07/10/2011
10 shows completos do Rock in Rio 2011 pra você
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Assista "Late Night in '85", o novo clipe do Almah
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Mastodon na Rock Hard italiana
Mastodon
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Ricardo Seelig
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Rock Hard
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Absu na nova Inferno Rock
Absu
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Inferno Rock
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Ricardo Seelig
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Immolation: ouça a inédita "Swallow the Fear"
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Documentário mostra a vida de rockeiros que também são pais
Documentários
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Punk
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Ricardo Seelig
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Foo Fighters e o vinil de covers 'Medium Rare'
sexta-feira, outubro 07, 2011
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The Devil's Blood: ouça trecho da inédita "She"
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Black metal: novo livro de fotografias com ícones do gênero
sexta-feira, outubro 07, 2011
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Chega
às lojas no próximo dia 16/10 o livro Chants of Evil: The
Visions of the Breathing Darkness. Com 96 páginas, a obra conta
com imagens de ícones do black metal produzidas do fotógrafo
holandês Chérie.
Todas
as fotos foram tiradas em shows no período de 2008 a 2011, incluindo
festivais como Wacken e Metalfest, e abrangem mais de 60 bandas de
black metal. Em formato A4 e com capa dura, o livro traz imagens de
nomes como Behemoth, Enslaved, Gorgoroth, Immortal, Marduk, Mayhem,
Rotting Christ, Triptykon, Venom e Watain, e é um interessante
documento sobre o black metal, um estilo que, além da violência
sonora, sempre esteve fortemente ligado ao impacto visual, seja
através do corpse paint ou do aparato cênico das bandas.
Veja
uma prévia em PDF e acesse o site oficial.
06/10/2011
Lynyrd Skynyrd ensinando como usar três guitarras no rock
quinta-feira, outubro 06, 2011
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SuperHeavy: crítica do álbum 'SuperHeavy' (2011)
quinta-feira, outubro 06, 2011
4 comentários
Por Adriano Mello Costa
Nota:
4
Quantos
dos chamados supergrupos já foram montados na história? Desde a
segunda metade dos anos 60, músicos e artistas se unem em projetos
diferentes daqueles em que são conhecidos. Caso houvesse uma balança
para medir o nível de qualidade, pode-se afirmar com certa
naturalidade que os lados estariam mais ou menos com o mesmo peso. Se
do lado ruim temos coisas como Asia, Neurotic Outsiders, A Perfect
Circle, The Good The Bad & The Queen e Fantomas, do lado bom
aparecem ótimos nomes como Travelling Wilburys, Temple of the Dog,
Racounters, Them Crooked Vultures e Chickenfoot.
E,
em 2011, eis que Mick Jagger resolve aparecer com um projeto para
alterar o equilíbrio dessa balança. Junto com Joss Stone, Dave
Stewart (ex-Eurythmics e atual produtor requisitado), Damian Marley
(um dos trocentos filhos de Bob Marley) e A. R. Rahman (compositor da
trilha sonora de Quem Quer Ser Um Milionário?), o vocalista da
instituição chamada Rolling Stones desembarca com a estreia do
SuperHeavy na praça. Em disco do mesmo nome se unem e confundem pop,
reggae, rock e influências multiculturais. A intenção –
anunciada pelos próprios – é misturar tudo em busca de uma nova
sonoridade.
Ao
ouvir as 12 faixas da versão normal (a versão deluxe traz mais
quatro canções), não dá para afirmar se essa nova sonoridade foi
alcançada. Aliás, se isso chegou a acontecer, foi para o lado ruim.
Na verdade, o álbum é, em sua grande maioria, uma intensa confusão
de ritmos, vocais e pretensões que, ao objetivar colocar em cada
música pelo menos um pouquinho do universo de cada artista, resulta
em trapalhadas. A maior toada se baseia no reggae e quase não
ultrapassa isso. Os momentos em que ela não ocorre são raros, como
na balada “Never Gonna Change”, cantada por Jagger e que, não
obstante, é dos poucos momentos agradáveis.
