25/11/2011
Unearthly: ouça "Seven Six Two", nova música do grupo
sexta-feira, novembro 25, 2011
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Rock oculto: você acredita em magia negra?
sexta-feira, novembro 25, 2011
19 comentários
Por Dom Lawson, da
Metal Hammer
Tradução de Ricardo
Seelig
“Quando você vê
imagens de TV da década de 1960 ou do início dos anos 70, ir a um
culto ou uma reunião de bruxaria era quase como ir a um clube do
livro ou a uma aula de tricô, porque isso naquela época era um
lugar comum”, sugere Lee Dorrian. Ele é o frontman do lendário
Cathedral, uma das bandas mais influentes e importantes do metal nos
últimos 20 anos. Dorrian também é o fundador da Rise Above
Records, uma gravadora que mantém laços de longa data com o rock
oculto. “As pessoas não tinham internet e nem jogos de
computador. Os garotos então liam livros de Tolkien e Dennis
Wheatley e assistiam os filmes de terror da Hammer. Estava tudo por
ali, foi isso”.
Foi uma época em que
ocultismo emergiu no rock com uma frequência surpreendente.
Estudiosos do período recordam com carinho de álbuns como a estreia
dos americanos do Coven em Witchcraft Destroys Minds & Reaps
Souls (1969), In Cauda Semper Stat Venenum (1969) dos
italianos do Jacula e o folk lisérgico dos britânicos do Comus em
First Utterance (1971), todos discos que procuravam evocar um
sentimento de terror espectral e subversão satânica nos ouvintes,
fazendo soar o alarme nos gabinetes dos auto-proclamados protetores
da moralidade ocidental. Os Rolling Stones brincando com ideias
ocultas em Their Satanic Majesties Request (1967) podem ter
causado um leve alarme no mainstream, mas o verdadeiro rock oculto
aspirava ir além de imagens superficiais, trazendo uma leva de
perigo para o mundo do rock pesado.
O verdadeiro rock
oculto – ao contrário dos flertes de certas bandas com pentagramas
vendidos como souvenirs em grandes arenas – é apenas uma
subcultura menor. E como qualquer subcultura, é claro, existe
somente e principalmente para aqueles dispostos a arranhar a
superfície e cavar um pouco mais fundo.
“Black Widow foi a
banda óbvia que todo mundo ouviu falar, mas o interesse dos caras
pelo ocultimo durou apenas um disco”, diz Dorrian, referindo-se
ao grupo de Leicester cujo debut, Sacrifice, alcançou a
posição 32 nas paradas em 1970 e tocou na edição daquele ano do
Festival da Ilha de Wight. “Mas havia toneladas de outros nomes,
como o Zior, cuja cantora Keith Bonsor era aparentemente uma
ocultista séria e experiente. Há uma história de que ela foi
executada em uma missa negra e nunca mais foi vista desde então. Não
sei se isso é verdade. As pessoas sempre mencionam o Coven também,
e bandas italianas como Jacula e Antonious Rex como nomes que levaram
o ocultismo mais a sério. Até mesmo Mick Ronson, em um de seus
singles solo, tem um b-side chamado “Powers of Darkness”, que é
um grande faixa de rock oculto”.
O Black Widow voltou à
ativa em 2007 após um hiato de 34 anos, e atualmente estão
divulgando um novo álbum de estúdio, Sleeping with Demons,
lançado este ano. Antes disso, o grupo lançou o ao vivo Demons
of the Night Gather to See Black Widow Live (2008). Eles
permanecem como os padrinhos do rock oculto, e seu hino “Come to
the Sabbat” é a única música da primeira fase do gênero que
teve algum impacto perceptível sobre o rock mainstream.
O frontman
Clive Jones admite as suas crenças espiritualistas e o fascínio
pela feitiçaria, mas também reconhece que o Black Widow abandonou o
caminho das trevas rapidamente após a sua estreia, em 1970, porque a
negatividade de sua música poderia prejudicar as ambições do
grupo. “Depois de Sacrifice tivemos que mudar de direção, mas
eu não queria fazer isso, porém havíamos tido muita má sorte”,
lembra ele. “Nós fomos banidos pela BBC, que não queria tocar
as nossas músicas. Estávamos partindo para uma turnê pelos Estados
Unidos, mas Charles Manson fez o que eles classificaram como
“assassinatos de magia negra” e, de repente, não nos deixaram
mais entrar no país. Nosso manager também agenciava o Black Sabbath
na época, e os enviou em nosso lugar. Agora estamos de volta à
magia negra, mas desta vez queremos mostrar que ela pode ser
divertida. Nem todo mundo adora o demônio e gosta de sacrificar
ovelhas”.
