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19 de jan de 2018

“Kaleidoscope”, novo clipe do Machine Head

sexta-feira, janeiro 19, 2018

O Machine Head divulgou mais uma música de seu novo disco, Catharsis. Desta vez temos “Kaleidoscope”, que ganhou um clipe bem psicodélico e com forte impacto visual.

Tô começando a ficar preocupado: de todas as músicas divulgadas pela banda norte-americana até agora, todas soaram fracas para os meus ouvidos. As experimentações propostas por Robb Flynn e sua turma afastaram o quarteto do caminho ótimo e épico dos discos mais recentes, levando a banda ao encontro de seus álbuns mais nu metal, lançados durante a década de 1990 e 2000. Se isso realmente se confirmar, será uma pena.

Catharsis é o nono álbum dos norte-americanos e será lançados dia 26 de janeiro pela Nuclear Blast.

Assista ao clipe de “Kaleidoscope" abaixo:

Catálogo do Def Leppard finalmente disponível nos serviços de streaming

sexta-feira, janeiro 19, 2018

A banda inglesa Def Leppard finalmente chegou a um acordo com os serviços de streaming e disponibilizou toda a sua discografia nos formatos digitais.

Uma das principais ausências do formato, o grupo agora já tem a sua obra totalmente online para os fãs e ouvintes.

Particularmente curto apenas os três primeiros discos - On Through the Night (1980), High ’N' Dry (1981) e Pyromania (1983). Do multiplatinado Hysteria (1987) em diante o som fica muito pop pro meu gosto.

Boa diversão!

18 de jan de 2018

Toy Dolls confirma três shows no Brasil

quinta-feira, janeiro 18, 2018

A banda inglesa The Toy Dolls retornará ao Brasil para três shows no mês de agosto.

As apresentações acontecerão nas datas e locais abaixo:

10/08 - Curitiba - Hermes Bar
11/08 - Goiânia - Martim Cererê
12/08 - São Paulo - Fabrique Club

Serviços abaixo:

The Toy Dolls em Curitiba
Data: 10 de agosto de 2018 (sexta-feira)
Horário: 21 horas
Local: Hermes Bar
Endereço: Rua Engenheiros Rebouças, 1645 - Rebouças
R$ 70,00 –  Pista 1º lote Promocional/Meia Entrada/Estudante
R$ 90,00 – Camarote 1º Promocional/Meia Entrada/Estudante

The Toy Dolls em Goiânia
Data: 11 de agosto de 2018 (sábado)
Horário: 20 horas
Local: Centro Cultural Martim Cererê
Endereço: Rua 94-A, Setor Sul
R$ 50,00 – 1º Lote (meia entrada)
R$ 60,00 – 2º Lote (meia entrada)
R$ 80,00 – Portaria (meia entrada)

The Toy Dolls em São Paulo
Data: 12 de agosto de 2018 (domingo)
Abertura: Os Excluídos e Faca Preta
Horário: 18 horas
Local: Fabrique Club
Endereço: Rua Barra Funda, 1071 - Barra Funda, São Paulo
1º lote R$100 - Meia entrada/Estudante/Promocional*
2º lote R$120 - Meia entrada/Estudante/Promocional*
Censura: 16 anos
*Promocional para não estudantes doando 1 quilo de alimento não perecível


Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 2001

quinta-feira, janeiro 18, 2018

A nova década iniciou com fatos marcantes. Enquanto o mundo viu o ataque a Nova York ocorrido no dia 11/09, a música mudava de maneira irreversível com o lançamento do iPod e a entrada da Apple com os dois pés no mercado.

O pop teve um ano de grandes lançamentos. Já o rock viu a chegada do Strokes e de seu disco de estreia, que influenciaria profundamente tudo o que viria depois.

No metal, o Opeth explodia cabeças com Blackwater Park enquanto Tobias Sammet mostrava que o metal melódico ainda poderia soar criativo. No Brasil, o Angra começava uma nova etapa em sua carreira com uma nova formação.

Ainda tivemos o Gorillaz e seu ótimo disco de estreia e o Slipknot mostrando que havia chegado pra ficar. 

O que não faltou foi boa música durante todo o ano.