São
muitas as faixas que não funcionam. Em “Unbelievable”, Jagger
não convence, e em “One Day One Night” consegue ainda piorar,
se arrastando em um vocal constrangedor e ridículo. Em “Energy”
temos uma canção rasgada e urgente que usa diversas fórmulas e não
se dá bem em nenhuma. Em “Satyameva Jayathe”, que tem os vocais
cantados em urdu, tudo parece que vai bem no início, mas novamente a
miscelânea de ideias acaba estragando tudo. Outros momentos
esquecíveis são o rock insosso de “I Can't Take It No More”, a
balada mela cueca “World Keeps Turning” e pop retrô forçado
“Rock Me Gently”.
No
que realmente se salva em SuperHeavy, tem a já citada “Never
Gonna Change”, o reggae moderninho que fala de amor da faixa-título
e o single “Miracle Worker”, com Joss Stone bem no balanço de um
reggae com intervenções de Damian Marley.
No
final, é interessante perceber que em um disco que objetiva atingir novos
sons, os melhores momentos residem, principalmente, nas composições
mais simples. Não que se queira fechar os ouvidos para propostas
inovadoras ou novos temas que sejam criados, o problema não é esse,
e sim que essa proposta resulta em canções (muito) ruins. Um
desastre anunciado, infelizmente.
P.S.:
das quatro canções da versão deluxe, tirando a horrível “Mahiya”,
as outras, mesmo não sendo nada demais, poderia facilmente constar
na versão principal.
Faixas:
- SuperHeavy
- Unbelievable
- Miracle Worker
- Energy
- Satyameva Jayathe
- One Day One Night
- Never Gonna Change
- Beautiful People
- Rock Me Gently
- I Can''t Take It No More
- I Don't Mind
- World Keeps Turning
Bônus
da versão deluxe:
- Mahiya
- Warring People
- Commond Ground
- Hey Captain
R.E.M.: assista trailer da nova coletânea da banda
quinta-feira, outubro 06, 2011
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Acredite: Opeth tocando Bon Jovi
Bon Jovi
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Opeth
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Ricardo Seelig
quinta-feira, outubro 06, 2011
3 comentários
Nazareth: novo box do grupo nas lojas
quinta-feira, outubro 06, 2011
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Acabou
de sair um novo box do Nazareth. Intitulada The Naz Box, a
caixa contém 69 faixas divididas em 4 CDs, e foi lançada pela
gravadora inglesa Salvo Records no último dia 19/09.
The
Naz Box traz nada mais nada menos que 29 faixas nunca lançadas,
entre gravações ao vivo e b-sides. Nove dessas músicas são
gravações de estúdio totalmente inéditas, retiradas diretamente
do arquivo pessoal do guitarrista Manny Charlton.
Todas
as faixas foram remasterizadas, e o box vem com um livro de 64
páginas com textos do respeitado jornalista Joel McIver, além de
dezenas de fotos raras e inéditas.
Sem
dúvida, um box que vale a pena!
Miles Davis: nova coletânea chega às lojas brasileiras
quinta-feira, outubro 06, 2011
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Boa notícia para os fãs do maior gênio da história do jazz. Chega às lojas brasileiras no final de outubro We Want Miles, kit com dois CDs e um DVD que passa a limpo a trajetória de Miles.
Os
discos contém 23 faixas de toda a carreira do músico, tendo como
ponto de partida as colaborações com Charlie Parker em 1945 e indo
até o seu último álbum, Tutu, lançado em 1986. O problema
é que quem, como eu, já possui a compilação The Essential
Miles Davis, de 2001, não terá porque adquirir essa nova
coletânea, já que o tracklist é absolutamente igual.
Já
o DVD traz o documentário The Miles Davis Story, que em pouco
mais de duas horas conta a trajetória do trompetista. O filme, com
legendas em português, foi produzido pelo canal inglês Channel 4 e
contém entrevistas raras de Miles, sua família e outros músicos.
Confira
abaixo o tracklist de We Want Miles:
CD
1
- Now's the Time
- Jeru
- Compulsion
- Tempus Fugit
- Walkin'
- 'Round Midnight
- Bye Bye Blackbird
- New Rhumba
- Generique
- Summertime
- So What
- The Pan Piper
- Someday My Prince Will Come
CD2
- My Funny Valentine
- E.S.P.
