11 de jun de 2014

KISS: crítica de 40 Years: Decades of Decibels (2014)

quarta-feira, junho 11, 2014

Mais uma coletânea do KISS na área. 40 Years: Decades of Decibels pega carona no alvoroço causado pela indução tardia ao Rock & Roll Hall of Fame para colocar em circulação aquele bando de hits que todos nós já estamos carecas de ouvir. O problema, como em toda coletânea que se preze, está na escolha das músicas — aqui, a coisa parece ter sido feita à moda caralho, com a pretensão cretina de resumir quatro décadas multiplatinadas em um CD duplo mascarada pelo conceito inovador de cada álbum comparecer com somente uma canção — e muitas peças fundamentais acabaram ficando de fora. 

Não precisa ser um expert em KISS para, logo de cara, dar pela falta de "Black Diamond", qualquer que fosse a versão. "Strutter" e "Deuce", talvez as mais famosas do debut do grupo (1974), dão as caras em versões alternativas, sendo a de "Strutter", a velha conhecida versão lançada em Double Platinum (1978). Ainda no CD 1, seleções dos quatro álbuns solo (também de 1978) que poderiam — com exceção de "New York Groove", é claro — ceder o lugar para sons mais relevantes ou cativantes. 

No fim das contas, a impressão é de que a primeira metade de 40 Years só vale mesmo pela inclusão da inédita "Reputation", demo de 1977 com Gene no vocal que, caso tivesse sido incluída na empreitada solo do linguarudo, talvez tornasse a bolacha menos enfadonha. E já que falamos anteriormente de escolhas questionáveis, o que dizer da presença de "Down on Your Knees"? Se a ideia era incluir algo de Killers (1982), por que não a furiosa "Nowhere to Run"? Ou ainda "I'm a Legend Tonight" (continuação mais comportada e radiofônica de "King of the Night-Time World" do Destroyer)? 

O CD 2 segue a lógica dos singles de cada álbum a partir de Asylum (1985) até a infeliz escolha de "Do You Love Me" como porta-estandarte do MTV Unplugged. Uma "Psycho Circus" sem introdução, além de "Jungle" — finalmente lembraram do Carnival of Souls!! — editada e "Nothing Can Keep Me From You" (lançada somente na trilha do filme Detroit Rock City) se destacam pelo caráter difícil obtenção. Aos mais recentes Sonic Boom e Monster, restou apenas emprestarem suas músicas de trabalho, "Modern Day Delilah" e "Hell or Hallelujah", que estão a km de distância das verdadeiras pedradas de ambos. 

40 Years: Decades of Decibels celebra a arte do KISS de uma maneira que pode soar ruidosa para os fãs mais ávidos, mas que desperta o interesse dos mesmos justamente por oferecer sons difíceis de se encontrar por aí — além do formato em caixinha e, em alguns casos, com uma camiseta exclusiva de brinde. Para o leigo em KISS, há melhores e mais baratas opções no mercado. 

Nota: 7 

CD1: 
01 – Nothin’ To Lose 
02 – Let Me Go, Rock ‘N’ Roll 
03 – C’mon and Love Me 
04 – Rock and Roll All Nite (Live) 
05 – God of Thunder (Demo) 
06 – Beth 
07 – Hard Luck Woman 
08 – Reputation (Demo) 
09 – Christine Sixteen 
10 – Shout It Out Loud (Live) 
11 – Strutter ’78 
12 – You Matter to Me 
13 – Radioactive 
14 – New York Groove 
15 – Hold Me, Touch Me 
16 – I Was Made for Lovin’ You (Single Edit) 
17 – Shandi 
18 – A World Without Heroes 
19 – I Love It Loud 
20 – Down On Your Knees 
21 – Lick It Up 
22 – Heaven’s on Fire 

