Burton Day. A data é uma homenagem ao falecido baixista do Metallica, falecido aos 24 anos em um acidente ocorrido na Suécia no dia 27 de setembro de 1986.

Natural de Castro Valley, cidade que faz parte do Condado, Cliff ganha a homenagem que relembra a data do seu nascimento, ocorrido em 10 de fevereiro de 1962. 

A partir de agora, todo dia 10/02 será o Dia de Cliff Burton na região (e também em nossos coração, não é mesmo?).



Dokken anuncia álbum ao vivo com formação clássica

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

O Dokken lançará dia 20 de abril pela Frontiers Records o ao vivo Return to the East Live (2016). O disco, como o título antecipa, foi gravado ao vivo em outubro de 2016 durante o show da banda no Loud Park Festival, no Japão.

A banda contava com a sua formação clássica na época: Don Dokken, George Lynch, Jeff Pilson e Mick Brown. Um dos maiores nomes do hard rock norte-americano durante os anos 1980, atualmente o grupo traz Don e Mick ao lado do guitarrista Jon Levin e do baixista Chris McCarvill.

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