12 de ago de 2017

Rita Lee lança livro de contos

sábado, agosto 12, 2017

Após publicar a sua autobiografia no final de 2016, Rita Lee volta ao mercado editorial com o lançamento de um novo livro.

Dropz traz 61 contos e ilustrações de Rita, incluindo a própria capa, um autoretrato desenhado em 1997. 

O livro tem 272 páginas, encadernação em brochura e está sendo publicado pela Globo Livros.

Foo Fighters e Queens of the Stone Age farão turnê conjunta pelo Brasil no início de 2018

sábado, agosto 12, 2017

De acordo com Lúcio Ribeiro, do Popload, o Foo Fighters e o Queens of the Stone Age farão uma turnê conjunta pelo Brasil no início do próximo ano. Os shows ainda não tem data e nem locais confirmados, mas devem acontecer nos meses de janeiro ou fevereiro.

Lembrando que ambas as bandas estão lançando novos discos. Villains, novo do QOTSA, chega às lojas dia 25 de agosto. Já Concrete and Gold, novo álbum do Foo Fighters, será lançado dia 15 de setembro.

11 de ago de 2017

Minha Coleção: conheça a linda e impressionante coleção do paranaense Aldo Edson

sexta-feira, agosto 11, 2017

Aldo, nós conversamos pela primeira vez há nove anos, em novembro de 2008. Passado todo esse tempo, acho que vale a pena conversamos novamente. faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Primeiramente gostaria de agradecer a Collectors Room pelo espaço e dizer que é um prazer poder me dirigir a outros apreciadores de música que, assim como eu, também dedicam parte de suas vidas a essa que é a mais brilhante forma de arte na minha opinião. Me chamo Aldo Edson Portes de França,  sou funcionário público, moro em Rio Branco do Sul, cidade que fica a 30 quilômetros de Curitiba e sou um apaixonado por música desde a minha infância. 

Quantos discos você tem em sua coleção? 


Atualmente tenho em torno de 3.000 LPs, 2.200 CDs e uns 300 DVDs. Ou seja, um total de 5.500 itens mais ou menos. 

O quanto ela cresceu de 2008 pra cá?


Em se tratando dos discos de vinil ela cresceu até pouco, proporcionalmente falando, pois em 2008 já eram uns 2.000. Ou seja, comprei de lá pra cá uma média de 100 LPs por ano aproximadamente. Já a coleção de CDs cresceu bem mais, pois naquele ano eu tinha uns 500 e  atualmente já passou de 2.000. O motivo pra isso acontecer foi que o CD passou a ser uma alternativa mais viável de alguns anos pra cá, principalmente pelo fato de que colecionar discos de vinil infelizmente virou “modinha” e isso fez com que o preço disparasse de forma inexplicável.


Quando você começou a colecionar discos?

Eu diria que foi a partir de 1992, pois foi quando comecei a trabalhar e ter o meu próprio dinheiro. Antes até já tinha alguns discos, mas não tinha condições de comprar LPS nem fitas K7s. Os poucos que conseguia era juntando os trocados que meus pais davam pra fazer lanche na escola e eu deixava de comer até conseguir comprar que queria, ou então quando fazia aniversário e sempre pedia um disco de presente.

Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Lembro sim. Foi o The Ballad Album do Nazareth, que ganhei do meu pai, mas não tenho mais porque emprestei pra alguém e não consegui recuperá-lo. Tive que comprar outra cópia algum tempo depois. A partir de então decidi que não emprestaria mais LPs, CDs, livros ou revistas pra ninguém, pois o risco de ficar sem o objeto é grande.

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

A palavra colecionador infelizmente carrega um certo ranço porque muita gente confunde quem  aprecia música, e por isso compra vários itens de seu interesse, com aqueles que na verdade são acumuladores e compram de tudo mesmo que não gostem. Inclusive cheguei a presenciar há alguns anos, numa feira,  uma pessoa comprando um LP do Osvaldo Montenegro chamado Trilhas que realmente é bastante raro. Vi ela pagando 800 reais pelo disco e como estava próximo fiz um comentário que deveria ser muito fã do cantor pra se dispor a pagar tanto por um item apenas. Pra minha surpresa, ela disse que na verdade não gostava das músicas do Osvaldo Montenegro, mas que comprava qualquer LP que fosse considerado raro. Isso é algo que eu nunca faria mesmo que fosse milionário, pois procuro comprar somente aquilo que gosto. Quanto à pergunta inicial, considero que percebi que me tornei um colecionador a partir do momento que passei a gostar boa parte do que ganhava em LPs e CDs. Isso ocorreu mais ou menos no início da década de 1990. 





Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?


Pra ser bem sincero não tenho nenhum critério específico, mas consigo encontrar o que quiser na minha coleção em menos de 1 minuto. A única coisa que fiz foi separar basicamente por estilos, evitando misturar coisas completamente diferentes entre si.

Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?


Sim, há mais ou menos uns 5 anos mandei fazer uma prateleira de compensando naval impermeável que acabou ficando perfeita pros LPs, já que os CDs estão guardados numa estante bem espaçosa e num outro móvel menor que adquiri recentemente. Mas o problema com espaço sempre é uma dor de cabeça pra quem coleciona, pois chega uma hora que você tem duas alternativas: ou diminui o ritmo de compras ou então vai começar a empilhar um em cima do outro e isso não é algo aconselhável pra quem quer conservar seus itens e mantê-los íntegros por muito tempo. 





Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?


A principal dica é evitar empilhar os discos na posição vertical, pois isso certamente vai empená-los com o tempo, além de fazer marcas nas capas. Além disso, é importante sempre fazer uma limpeza antes de usá-los, evitando dessa forma o desgaste da agulha. Também é importante não esquecer dos plásticos externos pra preservar as capas e também dos internos pra que o LP não fique exposto à poeira e à umidade.

Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?


Procuro ouvir pelo menos uma vez cada item que compro, pois é o mínimo que um apreciador de música deve fazer, caso contrário tá mais pra acumulador do que qualquer outra coisa. Obviamente eu gostaria de ter mais tempo pra dedicar a audição dos itens que possuo, mas diariamente ouço de 1 a 3 álbuns em média.


Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

Meu gênero favorito é o rock, mas citar apenas uma banda como a preferida não dá. Algumas  que foram decisivas pra formação do meu gosto musical são as seguintes: The Rolling Stones, AC/DC, Iron Maiden, Kiss, Black Sabbath, The Beatles, Led Zeppelin, Metallica, Queen, Lynyrd Skynyrd, entre outras. Porém, gosto também de outros estilos, pois sou da mesma opinião que o genial Miles Davis, que costumava dizer que existem dois tipos de música: a boa e a ruim. Na minha opinião, com exceção do sertanejo universitário, do funk carioca, do pagode romântico e do axé, acredito que é possível encontrar músicas de qualidade e justamente por isso sempre procurei ter um gosto bem eclético.




De qual banda você tem mais itens em sua coleção?

A banda que possuo mais itens é o Edguy, pois foi a única que decidi realmente colecionar tudo o que se refere a ela. Tenho quase 100 peças, entre CDs, LPs, fitas k7, DVDs, etc. Por ser uma banda mais nova a tarefa não é tão complicada como seria no caso de uma banda mais veterana e clássica.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?


Antes de responder essa pergunta, uma coisa que acho interessante frisar é que nunca me interessei em comprar algo só pelo fato de ser raro. Lógico que quando encontro um item que sei que é raro, e está por um preço muito abaixo do que vale, acabo comprando pra usar como moeda de troca em futuras negociações. Porém, pra minha coleção pessoal, o que vale mesmo é o que gosto, independente se custa 1 ou 1.000 reais. Dito isso, posso dizer que gosto de tudo o que está no meu acervo mas alguns se destacam por particularidades, como por exemplo a edição original álbum do Alice Cooper- School’s Out que vinha com uma calcinha de verdade envolvendo o LP, ou então o Exile on Main Street dos Stones com os cartões postais. Além deles, tenho também alguns boxes limitados, como o do Metallica que contém os primeiros álbuns e só saíram 5 mil cópias, e também as novas edições de luxo dos álbuns do Led Zeppelin, que foram lançadas há alguns anos e são espetaculares, tanto no acabamento gráfico quanto na sonoridade.



Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?


No caso específico do Edguy, como já mencionei anteriormente, compro qualquer item que encontrar caso ainda não tenha. Quanto a outros artistas e bandas só completo a discografia que estão entre as minhas preferidas. Já quando se trata de uma banda que gosto, mas não tanto, me contento apenas com o que produziram de melhor. Porém, há exceções à regra. Por exemplo, o Metallica está entre minhas preferidas, mas nunca quis ter o St. Anger, pois não vale a pena ter algo que sei que nunca vou ouvir. 

Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção?


