Os 25 melhores discos de 2020 na opinião da Collectors Room


2020 foi um ano intenso e complicado. Um ano histórico, e não por bons motivos. A pandemia afetou e segue afetando todos os níveis e aspectos da sociedade, com reflexos em todos os setores da economia global.

Com a cultura, e mais especificamente com a música, não foi diferente. Em uma realidade onde a mídia física já não rende receitas para as bandas e os serviços de streaming pagam valores muito pequenos para os artistas, a principal fonte de receita foi transferida para os shows. No entanto, você bem sabe que os concertos ao vivo estão pausados, e isso se reflete nos artistas, principalmente nos médios e pequenos.

No entanto, a produção de novos álbuns seguiu firme durante o ano. Diversos ótimos discos foram lançados em 2020, como sempre acontece todos os anos e só não é percebido por quem segue acreditando na bobagem de que a música boa só foi produzida no passado.

Para começar essa lista, vamos relembrar quais foram os melhores discos na opinião da Collectors Room entre 2010 e 2019, para você descobrir novos sons que por ventura tenham passado batido pelos seus ouvidos:

2010 – Rotting Christ – Aealo

2011 – Machine Head – Unto the Locust

2012 – Baroness – Yellow & Green

2013 – Daft Punk – Random Access Memories

2014 – Criolo – Convoque seu Buda

2015 – Steven Wilson – Hand Cannot Erase

2016 – Ina Forsman – Ina Forsman

2017 – Me and That Man – Songs of Love and Death

2018 – Kamasi Washington – Heaven and Earth

2019 – Rival Sons – Feral Roots

Abaixo você conhece quais foram os melhores álbuns de 2020 na opinião da Collectors Room e, como sempre, ganha de presente uma playlist com uma música de cada um dos discos escolhidos. Obrigado por acompanhar a CR, espero que você fique curioso para conhecer e curta alguns desses discos e, como sempre, coloque a sua lista com os dez melhores álbuns de 2020 nos comentários. 

A música foi mais importante do que nunca durante todo o ano, e a sua companhia foi fundamental mais uma vez ;-)

25 The The Allman Betts Band – Bless Your Heart

O legado da The Allman Brothers Band é levado adiante pela The Allman Betts Band, liderada pelos filhos de Gregg Allman e Dickey Betts. Bless Your Heart é o segundo disco do grupo e mantém o mesmo alto nível apresentado na estreia de 2019. Devon Allman e Duane Betts dividem o protagonismo em canções que passeiam pelo mesmo universo musical trilhado pela banda de seus pais, unindo rock, blues, soul, country e jazz em uma sonoridade repleta de jams. Destaque para “Pale Horse Rider”, “Ashes of My Lovers” e para a sensacional “Savannah’s Dream”.

24 The Outlaws – Dixie Highway

O The Outlaws é uma das maiores lendas do southern rock, e provou isso em seu primeiro disco com canções inéditas em quase dez anos. A banda que deu ao mundo a imortal “Green Grass & High Tides”, uma das mais mitológicas performances de guitarra já gravadas e um dos grandes hinos do rock sulista, retoma a majestade com um álbum cheio de canções marcantes como “Southern Rock Will Never Die”, “Dixie Highway” e “Over Night from Athens”.


23 Testament – Titans of Creation

Na cena thrash norte-americana, o Testament merece muito mais crédito do que realmente possui. Fiel ao estilo da Bay Area dos anos 1980 mas não preso a ele, a banda segue executando música pesada de muita qualidade e agressividade, cada vez mais técnica e cativante. Thrash metal moderno, atual e sem abrir mão de suas raízes. Basta olhar para os nomes mais conhecidos do estilo nos EUA para ver como isso é um feito difícil de alcançar. Destaque para “Children of the Next Level”, “Night of the Witch” e “The Healers”.


22 Sons of Apollo – MMXX

O supergrupo liderado por Mike Portnoy conseguiu dar um passo à frente em relação à sua já excelente estreia e entregou um disco ainda mais consistente. Com ecos do subestimado Falling Into Infinity (1997), provavelmente o álbum mais injustiçado do Dream Theater, o Sons of Apollo mostra que tem tudo para ser muito mais do que apenas um projeto e se tornar uma das principais referência do prog metal nos próximos anos. Destaque para as ótimas “Goodbye Divinity”, “Asphyxiation” e “New World Today”.


