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11 de dez de 2017

Quadrinhos: Faith, de Jody Houser, Francis Portela e Marguerite Sauvage

segunda-feira, dezembro 11, 2017

As histórias em quadrinhos de super-heróis, apesar de seus ricos universos, ainda patinam quando o assunto é a representatividade. Atitudes como alterar toda a trajetória de um personagem como o Homem de Gelo e afirmar que ele sempre foi homossexual ou definir arbitrariamente que Alan Scott, o Lanterna Verde da Era de Ouro, também era gay, soam muito mais como forçadas de barra do que como movimentos genuínos e bem intencionados da indústria. Isso sem falar na rara presença de personagens negros, historicamente relegados ao segundo plano.

Por isso, personagens como Faith Herbert ainda são exceções. Criada em 1992 por Jim Shooter (ex-editor da Marvel) e David Lapham, Faith faz parte do universo da Valiant Comics. Ela é a antítese das super-heroínas hiper sexualizadas presentes tanto na DC quanto na Marvel. Faith é uma órfã criada pela avó, que encontrou nos quadrinhos o refúgio para reconstruir a sua vida sem a presença dos pais. E, ao chegar à vida adulta, descobriu que também tinha poderes. E mais importante: ela não possui um corpo super definido como seria o padrão. Ela está acima do peso, vive beliscando alguma coisinha e essa característica em nada impede a sua luta por um mundo melhor.

A personagem finalmente está chegando ao Brasil através da Jambô Editora, que colocou nas bancas e livrarias o primeiro encadernado (112 páginas, papel e capa couché, formato 18,5 x 27 cm) da personagem lançado em nosso país. O arco traz roteiros de Jody Houser e artes de Francis Portela e Marguerite Sauvage. A série foi aclamada pela crítica norte-americana e frequentou várias listas de melhores HQs de 2016 publicadas pelos sites especializados norte-americanos.


O que temos no quadrinhos são as aventuras de Faith Herbert, cujo alter ego como super-heroína atende pelo nome de Zephyr. A garota é uma blogueira de cultura pop que trabalha em um site durante o dia, enquanto usa as noites para lutar contra o crime. O roteiro é cheio de referências ao mundo pop e ao universo nerd, além de trazer elementos atuais de qualquer sociedade como reality shows, tecnologia onipresente e redes sociais. As histórias são leves e bem escritas, prendendo o leitor e cativando com a personalidade envolvente da protagonista.

Mas o principal ponto de Faith é a representatividade, e o como ela é importante para os quadrinhos. Identificar-se com o personagem é essencial para que o leitor mergulhe na história e sinta que ela pode significar algo para a sua vida. A abordagem é leve e divertida, mostrando as aventuras dessa super-heroína que, enquanto derrota vilões, também discute questões de gênero e vive super bem com o seu corpo. Sim, ela é obesa e isso não influencia em nada na sua vida, mas mostra para meninas e meninos que o peso não é um empecilho para fazer do mundo um lugar melhor. 

Leia, vale a pena!

BBC revela trailer de especial do U2 gravado em São Paulo

segunda-feira, dezembro 11, 2017

A BBC aproveitou a passagem do U2 pelo Brasil para gravar um programa especial com o grupo.

Acompanhada pela apresentadora Cat Deeley, a banda fala da sua carreira, sobre o novo disco e como uma turma de amigos da escola se transformou em uma das maiores banda de todos os tempos.

Além disso, Cat levou The Edge e Adam Clayton até uma loja de discos em São Paulo, onde a dupla comprou alguns itens para levar pra casa.

A matéria irá ao ar na TV inglesa terça, dia 19/12, mas já é possível assistir ao trailer abaixo:

Os 60 melhores discos de 2017 de acordo com o PopMatters

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Um dos sites sobre música mais influentes do planeta, o PopMatters revelou a sua lista de melhores do ano.

Matéria original, com textos sobre cada um dos escolhidos, aqui.

