Black Sabbath: crítica de 13 (2013)

Onde você estava em 1978? Você já era nascido ou ainda nem passava pela cabeça dos seus pais que você poderia, um dia, vir ao mundo? Eu tinha 6 anos em 1978, ano em que o Black Sabbath gravou o seu último álbum com Ozzy Osbourne, Never Say Die!, encerrando a história da formação clássica da banda que criou o heavy metal. Um ano depois, em 1979, Ozzy seria demitido do Sabbath por Tony Iommi, se enterraria de vez nas drogas e só voltaria a ver a luz no fim do túnel com o lançamento de seu primeiro álbum solo, Blizzard of Ozz, em 20 de setembro de 1980.

Qual a idade dos seus pais? O meu, Seu Paulo, tem 69 anos. Minha mãe, Dona Elzira, 68. John Michael Osbourne completará 65 no final do ano. Anthony Frank Iommi fez 65 em fevereiro último. Terence Michael Joseph Butler fará 64 agora em julho. Eu cheguei aos 40 no final de 2012. Todas essas vidas, a princípio, nunca se cruzaram, afinal nem eu, nem meu pai e muito menos a minha mãe conhecemos pessoalmente Ozzy, Tony e Geezer. No entanto, a música que esses senhores criaram - ao lado do baterista Bill Ward, ausente neste retorno - mudou, literalmente, o mundo. A minha vida mudou quando escutei o som do Black Sabbath pela primeira vez, e meus pais sabem bem disso, pois ouviram a banda por osmose durante anos.

O heavy metal conquistou o coração e a alma de milhões de jovens em todo o planeta, que depois se tornaram adultos, deixaram de ser filhos para virarem pais, trocando a adolescência pelas responsabilidades que a maturidade traz. Mas uma coisa jamais mudou na trajetória de todo fã de metal: por mais diferentes que sejam as preferências individuais de cada um, o Black Sabbath é, provavelmente, a única unanimidade no estilo. Do fã do mais extremo e gutural black e death ao apreciador do festivo hair metal ou da fantasia tão característica ao power, todos reconhecem o Black Sabbath como o fundador, a Pedra de Roseta do estilo. Reconhecimento mais do que justo.

O mundo, e o heavy metal, mudaram muito nestes 35 anos. Desde 1978, o gênero se afastou do blues com o advento da New Wave of British Heavy Metal, ganhou velocidade com o thrash, mergulhou nas sombras com o black, tornou-se mais agressivo com o death e até visitou terras distantes repletas de cavalheiros, princesas e espadas com o chamado metal melódico. Tudo ficou mais violento, mais urgente, mais rápido. O metal atual é, de certo modo, bastante distante daquele gênero que o Black Sabbath cunhou com grande inspiração em seus seis primeiros discos, e já demonstrando um certo cansaço em Technical Ecstasy (1976) e Never Say Die! (1978).

Mas o Black Sabbath não mudou praticamente nada nestes 35 anos. Essa é a primeira constatação ao ouvir as faixas de 13. Sim, eles estão mais velhos, mas desde quando maturidade é uma coisa ruim? Experientes e calejados, Ozzy, Tony e Geezer - a bateria ficou a cargo de Brad Wilk, do Rage Against the Machine - demonstram o que sabem fazer de melhor em 13. O grande destaque, como sempre, é Tony Iommi. Ele sempre foi a figura central do Black Sabbath, e aqui continua sendo (vale lembrar que, durante os anos 1970, era Iommi que ficava no centro do palco enquanto Ozzy tinha o seu lugar na lateral, o que só comprova, de forma literal, que a banda gira em torno de Iommi). Mesmo tratando um linfoma, Tony toca de maneira sublime em 13. Seus riffs são fantasmagóricos, arrastados, pesados - em suma, continuam incríveis (como comprova “Loner”, cujo riff, sozinho, é melhor que a carreira toda de muitas bandas por aí). E seus solos demonstram a técnica avantajada de um guitarrista que, sozinho, criou e esculpiu todo um gênero musical. Quantos instrumentistas possuem esse status?