21 Cherie Currie – Bvlds of Splendor

Apenas um disco de rock and roll: é isso que Cherie Currie, a eterna vocalista das lendárias The Runaways, deu ao mundo com seu novo álbum solo. Com a participação de nomes do porte de Slash, Duff McKagan e Billy Corgan, Bvlds of Splendor é rock no mais puro sentido da palavra, da primeira à última faixa. Pra ouvir no volume máximo e curtindo verdadeiras pérolas como “Mr. X”, “Roxy Roller” e a excelente faixa que batiza o disco.


20 Brothers Osborne – Skeletons

O terceiro álbum dessa dupla de irmãos é um presente para os ouvidos de quem curte a união bem feita entre o rock e o country. Nos melhores momentos, como “All Night”, não é difícil confundir o som da dupla com uma espécie de Lynyrd Skynyrd contemporâneo. Mais rock que o trabalho anterior, o ótimo Port Saint Joe, Skeletons foi feito pra ouvir na estrada, o cenário perfeito para canções como “All the Good Ones Are”, “Back on the Bottle” e “Dead Man’s Curve”.


19 Dua Lipa – Future Nostalgia

Em seu segundo álbum, a inglesa Dua Lipa alcançou o merecido reconhecimento global de seu talento. Do hit planetário “Don’t Start Now” à visita aos anos 1980 de “Physical”, a cantora gravou um dos melhores discos pop dos últimos anos, com arranjos muito bem feitos, instrumentação orgânica, vocais e interpretações impecáveis, tudo embalado em uma produção que fugiu dos excessos. Para ouvir sem preconceitos e perceber que não só de rock e heavy metal é feita a vida, como mostram as ótimas “Hallucinate” e “Break My Heart”.


18 Oceans of Slumber – Oceans of Slumber

O Oceans of Slumber pensa a sua música de forma diferente. A banda texana constrói paisagens sonoras climáticas amparadas no peso, no extremo bom gosto instrumental e nos vocais sensacionais de Cammie Gilbert. Densa e bela, a música do sexteto é profunda, melancólica e extremamente bonita, repleta de um sentimento raramente ouvido no metal. “The Soundtrack to My Last Day” talvez seja uma das canções que melhor retrataram o sentimento de medo, confusão e incerteza que vivemos em 2020. E o restante do tracklist segue com faixas tão espetaculares quanto.


17 Hällas – Conundrum

Esse disco me cativou na primeira audição. Faça esse exercício: e se o Yes tivesse surgido no final dos anos 1970 e fosse uma banda da New Wave of British Heavy Metal e não um dos gigantes do rock progressivo, como o grupo soaria? A resposta mais próxima esta no Hällas. Derramando baldes de melodia sobre o ouvinte e uma profusão de composições profundamente cativantes, o quinteto sueco mostra em seu segundo álbum uma combinação de talento, originalidade e potencial que aponta para um futuro promissor. Ouça “Strider”, “Carry On” e “Fading Hero” e entenda o motivo.


16 Miley Cyrus – Plastic Hearts

Em seu álbum mais maduro, Miley Cyrus encontra a sua personalidade artística ao turbinar o seu pop com doses generosas de rock. As participações especiais de nomes como Dua Lipa, Billy Idol, Joan Jett e Stevie Nicks agregam e puxam o disco para cima ao mesmo tempo em que atestam a importância que Miley alcançou no cenário da música. Dona de um timbre singular, a ex-estrela da Disney brilha em canções fortíssimas como “WTF Do I Know”, “Plastic Hearts” e “Midnight Sky”.


15 AC/DC – Power Up

O AC/DC retornou de surpresa, reuniu a sua formação clássica e prestou mais um tributo ao falecido Malcolm Young. A diferença é que Power Up é um disco muito melhor que Rock or Bust (2014), com canções muito mais fortes e que dão forma às ideias que Malcolm deixou gravadas em seu baú. A volta após os agitados e confusos anos recentes, quando apenas Angus Young restou na formação, veio em grande estilo com Brian Johnson brilhando intensamente em canções que já nasceram clássicas como “Realize”, “Shot in the Dark” e “Demon Fire”.


