1 de nov de 2018

Jambô anuncia novo encadernado de X-O Manowar

quinta-feira, novembro 01, 2018

A Jambô Editora anunciou, em informativo enviado através de seu mailing, o lançamento de um novo encadernado de X-O Manowar, o maior e mais icônico herói do universo Valiant. Nas palavras da editora: "Está chegando o novo encadernado da linha X-O Manowar Vol. 1 - Soldado. Num planeta distante, Aric acreditou que tinha deixado para trás uma vida de guerra e dor. Ele estava enganado, pois a guerra o persegue, o obrigando a servir como soldado em um conflito que não é o seu. Um novo começo para o herói, excelente leitura para conhecer o personagem, e também para os fãs antigos!”.

Como a Jambô não deu maiores detalhes da edição e nem informou a sua data de lançamento, pesquisei e encontrei um encadernado com título equivalente e que foi publicado no mercado norte-americano em 2017. O material conta com 112 páginas e foi escrito por Matt Kindt, com arte de Tomás Giorello. O volume publicado nos Estados Unidos reúne as edições 1 a 3 da revista X-O Manowar publicada por lá em 2017. Não há informação se o encadernado da Jambô, que terá o título de X-O Manowar Vol. 1 - Soldado, seguirá este mesmo modelo (o que é provável) ou se conterá mais edições.

A Valiant Comics é uma editora norte-americana de super-heróis que nasceu no final dos anos 1980 e foi fundada por Jim Shooter, ex-editor da Marvel, após ele sair da Casa das Ideias. Entre os seus personagens estão Aric of Dacia (cuja história é contada em X-O Manowar), Bloodshot, Ninjak, Quantum e Zephyr, atualmente chamada de Faith - leia sobre a personagem aqui.




Review: Visions of Atlantis - The Deep & The Dark (2018)

quinta-feira, novembro 01, 2018

The Deep & The Dark marca uma nova fase na carreira da banda austríaca Visions of Atlantis. Na ativa desde 2000, o grupo está lançado o seu sexto disco, que ganhou versão nacional através da Hellion Records. A nova fase citada no início faz referência ao fato de The Deep & The Dark marcar a estreia, em estúdio, da vocalista Clémentine Delauney, ex-Serenity. Na banda desde 2013, Clémentine só agora tem a sua voz eternizada em um álbum do grupo.

Musicalmente, o que temos aqui é um symphonic metal com vocais femininos que apresentam momentos operísticos. Clémentine soa como uma espécie de Tarja Turunen mais contida, e a própria concepção musical do Visions of Atlantis remete ao Nightwish, porém sem chegar perto do brilhantismo e da inventividade da banda finlandesa. As dez músicas trazem o teclado com bastante evidência, sempre dividindo o protagonismo instrumental com a guitarra. A alternância entre a voz de Clémentine e Christian Samer reforça o aspecto “beauty and the beast” da banda.

O resultado dessa receita é um som familiar, porém um tanto contido. Não há nada necessariamente novo em The Deep & The Dark, ainda que a banda alcance bons momentos como na grudenta “Return to Lemuria”, que tem tudo para virar um hit. De modo geral, o quinteto soa como uma espécie de Nightwish mais suave, sem tantos aspectos sinfônicos e com um peso apenas mediano.

Além de “Return to Lemuria”, curti também o clima meio étnico de “Ritual Night” e as agressivas “The Silent Mutiny” e “The Grand Illusion”, ambas com a guitarra bem à frente.

De modo geral, The Deep & The Dark traz algumas boas músicas e conta com músicos ótimos, notadamente Clémentine Delauney, porém trata-se de um disco indicado apenas para quem é fã de symphonic metal e anda com saudade de algo na linha da banda de Tuomas Holopainen.

Quadrinhos: Cebolinha - Recuperação, de Gustavo Borges

quinta-feira, novembro 01, 2018

Idealizada por Sidney Gusman, editor da Mauricio de Sousa Produções, a série Graphic MSP teve o seu início em novembro de 2012 com Astronauta: Magnetar, de Danilo Beyruth, e chega agora ao seu vigésimo volume com Cebolinha: Recuperação, de Gustavo Borges. Durante esses seis anos, a premissa continuou a mesma: apresentar novas interpretações e abordagens, tanto textuais quanto artísticas, para os personagens clássicos criados por Mauricio de Sousa e que estão na memória afetiva de milhões de brasileiros. O resultado, como qualquer um que já leu uma dessas graphic novels sabe, é mais do que satisfatório.

