16 de set de 2011

Foo Fighters confirmado no Lollapalooza Brasil

sexta-feira, setembro 16, 2011


O Foo Fighters está confirmado na primeira edição do tradicional festival Lollapalooza aqui no Brasil, que rolará nos dias 7 e 8 de abril de 2012 no Jockey Club, em São Paulo. Será a oportunidade de ver a banda no auge, já que o grupo de Dave Grohl lançou um dos grandes álbuns de 2011, o espetacular Wasting Light.


Mas atenção: a venda de ingressos deve começar já agora em outubro, então fique de olho para não deixar o bonde passar e ficar na mão.


15 de set de 2011

Crítica do DVD 'Headbangers Open Air 2010' (2011)

quinta-feira, setembro 15, 2011

Nota: 8

É interessante como o heavy metal é um estilo contraditório. Ao mesmo tempo em que evolui a uma velocidade assombrosa reinventando-se em infinitos sub-gêneros, mantém extremamente vivo o culto ao seu passado, ao ponto de dezenas de grupos pioneiros terem voltado à ativa justamente para suprir essa demanda.

O Headbangers Open Air, festival que acontece anualmente na Alemanha desde 1998, é um dos principais eventos desse lado mais tradicional do metal. Com um line-up formado quase que exclusivamente por nomes precursores do estilo, é um deleite para quem idolatra o som pesado produzido, principalmente, durante os anos 1980.

A edição de 2010 do evento está saindo agora no Brasil pela Hellion Records em um DVD duplo muito interessante. A escalação daquele ano contou com bandas como Tygers of Pan Tang, Angel Dust, Meking Delta, Demon, Omen e Raven, além de diversas outras que levaram os metalheads em uma viagem de volta no tempo.

Se você está esperando algo na linha dos vídeos do Wacken Open Air, esqueça. A escala aqui é muito menor. O palco é pequeno, a estrutura é bem enxuta, e, justamente por isso, a proximidade com a plateia faz com que as bandas executem shows bastante descontraídos. A troca entre os músicos e o público é intensa e incessante, resultando em um alto grau de empolgação tanto em cima quanto em frente ao palco.

A audiência, formada em sua esmagadora maioria por metalheads das antigas, demonstra como o culto e a paixão pelo heavy metal atravessam décadas e gerações. A média de idade do público certamente está acima dos 40 anos, em uma prova de que não existe idade para curtir boa música.

Entre as bandas, o grande destaque é o excepcional Tygers of Pan Tang, que arregaça com versões excelentes de “Spellbound”, “Gangland” e da ótima “Suzie Smiled”. Aliás, essa é uma banda que merece muito mais reconhecimento do que possui, pois não apenas tem qualidade de sobra como influenciou tremendamente, mesmo que por osmose, qualquer grupo que tenha se aventurado pelas guitarras gêmeas a partir da década de oitenta. Outros pontos altos estão nas apresentações do Demon, Omen e Raven, mas o fato é que tudo soa como uma imensa celebração coletiva de culto ao gênero musical mais apaixonante que existe – o heavy metal, é claro.

Se você acha que a música pesada se resume aos nomes mais conhecidos do estilo, eis aqui a prova de que há muita vida – e, muitas vezes, muito mais interessante – além dos gigantes de sempre.

Disc One
1 Steel Horse - Night Terrors
2 Steel Horse - Winds of Time
3 Steel Horse - Raise Your Fist
4 Shok Paris - Go Down Fighting
5 Shok Paris - Go for the Throat
6 Shok Paris - Steel and Starlight
7 Jameson Raid - Getting Hotter
8 Jameson Raid - Catcher in the Rye
9 Jameson Raid - Seven Days of Splendour
10 Stormzone - Death Dealer
11 Stormzone - The Legend Carries On
12 Roxxcalibur - Destiny
13 Roxxcalibur - Lady of Mars
14 Tygers of Pan Tang - Spellbound
15 Tygers of Pan Tang - Suzie Smiled
16 Tygers of Pan Tang - Gangland
17 Amulance - Black Moon Rising
18 Amulance - Violent Victory
19 Amulance - A Good Day to Die
20 Mekong Delta - Epilogue / Memories of Tomorrow
21 Mekong Delta - The Cure
22 Mekong Delta - Heartbeat
23 Angel Dust - Unreal Soul
24 Angel Dust - Nightmare
25 Angel Dust - Forever
26 Demon - Night of the Demon
27 Demon - Remembrance Day
28 Demon - Don't Break the Circle
29 Culprit - Guilty As Charged
30 Culprit - Fight Back
31 Culprit - Players
32 Culprit - Heaven and Hell