14 Lucifer – Lucifer III

O Lucifer já havia mostrado em seus dois discos anteriores que merecia a atenção dos fãs de boa música. Em seu terceiro disco, a banda sueca liderada pelo casal Johanna Sadonis e Nicke Andersson (The Hellacopters e Imperial State Electric) soa mais redonda do que nunca, transitando com absoluta naturalidade entre o occult rock e a onipresente influência de Black Sabbath. III está cheio de músicas que já entraram para a história da banda como “Ghosts”, “Midnight Phantom” e “Pacific Blues”. Se você ainda não ouviu, vá já atrás e conheça uma das melhores bandas surgidas nos últimos anos.


13 Deep Purple – Whoosh!

O público de rock parece ter um problema com bandas que chegam à velhice, como é o caso do Deep Purple. Há uma incapacidade por parte dos fãs em reconhecer a qualidade dos trabalhos atuais e até mesmo de conhecer o que os caras estão fazendo atualmente, preferindo ficar no eterno loop dos mesmos clássicos de sempre. Em seu vigésimo-primeiro disco, o Purple mostra a magnitude de sua majestade e porque é uma das maiores bandas da história. Inspirado, o quinteto segue a linha de seus registros recentes e outra vez entrega um álbum de extrema qualidade, com ótimas canções e performances seguras. Exagero? Ouça então “Throw My Bones”, “Nothing At All” e “The Long Way Round”.


12 Lamb of God – Lamb of God

Já há alguns anos o Lamb of God é uma das mais populares e criativas bandas da cena contemporânea do metal. Com um público gigantesco e extremamente fiel, o quinteto norte-americano desenvolveu uma sonoridade inegavelmente original e que segue rendendo excelentes discos. Batizado apenas com o nome do grupo, o último álbum do quinteto é um soco no estômago e traz canções exuberantes como “Memento Mori”, “Checkmate” e “New Colossal Hate”.


11 Caligula’a Horse – Rise Radiant

Se você é fã de metal progressivo irá se deliciar com Rise Radiant, quinto álbum da banda australiana Caligula’s Horse. Instrumental primoroso, técnica na medida certa, vocais de cair o queixo e arranjos complexos porém agradáveis e que não assustam quem não está habituado com o estilo, fazem desse disco o grande disco de prog metal de 2020. Ainda que álbum careça de uma certa coesão como obra, a presença de canções fortíssimas como “The Tempest”, “Valkyrie” e a espetacular “The Ascent” engolem totalmente qualquer possível ponto fraco.


10 Paradise Lost – Obsidian

Os ingleses do Paradise Lost vem com uma sequência de discos estupendos nos últimos anos, e Obsidian não foge à regra. Mostrando uma maturidade musical que beira a perfeição, a banda apresenta em seu novo disco um dos mais belos trabalhos de composição de sua carreira. Nick Holmes está cantando como nunca, alternando momentos com a voz limpa e outros onde o gutural toma à frente, enquanto a parte instrumental bebe sem medo no universo do Black Sabbath e nas influências góticas que sempre estiveram presentes na sonoridade da banda. O resultado é um disco pesado, sombrio e dono de uma beleza arrebatadora. Ouça “Darker Thoughts”, “Fall From Grace” e “Forsaken”.


9 Me and That Man – New Man, New Songs, Same Shit, Vol. 1

Nergal já mostrou toda a sua genialidade no Behemoth, mas o músico polonês decidiu explorar outros caminhos com o Me and That Man. Após um excepcional disco de estreia, perdeu o parceiro John Porter mas o substituiu por diversos convidados especiais. Assim, o “country gótico” do Me and That Man ficou ainda mais rico, como é possível perceber em canções como “Coming Home”, “Burning Witches” e na arrepiante “Surrender”. Belíssimo disco mais uma vez!


8 Trivium – What the Dead Men Say

Há anos o Trivium vem gravando discos excelentes, e What the Dead Men Say é um dos pontos altos dessa ótima sequência. Caminhando sempre para frente, a banda liderada pelo vocalista e guitarrista Matt Heafy equilibra peso, agressividade e melodia em doses perfeitas, com canções que agradam desde os fãs de um som com elementos mais extremos até aqueles que preferem canções mais acessíveis. Pontos altíssimos como a música que batiza o álbum, “Catastrophist” e “The Defiant” farão a alegria de metalheads de todas as gerações.


