20 de mai de 2017

Ouça a linda homenagem de Cody Jinks e Paul Cauthen para Chris Cornell

sábado, maio 20, 2017

Cody Jinks e Paul Cauthen, ambos artistas de country music, gravaram uma belíssima versão para "Black Hole Sun", provavelmente a música mais conhecida do Soundgarden, em homenagem a Chris Cornell, morto essa semana aos 52 anos.

Jinks é um dos principais nomes da nova geração do country, e seu disco lançado em 2016, I´m Not the Devil, foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos no ano passado. Já Paul Cauthern também faz parte dos novos talentos da country music e tem apenas um disco gravado, My Gospel, que chegou às lojas também em 2016.

Arrepios garantidos abaixo (e talvez algumas lágrimas também):

Review: Gustavo Telles & Os Escolhidos - Ao Vivo no Theatro São Pedro (2017)

sábado, maio 20, 2017

Gustavo Telles foi baterista do Pata de Elefante, excelente trio gaúcho de rock instrumental que gravou discos muito bons e já pendurou as chuteiras. Após o fim da banda, Telles iniciou uma carreira solo, deixando a bateria de lado e assumindo os vocais e a guitarra. Essa nova fase gerou dois belos CDs: Do Seu Amor Primeiro é Você que Precisa (2011) e Eu Perdi o Medo de Errar (2013).

Celebrando e eternizando a ótima fase, o Selo 180 está lançando Ao Vivo no Theatro São Pedro, disco que traz a íntegra do show de lançamento do segundo disco de Gustavo Telles, realizado no dia 26 de novembro de 2013 no mítico teatro da capital gaúcha. São doze faixas vindas dos dois álbuns de Telles, acompanhado aqui por uma banda excelente formada por Alexandre Loureiro (bateria), Luciano Albo (baixo, ex-Cascavelletes), Edu Meirelles (baixo), Mauricio Nader (guitarra), Marcio Petracco (pedal steel e guitarra, ex-TNT), Daniel Mossmann (guitarra e violão, parceiro dos tempos do Pata de Elefante), Murilo Moura (piano e órgão), Luciano Leães (piano e órgão), Joca (trompete), Rafael Lima (sax tenor), Gustavo Müller (sax barítono), Charão (trombone) e os backing vocals de Diogo Brochmann, Rodrigo Fischmann e Felipe Kautz, que formam o trio Dingo Bells.

Musicalmente, Gustavo Telles bebe direto da fonte do rock rural norte-americano, de nomes acima de qualquer suspeita como The Band, The Byrds e Crosby, Stills, Nash & Young. Reminiscências de Bob Dylan e Neil Young também são facilmente reconhecíveis na construção de uma sonoridade cativante e que transparece autenticidade, ainda mais para quem nasceu ou viveu grande parte da sua vida no Rio Grande do Sul (como é o meu caso), um estado com forte cultura popular e rico em suas próprias tradições.

Um dos pontos mais altos da obra de Gustavo Telles está na qualidade de suas letras. A escrita de Telles traz versos simples e descomplicados, que tratam de assuntos do cotidiano e do coração, proporcionando uma identificação quase automática para o ouvinte. Soma-se isso à inegável capacidade de composição de Gustavo e o resultado é um punhado de canções pungentes e fortes, que mexem com quem está aqui do outro lado da história, escutando as canções.

Ao Vivo no Theatro São Pedro é um ótimo disco ao vivo, com doses cavalares de música de alta qualidade e produzida com o coração. O álbum está disponível nos serviços de streaming, então caso você não conheça ainda o trabalho de Gustavo Telles vale a pena dar uma conferida, porque é legal pra caramba.

Corpo de Kid Vinil está sendo velado na Assembleia Legislativa de São Paulo

sábado, maio 20, 2017

O corpo do jornalista, radialista e músico Kid Vinil está sendo velado no salão nobre Waldemar Lopes Ferraz, que muitos conhecem como Salão dos Espelhos, na Assembleia Legislativa de São Paulo, na região do Ibirapuera.