- Nefertiti
- Petis Machins (Little Stuff)
- Miles Runs the Voodoo Town
- Little Church
- Black Satin
- Jean Pierre
- Time After Time
- Portia
Lynyrd Skynyrd confirmado no SWU
Lynyrd Skynyrd
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Ricardo Seelig
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SWU
quinta-feira, outubro 06, 2011
6 comentários
Conforme noticiei com exclusividade em 25/08,
o SWU acaba de confirmar que o Lynyrd Skynyrd tocará na edição
2011 do festival. A maior banda da história do southern rock virá
ao Brasil pela primeira vez em sua longa carreira, e para uma única
apresentação, no dia 13 de novembro, mesma data em que tocam
Tedeschi Trucks Band, Chris Cornell, Duran Duran, Peter Gabriel e
Ultraje a Rigor. Ou seja, será histórico!
Além
do Skynyrd, o SWU anunciou também o Hole, banda liderada por
Courtney Love, a viúva de Kurt Cobain.
Queen: Lady Gaga pode ser a nova vocalista da banda
Lady Gaga
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Queen
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Ricardo Seelig
quinta-feira, outubro 06, 2011
12 comentários
Por
essa ninguém esperava: Lady Gaga pode ser a nova vocalista do Queen!
De acordo com a NME, a cantora está em conversações para sair em
turnê com a lendária banda inglesa. O guitarrista Brian May
confirmou o fato, dizendo que “Gaga é muito criativa e é
alguém que eu e Roger Taylor conversamos sobre canto, sobre ser a
'frontwoman' da banda. Além disso, ela não é apenas uma cantora,
já que compõe o seu próprio material”.
Não
há nada confirmado, mas é uma possibilidade. May trabalhou com Lady
Gaga em seu último disco, Born This Way, na faixa “You &
I”, uma das melhores do álbum. É claro que os fãs mais
tradicionais do Queen irão surtar com essa possibilidade, mas
olhando com isenção para a carreira da banda e para a figura de
Freddie Mercury, o nome de Lady Gaga não é tão estranho assim.
Tirando o fato de ela ser uma cantora e não um cantor, o resto está
de acordo com a história de Freedie e do Queen: Gaga é uma ótima
cantora, é performática, teatral e espalhafatosa, como o falecido
Mercury.
Pessoalmente,
eu gostaria de ouvir o que pode sair dessa união. E vocês?
Mastodon: assista a banda ao vivo no David Letterman
quinta-feira, outubro 06, 2011
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05/10/2011
Ryan Adams: crítica do álbum 'Ashes & Fire' (2011)
quarta-feira, outubro 05, 2011
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Nota: 8,5
O
retorno de Ryan Adams com Ashes & Fire é uma espécie de
recomeço. Um dos compositores mais prolíficos de sua geração, o
norte-americano encerrou a sua colaboração com os Cardinals, banda
que o acompanhava desde 2004. Isso, aliado ao fato de Ryan ter casado
com a atriz e cantora Mandy Moore em 2009 e largado a bebida e as
drogas, marcam um novo período em sua carreira.
Ashes
& Fire é um disco predominantemente acústico, com letras
que refletem o momento atual vivido por Adams. As composições são
exercícios de beleza sutis, que acolhem o ouvinte em suas melodias.
Produzido pelo lendário Glyn Johns (Bob Dylan, Beatles, Rolling
Stones, Led Zeppelin e inúmeras outras lendas), o álbum apresenta
canções despidas de arranjos grandiosos, construídas a partir do
violão e da voz de Ryan. Ambos são os elementos principais de todas
as faixas. Essa característica dá ao disco um clima relaxante,
esvaziando a mente do ouvinte.
A
associação com Neil Young acaba sendo inevitável. Há uma relação,
ainda que tênue, com Comes a Time, lançado pelo canadense em
1978. A presença de Norah Jones ao piano e nos backing vocals (nesse
caso, acompanhada por Mandy Moore) em várias faixas reforça a
ternura inerente à obra de Ryan Adams. Há uma ou outra bem-vinda
reminiscência country que, aliada a economia instrumental, mantém o
clima interiorano característico dos discos de Adams.
