16 de out de 2015

15 de out de 2015

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 1965

quinta-feira, outubro 15, 2015

Chegou a vez de analisarmos a música no ano de 1965. Através de uma longa pesquisa em várias fontes, elaboramos uma lista preliminar com os títulos mais importantes e aclamados do ano. Então, jogamos tudo nosso banco de dados, aplicamos as notas dadas pelo Rate Your Music, All Music e Rolling Stone, e chegamos ao resultado final.

Vale mencionar que 1965 foi o ano da consolidação de Bob Dylan com o lançamento de dois álbuns espetaculares, Bringing It All Back Home e Highway 61 Revisited. Os Beatles também lançaram dois álbuns, iniciando o mergulho na psicodelia com Help! e, principalmente, Rubber Soul. Os Stones amadureceram a deixaram os covers de lado, investindo em composições próprias como “Satisfaction”. Aqui, começamos a perceber o crescimento de títulos e artistas voltados para o público jovem, equilibrando melhor a balança ao lado de artistas de jazz e blues.

Com vocês, os 50 melhores álbuns de 1965:

50 John Coltrane - John Coltrane Quartet Plays
49 Rahsaan Rolank Kirk - Rip, Rig and Panic
48 Nina Simone - Pastel Blues
47 Smokey Robinson and The Miracles - Going to a Go-Go
46 Bert Jansch - Bert Jansch
45 Grant Green - Talkin’ About!
44 Phil Ochs - I Ain’t Marching Anymore
43 Them - The “Angry" Young Them!
42 Max Roach - The Max Roach Trio feat. The Legendary Hasaan
41 The Yardbirds - Having a Rave Up With The Yardbirds
40 Davy Graham - Folk, Blues & Beyond
39 The Rolling Stones - The Rolling Stones, Now!
38 Sun Ra - The Heliocentric Worlds of Sun Ra
37 Grachan Moncur III - Some Other Stuff
36 Junior Walker & The All Stars - Shotgun
35 Tony Williams - Life Time
34 The Sonics - Here Are The Sonics!!!
33 Julie London - All Through the Night
32 Joe Henderson - In ’n Out
31 Sam Rivers - Fuchsia Swing Song
30 Jackson C. Frank - Jackson C. Frank
29 Pete La Roca - Basra
28 Junior Wells - Hoodoo Man Blues
27 Skip James - Greatest of the Delta Blues Singers
26 The Byrds - Mr. Tambourine Man
25 Blue Mitchell - The Thing To Do
24 Frank Sinatra - September of My Years
23 John Fahey - The Transfiguration of Blind Joe Death
22 The Paul Butterfield Blues Band - The Paul Butterfield Blues Band
21 Archie Shepp - Fire Music
20 Son House - Father of Folk Blues
19 Kenny Burrell - Guitar Forms
18 Grant Green - Idle Moments
17 Wayne Shorter - JuJu
16 Art Blakey - Free for All
15 Vince Guaraldi - A Charlie Brown Christmas
14 Horace Silver - Song for My Father
13 Booker Ervin - The Space Book
12 Miles Davis - E.S.P.
11 The Who - My Generation
10 The Beach Boys - Today!
9 The Beatles - Help!
8 Bobby Hutcherson - Dialogue
7 Albert Ayler - Spiritual Unity
6 Andrew Hill - Point of Departure
5 Otis Redding - Otis Blue: Otis Redding Sings Soul
4 The Beatles - Rubber Soul
3 Bob Dylan - Bringing It All Back Home
2 Bob Dylan - Highway 61 Revisited
1 John Coltrane - A Love Supreme


Minhas observações: A Love Supreme é um clássico incontestável, ainda que meus ouvidos sigam estranhando o disco em algumas passagens. Prefiro os momentos mais calmos e melódicos de Coltrane, mas é puro gosto pessoal. Dylan e Beatles marcam presença no top 10 com dois álbuns cada, e de forma merecida. Otis Blue é um trabalho belíssimo, enquanto Today! dá as pistas do que os Beach Boys fariam no ano seguinte, com Pet Sounds. Há vários títulos excelentes na lista, como os álbuns do The Who, Miles Davis, The Byrds, Yardbirds e outros. 