O corpo deve sair da Assembleia por volta das 16 horas. Kid Vinil será enterrado no Cemitério Vila Mariana.

Nova formação do Rainbow anuncia single com faixa inédita

sábado, maio 20, 2017

O reformado Rainbow de Ritchie Blackmore lançará no próximo dia 26 de maio sua primeira música inédita em mais de duas décadas. O single trará "Land of Hope and Glory", nova canção da banda, e no lado B uma regravação da grudenta "I Surrender", gravada pelo grupo originalmente em 1981. 


O single marca também o retorno de Blackmore ao rock após anos e anos explorando o universo da música medieval com o Blackmore´s Night.


A atual formação do Rainbow conta com Ronnie Romero (vocal), Jens Johansson (teclado, também no Stratovarius), David Keith (bateria, Blackmore´s Night) e Bob Nouveau (baixo, ex-Blackmore´s Night), além de Blackmore nas seis cordas. Lady Lynn e Candice Night, esposa do homem de preto, cuidam dos backing vocals.






Nas bancas: as capas de revistas mais legais lançadas nas últimas semanas

sábado, maio 20, 2017

Retomando uma tradição aqui do site, selecionamos as capas de revistas sobre música mais interessantes que chegaram às bancas nas últimas semanas.

Vale lembrar que a maioria dessas publicações é facilmente encontrada nas bancas das grandes cidades brasileiras e também em redes de livrarias Brasil afora. Além, é claro, dos próprios sites das revistas.











"Cut It Short", novo clipe do Red Fang

sábado, maio 20, 2017
Conhecidos pelo ótimo som e pelos divertidos clipes, o quarteto norte-americano Red Fang fez de novo. 

O vídeo de "Cut It Short", música presente no disco mais recente da banda, Only Ghosts (2016), mostra os músicos enfrentando as agruras da estrada em divertidas esquetes.

Assista abaixo:

Iced Earth mostra mais duas músicas de seu novo disco

sábado, maio 20, 2017

O Iced Earth lançará o seu novo disco, Incorruptible, dia 16 de junho. Lá fora o décimo-segundo álbum da banda norte-americana (o terceiro com o vocalista Stu Clock) sairá pela Century Media, enquanto a Hellion Records já confirmou que será responsável pela edição nacional.


A banda divulgou mais dois lyric videos com faixas de Incorruptible. Em "Raven Wing" temos uma canção com início acústico e arranjo crescente, nos moldes da clássica "I Died for You". E em "Great Heathen Army" ouvimos o lado mais épico do grupo liderado pelo guitarrista Jon Schaffer, e que é, com justiça, o maior nome do power metal americano.


Ouça ambas abaixo:


As lindas versões acústicas de Matt Heafy, do Trivium, para clássicos do pop e do rock

sábado, maio 20, 2017

Matt Heafy, vocalista e guitarrista do Trivium, tem postado diversas releituras acústicas para clássicos do pop e do rock em seu canal no YouTube. 

São belas interpretações para canções de nomes como Leonard Cohen, Amy Winehouse, Soundgarden e outros, e que mostram não apenas o talento mas, principalmente, a grande versatilidade de um dos melhores músicos do metal contemporâneo. 


E que comprovam aquela velha tese: uma boa canção é aquela que, mesmo quando despida de toda a instrumentação que a cerca e reduzida a sua essência, ainda soa incrível.

Separei abaixo algumas pra você curtir:


19 de mai de 2017

Produção de filme sobre Phil Lynott está procurando ator para interpretar o músico

sexta-feira, maio 19, 2017

A vida de Phil Lynott, vocalista e baixista do Thin Lizzy, será contada no cinema. Jim Sheridan, diretor irlandês seis vezes indicado ao Oscar e que assinou títulos como Meu Pé Esquerdo e Em Nome do Pai, e Colm Quinn, documentarista também irlandês, estão envolvidos na produção do filme The Rocker: The Life and Music of Phil Lynott.


