1 de dez de 2017

Os 25 melhores discos de 2017 segundo a Collectors Room


Como tem acontecido todos os anos, 2017 mais uma vez nos brindou com ótimos discos. Seja de nomes conhecidos ou não, de artistas novos ou veteranos, tivemos grandes álbuns que chegaram durante o ano e já figuram entre os principais lançamentos da década.

Como sempre, a lista abaixo não possui uma limitação de estilo e abrange artistas dos mais variados gêneros musicais. Afinal, como você bem sabe, existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim.

Um outro ponto importante de se frisar é o seguinte: assim como você, eu também não ouvi todos os discos lançados em 2017. Portanto, caso você sinta falta de algum título na lista, talvez ele não tenha passado pelos meus ouvidos. Ou tenha, e decidi que estes aqui foram melhores. Por via das dúvidas, você está convidado a postar a sua lista com os 10 melhores álbuns de 2017 nos comentários, para seguirmos trocando ideia.

Finalizando, abaixo estão as minhas listas de melhores discos desde 2011, para você consultar e, quem sabe, conhecer alguns títulos que possam ter passado batido pelos seus ouvidos:


E lá no final deste post tem também uma playlist com uma música de cada um dos discos presentes nesta lista, pra você conhecer os álbuns e já ter uma ideia do que vai encontrar em cada um deles.

Chega de papo: estes foram os melhores discos de 2017 na opinião da Collectors Room, divirta-se!

25 Tamikrest - Kidal

O Tamikrest foi formado em 2006 na Argélia por músicos tuaregues. A proposta do grupo é unir a música tradicional africana com elementos do rock e do pop. Kidal é o quinto disco do combo, e provavelmente o seu mais bem resolvido trabalho. Em um exercício de estilo, seria possível definir a música do Tamikrest como uma espécie de desert blues. O fato é que, além do blues, elementos de reggae, dub e jazz permeiam as canções, criando um painel sonoro ao mesmo tempo fascinante e hipnotizador. Anda cansado das sonoridades de sempre? Eis aqui uma bela dica pra ouvir algo fora da curva.

24 David Rawlings - Poor David’s Almanack

Sou um grande fã de Neil Young, e um dos meus discos favoritos do trovador canadense é Comes a Time, lançado em 1978. E foi justamente esse álbum que me veio à mente quando ouvi pela primeira vez Poor David’s Almanack, terceiro disco solo de David Rawlings. O cara colaborou com Ryan Adams em sua linda estreia, Heartbreaker (2000), e também é brother de um certo John Paul Jones, que volta e meia toca mandolin em seus shows. Musicalmente, trata-se de um disco de folk predominantemente acústico e com instrumentos como violão, banjo e violino, além de um lirismo capaz de conquistar o mais gélido dos corações.

23 Greta Van Fleet - From the Fires

Este quarteto de Michigan parece um Led Zeppelin adolescente. Do timbre de voz de Joshua Kiszka ao som de bateria de Daniel Wagner, tudo remete à turma de Jimmy Page. Ainda que a falta de originalidade, como você deve imaginar, possa ser um problema, é inegável que os caras demonstram talento nas faixas de From the Fires, álbum lançado em novembro e que compila o primeiro e o segundo EPs do grupo. É rock, é rock mesmo, e dos bons, com potencial para vôos maiores em um futuro bem próximo. Se ainda não ouviu, ouça.

22 Pristine - Ninja

O Pristine vem da Noruega e faz um blues rock com composições fortes e onde o principal destaque é a voz da vocalista Heidi Solheim. Em relação a outros nomes similares como o Blues Pills, por exemplo, percebe-se nos noruegueses um groove maior e um som mais solto, além de um belo trabalho de timbres que colocará um sorriso nos rostos mais saudosistas. Transitando entre o rock, o blues e o soul, Ninja, quarto álbum do grupo, foi o primeiro a ser lançado pela Nuclear Blast, o que deu mais projeção para esta excelente banda que tem todos os ingredientes para alcançar um público cada vez maior nos próximos anos.

