02/12/2011
Lollapalooza: veja quem vai tocar em cada dia do festival
sexta-feira, dezembro 02, 2011
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Os 20 melhores álbuns de heavy metal de 2011 segundo o PopMatters
sexta-feira, dezembro 02, 2011
7 comentários
O PopMatters é um dos sites mais completos e importantes sobre música em todo o mundo. Sem ser exclusivo de um gênero em específico, é uma grande fonte de informação e pesquisa.
Os
caras acabaram de publicar a sua lista com os melhores discos de
metal de 2011. Saca só, e diga o que achou nos comentários:
- 40 Watt Sun – The Inside Room
- Hammers of Misfortune - 17th Street
- Wolves in the Throne Room – Celestial Lineage
- Opeth – Heritage
- Liturgy – Aesthesia
- Leviathan – True Traitor, True Whore
- The Atlas Moth – An Ache for the Distance
- Obscura – Omnivium
- Becoming the Archetype – Celestial Completion
- Between the Buried and Me – The Parallax: Hypersleep Dialogues
- Russian Circles – Empros
- Blut Aus Nord – 777: Sects
- Amon Amarth – Surtur Rising
- Krallice – Diotima
- Scar Symmetry – The Unseen Empire
- Revocation – Chaos of Forms
- Machine Head – Unto the Locust
- Die En Grey – Dum Spiro Spero
- Primordial – Redemption at the Puritan's Hand
- Unearth – Darkness in the Light
Entrevista exclusiva com Neil, vocalista e guitarrista do Laconist, uma das novas forças do death metal brasileiro
sexta-feira, dezembro 02, 2011
1 comentário
Bati um longo papo com
Neil, vocalista e guitarrista do Laconist, uma das melhores bandas de
death metal brasileiras, que lançou recentemente o seu primeiro
disco, o ótimo Aural Deathblow. Neil falou sobre a história do
Laconist, suas influências, crenças e planos futuros.
Confira a nossa
conversa e vá atrás do álbum Aural Deathbow, porque ele é
excelente!
Neil,
tudo bem? Pra começar, conta pra gente um pouco da história do
Laconist. Como a banda surgiu?
Olá,
caro Ricardo. Gostaria primeiramente de agradecer o espaço cedido ao
Laconist na Collector’s Room. Bem, eu e o Alcoholic Death criamos o
Laconist em outubro de 2007. Já vínhamos de outras bandas do
underground nacional e resolvemos unir forças para tocar um death
metal lacônico mesclando partes mais brutais, com uma pegada old
school. O pontapé inicial foi quando nos reunimos na casa dele nessa
época e ele me mostrou esse vídeo,
da banda polonesa Dissenter, como base do nosso direcionamento
musical. Era tudo que nós sempre quisemos fazer.
Nosso
primeiro baixista foi o Lutus, que atualmente toca no Remords
Posthume, e foi sucedido pelo Sarco. Com essa formação fizemos
nossa primeira apresentação em março de 2008. Em seguida gravamos
nossa primeira demo, Blessed
in Chthonic Salvation.
No final desse mesmo ano o Felipe Polaris entrou na banda como
guitarrista. Nosso primeiro show com esse line-up foi em fevereiro de
2009 com o Sinister (Holanda) na capital paulista. Em 2009 gravamos,
com a produção de Ricardo Piccoli, um EP contendo duas músicas
chamado Adveniat
Infernus,
que contém as faixas “Subdogma: God” e “Degenerative
Procreation”, que nos rendeu uma aliança com o selo americano
Butchered Recods. E com essa formação seguimos fazendo alguns shows
e gravamos nosso debut Aural
Deathblow,
lançado dia 13/09 nos Estados Unidos.
Esse
ano tivemos uma modificação significativa no line-up, pois Sarco
deixou o Laconist dando lugar a Jeff Kinsley (Remords Posthume), nos
deixando extremamente satisfeitos, pois compartilhamos os mesmos
objetivos, mostrando-se um membro dedicado. Atualmente estamos
ensaiando para tocar e divulgar nosso trabalho no ano vindouro.
Logo
no início da banda, em 2008, vocês tocaram com dois dos maiores
nomes do metal extremo, o Vader e o Marduk. Como rolaram esses shows
e qual foi a repercussão?