Em Cebolinha: Recuperação (capa dura ou cartão, formato 19x26 cm, 100 páginas, papel couché), encontramos o eterno pretendente a “Lei da Lua” envolto em problemas escolares e familiares. Gustavo Borges (artista de Escolhas e Até o Fim, ambas publicadas em 2017 pelo selo Geektopia, da editora Novo Século) conta uma história emocionante e extremamente humana, onde o leitor é apresentado a um Cebolinha diferente daquele menino espevitado ao qual está acostumado.

A trama mostra o garoto envolto em uma disputa com outro menino na escola e empregando todas as suas energias para vencê-lo, e, com isso, perdendo o foco e a atenção no que realmente importa: os estudos. A consequência é que Cebolinha fica em recuperação, e precisa se esforçar para não reprovar de ano. Ao mesmo tempo, o título da HQ também se aplica à família Cebola, já que o pai do personagem principal é vítima da crise econômica que todos nós vivemos e acaba sendo demitido. Com isso, a família precisa rever suas prioridades, seus hábitos de consumo e seu modo de vida, e isso impacta tanto os adultos quanto as crianças.


A mente inquieta de Cebolinha, acostumada a bolar uma infinidade de planos infalíveis para pegar o coelho Sansão e superar a Mônica, passa a ser empregada então para imaginar soluções para ajudar o seu pai economicamente. E, nesse ponto, a sensibilidade de Gustavo Borges arrepia, pois mostra todo o empenho de uma criança de sete anos para encontrar saídas de um problema da vida adulta e que muda o seu cotidiano. Quem não nasceu em berço esplêndido como eu e a maioria dos leitores, ficará particularmente sensibilizado ao relembrar dos perrengues que víamos nossos pais enfrentarem fazendo todo o possível para que a avalanche de contas não impactasse nossas infâncias. E, como bem sabemos quando crescemos e ficamos adultos, essa é uma tarefa e tanto.

Gustavo apresenta novos integrantes da família Cebola, como os avós do Cebolinha, e também enfatiza os laços firmes da amizade entre o personagem principal e Mônica, Magali e Cascão, mostrando o quanto o apoio dos amigos é fundamental para superarmos os problemas que encontramos pelo caminho.

O texto é leve e vai ganhando mais dramaticidade à medida em que as situações vão se complicando, e possui a capacidade de falar tanto com crianças quanto com adultos, que irão ter diferentes reações ao final da leitura. Já a arte de Gustavo é um show a parte, extremamente expressiva, com cores vivas e brincando com a avalanche de planos que brotam da mente criativa de Cebolinha. As páginas dividem espaço com os esquemas bolados pelo careca, criando um efeito muito legal.


Cebolinha: Recuperação é a penúltima das quatro Graphic MSP publicadas em 2018 e faz companhia a Jeremias: Pele (que saiu em abril), Horácio: Mãe (julho) e Astronauta: Entropia (que será lançada em dezembro, durante a CCXP). Um fato que merece especial destaque é que dois desses títulos - Jeremias e Cebolinha - apresentam questões sociais que fazem parte do cotidiano do brasileiro. Enquanto que na obra de Rafael Calça e Jefferson Costa temos um fundamental questionamento sobre o preconceito racial tão comum nas ruas do país e que muita gente finge não existir, na história de Gustavo Borges vemos a MSP aproximando-se de seus leitores ao tratar de um assunto que impacta a vida de milhões de vidas: o desemprego e as consequências que ele traz.

Esta é mais uma ótima HQ, mais uma bola dentro da Graphic MSP, e que tem os seus méritos tanto por trazer uma história revelante quanto por dar espaço e divulgação para o trabalho de um jovem com imenso talento como Gustavo Borges.

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Discoteca Básica Bizz #125: Led Zeppelin - Led Zeppelin III (1970)

quinta-feira, novembro 01, 2018

O ano de 1970 teve dois tricampeões: o Brasil e o Led Zeppelin. Enquanto Pelé, Jairzinho e companhia papavam nosso terceiro título no México, Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham terminavam seu disco de número três. Já estabelecido como maior banda de rock do planeta, o grupo não precisava provar nada pra ninguém. Mas Jimmy Page tinha uma dívida consigo mesmo.

A imagem da banda pauleira o incomodava demais. Seus colegas também não dormiam bem com a ideia. "Era uma coisa de jornalismo burro, escroto mesmo", cuspiu Robert Plant, numa entrevista recente. "E sabe qual foi a melhor coisa que fizemos para nos livrar disso? Led Zeppelin III, um disco radicalmente diferente do que se esperava".

