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20 de jun de 2018

Robert Plant recusou convite para atuar em Game of Thrones

quarta-feira, junho 20, 2018

Em longa entrevista ao jornalista canadense George Stroumboulopoulos, Robert Plant revelou que recusou um convite para atuar em Game of Thrones. A série de HBO, que é um fenômeno de audiência, já contou com as participações de músicos do Mastodon, Bastille e Ed Sheeran.

Segundo Plant: “Não me sentiria muito bem fazendo parte do enredo. Quer dizer, eu comecei essa merda toda. ‘Immigrant Song’ faz parte de um intercâmbio cultural do Led Zeppelin com o governo islandês”. 

A letra de “Immigrant Song” mostra a perspectiva a partir do olhar de um viking nórdico, tema semelhante ao da série derivada dos livros de George R.R. Martin. Além disso, o Led Zeppelin buscou inspiração na obra do escritor J.R.R. Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis, para as letras de “Misty Mountain Hop”, “Ramble On”, “The Battle of Evermore” e outras canções. Para quem não sabe, Tolkien é uma das principais influências de George R.R. Martin, autor dos livros da série Game of Thrones.

A entrevista completa pode ser assistida abaixo:


Intrínseca confirma o lançamento de dois novos encadernados de Black Hammer

quarta-feira, junho 20, 2018

A Intrínseca vai lançar o segundo e o terceiro volumes de Black Hammer, a premiada graphic novel de Jeff Lemire, Dean Ormston e Dave Stewart. The Event e Age of Doom ainda não possuem data nem título em português confirmados. O primeiro volume, Origens Secretas, chegou às livrarias brasileiras no início de maio.

Abraham Slam, Menina de Ouro, Coronel Weird, Madame Libélula e Barbalien eram os maiores heróis do mundo, mas depois da grande batalha final ficaram presos em uma cidade rural. Mesmo depois de dez anos, eles ainda não descobriram como chegaram lá e, principalmente, por que não conseguem sair. Seu antigo líder tentou escapar desse misterioso purgatório, mas teve um trágico fim.

Eleita a Melhor Série Original de 2017 pelo Eisner Awards, principal prêmio internacional de quadrinhos, Black Hammer faz referências aos heróis da era de ouro de HQs. Seus personagens são complexos e humanos, e a maestria de Dave Stewart ao brincar com cores fortes e impactantes acompanha os dilemas dos personagens.

O primeiro volume, Origens Secretas, reúne os primeiros seis fascículos originais e conta ainda com posfácio do autor, perfis da construção de personagens e esboços originais.





Paul McCartney anuncia novo álbum e mostra duas novas músicas

quarta-feira, junho 20, 2018

Dois dias após completar 76 anos, Paul McCartney anunciou o lançamento de seu novo disco. Egypt Station chegará às lojas dia 7 de setembro pela Capitol Records. O álbum será o décimo-sétimo trabalho solo do Beatle e sucede New, lançado em 2013.

Falando sobre o título, o vocalista e baixista declarou: "Eu gostei das palavras Egypt Station. Me lembra os álbuns de verdade que costumávamos fazer. Egypt Station começa na estação, na primeira música, e cada uma das músicas é uma estação nova. Então nos deu uma base para as músicas ao redor disso. Eu penso como estações imaginárias de onde cada música sai”.

Paul também divulgou duas canções que estarão em Egypt Station. “Come On To Me” é um legítimo rock McCartiano, com linhas vocais grudentas e um ótimo refrão. Já “I Don’t Know” é uma faixa mais lenta e com uma pegada bem Beatle, e que deve cair no gosto dos fãs de imediato.

Você pode ouvir “Come On To Me” e “I Don’t Know” abaixo:

Review: Apocalyptica - Shadowmaker (2015)

quarta-feira, junho 20, 2018

Quando surgiu com o álbum Plays Metallica by Four Cellos (1996), o quarteto finlandês chamou a atenção ao apresentar uma proposta inédita: recriar alguns dos clássicos da banda norte-americana apenas com um quarteto de cordas e de forma instrumental. A proposta deu certo e o disco caiu no gosto dos fãs de metal, viabilizando ao Apocalyptica uma carreira mais longa.