Foi
a primeira vez que pisamos num palco com o Laconist, então a pressão
foi enorme e nem tínhamos material lançado. Foi realmente uma prova
de fogo. Nessa ocasião o Marduk não tocou, pois eles perderam o
vôo, então só o Vader cumpriu a data. Os amigos do Enterro também
participaram de uma noite que veio a ser um dos marcos no underground
do interior paulista. Foi um excelente início para nós.
Quais
são as principais influências, tanto iniciais quanto atuais, da
banda?
As
diretrizes iniciais para o Laconist sempre foram inspiradas em uma
mescla de todas as bandas que veneramos, tais como Anasarca,
Obscenity, Centurian, Lost Soul, Angel Corpse, Deicide, Morbid Angel
e afins. Atualmente ouvimos bastante os trabalhos mais recentes do
Aeon, Exmortem, Devilish Distance, Benighted, Deivos, Trauma e
similares. Essas bandas mantém um nível excelente de produção,
técnica e brutalidade.
Vocês
acabaram de lançar Aural Deathblow, o primeiro
full-lenght da carreira. O disco foi gravado aqui no Brasil, certo?
Sim,
fizemos todo o trabalho de captação, mixagem e masterização no
Piccoli Estúdio, em Campinas. O Aural Deathblow é resultado
do nosso trabalho árduo e dedicação. O resultado final apresentado
pelo Ricardo Piccoli nos impressionou bastante, um fato que levou
outras bandas de death metal a trabalharem com ele.
Realmente
o som do disco impressiona, com uma mixagem e produção de primeira.
Na hora de produzir o disco, vocês tinham alguma referência na
cabeça de como ele deveria soar?
Sim.
Como referência levei quatro CDs para o Ricardo: Immerse in
Infinity do Lost Soul, Path of Fire do Aeon, Funeral
Phantoms do Exmortem e Death March Fury do Masachist. São
trabalhos que primam pela perfeição, e fomos com isso em mente.
Como
tem sido a recepção para Aural Deathblow?
Estamos
recebendo críticas bem positivas, tanto aqui no Brasil quanto no
exterior, algo que só aumenta nossa vontade de nos superar em um
trabalho futuro.
Tenho
a impressão que vocês são muito mais conhecidos lá fora do que
aqui no Brasil. Procede isso? Se sim, porque isso acontece?
Existe
uma legião fiel de fãs de música extrema aqui no Brasil, porém
muitos deles vivem do que encontram na internet, desencorajando selos
a investirem em bandas daqui. Desde o começo eu sempre procurei
selos no exterior para divulgar e lançar nosso trabalho. Lá fora
ocorrem festivais voltados para o estilo, tais como o Neurotic
DeathFest na Holanda, o Mountains of Death na Suíça e DeathFest
Open Air e Partysan Open Air, ambos alemães. O Obscente Extreme na
República Checa também é dedicado ao estilo. Nos EUA temos o
Maryland DeathFest e o Central Illinois Metal Fest. Então é natural
que queremos ser mais visíveis em lugares onde o death metal seja
levado a sério e não deixado às mínguas, como acontece no Brasil.
E
a turnê Aural Deathblow? Onde a banda tocará nas próximas
semanas?
Estamos
ensaiando com a formação nova. Temos um show confirmado em Belo
Horizonte dia 21 de janeiro. Com a demora no lançamento do CD e com
a mudança na formação fomos prejudicados nesse ponto. Mas agora,
com uma nova formação consolidada, esperamos tocar bastante em 2012
para divulgar nosso trabalho.
O
Laconist tem uma postura claramente anti-cristã, que casa
perfeitamente com a parte instrumental da banda. De onde vem essa
crença?
Até
hoje não existiu doutrina mais letal que o cristianismo. A época
que se seguiu após a queda do Império Romano, quando a Igreja
dominou a Europa, é chamada de Saeculum Obscurum, ou seja,
Idade das Trevas. O Brasil infelizmente está infestado com essa
doutrina, a para agravar, o estado não é laico. Não existe droga
melhor para controlar as massas do que a religião, em um lugar onde
a educação é precária e grande parte da população vive atrás
de uma enorme cortina de burrice.
Há
uma nova onda de bandas que estão trazendo de volta esse lado mais
obscuro e sombrio para o heavy metal, cujos principais expoentes são
o Ghost e o Devil's Blood. Esses grupos influenciam, de alguma
maneira, o som do Laconist?