Disc Two
1 Trench Hell - Southern Cross Ripper
2 Trench Hell - Thrashing Through Hell
3 Trench Hell - Last Rites
4 Not Fragile - Starbreaker
5 Not Fragile - Eye of the Storm
6 Not Fragile - Extermination Day
7 Not Fragile - Made of Metal
8 Battleaxe - Power From the Universe
9 Battleaxe - Ready to Deliver
10 Battleaxe - Burn This Town
11 Der Kaiser - Intro / Vengeance
12 Der Kaiser - Aberdeen
13 Der Kaiser - Autres sphères
14 Blood Feast - R.I.P.
15 Blood Feast - Cannibal
16 Blood Feast - Blood Lust
17 Omen - In the Arena
18 Omen - The Curse
19 Omen - Warning of Danger
20 Anvil Chorus - Death of a Dream
21 Anvil Chorus - Deadly Weapons
22 Anvil Chorus - Man Made Machines
23 Raven - All for One
24 Raven - For the Future
25 Raven - Crash Bang Wallop
26 Solitude Aeturnus - Destiny Falls to Ruins
27 Solitude Aeturnus - Phantoms


Extras
28 HOA Special Interviews & Impressions Part 1
29 HOA Special Interviews & Impressions Part 2

Mais clássicos do Exodus e do Forbidden relançados pela Shinigami Records

quinta-feira, setembro 15, 2011

A Shinigami Records segue relançando no mercado brasileiro alguns dos mais importantes álbuns da história do thrash metal. Os discos da vez são Pleasures of the Flesh, do Exodus, e Twisted Into Form, do Forbidden.

Lançado em 7 de outubro de 1987, Pleasures of the Flesh é o segundo trabalho do Exodus e marca a estreia do vocalista Steve “Zetro” Souza, que ocupou o lugar de Paul Baloff, dono anterior do posto. Há uma história curiosa sobre a capa do álbum. A arte original, que mostrava a banda como um grupo de canibais preparando a sua próxima refeição, foi censurada algumas semanas antes do lançamento. Entretanto, a gravadora do grupo, a Combat Records, já havia publicado anúncios promovendo o disco em diversas revistas especializadas, com o desenho original e a discutível chamada “As refeições mais pesadas do metal”. A capa teve que ser substituída às pressas, e em seu lugar entrou uma foto da banda posando em um balcão de bar decorado com diversas caveiras. A arte original saiu mais tarde na versão picture, e pode ser vista em sua plenitude no encarte desse relançamento da Shinigami, junto com as letras e informações sobre o disco.



Twisted Into Form é o segundo trabalho do Forbidden, e chegou às lojas em 1990. A banda teve uma pequena alteração na formação em relação ao seu debut, Forbidden Evil (1988), também relançado pela Shinigami. No lugar de Glen Alvelais, quem assumia a segunda guitarra era Tim Calvert. Essa substituição fez com que o som do grupo se tornasse mais melódico e apresentasse sutis elementos progressivos. Twisted Into Form é o último disco do Forbidden com Paul Bostaph, que saiu em 1992 para ocupar o cobiçado posto de baterista do Slayer no lugar de Dave Lombardo. Bostaph voltaria para o Forbidden apenas em 2007.

Pleasures of the Flesh e Twisted Into Form são dois dos mais marcantes trabalhos da história do thrash metal, e essas reedições da Shinigami são oportunidades excelentes para quem ainda não possui ambos em sua coleção.

14 de set de 2011

Novidade na área: ainda mais música pra você

quarta-feira, setembro 14, 2011

Tem novidade aqui na Collector´s Room. Agora, no canto superior direito, há um pequeno player do Grooveshark. Nele, montei um tracklist com faixas dos mais variados gêneros – do hard setentista ao jazz -, com sons legais que talvez você já conheça, ou que nunca tenha ouvido antes. Assim, enquanto você lê as matérias do site, curte um som ao mesmo tempo.