Os principais fatos do ano foram:

- a Apple lançou dia 9 de janeiro o iTunes, seu app para tocar arquivos de mídia, que com o passar dos anos passaria por uma evolução até chegar ao modelo que conhecemos hoje

- de 12 a 21 de janeiro aconteceu a terceira edição do Rock in Rio, com nomes como Iron Maiden, R.E.M., Neil Young, Red Hot Chili Peppers e Guns N’ Roses levando o público ao delírio no Rio de Janeiro

- Jason Newsted anunciou a sua saída do Metallica no dia 17 de janeiro, após 14 anos na banda

- Don Felder foi demitido do Eagles em 6 de fevereiro. O episódio levou o guitarrista a processar Don Henley e Glenn Frey, seus até então companheiros de banda, por quebra de contrato. A questão foi solucionada através de um acordo firmado fora dos tribunais

- em 9 de março Eric Singer foi anunciado como o substituto de Peter Criss no Kiss, assumindo a identidade e a maquiagem do personagem Catman

- chegou às livrarias norte-americanos no dia 22 de maio a controversa autobiografia The Dirt, escrita de maneira conjunta pelos músicos do Mötley Crüe

- o Gorillaz, primeira banda formada apenas por personagens animados, lançou o seu primeiro disco no dia 19 de junho. Tendo Damon Albarn, do Blur, como principal mente criativa, a banda fez enorme sucesso e marcou a década com canções como “Clint Eastwood”



- após ter o álbum Yankee Hotel Foxtrot recusado pela Reprise Records, o Wilco assinou um acordo para sair da gravadora. O disco foi lançado no ano seguinte e recebeu aclamação tanto da crítica quanto do público

- no dia 4 de setembro foi lançado o segundo álbum do System of a Down, Toxicity. Puxado pelo single “Chop Suey”, o disco vendeu milhões de cópias

- o ataque ao World Trade Center no dia 11 de setembro gerou várias consequências, entre elas o cancelamento de diversos eventos relacionados à música. MTV e VH1 cancelaram suas programações e passaram a transmitir as notícias em tempo real através de uma rede com o canal CBS

- em uma coincidência mórbida, o álbum ao vivo Live Scenes from New York, do Dream Theater, foi lançado no dia 11/09 trazendo a imagem das torres gêmeas em chamas. Devido ao ataque ao World Trade Center, a gravadora da banda, Elektra, decidiu recolher todas as cópias já distribuídas para as lojas. No entanto, algumas cópias já haviam sido vendidas e hoje são itens de colecionador bastante raros

- o Anthrax divulgou um comunicado à imprensa dia 10 de outubro, em resposta aos ataques terroristas com a substância homônima à banda

- o primeiro iPod foi lançado oficialmente pela Apple no dia 23 de outubro. O aparelho foi fundamental para a popularização do consumo de música digital, mudando a indústria fonográfica para sempre


Foram formadas em 2001 bandas como Alex Skolnick Trio, Alexisonfire, Arcade Fire, Audioslave, Beardfish, Black Stone Cherry, Circle II Circle, Deerhunter, Fall Out Boy, Kylesa, LCD Soundsystem, Leprous, Masterplan, My Chemical Romance, Reckless Love, Riverside, Scissor Sisters, The Black Dahlia Murder, The Black Keys, The Killers, The Mars Volta, The Thrills, TV on the Radio e Volbeat. Encerraram suas atividades durante o ano The Afghan Whigs, At the Drive-In, Control Denied, Damn Yankees, Electric Light Orchestra, Emperor, L7 e Thin Lizzy. Retornaram à atividade em 2001 com novas formações o Level 42, The Monkees, Maroon 5 e Roxy Music.

Faleceram durante o ano Glenn Hughes (04/03, músico do The Village People), John Phillips (18/03), Joey Ramone (15/04), Marcelo Fromer (13/06), John Lee Hooker (21/06), Chet Atkins (30/06), Joe Henderson (30/06), Leon Wilkeson (27/07), George Harrison (29/11), Chuck Schuldiner (13/12) e Cássia Eller (29/12).  