Geezer Butler também voa alto em 13. O produtor Rick Rubin conseguiu um som espetacular do baixo, que divide a linha de frente com a guitarra de Iommi. Dono de um modo de tocar peculiar, Geezer espanca o instrumento durante todo o disco, e essa pancadaria é percebida em sua plenitude pelo ouvinte. Certas passagens são arrepiantes, como já havia ficado claro no single “God is Dead?”.

Ozzy é Ozzy. Nunca foi um grande cantor, mas sempre foi um intérprete único. Isso fica mais uma vez claro em 13. Sua voz é uma das marcas registradas não somente do som do Black Sabbath, mas também do heavy metal como um todo. Cantando de maneira mais natural que em seus discos solo, o Madman consegue remeter aos primeiros anos da banda, mesmo que, devido à idade, já não possua a energia infinita turbinada por doses industriais das mais variadas substâncias, como naquela época.

E sobre a bateria de Brad Wilk, deve-se registrar que o rapaz faz o seu trabalho com competência. Ainda que seja um baterista mais reto que Bill Ward, que possuía um estilo mais livre, Wilk não compromete as coisas e faz tudo direitinho. Aliás, aqui vale falar um pouco mais sobre a ausência de Ward, causada pela sua total incapacidade de executar o seu instrumento de maneira aceitável e no mesmo nível que os demais músicos e não por conspirações maquiavélicas para deixá-lo de fora dessa aguardada reunião, como imaginam alguns desinformados. Os longos anos de excessos na estrada cobraram o seu preço, e hoje Ward não consegue mais tocar como tocava.

Há uma escolha consciente em 13 de pinçar elementos da sonoridade clássica do Sabbath e os colocar nas novas composições. No início isso soa estranho e desnecessário, mas após se compreender que esse será provavelmente o último disco gravado pela banda, a opinião muda. Como dito pelos músicos e por Rubin, o objetivo era resgatar a sonoridade dos primeiros discos. A primeira faixa, “End of Beginning”, remete diretamente à clássica “Black Sabbath”, música de abertura do primeiro disco a banda. A primeira impressão é que trata-se de um recurso desnecessário, um truque gratuito, o que causa um certo incômodo. Porém, após ouvir todo o álbum, nota-se que, mesmo não tendo sido anunciado como tal, 13 é, muito provavelmente, o canto do cisne do Sabbath, e esse olhar para o passado ganha um novo significado. O final, com raios e trovões encerrando o disco, fecha o ciclo que se iniciou com os mesmos raios e trovões na sexta-feira, 13 de fevereiro de 1970, data de lançamento do primeiro álbum do quarteto.

Há ótimas canções em 13. A primeira delas é justamente o primeiro single, “God is Dead?”. Atmosférica e climática, explode em um riff espetacular de Iommi, trecho que quase leva às lágrimas os mais fanáticos. “Loner”, como já dito, é outra em que Tony Iommi mostra porque é quem é, não só entregando um riff pesadíssimo mas também solando de maneira inspirada - Ozzy também é destaque aqui. “Zeitgeist” é prima de “Planet Caravan”, faixa do álbum Paranoid (1970), e retoma as belas composições acústicas e psicodélicas dos primeiros discos.

“Age of Reason” é a primeira grande música de 13. Seus sete minutos são conduzidos pela guitarra de Iommi, que cospe riffs e arremata tudo com um solo arrebatador. O nível sobe às alturas nas últimas duas faixas, “Damaged Soul” e “Dear Father”. A primeira poderia estar em Master of Reality (1971) e é um heavy blues arrastado, lamacento e lisérgico como há anos não se ouvia, com direito à harmônica de Ozzy como cereja do bolo e a um solo incrível de Iommi. Excelente! E “Dear Father” fecha o play com classe, tendo como destaque aquela que é, provavelmente, a melhor performance de Ozzy em todo o disco.

Fazendo uma comparação com The Devil You Know (2009), álbum do Heaven & Hell lançado em 2009, 13 é claramente superior. Trata-se de um disco sólido e forte, que atesta a química e magia que envolve o trio formado por Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler.