No entanto, a fórmula do primeiro álbum evidentemente não teria uma vida tão longa assim, e a banda se viu obrigada a evoluir a sua música e a inserir novos elementos em sua sonoridade. Isso foi feito trazendo os instrumentos característicos do metal - guitarra, baixo e bateria - e com a inclusão de um vocalista, porém mantendo o aspecto “clássico”, por assim dizer, da sua música. Todo esse processo foi acontecendo de maneira gradativa ao longo dos anos até chegar em Shadowmaker, primeiro trabalho a trazer essa nova proposta na íntegra de maneira efetiva.

Lançado em 17 de abril de 2015, Shadowmaker é o oitavo disco do Apocalyptica e o primeiro trabalho da banda a trazer apenas um vocalista - no caso o norte-americano Franky Perez. Experiente, Perez foi guitarrista do Scars on Broadway - banda formada pelo guitarrista e baterista do System of a Down, respectivamente Daron Malakian e John Dolmayan - e possui uma carreira solo que já rendeu três discos. Além disso, colaborou com Slash na banda solo do guitarrista do Guns N’ Roses e com outros nomes conhecidos.

O que o Apocalyptica faz em Shadowmaker é uma atualização da sua música, e Perez é um dos elementos principais. Para mim, isso acabou sendo um problema, pois o timbre do vocalista não me agradou muito. Um tanto quanto agudo e sem agressividade, apesar das boas interpretações, achei o vocal o ponto baixo desse disco. No aspecto instrumental temos a banda conseguindo equilibrar bem o lado clássico e a pegada metal, criando uma sonoridade que desce sem sustos. Vale mencionar que, ao consultar outros reviews mundo afora - algo que costumo fazer quando estou analisando um disco -, me deparei com resenhas invariavelmente positivas, então achei interessante compartilhar isso com vocês porque, talvez, a minha implicância com o vocal de Franky Perez possa ter interferido na minha avaliação geral do álbum.

Outro ponto que precisa ser dito é que Shadowmaker não traz nenhuma versão para canções de outros artistas e conta apenas com composições da própria banda. Os caras conseguem variar entre faixas mais agressivas e outras mais lentas, baladas mesmo, como “Holy in My Soul”. No entanto, os melhores momentos, ao meu ver, acabam aparecendo quando a banda explora o seu diferencial, que está no quarteto de cordas que a tornou conhecida. Isso acontece de maneira exemplar nas instrumentais “Riot Lights” e “Till Death Do Us Part”, além de um trecho particularmente bastante inspirado e bonito na música que dá título ao disco.

De modo geral, achei Shadowmaker um álbum apenas mediano. É louvável o desejo do Apocalyptica em se aventurar por novos caminhos, mas como disse antes, a inclusão de Franky Perez não me pareceu a escolha mais acertada. Talvez um vocalista com um timbre mais agressivo geraria um contraste melhor com o instrumental refinado e inspirado na música clássica que sempre marcou o Apocalyptica.

O disco foi lançado no Brasil pela Hellion Records.

Estão chegando dois novos boxes com material ao vivo do Grateful Dead

quarta-feira, junho 20, 2018

Dois novos boxes com material ao vivo do Grateful Dead serão lançados dia 7 de setembro. Portland Memorial Coliseum, Portland OR, 5/19/74 vem com 6 LPs e traz a apresentação completa da banda norte-americana no Portland Memorial Coliseum no dia 19 de maio de 1974. Trata-se de um show que nunca foi lançado oficialmente e que será disponibilizado apenas nesta caixa com 6 vinis de 180 gramas e prensagem limitada a 7.500 cópias.

Pacific Northwest ’73-74′: Believe It If You Need It vem com 19 CDs e estará à venda somente através do site do grupo. O material vem de concertos realizados em Portland, Seattle e Vancouver entre junho de 1973 e maio de 1974. Esta caixa será limitada a 15 mil cópias, porém uma edição mais enxuta será lançada em CD triplo.