Foram induzidos ao Rock and Roll Hall of Fame em 2001:

Aerosmith
Michael Jackson
Paul Simon
Queen
Ritchie Valens
Solomon Burke
Steely Dan
The Flamingos

Os vencedores das principais categorias da 43ª edição do Grammy foram:

Gravação do Ano e Canção do Ano: “Beautiful Day”, do U2
Álbum do Ano: Two Against Nature, do Steely Dan
Revelação: Shelby Lynne


No Video Music Awards da MTV, os principais vencedores foram:

Vídeo do Ano: “Lady Marmalade”, de Christina Aguilera, Lil’ Kim, Mya, Pink e Missy Elliott
Vídeo Masculino: “South Side”, de Moby e Gwen Stefani
Vídeo Feminino: “Let Me Blow Ya Mind”, de Eve e Gwen Stefani
Vídeo da Banda: “Pop”, do ’N Sync
Vídeo Pop: “Pop”, do ’N Sync
Vídeo Rock: “Rollin' (Air Raid Vehicle)”, do Limp Bizkit
Vídeo R&B: “Survivor”, da Destiny’s Child
Vídeo Rap: “Ride wit Me”, de Nelly
Vídeo Hip-Hop: “Ms. Jackson”, do OutKast

Os vencedores de álbum do ano nas principais revistas de música do período foram:

Humo: No More Shall We Part, de Nick Cave
Iguana: Is This It, do The Strokes
Kerrang!: Lateralus, do Tool
Les Inrock: Melody A.M., do Royksöpp
Metal Hammer: Toxicity, do System of a Down
Mojo: Rings Around the World, do Super Furry Animals
NME: Is This It, do The Strokes
OOR: Is This It, do The Strokes
Q Magazine: Gold, de Ryan Adams
Rolling Stone: Love and Theft, de Bob Dylan
SPIN: Toxicity, do System of a Down
Terrorizer: Jane Doe, do Converge
The Face: Since I Left You, do The Avalanches
The Wire: Vespertine, da Björk
Uncut: Gold, de Ryan Adams


Os cinco maiores hits do ano foram “Butterfly" do Crazy Town, “Clint Eastwood” do Gorillaz, “Crawling" do Linkin Park, “Fallin’” de Alicia Keys e “Lady Marmalade”, com Christina Aguilera, Lil’ Kim, Mya, Pink e Missy Elliott.

Também fizeram muito sucesso durante o ano as seguintes músicas:

“Beautiful Day”, “Elevation”, “Stuck in a Moment You Can’t Get Out Of” e “Walk On", do U2
“Bootylicious” e "Survivor", do Destiny’s Child
“Chop Suey!”, do System of a Down
“In the End", do Linkin Park
“Crystal”, do New Order
“Digital Love”, "Harder, Better, Faster, Stronger” e “One More Time”, do Daft Punk
“Don't Tell Me”, de Madonna
“Drops of Jupiter”, do Train
“Hard to Explain”, “Last Nite” e "Someday", do The Strokes
“Here with Me” e “Thank You", da Dido
“How You Remind Me”, do Nickelback
“I'm a Slave 4 U”, de Britney Spears
“Imitation of Life”, do R.E.M.
“Hash Pipe” e “Island in the Sun”, do Weezer
“Jaded”, do Aerosmith
“My Sacrifice” e “One Last Breath”, do Creed
“My Way”, do Limp Bizkit
“Ocean Spray”, do Manic Street Preachers
“Side" e “Sing”, do Travis
“Turn off the Light”, de Nelly Furtado
“Mechanical Wonder” e “Up on the Downside”, do Ocean Colour Scene
“Whenever, Whenever”, de Shakira
“Wherever You Will Go”, do The Calling

Segundo dados oficiais do sistema Soundscan da Nielsen, estes foram os discos mais vendidos no mercado norte-americano em 2001:

1 Michael Jackson - Invincible - 6.500.000 cópias
2 Shaggy - Hot Shot - 4.507.568 cópias
3 NSYNC - Celebrity - 4.421.231 cópias
4 Enya - A Day Without Rain - 4.410.053 cópias
5 Distance - Hikaru Utada - 4.404.290 cópias
6 A Best - Ayumi Hamasaki - 4.248.640 cópias
7 Staind - Break the Cycle - 4.242.507 cópias
8 Alicia Keys - Songs in A Minor - 4.102.482 cópias
9 Jennifer Lopes - J.Lo - 4.056.985 cópias
10 Destiny’s Child - Survivor - 3.718.446 cópias

Na Inglaterra, o disco mais vendido foi No Angel, estreia de Dido, com 1.920.170 cópias, enquanto o single mais vendido foi “It Wasn’t Me”, de Shaggy.