CD2: 
01 – Tears Are Falling 
02 – Reason to Live 
03 – Let’s Put the X in Sex 
04 – Forever 
05 – God Gave Rock ‘N’ Roll To You II 
06 – Unholy (Live) 
07 – Do You Love Me (MTV Unplugged) 
08 – Room Service (Live) 
09 – Jungle (Radio Edit) 
10 – Psycho Circus 
11 – Nothing Can Keep Me From You 
12 – Detroit Rock City (Live) 
13 – Deuce (Live) 
14 – Firehouse (Live) 
15 – Modern Day Delilah 
16 – Cold Gin (Live) 
17 – Crazy Crazy Nights (Live) 
18 – Hell or Hallelujah 
19 – Hell or Hallelujah (Live at Budokan, Toyko, Japan 2013)

Por Marcelo Vieira

10 de jun de 2014

Os melhores discos lançados em maio segundo a Collectors Room

terça-feira, junho 10, 2014
Chegamos ao quinto mês do ano, e com ele mais lançamentos interessantes. Entre retornos de bandas que há tempos estavam devendo e a afirmação de novos nomes, reedições apetitosas também desembarcaram nas lojas.

Abaixo, cada integrante da nossa equipe conta qual foi o principal lançamento de maio na sua opinião, junto com um pequeno review sobre o título.

Deguste!

Titãs - Nheengatu

A gente sempre espera que, como um bom vinho, nossas bandas favoritas só melhorem com a idade. Não foi o caso dos Titãs que, a partir da segunda metade dos anos 1990, se acomodou na fórmula amiga de light fm descoberta após o estouro de "Pra Dizer Adeus" e, vamos ser francos, piorou. Levou mais de uma década e alguns discos com pouca expressão roqueira até que o, hoje em dia, quarteto, radicalizasse e lembrasse como se faz o bom e velho som pesado que os fez decolar no passado. Em Nheengatu, seu melhor trabalho desde Titanomaquia (1993 — sim, já faz 21 anos!), os Titãs colhe na inquietação das ruas a pedra angular de letras furiosas — às vezes até subversivas — que tanto refletem a insatisfação do brasileiro às vésperas da Copa do Mundo. Musicalmente, o álbum é, como Paulo Miklos previu em novembro de 2013, "pesado, sujo e malvado". Devo apenas concordar, sem tirar nem por. O rock brasileiro mainstream, cada vez mais imerso em vibes de qualidade duvidosa, precisava de um petardo desses, que te pega pelo saco. Certamente, um dos melhores do ano e, provavelmente, a minha escolha na categoria “o retorno do ano”. (Marcelo Vieira)

Misery Index - The Killing Gods

Não apenas o índice econômico proposto por Arthur Okun, o Misery Index é também a inspiração para o nome de uma das mais desgraçadas bandas surgidas na última década em Baltimore. A invocadora de The Killing Gods prossegue com o death metal de tendências grind e hardcore catapultadas por um colapso apocalíptico de riffs despejados cruelmente, que  martelam de forma tortuosa e pungente  e engrandecem um ritual anárquico, de conjuração de deuses abissais (em especial “Faust” – a suíte de 14 minutos dividida entre as cinco primeiras músicas, que transporta a banda para um plano muito mais dinâmico, se comparado aos seus quatro discos anteriores). Mantendo as severas constatações  e críticas relacionadas às doenças sociais, em um mês dominado pela besta de três cabeças recém despertada nos pântanos da Louisiana, foi da terra dos corvos que o Misery Index inverteu o índice e lançou o trabalho mais miserável de maio. (Rodrigo Carvalho)

Deep Purple - Made in Japan 40th Anniversary boxes

Aquele que muitos consideram o melhor álbum ao vivo de todos os tempos em sua versão definitiva. Lançada em 19 de maio, a nova edição de Made in Japan conta com múltiplos formatos, incuindo uma obscena e quase pornográfica edição em vinil com nada mais nada menos do que 9 LPs! A íntegra dos três shows que deram origem a Made in Japan está contida nessa nova versão, incluindo um DVD com material em vídeo inédito. Se este não for um item obrigatório, não sei o que seria ... (Ricardo Seelig)

