11 de dez de 2018

Os melhores discos de 2018 na opinião de João Renato Alves, da Van do Halen


ATENÇÃO: NÃO É UMA LISTA DE MELHORES ÁLBUNS DO ANO! 

Onde está tal disco? Faltou aquele, esqueceu o outro...”. Não esqueci, apenas não entrou. Não faltou, eu não quis colocar. Como escrito, é a minha lista, só isso, não possui a intenção de ser um decreto oficial sobre nada. 

Comecemos pelo Top 10:


10 Corrosion of Conformity – No Cross No Crown

A reunião com o vocalista e guitarrista Pepper Keenan injetou novo gás no C.O.C. O dinamismo das músicas é surpreendente, com o disco se deixando ouvir sem maiores obstáculos, até mesmo para quem não é tão conhecedor da obra do grupo. E é claro, o quarteto reafirma a importância de riffs bem colocados.


9 Judas Priest – Firepower

Corrigindo alguns exageros do anterior, Redeemer of Souls, o Judas Priest lança seu disco mais relevante em muitos anos. Trazendo a tradição do passado e misturando com uma produção altamente contemporânea, Rob Halford e companhia mostram o que sabem fazer de melhor. Caso realmente seja a despedida, ela é mais do que digna. Embora, os resultados favoráveis, tanto em termos de qualidade quanto de repercussão, possam vir a alterar os planos. Força, Glenn Tipton!


8 Tremonti – A Dying Machine

Em seu quarto álbum, o projeto comandado pelo guitarrista Mark Tremonti (Alter Bridge), aqui também responsável pelos vocais, alcança o auge. Conceitual, A Dying Machine une peso e momentos cativantes, passeando por várias vertentes do metal e do hard rock com performance irrepreensível no aspecto técnico e apelo emocional latente.


7 Cancer Bats – The Spark That Moves

Misturando Black Sabbath (a quem possuem um tributo chamado Bat Sabbath, com os mesmos integrantes) e hardcore com maestria, os canadenses seguem pelo bom caminho em seu sexto disco de inéditas, disponibilizado sem prévio anúncio, “no susto”. Músicas curtas e certeiras, que cativam e se completam, transformando a audição completa em agradáveis 34 minutos. Para ouvir bem alto, acompanhando os riffs e batidas. Destaque para as mudanças de andamento repentinas, que tornam tudo ainda mais interessante.


6 Dizzy Reed – Rock ‘N’ Roll Ain’t Easy

Enquanto um novo trabalho de inéditas do Guns N’ Roses parece sonho distante dos fãs, o tecladista Dizzy Reed oferece um disco energético e cheio de canções marcantes. Trazendo parcerias com Ricky Warwick (Black Star Riders), Richard Fortus e Del James, o álbum se deixa ouvir sem maiores dificuldades e faz ter vontade de deixar no repeat.


5 Little Caesar – Eight

Apesar de não ter sido alçado ao sucesso como vários colegas de geração, o Little Caesar nunca decepciona. Em seu sexto disco de inéditas – a conta para chamá-lo de Eight inclui o EP de estreia e um trabalho ao vivo – o grupo não abre mão do hard rock setentista com pegada rock and roll e melodias irresistíveis. A voz de Ron Young não perdeu nada em comparação ao passado e os músicos demonstram consistência invejável.


4 Lucifer – Lucifer II

Johanna Sadonis retorna, trazendo Nicke Andersson (The Hellacopters, Entombed) como parceiro no segundo disco de sua banda. As influências psicodélicas e dark da estreia dão espaço a um hard setentista da melhor qualidade, com alusões ao rock dos 1960s e, até mesmo, aos primórdios do heavy metal, quando o gênero ainda caminhava amparado pelos citados anteriormente. Fica a expectativa para sabermos se a cantora vai mudar novamente todo o lineup para o próximo ou seguirá com o time montado para o atual.