Mantendo a mesma metodologia dos anos anteriores, realizamos uma pesquisa em levantamentos similares publicados nos mais diversos veículos com o objetivo de identificar os discos mais significativos do ano, chegando a 106 títulos pré-selecionados. Feito isso, submetemos cada um desses títulos às notas atribuídas a eles por revistas e sites especializados em música, lançamos em nossa planilha e chegamos ao resultado abaixo.

Com vocês, os melhores discos lançados em 2001 (apenas discos de estúdio, pois como é padrão neste tipo de listas, álbuns ao vivo e compilações não entram):

50 Guided by Voices - Isolation Drills
49 Black Rebel Motorcycle Club - B.R.M.C.
48 NOFX - Surfer
47 Muse - Origin of Symmetry
46 Dimmu Borgir - Puritanical Euphoric Misanthropia
45 Kreator - Violent Revolution
44 My Dying Bride - The Dreadful Hours
43 Gotan Project - La Revancha del Tango
42 Neurosis - A Sun That Never Sets
41 Sodom - M-16
40 Iced Earth - Horror Show
39 Fugazi - The Argument
38 Gorguts - From Wisdom to Hate
37 Rammstein - Mutter
36 John Mayer - Room For Squares
35 Fantômas - The Director’s Cut
34 Katatonia - Last Fair Deal Gone Down
33 Destroyer - Streethawk: A Seduction 
32 Pig Destroyer - Prowler in the Yard
31 Travis - The Invisible Band
30 Bob Dylan - Love and Theft
29 Edguy - Mandrake
28 Weezer - Weezer
27 Ben Folds - Rockin’ the Suburbs
26 Radiohead - Amnesiac
25 Converge - Jane Doe
24 Clutch - Pure Rock Fury
23 Sigh - Imaginary Sonicspace
22 Savatage - Poets and Madmen
21 Devin Townsend - Terria
20 Gorillaz - Gorillaz
19 Transatlantic - Bridge Across Forever
18 Tool - Lateralus
17 Jack Johnson - Brushfire Fairytales
16 Whiskeytown - Pneumonia
15 The White Stripes - White Blood Cells
14 Angra - Rebirth
13 Jay-Z - The Blueprint
12 Björk - Vespertine
11 Buddy Guy - Sweet Tea
10 Avantasia - The Metal Opera
9 Slipknot - Iowa
8 Ryan Adams - Gold
7 System of a Down - Toxicity
6 Drive-By Truckers - Southern Rock Opera
5 Sabotage - Rap é Compromisso
4 Daft Punk - Discovery
3 The Strokes - Is This It
2 Opeth - Blackwater Park
1 Gov’t Mule - The Deep End Volume 1

Meu top 10 do ano é esse:

1 Gov’t Mule - The Deep End Volume 1
2 Ryan Adams - Gold
3 Avantasia - The Metal Opera
4 Jack Johnson - Brushfire Fairytales
5 Sabotage - Rap é Compromisso
6 Travis - The Invisible Band
7 Iced Earth - Horror Show
8 Gorillaz - Gorillaz
9 Weezer - Weezer
10 Gotan Project - La Revancha del Tango

Abaixo você tem uma playlist com alguns dos maiores hits e músicas mais significativas do ano. E nos comentários queremos saber quais foram os melhores discos lançados em 2001 na sua opinião. Poste a sua lista!

17 de jan de 2018

Review: Joe Satriani - What Happens Next (2018)

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Aos 61 anos, Joe Satriani chega ao seu décimo-sexto álbum. What Happens Next foi lançado dia 12 de janeiro pela Sony Music e tem produção de Mike Fraser (AC/DC, Blackberry Smoke, The Cult). Um dos grandes atrativos do disco é que ao lado de Satriani estão Glenn Hughes e Chad Smith, este último companheiro de banda no Chickenfoot, com a dupla dando um brilho todo especial ao trabalho. E até vale um pensamento: Hughes está com 66 anos e Smith com 56, comprovando que a longa estrada fez bem para ambos.

What Happens Next é o sucessor de Shockwave Supernova (2015) e possui uma sonoridade bastante orgânica e agressiva. A força do trio Satriani-Hughes-Smith pulsa por todo o disco, que trilha predominantemente o caminho do rock mas dá umas pisadas fora da curva em alguns momentos.

