4 de nov de 2011

Black Sabbath: o que irá acontecer dia 11/11/11?

sexta-feira, novembro 04, 2011

O Black Sabbath colocou a tela acima em seu site oficial. Ainda não há maiores informações do que ela significa, mas parece bem óbvio para quem vem acompanhando os acontecimentos dos últimos meses.

Então, vamos lá: provavelmente, dia 11/11/11, sexta-feira da semana que vem, será anunciado o tão aguardado retorno da formação original do grupo, com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward tocando juntos novamente. Façam as suas apostas!

E, para entrarmos no clima, coloque nos comentários a sua opinião a respeito dessa volta do Sabbath original. O que você espera? Gostou? Não gostou? Quero saber o que vocês pensam sobre esse assunto!

Iced Earth: banda tocará no Brasil em março de 2012

sexta-feira, novembro 04, 2011

O Iced Earth acabou de confirmar que tocará em nosso país em março de 2012. A turnê sul-americana passará pelas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de Caracas, Buenos Aires e Santiago do Chile.

A banda acabou de lançar o excelente Dystopia, primeiro disco com o vocalista Stu Block. A repercussão tem sido ótima tanto na crítica especializada quanto nos fãs, que fizeram o Iced Earth alcançar uma inédita quarta posição nos charts da Billboard.

Confira abaixo as datas e locais da turnê brasileira:

24/03 – São Paulo – Espaço Lux
25/03 – Curitiba – Master Hall
27/03 – Porto Alegre – Opinião

3 de nov de 2011

Dave Brubeck Quartet: CD duplo traz as últimas gravações do clássico quarteto

quinta-feira, novembro 03, 2011

Durante 1958 e 1967, o quarteto de Dave Brubeck foi uma das agremiações mais criativas e influentes do jazz. O álbum lançado pelo grupo em 1959, Time Out, é um dos discos mais vendidos da história do gênero, e, ao lado de trabalhos como Kind of Blue de Miles Davis, Mingus Ah Hum de Charles Mingus, Giant Steps de John Coltrane e The Shape of Jazz to Come! de Ornette Coleman – todos lançados naquele ano -, um divisor de águas na história do estilo. Uma de suas faixas, a eterna “Take Five”, é um dos maiores clássicos do jazz e uma espécie de marca registrada de Brubeck.

O quarteto formado por Dave (piano), Paul Desmond (saxofone), Eugene Wright (baixo) e Joe Morello (bateria) se separou em 1967, pondo fim a uma das trajetórias mais impactantes do jazz. O último show do grupo, realizado em 26 de dezembro de 1967 em Pittsburgh, na Pensilvânia, foi lançado oficialmente no último dia 01/11, e é uma gravação histórica para os colecionadores do gênero.

Intitulado Their Last Time Out: The Unreleased Live Concert December 26, 1967, o disco é duplo e traz 15 faixas, incluindo releituras para clássicos como “St. Louis Blues”, “These Foolish Things”, “Take the 'A' Train” e “Someday My Prince Will Come”. Além disso, o encarte traz um longo texto escrito por Richard Torres, com informações sobre o período.

Confira o tracklist:

CD 1
  1. Introduction
  2. St. Louis Blues
  3. Three to Get Ready
  4. These Foolish Things
  5. Cielito Lindo
  6. La Paloma Azul
  7. The the “A” Train
  8. Someday My Prince Will Come

CD 2
  1. Intro to Band Members
  2. Swanee River
  3. I'm in a Dancing Mood
  4. You Go to My Head
  5. Set My People Free
  6. For Drummers Only
  7. Take Five

Enquete da semana: o melhor álbum de metal de 1990

quinta-feira, novembro 03, 2011

Pela primeira vez em nossa série de enquetes sobre os melhores discos de heavy metal lançados ano a ano, tivemos um empate. Painkiller, do Judas Priest, e Rust in Peace, do Megadeth, tiveram a mesma quantidade de votos e dividiram o primeiro lugar na preferência dos leitores.

Na sequência, dois outros discos também obtiveram uma grande quantidade de votos – Cowboys from Hell e Seasons in the Abyss, do Pantera e do Slayer.

