13 de nov de 2015

Eddie Van Halen revela os seus quatro riffs de guitarra favoritos

sexta-feira, novembro 13, 2015

Em entrevista para a Billboard, Eddie Van Halen revelou quais são os seus quatro riffs de guitarra favoritos. 

O norte-americano, considerado um dos instrumentistas mais influentes do rock, elegeu “Into the Void” do Black Sabbath, “Sunshine of Your Love” do Cream, “Burn" do Deep Purple e “Down Payment Blues” do AC/DC como os seus favoritos.

O vídeo de Eddie para a Billboard pode ser assistido neste link.

Pensei que ia ter alguma coisa do Hendrix, Led e Kiss nas escolhas, mas gostei das canções citadas por Eddie e me surpreendi pela citação à faixa do AC/DC.

E você, quais são os seus riffs de guitarra favoritos? Vá até os comentários e conte pra gente.

26 bandas para o Matias: O de The Doors

sexta-feira, novembro 13, 2015

Conheci Jim Morrison e companhia através do filme The Doors, dirigido por Oliver Stone e lançado em 1991. Antes, não lembro de ouvir a banda, apenas de ler a respeito da sua importância e influência em revistas como a Bizz.

O Doors mexeu bastante comigo. Lembro de assistir ao filme no cinema com um grupo de amigos, e que toda a turma que estava na sala se comportava como se estivesse assistindo a um show ao vivo. Eram gritos, coros nos refrãos das músicas, reações extremadas por todos os lados. Como a personalidade de Morrison, a força motriz por trás do Doors.

Meus discos favoritos são o Morrison Hotel e o L.A. Woman, como uma preferência maior por este último. O primeiro também é um clássico, e talvez seja até melhor que os dois citados, mas por alguma razão que não sei explicar, mas o coração sente, prefiro os álbuns com “Roadhouse Blues” e “Riders on the Storm”.  

Me identifiquei profundamente com Jim Morrison. Li vários livros a seu respeito, ouvi suas músicas durante meses a fio. Mergulhei no Doors como poucas vezes fiz com um artista. Passei um longo tempo ouvindo praticamente apenas a banda e deixando o cabelo crescer no mesmo estilo de seu vocalista. Devo ter passado quase um ano nessa história. E então, aos poucos, o Doors foi se apagando na minha vida, como uma espécie de ressaca após uma experiência tão intensa.

Nos últimos anos, a banda foi pouco a pouco retornando aos meus ouvidos. E como sempre acontece quando você coloca pra rodar novamente na vida adulta os discos e bandas que foram marcantes em sua adolescência, a percepção muda drasticamente. A perspectiva é outra, a experiência é outra. Você já passou por tantas coisas, tantas experiências no período, que tudo muda de figura. E isso, em relação ao Doors, apenas intensificou a minha admiração pelo grupo.

Jim Morrison foi um gênio indomável, autor de letras incríveis e de um comportamento errático movido por excessos e que acabou levando o grupo ao seu final. É de se admirar, por exemplo, a construção de uma sonoridade sem a inclusão de um baixista, com Ray Manzarek fazendo o baixo no teclado enquanto, simultaneamente, criava também melodias arrepiantes. 

Entre os quatro integrantes, há um bastante subestimado, e seu nome é Robbie Krieger. O guitarrista do Doors é sutil e brilhante, um músico de imensa criatividade e que acabou ofuscado pela agressividade exuberante de Morrison e pela musicalidade refinada de Manzarek.

O Matias ainda não chegou até o Doors. Mas provavelmente conhecerá a banda quando ficar mais velho. É inevitável, afinal de contas. E, como gosta de melodia, de blues e de rock, certamente curtirá bastante o legado construído por Jim e companhia.

Afinal, as portas estão sempre abertas. Basta dar o primeiro passo e mergulhar sem medo.


Axl, Slash, Duff, Dizzy, Richard e Frank: este é o provável novo Guns N’ Roses

sexta-feira, novembro 13, 2015

O site MelodicRock.com, a maior fonte de notícias e informações sobre glam metal e outros gêneros envolvendo peso e doses maciças de melodia, crava: o Guns N’ Roses retornará com uma formação, digamos assim, mista.

Segundo os caras, o anúncio dos próximos dias oficializará o retorno de Slash e Duff McKagan ao grupo. Izzy Stradlin, Steven Adler e Matt Sorum não participarão, pelo menos por enquanto. No teclado, o posto seguirá com Dizzy Reed. A segunda guitarra ficará com Richard Fortus e a bateria com Frank Ferrer - pra quem não sabe, a dupla faz parte do line-up atual do Guns.

Claro que a ausência de Izzy, principalmente, faz falta, mas o próprio guitarrista é avesso ao mega estrelismo que cerca a banda, sendo este o motivo para a sua saída lá no início da década de 1990.

E aí, curtiram?