Jimmy Page resolveu descansar sua Les Paul 59, trocando-a por violões Harmony e Martin na maioria das faixas. Mas, muito além de simplesmente explorar o lado acústico da banda, o álbum revelou seus novos horizontes. "Friends" usava escalas orientais, "Gallow´s Pole" cavucava as raízes celtas, "Tangerine" tinha inspiração country.

A mudança só foi possível graças a uma paradinha estratégica. Depois de dois anos de intermináveis excursões e, consequentemente, rios de goró e toneladas de tietes, o Led deu uma limpada no carburador se isolando em um bucólico sítio no País de Gales, Bron-Yr-Aur. Naquele ambiente árcade, os cabeludos contiveram seus impulsos barulhentos e entregaram-se aos nobres raptos do folk. "Na época, acharam que era suicídio comercial", lembrou Robert Plant.


Quanta estupidez! Difícil não se contagiar pela alegria de "Bron-Y-Aur Stomp" ou pelo eletrizante slide de "Hats Off to (Roy) Harper". Impossível não acreditar no fascínio de obras-primas como "Tangerine" e "That's the Way". E não era só isso não. Os rocks da safra III, poucos e bons, são todos inesquecíveis. A começar pelo que abre o disco, "Immigrant Song", saga viking de pilhagens e estupros imaginada por Plant. "Celebration Day" tem Page infernal, acompanhando o banho de euforia dos vocais: "Ma-ma-ma, I'm so happy!". E, claro, "Out on the Tiles" (expressão que faz referência às noitadas ultra-mega-etílicas de John Bonham), um groove chumbado que é tudo o que Lenny Kravitz nunca vai conseguir fazer.

Nada disso, porém, se compara ao derramamento de sangue, suor e lágrimas promovido pelo bluesão (não ortodoxo no que tange aos doze compassos) fundo de poço "Since I´ve Been Loving You". Sete minutos de êxtase, gravados ao vivo no estúdio (John Paul Jones fez o baixo nos pedais do órgão). Para muitos, o momento mais emocionante do Led Zeppelin. Quando Robert Plant canta: "Can't you hear me? Can't you you hear me?", parece que o céu vai desabar. Ilusão pura. Nesta hora, o ouvinte é que está lá em cima, nas alturas.

Texto escrito por Pedro Só e publicado na Bizz #125, de dezembro de 1995

31 de out de 2018

Playlist: Melhores Discos de 2018

quarta-feira, outubro 31, 2018

2018, como sempre, teve e segue tendo ótimos discos. E, como sempre, tem gente reclamando que o rock morreu e essa baboseira de sempre.

Como o final do ano já está chegando e com ele virão as listas de melhores álbuns de sites e revistas de todo o mundo, preparamos uma playlist com músicas vindas diretamente de alguns dos discos que mais curtimos nesse ano. Novas canções podem ser inseridas a qualquer momento, à medida que novos títulos foram sendo digeridos, mas já dá pra ter uma ideia do que rolou de legal nos últimos meses, NA NOSSA OPINIÃO.

Ouça e colabore dividindo com a gente quais foram os seus álbuns e músicas preferidas de 2018. Se curtirmos, elas poderão entrar aqui também.

Review: Monster Truck - True Rockers (2018)

quarta-feira, outubro 31, 2018

O rock canadense não tem somente bandas como Rush, Triumph e Bachman-Turner Overdrive. O Monster Truck, por exemplo, é uma das boas novidades surgidas nos últimos anos nas terras geladas localizadas ao norte dos Estados Unidos.

Na estrada desde 2009, o quarteto lançou em setembro o seu terceiro disco, True Rockers. Vale mencionar que os dois primeiros álbuns do grupo, Furiosity (2013) e Sittin’ Heavy (2016), ganharam edições nacionais pela Hellion Records.

Em True Rockers temos a banda afiando ainda mais a sua música. A influência de blues presente nos dois primeiros registros foi embora, e em seu lugar floresceu um empolgante hard rock repleto de ritmo e refrãos marcantes. Em certos aspectos, há uma certa similaridade entre a sonoridade atual do Monster Truck e os também canadenses do Danko Jones, além de a música do novo disco dos caras caminhar em uma seara que não será estranha para os fãs do grupo dinamarquês Volbeat.

O álbum vem com onze canções bastante diretas, construídas sempre a partir da guitarra e que caminham, invariavelmente, para explosões sonoras cativantes. A participação de Dee Snider logo na música de abertura, “True Rocker”, já causa uma simpatia pelo disco, sensação essa que é reforçada pela audição. 