E abaixo estão os 60 melhores discos de 2017 segundo o PopMatters

60 White Hills - Stop Mute Defeat
59 Everything Everything - A Fever Dream
58 Do Make Say Think - Stubborn Persistent Illusions
57 The Dream Syndicate - How Did I Find Myself Here?
56 Lee Ann Womack - The Lonely, The Lonesome & The Gone
55 Charly Bliss - Guppy
54 Tyler, the Creator - Flower Boy
53 Lana Del Rey - Lust for Life
52 Paramore - After Laughter
51 (Sandy) Alex G - Rocket
50 Japanese Breakfast - Soft Sounds From Another Planet
49 Sarah Shook & The Disarmers - Sidelong
48 Ibiobio Sound Machine - Uyai
47 Queens of the Stone Age - Villains
46 Moses Sumney - Aromanticism
45 Foxygen - Hang
44 Alvvays - Antisocialites
43 Big Chief - Capacity
42 Open Mike Eagle - Brick Body Kids Still Daydream
41 Syd - Fin
40 Chicano Batman - Freedom is Free
39 Jens Lekman - Life Will See You Now
38 Mount Kimbie - Love What Survives
37 Thundercat - Drunk
36 Mark Lanegan Band - Gargoyle
35 SZA - CTRL
34 Rhiannon Giddens - Freedom Highway
33 Run the Jewels - Run the Jewels 3
32 Curtis Harding - Face Your Fear
31 Kaitlyn Aurelia Smith - The Kid
30 Hurray for the Riff Raff - The Navigator
29 Spoon - Hot Thoughts
28 Valerie June - The Order of Time
27 King Krule - The Ooz
26 Blanck Mass - World Eater
25 Idles - Brutalism
24 Mount Eerie - A Crow Looked at Me
23 Margo Price - All American Made
22 Arca - Arca
21 Vince Staples - Big Fish Theory
20 The War on Drugs - A Deeper Understanding
19 Perfume Genius - No Shape
18 Jason Isbell & The 400 Unit - The Nashville Sound
17 Father John Misty - Pure Comedy
16 Fleet Foxes - Crack-Up
15 Iglooghost - Neo Wax Bloom
14 The National - Sleep Well Beast
13 St. Vincent - Masseduction
12 Slowdive - Slowdive
11 Algiers - The Underside of Power
10 Jlin - Black Origami
9 Four Tet - New Energy
8 Kelela - Take Me Apart
7 The xx - I See You
6 Sampha - Process
5 LCD Soundsystem - American Dream
4 Zola Jesus - Okovi
3 Fever Ray - Plunge
2 Lorde - Melodrama
1 Kendrick Lamar - Damn



As 15 melhores HQs de 2017 segundo a Collectors Room

segunda-feira, dezembro 11, 2017

Li muitos quadrinhos em 2017. Na verdade, li mais HQs do que ouvi discos, em um processo que começou há alguns anos e deve se intensificar nos próximos. 

Sempre colecionei quadrinhos, assim como sempre colecionei discos. Mas a chegada do streaming mudou a forma como eu ouço música. Nos quadrinhos, no entanto, isso não acontece. O Brasil vive o seu melhor momento em termos de HQs, com dezenas de editoras e uma enxurrada de ótimos títulos chegando às bancas e livrarias todos os meses.

Assim como não ouvi todos os discos lançados em 2017, também não li todos os quadrinhos lançados durante o ano. E você também não leu. Então, caso algum título não conste na lista a seguir, pode ser por dois motivos: porque eu não peguei o mesmo ainda ou porque realmente não gostei. 

A lista abaixo traz os 15 melhores quadrinhos lançados no Brasil este ano, entre títulos inéditos e relançamentos que eu ainda não havia tido o prazer de ler. A ideia é dividir essa paixão pelas HQs com vocês, mostrando que os quadrinhos são muito mais do que um hábito de leitura infantil e podem trazer discussões profundas e interessantes sobre os mais diversos temas.

Boa diversão!


15 Superman Renascimento, de Peter Tomasi e Patrick Gleason (Panini Comics)

O principal destaque do Superman de Tomasi e Gleason é o foco na família do primeiro dos super-heróis. Mensalmente somos apresentados ao cotidiano de Kal-El, Lois Lane e seu filho Jonathan, que está descobrindo os seus poderes. Poder ler histórias onde vemos a relação entre pai e filho do Superman com o seu pequeno garoto é um presente, principalmente pelos inspirados roteiros de Peter Tomasi. Se você é um nerd das antigas como eu e tem um filho para fazer tudo na sua vida tomar uma dimensão muito melhor, ler Superman será uma diversão em conjunto e uma dádiva para o coração.


