25 de ago de 2017

Review: Pristine - Ninja (2017)

sexta-feira, agosto 25, 2017

A intensidade de bandas escandinavas com sons voltados para o hard e o psychedelic rock é grande, que mal cabe na palma da mão. Aqui no site já vimos resenhas da banda Blues Pills (Suécia) e da cantora Ina Forsman (Finlândia). Dessa vez, mais um grupo da Escandinávia (Noruega) vem dar seu ar da graça por aqui.

Pristine é uma banda norueguesa da cidade de Tromsø, formada por Heidi Solheim (vocais), Espen Elverun Jakobsen (guitarra), Asmund Wilter Kidal Erikson (baixo), Aleksander Kostopoulos (bateria), Anders Oskal (hammond e clavinet), Terje Johannensen (trompete, guitarra acústica e elétrica) e Andreas Mjos (percussão e sintetizador). 

O septeto teve destaque internacional ao disputar o The International Blues Challenge de 2012, em Memphis, nos Estados Unidos, onde chegou à semifinal. A banda tem influências do blues tradicional, funk e blues rock dos anos 1970. A voz de Solhein já foi comparada a artistas do gênero como Beth Hart, Dana Fuchs e Janiva Magness. Seu primeiro trabalho, Detoxing, foi lançado em 2011, seguido por No Regret (2013) e Reboot (2016). É de se notar também a semelhança com o suecos Blues Pills, principalmente se compararmos as vozes de Heidi Solheim com Elin Larsson.

Depois de três álbuns lançados por gravadoras locais, o Pristine conseguiu dar um salto maior na carreira ao migrar para a alemã Nuclear Blast, selo conhecido por focar em nome mais extremos do metal e hard rock. Seu quarto disco, Ninja, foi lançado no dia 23 de junho e conta com 10 músicas e duas bônus track. 

A faixa de abertura, "You Are the One", mostra uma pegada no estilo Joss Stone, que leva o ouvinte ao deleite com um ritmo blues e soul, onde Heidi já mostra seu serviço. Uma curiosidade é que os primeiros acordes de "You Are the One" lembram uma outra canção, tirada do segundo álbum (No Regret), chamada  "Carry Your Own Weight". A música seguinte, "Sophia", mantém o nível, mas com um pouco mais de pop no arranjo. "The Perfect Crime" é uma canção que podia muito bem ter sido gravada por Adele ou Amy Winehouse, onde, mais uma vez, Heidi se sobressai ao tocar uma balada mais relaxante. Com "The Rebel Song" percebe-se uma mudança em sua sonoridade, se comparado aos três discos anteriores, onde vemos uma banda bastante parecida com os suecos do Blues Pills que, aliás, tocaram juntos em uma turnê pela Europa, em 2016.

Na última metade do disco, o Pristine aparece mais experimental, como em "The Parade", onde o trompete dá um tom mais suave à faixa. A soturna "Jekyll & Hyde" nos leva a um caminho mais hipnótico, onde a voz de Solheim, mais uma vez, chama a atenção. "Forget" e "Ocean" dão números finais ao disco com toques acústicos e melancólicos, respectivamente. Ainda temos as músicas "California" (do disco Reboot) e "No Regret" (de No Regret), tiradas de um show ao vivo, gravado na cidade Tromso, terra natal do grupo, acrescentadas como extras.

Ninja é o trabalho mais ousado da banda até agora. Não tem a vitalidade dos seus dois últimos álbuns, Reboot e No Regret, mas digamos que é o produto final tirado da matéria bruta, no caso de seus três primeiros discos. No entanto, merece uma boa escutada por tudo que traz, mesmo com boas canções e com outras em que o ritmo dá uma diminuída, como no caso da segunda metade do disco. Por se tratar da Nuclear Blast, acho que o objetivo da gravadora foi com que a banda pudesse ter um estilo parecido com o dos suecos do Blues Pills, o que torna-se bem perceptível em algumas faixas. Pelo menos a mudança fez bem, e mostra que o Pristine está preparado para alçar voos maiores.