A dica é a de sempre: vá atrás daqueles que você ainda não ouviu. Afinal, essa é o objetivo de qualquer lista, não é mesmo?

E, nos comentários, participe contando pra gente quais são os seus álbuns favoritos entre os lançados em 1965.

A internacionalização da Netflix, a reinvenção de Anitta e todos os carros de James Bond

14 de out de 2015

Ranking de discos: Rush

quarta-feira, outubro 14, 2015

O episódio de hoje do Ranking de Discos é dedicado à uma das bandas mais amadas da história do rock: o Rush. Jogamos os 19 álbuns de estúdio do trio em nosso banco de dados, aplicamos as avaliações do RYM, All Music e The Rolling Stone Album Guide e saímos com o resultado final.

Não custa lembrar: discos ao vivo, EPs e compilações não entram nesse tipo de levantamento.

Como vocês, o ranking de álbuns do Rush:

19 Rush (1974)
18 Caress of Steel (1975)
17 Hold Your Fire (1987)
16 Fly by Night (1975)
15 Roll the Bones (1991)
14 Presto (1989)
13 Power Windows (1985)
12 Test for Echo (1996)
11 Vapor Trails (2002)
10 Grace Under Pressure (1984)
9 Signals (1982)
8 A Farewell to Kings (1977)
7 Hemispheres (1978)
6 Counterparts (1993)
5 Snakes & Arrows (2007)
4 Clockwork Angels (2012)
3 Permanent Waves (1980)
2 2112 (1976)
1 Moving Pictures (1981)

Minha opinião sobre a discografia do Rush: o disco que mais gosto é o 2112. Na sequência, A Farewell to Kings e Fly by Night. Depois, Hemispheres e Moving Pictures. Permanent Waves, Clockwork Angels e Snakes & Arrows tem o mesmo peso pra mim. Não curto os discos da segunda metade dos anos 1980, quando os teclados de Geddy Lee se transformaram em protagonistas. Acho que a banda retomou de maneira crescente a sua força a partir da década de 1990, e hoje vive uma de suas melhores fases. Ah, e até acho o primeiro álbum legalzinho, mas ele fica bem abaixo de praticamente todo o restante da discografia. Neil Peart fez toda a diferença e foi decisivo para a evolução e desenvolvimento da banda.

E pra vocês, quais são os melhores discos do Rush? Vá até os comentários e conte qual é o seu top 5 da banda. Estamos curiosos ;-)

10 opiniões sobre Coma Ecliptic, novo álbum do Between the Buried and Me

quarta-feira, outubro 14, 2015

O Between the Buried and Me nunca lançou um disco como esse antes. É expansivo com momentos introspectivos. Brutal, mas suave. Intrincado e inteligente. Coma Ecliptic funciona como uma obra de arte, a soma de todas as suas partes. Trata-se da maior realização de toda a carreira da banda até agora.
Metal Injection

Do crescendo ópera rock de sua abertura até o encerramento, Coma Ecliptic é uma experiência prog rock e um ato de bravura do metal moderno.
The Guardian

Coma Ecliptic é uma obra-prima requintada. E, como tal, requer várias audições para ser apreciada em sua plenitude. No entanto, quando finalmente se entende o que a banda está oferecendo, o deslumbre é instantâneo e permanente. O Between the Buried and Me prova mais uma vez que nenhuma banda é capaz de fazer o que eles fazem.
PopMatters

Embora a inspiração para Coma Ecliptic venha de óperas rock clássicas como Tommy e Flash Gordon, o Between the Buried and Me é uma das poucas bandas atuais capaz de criar um álbum que incorpora doses generosas de jazz e prog, e, simultaneamente, consegue soar pesado e agressivo.
New Noise Magazine