12 de nov de 2015

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 1972

quinta-feira, novembro 12, 2015


1972 foi o ano da consolidação do rock progressivo. O gênero, que já vinha em ascenção nos anos anteriores, firmou-se definitivamente com o lançamento de álbuns clássicos como Close to the Edge, Foxtrot e Thick as a Brick, dando início a uma espiral criativa que alcançaria o ápice nos anos seguintes. Simultaneamente, o glam rock alcançava o seu auge, com a transformação de David Bowie e a imensa popularidade do T. Rex, além do crescimento de nomes iniciantes como Slade e Mott the Hoople. Enquanto isso, os Rolling Stones tomavam de assalto os Estados Unidos em uma de suas mais famosas, selvagens e depravadas turnês.

O ano foi marcante também pela estreia da nova banda de Paul McCartney (os Wings), pela aprovação da lei dos direitos autorais nos Estados Unidos e pela separação de Elvis e Priscilla Presley. 

Foram formadas em 1972 o ABBA, Average White Band, Devo, Incredible Bongo Band, The Jam, Outlaws, The Ozark Mountain Daredevils, Petra, Steely Dan, Styx, Oingo Bongo, Twisted Sister, Van Halen e Y&T. Em compensação, encerraram atividades nomes importantes como Creedence Clearwater Revival, Jefferson Airplane, Martha and The Vandellas, MC5, Them e The Velvet Underground.

Os cinco maiores hits do ano foram “Without You” de Harry Nilsson, “Telegram Sam” e “Metal Guru" do T. Rex, “Popcorn" do Hot Butter e “Heart of Gold” de Neil Young. Outras canções marcantes de 1972 foram “A Horse With No Name”, “I Need You”, “Ventura Highway" (America), “All the Young Dudes” (Mott the Hoople), “Back of Boogaloo” (Ringo Starr), “Ben”, “Got to Be There" (Michael Jackson), “Children of the Revolution” (T. Rex), “The Cisco Kid” (War), “Changes”, “John I’m Only Dancing”, “Starman”, “Ziggy Stardust" (David Bowie), “Crocodile Rock”, “Rocket Man" (Elton John), “Do It Again” (Steely Dan), “Easy Livin’" (Uriah Heep), “Elected”, “School's Out" (Alice Cooper), “Footstompin' Music” (Grand Funk Railroad), “Freddie's Dead” (Curtis Mayfield), “Happy”, “Tumbling Dice" (The Rolling Stones), “Highway Star”, “Smoke on the Water" (Deep Purple), “I Can See the Clearly Now” (Jimmy Cliff), “I Saw the Light” (Todd Rundgren), “Join Together” (The Who), “Let's Stay Together” (Al Green), “Listen to the Music” (The Doobie Brothers), “Mama Weer All Crazee Now” (Slade), “Old Man” (Neil Young), “Papa Was a Rollin’ Stone” (The Temptations), “Summer Breeze” (Seals and Crofts), “Superstition" (Stevie Wonder), “Take It Easy”, “Witchy Woman" (Eagles), “Virginia Plain” (Roxy Music), “Woman is the Nigger of the World” (John Lennon) e “You’re So Vain” (Carly Simon).

Nasceram em 1972 Taylor Hawkins (16/02), Billie Joe Armstrong (17/02), Liam Gallagher (21/09) e Eminem (17/10). Os principais falecimentos do ano foram os de Lee Morgan (19/02) e Mississippi Fred McDowell (03/07).

Carole King foi a grande vencedora da décima-quarta edição do Grammy, vencendo nas categorias de Álbum do Ano (para Tapestry), Gravação do Ano ("It's Too Late") e Canção do Ano ("You've Got a Friend"). O troféu de Melhor Artista Novo foi para Carly Simon.


Em nosso levantamento inicial, identificamos mais de uma centena dos mais importantes álbuns lançados em 1972. Jogamos todos em nossa planilha, aplicamos as avaliações de vários veículos e chegamos a uma nota final, usada para definir a lista abaixo.

Com vocês, os 50 melhores discos lançados em 1972:

