O
Black Sabbath colocou a tela acima em seu site oficial. Ainda não há
maiores informações do que ela significa, mas parece bem óbvio
para quem vem acompanhando os acontecimentos dos últimos meses.
Então,
vamos lá: provavelmente, dia 11/11/11, sexta-feira da semana que
vem, será anunciado o tão aguardado retorno da formação original
do grupo, com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward
tocando juntos novamente. Façam as suas apostas!
E,
para entrarmos no clima, coloque nos comentários a sua opinião a
respeito dessa volta do Sabbath original. O que você espera? Gostou?
Não gostou? Quero saber o que vocês pensam sobre esse assunto!
O
Iced Earth acabou de confirmar que tocará em nosso país em março
de 2012. A turnê sul-americana passará pelas cidades de São Paulo,
Curitiba e Porto Alegre, além de Caracas, Buenos Aires e Santiago do
Chile.
A
banda acabou de lançar o excelente Dystopia, primeiro disco
com o vocalista Stu Block. A repercussão tem sido ótima tanto na
crítica especializada quanto nos fãs, que fizeram o Iced Earth
alcançar uma inédita quarta posição nos charts da Billboard.
Confira
abaixo as datas e locais da turnê brasileira:
Durante
1958 e 1967, o quarteto de Dave Brubeck foi uma das agremiações
mais criativas e influentes do jazz. O álbum lançado pelo grupo em
1959, Time Out, é um dos discos mais vendidos da história do
gênero, e, ao lado de trabalhos como Kind of Blue de Miles
Davis, Mingus Ah Hum de Charles Mingus, Giant Steps de
John Coltrane e The Shape of Jazz to Come! de Ornette Coleman
– todos lançados naquele ano -, um divisor de águas na história
do estilo. Uma de suas faixas, a eterna “Take Five”, é um dos
maiores clássicos do jazz e uma espécie de marca registrada de
Brubeck.
O
quarteto formado por Dave (piano), Paul Desmond (saxofone), Eugene
Wright (baixo) e Joe Morello (bateria) se separou em 1967, pondo fim
a uma das trajetórias mais impactantes do jazz. O último show do
grupo, realizado em 26 de dezembro de 1967 em Pittsburgh, na
Pensilvânia, foi lançado oficialmente no último dia 01/11, e é
uma gravação histórica para os colecionadores do gênero.
Intitulado
Their Last Time Out: The Unreleased Live Concert December 26,
1967, o disco é duplo e traz 15 faixas, incluindo releituras
para clássicos como “St. Louis Blues”, “These Foolish Things”,
“Take the 'A' Train” e “Someday My Prince Will Come”. Além
disso, o encarte traz um longo texto escrito por Richard Torres, com
informações sobre o período.
Pela
primeira vez em nossa série de enquetes sobre os melhores discos de
heavy metal lançados ano a ano, tivemos um empate. Painkiller,
do Judas Priest, e Rust in Peace, do Megadeth, tiveram a mesma
quantidade de votos e dividiram o primeiro lugar na preferência dos
leitores.
Na
sequência, dois outros discos também obtiveram uma grande
quantidade de votos – Cowboys from Hell e Seasons in the
Abyss, do Pantera e do Slayer.
Confira
o resultado final:
Judas
Priest – Painkiller – 32%
Megadeth
– Rust in Peace – 32%
Pantera
– Cowboys from Hell – 18%
Slayer
– Seasons in the Abyss - 10%
Queensrÿche
– Empire - 3%
Anthrax
– Persistence of Time – 1%
Entombed
– Left Hand Path - 1%
Death
– Spiritual Healing - 1%
Bathory
– Hammerheart – 1%
Kreator
– Coma of Souls - 1%
Já
que tivemos um empate, pergunto: qual é melhor? Painkiller ou
Rust in Peace? Deixe a sua opinião nos comentários e nos
ajude a desempatar!