Na verdade, o rock
oculto nunca morreu realmente, mas foi se tornando uma força mais
visível nos últimos anos. Uma nova onda de bandas que compartilham
muitas das características dos grupos pioneiros, tanto musical
quanto filosoficamente, liderada pelo Ghost, da Suécia, e pelo
Devil's Blood, da Holanda, começou a atrair uma nova geração de
fãs, principalmente da cena do heavy metal. Junto a outros nomes
como Ancient Wisdow, Hexvessel, Blood Ceremony e Devil, têm o seu
foco na época da Hammer e Dennis Wheatley. O metal, é claro,
mergulhou em satanismo e temas de horror sobrenatural durante décadas
a partir do ponto de partida do Black Sabbath até a agressão do
Slayer, passando pelo culto à queima de igrejas das bandas de black
metal norueguesas no início dos anos 90. O que esses novos grupos
parecem oferecer, no entanto, é uma rejeição mais forte à
modernidade, com a música evitando o excesso tecnológico em favor
de timbres quentes e analógicos e uma psicodelia desenfreada.
Apesar de não exibir
qualquer desejo real de desviar-se do confotável underground do
heavy metal, o Ghost começou a desenvolver uma reputação
formidável e tornou-se, para desespero de seus admiradores
ferrenhos, uma espécie de “banda buzz” nos círculos de rock
mainstream. Certamente isso se deve muito à ajuda que os suecos tem
recebido de figuras significativas do metal como James Hetfield e
Phil Anselmo, que endossaram publicamente a sua admiração pela
banda. O grupo construiu cuidadosamente a sua imagem – anônimos,
sem rosto, figuras sombrias lideradas por um demônio que se
assemelha a um religioso -, o que também garante que eles se
distingam do manual de identidade padrão do heavy metal. “O que
estamos fazendo no Ghost, como um conceito, é uma homenagem à velha
música oculta”, afirma Nameless Ghoul, o porta-voz oficial da
banda. “Há uma fixação por essa onda de rock oculto que está
rolando, e eu acho que isso é muito baseado na ideia de que se trata
de algo retrô. Esperamos que o Ghost seja apreciado como um fenômeno
elétrico do rock teatral”.
O Ghost, de alguma
forma, conseguiu se infiltrar nos escalões superiores do mundo do
heavy metal sem comprometer a sua visão. De acordo com o editor da
Metal Hammer, Alexander Milas, eles simplesmente se aproveitam da
essência do metal. “O heavy metal e o macabro não são
estranhos um ao outro, mas é certamente o espírito teatral do
Ghost, uma homenagem ao Kiss, King Diamond, Alice Cooper e outros
artistas que os inspiraram, que faz com que tenham tanto apelo junto
aos fãs de metal”, diz Milas. “Eles são a soma de tudo o
que tem gerado apelo no heavy metal desde que o Black Sabbath cativou
os fãs de música que não conseguiam entrar em sintonia com a época
hippie e queriam algo mais sombrio e pesado. O Ghost encarna o que é
ser heavy metal, e sua música é simplesmente sublime”.
É claro que parte da
razão pela qual o rock oculto tinha um impacto tão grande há 40
anos é que, naqueles dias, ele parecia genuinamente assustador, da
mesma forma que os filmes de terror da Hammer pareciam reais e hoje
são consideradas obras kitsch. Nas décadas seguintes, porém, as
artes e o entretenimento alcançaram extremos que seriam impensáveis
em 1970. Uma banda como o Ghost não choca mais as pessoas,
independentemente de eles serem classsificados como verdadeiros
servos de Belzebu ou não. “Se nós acreditamos no diabo? A
coisa mais importante é que o diabo acredita em nós”, diz,
sem nenhuma expressão, Ghoul. “Há uma aura blasfema que rodeia
tudo o que fazemos. Queremos que o nosso público entre em nosso
mundo negro, em algo que vai além. Queremos que o Ghost seja
percebido como algo quase cinematográfico, assim como alguém que
vai ao cinema para assistir A Profecia ou O Exorcista. Tudo deveria
ser, supostamente, ultra-diabólico”.
Quer se trate de uma
expressão sincera de culto a crenças diabólicas ou simplesmente
uma boa desculpa para usar uma máscara assustadora e irritar alguns
cristãos, o rock oculto pode fornecer um antídoto para o mundo da
música, cada vez mais sem alma, cínico e interessado apenas no
lucro, perfeição e poder. Talvez o mais importante é que os seus
novos expoentes parecem ter abandonado táticas de choque em favor de
uma abordagem mais sutil e persuasiva, digna da serpente do Éden.