50 Santana - Caravanserai
49 Aphrodite’s Child - 666
48 Stephen Stills - Manassas
47 Wishbone Ash - Argus
46 Steely Dan - Can’t Buy a Thrill
45 Gentle Giant - Three Friends
44 Jerry Garcia - Garcia
43 Mott the Hoople - All the Young Dudes
42 Elton John - Honk Château
41 Gentle Giant - Octopus
40 Frank Zappa - The Grand Wazoo
39 Paul Simon - Paul Simon
38 Banco del Mutuo Soccorso - Darwin!
37 Uriah Heep - Demons and Wizards
36 Captain Beyond - Captain Beyond
35 Jethro Tull - Thick as a Brick
34 NEU! - NEU!
33 Premiata Forneria Marconi - Storia di un minuto
32 Little Feat - Sailin’ Shoes
31 Lou Reed - Transformer
30 The Nitty Gritty Dirt Band - Will the Circle Be Unbroken
29 Neil Young - Harvest
28 Todd Rundgren - Something / Anything?
27 Herbie Hancock - Crossings
26 Randy Newman - Sail Away
25 Al Green - I’m Still in Love With You
24 McCoy Tyner - Sahara
23 Novos Baianos - Acabou Chorare
22 Fela & The Afrika 70 - Shakara
21 Chick Corea - Return to Forever
20 Charles Mingus - Let My Children Hear Music
19 The Allman Brothers Band - Eat a Peach
18 Stevie Wonder - Talking Book
17 Ornette Coleman - Science Fiction
16 Genesis - Foxtrot
15 T. Rex - The Slider
14 Al Green - Let’s Stay Together 
13 Big Star - #1 Record
12 Bill Withers - Still Bill
11 Black Sabbath - Vol 4
10 Deep Purple - Machine Head
9 Miles Davis - On the Corner
8 Vários - The Harder They Come
7 Terry Callier - What Color is Love
6 Yes - Close to the Edge
5 The Rolling Stones - Exile on Main Street
4 Can - Ege Bamyasi
3 Curtis Mayfield - Super Fly
2 Nick Drake - Pink Moon
1 David Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars

Meu top 10 de 1972:

1 David Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars
2 Deep Purple - Machine Head
3 The Rolling Stones - Exile on Main Street
4 Novos Baianos - Acabou Chorare
5 Big Star - #1 Record
6 Bill Withers - Still Bill
7 T. Rex - The Slider
8 The Allman Brothers - Eat a Peach
9 Todd Rundgren - Something / Anything?
10 Black Sabbath - Vol 4

Enquanto você pensa em quais são os seus discos favoritos de 1972 pra postar nos comentários, vá ouvindo e curtindo a playlist especial com as canções mais marcantes do ano.

O mundo não precisa de um retorno do Guns N' Roses

quinta-feira, novembro 12, 2015

Parece uma daquelas manchetes de revistas de fofocas, e em muitos aspectos é isso mesmo. Vamos lá: nas últimas semanas, dezenas, centenas, milhares de sites/veículos em todo o mundo noticiaram que Slash fez as pazes com Axl Rose. O que, logicamente, deu origem a um sem número de rumores sobre o possível retorno da formação clássica da banda. A coisa evoluiu, com a banda postando mensagens enigmáticas em seu Twitter oficial, enquanto pessoas próximas aos músicos dão o retorno cada vez mais como certo. Resumindo: o retorno da banda é iminente e deve ser anunciado nos próximos dias.

O Guns N’ Roses merece um estudo, e bem profundo. A rigor, a banda gravou apenas três discos, sendo que o último registro relevante do grupo saiu há praticamente 25 anos - em 1991, um quarto de século atrás. É inegável a importância que o quinteto teve durante a década de 1980 e início dos anos 1990, isso é inquestionável. Appetite for Destruction, lançado em 21 de julho de 1987, é uma das maiores e melhores estreias da história do rock. Unindo Led Zeppelin e Aerosmith em um mesmo caldeirão, Axl e sua turma gravaram o disco definitivo do glam rock oitentista e um dos grandes álbuns da história do hard rock. E, de lambuja, redefiniram estereótipos, reescrevendo a trama e a atuação de personagens emblemáticos como o vocalista superstar e o guitar hero enigmático.

Então, um EP com outtakes e versões ao vivo para acalmar o mercado, enquanto os integrantes bebiam, cheiravam e transavam com todas as menininhas da cidade. G N’ R Lies (1988) acabou ganhando uma proporção exagerada, levado pelo enorme sucesso de “Patience”, sua principal faixa. Mais combustível para turnês intermináveis, muita grana no bolso e exageros de toda parte.

E essa megalomania culminou nos dois volumes de Use Your Illusion, que chegaram às lojas de todo o planeta em 17 de setembro de 1991. Mas, apesar do exagero de lançar dois álbuns duplos de maneira simultânea, revelando nada mais nada menos do que 30 novas canções ao mesmo tempo para os fãs, o Guns conseguiu conceber dois registros recheados de faixas fortes, que solidificaram o status do quinteto como a maior banda de rock do mundo.

Foi então que tudo começou a desabar. Embalados por doses industriais de ego, bebida e drogas, Axl entrou em conflito com Slash, que brigou com Duff, que brigou com o empresário, que saiu fora... Um monte de confusão. O GNR ainda liberaria o disco de covers The Spaghetti Incident? em 1993 e o ao vivo Live Era ’87-’93 em 1999, ao mesmo tempo em que, um por um, os músicos iam saindo fora do barco. Bye bye Slash, adeus Duff, tchauzinho Matt e todo mundo.

Só restou Axl. Que embarcou em uma jornada épica de mais de uma década, culminando no desastroso Chinese Democracy, lançado em 2008. Ao seu lado, uma enorme banda com três guitarristas e mais um monte de gente, rodando o mundo em apresentações destinadas aos fãs, sedentos por assistir ao vivo a magia que ficou perdida nos anos 1980.