Para escutar, basta clicar no botão de play ou, se preferir, ir direto até a faixa que você quer, clicar no seu título e pronto, a música começará a rolar.

A ideia é alimentar essa seleção constantemente, deixando-a cada vez mais ampla e interessante. Para isso, preciso da participação de vocês. Em primeiro lugar, gostaria que vocês dissessem o que acharam do tracklist que já está no ar. Depois, sugestões de bandas e sons que poderiam constar nessa espécie de web radio.

Só um detalhe: como sei que a maioria dos leitores da Collector´s curte heavy metal não coloquei nada do gênero na programação, já que o objetivo é mostrar sons diferentes.

Valeu pela força, ouçam o que já está no ar e coloquem a boca no trombone!

Trivium: crítica do álbum 'In Waves' (2011)

quarta-feira, setembro 14, 2011

Nota: 8,5

O Trivium surgiu no início dos anos 2000 como um dos principais nomes do metalcore. Os álbuns Ascendancy (2005) e The Crusade (2006) foram fundamentais não apenas para consolidar o gênero, mas também para tornar o quarteto uma das bandas mais interessantes do metal norte-americano.

Em In Waves, seu quinto disco, a quarteto liderado pelo vocalista e guitarrista Matt Heafy mostra que evoluiu consideravelmente. Hoje a sua música pega elementos do metalcore, thrash e metal tradicional para construir uma sonoridade única, dona de imensa personalidade. Com melodias abundantes, refrões pegajosos e riffs que não economizam no peso, as faixas soam mais diretas, sem as atordoantes mudanças de andamento de antes.

A principal qualidade do Trivium é saber fazer o heavy metal soar moderno e atual, refletindo a realidade em que vivemos, mas sem necessitar inserir elementos incompatíveis com o gênero. Assim, mantendo-se fiel às suas principais influências – o Metallica e o Iron Maiden da década de 80 -, o quarteto gravou mais uma vez um trabalho sólido.

É difícil enquadrar o Trivium atual em um estilo específico, e o mais correto é dizer que a banda faz heavy metal atual e contemporâneo, pura e simplesmente Heafy segue alternando vocais guturais com vozes limpas, e se sai infinitamente melhor no segundo caso, com o seu belo timbre tornando as faixas ainda mais melódicas. Um dos destaques principais são os solos de Corey Beaulieu, sempre muito bem construídos, com avalanches de melodia que pegam pelo colarinho qualquer fã de NWOBHM e mostram que o legado do gênero continua vivo.

Para nós, brasileiros, a curiosidade é a releitura competente de Slave New World, do Sepultura, incluída na versão especial do trabalho.

O sucesso comercial faz com que o Trivium, até hoje, não tenha o devido reconhecimento por parte daquela parcela de fãs de metal com a cabeça mais fechada, o que é uma tremenda injustiça. In Waves é um ótimo trabalho, bastante superior ao lançamento anterior – Shogun, de 2008 -, e que tem tudo para corrigir isso.



Faixas:
  1. Capsizing the Sea
  2. In Waves
  3. Inception of the End
  4. Dusk Dismantled
  5. Watch the World Burn
  6. Black
  7. A Skyline's Severance
  8. Built to Fall
  9. Caustic Are the Ties That Bind
  10. Forsake Not the Dream
  11. Chaos Reigns
  12. Of All These Yesterdays
  13. Leaving This World Behind

Whitesnake e Judas Priest, Rio de Janeiro, 11/09/2011 - A cobra não fumou, mas o padre compensou

quarta-feira, setembro 14, 2011

Por Marcelo Vieira


Seis anos depois do memorável show de 2005, Judas Priest e Whitesnake repetiram a dose no último domingo, 11 de setembro, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro.

Com álbum novo na praça, o excelente Forevermore, David Coverdale e sua turma subiram ao palco com um mínimo de atraso e já deram início a patifaria com “Best Years”, música de seu penúltimo trabalho, Good to Be Bad, de 2008. Não foi um começo dos mais empolgantes. Na sequência, “Give Me All Your Love”, tocada alguns tons abaixo, colocou os milhares de presentes para pular e cantar junto.

