20 de abr de 2018

Lilian Nessa, baixista do Necro e Messias Elétrico, lança seu primeiro álbum solo

sexta-feira, abril 20, 2018

A cantora, compositora, baixista e poetisa Lilian Lessa está lançando o seu primeiro disco solo. Integrantes das bandas Necro e Messias Elétrico, Lilian explora em Utopia um caldeirão musical sem um rótulo definido, passando pelo rock, psicodelismo, blues e até mesmo flertes com o samba.

Utopia - cuja bela capa pode ser vista acima - é seu primeiro álbum completo e sucede o EP Expresso, liberado em 2015. O disco vem com doze canções e traz parcerias com o colega no Necro e também produtor do trabalho, o guitarrista Pedro Salvador.

O disco está disponível para audição neste link e é um lançamento da Abraxas Records.



Review: Jared James Nichols - Black Magic (2018)

sexta-feira, abril 20, 2018

De vez em quando surgem uns caras que você ouve e percebe que precisa ficar de olho. O vocalista e guitarrista norte-americano Jared James Nichols é um destes casos. Natural do Wisconsin, o rapaz lançou em janeiro o seu disco de estreia, Black Magic. E olha, ele é muito bom.

Antes, vale contar um pouco da sua história. Jared mudou-se para Los Angeles em 2010, virou chapa do pessoal da Gibson após vencer o prestigiado Gibson Les Paul Tribute Contest e soltou em 2012 um EP gravado ao vivo gravado em uma das casas de shows mais comentadas de LA, o disquinho Live at the Viper Room. Então rodou a América tocando em festivas como o SXSW, chamou a atenção e foi convocado para abrir shows de nomes como ZZ Top e Lynyrd Skynyrd.

Toda essa trajetória está refletida nas dez músicas de Black Magic, que em pouco mais de 29 minutos revelam o blues funkeado de Nichols para o mundo. Acompanhado pelo baixista Gregg Cash e pelo baterista Dennis Holm, Jared James gravou um álbum simpático e contagiante, com canções curtas e muito bem resolvidas, e que como cereja do bolo vêm acompanhadas por uma deliciosa cobertura pop - ouça “Honey, Forgive Me” e faça o seu dia mais feliz.

Há alguns ecos de southern rock aqui e ali, porém bastante sutis. As composições em sua maioria apresentam riffs de guitarras sincopados, que abrem espaço para a música respirar e agradam de imediato. Além disso, o uso onipresente do groove torna tudo mais dançante e positivo, puxando o álbum para cima de maneira definitiva.

Tem gente que diz que nada de novo surge no rock. Isso tem nome: preguiça. Jared James Nichols não revoluciona nada e não reinventa a roda com a sua estreia, porém entrega um trabalho sólido, refrescante e cheio de canções fortes que tem tudo para agradar uma parcela enorme de ouvintes.

É bom ficar de olho!

Documentário de Bruce Dickinson terá trilha lançada em CD e vinil

sexta-feira, abril 20, 2018

O documentário Scream for Me Saravejo, que conta a história do show realizado em 1994 por Bruce Dickinson na cidade de Saravejo durante a guerra civil da Bósnia, será lançado em DVD, Blu-ray e nos formatos digitais dia 29 de junho pela Eagle Vision. 

O filme terá também a sua trila sonora, composta por canções da carreira solo de Bruce, disponibilizada em CD e LP duplo. A trilha trará algumas raridades como “Acoustic Song” (presente apenas da edição especial do Best Of de 2001), a versão ao vivo de “Inertia" (que está apenas na edição expandida de Skunkworks) e “Eternal" (faixa que apareceu somente na edição japonesa do álbum Tyranny of Souls).