E daí vem essa história de uma possível reunião da formação clássica da banda, com Slash e Duff ao lado de Axl novamente. Sério, gente? A cultura do classic rock é realmente muito nefasta, olhando apenas para o passado e desprezando praticamente tudo que seja produzindo hoje em dia - com exceção, adivinha, dos nomes que entregam uma sonoridade considerada “clássica”. O mundo anda pra frente, e é assim que a gente evolui. É inegável o impacto e a influência do Guns na história do rock, isso ninguém discute. Mas, o que também ninguém discute - com a provável exceção dos mais fanáticos - é que é impossível reviver a força e tudo mais que ficou perdido anos atrás.

Axl Rose tinha 25 anos em 1987. Hoje, tem 53 anos e não consegue cantar como antes, há tempos. Izzy Stradlin, principal compositor da banda, vive os seus cinquenta e tantos anos longe dos holofotes, e por escolha própria. O cinquentenário Duff está mais magro e tem uma vida saudável com seus discos solo, em um contraste violento com a figura inchada e sempre bêbada de 25 anos atrás. Slash tem gravado bons álbuns ao lado de Myles Kennedy, e, musicalmente, tem entregado discos bem interessantes. E Steven Adler virou um frequentador assíduo de programas tipo Celebrity Rehab.

Assim como Axl, Slash, Duff, Izzy e Steven mudaram muito nesse tempo todo, você também mudou. Cresceu, amadureceu, evoluiu. Descobriu novos sons, teve novas prioridades em sua vida. O Guns foi legal, mas é uma coisa do passado, de um tempo que não volta mais. Desejar com um retorno da banda, como se isso fosse trazer de volta toda a magia de décadas passadas, é como acreditar em Papai Noel e outras bizarrices.

Bola pra frente, gente. A fila anda, e a vez do Guns já passou, faz tempo...

Halestorm lança clipe para “I Am the Fire”

quinta-feira, novembro 12, 2015

A faixa está no último disco do grupo, Into the Wild Life. O clipe traz a banda tocando no que parece ser uma pedreira, cercada por chamas enquanto a bela vocalista Lzzy Hale solta a voz.

Lembrando que o Halestorm foi uma das sensações do último Rock in Rio, levantando o público na Cidade do Rock com um show carismático e cheio de energia.

Assista ao clipe de “I Am the Fire” abaixo:

“Erase This”, novo lyric video do Lamb of God

quinta-feira, novembro 12, 2015

A faixa faz parte do último disco da banda norte-americana, VII: Sturm Un Drang. É uma das melhores do álbum, inclusive. O vídeo traz a letra sobre belas fotos, tudo dentro do universo catastrófico do grupo.

Ainda sobre o Lamb of God, recentemente o vocalista Randy Blythe foi atacado e recebeu umas porradas de uma turma lá na Irlanda. É, não é só aqui no Brasil que rolam coisas estúpidas …

O Lamb of God fará nos próximos meses uma turnê pelos EUA, tendo o Anthrax como banda de abertura. Poderia passar por aqui, hein?

Abaixo, o vídeo de “Erase This”:

Assista ao trailer do documentário sobre Jaco Pastorius

quinta-feira, novembro 12, 2015

Produzido por Robert Trujillo, baixista do Metallica, Jaco tem estreia marcada para o dia 1 de dezembro. O filme conta a trajetória do norte-americano Jaco Pastorius, um dos mais inovadores baixistas da história, morto em 1987 aos 35 anos.

Em sua curta carreira, Pastorius tocou com músicos de altíssimo nível como Joni Mitchell, Pat Matheny, Ian Hunter, Herbie Hancock e, claro, com o Weather Report, super grupo de jazz fusion que tinha em sua formação Joe Zawinul, Wayne Shorter, Alphonse Mouzon e outras feras.

O documentário também terá a sua trilha sonora lançada nas lojas, com faixas da carreira solo de Jaco Pastorius, Weather Report, , Joni Mitchell, Ian Hunter e outros.

Assista abaixo ao trailer:

11 de nov de 2015

Criatividade, corujas e o novo vôo do Batman

quarta-feira, novembro 11, 2015

O mercado de quadrinhos sofre de um problema que vai e vem de tempos em tempos: a formação de novos leitores, o encantamento de novos fãs e a consequente queda nas vendas. Com décadas de uma cronologia desenvolvida em tramas complicadas e complexas, uma revista de qualquer super-herói não atrai, de cara, os jovens leitores. Não é simples: não basta chegar e ler. É preciso mergulhar em um emaranhado de personagens, autores, desenhistas, mortes, ressurreições e tudo mais. E isso, para quem está começando a ler HQs, não é tarefa das mais fáceis.