A dobradinha com “Love Ain’t No Stranger” e “Is This Love?”, maiores sucessos do Whitesnake em terras tupiniquins, cativou pra valer, ainda que Coverdale, fora de forma vocal, deixasse os refrões a cargo da banda e do público. O vocalista, que não é bobo, colocou Brian Tichy pra fazer um solo de bateria que parecia interminável. Reb Beach e Doug Aldrich também tiveram seu momento no centro do palco em um duelo que fez os guitarristas da plateia babarem.

De Forevermore foram três músicas executadas: “Steal Your Heart Away”, o single “Love Will Set You Free” e a faixa-título, que foi, de longe, o ápice do show. Com “Crying in the Rain” e “Bad Boys” limadas de última hora, “Here I Go Again” indicava que o show estava prestes a terminar. “Still of the Night” e o medley com “Burn” e “Stormbringer”, do Deep Purple, encerraram o show que, se comparado ao de 2005, não valeria o ingresso, por mais afiada que a banda estivesse.

Depois da 1 hora e meia de Whitesnake no palco, parte do público deixou o Citibank Hall, a maioria em virtude da dificuldade de conseguir transporte para voltar para casa de madrugada do fim de mundo que é a Barra da Tijuca.

Com Richie Faulkner no lugar de K.K. Downing, o Judas Priest abriu com a explosiva “Rapid Fire” (de British Steel). No decorrer de pouco mais de duas horas em cima do palco, Rob Halford, Glenn Tipton, Ian Hill, Scott Travis e o estreante Faulkner cumpriram a promessa de tocar pelo menos uma música de cada álbum. Obviamente, Jugulator e Demolition, gravados com Tim “Ripper” Owens nos vocais, ficaram de fora.

Algumas escolhas foram óbvias, afinal o que seria um show do Judas sem “Metal Gods”, “Breaking the Law” e “Living After Midnight”? Vale assinalar que o clássico British Steel, que completou 30 anos em 2010, foi o álbum com mais representantes no setlist, totalizando quatro sons tocados. Mas o que levou os fanáticos ao delírio mesmo foram as surpresas. “Starbreaker” (de Sin After Sin), “Night Crawler” (de Painkiller), “The Sentinel” (de Defenders of the Faith) e “Blood Red Skies” (de Ram It Down) pegaram de surpresa os que não tinham conferido o setlist da turnê pela internet.

Faulkner mostrou entrosamento e imprimiu sua marca nos solos originalmente tocados por K.K. Downing. Sua presença prendeu os olhares do público. O palco era um show a parte, com telão animado e vários cenários remetendo a épocas passadas do Priest. Mas feliz mesmo eu fiquei com a voz de Halford. Ele pode estar a cara do Kid Vinil, se movimentar no palco de forma estranha e continuar usando trajes que causem vergonha alheia, mas, em matéria de voz, o cara faz jus ao título de “metal god”. A propósito, deu de goleada no show de 2005.

Há 37 anos, Clapton tornava o reggae pop

quarta-feira, setembro 14, 2011




Em 14 de setembro de 1974, o guitarrista inglês Eric Clapton alcançava o topo da parada norte-americana com a sua versão para “I Shot the Sheriff”, do até então desconhecido Bob Marley, e mudava a história da música.


O sucesso da versão de Clapton abriu as portas do mercado mundial para Marley, que havia lançado o seu hoje clássico disco de estreia, Catch a Fire, no ano anterior. A partir de então, o reggae caiu no gosto do público e a carreira de Bob cresceu em uma velocidade estonteante, transformando-o não só em um nome conhecido em todo o mundo, mas também no maior astro pop que o Terceiro Mundo já conheceu.


Bob Marley faleceu em 11 de maio de 1981, vítima de um câncer fulminante.

Ben Harper anuncia turnê brasileira com 6 shows

quarta-feira, setembro 14, 2011


(press-release)


Um dos ícones do rock mundial da atualidade, o cantor e compositor californiano está de volta ao Brasil para a sua segunda e maior turnê no país, que passará por 6 capitais, entre os dias 3 e 10 de dezembro. 