Por Renan Esteves

Disco do Sons of Apollo sairá no Brasil pela Hellion Records

sexta-feira, agosto 25, 2017

O primeiro álbum do supergrupo Sons of Apollo, Psychotic Symphony, tem previsão de lançamento para o final de outubro. A boa notícia é que o disco será lançado no Brasil pela Hellion Records.

O Sons of Apollo é formado por Jess Scott Soto, Ron “Bumblefoot" Tall, Derek Sherinian, Billy Sheehan e Mike Portnoy, e, ao que tudo indica, marca o retorno do baterista a uma sonoridade mais próxima aquela que o consagrou no Dream Theater.

Abaixo está o tracklist: 

1. God of the Sun
2. Coming Home
3. Signs of the Time
4. Labyrinth
5. Alive
6. Lost In Oblivion
7. Figaro’s Whore
8. Divine Addiction
9. Opus Maximus

Review: Exit Eden - Rhapsodies in Black (2017)

sexta-feira, agosto 25, 2017

Através dos tempos, por diversas vezes o pop e o erudito se encontraram na história da música. Dessa vez e mais uma vez o encontro se dera de forma bem feliz e oportuna com um ótimo debut, o álbum Rhapsodies in Black da banda Exit Eden.

O grupo das quatro vozes lírico-femininas é capitaneado pela soprano norte-americana Amanda Somerville (Avantasia, Epica, Edguy, Trillium) e completado pela brasileira Marina LaTorraca (Phantom Elite, Avantasia), pela francesa Clémentine Delauney (Visions of Atlantis, Serenity) e pela suíça Anna Brunner (Amar Quartet), esta última sendo também violinista.

O trabalho nos remete a uma série de releituras da música pop dos anos 1980 para cá sempre no formato de metal sinfônico, mas mantendo uma sonoridade acessível, com algumas canções saindo um pouco mais das estruturas originais e outras nem tanto, sendo apenas temperadas com o peso e o toque erudito.

Como destaque cito a ótima versão de "Frozen", canção de Madonna, aqui com a especialíssima participação da frontwoman do Epica, Simone Simons, que também aparece bem em "Skyfall", tema do filme homônimo do agente 007 interpretado originalmente por Adele.

Depeche Mode, Bryan Adams, Bonnie Tyler e Lady Gaga foram bem lembrados e executados em suas canções respectivas, "Question Of Time", "Heaven", "Total Eclipse of the Heart" e "Paparazzi", sempre com arranjos bem orquestrados, as vozes das sopranos muito bem postadas e um pesinho pra fazer a coisa ficar boa.

Concluindo, o Exit Eden nos entrega um álbum de symphonic metal feito para apreciadores do gênero e "para a família", com uma sonoridade peculiar ao estilo e concomitantemente sendo de fácil absorção. Um disco gostoso de se ouvir sozinho ou deixando rolar numa reunião com familiares e/ou amigos, enquanto se beberica e papeia-se ao som dessas quatro excelentes sopranos de quatro nações diferentes.

O quarteto já tem show marcado para o Festival Metal Dayz em Hamburgo, no dia 22 de setembro. Torçamos para que isso rode o mundo e ganhe um registro audiovisual ao vivo.



Geddy Lee e Alex Lifeson estão montando novo projeto e seguirão a carreira sem Neil Peart

sexta-feira, agosto 25, 2017

Não é segredo para ninguém que o Rush está parado pelas diferentes visões em relação ao futuro da banda. Enquanto Geddy Lee e Alex Lifeson estão cheios de energia e querem continuar a carreira, Neil Peart decidiu que é hora de se aposentar e deu por encerrada a sua jornada musical.

A boa nova é que, segundo o sempre bem informado radialista norte-americano Eddie Trunk, Lee e Lifeson estão trabalhando em um novo projeto juntos, em que pretendem gravar novas músicas e sair em turnê, equilibrando o setlist com clássicos do Rush. Para tanto, a dupla deve chamar um baterista para a empreitada, que deve se chamar apenas Lee/Lifeson. De acordo com Trunk, esse novo projeto não deve demorar para ser anunciado.