Lembro que os quadrinhos me conquistaram aos 12, 13 anos. A grande responsável por isso foi a edição número 7 da finada revista Grandes Heróis Marvel, que trazia a Saga da Fênix Negra com uma capa que mostrada Jean Grey morta nos braços de Scott Summers. Aquela história escrita por Chris Claremont e desenhada por John Byrne abriu as portas do fantástico universo dos quadrinhos para mim, e foi o passo decisivo para eu entrar em um mundo repleto de fantasia e aventuras inesquecíveis. A partir de GHM#7 foi só alegria e uma ebulição de descobertas, que com o passar dos anos se mostraram essenciais na minha formação como leitor.

Além dos X-Men, que sempre foram os meus personagens favoritos na Marvel (nunca tive paciência para as infindáveis sagas dos Vingadores e do Capitão América, pra falar a verdade), na distinta concorrência fui atraído pela realidade sombria de Gotham e seu guardião, o Batman. Superman sempre me pareceu correto demais, assim como o Capitão América, enquanto o Batman traz consigo um perigo real e um sentimento doentio, quase um psicopata fantasiado, revelando-se muito mais atraente e convincente do que um homem voador vestindo cueca por cima da calça.

Tanto X-Men quanto Batman possuem uma cronologia gigantesca, que exige dos leitores um conhecimento imenso da história de cada personagem, algo que pouquíssimas pessoas possuem e estão dispostas a adquirir. Dentro dessa realidade de mercado, onde é preciso conquistar constantemente novos leitores, tanto a Marvel quanto a DC encontraram a solução em reboots periódicos, onde reiniciam seus universos esporadicamente, apresentando-os para uma nova geração de fãs. A excelente Ultimate Marvel era, até agora, o grande e principal exemplo dessa fórmula, com toda uma série de revistas lançadas durante os anos 2000 em que os principais personagens da editora tiveram suas histórias recontadas para um público mais jovem, agregando elementos do mundo atual e tornando-os muito mais próximos do público a quem eram destinados. 

A DC, que volta e meia publica as suas infindáveis “Crises" (Crise nas Infinitas Terras, Crise Infinita, Crise de Identidade e mais um sem número de equivalentes), em 2011 deu um reboot em seus personagens, batizando este novo momento como Os Novos 52. Neste processo, diversos escritores e ilustradores consagrados foram contratados para reimaginar a mitologia de personagens consagrados como Batman, Superman, Flash, Lanterna Verde, Arqueiro Verde e toda a turma. Não acompanhei as edições mensais, e só agora, quatro anos depois de a série começar a ser publicada nos Estados Unidos, dei mais esse passo pra dentro da DC.


Como já disse, Batman é um dos meus personagens preferidos, então foi através de Bruce Wayne e companhia que dei o meu primeiro mergulho no universo de Os Novos 52. A Panini, responsável pela publicação tanto da DC quanto da Marvel aqui no Brasil, colocou no mercado alguns encadernados compilando os primeiros arcos de histórias de Os Novos 52, cobrindo personagens como Superman, Flash, Aquaman, Shazan e a Liga da Justiça. Sobre o Batman, foram lançados duas sagas independentes: A Corte das Corujas e Corporação Batman. O primeiro foi escrito por Scott Snyder e ilustrado por Greg Capullo, e o segundo é uma criação de Grant Morrison e desenhada por nomes como Yanick Paquette, Scott Clark, Cameron Stewart e Chris Burnham.

Vamos falar do primeiro destes encadernados. A Corte das Corujas é um volume de luxo, com capa dura, papel couché brilho de alta qualidade e 176 páginas. A edição compila os números 1 a 7 da revista Batman, publicada nos EUA em 2012. A trama conta a história da Corte das Corujas, sociedade secreta formada pelas famílias mais poderosas de Gotham, que controla a cidade de maneira silenciosa há décadas. Até que um certo Batman surge pelo caminho. O enredo de Snyder é muito bem escrito e prende o leitor, sendo direto ao ponto e sem gorduras extras. Ela não dá voltas, não fica enrolando, e isso torna a leitura mais agradável e interessante. O processo se completa com a bela arte de Capullo (pra quem não sabe, o cara por trás das ilustrações das HQs do Spawn, de Todd McFarlane). A história apresenta a grande maioria dos personagens do universo de Batman em novas encarnações, mas não tão diferentes das clássicas interpretações que ficaram conhecidas em todo o mundo (não há uma transformação radical como a que ocorreu na série Ultimate da Marvel, por exemplo). Bruce Wayne encarna um Batman que faz uso de diversos apetrechos tecnológicos, enquanto Dick Grayson, o Robin original, convive com outros dois Robins simultaneamente - Tim Drake e Damian Wayne, este último filho de Bruce. O Comissário James Gordon é um cara mais novo que a figura clássica, e coadjuvantes como Batgirl e a Mulher-Gato também batem ponto. Entre os vilões, que aparecem somente de maneira rápida no início da trama, vemos ilustrações mais realistas e menos fantasiosas das figuras de Pinguim, Duas-Caras, Senhor Frio, Crocodilo, Espantalho e outros. O Coringa também surge de relance. O fato é que, ao menos neste primeiro volume, o antagonismo se dá através da Corte das Corujas personificada em seu soldado, Garra, deixando os vilões clássicos em segundo plano.