A dupla está procurando um ator para interpretar o papel do músico. Os candidatos devem ter entre 18 e 35 anos e não necessitam ter experiência anterior em produções de cinema e TV. O legal é que todo candidato deve trazer, em sua apresentação, um poema ou música de Lynott e contar como ela influenciou a sua vida.


E aí, quem você acha que poderia fazer o papel de Phil Lynott?

Kid Vinil morre aos 62 anos

sexta-feira, maio 19, 2017

O músico, radialista, jornalista, escritor e colecionador Kid Vinil faleceu na tarde desta sexta-feira, 19/05. Kid sofreu um ataque cardíaco há mais de um mês após um show de sua banda, o Magazine, na cidade mineira de Conselheiro Lafaiete. O músico foi transferido para um hospital em São Paulo e permanecia em coma desde então.

Um dos maiores colecionadores de discos e pesquisador de música do Brasil, Kid, cujo nome verdadeiro é Antônio Carlos Senefonte, foi vocalista das bandas Verminose, Magazine, Kid Vinil e Os Heróis do Brasil e Kid Vinil Xperience. Em 2008 publicou o livro Almanaque do Rock, um guia sobre a história do gênero musical que tanto amava. Kid também tinha um programa na rádio 89 FM, em São Paulo, e seus textos sobre música foram publicados em diversas revistas de todo o Brasil. 

Uma dica para quem quiser saber mais sobre a sua trajetória é a leitura do livro Kid Vinil: Um Herói do Brasil, escrito por Ricardo Gozzi e Duca Belintani e publicado pela Edições Ideal.

Entrevistei Kid Vinil duas vezes aqui na Collectors Room: a primeira em 2006, quando ainda éramos apenas uma coluna do Whiplash, e a segunda em 2009, em matéria que foi publicada também na revista poeira Zine.

Estamos tristes e desejamos força para a família e amigos do já saudoso Kid Vinil.

Cachorro Grande anuncia gravação de primeiro álbum ao vivo da carreira

sexta-feira, maio 19, 2017

O Cachorro Grande anunciou que gravará o primeiro disco ao vivo de sua carreira. Com mais de vinte anos de estrada, a banda gaúcha realizará dois shows no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena, em São Paulo, nos dias 23 e 24 de junho, datas em que o álbum será registrado.

A apresentação contará com a presença de convidados especiais (ainda não divulgados). Também não foi informado se o show contará com um setlist diferente que o habitual, mas é provável que, por ser o primeiro ao vivo da carreira do quinteto, uma passada por todos os discos do grupo aconteça.

Minha Coleção: conheça a bela coleção de discos de Belmilson Old Boy

sexta-feira, maio 19, 2017

De colecionador pra colecionador, faça uma breve apresentação para os nossos leitores.

Olá pessoal , meu nome é Belmilson, tenho 44 anos, trabalho na área administrativa de uma empresa, sou baixista na banda de Heavy Metal Poseidon e tenho um trabalho solo voltado ao folk/progressivo chamado OldBoy.

Quantos discos você tem em sua coleção?

Não tenho hoje um número preciso, mas o número de CDs deve estar por volta de 1.200 itens mais uns 390 LPs.

Quando você começou a colecionar discos?

Acho que não começamos a colecionar discos pensando em sermos colecionadores. Chegamos num momento que nos percebemos colecionadores, amantes dessa arte mágica que é a música.


Você lembra qual foi o seu primeiro disco? Ainda o tem em sua coleção?

Ganhei de meu pai minha primeira fita-cassete, pois na época ainda não tínhamos um toca-discos em casa, e foi o ´74 Jailbreak do AC/DC. Quando compramos nossa “vitrola” meu pai me comprou o Live in London do Deep Purple. E sim, sem dúvida, tenho os itens na minha coleção.

Quando caiu a ficha e você percebeu que não era só um ouvinte de música, mas sim um colecionador de discos?