Confira o resultado final:

Judas Priest – Painkiller – 32%
Megadeth – Rust in Peace – 32%
Pantera – Cowboys from Hell – 18%
Slayer – Seasons in the Abyss - 10%
Queensrÿche – Empire - 3%
Anthrax – Persistence of Time – 1%
Entombed – Left Hand Path - 1%
Death – Spiritual Healing - 1%
Bathory – Hammerheart – 1%
Kreator – Coma of Souls - 1%

Já que tivemos um empate, pergunto: qual é melhor? Painkiller ou Rust in Peace? Deixe a sua opinião nos comentários e nos ajude a desempatar!


Krisiun: crítica do álbum 'The Great Execution' (2011)

quinta-feira, novembro 03, 2011

Nota: 9,5

Nenhuma banda brasileira, em qualquer estilo, tem o reconhecimento internacional que o Krisiun possui hoje. Desde o auge do Sepultura, na primeira metade dos anos noventa, nenhum grupo saído de nosso país havia ido tão longe. Todo o reconhecimento em relação ao trabalho do Krisiun é merecido, afinal a banda dos irmãos Kolesne é, sem dúvida, uma das maiores e mais interessantes não só do death metal, mas do metal como um todo, já há alguns anos.

O novo disco do trio, The Great Execution, saiu no último dia 31 de outubro, e, além de manter a banda no topo, tem tudo para fazê-la crescer ainda mais. Sem medo de ousar e evoluir, Alex Camargo (vocal e baixo), Moyses Kolesne (guitarra) e Max Kolesne (bateria) deram um passo à frente. The Great Execution é o álbum mais longo da história do Krisiun, com mais de 1 hora de duração. As composições também estão maiores, e apresentam muito bem-vindas variações rítmicas, saindo da velocidade pura característica e investindo em andamentos mais cadenciados. É claro que os trechos rápidos, com a bateria de Max entregando blast beats à velocidade da luz, estão presentes, mas não são mais o prato principal. Isso, aliado à presença maior de melodia, faz com que as novas composições se aproximem do thrash metal.

O fato é que o Krisiun saiu de sua zona de conforto, arricando-se corajosamente. As dez faixas de The Great Execution, ainda que mantenham a forte personalidade do grupo, são diferentes de tudo o que a banda já gravou. A evolução técnica dos músicos é gritante, e isso foi repassado para as composições. Mas calma, não precisa ficar preocupado. Eu sei que o termo “evolução”, quando aplicado ao metal extremo, causa arrepios nos mais radicais, e com razão. No caso do Krisiun, o que ocorre é que a banda usa com inteligência o conhecimento e a experiência para dar um passo à frente sem perder o extremismo de sua música. As variações de velocidade nas faixas fazem com que elas respirem e tornem-se ainda mais potentes. O grupo sabe como poucos criar e manter passagens intensas em suas canções, que retesam o corpo do ouvinte e afetam diretamente os seus músculos, como ocorre em “The Extremist”, por exemplo.

Produzido por Andy Classen (Rotting Christ, Legion of the Damned, Belphegor), The Great Execution tem uma sonoridde orgânica e pura que contrasta com a maioria dos trabalhos de metal extremo lançados atualmente, repletos de elementos artificiais criados em estúdio.

A banda acerta a mão violentamente em diversos momentos. “Blood of Lions”, “The Will to Potency”, a espetacular faixa-título, “Descending Abomination” e “Rise and Confront” são destaques imediatos, assim como as participações especiais do guitarrista Marcello Caminha em “The Sword of Orion” tocando um violão flamenco em resposta aos riffs de Moysés, e do mito João Gordo em “Extinção em Massa”, cantada em português.

The Great Execution traz um Krisiun mais maduro e ainda mais competente. As mudanças aplicadas pela banda em seu som funcionaram maravilhosamente, tornando o novo álbum um dos seus melhores trabalhos.

Um dos melhores álbuns de metal do ano, sem dúvida alguma.


Faixas:
  1. The Will to Potency
  2. Blood of Lions
  3. The Great Execution
  4. Descending Abomination
  5. The Extremist
  6. The Sword of Orion
  7. Violentia Gladiatore
  8. Rise and Confront
  9. Entinção em Massa
  10. Shadows of Betrayal

1 de nov de 2011

Hear'n Aid: projeto será finalmente lançado em CD e DVD

terça-feira, novembro 01, 2011


Durante os anos 1980 houve uma espécie de febre entre os músicos, que se reuniram em diversos projetos beneficentes. Foi assim que surgiram o Live Aid e o USA for Africa, esse último responsável por “We're are the World”. O heavy metal não poderia ficar de fora. Ronnie James Dio chamou a responsabilidade para si e organizou o Hear'n Aid, que uniu diversos ícones do hard e do metal e resultou em um álbum e um vídeo.