3 Ghost – Prequelle

Em seu quarto álbum, Tobias Forge consegue validar inúmeros argumentos. Acima de todos, a relevância de sua banda. Logo a seguir, a ideia de que ainda é possível criar melodias em um formato convencional e, ainda assim, conservar o frescor da novidade. Prequelle coloca o Ghost de vez no panteão dos grandes grupos do rock/metal contemporâneo. E o teste do tempo está cada vez mais tendencioso a ser favorável. Mais pop? Sim. E não há nada de mal nisso.


2 The Struts – Young & Dangerous

Não é preciso de muito para se deixar contagiar pelo som praticado pelo The Struts. Como dito pelo Ricardo Seelig, da Collectors Room, se o Greta Van Fleet remete ao Led Zeppelin, o quarteto inglês vai te fazer lembrar do Queen instantaneamente, adicionado algo de Def Leppard, The Darkness, Slade, Mott the Hoople e toda a geração do glam britânico setentista. Daqueles discos que faz a expressão rock and roll ficar piscando em sua mente durante a audição.


1 Alice in Chains – Rainier Fog

Por mais que alguns fãs não consigam assimilar a presença de William DuVall no lugar que pertenceu a Layne Staley, o Alice in Chains segue sua carreira da forma mais digna possível, sempre oferecendo material de qualidade. Rainier Fog não se distancia do padrão de qualidade tradicional, oferecendo melodias belas e melancólicas, acompanhadas por aquele jogo de vozes característico e instrumental que vai do mais cristalino à sujeira sem esforços.


Agora, em ordem alfabética, outros 34 que valem a conferida.

All That Remains – Victim of the New Disease
É complicado avaliar um álbum onde o aspecto emocional acaba se sobressaindo. Entre as gravações e o lançamento de Victim of the New Disease, o All That Remains perdeu o guitarrista e membro fundador Oli Herbert. Porém, mesmo se a tragédia não tivesse ocorrido, é impossível não elogiar a banda pelo grande trabalho, alternando agressividade e melodias com total perfeição. Se é o fim de uma era, o desfecho foi em alto estilo.

Amorphis – Queen of Time
Dificilmente o Amorphis decepciona. Aqui, não fugiu à regra. O novo disco usa os guturais com maior frequência em comparação aos mais recentes, além de ter composições com duração mais longa. Nada que venha a causar estranhamento nos fãs da banda finlandesa, que mais uma vez mostra o lado belo da melancolia e transmite a sensação de pertencimento ao ouvinte.

Axel Rudi Pell – Knights Call
Não, o novo disco de Axel Rudi Pell não é nada diferente dos anteriores em termos estruturais. Porém, as composições estão bem melhores, com melodias marcantes e execução soberba. Boa pedida para fãs de hard/heavy. O melhor do guitarrista alemão em um bom tempo. Só a última música não precisava ter sido tão descaradamente chupada de “Stargazer”, mas enfim...

Bad Wolves – Disobey
O álbum de estreia do grupo formado por ex-membros do Devildriver e In This Moment, entre outros, acabou sendo mais divulgado pela relação com a morte de Dolores O’Riordan – ela gravaria os vocais para a versão de “Zombie”, mas faleceu um dia antes. Mas a banda merece ser ouvida pela sua bela mistura de elementos modernos e melodias certeiras, com efeitos e teclados na medida certa, criando o ambiente para um belo trabalho de guitarras e vocais.

Behemoth – I Loved You At Your Darkest
Fãs mais conservadores da obra de Nergal torceram o nariz para algumas mudanças propostas neste álbum. Mas a relevância do Behemoth como um grupo de vanguarda se justifica a cada música, sem medo de arriscar e evoluir. Não é o melhor que a banda já lançou, mas garante lugar de destaque na discografia, valendo a pena ouvir repetidas vezes e se permitindo descobrir novidades.


Black Label Society – Grimmest Hits
Após uma série de discos repetitivos, Zakk Wylde retomou o bom caminho desde Catacombs of the Black Vatican. Em Grimmest Hits, o guitarrista e vocalista faz uma boa mescla dos momentos mais pesados e os intimistas, com melodias marcantes. E por mais que seja uma de suas características históricas, não dá para negar que a diminuição de harmônicos artificiais trouxe um novo ar às composições.