Sim, inclusive tenho algumas coleções que são até mesmo anteriores aos LPs e CDs. Tenho por exemplo vários álbuns de figurinhas das Copas do Mundo, Campeonato Brasileiro, Champions League, NBA, etc. Além deles, tenho também a coleção completa do Futebol Cards da Ping Pong, que é na minha opinião a melhor já lançada no Brasil sobre o tema. São poucos que tem todos os 486 cards que fazem parte da coleção e felizmente sou um deles. Coleciono também a revista BIZZ (coleção completa), Rock Brigade (falta uma  edição – 18), Roadie Crew (coleção completa), Metal (faltam duas edições – 44 e 49), Valhalla (faltam duas edições – 1 e 2 ), Poeira Zine (coleção completa), além de ter centenas de HQs dos X-Men, Wolverine, Homem Aranha, etc








Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

Apesar da facilidade que a internet proporciona, ainda frequento lojas físicas bem como feiras, onde ainda é possível encontrar preços bons se tiver paciência. Por exemplo, recentemente fiz uma viagem pra Los Angeles e visitei a Amoeba Music, que era algo que desejava há muitos anos mas nunca tive a oportunidade até então.  Quando me dei conta acabei gastando um valor além do esperado, pois o preço dos CDs, principalmente usados, é muito em conta. Álbuns que no Brasil não saem por menos de 60 reais lá se encontra por valores que variam de 2 a 5 dólares. Aliás, os CDs usados encontrados por lá nem mereciam ser chamados dessa maneira, pois parecem novos sem nenhum risco ou defeito que possa comprometer a audição. Por outro lado, sites como eBay e Discogs facilitam a compra de itens que dificilmente você vai ver numa loja física, e se por caso encontrar certamente o preço será bem salgado. É uma pena que comprar de fora também esteja complicado pela alta do dólar e também por causa da Receita Federal brasileira, que ultimamente ando taxando mercadorias sem qualquer critério, sem falar na demora para chegar, que pode levar até quatro meses ou mais.

Não dá um desânimo encontrar LPs a preços altíssimos e sem explicação, beirando os 300 reais, e muitas vezes em condições que não justificam estes valores?


Na atualidade esse é certamente o principal problema encontrado pelos apreciadores de música que ainda querem ter o formato físico, seja em CD ou LP. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso, e que valorize o próprio dinheiro, não pode se deixar enganar por verdadeiros picaretas travestidos de comerciantes. O que vem inflacionando o mercado são justamente os vendedores ocasionais que tomam os preços mais altos do Mercado Livre como referência. E sabe o que é pior? Existem pessoas que por desconhecimento da realidade acabam comprando por causa da comodidade. sem saber que estão sendo extorquidos com preços abusivos. Aliás, se fosse pra começar uma coleção hoje confesso que não me animaria nem um pouco, pois gastaria no mínimo umas 10 vezes mais pra conseguir tudo o que tenho. 



O mercado de LPs aqui no Brasil está fora da realidade em relação aos preços ou você consegue encontrar alguma justificativa que explique os valores surreais pedidos pelos lojistas?


Logicamente, quando alguém tem uma loja física que paga seus impostos, além dos gastos com luz, telefone, internet, etc. Digamos que ainda é aceitável que a margem de lucro seja um pouco maior. Mas em alguns casos nem isso justifica, pois já vi casos de LPs nacionais que valem no máximo 50 reais sendo vendidos a mais de 100. Sinceramente, duvido que o lojista que age dessa forma tenha pago metade do valor pelo qual está vendendo. O mesmo vale para alguns CDs importados que poderiam ser vendidos entre 60 a 80 reais, mas o preço final acaba passando de três dígitos, mesmo não sendo nenhuma edição especial e sim o CD simples sem nenhum atrativo a mais. Em razão disso, ultimamente tenho sido bem mais criterioso em relação ao que compro, até porque dinheiro não cresce em árvores. Resumindo, se de um lado existem lojistas sérios que merecem todo o meu respeito, pois praticam uma margem de lucro coerente, por outro há aqueles que não pensam duas vezes em explorar o cliente com preços que beiram o absurdo. 

Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 


Na minha opinião a melhor loja de CDs é a Die Hard da Galeria do Rock, em São Paulo, principalmente no que se refere ao atendimento e respeito ao cliente. Compro há mais de 15 anos deles e jamais tive qualquer tipo de problema. Já em se tratando de LPs, as melhores são a Tropicália no Rio de Janeiro, as da Galeria Nova Barão em São Paulo também são quase todas  muito boas e em Curitiba as minhas preferidas são a Só Música e a Savarin Records. 

Qual foi o lugar mais estranho em que você já comprou discos?


Nunca comprei em lugares considerados estranhos. O máximo que aconteceu foi ir visitar alguém e descobrir por acaso que tinha vários LPs guardados em casa, sendo que não dava mais o menor valor pra eles. Nessas horas o importante é manter a calma e saber o momento certo pra pedir que uma doação seja feita ou comprar por um preço bem camarada (risos).



O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?


A maioria dos meus amigos e parentes acha muito estranho e alguns devem até achar que é maluquice ter “tanta coisa velha guardada em casa”. Porém, não vejo problema algum nisso pois o que interessa é que eu gosto. É aquela velha história: “cada louco com suas manias”. 

Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?


Sinceramente não!  É claro que admiro coleções como por exemplo as do Ed Motta, do Regis Tadeu, do Bento Araújo, entre outros que possuem acervos fantásticos. Porém, entendo que independente se você tem mais ou menos itens que outro colecionador, isso é o que menos importa, pois se trata de algo que você foi moldando de acordo com seu gosto pessoal.