Agalloch - The Serpent & The Sphere

Degustar um novo álbum do Agalloch é sempre prazeroso. E desafiador, acima de tudo. Existem bandas que fazem o básico e são geniais. Existem bandas que forçam certa complexidade e jogam tudo pelo ralo. Dono de uma excelência musical impressionante, esse quarteto de Portland consegue a façanha de ser objetivo e rebuscado ao mesmo tempo. E isso faz toda a diferença em sua mescla de black metal, folk e post-rock. Há quase 20 anos na estrada, o Agalloch segue oferecendo grandes trabalhos, ainda que seus clássicos sejam os dois primeiros - Pale Folklore (1999) e The Mantle (2002). Já havia sido assim com Marrow of the Spirit (2009) e isso se repete agora, com The Serpent & The Sphere, lançado em maio, após hiato de quatro anos. Um disco rico em riffs, melodias certeiras e sons mais atmosféricos. Tudo com muito bom gosto e sem soar pedante. Três músicas chamam a atenção logo de cara: "The Astral Dialogue", "Celestial Effigy" e a épica "Plateau of the Ages". As outras demandam algumas audições a mais, porém, também são poderosas. Vale mergulhar de cabeça no universo do Agalloch, que segue único quando o assunto é ser relevante em meio a uma proposta de som intrincada, mas cativante. (Guilherme Gonçalves)

Sabaton - Heroes

Se você ainda não teve certeza de que deveria dar um chance ao trabalho destes suecos, seu mais recente lançamento, Heroes, é a oportunidade ideal. Trata-se do primeiro disco de estúdio com a nova formação, que traz os recém-chegados Chris Rörland e Thobbe Englund nas guitarras e Hannes van Dahl na bateria. E trata-se da bolacha que melhor sintetiza não apenas a sonoridade da banda - um power metal poderoso, intenso, épico e pesado, sem sinal de soar datado ou dependente de um retrô pedante - mas também a sua proposta temática. Da mesma forma que o Blind Guardian é louco por livros de fantasia e o Running Wild é obcecado por piratas, o Sabaton curte histórias de guerras. Mas batalhas verdadeiras, que marcaram a civilização humana. Conforme o nome entrega, este disco prefere ainda se focar em dar rosto aos combatentes. São as histórias de heróis (ou, no caso, também de heroínas, como na ótima faixa de abertura "Night Witches", sobre um regimento de mulheres soviéticas que lutaram contra os nazistas) de diversas partes do mundo. Australianos, finlandeses, poloneses, estadunidenses, tchecos ... e brasileiros. Pois é. Além de ser uma das melhores faixas do CD, "Smoking Snakes" e sua melodia viciante falam sobre um trio de soldados da Força Expedicionária Brasileira, Arlindo Lúcio da Silva, Geraldo Baeta da Cruz e Geraldo Rodrigues de Souza. Separados de seu batalhão em plena Segunda Guerra Mundial, na Itália, eles lutaram até a morte contra uma horda muito maior de combatentes alemães. Acabaram sendo respeitosamente enterrados pelos próprios germânicos. E lá vão os gringos honrar nossa própria história, que nós parecemos não ter vontade alguma de conhecer. (Thiago Cardim)

9 de jun de 2014

Apanhado death/thrash/black de maio

segunda-feira, junho 09, 2014
Já estamos quase na metade de junho, mas ainda vale destacar o que rolou de mais interessante em maio. Notícias com cheiro de mofo sobre os subterrâneos do death, thrash e black metal.

A começar pelo belo cast do Zoombie Ritual Festival em 2014, que promete dar o que falar. Tem também notas sobre discos e músicas novas, mudanças de formação, vídeos e demais infos sobre bandas nacionais e gringas. Um verdadeiro apanhado, como o nome em si sugere.

Zoombie Ritual

Foi divulgado o cast (quase) completo da edição de 2014 do Zoombie Ritual, festival realizado anualmente em Rio Negrinho (SC) e que, há pelo menos duas temporadas, figura como o maior e melhor evento especializado em heavy metal no Brasil.

Desta vez, o Zoombie ganha mais uma data e passa a ter quatro dias de shows - 11, 12, 13 e 14 de dezembro. Os principais headliners serão: Destruction, Terrorizer, Incantation e Onslaught. Destaque também para M:Pire of Evil, Enthroned, Belphegor, Artillery, Whiplash e alguns nomes veteranos do cenário nacional, como Harppia, Salário Mínimo, Overdose, Sexthrash, Headhunter DC, dentre outros.