Blackberry Smoke – Find a Light
Com mais um trabalho de categoria, o Blackberry Smoke se estabelece definitivamente como principal nome do southern rock atual. Um exemplo de como se fazer música simples e cativante – o frontman Charlie Starr já declarou que não há preparativos, o grupo simplesmente entra em estúdio quando sente ter boas músicas. Daqueles discos que te levam em uma viagem, você nem vê o tempo passar e já dá vontade de apertar o play de novo.

Blaze Bayley – The Redemption of William Black (Infinite Entanglement Part III)
Finalizando a história iniciada em 2016, Blaze Bayley segue a pegada do heavy metal tradicional, com melodias marcantes, execução simples e eficiente, conseguindo fugir da armadilha da previsibilidade. O trabalho se deixa ouvir sem maiores dificuldades, exceto para quem, talvez, ainda tenha um pré-julgamento em relação à voz do cantor. Aí não tem jeito.

Chrome Division – One Last Ride
Em sua despedida – até quando? – o grupo que conta com Shagrath (Dimmu Borgir) como sua figura mais destacável encerra atividades trazendo o mesmo hard/rock and roll com melodias e refrães marcantes de toda a curta discografia. As referências aos anos 1980 são facilmente perceptíveis, até mesmo com passagens facilmente identificáveis de clássicos do estilo. Valeu enquanto a viagem durou.

City of Thieves – Beast Reality
Em seu primeiro full-length, o power trio britânico empolga, com um hard/rock and roll de categoria, abrilhantado pela produção do conceituado Mike Fraser (AC/DC, Aerosmith, Slipknot). Se mantiver essa linha de qualidade, tem tudo para entrar no hall das bandas que manterão o estilo vivo pelas próximas gerações. Trilha sonora adequada para festas e afins.


The Dead Daisies – Burn It Down
O entrosamento e a formação, um time bem azeitado de figuras destacáveis do hard rock, contribuíram para que o The Dead Daisies lançasse um de seus melhores discos. Canções inspiradas e marcantes preenchem o tracklist, um deleite para quem aprecia bons riffs e melodias. Agora é esperar que o lineup se estabilize, algo pouco recorrente na história da banda.

Destinia – Metal Souls
O guitarrista japonês Nozomu Wakai chamou o vocalista Ronnie Romero (Rainbow, Lords of Black, CoreLeoni), o baixista Marco Mendoza (The Dead Daisies, Black Star Riders, Whitesnake) e o baterista Tommy Aldridge (Ozzy Osbourne, Whitesnake, Gary Moore, Black Oak Arkansas) para executar um heavy metal tradicional eficiente, sem novidades, mas com muita energia e melodias certeiras.

Greta Van Fleet – Anthem of the Peaceful Army
É muito natural que os primeiros discos de uma banda contenham várias referências às suas influências. Até por isso, não me incomoda o fato de o Greta Van Fleet soar como o Led Zeppelin. Ao contrário, fica a torcida para que o quarteto se descubra e ganhe uma identidade nos próximos trabalhos. Por hora, vale ressaltar que as músicas são excelentes, mostrando o talento dos envolvidos.

Groundbreaker – Groundbreaker
Duas gerações do AOR, representadas pelo vocalista Steve Overland (FM) e o multi-instrumentista Robert Sall (Work of Art, W.E.T.) uniram forças para um dos melhores discos do gênero em 2018. Cheio daqueles clichês que o fã do estilo já deve imaginar, mas ainda assim, com um ar de frescor e muito bem executados. Que não seja o único fruto da parceria.

Immortal – Northern Chaos Gods
A separação profissional de Abbath e Demonaz, deixando a banda sob controle do segundo, resgatou o que o Immortal tinha de mais obscuro e épico a oferecer. Trazendo clara influência dos trabalhos iniciais, o grupo promove o mix de brutalidade e melodia que sabe fazer como poucos. Poucas vezes o surrado discurso de retorno às raízes fez tanto sentido em se tratando de um disco.