14 O Velho Logan, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Panini Comics)

É difícil definir o que mais se destaca em O Velho Logan: o roteiro de Lemire ou a arte incrível de Sorrentino. Lançada mensalmente pela Panini, a revista (que traz também as histórias da X23, a nova Wolverine) conta a jornada do velho mutante em um mundo diferente do seu e no qual ele mal reconhece a realidade. Espécie de Mad Max dos quadrinhos, O Velho Logan é um dos melhores títulos atuais da Marvel.


13 The Wicked + The Divine, de Kieron Gillen e Jamie McKelvie (Geektopia)

Esta é uma série aclamada mundo afora e que chegou ao Brasil em 2016 pela Geektopia. Este ano o segundo volume foi lançado, reafirmando a ótima impressão que a história já havia deixado nos leitores. O que temos aqui é um roteiro que reinventa o mito dos deuses milenares, que neste universo encarnam de 90 em 90 anos em jovens adolescentes. Entre as ótimas sacadas de Gillen, como o uso de ícones pop como modelo para os seus jovens deuses (Daft Punk, Kanye West, Rihanna, David Bowie), merece destaque também a arte de cair o queixo de McKelvie. Pop até a medula, The Wicked + The Divine é um ótimo exemplo do quão rico é o universo dos quadrinhos e de como existem ótimas histórias (e aos montes) além dos universos da DC e da Marvel.


12 Wytches, de Scott Snyder e Jock (Darkside Books)

Scott Snyder atualiza o mito das bruxas em Wytches, criando uma história cheia de elementos sobrenaturais e de terror. A arte personalíssima de Jock deixa a experiência ainda mais intensa, com páginas de enorme impacto visual e que tornam a leitura ainda mais surpreendente. A linda edição lançada pela Darkside valoriza ainda mais o trabalho da dupla, o que torna Wytches uma belíssima indicação de leitura.


11 Beasts of Burden - Rituais Animais, de Evan Dorkin e Jill Thompson (Pipoca & Nanquim)

Ganhadora de vários prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, Beasts of Burden estava inédita no Brasil até a editora Pipoca & Nanquim trazer o título para cá. E foi uma enorme bola dentro do trio formado por Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes. O que a princípio parece ser apenas uma inocente história onde os personagens são animais de estimação, revela-se com a leitura uma obra repleta de sentimento e com roteiros ao mesmo tempo assustadores e profundos. Uma das grandes surpresas do ano, e que já tem o lançamento do próximo volume previsto para 2018.


10 Akira - Volume 1, de Katsuhiro Otomo (JBC)

Um dos grandes clássicos dos quadrinhos retornou às bancas e livrarias brasileiras em 2017 em uma edição à altura de sua importância. A JBC fez juz à obra de Katsuhiro Otomo e entregou uma edição linda, que traz o grande primeiro arco da história de forma completa. Serão mais cinco volumes semelhantes a este, com previsão de lançamento para os próximos meses. Confesso que não sou o maior fã de mangás do mundo, mas Akira é uma obra de arte e uma leitura obrigatória pra quem diz gostar de quadrinhos.


9 Universo DC: Renascimento, de Geoff Johns, Gary Frank e Ethan Van Sciver (Panini Comics)

O reboot Os Novos 52 em 2011, apesar de ter apresentado boas ideias para o universo DC, não foi bem aceito por uma parcela considerável dos leitores. Pessoalmente, eu gostei do que li em séries como Batman, Mulher-Maravilha, Esquadrão Suicida e Arqueiro Verde (dizem que Aquaman é ótimo, mas ainda não li). Essa resistência refletiu nas vendas, o que levou a DC a fazer uma espécie de novo recomeço, batizado como Renascimento. Escrita por Geoff Johns, um dos principais nomes da DC atualmente, Universo DC: Renascimento resgata elementos do passado e personagens a muito largados no limbo como o Superman clássico e o Flash de Wally West em um roteiro inspiradíssimo, repleto de referências e pra lá de emocionante. E que, ainda por cima, insere a realidade de Watchmen dentro do mundo da DC. Clássico instantâneo.