O segundo volume, intitulado A Noite das Corujas, mantém o mesmo padrão gráfico do primeiro e vai pro confronto explícito, com Batman e sua turma sendo atacados por um enxame de assassinos enviados pela Corte das Corujas. Muito bem ilustrada, a trama traz quadros extremamente plásticos, colocando beleza na violência física enquanto Batman narra e filosofa sobre o que está ocorrendo. O legal deste segundo volume são as visitas ao passado, com flashbacks de personagens importantes como Jarvis Pennyworth, o pai de Alfred, que revela um segredo escondido da família Wayne. Outro ponto marcante é o capítulo que redefine a origem do Senhor Frio, tornando o personagem ainda mais assustador. Cheia de segredos, a história lança uma nova perspectiva sobre a família Wayne e também sobre os Grayson, o clã de trapezistas de onde veio Dick, o primeiro Robin.

A Corte das Corujas traz um trama muito bem desenvolvida e enxuta, e que cumpre com perfeição o objetivo de renovar o universo do Batman. Fazia muito tempo que não lia algo tão bom explorando o Homem Morcego, e fiquei muito satisfeito e com um gostinho de quero mais.

Com ele, já sei que, ao menos no que diz respeito ao Batman, Os Novos 52 valem muito a pena.

10 de nov de 2015

A música como (boa e indispensável) companhia

terça-feira, novembro 10, 2015

Em um trecho do documentário Saudades da Nuvem Nove, José Damiano, proprietário da hoje fechada loja de discos de São Paulo, fala sobre a relação com a sua coleção. Em um determinado momento, afirma que os discos funcionavam como uma espécie de terapia para os momentos difíceis da vida. Que às vezes, quando batia uma depressão, olhava para a parede e só de avistar seus LPs e CDs sentia o ânimo voltar, buscando nos álbuns que faziam parte da sua vida a força para seguir em frente.

Acho que esse sentimento é comum entre os colecionadores de discos. E de livros, quadrinhos, filmes, o que for. Lá em casa tem uma estante gigantesca na sala, onde estão meus CDs, livros, filmes, shows, quadrinhos e um monte de coisas. E a gente, nessa correria do dia a dia, na luta pra conseguir vencer as pedras que a vida vai colocando pelo caminho de vez em quando, em alguns momentos acaba se sentindo meio sem rumo, meio sem saber pra onde ir e o que fazer. Nessas horas, a relação com esses itens que ajudam a definir o que somos e são uma espécie de manifestação física do nosso caráter, adquire um significado diferente.

Um dia ruim vai embora embalado pela melodia daquela canção que você não ouvia há anos, e que estava ali naquele CD guardado na fileira de trás. A tristeza se dissipa ao assistir aquele filme que há anos não retornava aos seus olhos. A resposta para aquele momento difícil pode estar escondida nas páginas daquele livro que foi tão importante num passado distante.

É claro que as facilidades dos serviços de streaming são ótimas e chegaram pra ficar. Adoro o Spotify, não vivo sem o Netflix. Mas, em alguns momentos, a música em formato físico faz toda a diferença. Pegar na mão, sentir o cheiro, ler o encarte. Apertar o play e ouvir tudo na sequência certa, relaxando e se deixando levar pelo que sai dos alto-falantes. 

Ajustar as ideias através da sempre eficaz terapia de arrumar os discos. Avistar aquela montanha de álbuns e lembrar de momentos diferentes da vida, com cada canção tendo um significado diferente na memória, trazendo de volta momentos que a gente nem lembrava mais.

Uma bela coleção de discos é muito mais que uma coleção de CDs, LPs e ou seja lá qual formato for. É uma coleção de memórias e momentos. De lembranças e experiências. É um tributo à vida de quem a construiu, pacientemente, ao longo dos anos.

Ouça a música da maneira que achar melhor. Tenha a música sempre perto de você. Cuide bem da trilha sonora da sua vida. Trate bem seus discos. 

Viva, e você será feliz!

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 1971

terça-feira, novembro 10, 2015


Após as mortes de Hendrix e Janis em 1970, 1971 fechou o caixão dos anos 1960 com o falecimento de Jim Morrison no dia 3 de julho. Era o início de uma nova era no rock, com os ícones da década anterior ficando para trás (gigantes como Beatles, Cream, Monkees e Free já não estavam mais entre nós) e o nascimento de um novo capítulo na música, com a chegada de novos gigantes como Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple e outros.

Entre os principais eventos do ano, o mais marcante foi o Concert for Bangladesh, o primeiro grande show beneficente da história do rock, organizado por George Harrison e com a participação da nata rockeiro do período, incluindo Bob Dylan, Eric Clapton, Ravi Shankar, Ringo Starr, Badfinger, Leon Russell, Billy Preston e outros.