Ben Harper já é bem conhecido por aqui e, mesmo antes de emplacar com a cantora Vanessa da Mata o single "Boa Sorte/Good Luck" - uma das músicas mais tocadas nas rádios do país nos últimos 5 anos - havia realizado uma turnê arrebatadora do seu álbum Both Sides of the Gun, em 2007. 


Com 17 anos de carreira, dois Grammys, mais de 10 milhões de discos vendidos e vários hits mundiais - incluindo "Diamonds on the Inside", "Steal my Kisses", "Better Way", "Burn One Down", "Excuse Me Mr." e "With My Two Own Hands" – Ben Harper traz agora ao Brasil o seu recém-lançado Give Till it`s Gone, aclamadíssimo álbum que conta com a participação do ex-Beatle Ringo Starr em duas faixas. Ativista de causas ambientais e humanitárias e ligado a diversas organizações não-governamentais, Harper traduz toda sua filosofia de vida em suas canções numa mistura perfeita do folk, rock, blues e reggae. 


Para os shows no Brasil, o californiano promete um set list de sucessos e novas canções. Promovida pela Boozuzu Entertainment e pela Geo Eventos, a turnê brasileira Ben Harper Brasil 2011 encerra a agenda de shows do cantor esse ano, depois de ele ter passado pela América do Norte, Europa, Austrália, África e de uma rápida passagem pela America Latina, no Chile, durante o festival Lollapalooza, em abril. 


Os ingressos começam a ser vendidos ao longo do mês de setembro, conforme abaixo: 


Porto Alegre – ingressos para venda a partir de 6 de setembro 
Florianópolis - ingressos para venda a partir de 16 de setembro 
Belo Horizonte – ingressos para venda / data a confirmar 
Brasília – ingressos para venda a partir de 16 de setembro 
São Paulo – ingressos para venda a partir de 12 de setembro 
Rio de Janeiro – ingressos para venda a partir de 12 de setembro 


BEN HARPER BRASIL 2011 
PORTO ALEGRE – PEPSI ON STAGE 
03 de Dezembro (sábado) 
Local: Pepsi on Stage – Porto Alegre 
Endereço: Av. Severo Dullius, 1500 
Horário: 22h 
Preços: 1º Lote Pista: R$ 80,00 
Pista Premium: R$ 140,00 
Mezanino: R$ 120,00 
Desconto de 50% para 100 primeiros titulares do cartão Clube do Assinante Zero Hora (Somente no Posto ZH – Av. Ipiranga, 1075 | a partir das 09hs do dia 06/09) 
Demais titulares 10% de desconto somente nos pontos de venda físico Pontos de Venda*: Lojas Trópico: Shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Moinhos, Total, BarraShopping Sul, Bourbon Ipiranga, Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo (*PONTOS DE VENDA AINDA NÃO VALIDADOS) 
Venda On-Line www.opiniaoingressos.com.br 
Informações: www.pepsionstage.com.br 
www.twitter.com/pepsionstage 
Disque Opinião: (51) 8401.0104 
Classificação 14 anos 
Início das Vendas: 6 de setembro 


FLORIANÓPOLIS – STAGE MUSIC PARK 
04 de dezembro (domingo) 
Local: Stage Music Park 
Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho km 1,5, 2500 – Jurerê Internacional 
Horário do Show: 21h 
Preço: (1° Lote) Camarote: R$130,00 (inteira) 
Pista: R$70,00 (inteira) 
Pista Premium: R$100,00 (inteira) *Sujeito a alteração sem aviso prévio Venda On-line: http://www.blueticket.com.br/ 
Classificação: A confirmar
Início das Vendas: 16 de setembro 


BELO HORIZONTE – CHEVROLET HALL 
06 de Dezembro (terça-feira) 
Local: Chevrolet Hall Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 - Savassi (31) 2191.5700. 
Horário: 21h 
Preços: A confirmar  
Classificação: A confirmar 
Início das Vendas: A confirmar 