Sem dúvida que sou um colecionador, até pela quantidade de itens em casa, mas me sinto mais como um cara apaixonado por música que necessita conhecer a maior quantidade música possível. A cada dia, a cada ano que passa, a cada evento que você participa, a música se torna mais importante.

Como você organiza a sua coleção? Por ordem alfabética, de gêneros ou usa algum outro critério?

A organização é bem básica e funcional. Ordem alfabética e, dentro de cada artista, cronológica.




Onde você guarda a sua coleção? Foi preciso construir um móvel exclusivo pra guardar tudo, ou você conseguiu resolver com estantes mesmo?

Tenho um cômodo em casa somente com as minhas “tranqueiras”. Mandei construir três estantes para acomodar tudo.

Que dica de conservação você dá para quem também coleciona discos?

Acho que o que pode acabar com tudo é a umidade. Os vinis estando num lugar mais arejado já ajuda. E os digipaks tento guardar com os plásticos para CDs.

Você já ouviu tudo que tem? Consegue ouvir os títulos que tem em sua coleção frequentemente?

Ainda não. Mas falta pouco. A algum tempo ganhei de meu padrinho uma coleção de jazz e outra de blues. Desses itens ainda não ouvi tudo. Quanto ao resto sempre arrumo tempo para ouvi-los de novo e de novo.


Qual o seu gênero musical favorito e a sua banda preferida?

O rock é meu gênero musical favorito. O rock e suas vertentes: metal, southern, blues. Tudo é muito bem-vindo. Se funciona, se passa naquele filtro do seu coração, se a música lhe toca, tá valendo. Banda favorita é difícil citar somente uma, mas não possa nem pestanejar quanto a isso: sem dúvida AC/DC.

De qual banda você tem mais itens em sua coleção?

Essa é engraçada (risos). Sempre ganho discos de amigos que estão se desfazendo por algum motivo, e eu os recebo sem dúvida. Em quantidade hoje o Roberto Carlos é o artista que mais tenho discos, pois ganhei uma coleção imensa de um amigo e o Roberto Carlos era o artista preferido dele. Tirando ele acho que é o Iron Maiden.

Quais são os itens mais raros, e também aqueles que você mais gosta, na sua coleção?

Sinceramente, acho que não tenho nenhum item considerado raro. Mas tenho o bootleg do Guns N´Roses Use Your Illusion Live in Tokyo em vinil duplo. De repente seria esse. Na coleção de vinil acho que o que mais gosto é o Live in London do Purple. Em DVD o box do Rock and Roll Hall of Fame e o festival Crossroads do Eric Clapton são alguns que sempre retorno pra uma audição. Mas tem muito mais coisas (risos).



Você é daqueles que precisa ter várias versões do mesmo disco em seu acervo, ou se contenta em completar as discografias das bandas que mais curte?

Pra mim realmente basta ter a discografia completa das bandas. O que pode acontecer é eu adquirir uma versão em CD e depois também em vinil, ou vice versa.

Além de discos (CDs, LPs), você possui alguma outra coleção?

Sim. Tenho um bom número de DVDs. Uns 300 DVDs de músicas e mais DVDs de filmes e séries (220), fitas K7 (23) e livros de música (uns 40). Coleções da Revista BIZZ do número 1 ao 100, Roadie Crew, SET, Preview, Rock Brigade e outras.



Em uma época como essa, onde as lojas de discos estão em extinção, como você faz para comprar discos? Ainda frequente alguma loja física ou é tudo pela internet?

A coisa mais difícil é eu comprar disco pela internet (risos). Frequento lojas e sebos. É só procurar que a gente acha.

Que loja de discos você indica para os nossos leitores? 

Toda a Galeria do Rock em São Paulo. Não é mais a mesma, pois são outros tempos, mas é muito bom ir até lá ainda. E lá sem dúvida a DieHard, tratamento vip pra todos que entram na loja.

Qual foi o lugar mais estranho em que você já comprou discos?

Não lembro de nenhum lugar estranho, mas se vejo uma loja onde tem CDs eu entro, pois sempre dá pra achar algo (risos).
  