Abaixo está o tracklist completo de Scream for Me Saravejo, bem como o trailer do documentário:

1. Change of Heart 
2. Tears of the Dragon 
3. Gods of War 
4. Darkside of Aquarius 
5. Navigate the Seas of the Sun 
6. Road to Hell 
7. Arc of Space 
8. Omega 
09. River of No Return 
10. Power of the Sun 
11. Strange Death in Paradise 
12. Inertia (Live) 
13. Acoustic Song 
14. Eternal

Immortal anuncia novo álbum

sexta-feira, abril 20, 2018

O icônico Immortal, um dos nomes mais influentes da escola norueguesa de black metal, lançará dia 6 de julho o seu novo disco.

Northern Chaos Gods será o primeiro álbum da banda sem a presença do vocalista e guitarrista Abbath, que está em carreira solo. O trabalho foi produzido por Peter Tägtgren (Hypocrisy), o mesmo dos discos At the Heart of Winter (1999), Damned in Black (2000), Sons of Northern Darkness (2002) e All Shall Fall (2009).

O Immortal atual é formado pelo letrista, vocalista e guitarrista Demonaz e pelo baterista Horgh. O álbum conta com oito músicas e aproximadamente 45 minutos, e será lançado em CD, LP (em três cores diferentes: preto, branco e vermelho) e nos formatos digitais.



Músicos do Mastodon fazem parte de grupo que visa modernizar as leis de direitos autorais

sexta-feira, abril 20, 2018

Brann Dailor e Bill Kelliher, respectivamente baterista e guitarrista do Mastodon, fazem parte do grupo de músicos que integram o Music Modernization Act, iniciativa aprovada recentemente pelo Comitê Judiciário dos Estados Unidos e que aguarda aprovação da Câmera dos Deputados do país.

A iniciativa visa modernizar as leis sobre direitos autorais, licenciamento de música e taxas de royalty, além da revisão da compensação pelo licenciamento mecânico do material e o estabelecimento de um banco de dados administrado por editores e compositores para supervisionar essas ações, garantindo assim o pagamento adequado e coibindo a violação dos direitos autorais.

Paul Rodgers celebra legado do Free em novo lançamento ao vivo

sexta-feira, abril 20, 2018

O show realizado por Paul Rodgers no Royal Albert Hall no dia 28 de maio de 2017 será lançado em junho.

Com o título de Free Spirit: Celebrating the Music of Free, o material traz dezesseis músicas que passeiam pela carreira do quarteto, incluindo canções como as clássicas “All Right Now”, “Wishing Well” e “Fire and Water”. Além disso, o material vem também com faixas mais obscuras como “Love You So” e “Catch a Train”.

O título será disponibilizado em CD/DVD/ Blu-ray, vinil e nos formatos digitais.

“Wrong Direction”, novo clipe do Amorphis

sexta-feira, abril 20, 2018

O Amorphis mostrou o primeiro single de seu novo álbum, Queen of Time, que será lançado dia 18 de maio pela Nuclear Blast e conta com uma capa estonteante.

“Wrong Direction” ganhou um belo clipe e traz a banda finlandesa soando menos pesada e mais acessível em uma canção com cara de hit.

Assista abaixo:

Nova música e novo disco do Orange Goblin

sexta-feira, abril 20, 2018

O novo trabalho do Orange Goblin chegará às lojas dia 15 de junho pela Universal/Candlelight Records. The Wolf Bites Back é o sucessor de Back from the Abyss (2014) e vem com dez faixas inéditas.

Uma delas - e justamente a canção de abertura - foi revelada como primeiro single e já está disponível nos serviços de streaming.

“Sons of Salem” pode ser ouvida no player abaixo e deve agradar bastante os fãs:

Uriah Heep lançará novo álbum em setembro

sexta-feira, abril 20, 2018

A clássica banda inglesa Uriah Heep confirmou que lançará em setembro o seu novo disco. A informação foi dada pelo guitarrista Mick Box em entrevista que pode ser assistida abaixo.