8 Saga, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples (Devir)

A Devir lançou em 2017 mais dois volumes da aclamada série de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, vencedora de inúmeros Eisner Awards nos últimos anos. Uma espécie de Romeu e Julieta com elementos de Star Wars e Game of Thrones, Saga é uma delícia de se ler e guarda surpresas de cair o queixo a cada virada de página, reviravoltas essas que ficam ainda mais incríveis com a bela arte de Staples. Se você gosta de quadrinhos, tem que ter na coleção.


7 Providence, de Alan Moore (Panini Comics)

Um dos trabalhos mais recentes e festejados de Alan Moore, finalmente em uma edição brasileira. Em Providence o mago dos quadrinhos recria o universo de H.P. Lovecraft, colocando literalmente centenas de referências a um dos maiores mestres da literatura de horror em uma história que traz personagens dos livros do escritor para um universo próprio e cheio de surpresas. Denso e repleto de easter eggs, Providence prova que Moore ainda merece o título de maior escritor de quadrinhos de todos os tempos.


6 Paper Girls, de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang (Devir)

Em tempos de Stranger Things e do ressurgimento da obra de Stephen King, Paper Girls é mais uma história que revisita o passado e explora temas recorrentes aos universos citados, como a presença de seres estranhos, alienígenas e muito mistério. Com os roteiros sempre bem desenvolvidos de Brian K. Vaughan e a arte cheia de personalidade de Cliff Chiang, o título ficou ainda melhor com a excelente edição nacional lançada pela Devir. Se não leu, leia!


5 Batman Renascimento, de Tom King (Panini Comics)

Um ex-agente da CIA escrevendo as histórias do Batman. Tinha como dar errado? Não, não tinha. Tom King chuta bundas em seu run do Cavaleiro das Trevas dentro da iniciativa DC Renascimento, com roteiros inspirados, muito bem escritos e extremamente corajosos, que não tem medo de inserir novos elementos ao universo do Batman. O arco Eu Sou Suicida, por exemplo, é fenomenal e mostra um novo ângulo para entender as motivações e os objetivos de um dos mais conhecidos personagens das histórias em quadrinhos.


4 Moby Dick, de Chabouté (Pipoca & Nanquim)

O francês Chabouté é um dos destaques do atual quadrinho europeu, e a adaptação para o clássico Moby Dick é a sua primeira obra publicada no Brasil. O livro chegou em uma belíssima edição do Pipoca & Nanquim que faz jus ao excelente trabalho do artista. Com uma arte deslumbrante somada à uma narrativa gráfica de tirar o chapéu, Chabouté renova a centenária batalha entre o homem e a imensa baleia branca em um épico dos quadrinhos. Obrigatório!


3 Superman - Entre a Foice e o Martelo, de Mark Millar (Panini Comics)

O que aconteceria se o pequeno Kal-El tivesse caído na Ucrânia e não nos Estados Unidos após ser mandado para o espaço devido ao apocalipse de Krypton? Essa é a pergunta que Mark Millar responde em Entre a Foice e o Martelo, quadrinho que foi republicado este ano no Brasil em uma edição de luxo. Eu nunca tinha lido a história, então por isso ela está incluída aqui entre as melhores do ano. O exercício imaginativo de Millar é sensacional e garante uma leitura incrível, cheia de surpresas e easter eggs. Uma das melhores HQs do Superman que você lerá na vida, fácil.


2 Black Hole, de Charles Burns (Darkside Books)

Uma grande metáfora para as transformações físicas e psicológicas que vêm com a adolescência, lindamente ilustrada por Charles Burns. Um dos principais quadrinhos da última década, Black Hole finalmente ganhou a sua edição definitiva no Brasil pelas mãos da sempre incrível Darkside Books. Uma história para ler, ler mais uma vez para entender ainda mais e guardar para a vida. Clássico é isso!