21 Gregg Allman - Southern Blood

Perdemos Gregg Allman este ano. Mas antes de partir, o ícone da Allman Brothers Band fez questão de deixar um disco como testamento. Southern Blood foi gravado com Gregg já doente, e com ele muito provavelmente sabendo que seria quase impossível dar a volta e retomar a saúde. Por todo este contexto, obviamente trata-se de um álbum repleto de emoção. As letras são bastante pessoais e versam sobre a vida de uma das maiores lendas da história do rock. Quem ouvir canções como “My Only True Friend” e não se emocionar deve procurar, com urgência, um bom médico, porque alguma coisa está errada.

20 Neil Young - Hitchhiker

Hitchhiker é um dos famosos discos perdidos de Neil Young. O LP foi gravado em 1976 e nunca foi lançado. Porém, diversas das músicas que o compõe foram aparecendo, com o passar dos anos, em diferentes releituras em vários álbuns do canadense. O que temos aqui são nove faixas, todas trazendo apenas Neil e seu violão. Ou seja, composições reduzidas à suas essências, aos seus esqueletos vitais, com a interpretação sempre repleta de feeling de Young. Clássicos do porte de “Pocahontas”, “Powderfinger” e “Ride My Llama”, por exemplo, que só seriam lançadas oficialmente três anos mais tarde, em Rust Never Sleeps (1979). É o bom e velho e arrepiante lado trovador de Neil Young, em músicas gravadas em um único take há mais de 40 anos atrás. Não tem como ser ruim. E não é.

19 Zé Bigode - Fluxo

Um dos discos mais deliciosos de 2017, Fluxo, estreia do combo carioca Zé Bigode, é uma das provas do quanto a música brasileira é riquíssima. Totalmente instrumental, o álbum une funk, samba, jazz, afrobeat e gafieira em um trabalho que é prazer puro para quem já descobriu o quão gostoso é ouvir ícones como Banda Black Rio e novas forças como Bixiga 70.

18 Arcade Fire - Everything Now

O Arcade Fire é hypado pra caramba dentro da bolha indie. Pois é, e daí? E daí que os canadenses seguem soando criativos e agradáveis aos meus ouvidos, independentemente das exageradas hipérboles (com o perdão do pleonasmo) que costumam acompanhar as opiniões sobre a sua música, tanto para o bem quanto para o mal. Em Everything Now o grupo soa mais ensolarado, com uma base predominantemente dançante e bem menos messiânica que aquela dos primeiros anos. E isso, como bem sabemos, é sempre bom. Trazendo o ABBA de volta ao centro do pop com a música que batiza o disco (e também em outras), o Arcade Fire talvez seja o mais proeminente herdeiro da inquietude artística de David Bowie, que não por acaso juntou forças com a banda poucos anos antes de partir. Pra ouvir sem preconceito e se divertir pra caramba.

17 Songhoy Blues - Résistance

Résistance é o segundo álbum deste quarteto natural do Mali. E uma boa definição para a música do Songhoy Blues seria uma espécie de afrobeat blues, já que a banda parte destes dois gêneros para construir a sua peculiar sonoridade. Original e criativo, o trabalho do grupo vem ganhando cada vez mais espaço, o que é merecido. Se você gosta de boa música, tanto Résistance (que traz Iggy Pop em uma participação na faixa “Sahara”) quanto a estreia Music in Exile (2015) merecem a sua atenção.

16 Hiss Golden Messenger - Hallelujah Anyhow

Isso aqui é pra pegar a estrada. O Hiss Golden Messenger tem o vocalista e guitarrista MC Taylor como figura central e, em relação ao som, bebe na fonte do folk, country e americana. É uma música despretenciosa porém carregada de uma inerente verdade e autenticidade, características cada vez mais raras não somente na cena musical atual, mas sobretudo na sociedade em que (sobre)vivemos.