Pois bem. Agora, o cultuado LP do Hear'n Aid será lançado pela primeira vez em CD, assim como o vídeo, que voltará às lojas em DVD. Até hoje, ambos só haviam sido disponibilizados em vinil e VHS. A Niji Entertainment, empresa criado por Dio ao lado de sua esposa Wendy, anunciou que colocará os itens nas lojas para alegria dos fãs, que até hoje não se conformavam com o fato do álbum não ter uma versão em CD.

Esse é um item obrigatório do metal oitentista, não só pela belíssima “Stars”, gravada por todos os músicos participantes, mas também pelos diversos b-sides espalhados ao longo do álbum, de nomes como Kiss, Rush, Accept, Motorhead e Jimi Hendrix. Toda a renda desse relançamento será repassada para a Stand Up and Shout, instituição criada em memória de Dio e que dá apoio aos portadores de câncer.

31 de out de 2011

Iced Earth: review do DVD 'Festivals of the Wicked' (2011)

segunda-feira, outubro 31, 2011


Nota: 8

Antes de falar de Festivals of the Wicked, novo lançamento do Iced Earth disponibilizado no Brasil em DVD e CD pela Shinigami Records, vale mencionar que, apesar de já existirem dois vídeos com o nome do grupo na capa, esse é de fato o primeiro DVD oficial da banda de Jon Schaffer. Explico: Gettysburg (1863) (2005) era um documentário sobre a Guerra Civil norte-americana, uma das fixações de Schaffer, e cuja trilha contava com sons do Iced Earth. E Alive in Athens (2006), vídeo gravado durante os mesmos shows que deram origem ao ótimo álbum triplo ao vivo homônimo lançado em 1999, foi colocado no mercado pela Century Media sem autorização de Schaffer, e conta com qualidade de som e imagem apenas mediana.

Dito isso, a expectativa em relação a Festivals of the Wicked era imensa. É aí que está o problema. O DVD conta com um documentário de 1 hora e três shows diferentes. Duas dessas apresentações foram gravadas em 2008, durante a turnê do álbum The Crucible of Man (Something Wicked Part 2), e trazem Matt Barlow nos vocais. O outro foi captado no Wacken Open Air de 2007, quando Tim 'Ripper' Owens ainda era o vocalista do grupo.

Vamos começar pelo documentário. Contando com uma longa entrevista com Jon Schaffer em seu estúdio e pequenos depoimentos dos demais integrantes, o vídeo peca por não se aprofundar em nenhum dos temas levantados. Tudo é muito bem produzido, mas também muito raso. O principal atrativo é o papo com Schaffer, que conta algumas curiosidades sobre a trajetória do grupo e detalhes sobre como a atentado de 11 de setembro afetou profundamente a carreira do Iced Earth. Mas esses assuntos, que poderiam render respostas muito mais abrangentes e esclarecedoras, não se desenvolvem. Gravado em 2008, o documentário tem uma cara excessivamente “chapa branca”. De modo geral o vídeo soa cansativo, muito pelo excesso de cenas dispensáveis, como as gravadas no ônibus da turnê e que não acrescentam nada, e também os trechos onde cada integrante é foco dos comentários dos demais músicos – todos elogiosos, é claro. A narrativa é entrecortada por algumas faixas retiradas dos shows que acompanham o pacote, o que, na minha opinião, acaba sendo desnecessário, pois rouba espaço que poderia ser preenchido com outro material com cenas que estão também nos shows presentes no DVD.

O show principal de Festivals of the Wicked é a apresentação no festival Metal Camp, na Eslovênia, em 2008. Nele, percebe-se o quanto Matt Barlow é um vocalista diferenciado e dono de um carisma quase hipnótico em relação aos fãs. Ainda que fique claro ser impossível alcançar alguns tons absurdamente altos gravados nas versões de estúdio, Barlow canta com inteligência, usando as áreas mais graves da sua voz para deixar as canções ainda mais fortes e ameaçadoras. A performance da banda nesse show é excelente, com destaque para as pequenas alterações executadas pelo guitarrista Troy Steele nos arranjos originais.