O novo álbum do grupo se chamará Living the Dream e foi gravado em janeiro no Canadá, em um período de 19 dias. A produção é de Jay Ruston (The Winery Dogs, Stone Sour, Black Star Riders). O disco é o sucessor de Outsider (2014) e será o vigésimo-quinto trabalho da banda.

A formação atual do Uriah Heep conta com Bernie Shaw (vocal), Mick Box (guitarra), Phil Lanzon (teclado), Davey Rimmer (baixo) e Russell Gilbrook (bateria).

19 de abr de 2018

O novo álbum solo de Jeff Ament

quinta-feira, abril 19, 2018

Heaven/Hell, terceiro disco solo de Jeff Ament, será lançado dia 10 de maio. O baixista será o segundo integrante do Pearl Jam a lançar um trabalho fora da banda nos meses recentes, já que o batera Matt Cameron liberou um álbum no final de 2017 chamado Cavedweller.

O disco foi gravado entre junho e outubro do ano passado e traz onze músicas. Ament assumiu também os vocais no trabalho, acompanhado por Mike McCready na guitarra, Angel Olsen fazendo vozes em algumas faixas, Cameron na bateria e um quarteto de cordas formado por Brianna Atwell, Jordan Voelker, April Cameron e Alex Ho.

Jeff Ament também divulgou o primeiro single de Heaven/Hell, a música “Safe in the Car”:

Black Country Communion planeja gravar novo disco em 2019

quinta-feira, abril 19, 2018

Após um período conturbado e que quase levou ao fim da banda, o Black Country Communion retornou em 2017 com o álbum BCCIV, que obteve boa recepção tanto da crítica quanto do público.

Em entrevista ao jornalista Igor Miranda, o vocalista e baixista Glenn Hughes falou sobre o retorno da banda e os planos do grupo para o futuro: "Há cerca de dois anos, quando eu estava sendo induzido com o Deep Purple para o Rock and Roll Hall of Fame, Joe me viu na TV, me ligou e me convidou para jantar com ele. Então, conversamos sobre fazer um novo disco, que se tornou BCCIV. Joe foi até a minha casa e compusemos o disco no meu estúdio. Joe e eu ficamos muito felizes da forma que o Black Country voltou. Fizemos alguns shows no início deste ano e, agora, planejamos fazer um novo disco em algum período do próximo ano”.

Circadélica 2018: terceira edição do festival acontecerá no final de julho

quinta-feira, abril 19, 2018

Já firmado na cena de rock do interior paulista, o festival Circadélica terá a sua terceira edição nos dias 28 e 29 de julho em Sorocaba. As atrações ainda não foram divulgadas, mas segundo Mario Bross, um dos organizadores do evento, "teremos grandes nomes do cenário musical nacional e indispensáveis atrações alternativas. Como no ano passado, vai ter rock, rap, pop, hardcore, emo, nova MPB e alternativo”.

A primeira edição do Circadélica aconteceu em 2002, e o festival retornou em 2017 com a presença de nomes como Far From Alaska, Boogarins, Vivendo do Ócio, Scalene e Francisco El Hombre,

Além das atrações musicais, o Circadélica contará com diversas lojas, food trucks, artistas interagindo com o público e sistema de pulseiras. O Asteroid, conhecida casa de shows da cidade, também receberá shows do festival. 

Para mais informações, siga as redes sociais do festival.

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Cachorro Grande comemora 18 anos com primeiro disco ao vivo da carreira

quinta-feira, abril 19, 2018

A Cachorro Grande lançou no último dia 6 de abril o ao vivo Clássicos. Gravado no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, o disco é o primeiro live da banda gaúcha e celebra os 18 anos de carreira do grupo.

A banda produziu uma sessão com o fotógrafo Fernando Schlaepfer, onde os músicos posaram com instrumentos clássicos e vestiram figurinos e perucas especiais. A ideia, que faz uma releitura das referências dos séculos XVII e XVIII, foi idealizada pelo vocalista Beto Bruno.