15 Mastodon - Cold Dark Place

O Mastodon lançou dois discos em 2017. Um foi um álbum completo e outro foi um EP. Enquanto Emperor of Sand soou repetitivo e cansativo aos meus ouvidos, Cold Dark Place trouxe de volta a banda aventureira e experimental que conquistou fãs ao longo dos últimos anos. Este disquinho traz apenas quatro músicas, todas excelentes. Bebendo na mesma fonte que deu ao mundo o já clássico Crack the Skye (2009), o quarteto norte-americano mostrou neste curto registro sonoro que ainda possui inspiração para seguir como um dos principais nomes do metal moderno. 

14 Steven Wilson - To the Bone

Segundo o próprio Steven Wilson, To the Bone, seu quinto álbum solo, traz como seria se o ABBA e a Electric Light Orchestra fossem produzidos pela dupla do Daft Punk. Devaneios à parte, o fato é que o disco é, sem dúvida, o trabalho menos prog e provavelmente o mais acessível da carreira solo do vocalista. E isso, como você bem sabe, não é demérito algum. Inovando mais uma vez e sem medo de arriscar, Steven Wilson segue mostrando o porque de ser um dos maiores nomes do rock progressivo contemporâneo.

13 Trivium - The Sin and the Sentence

Julguem-me, mas confesso: quanto mais o tempo passa, mais distante me sinto do metal. O estilo musical que fez parte da maior parte da minha vida hoje está cada vez menos presente no meu dia a dia. E quanto ele surge é porque acabo esbarrando em discos muito acima da média como este novo do Trivium, que para mim foi o melhor álbum de metal do ano. Mesclando com maturidade os aspectos que encantaram nos seus primeiros álbuns com a sonoridade moderna de trabalhos como o excelente In Waves (2011), a banda do geniozinho Matt Heafy alcançou um dos pontos mais altos de sua carreira. Indicado para aqueles dias em que você precisa dar uma turbinada na energia!

12 Gov’t Mule - Revolution Come … Revolution Go

Mesmo que tente, o Gov’t Mule não consegue gravar um disco fraco. Piadas à parte, e ainda que alguns tenham torcido o nariz para alguns álbuns antigos como Mighty High (2007) e High & Mighty (2006), o combo liderado pelo incrível Warren Haynes brindou os fãs com mais um belíssimo trabalho. Com uma das discografias mais sólidas da música, o Mule ultrapassou qualquer limitação de gênero e hoje caminha com soberania pelo caminho formado por suas influências. Neste novo disco, a banda soa renovada e com a inspiração lá em cima, como comprovam as quinze faixas inéditas que trouxeram um grande sorriso para os apreciadores dos bons sons.

11 Gustavo Telles & Os Escolhidos - Gustavo Telles & Os Escolhidos

Sempre que penso em Gustavo Telles, lembro da The Band. Eu sei que é exagero, mas é inevitável. A música que o também baterista do Pata de Elefante faz em sua carreira solo bebe direto da fonte do mais clássico rock norte-americano, repleto de influências de country, southern e tudo mais. Neste seu terceiro álbum, Gustavo mantém a alta qualidade de seus trabalhos anteriores, com letras que cantam o dia a dia e causam identificação imediata. São canções simples e bem resolvidas, cheias de pontes melódicas e ganchos grudentos. Resumindo: uma audição pra lá de gratificante e que coloca Gustavo Telles e os seus escolhidos entre os melhores nomes do atual rock brasileiro.

10 Rincon Sapiência - Galanga Livre

A estreia de Rincon Sapiência é o principal álbum de rap brasileiro lançado em 2017. Produzido pelo rapper ao lado de William Magalhães (da Banda Black Rio, que também fez a direção musical do trabalho), Galanga Livre une a música africana, o funk e o rock na construção de bases sonoras cativantes e orgânicas que sustentam letras que contam situações do cotidiano repletas de críticas sociais. Um retrato forte e sempre necessário de uma parcela da população brasileira que, apesar de ser a maioria deste país tropical (53% da população brasileira é negra e somos o país com o maior número de negros fora da África, apesar de apenas 17% desses mesmos negros fazerem parte das classes mais altas da sociedade brasileira), segue sendo deixada de lado pela maioria da sociedade brasileira, infelizmente.