Destaques para “Devil Don’t Care”, “Denim Danger”, “Hurricane”, “Thudertruck" e “Evolution”, além da tirada de pé na balada “Undone”, que mostra que a banda também sabe como trilhar caminhos mais contemplativos.

Mais um belo disco dessa promissora banda, que mantém viva a rica tradição do rock canadense.

Hellion Records lança álbuns do Gov’t Mule, Steve Perry, Billy Gibbons e Prophets of Rage

quarta-feira, outubro 31, 2018

A Hellion Records anunciou quatro grandes lançamentos para o mês de novembro. Tratam-se dos novos e mais recentes discos do Gov’t Mule, Steve Perry, Billy Gibbons e Prophets of Rage, que apesar de serem artistas consagrados permaneciam inéditos no Brasil.

Moises Della Monica, proprietário da Hellion, falou sobre essa iniciativa do selo: "Enquanto as grandes gravadoras no Brasil deixam passar grandes álbuns sem lançamento por aqui, a Hellion persiste e traz em novembro quatro lançamentos que as majors simplesmente ignoraram. Prophets of Rage, Gov´t Mule, Billy Gibbons e Steve Perry são as obras-primas da música que a Hellion traz para o Brasil com exclusividade”.


Revolution Come … Revolution Go é o décimo-primeiro álbum do Gov’t Mule e foi lançado lá fora em 9 de junho de 2017. O disco vem com doze músicas inéditas e traz diversas participações especiais, incluindo o guitarrista Jimmie Vaughan na faixa “Burning Point”. Jimmie é o irmão mais velho do lendário Stevie Ray Vaughan. Pra quem gosta de blues rock e música de qualidade, este álbum do Gov’t Mule é obrigatório, até porque, salvo engano, nenhum dos discos anteriores da banda foi lançado aqui no Brasil.


Traces marca o retorno de Steve Perry, ex-vocalista do Journey, após mais de vinte anos sem gravar nenhum material. Voz do hino “Don’t Stop Believin’”, Perry possui uma legião de fãs em todo o mundo e esse álbum era aguardado com enorme expectativa. Traces foi lançado no início de outubro nos Estados Unidos e chegou ao top 10 da Billboard. A crítica tem elogiado efusivamente o disco, que é apontado por diversos veículos como um dos melhores álbuns de 2018.


The Big Bad Blues é o segundo disco solo de Billy Gibbons, vocalista e guitarrista do ZZ Top. Ele é o sucessor de Perfectamundo, que saiu em 2015. O álbum foi lançado nos Estados Unidos no final de setembro e recebeu elogios da crítica especializada, ganhando 4 estrelas na AllMusic e reviews positivos em diversos sites. O trabalho vem com onze músicas e inclui releituras para composições de Muddy Waters e Bo Diddley.


E fechando o quarteto temos o disco de estreia do Prophets of Rage, supergrupo formado por músicos do Rage Against the Machine, Audioslave, Public Enemy e Cypress Hill. Auto-intitulado, o disco saiu lá fora em setembro do ano passado e chegou ao 16º lugar na Billboard e ao 6º posto na Inglaterra.

Nossos parabéns a Hellion pelo lançamento destes títulos aqui no Brasil, e desejamos que Moisés, Ângela e toda a equipe do selo sigam trazendo mais discos desse nível para o mercado nacional. 

Os álbuns estarão disponíveis para venda nas próximas semanas.



SESI-SP Editora lança dois títulos de Jean-Jacques Sempé

quarta-feira, outubro 31, 2018

A SESI-SP Editora segue trazendo títulos diferenciados para o mercado brasileiro, e entre os seus novos lançamentos estão duas obras do ilustrador francês Jean-Jacques Sempé: Marcelino Pedregulho e Senhor Lambert.

Marcelino Pedregulho, publicada originalmente em 1969, é a história do menino que, sem motivo algum, está sempre enrubescido e encontra conforto quando conhece outro rapaz com algo tão estranho quanto ele mesmo. Já em Senhor Lambert, que saiu originalmente em 1965, uma confusão com um ingrediente errado e um sumiço tornam a rotina do antes tranquilo Bistrô Chez Picard muito mais agitada do que antes.

De traço fino e simplificado, as ilustrações de Jean-Jacques Sempé trazem uma atmosfera aerada, leve, quase de sonho. A simplicidade marcante de seu traço já foi até mesmo capa da revista The New Yorker.

Marcelino Pedregulho e Senhor Lambert já estão disponíveis para compra aqui e aqui.