Já em relação a Peart, o baterista está bem e muito feliz, seguindo a vida com a sua família e filhos, suas motos e seus livros.

Abaixo está a declaração de Eddie Trunk sobre o assunto:

Minha Coleção: o lindo acervo de discos do carioca Hernann Pinheiro

sexta-feira, agosto 25, 2017

De colecionador pra colecionador, faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Bem, primeiramente gostaria de agradecer a oportunidade, acompanho a Collectors Room há bastante tempo, e pra mim é um grande prazer estar participando dessa coluna. Meu nome é Hernann Pinheiro, 44 anos, comerciante, de São João da Barra, RJ, um modesto colecionador e amante da boa música, principalmente o rock e suas vertentes. 

Quantos discos você tem em sua coleção?

Acredito que uns 600 LPs, 400 CDs e mais uma centena de DVDs e blu-rays. 

Quando você começou a colecionar discos?

Como muitos da minha geração, o interesse pela música surgiu a partir do primeiro Rock in Rio, em 1985. Logo depois comecei gravando algumas fitas e comprando alguns LPs.




Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Não tenho muita certeza, mas acho que foi o CODA do Led Zeppelin. E sim, tenho até hoje em minha coleção.

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

Na verdade, quando percebi já tinha vários LPs e fitas-cassetes, então a partir daí acho que passei a me considerar um colecionador. 

Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

Por ordem alfabética e por ano de lançamento dos artistas e bandas.

Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?

Então, esse é o meu maior problema (risos). Mandei fazer uma estante, mas já não há mais espaço pra nada. Se tudo correr bem, tenho planos de, ainda nesse ano, construir um espaço pra arrumar minha coleção de forma organizada.




Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

Procuro sempre manter meus CDs e LPs limpos e nos plásticos, principalmente os LPs, com plásticos internos e externos novos, mas ainda acho que a melhor maneira de conservar sua coleção é você não emprestar a ninguém (risos).

Concordo (risos). Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?

Não, tenho coisas aqui que ainda estão lacradas, mas estou sempre ouvindo meus títulos, geralmente nos finais de semana.

Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

Curto vários gêneros, mas predomina o rock e suas vertentes como o hard, progressivo, blues rock, southern rock, metal e por aí vai. Escolher uma banda é difícil, mas uma das preferidas é o Black Sabbath.  




De qual banda você tem mais itens em sua coleção?

Talvez Black Sabbath ou Led Zeppelin.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Acho que não tenho nada que chegue a ser considerado raro, mas tenho algumas coisas aqui que curto bastante, como o box do Thick as a Brick do Jethro Tull com 2 LPs, o box japonês do Led com CDs em formato mini LPs, o box da Irish Tour 74 do Rory Gallagher com 7 CDs e 1 DVD, o box com 4 CDs do Paranoid do Sabbath e essas últimas reedições em vinil do Led, que ficaram excelentes.   

Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?

Na verdade tenho algumas coisas repetidas aqui, mas não faço questão de ter mais de uma versão do LP ou CD. Alguns, inclusive, já me desfiz e peguei coisas que ainda não tinha na coleção.

Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção?

Sim, tenho alguns livros e curto comprar camisetas de bandas também.



Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

Quase sempre pela internet. Aqui na minha região não existem lojas especializadas.

Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 

Os LPs costumo comprar na Hip Hop Vinil, uma loja de Belo Horizonte que tem ótimos títulos entre novos e usados em ótimo estado. Já os CDs compro na Die Hard e fico sempre de olho nas promoções das Saraivas da vida (risos).

Qual foi o lugar mais estranho em que você já comprou discos?

Comprar, não me lembro, mas estava na casa de uns amigos em Cabo Frio e encontrei o Hot Buttered Soul do Isaac Hayes no meio de um monte de entulho, e o disco estava em perfeito estado. Peguei na hora, é claro (risos).