9 Tony Allen - The Source

Lenda do afrobeat e do jazz, Tony Allen foi baterista e diretor musical da banda de Fela Kuti durante anos. Sua influência é gigantesca e pode ser sentida na música contemporânea de maneira bem clara. E aos 77 anos, o músico nigeriano segue gravando no mais alto nível. The Source traz onze canções compostas ao lado do saxofonista francês Yann Jankielewicz. Musicalmente, elas transitam entre o jazz e o afrobeat, em um exercício rítmico e harmônico exemplar. Muito além da música pop, The Source é um álbum bastante acessível e que pode servir de porta de entrada para quem quer se aventurar pelo jazz e ampliar os seus horizontes musicais.

8 Sharon Jones & The Dap-Kings - Soul of a Woman

Sharon Jones faleceu a pouco mais de um ano, em 18 de novembro de 2016, com apenas 60 anos, vítima de um câncer. E apesar da curta discografia, deixou um belo acervo musical para ou ouvidos, que se completa com Soul of a Woman, disco em que estava trabalhando quando faleceu. O álbum foi finalizado pela sua banda, os The Dap-Kings, como uma forma de tributo a uma das vozes mais poderosas que a música ouviu na última década. Muito mais do que uma simples homenagem, Soul of a Woman mostra que a veia criativa de Sharon ainda pulsava forte, o que só torna a sua partida ainda mais triste.

7 Chris Stapleton - From a Room: Volume 1

Segundo álbum de Chris Stapleton, From a Room: Volume 1 mantém a ótima impressão deixada pela estreia Traveller (2015) e mostra o porque de o músico natural de Nashville ser apontado como uma das novas referências do country. E assim como em seu primeiro trabalho, Stapleton expande o seu universo sonoro trazendo canções que podem ser classificados tranquilamente como blues, blues rock e southern rock. Excelente compositor, o barbudo e cabeludo norte-americano é uma verdadeira joia para quem curte a rica tradição do cancioneiro do interior dos Estados Unidos.

6 P.P. Arnold - The Turning Tide

P.P. Arnold foi vocalista de apoio da banda de Ike Turner e gravou este disco no final da década de 1960. Produzido por Eric Clapton e Barry Gibb, o álbum permaneceu quase 50 anos no limbo, sendo lançado somente em 2017 após uma longa batalha judicial. O trabalho traz treze faixas onde P.P. solta a voz em um rock and soul e um rhythm and blues contagiantes, acompanhada por Clapton e por vários músicos que poucos anos depois montariam o Derek and The Dominos. Fechando o pacote, o álbum tem canções de autoria de nomes como Steven Winwood, Barry e Maurice Gibb (caso você não esteja ligando o nome à pessoa, tratam-se dos irmãos hitmakers que faria história alguns anos mais tarde com o Bee Gees), Van Morrison e Barry Gordy (o cabeça da Motown), além de uma releitura para “You Can’t Always Get What You Want”, um dos grandes clássicos dos Rolling Stones. Acho que já são motivos suficientes para você ouvir The Turning Tide, certo? Vale muito a pena - e pena que ficou todo esse tempo enterrado no limbo da indústria fonográfica. 

5 Criolo - Espiral de Ilusão

Tenho uma queda por artistas inquietos, que não ficam acomodados em suas zonas de conforto. O caminho mais fácil e óbvio para Criolo seria seguir a sonoridade de seus dois últimos e ótimos discos, Convoque Seu Buda (2014) e Nó na Orelha (2011). Mas não: o principal rapper brasileiro deixou o hip hop de lado e gravou um disco de samba. E o que é melhor: um senhor disco de samba! Explorando as influências de sua infância e prestando um tributo ao gênero musical que é a alma da música brasileira, Criolo desfila pelas diferentes variações do estilo, indo do samba de roda ao pagode em um álbum que mantém a poesia característica de suas letras enquanto apresenta uma sonoridade deliciosa. E ainda traz a emblemática “Menino Mimado”, que traduz com rara perfeição o momento político que vivemos. Mais uma bola dentro de um artista que está fazendo história agora, bem na nossa frente.