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?


Acredito que o valor cultural supera o valor financeiro, e tanto isso é verdade que não me importo se o álbum que estou comprando custa 1 ou 100 reais, mas sim o conteúdo dele. A música é uma das artes mais nobres e a partir do momento que você ouve algo a tendência é expandir seu conhecimento em diversas áreas de interesse como história, literatura, cinema,etc.

Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?


Alguém dizer que já tem tudo o que gostaria de ter é uma utopia sim. Porém, sem nenhuma presunção, posso afirmar que tenho atualmente mais de 90% do que gostaria de ter. É óbvio que isso varia de acordo com cada um e certamente há aqueles que nunca se sentirão satisfeitos por mais que possuam uma coleção gigantesca, e isso não deixa de ser um grande barato pra quem coleciona. 


O que significa ser um colecionador de discos?


Como já mencionei em outra pergunta,  a expressão “colecionador de discos” se tornou um tanto quanto controversa de alguns pra cá, pois há aqueles que deixaram de ser apreciadores de música pra se tornarem acumuladores. Nada contra quem gasta o seu dinheiro da forma que bem entende, mas não vejo o menor sentido em fazer como por exemplo o empresário Zero Freitas, que hoje tem mais de 5 milhões de LPs, pois jamais ele vai conseguir ouvir tudo o que tem. Portanto, me vejo mais como um apreciador daquilo que possuo, sejam LPs, CDs, revistas, etc, do que propriamente um colecionador no sentido pejorativo que a palavra carrega consigo atualmente.

O que significa pra você ter mostrado e voltar a mostrar a sua coleção aqui na Collectors Room?


Agradeço pela oportunidade que a  Collectors Room proporciona e parabenizo pelo belo trabalho em divulgar não apenas as coleções, mas sim a boa música de forma geral. 

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?


Recomendo as bandas da nova geração do hard rock da Suécia que são ótimas, como por exemplo o H.E.A.T.,  Eclipse, Crashdiet, Crazy Lixx,etc. Também destaco o trabalho do The Night Flight Orchestra, que é um projeto formado por membros do Soilwork e do Arch Enemy, mas fazem um som completamente diferente dessas bandas. Outra menção honrosa é o Volbeat, ótima banda dinamarquesa com uma qualidade acima da média, e ainda o White Lies, banda inglesa de rock alternativo que me chamou muito a atenção por fazer músicas pegajosas no bom sentido que remetem a década de 1980, mas sem soar uma mera cópia.

Playlist Collectors Room: Fusion & Jazz-Rock

sexta-feira, agosto 11, 2017

Nesta playlist, exploramos o gênero que surgiu no início dos anos 1970 unindo o jazz ao rock e vice-versa. Como as diferenças entre o fusion e o jazz-rock são muitas vezes bastante sutis, preferimos unir os dois em uma única playlist.

Os primeiros passos para a efetivação dessa fusão entre gêneros musicais tão díspares foi dada por Miles Davis no final dos anos 1960 e início da década de 1970, em discos clássicos como In a Silent Way (1969), Bitches Brew (1970) e Tribute to Jack Johnson (1971). Os passos de Miles foram seguidos por nomes como Frank Zappa, Mahavishnu Orchestra, Larry Coryell, Soft Machine e Steely Dan, artistas que, cada um a sua maneira, criaram sonoridades elegantes e repletas de elementos dos dois estilos musicais de onde partiram.

A playlist abaixo tem mais de 50 músicas e quase cinco horas de duração. Optamos por ordená-la em ordem cronológica, pois assim fica mais fácil entender a evolução do fusion/jazz-rock e apreciar de maneira didática os elementos e ingredientes que cada artista foi trazendo para essa mistura.

Ouça e divirta-se!

Coleção de itens de filmes de terror de Kirk Hammett ganha exposição

sexta-feira, agosto 11, 2017

Além de guitarrista do Metallica, Kirk Hammett é conhecido também pela sua paixão por itens relacionados a filmes clássicos de terror. E parte dessa paixão agora será exposta ao público.

A partir deste sábado, 12 de agosto, o Peabody Essex Museum, em Salem, no Massachusetts, abrirá uma mostra com 135 itens da coleção pessoal do músico, intitulada It’s Alive: Classic Horror and Sci-fi Art from the Kirk Hammett Collection.

Segundo Kirk: “Minha coleção me leva a um lugar onde eu preciso estar. Entre os monstros, me sinto mais confortável e criativo. É aí que a magia aconteceu para mim durante todos esses anos e é algo em que eu sempre confiei. Deste o momento em que encontrei esses personagens, pude perceber que esses caras tinham tanta dificuldade em lidar com as coisas quanto eu”. 