Satriani é um monstro na guitarra, um dos grandes responsáveis por tornar o rock instrumental viável comercialmente. Afinal, dois de seus discos - Surfing with the Alien (1987) e The Extremist (1992) - estão entre os grandes best sellers da música instrumental de todos os tempos e o restante de sua discografia jamais deixou de se destacar em vendas. A presença de Glenn e Chad dá contornos ainda mais fortes para a musicalidade de Joe, fazendo as composições do guitarrista alcançarem um nível altíssimo. É um power trio com ênfase no power, além, é claro, na exuberância técnica e no brilho individual, já que todos os músicos dominam seus instrumentos como poucos.

É possível detectar também em What Happens Next algumas homenagens de Joe Satriani para outros ícones das seis cordas, com o músico explorando caminhos sonoros associados de maneira marcante a outros guitarristas. É o caso de “Smooth Soul”, por exemplo, onde Santana é trazido à tona sem timidez. Já em “Headrush" temos a velocidade de Alvin Lee baixando em Satriani, enquanto o encerramento com a linda “Forever and Ever” é um arrepiante tributo a Jimi Hendrix.

O funk presente no DNA de Glenn Hughes e Chad Smith dá as caras no groove de “Catbot”, enquanto o baterista solta a mão sem medo na segunda metade de “Cherry Blossoms”, mostrando que seu repertório vai muito além daquele apresentado no Red Hot Chili Peppers. Já Hughes deixa claro mais uma vez o grande baixista que sempre foi com performances de cair o queixo em canções como “Looper" e “Super Funky Badass”. E, aliado a tudo isso, ainda há a presença de uma pequena pérola pop como “Righteous”, cuja melodia agradável acompanha o ouvinte pelo restante do dia.

Tudo isso faz de What Happens Next um dos melhores discos de Joe Satriani. Há inspiração, há feeling, há coração pulsando em todas as faixas, que soam quentes e vivas. Ao término da audição fica a certeza de que a união do trio foi uma escolha muita acertada, tanto que já dá pra imaginar os próximos passos desta parceria.

Ouça versão inédita de Jimi Hendrix para “Mannish Boy”, clássico de Muddy Waters

quarta-feira, janeiro 17, 2018

Um dos atrativos de Both Sides of the Sky, compilação de material inédito de Jimi Hendrix que será lançada em 9 de março, é a versão para “Mannish Boy”, um dos maiores clássicos de Muddy Waters.

Hendrix, como de hábito, desconstrói a música e insere muito mais groove, além de brilhar na guitarra, como esperado.

A gravação conta com Billy Cox no baixo e Buddy Miles na bateria, o trio que ficou conhecida como Band of Gypsys e gravou o disco homônimo lançado em 1970. A produção é de Eddie Kramer.

Divirta-se abaixo:

Novo álbum do The Dead Daisies chegará em abril

quarta-feira, janeiro 17, 2018

O terceiro disco do The Dead Daisies chegará às lojas no dia 6 de abril. O sucessor de Make Some Noise (2016) traz a banda formada por John Corabi, Doug Aldrich, David Lowy, Marco Mendoza e Deen Castronovo explorando novamente o hard rock forte e influenciado pelos anos 1970 que caracteriza o grupo.

Burn It Down foi gravado em Nashville e tem produção de Marti Frederiksen. O trabalho será disponibilizado em CD digipak, LP gatefold, picture disc e nos formatos digitais.


Symphony X começou a trabalhar em novo disco

quarta-feira, janeiro 17, 2018

O gigante prog norte-americano Symphony X iniciou os trabalhos de composição do sucessor de Underworld, seu disco mais recente, lançado em 2015.

A banda se reunirá em fevereiro para começar o processo de criação e gravação. Ainda não há maiores informações sobre uma possível data de lançamento do álbum.

Este será o primeiro registro do vocalista Russell Allen após o trágico acidente sofrido pelo Adrenaline Mob em 2017, que vitimou fatalmente o baixista David Z.

Projeto que une baixistas do Anthrax e do Megadeth lançará primeiro álbum

quarta-feira, janeiro 17, 2018

O baixista do Anthrax, Frank Bello, lançará durante o outono o seu primeiro disco solo. O projeto tem o nome de Altitudes & Attitude e traz o músico ao lado do amigo David Ellefson, do Megadeth.

O material foi produzido por Jay Ruston (Anthrax, Stone Sour, Steel Panther) e traz material gravado em 2016 na Califórnia.


Bello canta e toca guitarra, enquanto Jeff Friedl, do A Perfect Circle, é o dono da bateria.