Clássico dos Racionais MC’s, Sobrevivendo no Inferno é transformado em livro

quarta-feira, outubro 31, 2018

Segundo disco do Racionais MC’s, Sobrevivendo no Inferno foi lançado em 20 de dezembro de 1997 e é o álbum mais emblemático do grupo paulista. Estão no trabalho faixas como “Diário de um Detento” e “Fórmula Mágica da Paz”, ambas com o forte, contundente e afiado discurso social de Mano Brown e companhia.

Mais de duas décadas depois, o disco está sendo lançado em livro pela Companhia das Letras. A obra traz as letras do álbum, um texto de apresentação e fotos clássicas e inéditas do quarteto.

Um dos discos mais importantes da música brasileira, Sobrevivendo no Inferno alcançou a 14ª posição na lista de Melhores Álbuns da Música Brasileira publicada pela Rolling Stone. O disco também foi classificado como poesia e incluído na lista de obras obrigatórias para a vestibular da Unicamp de 2020, sendo colocado na mesma categoria de autores como Luís de Camões.

Você pode comprar o livro Sobrevivendo no Inferno com desconto no link abaixo:

30 de out de 2018

Review: Triumph - Just a Game (1979)

terça-feira, outubro 30, 2018

Terceiro álbum do Triumph, Just a Game é mais um dos discos da banda canadense relançados no Brasil pela Hellion Records. Vamos, então, falar um pouco a seu respeito.

Just a Game sucedeu a estreia auto-intitulada (que saiu em 1976) e Rock & Roll Machine (1977), e antecedeu aquela que é considerada a melhor fase do grupo, com a trinca Progressions of Power (1980), Allied Forces (1981) e Never Surrender (1982). Musicalmente, o que ouvimos é o trio formado por Rik Emmett (guitarra e vocal), Michael Levine (baixo e teclado) e Gil Moore (bateria e vocal) ainda em busca de seu próprio som, que seria apresentado ao mundo de maneira efetiva a partir de 1980. O que quero dizer com isso é que em Just a Game ainda podemos ouvir uma banda que deixa claras as suas influências e, muitas vezes, acaba bastante presa a elas. Isso fica muito claro em “Lay It on the Line”, por exemplo, que pode ser facilmente confundida com uma canção desconhecida do Rush.

Emmett e Moore alteram-se nos vocais principais das canções. E aqui há de se mencionar que as músicas com Gil Moore geralmente variam entre um rock and roll mais cru e pesado ou pelas terras do blues, como “Young Enough to Cry”, uma das melhores do disco. Já Emmett, que para mim possui a voz mais associada ao Triumph (talvez por ser a dominante em grande parte dos hits do grupo), é o protagonista das composições que apresentam as estruturas mais elaboradas e soam mais ambiciosas, com o trio equilibrando elementos de rock progressivo com a melodia onipresente em seu universo musical. É daí que vem ótimas faixas como a que batiza o disco, majestosa e grandiosa e, sem dúvida, um dos grandes momentos da carreira do Triumph. 

A parte final de Just a Game ainda reserva a bonita “Hold On”, com seu arranjo crescente e que traz Emmett brilhando, e a inusitada “Suitcase Blues”, que na verdade é a banda brincando com um jazz descontraído e muito legal.

Just a Game foi o início do processo que levou o Triumph a gravar clássicos como Allied Forces. Suas oito músicas revelam uma banda que já mostrava os ingredientes que iriam aflorar nos anos seguintes, levando o trio canadense a ser um dos mais bem sucedidos nomes do hard rock da primeira metade dos anos 1980.

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Biografias musicais com ótimos preços na Amazon

terça-feira, outubro 30, 2018

A Amazon está com diversos livros sobre música com preços bem atrativos. Pra faciliar a sua vida, selecionamos os que estão com ofertas imperdíveis pra turbinar a sua biblioteca.


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Discoteca Básica Bizz #124: Stevie Wonder - Songs in the Key of Life (1976)

terça-feira, outubro 30, 2018

Corria o ano de 1976 e não havia um único branco, negro, amarelo, azul ou vermelho que fosse que não estivesse tentado descobrir como seria o novo álbum de Stevie Wonder. Razões para tal não faltavam. Stevie vinha de um disco de sucesso - Fulfillingness' First Finale (1974) - e, como havia se transformado num superstar, assinou um contrato milionário com sua gravadora, a Motown.

A mordida do cantor foi forte: 13 milhões de dólares por sete discos, 20% de royalties nas vendas obtidas, além do direito de escolher as músicas do álbum que deveriam virar single. Enquanto a Motown quebrava a cabeça questionando se o investimento teria valido a pena, ele passeava com uma camiseta em que estava escrito: "Estou quase terminando o disco". E que disco.