Nenhuma
banda brasileira, em qualquer estilo, tem o reconhecimento
internacional que o Krisiun possui hoje. Desde o auge do Sepultura,
na primeira metade dos anos noventa, nenhum grupo saído de nosso
país havia ido tão longe. Todo o reconhecimento em relação ao
trabalho do Krisiun é merecido, afinal a banda dos irmãos Kolesne
é, sem dúvida, uma das maiores e mais interessantes não só do
death metal, mas do metal como um todo, já há alguns anos.
O
novo disco do trio, The Great Execution, saiu no último dia
31 de outubro, e, além de manter a banda no topo, tem tudo para
fazê-la crescer ainda mais. Sem medo de ousar e evoluir, Alex
Camargo (vocal e baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne
(bateria) deram um passo à frente. The Great Execution é o
álbum mais longo da história do Krisiun, com mais de 1 hora de
duração. As composições também estão maiores, e apresentam
muito bem-vindas variações rítmicas, saindo da velocidade pura
característica e investindo em andamentos mais cadenciados. É claro
que os trechos rápidos, com a bateria de Max entregando blast beats
à velocidade da luz, estão presentes, mas não são mais o prato
principal. Isso, aliado à presença maior de melodia, faz com que as
novas composições se aproximem do thrash metal.
O
fato é que o Krisiun saiu de sua zona de conforto, arricando-se
corajosamente. As dez faixas de The Great Execution, ainda que
mantenham a forte personalidade do grupo, são diferentes de tudo o
que a banda já gravou. A evolução técnica dos músicos é
gritante, e isso foi repassado para as composições. Mas calma, não
precisa ficar preocupado. Eu sei que o termo “evolução”, quando
aplicado ao metal extremo, causa arrepios nos mais radicais, e com
razão. No caso do Krisiun, o que ocorre é que a banda usa com
inteligência o conhecimento e a experiência para dar um passo à
frente sem perder o extremismo de sua música. As variações de
velocidade nas faixas fazem com que elas respirem e tornem-se ainda
mais potentes. O grupo sabe como poucos criar e manter passagens
intensas em suas canções, que retesam o corpo do ouvinte e afetam
diretamente os seus músculos, como ocorre em “The Extremist”,
por exemplo.
Produzido
por Andy Classen (Rotting Christ, Legion of the Damned, Belphegor),
The Great Execution tem uma sonoridde orgânica e pura que
contrasta com a maioria dos trabalhos de metal extremo lançados
atualmente, repletos de elementos artificiais criados em estúdio.
A
banda acerta a mão violentamente em diversos momentos.
“Blood of Lions”, “The Will to Potency”, a espetacular
faixa-título, “Descending Abomination” e “Rise and Confront”
são destaques imediatos, assim como as participações especiais do
guitarrista Marcello Caminha em “The Sword of Orion” tocando um
violão flamenco em resposta aos riffs de Moysés, e do mito João
Gordo em “Extinção em Massa”, cantada em português.
The
Great Execution traz um Krisiun mais maduro e ainda mais
competente. As mudanças aplicadas pela banda em seu som funcionaram
maravilhosamente, tornando o novo álbum um dos seus melhores
trabalhos.
Um
dos melhores álbuns de metal do ano, sem dúvida alguma.
Durante
os anos 1980 houve uma espécie de febre entre os músicos, que se
reuniram em diversos projetos beneficentes. Foi assim que surgiram o
Live Aid e o USA for Africa, esse último responsável por “We're
are the World”. O heavy metal não poderia ficar de fora. Ronnie
James Dio chamou a responsabilidade para si e organizou o Hear'n Aid,
que uniu diversos ícones do hard e do metal e resultou em um álbum
e um vídeo.
Pois
bem. Agora, o cultuado LP do Hear'n Aid será lançado pela primeira
vez em CD, assim como o vídeo, que voltará às lojas em DVD. Até
hoje, ambos só haviam sido disponibilizados em vinil e VHS. A Niji
Entertainment, empresa criado por Dio ao lado de sua esposa Wendy,
anunciou que colocará os itens nas lojas para alegria dos fãs, que
até hoje não se conformavam com o fato do álbum não ter uma
versão em CD.