7 Philip Sayce – Spirit Rising

O canadense Philip Sayce possui uma longa carreira, porém seu nome ficou restrito aos fãs de blues. Spirit Rising é um disco com força suficiente para romper essa barreira e levar a música de Sayce para um público ainda maior. Tendo como principais referências os imortais Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan, o vocalista e guitarrista de origem galesa brinda os ouvintes com pérolas como “Fits Me Good”, “She’s the Music” e a belíssima “Once”.


6 Blues Pills – Holy Moly!

O Blues Pills vem em uma ascendente desde o seu disco de estreia, e a evolução da banda fica evidente em seu terceiro álbum. Dando passos decisivos para fora da sonoridade setentista dos dois primeiros trabalhos, a banda faz um rock repleto de swing e feeling, onde o destaque principal é a voz marcante da vocalista Elin Larsson. O resultado é o disco mais bem acabado da banda sueca, como mostram músicas como “Proud Woman”, "Low Road" e “California”.


5 Larking Poe – Self Made Man

Vindas de Nashville, as irmãs Rebecca e Megan Lovell gravaram um dos principais discos de blues rock de 2020. Curto e direto, o álbum é uma sucessão de excelentes faixas que mais parece uma coletânea repleta de singles. Influenciado tanto por gigantes como Led Zeppelin e Heart quanto por referências atuais como The Black Keys, o Larking Poe é uma das melhores surpresas do ano. Destaque para “She’s a Self Made Man”, “Holy Ghost Fire” e “Black Down South”, essa última com participação de Tyler Bryant.


4 Sepultura – Quadra

Em se tratando de heavy metal, não teve pra ninguém em 2020. Desde a primeira audição lá em janeiro, Quadra já impressionou de maneira definitiva e o tempo apenas consolidou a percepção de que o disco é um dos melhores da carreira do lendário Sepultura. Com a banda totalmente voltada para o metal que a consagrou e deixando para trás experimentações com hardcore e outros estilos que marcaram grande parte dos álbuns da fase Derrick Green, o resultado não poderia ser outro: um som extremamente pesado, inovador, extremo, criativo e fora da caixa, como manda a tradição do Sepultura. “Isolation”, “Ali”, a instrumental “The Pentagram” e o encerramento com “Fear; Pain; Chaos; Suffering”, com participação de Emmily Barreto do Far From Alaska, mostram que o Sepultura ainda tem muito o que dar ao universo do metal. A se lamentar apenas o fato de o álbum ter sido praticamente ignorado pela crítica especializada mundo afora, que parece ainda estar presa ao período em que a banda estourou de forma planetária, em meados da década de 1990. Sinceramente, azar deles!


3 Chris Stapleton – Starting Over

Chris Stapleton é, muito provavelmente, o principal nome do country norte-americano na atualidade. Com apenas quatro discos no currículo e uma folha extensa como compositor de hits para nomes como Adele, Peter Frampton, Sheryl Crow e Ed Sheeran, esse vocalista e guitarrista natural de Kentucky é um fenômeno. Em Starting Over ouvimos interpretações arrepiantes e canções que passeiam pela tríade country/blues/rock, tudo feito com um nível de qualidade embasbacante. “Starting Over”, “Devil Always Made Me Think Twice”, “Arkansas”, “Maggie’s Song” (com uma evidente influência da saudosa The Band) e “Watch You Burn” são exemplos massivos do altíssimo nível do trabalho de Stapleton. E sua voz e interpretação são a cereja do bolo de um disco que beira a perfeição.


2 Joe Bonamassa – Royal Tea

Não satisfeito em gravar uma das discografias mais sólidas e prolíficas da música atual, Joe Bonamassa decidiu voltar seus olhos para o Velho Mundo e homenagear o blues inglês. E, é claro, fez isso com a classe habitual. Royal Tea é uma obra-prima em todos os sentidos, um disco que mostra de novo e mais uma vez o talento único e gigantesco desse músico norte-americano. A fartura de momentos emocionantes é impressionante e vai de “When One Door Opens” a “Lookout Man!”, passando por “Royal Tea” e o esmerilho de “I Didn’t Think She Would Do It”. Discaço!


