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28 de jun de 2017

Corey Taylor conta quais são os seus dez discos de metal favoritos

quarta-feira, junho 28, 2017

Continuando com a sua saga metálica, a Rolling Stone publicou a lista com os dez discos de metal favoritos de Corey Taylor.

A matéria original, com comentários sobre cada um dos títulos, pode ser lida aqui.

Abaixo está a lista do vocalista do Slipknot e do Stone Sour, em ordem alfabética:

Anthrax - Worship Music (2011)
Iron Maiden - Somewhere in Time (1986)
Judas Priest - Screaming for Vengeance (1982)
KoRn - KoRn (1994)
Megadeth - Peace Sells … But Who’s Buying? (1986)
Metal Church - The Dark (1986)
Metallica - Master of Puppets (1986)
Pantera - Far Beyond Driven (1994)
Sepultura - Roots (1996)
White Zombie - Astro Creep: 2000 (1995)

Megadeth começará a gravar novo disco no final do ano

quarta-feira, junho 28, 2017

Pelo menos esse é o plano de Dave Mustaine. Em entrevista ao Loudwire, o líder do Megadeth confirmou que a banda deve entrar em estúdio em novembro ou dezembro para começar a trabalhar no sucessor de Dystopia, disco lançado em 2016.

Mustaine também falou um pouco sobre Dirk Verbeuren, ex-Soilwork e atual baterista do grupo: “Ele é tão bom quanto Chris Adler (o batera do Lamb of God gravou Dystopia), e seu trabalho com os pés é ainda melhor, o que achei que não fosse possível, pois Chris é um grande baterista. Há uma razão para Chris ter recomendado Dirk. Eu o amo por isso, porque apenas um grande amigo faria uma indicação como essa para a gente. Dirk é um ótimo cara, uma agradável companhia e uma das pessoas mais fáceis de se relacionar que conheci na vida. Mas nunca o vi sorrir (risos)”.

Filme que conta a história do Planet Hemp estreará em outubro

quarta-feira, junho 28, 2017

Há mais de nove anos em produção, a cinebiografia do Planet Hemp deve estrear em outubro, segundo o UOL.

O filme, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, tem o título de Legalize Já!, fazendo referência à música mais emblemática da banda carioca. A trilha sonora foi composta por Marcelo D2.

A trama gira em torno da amizade entre D2 e Skunk (já falecido), que formaram o Planet Hemp no início da década de 1990. Renato Góes e Ícaro Silva, respectivamente, interpretam os músicos.


Último show do Black Sabbath será exibido em cinemas de todo o mundo

quarta-feira, junho 28, 2017

O filme The End of the End, que traz a íntegra do último show da carreira do Black Sabbath, realizado na cidade natal da banda, Birmingham, no dia 4 de fevereiro de 2017, será exibido nos cinemas de todo o mundo.

No dia 28 de setembro, 1.500 salas de diversos países passarão o filme, que tem direção de Dick Carruthers (Led Zeppelin: Celebration Day). Além do show, o filme conta também com cenas de backstage e depoimentos dos músicos. As salas que exibirão a obra aqui no Brasil ainda não foram divulgadas.

No final do ano, a banda lançará em vários formatos (ainda não revelados) um material intitulado The End: Live in Birmingham, que deve conter o show que passará nos cinemas e mais algumas coisinhas.

Nova banda de Sean Lennon e Les Claypool lança EP e mostra cover da Flower Travellin’ Band

quarta-feira, junho 28, 2017

O The Claypool Lennon Delirium, duo formado por Sean Lennon e Les Claypool (baixista do Primus), lançará um EP de covers dia 4 de agosto.

O disquinho tem o título de Lime and Limpid Green e virá com quatro faixas, sendo elas: “Satori" (Flower Travellin’ Band), “Boris the Spider” (The Who), “Astronomy Domine” (Pink Floyd) e “In the Court of the Crimson King” (King Crimson).

A estreia da dupla, Monolith of Phobos, foi lançada dia 3 de junho pela ATCO Records. Completam a banda o tecladista Mark Ramos Nishita e o baterista Paul Baldi.

Abaixo você assiste ao clipe com a versão de “Satori”, da cultuada banda japonesa Flower Travellin’ Band:

Novo vídeo ao vivo do The Winery Dogs

quarta-feira, junho 28, 2017

O Winery Dogs lançará dia 4 de agosto o ao vivo Dog Years: Live in Santiago & Beyond 2013-2016, reunindo performances ao vivo registradas na capital do Chile e em outros países.