Esse
é um item obrigatório do metal oitentista, não só pela belíssima
“Stars”, gravada por todos os músicos participantes, mas também
pelos diversos b-sides espalhados ao longo do álbum, de nomes como
Kiss, Rush, Accept, Motorhead e Jimi Hendrix. Toda a renda desse
relançamento será repassada para a Stand Up and Shout, instituição
criada em memória de Dio e que dá apoio aos portadores de câncer.
Antes
de falar de Festivals of the Wicked, novo lançamento do Iced
Earth disponibilizado no Brasil em DVD e CD pela Shinigami Records,
vale mencionar que, apesar de já existirem dois vídeos com o nome
do grupo na capa, esse é de fato o primeiro DVD oficial da banda de
Jon Schaffer. Explico: Gettysburg (1863) (2005) era um
documentário sobre a Guerra Civil norte-americana, uma das fixações
de Schaffer, e cuja trilha contava com sons do Iced Earth. E Alive
in Athens (2006), vídeo gravado durante os mesmos shows que
deram origem ao ótimo álbum triplo ao vivo homônimo lançado em
1999, foi colocado no mercado pela Century Media sem autorização de
Schaffer, e conta com qualidade de som e imagem apenas mediana.
Dito
isso, a expectativa em relação a Festivals of the Wicked era
imensa. É aí que está o problema. O DVD conta com um documentário
de 1 hora e três shows diferentes. Duas dessas apresentações foram
gravadas em 2008, durante a turnê do álbum The Crucible of Man
(Something Wicked Part 2), e trazem Matt Barlow nos vocais. O
outro foi captado no Wacken Open Air de 2007, quando Tim 'Ripper'
Owens ainda era o vocalista do grupo.
Vamos
começar pelo documentário. Contando com uma longa entrevista com
Jon Schaffer em seu estúdio e pequenos depoimentos dos demais
integrantes, o vídeo peca por não se aprofundar em nenhum dos temas
levantados. Tudo é muito bem produzido, mas também muito raso. O
principal atrativo é o papo com Schaffer, que conta algumas
curiosidades sobre a trajetória do grupo e detalhes sobre como a
atentado de 11 de setembro afetou profundamente a carreira do Iced
Earth. Mas esses assuntos, que poderiam render respostas muito mais
abrangentes e esclarecedoras, não se desenvolvem. Gravado em 2008, o
documentário tem uma cara excessivamente “chapa branca”. De modo
geral o vídeo soa cansativo, muito pelo excesso de cenas
dispensáveis, como as gravadas no ônibus da turnê e que não
acrescentam nada, e também os trechos onde cada integrante é foco
dos comentários dos demais músicos – todos elogiosos, é claro. A
narrativa é entrecortada por algumas faixas retiradas dos shows que
acompanham o pacote, o que, na minha opinião, acaba sendo
desnecessário, pois rouba espaço que poderia ser preenchido com
outro material com cenas que estão também nos shows presentes no
DVD.
O
show principal de Festivals of the Wicked é a apresentação
no festival Metal Camp, na Eslovênia, em 2008. Nele, percebe-se o
quanto Matt Barlow é um vocalista diferenciado e dono de um carisma
quase hipnótico em relação aos fãs. Ainda que fique claro ser
impossível alcançar alguns tons absurdamente altos gravados nas
versões de estúdio, Barlow canta com inteligência, usando as áreas
mais graves da sua voz para deixar as canções ainda mais fortes e
ameaçadoras. A performance da banda nesse show é excelente, com
destaque para as pequenas alterações executadas pelo guitarrista
Troy Steele nos arranjos originais.