Quando chegou às lojas, Songs in the Key of Life, um álbum duplo acompanhado por um mini-LP de brinde, foi direto para o primeiro lugar das paradas, merecidamente. O LP era a lapidação de todos os trabalhos já feitos por Wonder, alternando canções de amor com temas políticos e sociais. O cantor se viu à vontade para pesquisar novos timbres em seus sintetizadores, incrementou a mistura de soul music com jazz e rock, além de construir melodias barrocas.


Songs in the Key of Life abre com "Love's in Need of Love Today", um tema tipicamente wonderiano: a necessidade de se amar num período turbulento. "Have a Talk With God" afirmava que Deus era o "único psiquiatra que trabalhava de graça". Wonder volta a batucar nos temas sociais em "Village Ghetto Land". Construída sob uma base orquestrada, ela fala dos problemas da pobreza e da degradação social. O cantor retoma a alegria em "Sir Duke", homenagem ao jazzman Duke Ellington, e "I Wish", em que recorda os tempos "em que era um rapaz desencanado". As músicas foram parar no primeiro lugar na parada da singles da revista Billboard.

Em "Isn´t She Lovely", Wonder comemorava o nascimento de sua filha, Aisha. A música traz um dos mais belos solos de gaita do cantor. Em "Ngiculela - Es Una Historia - I Am Singing" ele ataca numa versão trilíngue: interpreta a letra da música em zulu, espanhol e inglês. "Another Star" tem como convidado especial o guitarrista George Benson.

Brilhante, ousado e em algumas vezes cansativo - mesmo as obras-primas tem seu momento de chatice -, Songs in the Key of Life permanece intacto quase vinte anos após o seu lançamento. Basta dizer que as músicas deste álbum constituíram-se no maior filé dos recentes shows de Stevie Wonder no Brasil.

Texto escrito por Sergio Martins e publicado na Bizz #124, de novembro de 1995



Panini publica três séries inéditas da Vertigo

terça-feira, outubro 30, 2018

A Panini anunciou o lançamento de três séries da Vertigo, todas inéditas no Brasil. Vamos a elas.

As Crianças do Crepúsculo traz uma história onde ninguém sabe o que são as misteriosas esferas brilhantes, nem de onde elas vêm. A única coisa que importa para os moradores da cidade praiana onde elas surgem é o que elas causam quando aparecem.

Elas cegam crianças e lhes dão poderes psíquicos. Destroem casas e fazem famílias desaparecer. Atraem cientistas, especialistas do governo e agentes secretos, cada um com seus próprios interesses. E inflamam emoções –paixões secretas, ressentimentos latentes – ao máximo.

E agora elas trouxeram Ella. Materializada na praia como um dos misteriosos orbes, essa bela mulher não fala, mas parece ser portadora de um grande poder. Ela chegou para salvar ou destruir a cidade? Ou será que, na verdade, é ela quem corre perigo?

As lendas dos quadrinhos Gilbert Hernandez (Love and Rockets), Darwyn Cooke (DC: A Nova Fronteira) e Dave Stewart (Sandman: Prelúdio) colaboraram nessa história assombrosa de realismo mágico. Esta edição traz também esboços de Hernandez em 148 páginas.


Frostbite conta uma história que se passa na vastidão ártica dos Estados Unidos pós-apocalipse, onde a morte chega de várias formas – mas nenhuma é pior do que a terrível peste que congela a vítima de dentro para fora. De forma lenta e inexorável, o vírus da geladura infecta os remanescentes da humanidade. Não existe vacina, imunidade ou cura.

Até agora.

Na Cidade do México, o médico Henry Bonham e a filha Victoria encontraram a chave para acabar com a doença. Mas, para transformarem a possível cura em realidade, eles devem viajar mais de três mil quilômetros até uma instalação secreta do governo na famosa ilha de Alcatraz.

É aí que entra Keaton, capitã do caminhão de carga Quebra-Gelo, e a tripulação mercenária do veículo. Eles passaram anos aprendendo a sobreviver no gelo, mas nunca estiveram em uma missão com tanto em jogo – ou contra inimigos tão determinados.

Esses improváveis salvadores conseguirão cruzar a vastidão congelada, derrotar as forças que se opõem a eles e trazer o calor de volta ao mundo? Ou o vírus seguirá a consumir toda a vida em sua gélida infecção?

Descubra a resposta em Frostbite – Morte Gélida, uma saga de ficção científica de sobrevivência abaixo de zero criada pelo escritor Joshua Williamson (Liga da Justiça vs. Esquadrão Suicida) e pelo artista Jason Shawn Alexander (Batman: Arkham City).