“Se você não é um consumidor de metal e olha para uma revista
com o Ghost, você certamente irá pensar que eles soam de maneira
demoníaca e extrema”, diz Lee Dorrian. “Mas o que eles
fazem é um rock clássico muito bonito, com grande melodias. Tudo
sobre eles é contraditório, mas funciona. Há uma verdadeira magia
sobre a banda. Abraçar o ocultimo é como ser tomado por uma força
esotérica, algo parecido em como a música funciona, certo?”.
Warren Haynes na nova edição da Relix
Gov´t Mule
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Relix
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Ricardo Seelig
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Warren Haynes
sexta-feira, novembro 25, 2011
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Rolling Stone alemã com Os Simpsons na capa
sexta-feira, novembro 25, 2011
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24/11/2011
Enquete da semana: o melhor álbum de metal de 1993
Enquetes
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Ricardo Seelig
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Sepultura
quinta-feira, novembro 24, 2011
5 comentários
Era
barbada, e o resultado confirmou: Chaos A.D., do Sepultura,
levou de lavada e foi eleito pelos nossos leitores como o melhor
álbum de heavy metal lançado em 1993. Na sequência, outro
representante brasileiro: Angels Cry, a estreia do Angra.
Quatro
álbuns tiveram uma quantidade semelhante de votos, e disputaram até
o final a terceira posição. Savatage, Carcass, Death e Cynic, todos
com discos fantásticos nesse ano, fizeram bonito.
E
a minha crítica vai para os poucos votos dados aos discos de black
metal presentes na enquete. Brasileiro não curte esse estilo?
Clássicos do Darkthrone, Immortal, Satyricon e Dissection passaram
batido, com votações muito pequenas.
Confira
o resultado abaixo:
Sepultura
– Chaos A.D. - 38%
Angra
– Angels Cry – 18%
Savatage
– Edge of Thorns - 11%
Carcass
– Heartwork – 10%
Death
– Individual Thought Patterns - 9%
Cynic
– Focus – 7%
Darkthrone
– Under a Funeral Moon – 3%
Immortal
– Pure Holocaust - 2%
Dissection
– The Somberlain – 1%
Satyricon
– Dark Medieval Times - 1%
E,
como sempre, quero saber a opinião de vocês, então solte o verbo
nos comentários.
Os 20 melhores álbuns de stoner segundo a Decibel
Decibel
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Ricardo Seelig
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Stoner
quinta-feira, novembro 24, 2011
19 comentários
Em
sua edição #35, de setembro de 2007, a revista norte-americana
Decibel, uma das publicações mais respeitadas do cenário heavy
metal em todo o mundo, publicou uma lista com os 20 melhores álbuns
de stoner de todos os tempos.
Olha
só como ficou o top 20 da Decibel:
- Black Sabbath – Masters of Reality (1971)
- Electric Wizard – Dopethrone (2000)
- Sleep – Jerusalem (1999)
- Kyuss – Blues for the Red Sun (1992)
- Black Sabbath – Black Sabbath (1970)
- Queens of the Stone Age – Queens of the Stone Age (1998)
- Trouble – Psalm 9 (1984)
- Blue Cheer – Vicenbus Eruptum (1968)
- Melvins – Bullhead (1991)
- Hawkwind – Space Ritual (1973)
- Masters of Reality – Masters of Reality (1988)
- Witchfinder General – Death Penalty (1982)
- Monster Magnet – Spine of God (1991)
- Cathedral – The Ethereal Mirror (1993)
- Saint Vitus – Born Too Late (1986)
- Leaf Hound – Growers of Mushroom (1971)
- The Obsessed – Lunar Womb (1991)
- Acrimony – Tumuli Shroomaroom (1997)
- High on Fire – Surrounded by Thieves (2002)
- Fu Manchu – In Search Of … (1996)
E
aí, concorda? Discorda? Deixe a sua opinião nos comentários!
Head Cat: crítica de 'Walk the Walk … Talk the Talk' (2011)
Motörhead
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Review de CDs
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Ricardo Seelig
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Stray Cats
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The Head Cat
quinta-feira, novembro 24, 2011
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Nota:
8,5
O
rock é, antes de tudo, diversão. Portanto, um disco que nasceu do
puro prazer dos músicos envolvidos só pode ser muito legal, ainda
mais com o líder da parada sendo ninguém mais ninguém menos que o
lendário Lemmy Kilmister, o dono do Motörhead.