O curador da mostra, Daniel Finamore, também falou sobre a exposição: “Estas são peças de arte raras, mas não recebem tanto reconhecimento quanto merecem. Esses pôsteres fazem parte da nossa história cultural, e eles demonstram muitos dos medos e ansiedades que permanecem até hoje na sociedade. Kirk pegou essa paixão e a usou para alimentar a sua vida profissional de forma positiva”.

Entre as artes expostas estão os cartazes de filmes clássicos como Metropolis (1927), Dracula (1931), Frankenstein (1931), The Mummy (1932), King Kong (1933) e Barbarella (1968), além de diversos outros itens.


Ouça “Signs of the Time”, primeira música do supergrupo Sons of Apollo

sexta-feira, agosto 11, 2017

Formado por Jeff Scott Soto, Ron “Bumblefoot" Thal, Derek Sherinian, Billy Sheehan e Mike Portnoy, o Sons of Apollo divulgou a sua primeira música.

“Sings of the Time” é pesada e intrincada, mas ao mesmo tempo traz passagens bastante melódicas nas linhas vocais de Soto, o que dá um clima bem agradável para a canção. Destaque, como não poderia deixar de ser, para as partes instrumentais, principalmente para a interação entre a guitarra e o teclado, além do lindo solo de Bumblefoot.

O disco do estreia do grupo, Psychotic Symphony, será lançado dia 20 de outubro pela Inside Out Music.

Ouça “Sings of the Time” abaixo:

Dois discos para ouvir hoje: Pão de Hambúrguer e Bife Simples & O Carabala

sexta-feira, agosto 11, 2017

Pra deixar a sexta mais legal, a indicação é ouvir dois discos recém-lançados por novas bandas brasileiras.

O Pão de Hambúrguer vem de Curitiba e o primeiro disco do grupo, Visconde de Guarapuava, já está no Spotify. O álbum será lançado em duas partes, com a primeira mais focada em solos de guitarra e no trabalho de baixo e bateria, enquanto a segunda é mais acústica. É essa primeira amostra que está disponível online, e o resultado é bem legal.

Depois vamos para os gaúchos do Bife Simples & O Carabala, nova banda de Carlinhos Carneiro, vocalista do Bidê ou Balde. No grupo, o cara vem acompanhado pela banda O Carabala. E o som é um rock direto ao ponto, bem cru e com umas pegadas psicodélicas. O EP de estreia dos caras, O Cheiro da Chuva na Farmácia Pobre da Velha Congela!, está sendo lançado nas plataformas digitais pelo Selo 180 e deve ganhar formato físico em setembro.

Duas boas dicas nacionais e que você pode conferir nos players abaixo:

10 de ago de 2017

Este ano não tem Desert Trip, mas tem Rock Getaway

quinta-feira, agosto 10, 2017

Na onda dos festivais que reúnem nomes clássicos do rock, acontecerá no final de outubro o  Rock Getaway. O festival será no Hard Rock Hotel da cidade mexicana de Riviera Maya, entre os dias 26/10 e 05/11.

Entre as atrações, nomes de peso como Don Henley, Santana, Steve Miller, Bad Company, Foreigner, Cheap Trick. George Thorogood, Don Felder, Robert Cray, Blue Öyster Cult, Foghat, Los Lobos e outros.

Para os fãs de rock clássico que estão órfãos do Desert Trip, é uma boa pedida.

Liam Gallagher fala o que pensa sobre Dave Grohl, Mick Jagger e Bono

quinta-feira, agosto 10, 2017

Em recente entrevista à GQ Magazine, Liam Gallagher falou o que pensa a respeito de três ícones do rock: Dave Grohl, Mick Jagger e Bono.

Sempre polêmico, o cantor do Oasis soltou a língua, como você pode ver abaixo.

Sobre Grohl: ”Ele arruinou as coisas pra todos nós. Ele quebrou a perna e seguiu em turnê. Quem faz isso? Agora, se eu tiver um resfriado, não posso cancelar porque vou parecer um mariquinha”.

Sobre Jagger: “Fair play para os velhos quadris dinossauros, mas eu não sou assim. Sou anti-entretenimento. Por deus, ele tem que dançar até os 108 anos!”.

Sobre Bono: “Já tive uns bate-papos com Bono, sim. Preferia ter uma experiência fora do corpo ao invés disso. Ele não está no meu top 50”.

Nick Oliveri, ex-Kyuss e Queens of the Stone Age, lança novo disco com convidados especiais

quinta-feira, agosto 10, 2017

Nick Oliveri, ex-baixista do Kyuss e do Queens of the Stone Age, lançará no dia 20 de outubro o álbum N. O. Hits at All, Vol. 3

O disco reúne gravações do músico ao lado de nomes como Wino (Saint Vitus), Mellisa Auf Der Maur (Hole, Smashing Pumpkins) e outros. Entre as músicas temos versões para canções do Black Sabbath e do Rose Tattoo.