Os Nomes parte da vida de Katya Walker, que é perfeita. Ela é jovem, inteligente, linda e casada com um homem incrivelmente rico por quem é apaixonada. Quando o marido cai em um mergulho da janela com vista do luxuoso escritório onde trabalha, as aparências do mundo em que vive são destruídas, e o que se esconde por trás é nojento.

Ela sabe que o marido não se matou, mas isso é uma das poucas coisas que ela realmente sabe sobre ele – uma dura realidade com a qual ela é confrontada pela mensagem póstuma de Kevin, que revela a participação dele em uma vasta conspiração capitalista criminosa dedicada a manipular mercados e lucrar com a miséria resultante. Conhecidos como Os Nomes, a organização mantém as garras nas engrenagens do poder por meio de executores como o Cirurgião, um psicopata que está no encalço dela e do filho adotivo, Philip, um gênio matemático no auge da adolescência.

Mas Os Nomes têm um problema maior do que o trabalho de detetive amador de Katya e Philip. Os algoritmos avançados que usam para manipular o sistema financeiro ganharam uma aterrorizante vida própria e os chamados “Dark Loops” tornam-se mais poderosos e instáveis a cada hora. Deixados à solta, eles ameaçam destruir a civilização – isso na melhor das hipóteses. Por sorte, a chave para detê-los encontra-se na mente única de Philip. Infelizmente, Os Nomes não são os únicos que sabem disso…

O lendário Peter Milligan (Skreemer, Hellblazer), junta-se a Leandro Fernandez (Vikings) e à brasileira Cris Peter (Casanova, Astronauta: Magnetar) para uma jornada ao lado negro e selvagem de Wall Street.

As três HQs são volumes únicos, com a história se concluindo nessas edições, e já estão disponíveis em bancas e livrarias de todo o Brasil.

29 de out de 2018

Astronauta: Entropia, de Danilo Beyruth, é a nova Graphic MSP

segunda-feira, outubro 29, 2018

O próximo volume da Graphic MSP já está definido e será lançado em dezembro. Trata-se de Entropia, quarto volume da série de histórias escritas e desenhadas por Danilo Beyruth e que trazem o Astronauta como personagem principal. Anteriormente, Beyruth publicou as graphic novels Magnetar, Singularidade e Assimetria apresentando a sua visão do personagem criado por Mauricio de Sousa.

Astronauta: Entropia será o vigésimo-primeiro volume da coleção Graphic MSP, onde artistas atuais fazem reinterpretações para os personagens criados por Mauricio. Ela será a quarta graphic novel lançada pela MSP em 2018. Antes, a editora colocou no mercado Jeremias: Pele de Rafael Calça e Jefferson Costa, Horácio: Mãe de Fabio Coala e Cebolinha: Recuperação de Gustavo Borges.

A edição será lançada para venda na CCXP, que acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro em São Paulo, e logo depois estará disponível em todo o Brasil em edições em capa dura e capa cartão.

Review: Triumph - Never Surrender (1983)

segunda-feira, outubro 29, 2018

Em um trabalho digno de nota, a Hellion Records está relançando no Brasil a discografia remasterizada do trio canadense Triumph, uma das bandas mais subestimadas e cultuadas do hard & heavy oitentista. Após o clássico Allied Forces (1981) - leia o review aqui -, chegou a vez do seu sucessor retornar ao mercado brasileiro.

Never Surrender, sexto disco do grupo formado pelo vocalista e guitarrista Rik Emmett, pelo baixista e tecladista Michael Levine e pelo baterista e vocalista Gil Moore, saiu originalmente em 1982 no Canadá e no final de janeiro de 1983 no restante do mundo. O álbum veio com dez faixas que apresentam o hard rock típico do trio, com toques de rock progressivo e o refinamento instrumental característico.

O problema é que, impulsionado pela ótima performance comercial dos trabalhos anteriores, que renderem quatro discos de platina em sequência para o grupo, o Triumph entrou em uma ciranda insana de shows e, ao parar para gravar Never Surrender, precisava muito mais de descanso do que de entrar em estúdio. O resultado é que, apesar de ser um bom disco, Never Surrender acabou ficando abaixo dos trabalhos anteriores. Há inegáveis semelhanças com Allied Forces, como a óbvia similaridade entre a música título e “Fight the Good Fight”. As duas são ótimas músicas, mas “Never Surrender” é certamente irmã do estilo e da abordagem apresentadas na canção presente em Allied Forces.