O grupo divulgou o making of da sessão fotográfica e também a versão ao vivo de “Sinceramente”, com participação de Samuel Rosa, do Skank. Assista abaixo:

Fates Warning anuncia novo disco ao vivo

quinta-feira, abril 19, 2018

O Fates Warning anunciou o lançamento de um novo álbum ao vivo. Live Over Europe chegará às lojas dia 29 de junho pela InsideOut Music e traz canções gravadas em palcos da Alemanha, Sérvia, Grécia, Itália, Hungria e Eslovênia durante a turnê de Theories of Flight, disco mais recente do grupo, liberado em janeiro deste ano.

O CD é duplo e vem com 23 músicas, totalizando mais de 138 minutos que passam por toda a carreira da banda. Este é o terceiro ao vivo do Fates Warning e faz companhia à A Pleasant Shade of Grey Live I-XII (1998) e Awaken the Guardian Live (2017).

Live Over Europe foi mixado por Jens Bogren e masterizado por Tony Lindgren e será disponibilizado também em vinil triplo, além dos formatos digitais.

Tracklist abaixo:

CD 1:
01. From The Rooftops 
02. Life In Still Water 
03. One 
04. Pale Fire 
05. Seven Stars 
06. SOS 
07. Pieces Of Me 
08. Firefly 
09. The Light And Shade Of Things 
10. Wish 
11. Another Perfect Day 
12. Silent Cries 
13. And Yet It Moves

CD 2:
01. Still Remains 
02. Nothing Left To Say 
03. Acquiescence 
04. The Eleventh Hour 
05. Point Of View 
06. Falling 
07. A Pleasant Shade Of Gray, Pt. IX 
08. Through Different Eyes 
09. Monument 
10. Eye To Eye

Músicos do Greta Van Fleet falam sobre a sua relação com o rock e música atual

quinta-feira, abril 19, 2018

Conversando com a Rolling Stone, os irmãos Kiszka do Greta Van Fleet falaram sobre a sua relação com o rock e a música atual.

Segundo Josh, o vocalista da banda: “Rock and roll para a gente é libertação. Um lembrete de que nós, como seres humanos, temos uma voz. Mas eu não quero que as pessoas me ouça falando sobre rock e pensem sobre o tipo de merda que é associada ao estilo atualmente". 

Jake, o guitarrista, completa: "Toda a música moderna a qual estamos expostos é aquela coisa feita pra rádio, e eu não suporto isso. Mas uma vez que você começa a procurar, há muita coisa boa por aí”.

Há muito ódio cego por todos os lados, mas o rock and roll ainda é a melhor melhor maneira de conhecermos uns aos outros”, completa o baterista Sam Kiszka.

Trilha de Doom é lançada em vinil pela primeira vez

quinta-feira, abril 19, 2018

A trilha sonora de Doom, um dos jogos mais vendidos de todos os tempos, será lançada pela primeira vez em vinil. O material será disponibilizado em um box com 4 LPs na cor vermelha, além de uma edição em CD duplo e outra em LP duplo.

O material será lançado pela Laced Records e todos os formatos estão disponíveis neste link.


18 de abr de 2018

Deafheaven anuncia novo disco

quarta-feira, abril 18, 2018

O Deafheaven confirmou que lançará o seu novo álbum no dia 13 de julho. Ordinary Corrupt Human Love é o sucessor de New Bermuda (2015) e foi produzido por Jack Shirley.

Segundo a banda, o quarto disco “expande nossa música pesada e cinética trazendo camadas de vocais psicodélicos, percussão inspirada no jazz e melodias de piano complexas”.

O primeiro single do novo trabalho, “Honeycomb”, pode ser ouvido abaixo:

Quadrinhos: Marada: A Mulher-Lobo, de Chris Claremont e John Bolton

quarta-feira, abril 18, 2018

O roteirista Chris Claremont é fortemente associado a duas coisas: aos X-Men e aos longos - e muitas vezes cansativos - textos. Os primeiros, como era de se esperar, não estão presentes em Marada: A Mulher-Lobo. E os segundos, surpreendentemente, também passam longe.