Excelente
compositor, Ryan Adams aponta para um novo caminho em sua trajetória.
O excesso de ideias que sempre o levou a gravar e lançar discos como
uma necessidade patológica dá lugar a uma criatividade mais
controlada e focada no resultado final. As músicas são muito bem
construídas, exibindo uma maturidade até então inédita em seu
trabalho, que sempre foi marcado pela emoção transbordante. O
resultado é um grande álbum, dono de uma beleza sutil e tocante.
Um
dos melhores discos da carreira de Ryan Adams, sem dúvida.
Faixas:
- Dirty Rain
- Ashes & Fire
- Come Home
- Rocks
- Do I Wait
- Chains of Love
- Invisible Riverside
- Save Me
- Kindness
- Lucky Now
- I Love You But I Don't Know What to Say
As 10 melhores biografias musicais segundo a NME
quarta-feira, outubro 05, 2011
4 comentários
A NME publicou em seu site uma lista com as dez melhores biografias musicais, consideradas pela revista leituras obrigatórias para toda pessoa que gosta de música.
Confira abaixo quais foram as escolhas da NME, em ordem.
Quais você já leu? Quais estão faltando na lista?
Há 49 anos os Beatles lançavam o seu primeiro single
quarta-feira, outubro 05, 2011
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Há um ano falecia Steve Lee, vocalista do Gotthard
quarta-feira, outubro 05, 2011
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Brian Johnson, 64 anos hoje
AC/DC
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Geordie
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Ricardo Seelig
quarta-feira, outubro 05, 2011
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04/10/2011
Assista o documentário 'Heavy Metal Britannia'
Documentários
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Heavy Metal
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NWOBHM
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Ricardo Seelig
terça-feira, outubro 04, 2011
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Guitarrista do Strokes faz cover para clássico do Big Star
Big Star
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Ricardo Seelig
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Strokes
terça-feira, outubro 04, 2011
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Evanescence na Kerrang
Evanescence
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Kerrang
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Ricardo Seelig
terça-feira, outubro 04, 2011
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Fabricando o vinil do novo álbum do Wilco
Ricardo Seelig
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Vinil
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Wilco
terça-feira, outubro 04, 2011
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Review de show: Guns N' Roses – Rock in Rio, 02/10/2011
terça-feira, outubro 04, 2011
9 comentários
Por
Fabiano Negri
Nunca fui daqueles que critica Axl Rose por ter continuado o Guns N' Roses
sem os membros originais. Acredito que com esforço, dedicação e
talento – que obviamente Axl possui – as coisas sempre podem
funcionar. Acredito também que grande parte da crítica
especializada pega demais no pé do cara, e que Chinese Democracy
está longe de ser o desastre musical que todos falam.
Por
isso, eu estava com muita expectativa com relação ao show do Guns
no Rock in Rio. Amparado pela excelente apresentação que assisti em
São Paulo no ano passado, tinha quase certeza que essa seria uma
ótima oportunidade para o novo Guns N' Roses mostrar o seu trabalho
e provar que existe vida após Slash. Pois é, eu estava errado.
Axl
Rose é um caso sem solução. Já começou a causar confusão quando
perdeu seu vôo para o Brasil e teve que ser rastreado e trazido em
um jato particular. Algumas pessoas dizem que ele estava
completamente fora de si quando foi colocado no avião, e que chegou
por aqui sem emendar uma frase na outra. Não posso afirmar nada
disso, mas não duvido que seja verdade.
Após
o show do System of a Down, boatos davam conta de que Axl não queria
subir ao palco e que, inclusive, estaria disposto a pagar uma multa
para que isso não acontecesse. Ao que parece houve até confronto
entre os seguranças pessoais de Axl e os do Rock in Rio. Mais uma
vez, digo: são boatos, mas …
O
Guns N' Roses entrou no palco às 2:40h da manhã de segunda-feira
para tocar para uma plateia exausta, que aguardou debaixo de uma
chuva torrencial a chegada de seu ídolo. Na verdade, pessoas do
mundo todo estavam ligadas pela TV e internet para assistir essa
apresentação. O mínimo que poderíamos esperar era um grande show.