Foram formadas em 1971 as bandas Babe Ruth, Big Star, Buffalo, Captain Beyond, Dr. Feelgood, Eagles, Foghat, New York Dolls, Roxy Music, Secos & Molhados e Wings. Encerraram as suas atividades no período Country Joe and the Fish, Derek & The Dominos, Free e The Monkees.

Os maiores hits do ano foram “My Sweet Lord” de George Harrison, “Imagine" de John Lennon, “Maggie May” de Rod Stewart, “Rose Garden” de Lynn Anderson e “Brown Sugar” dos Rolling Stones. Outros grandes sucessos de 1971: “Ain't No Sunshine” (Bill Withers), “American Pie” (Don McLean), “Another Day” (Paul McCartney), “Bangladesh” (George Harrison), “Behind Blue Eyes”, Won’t Get Fooled Again" (The Who), “Black Dog”, “Rock and Roll”, “Stairway to Heaven" (Led Zeppelin), “Black Magic Woman”, “Oye Como Va" (Santana), “Bridge Over Troubled Water” (Aretha Franklin), “Coz I Luv You”, “Get Down and Get With It" (Slade), “Family Affair” (Sly & The Family Stone), “Get It On” (T. Rex), “Have You Ever Seen the Rain?” (Creedence Clearwater Revival), “Here Comes the Sun” (Richie Havens), “Hot Pants” (James Brown), “I'm Eighteen” (Alice Cooper), “Iron Man” (Black Sabbath), “It's Too Late”, “So Far Away" (Carole King), “Just My Imagination (Running Away With Me)” (The Temptations), “L.A. Woman”, “Love Her Madly”, “Riders on the Storm" (The Doors), “Levon”, “Tiny Dancer”, “Your Song" (Elton John), “Locomotive Breath” (Jethro Tull), “Me and Bobby McGee” (Janis Joplin), “River Deep - Mountain High” (The Supremes), “Stay With Me” (Faces), “Strange King of Woman” (Deep Purple), “Theme From Shaft” (Isaac Hayes), “What's Going On” (Marvin Gaye), “Wild Horses” (The Rolling Stones), “Wild World” (Cat Stevens) e “You've Got a Friend” (James Taylor).

Nasceram em 1971 Mary J. Blige (11/01), Kid Rock (17/01), Jonathan Davis (18/01), Questlove (20/01), Erykah Badu (26/02), Tupac Shakur (16/06), Missy Elliott (01/07), Alison Krauss (23/07), Jim Root (02/10) e Snoop Dogg (20/10). Os principais falecimentos foram os de Igor Stravinsky (06/04), Jim Morrison (03/07), Louis Armstrong (06/07), Gene Vincent (12/10) e Duane Allman (29/10).

Os principais prêmios da décima-terceira edição do Grammy foram para Simon & Garfunkel (Gravação do Ano e Canção do Ano por “Bridge Over Troubled Water”, e Disco do Ano pelo álbum Bridge Over Troubled Water) e The Carpenters (Melhor Artista Novo).


Utilizando a mesma metodologia das listas anteriores, levantamos os principais discos do ano, aplicamos as notas de diversos veículos e chegamos a uma média final. Dessa maneira, chegamos à lista abaixo.

Com vocês, os melhores discos lançados em 1971 (como sempre, compilações e álbuns ao vivo não entram):

50 Kris Kristofferson - The Silver Tongued Devil and I
49 Isaac Hayes - Shaft
48 Gong - Camembert Electrique
47 Al Green - Gets Next to You
46 The Kinks - Muswell Hillbillies
45 Faces - A Nod is a Good as a Wink … to a Blind Horse
44 Cat Stevens - Teaser and the Firecat
43 Bill Withers - Just as I Am
42 David Crosby - If I Could Only Remember My Name
41 John Martyn - Bless the Weather
40 Gene Clark - White Light
39 Gentle Giant - Acquiring the Taste
38 Alice Coltrane - Universal Consciousness
37 Jethro Tull - Aqualung
36 Rod Stewart - Every Picture Tells a Story
35 Canned Heat & John Lee Hooker - Hooker ’n Heat
34 Curtis Mayfield - Roots
33 The Doors - L.A. Woman
32 Caravan - In the Land of Grey and Pink
31 Leonard Cohen - Songs of Love and Hate
30 Pink Floyd - Meddle
29 John Lennon - Imagine
28 Carole King - Tapestry
27 Janis Joplin - Pearl
26 Gil Scott-Heron - Pieces of a Man
25 Flower Travellin’ Band - Satori
24 John Prine - John Prine
23 Mickey Newbury - ‘Frisco Mabel Joy
22 Caetano Veloso - Caetano Veloso
21 Alice Coltrane - Journey in Satchidananda
20 Paul & Linda McCartney - Ram
19 Herbie Hancock - Mwandishi
18 Hound Dog Taylor - Hound Dog Taylor and the Houserockers
17 Serge Gainsbourg - Histoire de Melody Nelson
16 Yes - Fragile
15 Mahavishnu Orchestra - The Inner Mounting Flame
14 Freddie Hubbard - Straight Life
13 Funkadelic - Maggot Brain
12 Joni Mitchell - Blue
11 T. Rex - Electric Warrior
10 Sly & The Family Stone - There’s a Riot Goin’ On
9 Chico Buarque - Construção
8 Miles Davis - A Tribute to Jack Johnson
7 Can - Tago Mago
6 The Who - Who’s Next
5 David Bowie - Hunky Dory
4 The Rolling Stones - Sticky Fingers
3 Marvin Gaye - What’s Going On
2 Black Sabbath - Master of Reality
1 Led Zeppelin - Led Zeppelin IV