Korpiklaani – Kulkija
Para muitos pode ser difícil embarcar na viagem sonora proposta pelos finlandeses do Korpiklaani. Mas assim que você se adapta, flui de maneira impecável. Kulkija não promove grandes mudanças na sonoridade do grupo. Porém, se mostra uma audição ainda mais agradável de seu antecessor direto, Noita. Agora, não dá para negar que a barreira do idioma realmente pode ser um empecilho para quem não está acostumado.

Leaves’ Eyes – Sign of the Dragonland
O primeiro full-length do grupo com a vocalista Elina Siirala surpreende, pela desenvoltura e capacidade de fazer algo novo em um estilo combalido pelo tempo. Alexander Krull acaba ficando um pouco de lado no contexto geral, o que pode incomodar os fãs do lado mais dark da sonoridade. Mesmo assim, a qualidade das composições se sobressai.

Lordi – Sexorcism
Apesar de não ostentar o mesmo sucesso da década passada, a banda finlandesa segue oferecendo material de qualidade, com direto a uma subida de patamar nos últimos dois lançamentos. Sem a preocupação de agradar a grande mídia, Mr. Lordi e seus asseclas oferecem um disco cheio de referências sexuais e aquela hard/heavy grudento de sempre.

Metal Allegiance – Volume II: Power Drunk Majesty
Corrigindo alguns exageros da estreia, o projeto que reúne Alex Skolnick, David Ellefson e Mike Portnoy explora as melhores características dos convidados especiais e acerta em cheio. Destaque para algumas “pegadinhas” em meio às faixas, prestando tributo a clássicos do rock/metal através da inserção de algum riff/solo/batida facilmente reconhecível e associável.

The Night Flight Orchestra – Sometimes the World Ain’t Enough
Amber Galactic, trabalho anterior do projeto, entrou no meu Top 10 do ano passado. O novo fica um degrauzinho abaixo, mas ainda conta com momentos excelentes, mostrando que o pessoal do metal era chegado em uns blockbusters oitentistas. Agora é esperar que as bandas principais dos músicos possam ceder mais espaço para a realização de shows.


Nita Strauss – Controlled Chaos
Pessoalmente falando, discos de música instrumental não me conquistam facilmente. Porém, sempre há exceções. Como este belo trabalho da guitarrista de Alice Cooper, esbanjando técnica sem transformar as composições em mera ponte para malabarismos. As melodias são fáceis e cativantes, fazendo com que os 38 minutos de duração do play se tornem uma experiência muito agradável.

Nordic Union – Second Coming
Ronnie Atkins dificilmente erra a mão, seja com o Pretty Maids ou para onde empresta sua vez. O segundo fruto da parceria com o músico e produtor Erik Martensson (Eclipse, W.E.T.) traz o eficiente hard/heavy europeu praticado pelas bandas dos protagonistas misturado a um aspecto melancólico que oferece melodias grandiosas e grudentas.

Orange Goblin – The Wolf Bites Back
Em seu nono full-length, a banda inglesa de stoner metal percorre sua tradicional estrada, com incursões ao blues, doom e hard rock. O vocalista Ben Ward é o grande destaque, com seu registro diversificado e potente. Um exemplo de como ultrapassar vinte anos de carreira ainda sendo criativo e relevante no cenário musical.

The Sheepdogs – Changing Colours
Um dos que ficou mais próximo de entrar no Top 10, o grupo canadense já está em seu sexto full-length, mostrando uma eficiente dobradinha de classic e southern rock. Apesar do tracklist de 17 faixas, o disco dura apenas 49 minutos, contando com várias vinhetas e junções, se deixando escutar de maneira saborosa. Destaque para os duos de guitarra. Em 2019, a banda vai abrir a turnê norte-americana do Rival Sons.

Sinbreed – IV
Se a sua praia é aquele power metal que se popularizou nos anos 1990, aqui está um disco imperdível. Marcando as estreias do vocalista Nick Holleman (Vicious Rumors) e do guitarrista Manuel Seoane (Mago de Oz), o grupo que também conta com o baterista Frederik Ehmke (Blind Guardian) executa sua tarefa com destreza e oferece uma dose de nostalgia sem soar como mero pastiche do que já foi feito no estilo.