Mas,
estranhamente, os melhores concertos ficaram para o segundo disco. O
show no Rock Hard Festival, também de 2008, é ligeiramente superior
ao do Metal Camp. Esse foi o primeiro festival que a banda tocou após
o retorno de Barlow ao grupo, e isso fica claro, com o vocalista e os
demais músicos tocando com sangue nos olhos. As versões presentes
aqui são, em sua maioria, melhores às gravadas no Metal Camp –
que já eram ótimas -, e estão entre os melhores registros ao vivo
do grupo. A única crítica é que as duas apresentações são
praticamente iguais, com exceção de “I Died For You”, executada
somente na Eslovênia. Por mais que se entenda que tratam-se de shows
da mesma tour, a banda poderia ter variado o setlist ou escolhido
outro concerto para colocar nesse DVD, afinal, um lançamento que
conta com três apresentações, sendo que duas delas com
praticamente as mesmas músicas, acaba sendo um certo desperdício de
espaço.
Já
o vídeo que fecha o DVD é o melhor de todos. Ainda que eu não seja
necessariamente fã da fase de Tim Owens no Iced Earth – considero
The Glorious Burden (2004) um grande disco, mas não curto as
suas interpretações para as faixas gravadas originalmente por
Barlow -, o gigantismo de tudo que envolve o Wacken Open Air, o maior
festival de heavy metal do planeta, faz a diferença. Pra começo de
conversa, em termos técnicos essa apresentação é muito superior
às outras duas. As cenas, a edição, os ângulos, a iluminação, o
som – tudo é melhor. Depois, temos o fato de, mesmo já ciente que
estava fazendo um de seus últimos shows com o grupo – ou
justamente por causa disso -, Ripper cantou demais. A sua
performance, mesmo exagerando em alguns momentos ao colocar agudos em
trechos desnecessários, é espetacular. O setlist é diferente dos
dois outros shows, tendo como destaque a execução da trilogia que
fecha o álbum Something Wicked This Way Comes (1998), com as
ótimas “Prophecy”, “Birth of the Wicked” e “The Coming
Curse”. Após assistir esse apresentação em Wacken, a constatação
é óbvia: ela só não é a atração principal do DVD por não
contar com Barlow nos vocais, porque é muito superior às outras
duas.
Fechando, temos os clipes de “The Reckoning”, “When the Eagle
Cries”, “Declaration Day” e “Ten Thousand Strong”, além de
galerias de fotos e outros pequenos quitutes.
O
pacote Festivals of the Wicked conta também com um CD, e é
aqui que a coisa realmente se torna uma grande decepção. A razão
para isso é simples: os shows presentes no DVD somam quase seis
horas de áudio, e o CD conta com apenas 12 faixas, sendo quatro de
cada apresentação. Na boa, o grupo poderia ter lançado um CD duplo
excelente pinçando as melhores faixas dessas três apresentações,
e não um CD que, de um modo geral, não acrescenta nada ao pacote,
sendo quase um item dispensável.
Mesmo
assim, a qualidade das composições e o cuidado com a produção
fazem de Festivals of the Wicked um item muito interessante.
Porém, é inegável que ele poderia ser muito melhor do que
realmente é, ainda mais por se tratar do primeiro DVD lançado de
forma oficial, com o consentimento de Jon Schaffer.
Chegará
às lojas dia 5 de dezembro Amy Winehouse Lioness: Hidden
Treasures. Trata-se de um disco da falecida cantora com gravações
inéditas e covers. Há desde versões já conhecidas – como
“Valerie” e “Tears Dry” - e outras até então inéditas -
“Like Smoke”, “Halftime” e “A Song for You”. Como
curiosidade, há uma releitura da clássica “Garota de Ipanema”,
gravada originalmente em 2002, quando Amy tinha apenas 18 anos.
Confira
abaixo o tracklist:
Our
Day Will Come (Reggae Version)
Between
the Cheats
Tears
Dry
Wake
Up Alone
Will
You Still Love Me Tomorrow (original de Carole King)
Valerie
(original dos Zutons)
Loke
Smoke
The
Girl from Ipanema (original de Tom Jobim)
Halftime
Best
Friends
Body
& Soul (com Tony Bennett)
A
Song for You (original de Donny Hathaway)
Alguma
dúvida de que irá vender como água e será um dos best sellers
deste Natal?