Promovendo o material, o trio divulgou o vídeo com a versão de “Elevate" presente no título, que você pode assistir abaixo:

Minha Coleção: um papo sobre a vida, a música e a linda coleção de Rudy Strömdahl, de Florianópolis

quarta-feira, junho 28, 2017

De colecionador pra colecionador, faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Meu nome é Rudney Lars Strömdahl, tenho 48 anos, meus amigos me conhecem como Rudy, nasci e moro desde sempre em Florianópolis. Antes até não gostava desse rótulo de “colecionador”, por que sempre fui muito preocupado em conhecer e absorver as coisas que ouvia sem o compromisso de juntar muita coisa desse ou daquele artista. Isso acaba sendo uma consequência natural e acabei desencanado com isso. A indústria sabe disso, e de tempos em tempos temos relançamentos de discos clássicos com bônus ou material gráfico adicional e, às vezes, é difícil se manter a margem disso. Tenho muita coisa de música brasileira, jazz e rock progressivo, mas você encontra nos meus discos música de todo tipo.

Quantos discos você tem em sua coleção? 

Eu nunca paro pra contar, mas acho que o acervo aqui de casa deve estar em torno de 2.500 ou 3.000 CDs, uns 250 vinis, uns 200 filmes e alguns livros e HQs. Hoje, com o acesso facilitado à informação, você não precisa mais comprar algo para conhecer e isso reduz sensivelmente o consumo. Edições de luxo ou boxes que são constantemente lançados tem um preço mais elevado mas também procuro adotar um critério racional, digamos assim, para ter os discos, livros e filmes e um orçamento equilibrado. O importante é ouvir, ler ou assistir às coisas e absorver a arte contida nesses materiais. Se você não tem grana, não se desespere, que na internet de alguma forma tem-se acesso à muita coisa. Assisto a essa discussão sobre o que é melhor: vinil, CD, MP3, streaming e sei lá mais o que, e penso: se você puder penetrar na arte e absorver o conteúdo, pouco importa o formato.





Quando você começou a colecionar discos?

Por volta de 1981 ou 1982 eu ouvia muita música no rádio. Um dia resolvi resgatar um antigo gravador de fitas-cassete portátil que minha mãe usava na década de 1970 pra gravar aulas na faculdade e comprei uma fita-cassete do Tattoo You dos Rolling Stones, que era um disco recém lançado, e pirei. Pouco tempo mais tarde acabei ganhando um toca-discos e comecei a comprar vinis, e inicialmente comprava muita a coisa dos Rolling Stones, Beatles e outras bandas clássicas. No meio da década de 1980, meus amigos de colégio me apresentaram as bandas de metal como Kiss, Ozzy e Iron Maiden, e foi outra febre. Mesmo assim eu sempre tinha uma certa inquietude e acabei chegando no progressivo, e fiquei encantado com Yes, Pink Floyd, Genesis e King Crimson. Já na virada pros anos 1990 me interessei por jazz e música brasileira, e surgiu um novo universo para desbravar. 

Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Eu comecei com a tal fita-cassete dos Rolling Stones e acho que o primeiro vinil que eu comprei um tempo depois foi o Undercover, que era o lançamento dos Stones em 1983 ou 1984, por aí. Eu não tenho mais essas edições especificamente, mas os títulos sim.

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos? 

Como eu disse, nunca foi meu intuito ter uma coleção e acabou sendo uma consequência natural. Depois você acaba se rendendo às reedições com material adicional, edições japonesas caprichadas, boxes com muita coisa bacana e enfim, você se dá conta que esta colecionando mesmo (risos).




Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

Organização tem sido meu grande problema. Antes, quando tinha pouca coisa, eu achava que misturar as coisas representava bem o ecletismo que eu achava, e acho ainda, bacana. Depois que o número de discos cresceu muito ,comecei a ter problemas para acessar o material. Hoje ainda sofro muito com a relação espaço x quantidade e com minha desorganização habitual. Pelo menos procuro separar música brasileira de jazz e rock/pop.

Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo? 

Eu construí um móvel que, lógico, ficou pequeno com o tempo. Estou negociando com a patroa espaço em outros locais da casa para expandir minha coleção, mas a batalha esta árdua (risos).

Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

Uma dica de conservação: se puder, deixe tudo longe de umidade e exposição prolongada à luz.




Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente? 

Eu já ouvi tudo sim! Não consigo trazer um disco pra casa sem, pelo menos, “dar uma geral”. Tenho certeza que não dei a atenção que algumas coisas merecem porque tenho família e trabalho bastante, mas isso tem um lado bom, que é sempre ter algo pra ouvir melhor. Comprei alguns boxes do King Crimson que tem em torno de vinte discos cada e ficou difícil fazer uma audição acurada disso tudo.

Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

Eu sou muito eclético. Gosto muito de música brasileira, jazz e rock/pop. Meus artistas preferidos são Yes, King Crimson, Genesis, Rolling Stones, Beatles, Elvis Costello, Nick Cave, Eric Clapton, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Edu Lobo, David Bowie, Bob Dylan, as bandas do Luis Alberto Spinetta, Miles Davis, Branford Marsalis, Weather Report, Wayne Shorter, Horace Silver, Keith Jarrett, Terje Rypdal e mais um monte de coisas.