Rock de rua: Astro Venga lança clipe gravado no centro do Rio de Janeiro

quarta-feira, junho 20, 2018

O power trio carioca Astro Venga pertence às ruas. É entre multidões, o caos urbano e a selva de pedra que a banda transborda energia por meio do seu rock instrumental. A sinergia entre os músicos e a cidade é a tônica do videoclipe de "Lêmure", gravado em pleno horário comercial no movimentado calçadão da avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.

"Lêmure" é uma das músicas do disco de estreia do Astro Venga, Transeunte, lançado em novembro do ano passado pela Abraxas Records. O clipe é visceral e captura – em imagem e som -  um dia comum na avenida Rio Branco. Como revela o guitarrista Christian Dias, esta é uma das últimas composições da banda e representa pontualmente a diversidade sonora proposta.

Os diferentes andamentos da música contrastam com a reação da própria banda e da plateia. Das partes introspectivas às mais diretas e pesadas, o vídeo captura desde a irritação de um homem que tenta impedir - em vão e sem razão - a apresentação do Astro Venga na rua, a um senhor engravatado que aplaude a banda ao fim da música.

O Astro Venga é precursor da música de rua no Rio de Janeiro contemporâneo. O lançamento do clipe, explica o guitarrista, faz parte de um novo momento da banda, focada na profissionalização ainda maior do trabalho. “O clipe é bem direto, né? E ali é o centrão comercial do Rio, cheio de camelôs, de transeuntes. Por isso tocamos sempre naquela região”, conta Chris.

A direção é de Diego de La Veja, que também o produziu junto à própria banda e de Luiza Machado. A equipe de filmagem contou com sete pessoas e foram usadas onze câmeras ao todo.

A produção foi exibida pela primeira vez na quinta-feira da semana passada, após um show da banda no Rio de Janeiro. “O clipe passou num telão, logo após a nossa apresentação. Deu pra ver a galera curtindo e reagindo às cenas”, fala Chris.

Review: Rik Emmett & RESolution9 - RES9 (2016)

quarta-feira, junho 20, 2018

O álbum RES9 marcou o retorno de Rik Emmett, vocalista, guitarrista e fundador da banda canadense Triumph, um dos nomes mais cultuados do hard e heavy dos anos 1980. O disco saiu lá fora em 2016 e foi lançado no Brasil agora pela Hellion Records. 

E para quem gosta de classic rock é um prato cheio, pois além de trazer Emmett em boa forma o álbum ainda conta com as participações especiais de Alex Lifeson e James LaBrie, respectivamente guitarrista do Rush e vocalista do Dream Theater. Como cereja do bolo, há ainda a presença dos brothers dos tempos do Triumph - o baixista Mike Levine e o baterista Gil Moore -, na música que encerra o play, “Grand Parade”. A banda que acompanha Emmett, o RESolution 9, é formada por Dave Dunlop (guitarra), Steve Skingley (baixo) e Paul DeLong (bateria).

Musicalmente, o que encontramos em RES9 é um hard rock melodioso e com foco nas guitarras. O apelo pop é onipresente, o que aproxima a proposta de Emmett do AOR, porém sem a presença maciça de teclados, o que me agrada bastante. Compositor de mão cheia, Rik segue em grande forma mostrando ideias que agradam o ouvinte.

O álbum possui uma dinâmica interessante, variando sempre entre canções mais rápidas e baladas que baixam o tom, sendo que nessas últimas fica evidente que Emmett é, de fato, um hitmaker. Lifeson participa de “Human Race” enquanto LaBrie solta a voz em “I Sing”. Juntos, o Rush e o Dream Theater dividem os holofotes com o anfitrião em “End of the Line”.

Despretensioso na melhor acepção do termo, RES9 é um disco leve e com uma aura muito agradável, permeado por belas melodias e canções que conquistam o coração. Há feeling em sua receita, com notas que passam muito mais pela emoção do que pela técnica - porém, não se engane, pois a performance de todos é exemplar.

Entre as faixas, destaque para o tempero ZZ Top logo na abertura com “Stand Still”, “Human Race”, a balada blues “My Cathedral”, a contemplativa “The Ghost of Shadow Town” (com lindas guitarras) e a ótima “End of the Line”, com Alex Lifeson e James LaBrie.