Marada foi publicada originalmente em 1982 na revista Epic Illustrated 10 do selo Epic da Marvel, iniciativa voltada para leitores adultos similar ao que a DC faria alguns anos mais tarde com a Vertigo. A ideia original foi concebida como uma história da Red Sonja, parceira de Conan, mas os planos acabaram sendo alterados. O sucesso do filme Conan: O Bárbaro, lançado em 1982 pela Universal Pictures tendo Arnold Schwarzenegger no papel principal, motivou a MGM a produzir um filme contando a história de Red Sonja, trazendo a atriz dinamarquesa Brigitte Nielsen (que alguns anos mais tarde se casaria com Sylvester Stallone) interpretando a guerreira. Claremont então mudou o roteiro e, ao invés de Era Hiboriana, ambientou a história no período do Império Romano, além de alterar os cabelos vermelhos de Red Sonja pelos prateados de sua nova heroína.

Assim nasceu Marada, uma das maiores guerreiras de Roma, que ganhou vida pelo lindo traço do ilustrador inglês John Bolton. A trama explora o universo de espada e feitiçaria comum ao mundo de Conan, mas que aqui ganha novos contornos pelo texto de Claremont e a arte de Bolton. O que temos, a partir de então, é uma aventura contagiante e que se revela, apesar da presença de Chris Claremont e dos quase 40 anos de vida, surpreendentemente dinâmica.


A edição lançada pela editora Pipoca & Nanquim vem com um impressionante acabamento de luxo, com destaque para o verniz aplicado na capa e para as páginas, que apresentam um tom dourado na borda, dando ao livro uma aparência singular e muito bonita. Publicado no formato 22 x 30 centímetros, capa dura e 112 páginas em papel couché de 150 gramas, Marada: A Mulher-Lobo é certamente um dos quadrinhos mais belos lançados no Brasil nos últimos anos, editorialmente falando. O cuidado do pessoal do PN com a produção e acabamento gráfico do material é digno de elogios, resultando em uma obra singular e que agrega ainda mais à história contada por Claremont e Bolton.

Com diversos textos extras que contextualizam a obra e dão uma nova dimensão à HQ, Marada: A Mulher-Lobo é um quadrinho com uma forte pegada feminista muito antes de essas questões virem à tona na nona arte, assim como não economiza em temas polêmicos como o estupro, por exemplo. As páginas parecem ganhar vida no traço expressivo de John Bolton, e ficam ainda mais belas nesta edição do PN. Vale mencionar que a criação de Chris Claremont já havia sido publicada no Brasil em dezembro de 1989 na série Graphic Globo, da Editora Globo, porém a edição da Pipoca & Nanquim traz a série completa, com uma terceira história que era inédita por aqui.

Se você é fã de espada e feitiçaria e de HQs na linha de Conan, este é um quadrinho bastante indicado para a sua coleção. E se você é daqueles leitores que adoram histórias bem desenhadas e com artes impressionantes, Marada: A Mulher-Lobo é obrigatória para o seu acervo. Seja qual for o caso, eis aqui um título que vale a pena ter.



Slayer revela segundo episódio da série de vídeos que conta a história do grupo

quarta-feira, abril 18, 2018

O Slayer divulgou a segunda parte da série de vídeos que conta a história da banda. Neste novo capítulo, Tom Araya e Kerry King relembram os primeiros shows do grupo acompanhados de imagens raras dos primeiros anos do quarteto.

A partir de maio, o Slayer rodará os Estados Unidos em uma tour de despedida que tem como atrações de abertura Lamb of God, Anthrax, Behemoth e Testament. O primeiro show acontecerá dia 10/05, em San Diego.