O Black Sabbath está de volta, e em grande estilo.

Nota 8,5

Faixas:
1 End of Beginning
2 God is Dead?
3 Loner
4 Zeitgeist
5 Age of Reason
6 Live Forever
7 Damaged Soul
8 Dear Father

Por Ricardo Seelig

Comentários

  1. Como assim não foi falado nada sobre Live Forever? A música é absurdamente sensacional, tem a cara do Sabbath, e merecia, ao menos, um trecho do review.

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  2. Minha opinião: não é nenhuma obra-prima e não veio pra salvar o rock. E vai ser um disco que, com certeza, vou escutar mais que Technical Ecstasy (1976) e Never Say Die! (1978).

    Algo importante: o disco não me decepciona pq não veio com hype e firulas ... só expectativa de ouvintes num MOMENTO HISTÓRICO, realmente. O heavy metal começa ali. Acho que nesse semestre ... esse disco aí e o Daft Punk foram os mais esperados, mas esse aí não prometeu nada e acho que é um entretenimento de boa ... sem pretensão de salva rock, heavy metal e nem nada. Achei bem de boa e estava meio no receio de a promoção do disco enfadar ... tirar até e expectativa de escutar.

    Achei o processo todo muito tranquilo: divulgação, audição, resenhas que tão saindo (bem honestas e sem puxar o saco ou dando prêmio de consolação ... tem umas que tão até detonando).

    Espero que estejam tocando bem ao vivo.

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  3. Ricardo, no caso do riff de "Loner" valer mais do que a carreira de muita bandinha por ai, eu posso dizer que QUALQUER riff do Iommi é melhor que qualquer coisa feita no Heavy Metal nos ultimos tempos!! Alias, semana que vem ja vou garantir minha copia do 13!! rsrsrs...

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  4. Gostei do album...acho q the devil you know é uma banda e 13 é outra..se for pra comparar prefiro o cd do heaven and hell

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  5. Olha, a única música do álbum que eu achei que ficou meio "solta", "perdida", digamos assim, foi a Loner. Ela tá muito Hard Rock. O álbum começa com duas pedradas e chega a Loner quebrando o clima total rss. Tudo bem, talvez a ideia fosse diminuir o peso pra poder entrar a Zeitgeist, mas eu não gostei muito dessa faixa no álbum não.

    Estou doido para ouvir as faixas bonus, aposto que tem alguma que se encaixaria melhor.

    E eu discordo de muita gente ai que tá falando que as duas primeiras são as piores do disco, tem nego que está indo além ainda e falando que são ruins... absurdo ! São ótimas faixas. Nossa, eu até durmi com o riff inicial de "End of Beginning" na cabeça e o refrão de "God is Dead".

    A que eu gostei mais foi "Damaged Soul", essa dispensa comentários.. pura inspiração ! SOMENTE o Sabbath poderia ter gravado isso. Marca registrada.

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  6. Não entendi: o The Devil You Know É o CD do Heaven & Hell ...

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  7. O disco tem algumas musicas boas mas o que deixo a desejar mesmo foi a voz do Ozzy mas o que espera de um cara com a idade dele. Concordo muito com a resenha o Tony dá um verdadeiro show tocando de maneira sublime. Seus riffs estão fantásticos em 13.

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  8. Eu tive as mesmas impressões do Ricardo, um grande álbum que traz essa idéia de despedida, a volta ao inicio. Sensacional!

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  9. Gostei muito do disco,acho que já ouvi umas cinco vezes.

    O meu destaque é justamente para a voz do Ozzy soando mais "orgânica" do que em sua carreira solo, mais na cara. O resultado disso foi ótimo.

    Achei que o som geral do disco poderia estar mais "lamacento", mas ouvindo atentamente se percebe a clareza dos instrumentos e o saldo do Rick Rubin na produção é positivo. Gostei porque não descambou para o lado mais metal, como foi com o The Devil You Know, ao menos esta foi a minha impressão, indo para aquela linha mais 70's, mesmo que o som do disco não tenha a "lama" daquela década.