O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

Geralmente acham estranho, e na maioria das vezes fazem aquela pergunta clichê que todo colecionador detesta: "Por que você não põe as músicas num pendrive?” (risos)

Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?

A primeira coleção que me inspirou foi de um amigo mais velho, o Chico Mesquita, aqui da minha cidade. E os famosos né, como o Ed Motta e o Kid Vinil. Quem não fica babando com a coleção desses caras?

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Independente do valor financeiro, toda coleção sempre tem uma história, né? Cada LP, cada CD ou música acaba se tornando um aprendizado e te mostrando coisas novas. 




Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Praticamente impossível (risos). Sempre vai aparecer alguma coisa interessante, uma reedição bacana que você vai querer adquirir.

O que significa ser um colecionador de discos?

É tentar preservar a música na sua forma mais valiosa, ou seja, no formato físico (seja em LP ou CD), e torcer para que as novas gerações aprendam a valorizar isso. É uma tarefa árdua, mas eu vou continuar fazendo a minha parte. 



Qual o papel da música na sua vida?

Essencial. A cada audição, uma sensação diferente, uma nova descoberta. Difícil imaginar a vida sem música.         

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?

No momento estou ouvindo o Triplicate (trabalho mais recente do Bob Dylan), o novo do Mastodon (Emperor of Sand), Blackstar do Bowie e uma banda de Vitória, Muddy Brothers, que faz um som bem interessante com influências do hard setentista. E os clássicos, é claro, que nunca saem da playlist. 


24 de ago de 2017

Review: Daniel Zé - Calma Karma (2017)

quinta-feira, agosto 24, 2017

Ex-integrante das bandas Killers, Red Fox e Clave de Clóvis, Daniel Zé deu partida em sua carreira solo em 2014 com o álbum Memórias Meio Inventadas. E agora, três anos depois, dá sequência à construção do seu universo sonoro com Calma Karma.

Não conheço o primeiro trabalho de Daniel, já deixo claro de saída. E esse segundo me impressionou muito. O que ouvimos nas dez faixas do disco mostra influências de nomes como Mutantes, Júpiter Maçã e da Jovem Guarda, criando um autêntico rock psicodélico com raízes bem fincadas no solo brasileiro.

Com ecos da invasão britânica, como bem convém, e até algumas pequenas reminiscências dos primeiros passos da Cachorro Grande (sutis, bem sutis), Daniel Zé gravou um disco muito agradável e repleto de boas canções. Responsável pelo vocal, violão e guitarra, Zé vem acompanhado por uma competente banda formada por Hélio Pisca (teclado), Guto Costa (baixo) e Leandro Amorim (bateria). A produção de Lennon Fernandes intensifica as qualidades de todos e aposta em uma mixagem bastante orgânica e que remete diretamente ao passado, caminhando para longe de tendências atuais e, daqui a pouco tempo, ultrapassadas. Por isso mesmo, tenho a forte sensação de estar ouvindo um álbum atemporal, com potencial para viver uma longa jornada ao lados dos apreciadores dos bons sons.

Financiado através de uma campanha de crowfunding, Calma Karma é uma bela e gratificante surpresa para os ouvidos, e que merece chegar até todo fã de música. Entre as faixas, destaque para “Ágatas”, “Walden”, “Homem Duplicado” e “Esplênico”, pelo menos no meu ponto de vista.

Ouça, porque a surpresa será boa!

Netflix produz documentário sobre Lady Gaga

quinta-feira, agosto 24, 2017

Estreará em setembro na Netflix o documentário Gaga: Five Foot Two. No filme, veremos o cotidiano e a vida pessoal de uma das maiores popstars do mundo, focando muito mais na pessoa do que na artista.

Gaga: Five Foot Two estreará dia 22 de setembro, somente na Netflix.