Você pode assistir às duas partes da série nos players abaixo:

Playlist: os 80 anos do Superman

quarta-feira, abril 18, 2018

Criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster, o Superman completa 80 anos neste dia 18 de abril de 2018. A data, escolhida pela DC Comics, celebra aquele que para muitos é o maior personagem das histórias em quadrinhos de todos os tempos. 

Superman estreou em Action Comics #1, lançada em maio de 1938 nos Estados Unidos. Desde então, conquistou o coração de milhões de fãs e extrapolou o universo dos quadrinhos, estrelando séries de TV, animações, filmes e tudo o que você possa imaginar.

Seu símbolo é um dos mais reconhecíveis da cultura pop, e sua figura poderosa e altiva simboliza a esperança de um mundo melhor.

Na música, Superman também foi imortalizado através de canções de vários artistas. Para celebrar seus 80 anos, preparamos uma playlist só com faixas sobre e inspiradas nele. Tem rock, tem rap, tem pop e muito mais. 

Pegue a sua HQ favorita de Clark Kent, dê play na playlist abaixo e vamos comemorar juntos esse super aniversário!

Discoteca Básica Bizz#087: Tim Maia - Tim Maia (1970)

quarta-feira, abril 18, 2018

O lançamento desse disco marcou o ano zero da música black no Brasil. Com seu álbum de estreia, aos 28 anos, Sebastião Rodrigues Maia abria um novo caminho para a nossa música. Se João Gilberto havia adicionado elementos jazzísticos ao samba criando a bossa nova, Tim incorporava o soul dos negros americanos. E fazia isso de maneira tão natural, brasileira e popular que a identificação de seu som com o grande público foi imediata e definitiva.

É verdade que a Jovem Guarda já flertava com o balanço dos hitmakers da gravadora Motown, e o próprio rei Roberto Carlos gravou, em 1968, "Não Vou Ficar", o primeiro grande sucesso de Tim Maia como compositor. Porém, dois anos mais se passariam para que o país inteiro descobrisse que, além de ter muitos outros clássicos na cabeça, o cara cantava como ninguém jamais tinha conseguido deste lado do hemisfério e sabia exatamente como nivelar a música brasileira com o que havia de mais legal na época em matéria de soul.

Onze anos antes, Tim fizera um estágio nos EUA. Com apenas 17 anos, preto e pobre, já era maluco o suficiente para se mandar para lá em plena barra pesada dos tempos pré-Martin Luther King. Isso no exato momento em que a derivação do rhythm & blues, que seria conhecida como soul music, começava a definir seus contornos. Ficou por lá até ser convidado a se retirar da festa pelas autoridades americanas (ele desabafaria em "Meu País", de 1971: "Sim, bem sei que aprendi muito no seu país / Justo no seu país / Porém, no meu país senti tudo que quis").


Mas foi por aqui que ele encontrou os elementos que tornariam a música que fazia tão rica e particular, como ficava comprovado no seu primeiro álbum. Com o paraibano Genival Cassiano compôs "Padre Cícero", uma irresistível mistura de forró e soul em homenagem ao preacher de Juazeiro. Essa feliz experiência genética teve seu ponto alto em "Coroné Antônio Bento" (Luiz Wanderley/João do Vale), onde a atuação vocal alucinada de Tim fazia a gente acreditar que Memphis ficava em pleno sertão de Pernambuco. Aliás, a participação de Cassiano - o outro grande arquiteto do soul Brasil - foi fundamental no disco. São dele "Você Fingiu", a sensível "Eu Amo Você" e o hit "Primavera" (as duas últimas em parceria com Silvio Rochael).

E se o mundo todo pudesse ouvi-lo, ele ainda tinha muito para contar: em meio ao belíssimo arranjo de cordas em "Azul da Cor do Mar", Tim tocou no nervo do dente da paixão latina ("Um nasce pra sofrer / enquanto o outro ri"). Desde então, poucos artistas tem convencido como ele, ao cantar a dor do homem espezinhado pela mulher ingrata.