    Agora para mim o destaque entre as músicas é "Damaged Soul". Esta sim totalmente "Sabbath70's", não me canso de ouvir, já é mais um clássico para os fãs da banda. A parte final com a gaita, baixo e guitarra fazendo o riff juntos e depois o solo do Iommi é arrepiante.

    E o Rubin deixou o som do baixo muito bom mesmo, digno do Geezer, que como sempre faz um trabalho absurdo, mas dessa vez ainda mais valorizado.

    E Iommi...o que falar desse cara??!! Impecável como sempre (notável que ele até nos momentos mais conturbados da banda sempre tinha um bom riff na manga).

    Mas o que eu mais gostei neste disco é que ele não foi feito simplesmente para jogar a banda na estrada. Foi feito com dedicação e esforço, principalmente da parte do Iommi, por razões que conhecemos..

    Se for o último, encerrou com chave de ouro a carreira, se não for o último melhor ainda.

    Aposto que o Iommi já tem uns riffs novos na manga...




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  10. Por isso sou seu fã Ricardo. Quase exatamente o que pensei sobre o álbum e esse momento, talvez final, da banda. 13 tem um que inegável de melancolia dentro dele, além das passagens que lembram músicas clássicas da banda, a terrível incerteza pela saúde de Iommi.

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  11. Não tenho o que falar. Sensacional! Na boa, quem fica de olho em possíveis falhas e críticas de quem procura agulha no palheiro, não tem noção do momento que estamos presenciando. É histórico e o que mais devemos fazer é louvar a capacidade de Iommi, Butler e Ozzy de fazer música de gente grande, sem se render a volatilidade das modas.

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  12. Já ouvi Loner umas 1000 vezes. O disco está aprovadíssimo.
    Li por aí que o Sabbath nem precisava lançar um novo disco depois do há pouco lançado pelo Orchid.
    Eu achei o do Orchid sensacional e, a princípio, o 13 mais ainda.

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  13. Aconteceu a mesma coisa da vez em que foi liberada "God Is Dead?" (que eu muito erroneamente concordei com alguém - não lembro quem - que parecia arrastada): repetição e mais repetição. 7ª ou 8ª audição.

    Senti falta de comentários sobre Live Forever, assim como o Luciano, nem que fosse só pra dizer "Ok. Tá na mesma linha de X e de Y...". Sei lá, meio que ficou parecendo que ela não existe. Talvez você tenha esquecido, não sei... Enfim: na minha opinião, nota 8,5 (e um 10 pras partes do refrão e do solo, e 9 pro encerramento).

    A combinação "Damaged Soul" + "Dear Father" (a última faixa é o ponto alto do disco, pra mim, com um sensacional meio-fim) é Monstruosa. Poderia durar ainda mais e eu não me cansaria de forma alguma. Excelente. Só essa já manda qualquer pessoa que detona a parte do baixo rever seus conceitos urgentemente (assim como Age Of Reason, principalmente da metade pro final).

    Mente pipocou com o "eterno retorno" proporcionado pela chuva e os trovões que conectam o encerramento de 13 com o start de "Black Sabbath". A imagem na "capa" do vídeo do single "God Is Dead?" realmente já anunciava: Nietzsche marcou presença. Lindo!

    O que eu achei mais legal é que os lances que lembram a discografia da formação original soam de um jeito que ainda mantém este último trabalho como algo novo. Um direcionamento criativo muito exemplar, honesto, pra públicos do lado mais experiente, tradicional e do lado iniciante.

    Sonzão. Os tiozões mandam ver nesse retorno; e o Brad Wilk se encaixou muito bem, como você afirmou. O batera do RATM fez bem direitinho o seu papel, sem derrubar o bom nível do disco e deixando os coroas muito à vontade pro ataque.

    Eu me empolgo e balanço a cabeça igualzinho ao Ozzy nos clipes de Iron Man e Paranoid, toda vez que ouço as composições e o desempenho dos caras. Queria poder mandar um "Parabéns!" pessoalmente pro Tony, em especial; o cara arrebentou nos solos e nos riffs; um verdadeiro Iron Man, sobretudo se observarmos todos os problemas que, infelizmente, ele ainda enfrenta. Muito prazer em poder ouvir o domínio que esse cara tem sobre a guitarra. Mestre é isso.