Essas
duas bandas citadas, principalmente o Ghost, resgataram a verdadeira
essência do metal, tocando com alma, deixando de lado malabarismos
técnicos e firulas desnecessárias. A última banda que havia me
prendido tanto a atenção, tornando-se um vício diário, havia sido
o Grand Magus com o disco Iron Will, de 2008. Certamente esses
discos nos fazem repensar na hora de compor algum riff ou escrever
alguma letra. Ouço essas bandas extremamente técnicas, ultra
velozes e fico pensando no seguinte: esses caras são exímios
músicos, dominam seus instrumentos com uma maestria ímpar, porém
só serão lembrados porque conseguem tocar milhares de notas por
segundo e não por terem criado um riff que ficou dias na cabeça de
um fã, fazendo o mesmo ouvir aquele som constantemente. A música
precisa expressar e provocar emoção nas pessoas, senão todo
esforço foi em vão.
Neil,
na minha opinião o heavy metal brasileiro, pela sua história, tem
muito mais a ver com o metal extremo de nomes como Sarcófago,
Mutilator, Vulcano e os primeiros discos do Sepultura, do que com o
power e metal melódico que tomou conta da cena na última década.
As boas bandas brasileiras de death e black metal tem uma sonoridade
distinta, que não se encontra em outros lugares do mundo. Pra você,
que vive tudo de dentro, é por aí mesmo a coisa?
O
death metal brasileiro, assim com o death polonês ou sueco, tem sua
própria característica. O Brasil é o grande responsável pela
proliferação da desgraça sonora mundo afora, principalmente com o
Sepultura nos primórdios e as bandas citadas acima. Sinto por bandas
como Nephasth e Rebaelliun não existirem mais, pois, assim como o
Krisiun, eram a personificação do death metal drasileiro.
Vou pedir a sua opinião sobre algumas bandas, e gostaria que você falasse o que acha delas, ok? Pra começar, qual a sua opinião a respeito do Krisiun?
Sou
suspeito para falar de Krisiun, pois foi o primeiro show de metal que
eu vi na minha vida em 1997, na tour do Black Force Domain, e
depois de ver o Moysés tocar naquela época, me comprometi a tocar
também. O Krisiun é uma grande influência não só como excelentes
músicos, mas também como excelentes pessoas. Mesmo depois de
conquistarem os palcos mundo afora nunca se deixaram levar,
mostrando-se sempre humildes perante outras bandas e atenciosos com
os fãs. São um exemplo a ser seguido.
E
o último disco do Morbid Angel?
Qual
fã ferrenho de death metal aprovou tamanha mácula na discografia de
um ícone? Só não podemos tirar o crédito, pois as mesmas mãos
que fizeram Illud Divinum Insanus também conceberam Altars
of Madness, Blessed Are the Sick e Covenant. Então,
se eles estiverem com as faculdades mentais em plena consciência,
lançarão um sucessor digno.
Behemoth.
Estão
longe de ser a minha banda favorita na Polônia, que é um antro
inexpiável de bandas. Respeito muito o trabalho do Nergal, embora eu
ache overrated. E fiquei muito feliz em saber que ele superou
o câncer.
Deicide.
Glen
Benton é uma entidade. Sempre será minha banda americana favorita.
O Steve Ashein foi um dos únicos bateristas que acompanhou os Tony
Laureanos e Derek Roddys que apareceram na cena posteriormente. Ao
contrário de Paul Mazurkiewicz do Cannibal Corpse, que faz a mesma
coisa desde 1988.
Dimmu
Borgir.
Não
sei como definir o som desses caras, é qualquer coisa menos black
metal. Quando eu conheci essa banda na época do Enthrone Darkness
Triumphant, talvez fosse. Mas, particularmente, acho o Chrome
Division mais black metal que essa porra. Quando penso em black
metal, na condição de fã de música extrema, o que vem à cabeça
são nomes como Infernal War, Massemord, Dark Funeral. Dimmu Borgir
não passa nem perto!
Falta espaço para as bandas de metal extremo na mídia brasileira?