Independente desses aspectos, o que me chama a atenção nestes álbuns do Triumph é o quanto eles envelheceram bem e não soam datados. Confesso que não acompanhei a banda quando ela estava gravando os LPs que a tornaram cultuada em todo o planeta, e talvez esse distanciamento afetivo faça com que eu assimile a música do Triumph sem recordações e doses de nostalgia que poderiam interferir no veredito. E, livre dessas amarras, o que chega aos meus ouvidos é hard rock cheio de classe e com ótimas melodias da banda, que ora aproxima-se do heavy metal e em outros momentos soa como um AOR de alto quilate.

Mesmo não sendo um disco obrigatório e com a aura de clássico que Allied Forces inegavelmente possui, Never Surrender é um bom álbum e que proporciona uma audição bastante agradável. Ou seja: exatamente o que queremos ao ouvir um CD, não é mesmo?


Discoteca Básica Bizz #123: The Beach Boys - Pet Sounds (1966)

segunda-feira, outubro 29, 2018

Era o começo dos anos 1960 e os Estados Unidos viviam o seu apogeu. A Califórnia era o estado mais rico da nação, um dos melhores lugares do mundo para se viver, e os Beach Boys eram os reis da surf music.

Apesar de mal saberem nadar - só o baterista Dennis Wilson era surfista -, nunca uma banda foi tão associada a um estilo musical como os Beach Boys. A despeito de nunca ter pisado numa prancha de surf, ninguém escrevia temas ensolarados sobre o mar da costa oeste, garotas e dragsters velozes melhor do que Brian Wilson. Além dele e Dennis, compunham a formação original o irmão caçula dos Wilson, Carl (guitarra), o primo Mike Love (vocais) e o amigo Al Jardine (guitarra). Vendendo milhares de cópias e combatendo a invasão britânica nas paradas americanas, eles viraram até orgulho nacional.

Mas isso durou até 1965. No ano seguinte a ingenuidade da era dourada do rock and roll havia acabado. A Guerra do Vietnã era iminente, a liberação sexual tornava-se realidade e o psicodelismo despertava. Quando Brian Wilson resolveu parar de falar do sol da Califórnia e começou a dissertar sobre angústias existenciais, os fãs e a crítica estranharam, mas a história do rock mudou para sempre. Rompendo com o rock fácil dos primórdios e fortemente influenciado pelo álbum Rubber Soul (1965), dos Beatles, o multi-instrumentista Brian criou um dos mais importantes discos de todos os tempos, Pet Sounds. O trabalho influenciou diretamente outra obra-prima: Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967).


Ambicioso e perfeccionista, o mentor dos Beach Boys queria fazer arte e não apenas pop songs, almejando produzir o melhor álbum já feito, buscando inspiração no coração, na alma e até em Deus - já que, para ele, a música era a voz divina. Mesmo com os parcos recursos da época, o resultado foi uma obra requintada e barroca, com intrincadas harmonias vocais, arranjos complexos e sutis e escalas inusitadas. As gravações do disco incluíram efeitos inventivos com vozes, sons de animais, buzinas, trens e também percussão exótica - no caso, garrafas vazias de Coca-Cola e latas de sorvete.

Além disso, Pet Sounds marcou pelo uso pioneiro do sintetizador em "I Just Wasn't Made For These Times". As transformações prosseguiam: as letras - com a colaboração do compositor Tony Asher - falavam sobre amor e esperança (em "Wouldn't It Be Nice"), misticismo ("God Only Knows", canção preferida de Paul McCartney) e a perda da inocência ("Caroline No"). Pet Sounds é um trabalho precursor e conceitual, mas acessível. Alternando dor e alegria, mescla melodias pop e emocionais com faixas orquestrais e - por que não dizer? - progressivas.

Atingido a ápice criativo, os Beach Boys ainda ameaçaram fazer mais um álbum capital - o abortado Smile, que nunca foi terminado devido a problemas pessoais de Wilson (Smile acabou sendo lançado em 2011). Daí para frente, o envolvimento com drogas ocasionou a decadência do grupo, mas a lenda dos garotos da praia já estava firmada, que o digam Ramones, Jesus and Mary Chain, Pixies, etc.

Texto escrito por Sérgio Barbo e publicado na Bizz #123, de outubro de 1995

Excelentes ofertas de quadrinhos para começar a semana

segunda-feira, outubro 29, 2018

A Amazon está com diversas ofertas especiais em quadrinhos nesta segunda-feira. São muitas ofertas relâmpago em títulos que incluem clássicos com A Liga Extraordinária e 300 de Esparta, títulos celebrados como O Escultor e Tekkon Kinkreet e jóias recentes como Projeto Manhattan e Blue Note

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