Coma Ecliptic é um ótimo álbum, mas depende muito do quanto o ouvinte está habituado a uma música que não vai carregá-lo por suas harmonias e ritmos. Na verdade, é o ouvinte que precisa organizar tudo aquilo dentro de sua cabeça. Mas o estranhamento faz parte da experiência de romper com a canção tradicional. Daí, é natural que parece um pouco frio mesmo. Mas acertam na temperatura em alguns momentos, como no final de “Life in Velvet”, quando a dinâmica sobe e temos um momento de proximidade emocional com o álbum, bem em seu final.
Escuta Essa

Coma Ecliptic é um álbum acessível - e não entenda isso como comercial. O Between the Buried and Me sabe dosar peso com passagens mais arrastadas, viagens sonoras com os urros de Tommy Giles Rogers. É o equilíbrio funcionando com maestria, mais uma vez.
Território da Música

Um sonho dentro de um sonho dentro de um sonho, em níveis tão confusos e turbulentos que fariam Leonardo DiCaprio chorar desesperadamente em posição fetal. O Between the Buried and Me continua sua jornada de desestruturação do prog metal e do metalcore de forma cada vez mais caótica e atordoante (ok, talvez seja impossível simplesmente classificá-los dessa forma atualmente). O conceito aqui carrega o ouvinte por inúmeras camadas de consciência, indefinidas e com o simples objetivo de deixar aquela sensação de estar eternamente preso em uma realidade que não faz o menor sentido. E estar plenamente ciente disso.
Music on the Run

É um álbum muito forte. Uma abundância de pura alegria, jovialidade e carisma, movendo-se totalmente para frente.
Ultimate Guitar

Com Coma Ecliptic, o Between the Buried and Me prova que ter ambição não é um problema. Pelo contrário: é descobrir o que fazer com ele.
Glide Magazine

O Between the Buried and Me gravou um álbum que segue a tradição de clássicos como Operation: Mindcrime, Tommy e The Wall.
Heavy Blog is Heavy

13 de out de 2015

O Metallica não precisa gravar um novo disco

terça-feira, outubro 13, 2015

Há sete anos, os fãs do Metallica esperam por um novo álbum da banda. Novas canções, novas ideias, pra dar uma refrescada no catálogo da banda. E para saciar a curiosidade dos milhões de adeptos daquela que é, em termos de vendas, a maior e mais popular banda da história do heavy metal (só o Black Album sozinho vendeu mais do que 80% de todo o catálogo da maioria dos nomes do gênero).

A justificativa para tanta expectativa é a eterna esperança de que a banda retomará a sua sonoridade clássica, ou um meio termo entre o thrash dos quatro primeiro discos e o estouro do álbum preto. Um retorno ao peso, à agressividade, à atitude de três décadas atrás. Uma utopia que muito provavelmente jamais será alcançada, já que os milhões na conta substituíram as milhares de espinhas na cara, e o conforto acomodou a sede de provar qualquer coisa.

Então, surge a pergunta: o Metallica precisa mesmo gravar um novo disco? Não responda de imediato, pense um pouco antes. Precisamos mesmo de um novo álbum do Metallica? Muito provavelmente, não. Com shows baseados em um setlist forrado de clássicos, e que apresenta poucas variações durante as turnês, o quarteto norte-americano segue lotando estádios e arenas em todos os cantos do mundo. Tá, vá lá que eles gravem um novo álbum. Alguém em sã consciência acredita que algum fã irá ao show esperando assistir ao vivo algumas destas novas canções ao invés dos clássicos de sempre? Não, não irá. O próprio Metallica deu a oportunidade aos fãs de escolherem o setlist de suas apresentações na tour Metallica by Request, e o resultado foi decepcionante: as mesmas de sempre. O fato é que ninguém vai a um show do Metallica para ouvir algo novo, e os concertos do grupo não tem o objetivo de divulgar material fresco. Eles são celebrações entre os fãs e os músicos, e isso basta.