Mais de duas décadas depois, o disco ainda impressiona pela riqueza das melodias e dos arranjos, além da atualidade sonora de faixas como "Cristina" (uma aula de como tirar música da alma) e "Flamengo".

Antes de sacramentar o samba-soul em "Réu Confesso" e "Gostava Tanto de Você" em 1973, Tim lançaria mais dois álbuns pródigos em gerar sucessos, todos pela atual Polygram - a mesma gravadora para onde fora levado pelos Mutantes. 

Em 1992, ano de tantas comemorações, as cinquenta primaveras de Tim Maia bem que mereceriam o lançamento na íntegra desse primeiro e fundamental ciclo de sua carreira em CD. 

Isso é que é discoteca básica, obrigatória.

Texto escrito por Cláudio Campos e publicado na Bizz #087, de outubro de 1992

17 de abr de 2018

Galeria de Fotos: os anúncios promovendo o Led Zeppelin durante os anos 1970

terça-feira, abril 17, 2018

Durante a década de 1970, em um mundo onde a internet e tudo que ela trouxe não existiam, os anúncios em revistas de música eram um dos principais recursos para informar o público sobre a chegada do novo disco de sua banda favorita.

E naquela década, um dos principais gigantes que caminhavam sobre a terra era o Led Zeppelin. Vivendo o seu auge criativo e de público, o quarteto britânico dominou o rock do período e escreveu a ferro e fogo o seu nome no Olimpo do estilo.

Fazendo uma viagem de volta no tempo, selecionamos abaixo uma galeria com alguns dos anúncios de revistas sobre o Led Zeppelin que foram ao ar durante os anos 1970. Divirta-se!


















Pink Floyd irá lançar Animals com áudio 5.1

terça-feira, abril 17, 2018

Em entrevista para a rádio holandesa NPO Radio 2, Roger Waters confirmou que o álbum Animals, lançado pelo Pink Floyd em 1977, ganhará uma nova edição com áudio 5.1.

Segundo Waters: “Acabei de trabalhar com Aubrey Powell em uma reedição de Animals com um remix 5.1. Teremos também novas fotos da Battersea Power Station para a capa, e está ficando lindo”.

The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here já ganharam edições com áudio 5.1. Caso tenhamos esquecido de algum título, por favor nos corrijam nos comentários.

Não há data oficial para o lançamento desta nova edição de Animals.

16 de abr de 2018

Review: Kamelot - The Shadow Theory (2018)

segunda-feira, abril 16, 2018

Décimo-segundo disco do Kamelot, The Shadow Theory é também o terceiro a contar com o vocalista Tommy Karevik, que entrou na banda em 2012 no lugar de Roy Khan e já colocou a sua voz em Silverthorn (2012) e Haven (2015). A produção, irrepreensível e digna de nota, é mais uma vez assinada por Sasha Paeth. O trabalho foi lançado dia 6 de abril e está disponível nas lojas e nos apps de streaming.

The Shadow Theory possui a concepção de um álbum conceitual, porém não é estruturado como tal. Suas canções versam sempre sobre o futuro da sociedade em que vivemos, mas não contam uma história contínua. Musicalmente a banda segue entregando o seu power metal característico, que conta com sutis inserções orquestradas e continua soando refinado e de muito bom gosto. Karevik é o destaque, cantando muito bem e fazendo com que os fãs esqueçam cada vez mais a sombra de Khan. Ao todo temos 13 faixas, que sobem para 20 na versão deluxe. 

Há uma certa acomodação da banda ao longo das faixas, e isso é bastante perceptível. A sensação é de que, apesar de muito bem feito, executado e gravado, The Shadow Theory poderia ter um trabalho melhor de composição, pois as faixas soam similares, em sua maioria, com o que o Kamelot já fez em seus discos recentes. As participações especiais de Lauren Hart e Jennifer Haben, respectivamente do Once Human e do Beyond the Black, são competentes mas não fazem muita diferença, já que ambas praticamente repetem os papéis que Charlotte Wessels (Delain) e Elize Ryd (Amaranthe) tiveram em nos dois últimos discos. É trocar seis por meia dúzia.