    Crítica muito boa, sensata, que faz a gente pensar e analisar se ligando nos contextos. Parabéns pelo profissionalismo. A única diferença (e eu até comentei isso no Twitter) é que eu dou 9.

    Valeu, Ricardo!

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  14. Eu curti muito o álbum. Loner até agora está sendo minha preferida, aquele riff é fantástico. Acho que é um ótimo disco, claro, não veio pra salvar o rock (o rock não precisa ser salvo, tem muita coisa boa sendo feito aí), mas veio pra fechar com chave de ouro a carreira dessa que é a mais importante banda da história do metal, e a melhor banda do mundo (na opinião desse fã). Acho que todas as músicas cumpriram seu dever, com algumas se destacando mais, como a própria Loner a magnifica Damaged Soul. E o final com sinos, chuvas e trovões, como começou tudo há mais de 40 anos atrás, é de emocionar. A banda respeita os fãs nessa despedida. Vida longa ao Sabbath!

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  15. Ah! Outra coisa: meus parabéns, também, ao Rick Rubin. Um ótimo trabalho. (Y)

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  16. curti a resenha, mas vai aqui uma sugestão: esse disco merece mais de uma resenha, com opinião de mais de um redator. isso em função da própria natureza dele - disco de inéditas de uma banda crássica, depois de tanto tempo, rende sempre uma polêmica, se deveria até existir ou não, etc.

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  18. Baita disco. O som do baixo é espetacular. Como você disse, a bateria ficou mais reta, mas nada que comprometa o resultado final.
    Se eu pudesse escolher um baterista para gravar esse disco, seria o Jason Bonham ou o Mike Portnoy. Mesmo assim ainda daria um 9 ao disco.

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  19. O mais espetacular é poder vivenciar o lançamento deste álbum. Por mais que adore os discos antigos, não pude vê-los nascerem e isso tira um pouco da magia. Grande Disco!

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  20. Ouvi o álbum apenas uma vez antes de ler a resenha.

    Essa comparação com o The Devil You Know seria inevitável.

    Por hora, eu ainda fico com o baixinho cantando.

    Vamos para mais audições de 13.

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  21. Quero eu, aos 69, 70 anos, ter o pique que esses senhores têm.

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  22. Quero eu, aos 69, 70 anos, ter o pique que esses senhores têm.

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  23. Nunca que é melhor que o "The Devil You Know".

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  24. Bem diferente quando tu gosta da banda né Ricardo.

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  25. Eu gostei do disco embora não seja nada excepcional, eu confesso que esperava por algo nessa linha, que não nega a tradição do grupo. Para mim o defeito esta na produção ficou muito polido e quem ouviu os primeiros sabe do que estou falando.

    O Rick Rubin jamais deveria ter sido admitido como produtor. As músicas perderamo efeito macabro e sombrio, mas são bonas sim e o disco deve fazr parte de qualuqer coleção seja o fulano ou ciclano fão ou não.

    Dentro da discografia do Black Sabbath é fraco sim, mas quem numa próxima se houver eles não melhroram e trazem de volta a velha a bruxa a cena.

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  26. O que Methademic está fazendo fora do tracklist original do álbum? Que pedrada de música...

    A banda não ousou e não saiu da zona de conforto dela, fez o que esperávamos, mesmo assim é um grande álbum.

    Mas o The Devil You Know ainda é melhor exatamente por ter sido ousado.

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  27. Seu comentário sobre o Sabbath foi perfeito muito legal . Amo Sabbath , mas eu gostaria que o Dio estivesse ai kkk o cara era demais nos vocais e em seus poucos anos na banda criou classicos incriveis como : die young , heaven and hell , voodoo , turn up the night , country girl ,neon knights e aminha predileta : Children of the sea . Mas tá valendo Sabbath never dies .

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