Pra que gravar um novo álbum nos dias de hoje? A venda da música no formato físico está em queda há anos. Alguém ainda compra CDs? Poucos. Vinis? Ok, a venda de LPs cresceu, mas me parece ainda presa a um nicho de consumidores e a uma moda um tanto passageira. O vinil não irá retornar aos números assombrosos do passado, a realidade do mercado hoje é outra. O Metallica gravará um álbum que será escutado nos Spotifys da vida, gerando um retorno financeiro (sim, porque é preciso retorno financeiro, ainda que alguns românticos inveterados não enxerguem isso) insuficiente para pagar os custos de produção, muito provavelmente.

Se o quarteto resolver lançar algo novo, será uma forma de colocar pra fora ideias que estão paradas há anos, muito mais uma afirmação de que a banda ainda tem algo a dizer e é relevante no cenário. O que, convenhamos, não é uma razão assim tão atraente para uma banda que segue tendo seus shows lotados em todo o planeta.

Analisando a carreira do Metallica, é fácil perceber que o catálogo do grupo é limitado. São apenas dez discos em 32 anos de carreira - contando a partir da data de lançamento do debut Kill ‘Em All, o que dá um álbum inédito a cada três anos e pouco. Sendo que, desta dezena de registros, 90% do material tocado nos shows vem de quatro álbuns: Kill ‘Em All, Ride the Lightning, Master of Puppets e Black Album. Clássicos da banda, mas canções que a gente meio que não aguenta mais ouvir, certo?

Sou fã do Metallica desde que comecei a ouvir música a sério, lá nos anos 1980. Adoro a banda. Mas não sei se tenho curiosidade pra ouvir um novo disco do quarteto. Ao contrário do Black Sabbath e do Iron Maiden, por exemplo, não acredito que o Metallica ainda tenha algo de interessante a dizer. O gênero que a banda ajudou a criar, o thrash metal, vive uma estagnação criativa há anos. O que o meu desejo de fã projetava no futuro do Metallica, o Machine Head me entrega com perfeição atualmente. 

Death Magnetic foi legal, coisa e tal e essas coisas, mas o que realmente marcou do último disco de inéditas da banda, lançado no já distante 2008? A resposta é simples: praticamente nada. Tudo bem feito, bem tocado, mas nada que tenha ficado marcado na história da banda e na mente dos fãs.

A conclusão é simples: a não ser que apresente um disco realmente criativo e surpreendente, não há nada que justifique um retorno do Metallica aos estúdios. A própria banda sabe disso, e empurra com a barriga este hipotético novo registro. 

E você, quer ouvir um novo álbum do Metallica? Por qual razão? O que você espera de um novo disco da banda? Você espera um novo disco da banda? Use os comentários e dê a sua opinião sobre tudo isso.

Os Melhores Discos de Todos os Tempos: 1964

terça-feira, outubro 13, 2015

Seguindo com a nossa pesquisa, está aí a segunda parte da série de posts sobre os melhores discos de todos os tempos. A metodologia segue a mesma: levantamos dados de diversas fontes com os títulos mais relevantes de cada ano, e então aplicamos as notas atribuídas pelo RYM, All Music e pelo The Rolling Stone Album Guide, chegando assim a uma nota média final para cada um dos álbuns.

Não há separação por gênero musical, pois o objetivo deste trabalho é identificar os discos mais marcantes de cada ano, independente de estilo. Portanto, na lista abaixo estão trabalhos de rock, de pop, de jazz, de blues, de tudo.

Ainda sobre o resultado final, vale frisar que escolhemos o ano de 1963 para iniciar a série - que está em seu segundo post - por este ser o ano de lançamento do primeiro álbum dos Beatles, marcando assim o nascimento da indústria musical voltada para o público jovem.