No entanto, há ainda a expectativa pelo anúncio de mais uma grande banda e que, de acordo com a produção do festival, seria a maior atração desta edição.

Nos seis anos anteriores, passaram pela bucólica Fazenda Evaristo, responsável por sediar o Zoombie Ritual, nomes como Kreator, Vader, Benediction, Malevolent Creation, Tim Ripper Owens, Vital Remains, Dark Funeral, Gamma Bomb e The Accüsed.

Veja o cartaz oficial, com mais informações sobre o cast, bem como preço e venda de ingressos. Apesar de constar o nome do Krisiun, a banda não irá se apresentar.


Incantation

Por falar em Incantiaon, a banda capitaneada pela mago John McEntee está prestes a soltar um novo álbum. Dirges of Elysium será o décimo trabalho de estúdio do grupo norte-americano e tem previsão de lançamento para este mês de junho.

Sucessor do excelente Vanquish in Vengeance (2012), Dirges of Elysium já teve capa e track list divulgados. "Carrion Prophecy" está disponível para streaming.

1 Dirges of Elysium  
2 Debauchery
3 Bastion of a Plague Soul 
4 Carrion Prophecy  
5 From a Glaciate Womb 
6 Portal Consecration 
7 Charnel Grounds  
8 Impalement of Divinity  
9 Dominant Ethos
10 Elysium (Eternity Is Nigh)


Belphegor

Quem também estará no Zoombie e prepara novo disco é o Belphegor. Sucessor de Blood Magick Necromance (2011), Conjuring the Dead sai em agosto e foi gravado no renomado Mana Recording Studios, na Florida, sob a batuta de Erik Rutan, do Hate Eternal, e que já cuidou de albuns de nomes clássicos no death metal, como Morbid Angel e Cannibal Corpse.

Trata-se do décimo trabalho de estúdio dos austríacos, que já revelaram o track list e a arte da capa, desenvolvida mais uma vez pelo grego Anthon Siro Seth.

01 Gasmask Terror
02 Conjuring The Dead
03 In Death
04 Rex Tremendae Majestatis
05 Black Winged Torment
06 The Eyes
07 Legions Of Destruction
08 Flesh, Bones And Blood
09 Lucifer, Take Her!
10 Pactum In Aeternum


Triptykon e H.R. Giger

Devido ao estreito relacionamento com o surrealista H.R Giger, falecido em 12 de maio após graves lesões decorrentes de uma queda, Thomas Gabriel Fischer cancelou o show que o Triptykon faria no Maryland Deathfest, em Baltimore, nos Estados Unidos.

O artista suíço foi o responsável não apenas pela arte da capa dos dois discos do Triptykon, Eparistera Daimones (2010) e Melana Chasmata (2014), mas também pelo desenho que estampa uma das obras-primas do Celtic Frost: To Mega Therion (1985) - veja abaixo. A proximidade entre Tom e Giger, conterrâneos, se dá desde o início dos anos 80, na época do Hellhammer.


Apokalyptic Raids, Whipstriker e Farscape

Apokalyptic Raids, Whipstriker e Farscape, três pilares da cena underground no Rio de Janeiro, anunciaram uma turnê conjunta pela Europa no segundo semestre. O giro vai passar por Alemanha, Itália, Áustria, República Tcheca, Bélgica e França.

O Apokalyptic Raids está em fase de composição de seu quinto álbum, sucessor do ótimo Vol. 4: Phonocopia (2010). Whipstriker e Farscape lançaram trabalhos novos no ano passado: Troopers of Mayhem e Primitive Blitzkrieg, respectivamente.

Avatarium

Mesmo ainda colhendo frutos de seu aclamado e auto-intitulado álbum de estreia, lançado no fim de 2013, o Avatarium anunciou que já começou a gravar o sucessor. Ainda sem nome definido, o novo trabalho tem previsão para sair nos últimos meses deste ano.