Um ano e tanto, não é mesmo?

Meu top 10 de 1971 é esse:

1 Led Zeppelin - Led Zeppelin IV
2 The Who - Who’s Next
3 Black Sabbath - Master of Reality
4 David Bowie - Hunky Dory
5 The Rolling Stones - Sticky Fingers
6 Yes - Fragile
7 John Lennon - Imagine
8 The Doors - L.A. Woman
9 Flower Travellin’ Band - Satori
10 Faces - A Nod is a Good as a Wink … to a Blind Horse

Os comentários estão esperando a sua opinião sobre a lista, e também o seu top 10 com os melhores discos de 1971 na sua opinião. Vem junto?

Ouça versão do Stone Sour para a clássica “Gimme Shelter”, dos Rolling Stones

terça-feira, novembro 10, 2015

O Stone Sour lançará em 27 de novembro o EP Straight Outta Burbank. O material terá apenas covers e o seguinte tracklist: “Sailin' On” (Bad Brains), “Running Free” (Iron Maiden), “Gimme Shelter” (The Rolling Stones), “Too Fast for Love” (Mötley Crüe) e “Seasons in the Abyss” (Slayer). Vale lembrar que a banda já havia liberado Meanwhile in Burbank, com proposta semelhante, no primeiro semestre.

A versão para “Gimme Shelter” traz Corey Taylor dividindo os vocais com Lzzy Hale, do Halestorm. Quer saber? Ficou bem legal.

Ouça abaixo:

Iron Maiden lança anel de Powerslave (e vídeo de como ele foi feito)

terça-feira, novembro 10, 2015

Mais um item para os fãs do Iron Maiden transformarem em sonho de consumo: a banda britânica esta lançando um anel com a arte de Powerslave, clássico álbum gravado em 1984. O Powerslave Eddie é feito a mão e cada item é numerado. O responsável pela produção é o designer inglês Reino Lethonen-Riley.

Um vídeo mostrando como é a produção do Powerslave Eddie pode ser visto abaixo:

Assista “An Exercise in Debauchery”, novo clipe do Armored Saint

terça-feira, novembro 10, 2015

A veterana banda norte-americana Armored Saint colocou na roda o seu novo clipe, para a faixa “An Exercise in Debauchery”. A música está em Win Hands Down, mais recente trabalho do grupo, lançado em 2 de junho passado pela Metal Blade.

Pra quem não está ligado, o vocalista do Armored Saint é o ótimo John Bush, aquele mesmo que passou anos no Anthrax (isso sem falar no espetacular baixista Joey Vera).

Metal de qualidade abaixo:


"He Is", novo lyric video do Ghost

terça-feira, novembro 10, 2015
 

O Ghost produziu um lyric video para a linda "He Is", uma das melhores faixas de seu último disco, Meliora. Dirigido pelo trio Mattias Johansson, Claudio Marino e Nicklas Lindahl, o vídeo explora a estética sombria e fantasmagórica marcante da banda, com um resultado que torna a canção ainda mais forte.

Assista abaixo (ou clicando aqui):


9 de nov de 2015

Novas músicas: Scorpion Child, Metal Allegiance e W.A.S.P.

segunda-feira, novembro 09, 2015

Começando pelos norte-americanos do Scorpion Child, que retornam depois do seu aclamado disco de estreia, lançado em 2013. O novo disco da banda será lançado em meados de 2016, ainda não tem título definido e está sendo produzido por Chris Smith, o mesmo cara do debut. O primeiro single, “She Sings, I Kill”, pode ser ouvido abaixo.

O Metal Allegiance, supergrupo formado por diversos músicos, colocou na roda o lyric video de “Scars”, música do seu bom disco de estreia. A canção tem os vocais divididos entre Mark Osegueda (Death Angel) e Cristina Scabbia (Lacuna Coil). Bateção de cabeça garantida!

Já o clássico W.A.S.P. produziu um lyric video para "Golgotha", faixa-título do álbum mais recente da banda, lançado no início de outubro. O álbum vale o play, e mostra que Blackie Lawless segue afiado.

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