Walk
the Walk … Talk the Talk, lançado no Brasil pela Hellion
Records, é o segundo álbum do supergrupo Head Cat, que une Lemmy
(vocal e baixo), Danny Harvey (guitarra, Lonesome Spurs e The
Rockats) e Slim Jim Phantom (bateria, Stray Cats). O nome da banda,
como você percebeu, é uma brincadeira com os grupos principais do
trio.
O
alto astral se mantém nas faixas do disco. A música é um
rockabilly pesado e cheio de energia, perfeito para ouvir em alto e
bom som naquelas reuniões animadas com os amigos.
Dez
das doze faixas são versões para clássicos do rock, indo desde
releituras de canções conhecidas como “Crossroads” (de Robert
Johnson, imortalizada pelo Cream), “Something Else” (Eddie
Cochran), “Let It Rock” (Chuck Berry) e “Shakin' All Over”
(Johnny Kids and The Pirates), até o resgate de composições
históricas mas um tanto esquecidas hoje em dia, como “It'll Be Me”
(Jerry Lee Lewis), “You Can't Do That” (Beatles) e “Say Mama”
(Gene Vincent). No meio disso tudo o trio ainda se aventura em duas
inéditas, a ótima “American Beat” e “The Eagle Flies on
Friday”.
Redondinho,
simpático e alto astral, Walk the Walk … Talk the Talk é
diversão do início ao fim. Duvida? Então faça o teste, chame os
amigos para um churrasco regado à cerveja gelada e coloque o disco
para rolar. Depois você me conta como foi …
Faixas:
- American Beat
- Say Mama
- I Ain't Never
- Bad Boy
- Shakin' All Over
- Let It Rock
- Something Else
- The Eagle Files on Friday
- Trying to Get to You
- You Can't Do That
- It'll Be Me
- Crossroads
Metal Open Air: veja quais bandas serão anunciadas nos próximos dias
quinta-feira, novembro 24, 2011
13 comentários
Ontem,
dia 23/11, era a data prevista para o anúncio do primeiro lote de
bandas que tocarão no Metal Open Air, festival que ocorrerá em São
Luís do Maranhão nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2012. No entanto,
devido à desistência da ICS, empresa que promove e é dona da marca
Wacken, a Negri Concerts e a Lamparina Produções divulgaram um
comunicado oficial dizendo que os contratos tiveram
que ser revistos, e que o anúncio das atrações será atrasado em
alguns dias.
Porém,
não apenas um, mas vários passarinhos, me contaram que serão
divulgados nos próximos dias os nomes de 14 atrações que já
assinaram contrato para tocar no Metal Open Air. Quer saber quem são?
Então respire fundo:
Accept
Anthrax
Destruction
Europe
Europe
Exodus
Gamma
Ray
Grave
Digger
Kreator
Motörhead
Napalm
Death
Obituary
Saxon
Sonata
Arctica
Testament
É
uma escalação de respeito, sem dúvida. Ainda faltam 6 nomes para
fechar nas 20 bandas internacionais prometidas pelos promotores do
festival, mas sem dúvida anima, e muito, qualquer fã de metal. No
meu caso, adorei o fato de Aceept, Anthrax e Exodus estarem na
escalação.
Sentiu
falta do Manowar, que havia sido citado em diversos rumores
anteriores? A explicação para o grupo não estar na lista acima é
simples: os caras foram contatados, mas responderam negativamente por
“não estarem vivendo um bom momento”.
É
claro que, mesmo curtindo as prováveis primeiras 14 atrações do
festival, faltam nomes de maior peso e tamanho, os chamados
headliners. Estou falando de grupos como Judas Priest, Metallica,
Black Sabbath, Iron Maiden, capazes, sozinhos, de deslocar uma
multidão de fãs. Eles, possivelmente, aparecerão em anúncios
futuros – pelos menos é o que se espera.
Não
há nada confirmado oficialmente ainda, mas é muito provável que
esses 13 nomes sejam divulgados nos próximos dias. E aí, curtiu?
Noel Gallagher: "What a Life" no Later with Jools Holland
quinta-feira, novembro 24, 2011
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Há 20 anos, falecia Eric Carr
Eric Carr
//
Kiss
//
Ricardo Seelig
quinta-feira, novembro 24, 2011
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23/11/2011
Savage Messiah: ouça a inédita "Shadowbound"
quarta-feira, novembro 23, 2011
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Lamb of God na nova Decibel
Decibel
//
Lamb of God
//
Ricardo Seelig
quarta-feira, novembro 23, 2011
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Não existe nada de bom no heavy metal atual? Mais uma vez, a gente prova que você está errado!
quarta-feira, novembro 23, 2011
29 comentários
Dando
sequência à série de posts sobre as novas caras do heavy metal,
essa semana trago mais 10 bandas. Ponderei em colocar o
Ghost na lista porque pensava que todo mundo já conhecia o grupo,
mas, para a minha surpresa, muita gente nunca ouviu os caras, então
mudei de ideia.