Abaixo está o tracklist do material, com os músicos que participam de cada uma das músicas:

01) “RNR Outlaw” – By Royale Daemons (Rose Tattoo)
Nick Oliveri – Bass & Vocals
Joey Castillo – Drums
Wino – Guitar

02) “Luv is Fiction” By Dwarves (Oliveri)
Nick Oliveri – Lead Vocals
The Fresh Prince Of Darkness – Lead Guitar
The Black Josh Freese – Drums
Rex Everything – Bass
Blag Dahlia And Stacey Dee – Backup Vocals
He Who Can Not Be Named – Guitar

03) “Medication” By He Who Can Not Be Named (He Who Can Not Be Named)
Nick Oliveri – Lead Vocals
The Fresh Prince Of Darkness – Lead Guitar
Rectom – Drums
He Who Can Not Be Named – Guitar, Backup Vocals, Keys, Mask
Salt Peter – Bass

04) “Kyuss Dies!” By Kyuss Lives! (Oliveri)
Nick Oliveri – Bass & Vocals
Brant Bjork – Drums
Bruno Favery – Guitar

05) “Country As Fuck” By Plan B (Music By Plan B/ Lyrics by Oliveri)
Nick Oliveri – Vocals
Steve Soto – Guitar, Bass
Joey Castillo – Drums
Troy Van Leeuwen – Guitar

06) “THe Mob Rules” By Melissa Auf Der Maur’s Hand of Doom (Iommi/Butler/Dio)
Nick Oliveri – Vocals
Melissa Auf Der Maur

Ouça “The Evil Has Landed”, novo single do Queens of the Stone Age

quinta-feira, agosto 10, 2017

Villains, novo álbum do Queens of the Stone Age, será lançado dia 25 de agosto pela Matador Records e a banda norte-americana vai aos poucos mostrando o trabalho para o mundo.

Depois do primeiro single, “The Way You Used to Do”, o grupo divulgou o lyric video de “The Evil Has Landed”, penúltima faixa do disco. Temos uma canção construída a partir de um riff forte, com andamento quebrado e a pegada pop que sempre marcou o som da banda de Josh Homme.

Ouça abaixo:

Quadrinhos: Meu Amigo Dahmer, de Derf Backderf

quinta-feira, agosto 10, 2017

Derf Backderf é um dos novos talentos do quadrinho independente norte-americano e vem conseguindo cada vez mais espaço com suas histórias, que sempre trazem um grande viés autobiográfico. Ele já publicou três graphic novels: Punk Rock & Trailer Parks (2010), onde explora a cena punk dos Estados Unidos em voga quando ele era um adolescente nos anos 1970; Trashed, de 2015, onde relata a sua experiência como lixeiro, emprego que arrumou aos 19 anos; e My Friend Dahmer, onde conta como foi ser colega de aula e amigo de Jeffrey Dahmer. Esta última está sendo lançada no Brasil pela Darkside Books.

Mas quem foi esse tal de Jeffrey Dahmer? Dahmer é, muito provavelmente, o mais notório serial killer da era moderna. Seus crimes foram descobertos em 1991 e deixaram policiais, investigadores e todo mundo que teve contado com a sua história chocados. Ele matou 17 pessoas, todos homens, entre 1978 e 1991, sendo doze delas nos dois últimos anos antes de ser preso. Além de assassinar suas vítimas, Dahmer praticava necrofolia e canibalismo, e cultivou o hábito de esquartejar os corpos e guardar pedaços em sua casa, para não se sentir sozinho.

A história contada em Meu Amigo Dahmer (288 páginas, formato 16x23, capa dura, tradução de Érico Assis) é um relato pesado de como era crescer nos Estados Unidos nos anos 1970. Com uma família totalmente desestruturada, onde os conflitos entre seu pai e sua mãe era constantes, Dahmer sempre foi deixado de lado. A mãe, com indícios de esquizofrenia, era viciada em remédios controlados e sofria convulsões constantes. O pai, químico, vivia mais no trabalho do que em qualquer outro lugar, muito para se afastar do agressivo ambiente familiar. E Jeffrey, no meio disso tudo, passava totalmente desamparado e despercebido, chegando ao ponto de ser literalmente abandonado pela mãe em sua adolescência após o divórcio dos pais ser consumado.

Na escola, as coisas não eram muito diferentes para Jeffrey Dahmer. Antisocial, quieto e estranho, o garoto passou anos e anos à margem dos colegas, sendo totalmente ignorado pelo ecossistema formado por professores, alunos e funcionários. Só começou a se destacar quando, subitamente, passou a imitar nos corredores e salas os trejeitos do decorador de sua mãe, que tinha paralisia cerebral. As imitações de Dahmer fizeram que outros outsiders do colégio, entre eles o próprio Derf, se aproximassem e passassem a interagir com Jeff.