Sempre
faltou. Vejo uma luz no fim do túnel com o Júlio Feriato e o Heavy
Nation. É uma iniciativa muito boa em um veículo de comunicação
conhecido. Mas falta muito apoio e investimento em festivais voltados
para o estilo. Muitas bandas ainda não tocaram aqui, e o que temos
visto ano após ano são sempre as mesmas bandas internacionais
tocando em condições dignas, e as bandas nacionais precisando
vender ingresso para poder abrir esses shows. Até quando?
Quais
são os seus cinco discos preferidos, Neil?
É
difícil listar, porém os discos que nunca saem do Mp3 são:
Centurian
– Choronzonic Chaos Gods
Angel
Corpse – The Inexorable
Lost
Soul – Chaostream
Grand
Magus – Iron Will
Ghost
– Opus Eponymous
Cara,
obrigado pela entrevista, e espero, sinceramente, que você e o
Laconist alcancem o reconhecimento que merecem, porque o trabalho da
banda é espetacular. Pra fechar, pra onde o som da banda irá nos
próximos anos? O que os fãs podem esperar do Laconist daqui pra
frente?
Ricardo,
muito obrigado pelo espaço cedido e pelas ótimas perguntas. Somos
muito gratos pelas palavras encorajadoras. Queremos lançar cada vez
discos mais extremos, e já estamos trabalhando nisso. Nosso objetivo
para o próximo ano é tocar bastante e compor um trabalho à altura
com essa experiência adquirida. All hails for the beast!
Enquete da semana: o melhor álbum de metal de 1994
sexta-feira, dezembro 02, 2011
6 comentários
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O
Megadeth levou o primeiro posto na enquete dessa semana, emplacando o
álbum Youthanasia como o melhor lançamento de metal de 1994
na opinião de nossos leitores. Na sequência, briga boa entre
Awake e Far Beyond Driven, com a turma do Dream Theater
superando por pouco o pessoal do Pantera.
Mais
abaixo, destaque para o retorno do Helloween com Andi Deris, o
clássico maior do Mayhem e a presença do Savatage. A decepção
fica para os pouquíssimos votos obtidos pelos ótimos discos do
Burzum e do Emperor.
Confira
o resultado, e deixe a sua opinião nos comentários:
Megadeth
– Youthanasia - 27%
Dream
Theater – Awake – 20%
Pantera
– Far Beyond Driven - 18%
Helloween
– Master of the Rings – 8%
Mayhem
– De Mysteriis Dom Sathanas
– 8%
Savatage
– Handful of Rain - 8%
Machine
Head – Burn My Eyes – 5%
Amorphis
– Tales From the Thousand Lakes – 5%
Burzum
– Hvis lyset tar oss – 1%
Emperor
– In the Nightside Eclipse - 1%
O Sr Cabeça de Batata também é fã do Kiss
sexta-feira, dezembro 02, 2011
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01/12/2011
Os melhores discos de 2011 segundo Junior Frascá, redator do Whiplash
quinta-feira, dezembro 01, 2011
5 comentários
O Júnior tem se destacado nos últimos tempos como um dos melhores redatores do Whiplash, o maior site de rock e heavy metal em língua portuguesa. Por isso, o convidei para que listasse para os leitores da Collector´s quais seriam, na sua opinião, os melhores discos do ano.
Acomode-se na cadeira, leia atentamente e diga o que achou das escolhas do Junior nos comentários.
Machine Head – Unto the Locust
Realmente o Machine Head está em uma fase iluminada. Embora produza material novo à base da manivela, desde o lançamento de Through the Ashes of Empires (2003) a banda vem numa crescente impressionante, passando pelo aclamado (e excelente) The Blackening (2007) e chegando agora ao auge de sua criatividade com este espetacular Unto the Locust, seu melhor trabalho até hoje. E o melhor disco de 2011 é thrash metal moderno em sua essência, pesado e muito cativante, repleto de riffs e melodias incríveis, sendo indispensável para qualquer fã do estilo.
Arch / Matheos – Sympathetic Resonance
Essa nova banda formada por John Arch e Jim Matheos, dupla responsável pelo sucesso dos primórdios do Fates Warning, realmente me surpreendeu. Não sou dos maiores fãs do FW, mas o nível deste trabalho é impressionante, alternando passagens pesadíssimas e intrincadas com outras mais emocionais de forma incrível, além de trazer interpretações vocais excepcionais de Arch. Além disso, o baterista Bobby Jarzombek dá um show de técnica e precisão.