Sunstorm – The Road to Hell
Apesar de ter obtido muito mais repercussão com Rainbow, Yngwie Malmsteen e Deep Purple, Joe Lynn Turner tem no Sunstorm seus melhores trabalhos. Quinto full-length do projeto, The Road to Hell retoma o caminho traçado no segundo, o insuperável House of Dreams. AOR com saudáveis doses de hard rock estão incluídos no menu. O trabalho saiu enquanto o cantor se recuperava de um problema cardíaco e serviu como um bom modo de manter seu nome em evidência.

The Temperance Movement – A Deeper Cut
Em seu terceiro disco, a banda britânica atinge a maturidade, dando uma cara própria e deixando as influências como breve nota de rodapé. O blues/hard rock soa irresistível no swing das músicas mais cadenciadas e emocionante nas baladas. Vale citar que o vocalista Phil Campbell – não confundir com o homônimo guitarrista do Motörhead – se sobressai, em alguns momentos soando como se tivesse o DNA de Steven Tyler em suas cordas.


The Unity – Rise
Enquanto Kai Hansen voltou para onde sempre quis estar, o guitarrista Henjo Richter e o baterista Michael Ehré resolveram traçar um novo caminho juntos. E é uma pena que poucos fãs do Gamma Ray realmente prestaram atenção no The Unity, que chega a seu segundo disco mostrando um hard/heavy poderoso, com melodias e refrães marcantes. Para apertar o play e curtir de ponta a ponta.

Uriah Heep – Living the Dream
Não dá para esperar que uma banda com cinquenta anos de carreira vá reinventar a roda a esta altura. Sendo assim, o Uriah Heep mantém a classe e qualidade tradicional em seu novo disco. Living the Dream reúne várias das marcas registradas do grupo – especialmente na fase com o vocalista Bernie Shaw – e se deixa ouvir sem maiores atropelos do início ao fim.

Vega – Only Human
A banda inglesa de melodic rock/AOR segue com a pontualidade que caracteriza seus conterrâneos, lançando um álbum de inéditas a cada dois anos desde 2010. E o quinto acaba sendo o melhor, reunindo composições marcantes, execução indefectível e fugindo do lugar comum em que o grupo se colocava até então. Fãs do estilo irão se deliciar a cada faixa.

The Vintage Caravan – Gateways
O trio islandês explora novos caminhos, acrescentando passagens cheias de groove e pitadas progressivas – acentuadas pela maior presença de teclados – sem perder sua identidade claramente influenciada pelo hard/blues rock minimalista dos anos 1970. Arrival, o anterior, ainda é uma apresentação melhor para quem não está familiarizado, mas Gateways não faz feio e merece a conferida.


Voodoo Circle – Raised on Rock
Com quase tanto "love" quanto o Whitesnake – 4 das 11 faixas possuem títulos contendo a palavra –, o guitarrista Alex Beyrodt mostra que continua dominando a forma de fazer hard rock classudo e bem executado. A estreia do vocalista Herbie Langhans (Sinbreed, Avantasia) quase nem é notada, já que ele mantém o estilo de David Readman. Se não contar, ninguém sequer nota.

W.E.T. – Earthrage
Em seu terceiro álbum de inéditas, o projeto que tem Jeff Scott Soto, Robert Sall (Work of Art) e Erik Martensson (Eclipse) na linha de frente retoma a constância do primeiro. O melodic rock/AOR aparece bem “mais europeu” desta vez, com aquele toque quase melancólico nos arranjos, dando um sabor todo especial. Recomendado para fãs do estilo – e dos protagonistas – além de servir como boa apresentação aos marinheiros de primeira viagem.

Warrel Dane – Shadow Work
É uma pena que este disco não tenha sido devidamente finalizado, devido à morte de seu protagonista. Pois o resultado do que pôde ser feito nas oito faixas presentes é interessante o suficiente para colocá-lo aqui. Warrel mostra as qualidades que o colocaram como um dos melhores intérpretes de sua geração e a banda, composta por músicos brasileiros, oferece uma performance caprichada no que lhe compete.

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