BRASÍLIA – TENDA UnB 
07 de Dezembro (quarta-feira) 
Local: Tenda da UnB 
Endereço: Universidade de Brasília (UnB) - L2 Norte 
Horário: 21h 
Preços: Primeiro Lote de Ingressos (quantidade limitada): Pista Premier: R$ 140,00 (inteira) Camarotes: R$ 220,00 (inteira) 
Pontos de Venda: Ingresso Rápido (sujeito a taxa de conveniência) Pelo site www.ingressorapido.com.br 
Call Center (4003.1212) – válido para todos os estados brasileiros e nos pontos de venda Ingresso Rápido de todo o país 
Classificação: A confirmar 
Início das Vendas: 16 de setembro 


SÃO PAULO – VIA FUNCHAL 
09 de dezembro (sexta) 
Local: Via Funchal - Rua Funchal 65
Horário: 22h 
Preços: Pista Premium – R$350,00 (inteira) 
Pista – R$180,00 (inteira) 
Mezanino – R$240,00 (inteira) 
Camarote – R$350,00 (inteira) 
Pontos de Venda: Site Via Funchal: www.viafunchal.com.br - sujeito a taxa de conveniência 
Informações e vendas: 11 3846-2300 
Bilheteria Via Funchal (sem taxa de conveniência) - diariamente, das 12h00 às 22h00 
Classificação: 14 anos 
Inicio das Vendas: 12 de setembro 


RIO DE JANEIRO – HSBC ARENA 
10 de dezembro (sábado) 
Local: HSBC Arena - Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca, Telefone: (21) 3035.5200 - www.hsbcarena.com.br 
Horário: 21h30min 
Preços: Primeiro Lote de Ingressos (quantidade limitada): Pista Premier: R$ 350,00 (inteira) Pista Comum: R$ 180,00 (inteira) Cadeiras Nível 1: R$ 240,00 (inteira) Camarotes = R$ 350,00 (inteira) 
Área para Portadores de Necessidades Especiais (PNE) no setor Cadeira Nível 1 
Pré-Venda: haverá pré-venda exclusiva para clientes HSBC a partir do dia 9 de setembro, somente pelo site www.ingressorapido.com.br 
Clientes HSBC têm direito a 25% de desconto (apenas através de pagamento com cartão HSBC e somente sobre o valor da inteira) – desconto sujeito a limitação de quantidade por CPF 
Pontos de Venda: FNAC Barra Shopping Av. das Américas, 4.666 Loja B 101/114 - Barra da Tijuca Rio de Janeiro /RJ Horário de Atendimento: Segunda a Sábado das 10:00 às 20:00 Domingo das 13:00 às 18:00. Feriado das 15:00 às 18:00. 
LOJA VIVO – Shopping Leblon Av Afrânio de Melo Franco, 290 Loja 106 N - Leblon Rio de Janeiro /RJ Horário de Atendimento: Segunda e Sábado das 14:00 às 20:00 Domingo e Feriado das 15:00 às 21:00 
Serão aceitos os cartões Visa, Mastercard, Amex, Diners, Hipercard, Maestro e Visa Electron. 
Parcelamento somente nos cartões de crédito: em até 2 x sem juros, por prazo limitado. 
Vendas On-line: Ingresso Rápido (sujeito a taxa de conveniência) Pelo site www.ingressorapido.com.br 
Call Center (4003.1212) – válido para todos os estados brasileiros e nos pontos de venda Ingresso Rápido de todo o país Pontos de Venda Oficiais (sem cobrança de Taxa de Conveniência)* 
Classificação: 16 anos 
Início das Vendas: 12 de setembro 


Mais informações poderão ser encontradas no site oficial da turnê a partir do dia 12 de setembro

13 de set de 2011

Enquete da semana: qual é o melhor álbum de heavy metal lançado em 1984?

terça-feira, setembro 13, 2011

A disputa entre Iron Maiden e Metallica segue apertada em nossas enquetes sobre os melhores álbuns de metal lançados nos anos 1980. E, na boa, não tinha como ser diferente, não é mesmo?

Vamos aos resultados de 1984:

Iron Maiden – Powerslave – 45%
Metallica – Ride the Lightning – 33%
Dio – The Last in Line – 8%
Mercyful Fate – Don't Break the Oath – 4%
Judas Priest – Defenders of the Faith – 4%
Metal Church – Metal Church – 2%
W.A.S.P. - W.A.S.P. - 1%
Running Wild – Gates of Purgatory – 1%
Bathory – Bathory – 1%
Venom – At War with Satan – 1%

Os três primeiros postos eram esperados. Surpreende o ótimo Don't Break the Oath, do Mercyful Fate, na frente de Defenders of the Faith, do Judas Priest, assim como os poucos votos para os discos do Bathory e do Venom.