Pouco me importa o fato do cara estar gordo, velho e feio – coisa
que parece importar muito para algumas pessoas -, o que eu quero ver
é disposição e uma boa performance.
Já
na entrada, com “Chinese Democracy”, deu para perceber que a
sintonia entre Axl e a banda não era das melhores. Enquanto o grupo
apresentava um show coeso, Axl seguia ofegante, sem seu drive
habitual e com muita dificuldade para sustentar as notas. É claro
que ouvir ao vivo a trinca “Welcome to the Jungle”, “It's So
Easy” e “Mr Brownstone” levanta qualquer defunto, mas para quem
estava assistindo em casa a realidade era outra. A impressão é que
após os últimos shows da tour do ano passado – em que se
encontrava em ótima forma física, mental e psicológica -, Axl
ficou sem ensaiar e encontrar a banda. Ficou muito evidente o descaso
dele com a situação, o que deixa em xeque até que ponto ele
realmente gostaria de estar ali, fazendo os shows que são agendados.
O
único momento que gerou certa empolgação foi na execução de “Estranged”, música épica de Use Your Illusion II. No
comentário após a canção, Axl deixou claro que não esteve com o
grupo nos últimos meses. Ele disse que não cantava a música há 18
anos, e que a banda talvez a tivesse executado por três ou quatro
vezes na última semana. Para bom entendedor, meia palavra basta. De
qualquer forma, foi o melhor momento do show.
Que
fique claro que o grupo não têm nenhuma culpa pelo fiasco da
apresentação. Contando com músicos mediados e outros de alto
gabarito – como o guitarrista Ron Thal e o baterista Frank Ferrer
-, a banda fez a sua parte, veio ensaiada e demonstrou boa vontade
para interagir com o público. É um time que pode render um bom
caldo com o devido incentivo e planejamento.
Os
maiores constrangimentos ficaram para o final. Em “November Rain”,
a falta de voz ficou em segundo plano quando, na estrofe após o
segundo solo, Axl errou a letra, se perdeu completamente martelando
notas erradas no piano e não conseguiu se recuperar, fechando a cara
até o final da música. Coisa parecida aconteceu em “Patience”,
só que dessa vez ele baixou a cabeça e ficou chutando poças de
água no palco. O fechamento se deu com uma versão desanimada de
“Paradise City”, onde a expressão de Axl era de total entrega
dos pontos.
Eu
sei que quem estava no show curtiu. A pressão do som e a energia da
galera passam uma boa maquiagem na situação. Pela TV tudo soou
real, frio e melancólico.
Será
que Axl Rose quer realmente fazer essas tours? Ele está mentalmente
preparado para isso? Se quer, porque deixar a banda ensaiar sozinha
enquanto engorda e perde o timing de palco em casa? Por que quis dar
sumiço um dia antes do show? Por que não trabalha em um disco novo
com os membros atuais? E, acima de tudo, por que falta com respeito
para alguns dos fãs mais devotados do mundo, que são capazes de
aplaudir até apresentações amadoras e desanimadas como essa?
A
verdade é que ele não quer. A chama há muito tempo se apagou, mas a
máquina o obriga a fazer isso. Basta querer enxergar …
Para
fechar, esse não é o relato de um crítico que quer malhar a banda.
É o relato de um fã que acompanha – e curte – o trabalho de Axl
desde 1987.
Metallica e Lou Reed: álbum terá 4 versões diferentes
Lou Reed
//
Metallica
//
Ricardo Seelig
terça-feira, outubro 04, 2011
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Lulu,
o álbum da parceria entre o Metallica e Lou Reed, será lançado dia
31 de outubro em quatro formatos diferentes.
Será
disponibilizada uma edição em CD duplo normal, outra em CD duplo
com o pôster em formato de tubo (como já noticiamos aqui),
uma chamada Deluxe Book 2CD com capa dura, e, é claro, uma edição
em vinil duplo.
Veja
as fotos das versões abaixo:
Assista "Lucifer", o impressionante novo clipe do Behemoth
terça-feira, outubro 04, 2011
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