1 Meu Amigo Dahmer, de Derf Backderf (Darkside Books)


Jeffey Dahmer foi o mais emblemático serial killer moderno norte-americano. Seus crimes chocaram o mundo no início da década de 1990, quando a polícia foi até o seu apartamento após uma denúncia anônima e encontrou um cenário terrível e chocante. Esta HQ foi escrita por Derf Backderf, quadrinista que foi colega de aula de Dahmer, e é focada na época em que ambos estavam na escola. Ela não mostra nenhum crime, mas isso não significa que o roteiro seja menos perturbador. Derf mostra a lenta degradação de Dahmer, vindo de uma família desestruturada e cheia de problemas, e seu contínuo mergulho nos aspectos mais sombrios de sua personalidade. Quase um estudo psicológico, a história apresenta os diversos pontos que foram conduzindo um garoto tímido, passo a passo, na direção do homem adulto que se tornaria um dos assassinos seriais mais tenebrosos do nosso tempo. Leitura obrigatória, status esse realçado pela belíssima edição nacional lançada pela Darkside Books.


Além dos títulos acima, também gostei muito das HQs abaixo:

A Realeza, de Rob Williams e Simon Coleby (Panini Comics)
Alex + Ada, de Jonathan Luna e Sarah Vaughn (Geektopia)
Arqueiro Verde: Máquina Mortífera, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Panini Comics)
Batman: Ano Zero, de Scott Snyder e Greg Capullo (Panini Comics)
Batman: Louco Amor e Outras Histórias, de Bruce Timm e Paul Dini (Panini Comics)
Cannon, de Wallace Wood (Pipoca & Nanquim)
DPF: Departamento de Polícia da Física, de Simon Oliver e Robbi Rodriguez (Panini Comics)
Espadas & Bruxas, de Steban Maroto (Pipoca & Nanquim)
Faith, de Jody Houser, Francis Portela e Marguerite Sauvage (Jambô Editora)
Future Quest, de Jeff Parker e Steve Rude (Panini Comics)
Gotham D.P.G.C., de Ed Brubaker e Greg Rucka (Panini Comics)
Hinterkind, de Ian Edginton e Francesco Trifogli (Panini Comics)
Homem-Animal, de Jamie Delano (Panini Comics)
Injustiça, Deuses Entre Nós, de Tom Taylor (Panini Comics)
James Bond 007 - Vargr, de Warren Ellis e Jason Masters (Mythos)
John Constantine: Hellblazer - Demoníaco, de Paul Jenkins (Panini Comics)
John Constantine: Hellblazer - Origens, de Jamie Delano (Panini Comics)
Lendas do Universo DC - Mulher-Maravilha, de George Pérez (Panini Comics)
Marvels, de Kurt Busiek e Alex Ross (Panini Comics)
Mulher-Maravilha - Os Novos 52, de Brian Azzarello e Cliff Chiang (Panini Comics)
Mulher-Maravilha Renascimento, de Greg Rucka (Panini Comics)
O Divino, de Asaf Hanuka, Tomer Hanuka e Boaz Lavie (Geektopia)
O Xerife da Babilônia, de Tom King e Mitch Gerards (Panini Comics)
Super Crooks - O Assalto, de Mark Millar e Leinil Yu (Panini Comics)
Superman/Batman: Os Melhores do Mundo, de Dave Gibbons e Steve Rude (Panini Comics)
Tom Strong, de Alan Moore (Panini Comics)
Um Pequeno Assassinato, de Alan Moore e Oscar Zárate (Pipoca & Nanquim)
Unfollow, de Rob Williams e Michal Dowling (Panini Comics)
Xampu, de Roger Cruz (Panini Comics / Stout Club)
Y: O Último Homem, de Brian K. Vaughan e Pia Guerra (Panini Comics)

Novo álbum ao vivo do Ira! disponível para streaming

segunda-feira, dezembro 11, 2017

O Ira! colocou nos serviços de streaming o seu novo disco ao vivo, Folk. O álbum foi liberado para audição na sexta, 8 de dezembro. A principio, o disco será lançado apenas no formato digital.

O título celebra os 36 anos de carreira da banda paulista e traz 18 músicas gravadas no Citibank Hall em São Paulo no mês de março. Yamandu Costa e Fernanda Takai fazem participações especiais. A ideia é lançar o material também em DVD.

Folk é o terceiro ao vivo do quarteto. Anteriormente a banda já havia lançado os ótimos MTV ao Vivo (2000) e Acústico Ira! (2004).