Com vocês, os 50 melhores discos lançados em 1964:

50 Gil Evans - The Individualism of Gil Evans
49 Johnny Cash - Bitter Tears: Ballads for the American Indian
48 Oscar Peterson - Oscar Peterson Trio + One
47 Hank Mobley - No Room for Squares
46 Thelonious Monk - It’s Monk’s Time
45 Dave Van Ronk - Inside Dave Van Ronk
44 Jean-Luc Ponty - Jazz Long Playing
43 The Rolling Stones - 12x5
42 Dusty Springfield - Stay Awhile: I Only Want to Be With You
41 Benny Goodman - Together Again!
40 Denny Zeitlin - Cathexis
39 Johnny Cash - I Walk the Line
38 The Supremes - Where Did Our Love Go
37 Rahsaan Roland Kirk - I Talk With the Spirits
36 Fred McDowell - My Home is in the Delta
35 Andrew Hill - Judgement!
34 Joe Henderson - Our Thing
33 Johnny Coles - Little Johnny C
32 Ravi Shankar - Ragas & Talas
31 Johnny Hartman - I Just Dropped By to Say Hello
30 Bob Dylan - The Times They Are A-Changin’
29 Art Blakey - The Freedom Rider
28 Jimmy Garrison Sextet - Illumination!
27 Wayne Shorter - Night Dreamer
26 Booker Ervin - The Blues Book
25 Grachan Moncur III - Evolution
24 Sam Cooke - Ain’t That Good News
23 Muddy Waters - Folk Singer
22 John Coltrane - Crescent
21 The Beach Boys - All Summer Long
20 Donald Byrd - A New Perspective
19 Buffy Sainte-Marie - It’s My Way!
18 Bill Evans - Waltz for Debby
17 Chuck Berry - St. Louis to Liverpool
16 Dexter Gordon - A Swingin’ Affair
15 Andrew Hill - Black Fire
14 Vince Guaraldi - A Boy Named Charlie Brown
13 John Coltrane - Coltrane’s Sound
12 The Beatles - Beatles for Sale
11 Stan Getz & João Gilberto featuring Antônio Carlos Jobim - Getz / Gilberto
10 Lee Morgan - The Sidewinder
9 Freddie Hubbard - Breaking Point!
8 Bob Dylan - Another Side of Bob Dylan
7 Booker Ervin - The Freedom Book
6 Archie Shepp - Four for Trane
5 The Beatles - A Hard Day’s Night
4 Jackie McLean - One Step Beyond
3 Jackie McLean - Destination Out!
2 Herbie Hancock - Empyrean Isles
1 Eric Dolphy - Out to Lunch

Alguns comentários sobre os títulos presentes: Out to Lunch é realmente um dos melhores registros da história do jazz, e suas faixas remetem meus ouvidos a Kind of Blue, o clássico do jazz modal lançado por Miles Davis em 1959. Empyrean Isles contém aquela que é, provavelmente, a canção mais conhecida de Herbie Hancock: “Cantaloupe Island”. 

Em relação aos Beatles, já esperava a ótima posição final de A Hard Day’s Night, na minha opinião o primeiro grande álbum dos ingleses. Vale lembrar que 1964 foi o ano da explosão da Beatlemania, com o quarteto desembarcando nos Estados Unidos pela primeira vez e se apresentando para todo o país no programa de Ed Sullivan, no histórico 9 de fevereiro de 1964. 

Há de se destacar também a presença de Getz / Gilberto, disco que contém a versão de “Garota de Ipanema” mais conhecida pelo mundo todo, levando a música brasileira a todos os cantos do planeta. O restante da lista também contém excelentes registros, e entre os meus preferidos estão os discos de Vince Guaraldi (é fã de Dave Brubeck? Então você vai adorar A Boy Named Charlie Brown), Donald Byrd, Muddy Waters, Sam Cooke e Dusty Springfield.

Lembrando: essa lista serve, primordialmente, pra você conhecer títulos que ainda não ouviu. Ouça, vá atrás, é um exercício interessante. E, nos comentários, compartilhe com os leitores o seu top 10 de 1964.


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