RES9 é um álbum que surpreende de maneira muito positiva, vale conferir.

A incrível versão do Steve ’n’ Seagulls para “Panama”, clássico do Van Halen

quarta-feira, junho 20, 2018

O peculiar quinteto finlandês Steve 'n' Seagulls divulgou a sua versão para a clássica “Panama”, um dos grandes hinos do Van Halen e uma das músicas mais icônicas do hard rock dos anos 1980.

Como sempre, a banda desconstruiu a estrutura da canção e teceu novos caminhos com instrumentos acústicos como banjo e sanfona.

O Steve 'n' Seagulls foi formado em 2011 e tem como foco recriar canções conhecidas do rock com uma pegada bluegrass e country. Já são dois discos lançados, Farm Machine (2015) e Brothers in Farms (2016).

O resultado é, no mínimo, diferente, como você pode assistir abaixo:

Segunda edição do festival Solid Rock terá Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders

quarta-feira, junho 20, 2018

A segunda edição do festival Solid Rock acontecerá em novembro e contará com a presença de Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders.

O Judas Priest fará o show principal, focado no excelente disco Firepower. O Alice in Chais será o responsável pela apresentação imediatamente anterior ao Judas, e o Black Star Riders abrirá os trabalhos. Para os desavisados, o BSR é a nova encarnação do Thin Lizzy e conta com Scott Gorham, guitarrista da formação clássica da banda. Já que o TL nunca veio ao Brasil, pelo menos agora será possível cantar hinos como “The Boys Are Back in Town” a plenos pulmões.

O Solid Rock 2018 acontecerá nas datas, locais e cidades abaixo:

08/11 - Curitiba - Pedreira Paulo Leminski
10/11 - São Paulo - Allianz Parque
11/11 - Rio de Janeiro - Km de Vantagens Hall
14/11 - Belo Horizonte - Expominas

O festival teve a sua primeira edição em 2017 com shows de Deep Purple, Cheap Trick e Tesla.

Os ingressos começarão a ser vendidos dia 26/06 no site da Tickets for Fun.

19 de jun de 2018

Review: Glenn Hughes - Burning Japan Live (1994)

terça-feira, junho 19, 2018

Burning Japan Live é o primeiro álbum ao vivo da carreira solo de Glenn Hughes e foi lançado em 31 de agosto de 1994. O disco, como o título dá a pista, foi gravado no Japão, mais precisamente no Club Chitta, localizado na cidade de Kawasaki, nos dias 24 e 25 de maio de 1994, durante a turnê do From Now On … (1994), seu terceiro trabalho solo.

O que temos é um disco com 15 faixas, equilibrado entre clássicos do Deep Purple, canções dos álbuns de Hughes e também do álbum Hughes/Thrall, gravado em 1982 junto com o guitarrista Pat Thrall (Pat Travers, Asia, Meat Loaf). O vocalista e baixista, que antes do Purple também teve uma carreira de destaque no Trapeze e mais tarde integraria o Black Country Communion, estava acompanhado na época por uma banda excepcional. Faziam parte da turma de Glenn Hughes na turnê os guitarristas Thomas Larsson (que passou pelo Six Feet Under) e Eric Bojfeldt, o tecladista Mic Michaeli, o baixista John Levén e o baterista Ian Haugland - os três últimos também integrantes da banda sueca Europe. E um adendo: Hughes apenas canta no disco, deixando o baixo por conta de Levén.

A verdade é que Burning Japan Live, mesmo quase 25 anos após o seu lançamento, continua sendo o melhor registro ao vivo de Glenn Hughes como artista solo e um dos melhores álbuns ao vivo com a sua participação. Ainda que naquela época Hughes utilizasse bastante o recurso dos gritos ao longo das músicas, eles não eram tão cansativos quanto acabaram se tornando anos mais tarde - hoje, o músico já entendeu que não está em um programa como o The Voice e que não precisa ficar gritando de maneira desesperada para provar que sabe cantar.

A Hellion Records havia lançado este ao vivo no Brasil em 1994, mas desde então ele estava fora da catálogo. Isso foi corrigido pela própria Hellion, que relançou Burning Japan Live em 2018. A nova edição não traz material adicional - algo que nenhuma versão mundo afora possui, diga-se de passagem - e mantém as mesmas características da anterior.