4 Roger Waters - Is This the Life We Really Want?

Primeiro álbum de Roger Waters em 25 anos, Is This the Life We Really Want? vai além de ser um simples disco de rock e se transforma em um imenso e contundente manifesto contra os rumos que o mundo está tomando. Tendo como alvo principal Donald Trump, o ex-Pink Floyd entrega letras incisivas e inspiradas, coloca o dedo na ferida e nos faz pensar se tudo isso que está aí é o que realmente queremos para nossas vidas. Muito mais que um disco, Is This the Life We Really Want? é a concretização de um modo de pensar e de uma postura urgentemente necessária contra os caminhos que o mundo está tomando.

3 The War on Drugs - A Deeper Understanding

Assim como já havia feito em seu disco anterior, Lost in the Dream (2014), em A Deeper Understanding o The War on Drugs mergulha novamente nas emoções humanas e sai dessa jornada com outro lindo trabalho. A banda liderada por Adam Granduciel utiliza ingredientes de gêneros como o rock psicodélico, o synth-pop e a rica sonoridade tradicional dos Estados Unidos em um álbum conciso e carregado dos mais variados sentimentos. Poucas vezes a música e a beleza estiveram tão próximas.

2 U2 - Songs of Experience

O que uma banda como o U2 ainda tem a oferecer? Formado em 1976, o quarteto irlandês lançou o seu primeiro disco em 1980. Ou seja, há 37 anos. E, nesse período, colecionou clássicos. A tradução perfeita do rock norte-americano em The Joshua Tree (1987). O chute no balde e a reinvenção total em Achtung Baby (1991). A aula da composição musical que foi All That You Can’t Leave Behind (2000). De onde Bono e companhia ainda tiram combustível para seguir surpreendendo? O fato é que o U2 mostrou mais uma vez o porque de ser uma das maiores bandas da história em seu novo disco. Songs of Experience é um dos momentos mais altos de sua discografia e está cheio de ótimas canções que transparecem uma criatividade e uma inventividade incomuns à uma banda com mais de quarenta anos de estrada e que poderia ficar tranquilamente deitada sobre o berço esplêndido de seus anos dourados. Anos esses que, após a audição de Songs of Experience, temos a certeza de estarmos presenciando (de novo e mais uma vez) passarem bem na nossa frente.

1 Me and That Man - Songs of Love and Death

O Me and That Man é um duo formado por Adam Darski e John Porter. Adam é um dos principais ícones do metal extremo moderno e lidera o Behemoth sob a alcunha de Nergal. Porter é uma das principais referências do southern folk. Em comum entre os dois há a Polônia: Nergal é natural do país europeu e John Porter, apesar de nascido na Inglaterra, mora na Polônia desde 1976. A inusitada união resultou no melhor disco de 2017. Songs of Love and Death traz treze músicas carregadas de influência de gêneros como o country, o folk e o blues. Trata-se de um álbum dono de uma beleza sombria, um imenso trabalho de composição traduzido em um disco para ser lembrado por anos a fio. Se estivesse vivo, Johnny Cash com certeza aprovaria!

3 comentários:

S Jr disse...

Grande Seelig... Seu site, blog, rotativo, meio de comunicação, ou seja lá o que for, tem uma importância incrível pra quem curte música... Parabéns pelo seu trabalho, dom e pesquisa que vc faz...

S Jr disse...

A lista final de cada ano é sempre uma surpresa agradável.. vc nos mostra cada pérola incrível... Curto metal e Hard, é um dos melhores do ano pra mim, com certeza, é de samba... Conheci contigo... Criolo... Showwww...

Lidson Mendes disse...

Cara adorei as dicas muita coisa realmente boa demais, também cada dia que passa ouço menos Metal. Eu aprendi a gostar e apreciar boa música seja de qual estilo for. Parabéns

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