16 de jan de 2018

Review: Corrosion of Conformity - No Cross No Crown (2018)

terça-feira, janeiro 16, 2018

As relações humanas são fascinantes. O fruto da parceria entre indivíduos é a soma das forças de cada um. Criativamente, os ingredientes colocados na mistura resultam em diferentes produtos finais. O Corrosion of Conformity é um exemplo clássico disso. No Cross No Crown é o primeiro álbum da banda a contar com o vocalista e guitarrista Pepper Keenan desde In the Arms of God (2005). E o retorno do tempero principal volta a dar ao COC a personalidade e a força que colocaram a banda no topo durante os anos 1990.

Neste hiato, Keenan focou na parceria com Phil Anselmo no Down, enquanto o Corrosion of Conformity lançou dois discos - o auto-intitulado trabalho de 2012 e IX em 2014. Não foram álbuns ruins, mas faltava algo. E este algo está presente de forma massiva em No Cross No Crown.

Ainda que todos saibam e tenham consciência, é praticamente impossível mensurar a importância do Black Sabbath para a música pesada. Nenhuma banda influenciou e moldou tanto o gênero como o quarteto de Birmingham. E o novo álbum do COC mostra isso mais uma vez. Tremendamente influenciado pelos riffs de Tony Iommi, No Cross No Crown é uma ode à banda mais importante do metal. Peso em doses cavalares, canções muito bem escritas e interpretações impregnadas de pedigree tornam o disco uma delícia para os ouvidos que estão à procura de um bom álbum de metal.

Com força e inspiração, Keenan colocou o Corrosion of Conformity novamente nos trilhos. Há uma certa semelhança com o que o Paradise Lost fez em 2017 com Medusa, onde os exageros foram aparados e o foco ficou na agressividade e na profundidade das composições. A diferença é que o COC consegue incluir uma dose ainda maior de melodias melancólicas, resultando em passagens muito bonitas entre a rifferama predominante.

Com quase uma hora de duração e quinze músicas, No Cross No Crown é um dos grandes discos do Corrosion of Conformity e não deve nada a clássicos como Blind (1991) e Deliverance (1994). O retorno de Pepper Keenan é a peça que faltava para a engrenagem do COC voltar a funcionar com toda força.


Dolores estava indo gravar participação especial em versão do Bad Wolves para clássico do Cranberries

terça-feira, janeiro 16, 2018

Dolores O’Riordan estava indo gravar a sua participação na versão que a banda de metal norte-americana Bad Wolves está fazendo de “Zombie”, um dos maiores sucessos do Cranberries. A voz de Dolores seria registrada nesta terça, porém a vocalista acabou morrendo em Londres repentinamente nesta segunda, 15 de janeiro, aos 46 anos.

A sessão de gravação seria coordenada por Dan Waite, amigo de longa data da vocalista e diretor da Eleven Seven International, que agenciava tanto o The Cranberries quanto o Bad Wolves. Segundo Waite: “A notícia de que minha amiga Dolores faleceu me chocou profundamente. Trabalhei com o Cranberries na Universal Records e fiquei em contato com eles desde então. Ela me deixou uma mensagem de voz depois da meia-noite de ontem, declarando o quanto ela amava a versão de ‘Zombie' do Bad Wolves. Ela estava ansiosa para entrar em estúdio e gravar os seus vocais. Ela parecia cheia de vida, estava brincando e eu e minha esposa iríamos encontrá-la esta semana. A notícia de sua morte é devastadora e meus pensamentos estão com Don, seu ex-marido, seus filhos e sua mãe”.

A causa da morte de Dolores O’Riordan ainda não foi revelada.

15 de jan de 2018

Dolores O’Riordan, vocalista do Cranberries, morre aos 46 anos

segunda-feira, janeiro 15, 2018

A notícia acaba de ser confirmada por um representante da artista: Dolores O’Riordan, cantora da banda irlandesa The Cranberries, faleceu nesta segunda-feira, 15/01. A vocalista tinha apenas 46 anos e estava em Londres para uma rápida sessão de gravação, onde faleceu repentinamente.

Ainda não se sabe o motivo da morte.

O The Cranberries gravou sete discos, sendo que o mais recente, Something Else, foi lançado em abril de 2017. Entre os principais sucessos da banda estão canções como “Linger”, “Dreams" e “Zombie”.

Além de sua carreira com o Cranberries, Dolores gravou os álbuns solo Are You Listening? (2007) e No Baggage (2009).


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