Ouça Folk no player abaixo:

8 de dez de 2017

Os músicos mais bem pagos de 2017

sexta-feira, dezembro 08, 2017

A revista Forbes publicou a sua tradicional lista com os músicos mais bem pagos do ano, e ela revela algumas surpresas.

Os dados compilam os valores ganhos no período de 1º de junho de 2016 a 1º de junho de 2017, abrangendo todos os gêneros musicais. Os valores são os brutos, ainda sem a taxação de impostos, e foram construídos tendo como base dados da Nielsen SoundScan, Pollstar e RIAA, além de entrevistas com executivos da indústria musical.

A lista dos dez músicos/bandas mais bem pagos de 2017 é esta:

1. Diddy - 130 milhões de dólares
2. Beyoncé - 105 milhões de dólares
3. Drake - 94 milhões de dólares
4. The Weeknd - 92 milhões de dólares
5. Coldplay - 88 milhões de dólares
6. Guns N’ Roses - 84 milhões de dólares
7. Justin Bieber - 83,5 milhões de dólares
8. Bruce Springsteen - 75 milhões de dólares
9. Adele - 69 milhões de dólares
10. Metallica - 66,5 milhões de dólares

Orphaned Land divulga música inédita com participação de Hansi Kürsch

sexta-feira, dezembro 08, 2017

O Orphaned Land lançará dia 26/01 o seu sexto disco, Unsung Prophets & Dead Messiahs. Além do material inédito, o trabalho tem como atrativos adicionais as participações especiais de nomes como Steve Hackett (Genesis), Hansi Kürsch (Blind Guardian) e Tomas Lindberg (At the Gates).

A banda israelense divulgou o primeiro single do álbum, a música “Like Orpheus”, que conta com Hansi Kürsch dividindo os vocais com Kobi Farhi.

Assista ao clipe de “Like Orpheus” abaixo:

Estreia do Roxy Music ganha edição especial celebrando seus 45 anos

sexta-feira, dezembro 08, 2017

Dia 2 de fevereiro chegará às lojas a edição especial de 45 anos do auto-intitulado disco de estreia do Roxy Music. A nova versão será disponibilizada em uma versão com 3 CDs mais um DVD.

O CD 1 traz o álbum original remasterizado, enquanto os demais discos vem com demos, outtakes e sessões para a rádio BBC, incluindo a participação no Peel Sessions em janeiro de 1972, programa apresentado pelo lendário DJ John Peel. Já o DVD contém um novo mix 5.1 feito por Steven Wilson. Um livreto de capa dura e com 136 páginas acompanha o pacote.


Tracklist completo abaixo:

DISC ONE
THE ALBUM
Re-Make/Re-Model
Ladytron
If There Is Something
Virginia Plain
2 H.B.
The Bob (Medley)
Chance Meeting
Would You Believe?
Sea Breezes
Bitters End

DISC TWO
DEMOS & OUT-TAKES
EARLY DEMOS April/May 71
Ladytron
2 HB
Chance Meeting
The Bob (Medley)
ALBUM OUT-TAKES
Instrumental
Re-Make/Re-Model
Ladytron
If There Is Something
2 H.B.
The Bob (Medley)
Chance Meeting
Sea Breezes
Bitters End
Virginia Plain

DISC THREE (disc two on the 2CD deluxe)
THE BBC SESSIONS
THE PEEL SESSIONS 4/1/72
If There Is Something
The Bob (Medley)
Would You Believe?
Sea Breezes
Re-Make/Re-Model
THE PEEL SESSIONS 25/5/72
2 HB
Ladytron
Chance Meeting
THE PEEL SESSIONS 25/5/72
Virginia Plain
If There Is Something
BBC IN CONCERT 3/8/72
The Bob (Medley)
Sea Breezes
Virginia Plain
Chance Meeting
Re-Make/Re-Model

DVD
The full album remixed in 5.1 by Steven Wilson
VIDEOS
Re-Make/Re-Model – The Royal College Of Art, 6/6/72
Ladytron – The Old Grey Whistle Test, 20/6/72
Virginia Plain – Top Of The Pops, 24/8/72
Re-Make/Re-Model – Full House, 25/11/72
Ladytron Full House, 25/11/72
French TV, Bataclan, Paris, 26/11/72:
Would You Believe
If There Is Something
Sea Breezes
Virginia Plain

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