Iced Earth – Dystopia
Após encontrar em Stu Block um vocalista à altura do lendário Matt Barlow, John Schaffer forjou mais uma obra-prima na carreira do Iced Earth. Dessa vez menos épico e experimental que seus antecessores, Dystopia mostra a banda como nos velhos tempos, com canções pesadas e agressivas, repletas de melodias carregadas e grudentas, sendo seu melhor trabalho desde Horror Show (2001).
Anthrax – Worship Music
Depois de 8 anos sem um álbum de inéditas, e tendo passado por diversos problemas com vocalistas, o Anthrax retornou com Joey Belladonna nas vozes, lançando um disco digno de sua grande carreira, com músicas energéticas, resgatando seu velho thrash metal que marcou época, aliado a novas influências que enriqueceram ainda mais suas canções.
Symphony X – Iconoclast
Após atingirem o auge de sua criatividade com o espetacular Paradise Lost (2007), estes americanos mostraram este ano que ainda têm muito a acrescentar no meio metálico, lançando um álbum ousado, aliando peso, técnica e grandes melodias na medida certa, e com Russel Allen mostrando o porque de ser considerado um dos melhores vocalistas da atualidade.
Amon Amarth – Surtur Rising
Os vikings mais competentes do metal lançaram este ano um de seus melhores trabalhos, repleto de peso e passagens épicas memoráveis, conseguindo aliar melodias fantásticas com a agressividade característica do death metal.
Edguy – Age of the Joker
Finalmente o Edguy voltou com um disco grandioso. Ainda com fortes influências de hard rock, a banda conseguiu dosar essa sua nova fase com alguns elementos de power metal melódico sem soar forçado, graças às habilidades do compositor e vocalista Tobias Sammet, criando músicas marcantes e de fácil assimilação. Um disco que recoloca a banda nos trilhos.
Dream Theater – A Dramatic Turn of Events
Sinceramente, você pensou que algum dia ouviria um disco do Dream Theater sem a presença de Mike Portnoy? Mas a banda não só mostrou que conseguiu superar a saída de um de seus membros mais importantes como lançou seu melhor álbum em anos, com todos os elementos que os fãs gostam: peso, belas melodias e longas passagens complexas e intrincadas, além de maior destaque para os teclados de Jordan Rudess. É a essência do metal progressivo.
Krisiun – The Great Execution
Chega a ser impressionante como os gaúchos do Krisiun conseguem se reinventar a cada trabalho, sem perder a essência do brutal e técnico death metal que praticam. Dessa vez menos velozes, mas não menos extremos, e com forte influência de thrash metal, lançaram mais uma obra-prima, reforçando ainda mais a sua posição como melhor banda de death metal da atualidade.
Ghost – Opus Eponymous
A grande revelação do meio metálico dos últimos tempos lançou seu debut repleto de mistério acerca de seus integrantes, mas mesmo assim conseguiu atrair a atenção da quase unanimidade dos fãs do gênero. Com elementos que vão do rock setentista ao doom metal, passando pelo heavy metal tradicional, a banda cativa logo na primeira audição, inclusive impressionando a contradição entre os temas obscuros tratados em suas letras e as harmonias belas e simples apresentadas.
2011 foi realmente um ano excelente para os fãs de música pesada, com muitos lançamentos de qualidade. Por isso, ficam ainda as menções honrosas para outros grandes discos: Deicide - To Hell With God, Sepultura – Kairos, Decimator – Bloodstained, Havok – Time is Up, Santarem – No Place to Hide, Venom – Fallen Angels, Almah – Motion, Evile - Five Serpent's Teeth, Royal Hunt – Show Me How to Live, Shadowside – Inner Monster Out e Onslaught – Sounds of Violence.
Os melhores de 2011 na nova Rolling Stone argentina
quinta-feira, dezembro 01, 2011
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Edição especial da Rock Hard dedicada ao Kiss
quinta-feira, dezembro 01, 2011
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Os posts mais acessados em novembro na Collector´s
quinta-feira, dezembro 01, 2011
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30/11/2011
As Novas Caras do Metal – Parte 3: tanta banda legal por aí e você escutando as mesmas coisas de sempre?
quarta-feira, novembro 30, 2011
24 comentários
Dando sequência à série de posts sobre novas bandas que andam fazendo um som legal e você não conhece, aumente o volume e acomode-se na cadeira. Essa edição traz nomes que vão do black metal ao hard rock, vindos dos mais diversos países e com qualidade de sobra para conquistar novos fãs.