Abaixo estão todos os teasers do documentário compartilhados por Lady Gaga em seu perfil no Instagram:

Trivium mostra nova música e confirma novo álbum para outubro

quinta-feira, agosto 24, 2017

O novo disco do Trivium, The Sin and the Sentence (cuja capa estampa este post), será lançado dia 20 de outubro, e a banda norte-americana vai aos poucos mostrando o que preparou para os fãs.

Após divulgar a música título do álbum, agora o quarteto soltou “The Heart From You Hate”. Como sempre, temos baldes de melodia, mas dessa vez equilibrando passagens mais suaves e pegajosas com o peso característico, mostrando que a banda está em uma ótima fase criativa.

Ouça “The Heart From You Hate” abaixo:

Box de 4 LPs celebra a obra do genial Prince

quinta-feira, agosto 24, 2017

Será lançado dia 15 de setembro o box Prince4EVER, caixa com quatro LPs que traz 40 músicas com o melhor da carreira do falecido músico norte-americano.

Com exceção do tracklist, não foram informados maiores detalhes sobre o box.

Abaixo estão as músicas que fazem parte da caixa:

Side 1
1. 1999 (Edit)
2. Little Red Corvette
3. When Doves Cry
4. Let’s Go Crazy – Prince & The Revolution
5. Raspberry Beret – Prince & The Revolution
6. I Wanna Be Your Lover (Single Version)

Side 2
1. Soft and Wet
2. Why You Wanna Treat Me So Bad?
3. Uptown (Single Version)
4. When You Were Mine
5. Head
6. Gotta Stop (Messin’ About)

Side 3
1. Controversy (Single Version)
2. Let’s Work
3. Delirious (Edit)
4. I Would Die 4 U – Prince & The Revolution
5. Take Me With U – Prince & The Revolution
6. Paisley Park – Prince & The Revolution

Side 4
1. Pop Life – Prince & The Revolution
2. Purple Rain – Prince & The Revolution
3. Kiss – Prince & The Revolution
4. Sign ‘O’ The Times (Single Version)

Side 5
1. Alphabet St.
2. Batdance
3. Thieves in the Temple
4. Cream – Prince & The New Power Generation
5. Mountains – Prince & The Revolution
6. Girls & Boys – Prince & The Revolution

Side 6
1. If I Was Your Girlfriend
2. U Got the Look
3. I Could Never Take the Place of Your Man
4. Glam Slam
5. Moonbeam Levels

Side 7
1. Diamonds and Pearls (Edit) – Prince & The New Power Generation
2. Gett Off – Prince & The New Power Generation
3. Sexy M.F. – Prince & The New Power Generation
4. My Name Is Prince (Single Version) – Prince & The New Power Generation

Side 8
1. 7 (Album Edit) – Prince & The New Power Generation
2. Peach
3. Nothing Compares 2 U (Edit) – Prince & The New Power Generation

23 de ago de 2017

Phil Rudd vai lançar um novo single solo

quarta-feira, agosto 23, 2017

Phil Rudd, ex-baterista do AC/DC, lançará no dia 29 de setembro um novo single solo, com a música “Sun Goes Down”. 

Rudd está com uma nova banda formada por Allan Badger (vocal), Geoffrey Martin (guitarra), Michael Furness (guitarra) e John Proctor (baixo). O quinteto está rodando a Europa promovendo o primeiro disco do baterista, Head Job, lançado em 2014.

Abaixo estão alguns vídeos com performances recentes da banda de Phil Rudd relendo clássicos do AC/DC e composições do seu álbum de estreia:

Review: Instinto Animal - Vertigem (2016)

quarta-feira, agosto 23, 2017

Formado em São Paulo em 2013, o Instinto Animal lançou o seu primeiro disco no final de 2016, trabalho esse que somente agora chegou às minhas mãos. E meu amigo, se você gosta de rock, eis aqui um CD com todos os ingredientes para agradar os seus ouvidos.