O Avatarium é um projeto recente de Leif Edling, baixista e mente maligna por trás da lenda chamada sueca Candlemass. Destaque total para a bela vocalista Jennie-Ann Smith, que canta muito bem e eleva a música da banda a um patamar altíssimo.

Origin

O Origin lança em julho seu sexto álbum de estúdio, Omnipresent, que sairá pela Nuclear Blast e terá 13 faixas, dentre elas um cover do S.O.D.: "Kill Yourself". Algumas músicas já estão disponíveis: "Manifest Desolate", via streaming, e "All Things Dead", que ganhou lyric video - veja abaixo.

1 All Things Dead
2 THRALL:FULCRUM:APEX
3 Permanence
4 Manifest Desolate
5 Absurdity of What I Am
6 Source of Icon O
7 Continuum
8 Unattainable Zero
9 Redistribution of Filth
10 Obsolescence
11 Malthusian Collapse
12 The Indiscriminate
13 Kill Yourself (S.O.D. cover)


Ressonância Mórfica

O Ressonância Mórfica divulgou a bela capa de seu novo disco, Mapinguari. A arte foi desenvolvida por Luiz Souza, guitarrista da banda. A previsão de lançamento do trabalho, sucessor de Agregados Onímodos Malditos (2005), é para os próximos meses.


Vallenfyre

O Vallenfyre, quarteto formado por membros de Paradise Lost, Doom, My Dying Bride e At The Gates, divulgou no último mês o vídeo de "Splinters", música que dá nome ao segundo álbum da banda e que foi lançado no início de maio. Confira!


Goatwhore

Prestes a soltar Constricting Rage of the Merciless, seu sexto álbum de estúdio, o Goatwhore lançou o lyric vídeo de "FBS", uma das dez músicas que irão compor o track list. A capa do novo trabalho também já foi revelada e pode ser vista acima.


Cemitério

One man band formada por Hugo Golon, o Cemitério está prestes a lançar seu debut homônimo. O disco de estreia sai na próxima sexta-feira, 13 de junho, via Kill Again Records e já teve a arte da capa e o track list divulgados. Tudo baseado em filmes clássicos de terror.

As 11 músicas foram compostas, gravadas e produzidas por Hugo, que, como baterista, coleciona passagens por bandas emblemáticas: Em Ruínas, Apokalyptic Raids, Side Effects, Farscape, Blasthrash, Infect e Toxic Holocaust (durante turnê no Brasil).


Warbringer

John Kevill, vocalista do Warbringer, anunciou que John Laux (guitarrista) e Carlos Cruz (bateria), não fazem mais parte da banda. Ao que tudo indica, a opção partiu dos próprios músicos. Kevill afirmou não descarta encerrar as atividades do grupo, formado em Ventura, Califórnia, em 2004.

O Warbringer surgiu como uma grande promessa do thrash metal norte-americano, mas jamais conseguiu fazer jus à atenção que recebeu no início de sua trajetória. Ao todo lançou quatro discos, sendo IV: Empires Collapse (2013) o mais recente.

Behemoth

Por problemas com visto, o Behemoth teve cancelada parte de uma turnê de três semanas pela Rússia e, em seguida, também foi obrigado a deixar o país. Os músicos chegaram a passar uma noite sob custódia no serviço de imigração de Yekaterinburg.

De acordo com Nergal, guitarrista, vocalista e líder da banda, o que houve foi uma confusão sobre o tipo de documentação necessária para o período de shows.

Assassin

Mudanças no Assassin, que anunciou a saída Robert Gonnella, vocalista original e que gravou toda a discografia da banda, incluindo o clássico The Upcoming Terror (1987). Gonella esteve nas duas fases do grupo: de 1983 a 1989 e, posteriormente, entre 2002 e 2014. O novato Ingo Bajonczak foi recrutado e já assumiu o posto.

Loudblast

"Ascending Straight In Circles", presente no recém-lançado Burial Ground, sexto disco de estúdio do Loudblast, ganhou um vídeo, que pode ser conferido a seguir.


Por Guilherme Gonçalves

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