O
que você vai ler abaixo são dez indicações de grupos que fazem
heavy metal, hard rock e música de qualidade agora, nesse momento, e
você provavalmente não conhece.
Então,
acomode-se na cadeira, aumente o volume e diga o que achou dessas dez bandas nos comentários. E, é claro, mande mais dicas de novos sons!
Ghost
Uma
série de matérias sobre as novas caras do heavy metal não estaria
completa sem o Ghost. Essa banda sueca veio ao mundo em 2008, e tem
apenas um disco em sua curta carreira. Opus Eponymous foi lançado em
18 de outubro de 2010 na Europa, mas só chegou ao mercado
norte-americano três meses depois, em 18 de janeiro de 2011. Os
caras fazem um som que é influenciadíssimo, na parte instrumental,
pelo Blue Öyster Cult, enquanto o timbre do vocalista Papa Emeritus
remete ao estilo de King Diamond. Fechando o pacote, composições
cativantes, letras explicitamente satânicas e um visual
elaboradíssimo, com o cantor vestido como uma espécie de papa
satânico e os demais músicos com os rostos escondidos atrás de
capuzes. Um dos melhores discos dos últimos anos, e já com status
de clássico.
Red
Fang
Quarteto
de Portland, Estados Unidos, o Red Fang tem apenas um álbum, Murder
the Mountains, lançado esse ano pela Relapse. O som é
aquele típico stoner que se equilibra entre o hard rock e o heavy
metal, tudo com um agradável sabor setentista. Com um bom humor
gigantesco, a banda tem clipes engraçadíssimos, que dão cara para
a sua ótima música. Um dos melhores nomes saídos dos EUA nos
últimos anos, sem dúvida.
Volbeat
Apesar
de já estar na estrada há mais de 10 anos, essa banda dinamarquesa
ainda não pegou no Brasil. Já com status de grande na Europa,
onde são figura fácil nos inúmeros festivais que rolam por lá, o
Volbeat tem quatro discos de estúdio e um ao vivo. O som se destaca
por ser ao mesmo tempo pesado e com um surpreendente tempero pop. Mas
antes de dar play nos vídeos abaixo, um aviso: a banda é viciante,
então não me responsabilizo se você passar os próximos dias
ouvindo apenas os caras!
Myrath
Esse
quinteto natural da Tunísia segue a linha dos israelenses do
Orphaned Land, executando um heavy metal temperado com acentuados
sabores orientais. Já com três discos no currículo – Hope
(2007), Desert Call (2010) e Tales of the Sands (2011) -, o grupo vem
conquistando cada vez mais espaço, e tem tudo para ser um dos nomes
mais falados em um futuro bem próximo. Fique de olho!
Graveyard
Dona
de uma dos melhores álbuns de 2011, a banda sueca Graveyard sobe a
passos largos para se tornar uma das preferidas de quem curte hard
rock com aquela típica sonoridade setentista. Com apenas dois discos – Graveyard (2007) e Hisingen Blues (2011) -, o quarteto mostra que
tem talento de sobra. Em tempo: o sensacional Hisingen Blues ganhará
lançamento nacional via Hellion Records em breve!
Fleshgod
Apocalypse
Da Itália vem uma das bandas mais
originais dos últimos anos. O Fleshgod Apocalypse une o lado mais
brutal e extremo do death metal com a sofisticação e a riqueza
melódica e harmônica da música clássica. O resultado é um som
único, intenso e inquietante. Os dois discos do grupo – Oracles
(2009) e Agony (2011) – merecem uma audição atenta, pois são
obras, no mínimo, impressionantes.
Samsara
Blues Experiment
Alemães,
os caras do Samsara Blues Experiment unem o peso característico do
do hard à psicodelia, criando algo como um stoner embebido em
generosas doses de ácido. Ao vivo a banda voa ainda mais alto,
soando como uma autêntica jam band, levando às suas composições
ao limite. Com dois discos na bagagem – Long Distance Trip (2010) e
Revelation & Mystery (2011) -, é a banda perfeita para aquele
seu amigo que acha que nada de bom foi produzido depois de 1972.
Blood
Ceremony
Espécie
de versão headbanger do Flautista de Hamelin, o Blood Ceremony vem
do Canadá. A figura central da banda é a bela Alia O'Brien,
responsável pelos vocais e pela flauta, que dá uma cara única ao
som do grupo. Com dois discos já lançados – Blood Ceremony (2008)
e Living with the Ancients (2011) -, o Blood Ceremony agrada pela
intensa musicalidade, que vai do doom metal ao rock psicodélico.