A proposta do trio formado por Leo Fernandes (vocal e guitarra), Urso (baixo) e Dani Martins (bateria) é entregar um rock construído a partir de riffs que remetem à sonoridade clássica do estilo, tendo como principais influências ícones como Black Sabbath, Led Zeppelin e todo o panteão do hardão setentista. Além disso, fica evidente que os caras também bebem muito na linha do hard contemporâneo saudosista, na escola de bandas como o Wolfmother, por exemplo.

Nesse aspecto, a formatação guitarra-baixo-bateria voa alto, criando uma sonoridade orgânica e pesada, onde a guitarra dita os caminhos sonoros enquanto baixo e bateria tecem interações constantes. Por cima de tudo, a voz aguda de Fernandes canta letras sobre temas do cotidiano, facilitando a assimilação do discurso proposto pela banda.

Com uma produção que não deve nada a nomes muito mais conhecidos, Vertigem traz onze faixas diretas ao ponto, que transbordam energia e fazem o coração bater mais forte. De modo geral, a sonoridade do trio agradará quem curte o trabalho dos ótimos Carro Bomba e Baranga, por exemplo, ainda que seja menos pesado que o primeiro e não apresente tantas influências de blues como o segundo.

Há também momentos mais intimistas, como a bonita “Novo Começo”, onde outra das qualidades da banda salta aos ouvidos: a maturidade para explorar as características que o formato power trio oferece. A canção é cheia de espaços onde um instrumento se sobressai aos outros, em saudáveis momentos que permitem que a música sempre respire. Outro ponto de destaque é o belo solo de Leo Fernandes, algo que se repara em todo o trabalho e que em “Novo Começo”, até pela abordagem mais calma e menos acelerada, acaba ficando mais evidente. Essa característica mais contemplativa, digamos assim, aparece também em músicas como “Fora de Lei” e “O Fim”, ambas com evidentes ecos psicodélicos. A segunda, inclusive, me trouxe à mente a recordação do soturno Presence, lançado pelo Led Zeppelin em 1976 e cheio de blues tortos como “For Your Life” e “Tea for One”. 

Em Vertigem temos a estreia da uma banda pra lá de promissora, que mostra talento para construir uma carreira que só tem a crescer nos próximos anos. Conheça e apoie o som dos caras, porque eles realmente merecem todo o reconhecimento possível.





Jane Train, manager do Adrenaline Mob, falece

quarta-feira, agosto 23, 2017

Jane Train, manager do Adrenaline Mob, faleceu nesta quarta-feira, 23 de agosto. Ela sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em 62% do corpo no acidente sofrido pela banda norte-americana há cinco semanas, que também vitimou fatalmente o baixista David Z. A notícia foi confirmada pela mão de Jane, Lucille Joyner, em uma postagem no Facebook.

Jane tinha 48 anos e, além de manager do grupo, era também vocalista da banda M80.

Assista “The Sky is a Neighborhood”, novo clipe do Foo Fighters

quarta-feira, agosto 23, 2017

O Foo Fighters soltou hoje o segundo single de Concrete and Gold, seu novo disco, que será lançado dia 15 de setembro.

A música tem um apelo pop marcante equilibrado com a pegada rock característica da banda norte-americana, e tem cara de que se transformará em um dos grandes momentos dos shows futuros do grupo.

O vídeo conta com a participação das filhas de Dave Grohl.

Assista abaixo:

Vinyl mashup, o sensacional projeto do publicitário paulista Leonardo Brandão

quarta-feira, agosto 23, 2017

Fã inveterado de música, o publicitário paulista Leonardo Brandão Rodrigues desenvolveu um projeto pessoal chamado Vinyl Mashup, onde une capas de discos de diferentes artistas em um resultado final divertido e muito criativo.

Músico e designer gráfico nas horas vagas, Leonardo conseguiu traduzir a paixão comum a todos os apreciadores de música em um projeto muito interessante, e que temos o prazer de compartilhar aqui no site.

Confira abaixo o incrível trabalho de Leonardo Brandão em 35 artes exclusivas - e desde já, os nossos parabéns pela ideia!




































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