Musicalmente, o que temos é uma excelente performance de toda a banda. Hughes estava com a voz mais jovem do que apresenta hoje, duas décadas depois, e a banda que o acompanha é excelente, com destaque para a cozinha formada por John Levén e Ian Haugland. A bela escolha do tracklist é outro ponto forte, resultando em um show agradável e que proporciona ótimos momentos durante a audição, variando entre canções mais agressivas e outras mais calmas. Como curiosidade, vale mencionar que o disco contém uma faixa, “Still in Love With You”, que não consta em nenhum dos álbuns de Hughes e que traz o vocalista acompanhado somente pelo teclado - que ele mesmo toca - enquanto canta. Apesar de homônima a um dos grandes clássicos do Thin Lizzy, a “Still in Love With You” de Glenn não tem nada a ver com a da banda de Phil Lynott.

Entre as músicas, destaque para “From Now On …”, “Owed to H”, “This Time Around”, “Gettin' Tigher”, “You Keep on Moving”, “Lady Double Dealer”, “I Got Your Number”, “Burn" e “Stormbringer”. No entanto, todas as faixas apresentam ótimas performances e formam um tracklist muito sólido.

Em uma época onde discos verdadeiramente ao vivo são cada vez mais raros e têm as suas “falhas" corrigidas sem dó no estúdio, Burning Japan Live é um ótimo exemplo de como a música caminha com os próprios pés e sustenta sem a ajuda de nada e ninguém um ótimo show. 

Aproveite o relançamento da Hellion e, caso ainda não tenha este CD em sua coleção, leve-o já para casa.

John McLaughlin lança novo disco ao vivo celebrando o legado da Mahavishnu Orchestra

terça-feira, junho 19, 2018

John McLaughlin, o icônico guitarrista da Mahavishnu Orchestra e da fase elétrica de Miles Davis, lançará em setembro um novo disco ao vivo. Live in San Francisco chegará às lojas dia 21 de setembro e foi gravado ao lado de sua atual banda, o The Fourth Dimension, e de Jimmy Herring, principal guitarrista da banda norte-americana Widespread Panic e que já tocou com a Allman Brothers Band. O disco traz o show realizado em 8 de dezembro de 2017 no Warfield Theatre, na famosa cidade da costa oeste dos Estados Unidos.

Segundo McLaughlin: “Esse gravação do set final do Warfield Theatre traz a íntegra do incrível advento da Mahavishnu Orchestra em 1971, e seu renascimento nessa noite em San Francisco”. Para Herring, “tocar essas composições atemporais com John e o The Fouth Dimension foi uma experiência que mudou a minha vida”.

O tracklist é composto apenas por clássicos da Mahavishnu Orchestra, o que já coloca o disco como altamente desejável para qualquer fã de boa música. O material será lançado em CD, vinil duplo e também em uma edição de colecionador limitada, além dos formatos de streaming.

Abaixo você tem o tracklist e o teaser do material:

Meeting of the Spirits (8:53)
Birds of Fire (7:50)
A Lotus on Irish Streams (7:13)
The Dance of Maya (10:09)
Trilogy (13:01)
Earth Ship (8:59)
Eternity’s Breath Part 1 & 2 (9:39)
Be Happy (7:05)

Capas de discos clássicos reimaginadas com momentos marcantes do futebol

terça-feira, junho 19, 2018

O estúdio de arte Dorothy, localizado em Liverpool, fez um projeto bem legal e que tem tudo a ver com quem gosta de música e está no clima da Copa do Mundo. 

Eles reimaginaram capas de discos clássicos trocando as imagens originais por momentos marcantes do futebol. Assim temos Pelé e Bobby Moore trocando camisas na capa de Wish You Were Here, Zidane detonando Materazzi em Rumours, uma nova encarnação do Kraftwerk e muitas outras releituras bastante criativas.

Para conhecer e acompanhar o trabalho da Dorothy, acesse o site do estúdio.

E abaixo estão alguns dos trabalhos dessa série unindo música e futebol:
















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