Respire
fundo e mergulhe em um mundo repleto de novos sons!
Responsável
por um dos melhores discos de 2011, este quarteto de Los Angeles é
perfeito para os órfãos do Led Zeppelin. A influência da banda de
Jimmy Page e Robert Plant é gigantesca, e faz de Pressure & Time, segundo disco dos caras, um álbum cativante não só para os fãs do Led, mas para quem curte
o hard dos anos setenta. Com dois discos na bagagem e crescendo cada
vez mais, o grupo é uma das maiores promessas para os próximos
anos.
Uncle
Acid & The Deadbeats
Mais
uma ótima banda do selo Rise Above, de Lee Dorian (Cathedral), que
lançou nomes como Ghost, Witchcraft e Firebird, o Uncle Acid &
The Deadbeats vem de Cambridge, na Inglaterra, e é formado por
Uncle Acid (vocal, guitarra e órgão), Kat (baixo) e Red (bateria).
O som é um hard psicodélico, com o órgão dando um clima
sessentista todo especial. A banda tem dois discos já lançados –
Vol. 1 (2010) e Blood Lust (2011) -, e anda fazendo
barulho no underground. O próximo Ghost? Não seria surpresa.
Toda
a escuridão do clássico black metal norueguês sai das sombras no
som do Taake. Na estrada desde 1995, a banda tem cinco discos na
bagagem, sendo que o último, Noregs Vaapen (2011), atraiu
considerável atenção da mídia especializada. A sonoridade é
aquele black gélido, com riffs cíclicos de guitarra e repleto de
blast beats, que honra a tradição da Noruega como o principal
celeiro do gênero.
Banda
paulista de death metal formada em 2007. O grupo tem dois Eps na
bagagem – Blessed in Chthonic Salvation (2008) e Adveniat
Infernus (2009) – e acaba de lançar o seu primeiro álbum, o
ótimo Aural Deathblow. Se você curte som extremo,
provavelmente o Laconist será a sua nova banda favorita.
Uma
das bandas mais tradicionais e talentosas do black metal brasileiro,
os cariocas do Unearthly estão na estrada desde 1998 e já tem cinco
álbuns e três Eps na carreira. O novo disco dos caras, Flagellum
Dei, acaba de sair e é estupendo. Se você curte Behemoth, ouça
e apaixone-se!
Esse
quinteto inglês lançou o seu primeiro disco, A Fragile King,
em 2011. A banda conta com Gregor Mackintosh, guitarrista do Paradise
Lost, e Adrian Erlandsson (bateria, At the Gates, Cradle of Filth,
The Haunted), e executa uma espécie de death doom metal. A
experiência dos músicos envolvidos faz uma grande diferença, e o
resultado é um dos grandes discos de 2011.
O
primeiro disco deste trio norte-americano sairá em 27 de janeiro de
2012 pela Metal Blade. O som é um metal pesado e arrastado, com
grandes riffs e uma pegada meio doom. A banda lançou um EP esse ano
com versões demos, o que gerou o interesse de diversos selos. Fiquem
de olho, porque a estreia dos caras, batizada como Misery Wizard,
promete.
Quinteto
mexicano formado em Monterrey em 2004. Com três discos no currículo
– Maligno (2006), Universevil (2008) e The Funeral Domine (2011) -,
o grupo faz um stoner primoroso. Abra o olho, porque a banda é
excelente!
Trio
norte-americano natural da cidade de Fargo, o Egypt lançou apenas um
disco – auto-intitulado, em 2005. O som é um stoner pesado e
viajandão, que agradará em cheio os fãs do estilo. Se você é fã
do gênero, ouça!
Este
trio sueco é a nova banda do vocalista e guitarrista Sartez Faraj,
ex-Siena Root. A pegada é bem setentista, com reminiscências de
gigantes como Mountain e Robin Trower. O primeiro disco dos caras,
Life's Road, saiu esse ano, e merece uma audição atenciosa.



















