1 Fantastic Negrito – Have You Lost Your Mind Yet?

Fantastic Negrito chega ao seu terceiro disco fazendo o que faz de melhor: levando o blues a novos caminhos através da união com outros gêneros da música negra como soul, funk, R&B e rap. E faz isso de maneira sublime! Grooves e melodias fortes dão o tom em músicas que grudam de imediato como “Chocolate Samurai”, “I’m So Happy I Cry”, “How Long?”, “These Are My Friends” e “King Frustation”. E no meio do caminho somos brindados com uma pérola do nível de “Your Sex is Overrated”, que une em um mesmo caldeirão Marvin Gaye, Prince e B.B. King. Sensacional e merecidamente o disco do ano!


Comentários

  1. Pra quem reclamou do Sepultura fora da lista, pronto está bem representado.

    ResponderExcluir
  2. Essa sim é a lista mais aguardada do ano!

    ResponderExcluir
  3. Minha lista dos 25 melhores ficaria assim:

    25 Marilyn Manson - We Are Chaos

    24 Miley Cyrus - Plastic Hearts

    23 Hällas - Conundrum

    22 Velhas Virgens - O Bar Me Chama

    21 Biff Byford - School Of Hard Knocks

    20 The Night Flight Orchestra - Aeromantic

    19 Metallica - S&M 2

    18 Green Day - Father Of All Mutherfuckers

    17 Ozzy Osbourne - Ordinary Man

    16 Carcass - Despicable (EP)

    15 Sepultura - Quadra

    14 Norah Jones - Pick Me Up Off The Floor

    13 Stone Temple Pilots - Perdida

    12 Blues Pills - Holy Moly

    11 Phil Campbell - Old Lions Still Roar

    10 Fantastic Negrito - Have You Lost Your Mind Yet?

    9 Bob Dylan - Rough And Rowdy Ways

    8 Napalm Death - Throes Of Joy In The Jaws Of Defeatism

    7 Pearl Jam - Gigaton

    6 Kadavar - The Isolation Tapes

    5 Melody Gardot - Sunset In The Blue

    4 Intronaut - Fluid Existential Inventions

    3 Clutch - The Wheathermaker Vaul Series, Vol. I

    2 Ac/Dc - Power Up

    1- Deep Purple - Whoosh!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa The Night Flight Orchestra - Aeromantic foi uma boa dica hein! To ouvindo aqui direto. Valeu.

      Excluir
  4. Gostaria de parabenizar o seu trabalho na divulgação e resenhas dos bons sons e da boa musica.
    Discos que ouvi e gostei muito em 2020 .
    Top 10 em ordem aleatória:

    BLUES PILLS - Holy Moly

    DEEP PURPLE - Woosh!

    THE ALLMAN BETTS BAND- Bless Your Heart

    MADRE SUN - Ep

    SWEET PHYCHEDELICS - Sweet Phychedelics

    LUCIFER - Lucifer III

    JOE BONAMASSA - Royal Tea

    HOT BREATH - Ep

    PHILIP SAYCE - Spirit Rising

    THE DIRTY STREETS - Rough And Tumble

    Ano difícil sob todos os aspectos mas farto de excelentes lançamentos no cenário musical com registros fonográficos marcantes.
    LONGA VIDA a Collectors e aos bons sons.



    ResponderExcluir
  5. Sem ordem de preferencia esses foram os lançamentos mais interessantes que escutei até agora:
    Khruangbin – Mordechai
    Covet – Technicolor
    Oceans of Slumber – Oceans of Slumber
    Tropical Nighmare – Demos II e III
    Kylie Minogue – Disco
    Liane La Havas – Liane La Havas.
    X – Alphabetland

    ResponderExcluir
  6. Pra mim, o melhor álbum do ano foi o do Bruce Springsteen.

    ResponderExcluir
  7. Rapaz, esqueceram dois álbuns fantasticamente cabulosos de 2020:
    1- All Them Witches (Nothing as the Ideal)
    2 - Lowrider (Refractions)

    ResponderExcluir
  8. Minha lista, sem ordem de preferência:

    Paradise Lost – Obsidian
    Testament – Titans of Creation
    Annihilator – Sadistic Ballistic
    My Dying Bride – The Ghost of Orion
    Vader – Solitude In Madness
    Anaal Nathrakh – Endarkenment
    Sons of Apollo – MMXX

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Você pode, e deve, manifestar a sua opinião nos comentários. O debate com os leitores, a troca de ideias entre quem escreve e lê, é que torna o nosso trabalho gratificante e recompensador. Porém, assim como respeitamos opiniões diferentes, é vital que você respeite os pensamentos diferentes dos seus.