E aí, o que vocês acharam do resultado?

Rival Sons: crítica do álbum 'Pressure and Time' (2011)

terça-feira, setembro 13, 2011


Nota: 8,5

Se você é fã do Led Zeppelin, preste atenção no Rival Sons. O quarteto californiano, na ativa desde 2008, estreou em 2010 com o ótimo Before the Fire e mantém a qualidade com seu novo trabalho, Pressure and Time.

A influência da banda de Jimmy Page e Robert Plant é gigantesca, e os caras não fazem questão de esconder isso. A faixa-título é o melhor exemplo, e parece saída diretamente das sessões de Led Zeppelin II (1969). Mas o grupo não se limita apenas ao universo de Page e Plant. Ecos de outros ícones podem ser ouvidos aqui, como Jimi Hendrix Experience, Mountain, Doors e até mesmo o Creedence Clearwater Revival. Aliado a isso, há a sempre bem-vinda dose de blues e algumas pitadas do groove e do soul do Motown, resultando em uma sonoridade que é um deleite para quem adora a estética setentista.

Eu sei que é um clichê, mas aqui ele é inevitável: o álbum parece saído diretamente de uma máquina do tempo. E isso, em uma época em que o rock e o heavy metal estão cada vez mais infestados por sonoridade pré-fabricadas, é uma benção.

As faixas vêm carregadas com uma musicalidade imensa, orgânica e com direito até mesmo a pequenas falhas. O vocalista Jay Buchanam soa como Robert Plant aos vinte anos. O guitarrista Scott Holiday esculpe riffs como um menestrel. A dupla é a alma do Rival Sons. Entre as faixas, destaques para pauladas de alto quilate como “All Over the Road”, “Get Mine”, “Burn Down Los Angeles” e “Save Me”, além da balada blues “Only One”, que se enquadra naquele tipo de composição repleta de feeling e alma tão difícil de se encontrar hoje em dia.

A única crítica possível e adequada a Pressure and Time é o fato de o disco ser muito curto. Seus pouco mais de trinta minutos passam voando e deixam uma agradável sensação de quero mais no ouvinte.

2011 nunca soou tão 1972 quanto aqui.



Faixas:
  1. All Over the Road
  2. Young Love
  3. Pressure and Time
  4. Only One
  5. Get Mine
  6. Burn Down Los Angeles
  7. Save Me
  8. Gypsy Heart
  9. White Noise
  10. Face of Light

Whitesnake: novo box nas lojas em novembro

terça-feira, setembro 13, 2011

Os cultuados primeiros discos do Whitesnake serão relançados em novembro em um box pra lá de especial. Intitulada Box O'Snakes: The Sunburst Years 1978-1982, a caixa contém 8 CDs, 1 DVD, um compacto de sete polegadas e um livro de noventa páginas com entrevistas e fotos inéditas.

Fazem parte do pacote os álbuns Trouble (1978), Live at Hammersmith (1978), Lovehunter (1979), Ready an' Willing (1980), Live … in the Heart of the City (1980), Come an' Get It (1981), Saints & Sinners (1982), Live at Reading Rock '79 (1979) e Live at Reading Rock (1980). O DVD vem com um show gravado em Washington em 1980, todos os clipes do período e aparições na BBC.

Os primeiros anos da carreira da Whitesnake apresentam uma banda muito diferente daquela que estourou em todo o mundo a partir de Slide it In (1984). Executando um hard calcado no blues e com pitadas de soul, o grupo liderado pelo vocalista David Coverdale tinha uma sonoridade bastante distinta do hard rock de arena que a tornaria famosa em todo mundo. Contando em seu line-up com músicos de inegável talento como os guitarristas Micky Moody e Bernie Marsden, o baterista Cozy Powell e os ex-parceiros de Deep Purple Jon Lord e Ian Paice, o conjunto gravou álbuns de grande qualidade, que até hoje permanecem vivos na memória dos fãs.

Se você não conhece esse período da história do Whitesnake, chegou a hora de conhecer.

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