Ouça e apaixone-se!
Devil
Essa
banda norueguesa lançou o seu primeiro disco agora em 2011. Time to
Repent recebeu críticas positicas e vem chamando a atenção por
apresentar um heavy metal bastante influenciado por nomes como Black
Sabbath e Pentagram. Ou seja, o lance aqui é aquele metal sombrio e
escuro típico dos anos setenta, baseado nos riffs de guitarra. Ouça,
você vai adorar!
Kyng
Esse
trio californiano acabou de lançar o seu primeiro disco, o excelente
Trampled Sun. O som é aquele clássico stoner com enormes doses de
testosterona, que vai do hard ao heavy metal sem maiores cerimônias.
A principal influência dos caras é o Black Sabbath. A banda tem
talento e sabe criar composições cativantes, como o hit “Falling
Down”. Para mim, um dos melhores discos do ano.
Metal Open Air: divulgada a logomarca do festival
quarta-feira, novembro 23, 2011
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22/11/2011
Massakren: clipe de "Under Cover of Darkness"
terça-feira, novembro 22, 2011
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Mastodon: máscara com a capa do último álbum
terça-feira, novembro 22, 2011
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O
Mastodon lançou mais um produto em sua loja oficial. Agora, a banda
liberou para os seus fãs uma máscara com a criatura que está na
capa de seu último álbum, o sensacional The Hunter.
A
máscara, produzida com um material plástico grosso, foi totalmente
feita e pintada à mão, e será disponibilizada em uma quantidade
limitada. Cada uma das unidades será numerada, atiçando ainda mais
os colecionadores.
"Welcome to the Jungle" em versão matadora de Etta James
terça-feira, novembro 22, 2011
3 comentários
Nightwish: veja em que formatos o novo álbum será lançado
terça-feira, novembro 22, 2011
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Hawkwind na capa da nova Classic Rock Prog
terça-feira, novembro 22, 2011
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Ouça "Show Me the Place", nova música de Leonard Cohen
terça-feira, novembro 22, 2011
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Vallenfyre: assista o clipe de "Cathedrals of Dread"
terça-feira, novembro 22, 2011
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Mais uma da série "Era para ser uma homenagem" ...
terça-feira, novembro 22, 2011
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MaYan: crítica do álbum 'Quarterpast' (2011)
Mayan
//
Review de CDs
//
Ricardo Seelig
terça-feira, novembro 22, 2011
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Nota:
8,5
O
MaYan é um projeto criado e capitaneado por Mark Jansen, conhecido
em todo o mundo pelo seu trabalho no Epica e no After Forever. Aqui,
Jansen criou uma banda de death metal sinfônico onde explora a sua
fascinação pela civilização Maia. Ao lado de Mark estão os
parceiros de Epica Simone Simmons, Isaac Delahaye (guitarra) e Ariën
van Weesenbeek (bateria), além de Floor Jansen (ex-After Forever),
Henning Basse (vocal, Sons of Seasons), Frank Schiphorst (guitarra),
Rob van der Loo (baixo) e Jack Driessen (teclado).
Na
capa do disco, abaixo do título, há a frase “Death Symphonic
Metal Opera”, e ela resume com perfeição o que as faixas de
Quarterpast entregam ao ouvinte. As composições são longas
e cheias de mudanças de andamento e climas, proporcionando uma
sonoridade surpreendente. Em relação ao Epica, o som do MaYan é
muito mais pesado, soturno e até mesmo extremo, revelando uma faceta
não tão explorada por Mark Jansen.
O
foco é o heavy metal. Passagens orquestrais e coros estão sempre
presentes, mas o metal é que dá as cartas em todas as composições.
Essa característica faz com que algumas composições soem próximas
ao que o Dimmu Borgir vem fazendo em seus últimos álbuns, mas com
uma bem-vinda dose menor de grandiloquência e muito menos pomposo.
Os
vocais guturais de Jansen são um destaque à parte, assim como o
excelente trabalho de guitarra e a bateria criativa de Weesenbeek.
Vozes guturais contrastam com as intervenções quase divinas e
angelicais de Simone Simmons e Floor Jansen, enquanto que, na parte
instrumental, os riffs de guitarra exploram todo o expectro do death
metal, amparados por batidas agressivas e blast beats.
O
trabalho de composição foi muito bem feito, e o resultado é um
tracklist consistente, onde o destaque está no conjunto. Mesmo assim
algumas faixas acabam se sobressaindo, como a abertura com “Symphony
of Aggression”, “Course of Life”, “Drown the Demon” e o
single “War on Terror”.