De qual banda você tem mais itens em sua coleção?

Muito King Crimson, Rolling Stones, Elvis Costello, Frank Zappa, Caetano Veloso, Miles Davis  ... acho que desses artistas eu tenho muitos discos.





Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Não saberia te dizer o que é mais raro porque não ligo muito para isso. Tenho umas coisas bacanas como um box da Motown que imita o prédio onde a lendária gravadora foi fundada, como já disse alguns boxes do King Crimson, uma edição muito foda do Layla do Derek & The Dominos, uns boxes do Jethro Tull, Led Zeppelin e do Magma bem bonitos.

Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?

Às vezes nem completar as discografias, mas ter os discos essenciais de cada artista. Geralmente eu prefiro a melhor edição disponível, mas sempre tem discos que por um motivo ou por outro você acaba ficando com mais de uma versão. Eu tenho, por exemplo, uma versão em CD do Living in the Past do Jethro Tull japonesa lindíssima que imita o LP original. A ordem das músicas obedece a versão inglesa desse disco. Tenho o mesmo CD numa versão da Mobile Fidelity que, além de ser muito bela também, compila as músicas das versões americana e inglesa. Tenho um CD duplo, edição deluxe, do Days of Future Passed do Moody Blues e também um vinil da Mobile Fidelity. Mais alguns clássicos eu tenho em mais de um formato ou edição.




Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção?

Tenho alguma coisa de filmes, livros e HQs também.

Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet? 

Lojas aqui em Floripa: a Roots Records do Gota, a banca do seu Lima na feirinha da Catedral, o sebo Elemental na João Pinto e as feiras de vinil em que o Paulinho Batista Gomes participa. Ele é o cara dos vinis japoneses fodas em nossa cidade. Lá em Curitiba tem a Savarin, a Galeria do Rock em Sampa e internet: eBay, Mercado Livre, Amazon Market Place, enfim… Quando viajo sempre procuro colocar no roteiro um passadinha por alguma loja de discos. Se sobrar uma graninha sempre tem alguma coisa bacana em algum lugar (risos).

O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

Algumas se impressionam, outras olham com estranheza, mas eu não ligo muito pro que as outras pessoas pensam. Se eu curto, tá valendo! Eu também consumo música em formato digital e tá tudo certo. Aproveitem a arte, extraiam a essência, enfim, curtam a música de verdade. Isso é o mais importante. Conheço gente que tem um puta aparelho de som em casa para ouvir música puramente descartável e isso não adianta de nada. Ouvir Keith Jarrett no celular me faz muito bem!





Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada? 

As primeiras coleções de discos organizadas e bacanas que eu conheci foram as de amigos, como a do Carlos Garcez, que recentemente esteve nessa seção, e do Renato Pleticos, que tem muita coisa de jazz e MPB. O Garcez e o Renato tinham programas de rádio aqui em Floripa, onde conheci muita coisa legal. Logo depois conheci as do Guilherme Zimmer e do Gabriel Orlandi, que são muito bacanas. Esses caras, além de terem um acervo muito bacana, tem o gosto parecido com o meu e a gente sempre tá trocando informações sobre música, cinema e literatura, que são nossos hobbies.

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Sinceramente, o valor financeiro eu desprezo. Sempre quando tenho alguma coisa em duplicidade procuro presentear um amigo ao invés de vender o item. Às vezes gosto de dizer que o ser humano só faz duas coisas: arte ou lixo! (não sei onde ouvi isso!) Sob essa ótica, a arte contida nos discos, livros, arquivos digitais e sei lá mais o que tem um valor inestimável para a sociedade. O resto...lixo!







Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Acho que não … isso é impossível. Por questões financeiras posso deixar de comprar, mas taí a nossa amiga internet que vai sempre ser um canal para conhecer coisas legais que estejam surgindo.

O que significa ser um colecionador de discos?

Alguém que tem um hobby! Nada mais que isso! Melhor é curtir a música, isso sempre será o mais importante, independentemente da quantidade de coisas que você acumular,







Qual o papel da música na sua vida?

Música sempre foi minha “droga”! Uma válvula de escape para a vida de trabalho e correria que a gente tem. Não consigo me imaginar vivendo de outra forma.

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores? 

Ando ouvindo o novo do Radiohead que eu gostei bastante, o clássico Descendre do Terje Rypdal que é um disco primoroso, Muito do Caetano Veloso, Dorival Caymmi e seu violão (dica do meu brother Zimmer), os novos do Keith Richards e Nick Cave.

Recomendo a todos que exercitem sua curiosidade e aproveitem a facilidade e a grande oferta de informação disponível hoje em dia! Revisitem os clássicos porque sempre serão os clássicos, mas procurem, pois tem muita gente fazendo coisas bacanas hoje, a maior parte obviamente fora da grande mídia.

Um grande beijo no coração de todos e parabéns Ricardo pelo seu trabalho no Collector's Room!








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