No meio disso tudo, temos um adolescente sem estrutura e apoio familiar e com nenhuma amizade e relacionamento social descobrindo a sua sexualidade. E ela era, no mínimo, doentia. Jeffrey Dahmer era homossexual e gostava de necrofilia, que é o sexo com pessoas mortas. Seu desejo era o controle total sobre os parceiros, como se essas pessoas não fossem indivíduos, mas sim meros objetos para saciar suas fantasias. Essa característica seria levada ao extremo anos mais tarde, quando, já adulto, Dahmer executou diversos experimentos em suas vítimas, perfurando seus cérebros com furadeira e injetando ácido dentro deles para que se transformassem em zumbis. Sem pais e amigos para conversar e tentar entender o que se passava em sua mente, Dahmer apelou para o consumo excessivo de álcool ainda na adolescência, com o objetivo de soterrar os anseios que sabia serem doentios, mas não conseguia controlar.


A narrativa de Backderf é precisa e mostra a transformação gradativa de Jeffrey Dahmer, de um adolescente sem nenhuma interação social a um personagem amedrontador. Derf possui um traço muito expressivo, com bastante influência de Robert Crumb, e constrói um Dahmer pertubador. O domínio da narrativa gráfica é estupendo, com a criação de planos e sequências absolutamente atordoantes. O início da HQ, por exemplo, acompanha os passos de Dahmer por uma das ruas de sua cidade até ele encontrar um gato morto e levá-lo para dissecação. Em diversos momentos temos quadros que exploram perspectivas criativas e que deixam momentos-chave da trama ainda mais fortes.

Meu Amigo Dahmer foca no período escolar de Dahmer, quanto Derf Backderf conheceu e conviveu com ele, e vai até o primeiro assassinato de Jeffrey, em 1978. Um epílogo particularmente impactante mostra a reação de Derf ao saber dos assassinatos cometidos pelo antigo colega de escola quando eles foram descobertos, em 1991. 

Além disso, a belíssima edição da Darkside Books, e que marca a estreia da editora no mercado de quadrinhos, traz aproximadamente 100 páginas de material extra. Nessa parte, os textos de Backderf explicando inúmeros momentos da HQ são uma leitura obrigatória e que ajudam a compreender tudo de uma maneira muito mais profunda. Os extras trazem também a primeira tentativa de Derf em contar a vida de Dahmer, em uma história em quadrinhos publicada nos anos 1990 e que deixa claro o quanto o artista evoluiu em todos os aspectos.

Um ponto a se destacar em Meu Amigo Dahmer é a extensa pesquisa realizada por Derf Backderf para contar a história de Jeffrey Dahmer, com trechos dos depoimentos do serial killer para o FBI, entrevistas com alunos, professores e vizinhos da família, além das suas próprias recordações, compondo um quadro ao mesmo tempo incômodo e fascinante.


Eu leio muitas HQs. Estou sempre com uma história em quadrinhos embaixo do braço. Digo isso para deixar claro que não sou estranho a esse universo, muito pelo contrário. No entanto, Meu Amigo Dahmer é, com absoluta certeza, a melhor HQ que eu li neste ano de 2017. Da narrativa ao texto, passando pelo assunto e pelo traço, tudo funciona e constrói um livro absolutamente incrível e, ao mesmo tempo, pesado pra caramba e perturbador como poucos. Não é uma leitura leve, mas é uma leitura que mexe e faz pensar bastante sobre diversos pontos da vida e do próprio dia a dia. 

Um trabalho brilhante de Derf Backderf, que foi premiado em 2014 no Festival de Angoulême, na França, e recebeu em 2017 uma adaptação para o cinema (ainda inédita no Brasil) dirigida por Marc Meyers. E uma estreia excepcional da Darkside Books no mercado de quadrinhos, mostrando que a excelência mostrada em seus livros será aplicada também em suas HQs.

Indispensável!

Assista ao lyric video de “My Only True Friend”, primeiro single do disco póstumo de Gregg Allman

quinta-feira, agosto 10, 2017

Southern Blood, disco póstumo de Gregg Allman, será lançado dia 8 de setembro e promete ser emocionante.

O primeiro single do álbum, “My Only True Friend”, fala da relação de Gregg com o irmão Duane, falecido em 1970, e ganhou um lyric video.

Beleza pura, como você pode assistir abaixo:

Rio Grande Blues lança campanha de financiamento coletivo para finalizar seu terceiro disco

quinta-feira, agosto 10, 2017

Um dos bons nomes da cena blues brasileira, a banda paulista Rio Grande Blues está com uma campanha para finalizar o seu terceiro álbum. O disco é o sucessor de Rainy Day (2011) e Rose’s Cafe (2015) e tem o título de Ramblin’ Soul.