Quarterpast
é um disco muito bom, que mostra um dos músicos mais criativos
do metal atual explorando a faceta mais extrema de sua musicalidade.
Uma grata surpresa que vale o play, e com o repeat acionado!
Faixas:
- Symphony of Aggression
- Mainstay of Society
- Quarterpast
- Course of Life
- The Savage Massacre
- Essenza di te
- Bite the Bullet
- Drown the Demon
- Celibate Aphrodite
- War on Terror
- Tithe
As I Lay Dying: versão para clássico do Judas Priest
terça-feira, novembro 22, 2011
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21/11/2011
Metal Open Air: algumas questões sobre o “Wacken” brasileiro
segunda-feira, novembro 21, 2011
14 comentários
Antes
de mais nada, faço questão de deixar duas coisas bem claras. Em
primeiro lugar, acho que já passou da hora de o Brasil ter um
festival anual e exclusivo de heavy metal, nos moldes do Wacken Open
Air e outros festivais europeus. Em segundo, não vejo problema algum
em ele ser fora de São Paulo e da região sudeste. Muito pelo
contrário, simpatizo com essa ideia.
Agora,
vamos aos fatos. Como vocês sabem, todo mundo que consome heavy
metal no Brasil só fala de uma coisa: a possível realização de um
fesival em São Luís do Maranhão. A notícia surgiu no site da
produtora do evento, foi amplificada através do maior e mais lido
site de metal do país – o Whiplash – e alcançou até a página
do Consulado Alemão em nosso país, que publicou uma matéria a
respeito. Ou seja, tudo indica que o festival irá ocorrer, mas é
preciso discutir alguns pontos.
Seria
um sonho ter uma edição do Wacken, o maior e mais importante
festival de heavy metal do mundo, em nosso país, mas algumas dúvidas
fizeram com que surgissem umas pulguinhas atrás de cada uma das
minhas orelhas. Por isso, entrei em contato com pessoas do meio, dei
uma investigada nos bastidores e coletei algumas informações a
respeito, que vou compartilhar com vocês.
A
ICS, empresa que produz o Wacken na Alemanha, tem interesse em
realizar uma edição do festival em nosso país há anos. Inclusive,
diversos rumores surgiram ano após ano sobre uma possível versão
do festival em nosso país, mas nunca saíram do papel. Dessa vez, no
entanto, a própria ICS estava envolvida na realização. A ideia dos
alemães era realizar um grande festival na região sudeste ou, em
segundo caso devido aos custos, um festival menor e itinerante que
passaria, a princípio, pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro,
Buenos Aires e Santigo do Chile.
Aqui
no Brasil, a ICS entrou em contato com a Negri Concerts, uma das mais
respeitadas produtoras de shows de nosso país, responsável por
inúmeros eventos na capital paulista e em outras cidades
brasileiras. Além disso, o empresário maranhense dono da Lamparina
Produções também estava envolvido desde o início, e não abriu
mão de que o festival tivesse como local a sua terra natal. Até aí
nenhum problema. As negociações entre a ICS, a Negri e o empresário
evoluíram e se desenvolveram, mas chegaram em um ponto onde a coisa
emperrou. Foi realizado um levantamento de custos para se chegar à
quantia necessária para tirar o festival do papel, bandas foram
sondadas – aquela enquete no Whiplash era, na verdade, uma sondagem
informal para sacar quais dos grupos sugeridos pelos organizadores em
um primeiro momento possuem mais público em nosso país -, mas, ao
se chegar a um número final, aconteceu algo inesperado. Ao ver os
custos estimados para a produção do Wacken aqui no Brasil – e
sim, o festival iria se chamar Wacken Brasil -, a ICS desistiu do
projeto por julgar que tudo ficou muito caro e seria inviável. A
saída da ICS do jogo complica as coisas porque os caras, além de
produtores do Wacken, são uma das empresas mais respeitadas do ramo
em todo o mundo, o que garante a seriedade de qualquer evento junto
não só às bandas, mas a todas as pessoas envolvidas. Ao deixar o
projeto, a ICS também deixa um ponto de interrogação sobre a sua
realização ou não.
Inegavelmente,
os custos para realizar o festival em São Luís do Maranhão são
mais baixos do que para realizar o mesmo evento em São Paulo. Mas
então, como os caras se retiraram do projeto devido aos custos
elevados? Por uma razão muito simples: segundo as informações que
obti, não existe nenhuma empresa no Maranhão, ou naquela região,
com experiência e know-how suficientes para tirar do papel um evento
desse porte. Toda a mão de obra, equipe técnica e equipamento
necessários teriam que ser trazidos de São Paulo, encarecendo – e
muito – o custo final. Isso fez com que a ICS saísse do projeto.