Como já disse, essa sensação é perceptível também nas composições, com a banda liderada pelo guitarrista Thomas Youngblood não entregando uma evolução ou tentando caminhos diferentes em seu novo álbum. O disco é até legal, mas soa repetitivo e cansativo, e isso acaba fazendo com que você não encontre em suas faixas a sensação de frescor de The Black Halo (2005) - um dos melhores álbuns de metal dos anos 2000 - e até mesmo de Ghost Opera (2007), quando a banda inseriu elementos góticos à sua sonoridade.

Quem é fã provavelmente irá curtir. Já para quem não conhece, recomendo dar uma fuçada no passado do Kamelot, que com certeza oferece momentos mais criativos que esse novo trabalho.

Em vídeo, o acidente de avião do Lynyrd Skynyrd explicado em detalhes

segunda-feira, abril 16, 2018

O canal Aviões e Músicas - assine aqui - produziu um vídeo onde explica de maneira detalhada o acidente aéreo sofrido pelo Lynyrd Skynyrd no dia 20 de outubro de 1977 e que tirou a vida do vocalista Ronnie Van Zant, do guitarrista Steve Gaines, da backing vocal Cassie Gaines, do manager Dean Kilpatrick, do tour manager Ron Eckerman e dos pilotos Walter McCreary e William Gray.

Não é comum encontrar explicações técnicas com os motivos que causaram a tragédia com o Lynyrd Skynyrd, e no vídeo abaixo tudo é mostrado de maneira clara e didática. 

É assistir e seguir lamentando que algo tão estúpido como isso tenha ocorrido há quarenta anos atrás:

Músicos do Rotting Christ são presos acusados de terrorismo

segunda-feira, abril 16, 2018

Os integrantes da banda grega Rotting Christ foram presos no estado da Georgia, acusados de terrorismo devido exclusivamente ao nome do grupo.

Sakis Tolis, vocalista e guitarrista do Rotting Christ, falou sobre o ocorrido: “Chegamos na capital da Georgia, Tbilisi, na manhã da última quinta-feira, 12 de abril. Após o exame regular dos documentos, meu irmão - Themis, baterista da banda - e eu fomos detidos pela polícia. Depois de alguns minutos, nos mandaram seguir para outra área do aeroporto, sob o pretexto de fornecermos mais informações antes de entrarmos no país. Ao invés disso, tivemos nossos documentos e celulares apreendidos e nos conduziram para outro local. Questionamos o motivo da prisão, ao que responderam que era ‘confidencial’. Nossos advogados nos informaram mais tarde que estamos em uma lista de pessoas indesejáveis elaborada pela segurança nacional, que fomos rotulados como satanistas e que somos, portanto, suspeitos de terrorismo. Sem motivo oficial ou aviso prévio, nos trancaram em uma pequena cela bastante suja e ficamos sem contato com o mundo exterior ou representação legal de nossa embaixada por 12 horas. As condições foram ruins e nenhuma informação adicional nos foi fornecida durante todo esse tempo. Felizmente, apenas o sobrenome Tolis estava na lista, o que deixou os outros dois músicos da banda livres para começarem a trabalhar com o promotor local para nos tirar da prisão e dar início aos procedimentos legais. Foi necessário um grande esforço e um procedimento complicado para encontrar uma solução. Devido ao trabalho árduo do promotor, que envolveu juristas, jornalistas e ativistas da Georgia, finalmente fomos liberados e estamos extremamente gratos a todos os envolvidos no processo. No final, foi possível fazer o nosso show e foi uma ótima apresentação”.

Após o ocorrido, os músicos do Rotting Christ foram autorizados a a Georgia sem maiores explicações das autoridades que os prenderam.

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