Mas, estranhamente, os melhores concertos ficaram para o segundo disco. O show no Rock Hard Festival, também de 2008, é ligeiramente superior ao do Metal Camp. Esse foi o primeiro festival que a banda tocou após o retorno de Barlow ao grupo, e isso fica claro, com o vocalista e os demais músicos tocando com sangue nos olhos. As versões presentes aqui são, em sua maioria, melhores às gravadas no Metal Camp – que já eram ótimas -, e estão entre os melhores registros ao vivo do grupo. A única crítica é que as duas apresentações são praticamente iguais, com exceção de “I Died For You”, executada somente na Eslovênia. Por mais que se entenda que tratam-se de shows da mesma tour, a banda poderia ter variado o setlist ou escolhido outro concerto para colocar nesse DVD, afinal, um lançamento que conta com três apresentações, sendo que duas delas com praticamente as mesmas músicas, acaba sendo um certo desperdício de espaço.

Já o vídeo que fecha o DVD é o melhor de todos. Ainda que eu não seja necessariamente fã da fase de Tim Owens no Iced Earth – considero The Glorious Burden (2004) um grande disco, mas não curto as suas interpretações para as faixas gravadas originalmente por Barlow -, o gigantismo de tudo que envolve o Wacken Open Air, o maior festival de heavy metal do planeta, faz a diferença. Pra começo de conversa, em termos técnicos essa apresentação é muito superior às outras duas. As cenas, a edição, os ângulos, a iluminação, o som – tudo é melhor. Depois, temos o fato de, mesmo já ciente que estava fazendo um de seus últimos shows com o grupo – ou justamente por causa disso -, Ripper cantou demais. A sua performance, mesmo exagerando em alguns momentos ao colocar agudos em trechos desnecessários, é espetacular. O setlist é diferente dos dois outros shows, tendo como destaque a execução da trilogia que fecha o álbum Something Wicked This Way Comes (1998), com as ótimas “Prophecy”, “Birth of the Wicked” e “The Coming Curse”. Após assistir esse apresentação em Wacken, a constatação é óbvia: ela só não é a atração principal do DVD por não contar com Barlow nos vocais, porque é muito superior às outras duas.

Fechando, temos os clipes de “The Reckoning”, “When the Eagle Cries”, “Declaration Day” e “Ten Thousand Strong”, além de galerias de fotos e outros pequenos quitutes.



O pacote Festivals of the Wicked conta também com um CD, e é aqui que a coisa realmente se torna uma grande decepção. A razão para isso é simples: os shows presentes no DVD somam quase seis horas de áudio, e o CD conta com apenas 12 faixas, sendo quatro de cada apresentação. Na boa, o grupo poderia ter lançado um CD duplo excelente pinçando as melhores faixas dessas três apresentações, e não um CD que, de um modo geral, não acrescenta nada ao pacote, sendo quase um item dispensável.

Mesmo assim, a qualidade das composições e o cuidado com a produção fazem de Festivals of the Wicked um item muito interessante. Porém, é inegável que ele poderia ser muito melhor do que realmente é, ainda mais por se tratar do primeiro DVD lançado de forma oficial, com o consentimento de Jon Schaffer.

É bom, mas poderia ser excelente.

Amy Winehouse: álbum póstumo sai em dezembro

segunda-feira, outubro 31, 2011

Chegará às lojas dia 5 de dezembro Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures. Trata-se de um disco da falecida cantora com gravações inéditas e covers. Há desde versões já conhecidas – como “Valerie” e “Tears Dry” - e outras até então inéditas - “Like Smoke”, “Halftime” e “A Song for You”. Como curiosidade, há uma releitura da clássica “Garota de Ipanema”, gravada originalmente em 2002, quando Amy tinha apenas 18 anos.

Confira abaixo o tracklist:

  1. Our Day Will Come (Reggae Version)
  2. Between the Cheats
  3. Tears Dry
  4. Wake Up Alone
  5. Will You Still Love Me Tomorrow (original de Carole King)
  6. Valerie (original dos Zutons)
  7. Loke Smoke
  8. The Girl from Ipanema (original de Tom Jobim)
  9. Halftime
  10. Best Friends
  11. Body & Soul (com Tony Bennett)
  12. A Song for You (original de Donny Hathaway)

Alguma dúvida de que irá vender como água e será um dos best sellers deste Natal?

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