Além
disso, gente importante envolvida com o mercado heavy metal no Brasil
foi sondada pelos alemães sobre a viabilidade de realizar o festival
no Maranhão, e todos os consultados levantaram algumas questões que
poderiam dificultar a produção do Wacken na região nordeste, como
o clima extremamente quente e úmido, a falta de estrutura médica e
hospitalar e outras ressalvas. Aqui, deixa eu fazer um comentário
pra deixar uma coisa bem clara: essa não é uma opinião minha, mas
das pessoas consultadas pelos gringos. Não conheço São Luís e não
sei absolutamente nada sobre a estrutura da cidade. Não tenho nada
contra os maranhenses e, por extensão, toda a região nordeste,
muito pelo contrário, como já disse no início deste texto.
A
questão atual é que o Wacken brasileiro, que, por essas razões,
precisou mudar de nome e agora se chama Metal Open Air, está em uma
situação delicada. A ICS publicou um comunicado no site oficial do
Wacken dizendo que não tem nada a ver com o festival. Já a
Lamparina e a Negri divulgaram também um comunicado oficial
declarando que estão juntas a uma “grande produtora
internacional”, mas não deram o nome dessa tal produtora. Pelo
histórico do festival em nosso país, que já foi anunciado e
cancelado algumas vezes nos últimos anos, é normal que, mesmo
tomados pela empolgação, não só o público, mas também a
imprensa brasileira especializada em metal, fique desconfiada com
isso tudo.
Eu,
sinceramente, espero que tudo se resolva e que nós possamos ter um
grande evento totalmente dedicado ao heavy metal aqui no Brasil,
porém, devido a tudo o que aconteceu nos últimos dias, recomendo
que a alegria e o entusiasmo que tomavam conta de todos dêem lugar a
uma visão mais cautelosa até segunda ordem. No momento, o que temos
é um grande ponto de interrogação sobre o assunto, portanto deixo
aberto esse espaço para que os envolvidos na realização Metal Open
Air possam nos dar a real sobre como está o andamento da produção.
E, claro, peço que todos vocês que lêem o blog compartilhem nos
comentários tudo o que souberem ou vierem a descobrir sobre o Metal
Open Air, para que juntos a gente consiga lançar um feixe de luz
sobre tudo isso.
"Black Metal", do Venom, tocada por uma banda de garotos
segunda-feira, novembro 21, 2011
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Lollapalooza Brasil: confira o line-up final do festival
segunda-feira, novembro 21, 2011
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Perry
Farrell, vocalista do Jane's Addiction e idelizador do Lollapalooza,
esteve pessoalmente hoje pela manhã na coletiva de imprensa que
anunciou oficialmente as atrações da primeira edição brasileira
do festival.
O
Lollapalooza Brasil acontecerá no Jockey Club, em São Paulo, nos
dias 7 e 8 de abril de 2012. Serão cinco palcos diferentes, por onde
passarão Foo Fighters, Arctic Monkeys, Jane's Addiction, MGMT,
TV On the Radio, Calvin Harris, Cage the Elephant, Band of Horses,
Joan Jett and the Blackhearts, Foster the People, Friendly Fires,
Gogol Bordello, Peaches, Tinie Tempah, Crystal Method, Thievery
Corporation, Skrillex, Bassnectar, Pretty Lights, PerryEtty vs Carl
Cox e Rhythm Monks.
As
bandas nacionais que tocarão serão O Rappa, Plebe Rude,
Wander Wildner, Marcelo Nova, Cascadura, Pavilhão 9, Tipo Uísque,
Suvaca de Prata, Veiga & Salazar, Balls, Blubell, Velhas Virgens,
Garage Fuzz, Marcio Techjun e Daniel Brandão. A organização
do evento informou ainda que os grupos brasileiros se apresentação
durante todo o dia e não apenas no período das 10 às 15 horas,
conforme divulgado pelo cantor Lobão – que se recusou a participar
do festival – nesse final de semana.
A
previsão é que o público de cada um dos dias fique em torno de 70
mil pessoas. Os ingressos começam a ser vendidos à meia-noite dessa terça-feira, no site do Lollapalooza Brasil.
A
maior atração é, sem dúvida alguma, o Foo Fighters, que gravou um
dos melhores discos de 2011 – o excelente Wasting Light –
e voltará ao Brasil naquele que é, provavelmente, o ponto mais alto
de sua carreira.
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