Conheci o Rio Grande Blues através do segundo trabalho, Rose’s Cafe, que me foi enviado pela própria banda, e me surpreendi muito positivamente com uma música agradável e repleta de feeling.

Para colaborar com o lançamento de Ramblin’ Soul e receber diversos brindes de acordo com o valor que você decidir participar, clique neste link.

Recomendo, é uma ótima banda e vale a pena ajudar a viabilizar este projeto.

Stoned Jesus retorna ao Brasil para shows em cinco capitais

quinta-feira, agosto 10, 2017

Após uma bem sucedida turnê brasileira em maio de 2016, o trio ucraniano Stoned Jesus está de volta ao Brasil para uma turnê que começa neste final de semana e passará por cinco capitais. A banda tocará nas datas e locais abaixo:

13/08 - Florianópolis - Célula Showcase
17/08 - Rio de Janeiro - La Esquina
18/08 - Belo Horizonte - Stonehenge Rock Bar
19/08 - São Paulo - Clash Club
20/08 - Goiânia - Goiânia Noise

O giro celebra os cinco anos do álbum Seven Thunders Roar, lançado em 2012 e considerado um dos melhores discos do stoner contemporâneo. Os shows terão abertura da banda Red Mess, de Londrina - a única exceção será em Floripa, que contará com o Cobalt Blue como banda de abertura.




Serviço abaixo:

Stoned Jesus em Florianópolis
Data: 13 de agosto de 2017
Horário: a partir das 18 horas
Bandas: Cobalt Blue + Stoned Jesus 
Local: Célula Showcase 
Endereço: rodovia João Paulo, 75 
Ingressos: R$ 33 - promocional/lote de abertura até 9/6 (http://migre.me/wLkkj); lote 1, mediante doação de um 1 kg de alimento: R$ 40; meia entrada, mediante doação de um 1 kg de alimento: R$ 40; lote 1, inteira: R$ 80. 
Ingressos físicos (sem taxa): Roots Records, no Centro Comercial ARS, e no Célula Showcase
Comissários (sem taxa; combine local de entrega ou deposite): Ed Macedo (48) 98464-7214 - Centro, Trindade/redondezas e São José. Chicão Senegal (48) 99101-5853 - Itacorubi, Córrego Grande, Parque São Jorge, Pantanal, Trindade, Carvoeira, UFSC e UDESC.

Stoned Jesus no Rio de Janeiro
Data: 17 de agosto de 2017
Horário: a partir das 19 horas
Bandas: Red Mess (19h30) + Blind Horse (20h30) + Stoned Jesus (21h30)
Local: La Esquina
Endereço: avenida Mem de Sá, 61
Ingressos: antecipado promocional/meia entrada: R$ 60, sem taxa de conveniência até o final de junho. Online: https://www.sympla.com.br/stoned-jesus-no-rio-de-janeiro---17-de-agosto-no-la-esquina__153531; na hora: R$ 80. 
Pontos físicos: 
Rocksession (rua Conde de Bonfim, 80, loja 3 - subsolo; 3168-4934)
Tropicália Discos (praça Olavo Bilac, 28 - Sala 207 - Centro; 2224-9215)
Hocus Pocus DNA - apenas em dinheiro (rua 19 de fevereiro, 186 - Botafogo; 3452-3377) 

Stoned Jesus em Belo Horizonte (Festival Rock do Deserto)
Data: 18 de agosto de 2017
Horário: a partir das 21 horas
Bandas: Stoned Jesus + a confirmar 
Local: Stonehenge Rock Bar
Endereço: Rua dos Tupis, 1448, Barro Preto
Ingressos: promocional até 18 de agosto: R$ 40 - https://www.sympla.com.br/festival-rock-do-deserto-4__153689

Stoned Jesus em São Paulo
Data: 19 de agosto de 2017
Horário: a partir das 18 horas
Bandas: Red Mess (18h30) + Cobalt Blue (19h30) + Stoned Jesus (20h30)
Local: Clash Club
Endereço: rua Barra Funda, 969
Ingressos: antecipado promocional/meia entrada: R$ 70, sem taxa de conveniência até o final de junho. 
Pontos físicos:
Yoga Punx (rua Doutor Cândido Espinheira, 156, Perdizez, (11) 94314-7955)
Volcom (rua Augusta, 2490; apenas em dinheiro, (11) 3082-0213)
Loja 255 na Galeria do Rock, (11) 3361-6951
Ratus Skate Shop (rua Doná Elisa Fláquer, 286, Centro, em Santo André, (11) 4990-5163)

Stoned Jesus no 23º Goiânia Noise 
Data: 20 de agosto de 2017

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