O que as pessoas pensam da sua coleção de discos, já que vivemos um tempo em que o formato físico tem caído em desuso e a música migrou para o formato digital?

No meu círculo de amigos eu sou o lobo solitário. Somente eu e ninguém mais tem uma coleção nem parecida. Acho que ninguém vê a música como eu vejo.

Você se espelha em alguma outra coleção de discos, ou outro colecionador, para seguir com a sua? Alguém o inspira nessa jornada?

Ninguém me inspira não. Até porque a realidade, principalmente financeira, é bem diferente pra cada um.

Qual o valor cultural, e não apenas financeiro, que você vê em uma coleção de discos?

Nunca vejo pelo lado financeiro e sim por um caminho que segui na minha vida. Muitos dos discos tem uma história, uma importância pra determinados momentos de nossa jornada. Pra mim música é magia.

Vai chegar uma hora em que você vai dizer "pronto, tenho tudo o que queria e não preciso comprar mais discos", ou isso é uma utopia para um colecionador?

Sem chance. Isso não existe. Comprar, comprar e comprar.



O que significa ser um colecionador de discos?

Colecionar discos, colecionar música é essencial na minha vida, assim como é a minha família. A música, consumir música, já faz parte de mim.

Qual o papel da música na sua vida?

Salvação. Num momento difícil, a perda de minha mãe, foi a música que me salvou, que me fez seguir em frente. Peguei todos os pensamentos que estavam na cabeça e fui fazer música.

Pra fechar: o que você está ouvindo e o que recomenda para os nossos leitores?

Tenho ouvido muita coisa hoje em dia, como sempre e vou recomendar aos leitores Ryan Adams, The Decemberists, Opeth, The Revivalists, Criolo, Imago Mortis. Como diz Gastão Moreira em seu programa de rádio, o importante é tirar o ouvido da zona de conforto. Não precisa abandonar os clássicos, mas sim ir atrás de música nova e música boa.


“The Last Refugee”, novo clipe de Roger Waters

sexta-feira, maio 19, 2017

Roger Waters divulgou mais uma música de seu novo disco. Depois de “Smell the Roses” e “Déjà vu”, a faixa da vez é “The Last Refugee”. A canção ganhou um belo clipe dirigido por Sean Evans, colaborador de longa data do baixista e que dirigiu anteriormente Roger Waters: The Wall, lançado em 2015.

Is This the Life We Really Want?, o primeiro disco de rock de Roger Waters em 25 anos, chegará às lojas dia 2 de junho.

Dan Auerbach, do Black Keys, está lançando o seu segundo disco solo

sexta-feira, maio 19, 2017

Waiting on a Song, segundo álbum solo de Dan Auerbach (vocalista e guitarrista do The Black Keys), será lançado dia 2 de junho pela gravadora do próprio músico, a Easy Eye Sound. O trabalho é o sucessor de Keep It Hid, de 2009, e foi descrito por Dan como “uma carta de amor a Nashville”, cidade norte-americana com uma das mais ricas tradições musicais do país e berço da country music.

O disco traz participações especiais de John Prine, Duane Eddy, Jerry Douglas, Pat McLaughlin, Bobby Wood e Gene Chrisman, entre outros. Só pra constar, o último disco do Black Keys, Turn Blue, saiu em 2014.

Já foram divulgados dois clipes promovendo o álbum, para as faixas “Shine on Me” e “Waiting on a Song”:

Vicky, esposa de Chris Cornell, divulga declaração emocionante sobre a morte do marido

sexta-feira, maio 19, 2017

As palavras de Vicky Cornell vem cheias de sentimento e questionamentos, como era de se esperar após um evento tão traumático quando a morte repentina de um membro da família. Leia abaixo:

"A morte de Chris é uma perda que escapa às palavras e criou um vazio em meu coração que nunca será preenchido. Como todos que o conheciam comentavam, Chris era pai e marido devotado. Ele era meu melhor amigo. Seu mundo girava em torno da família em primeiro lugar, e, claro, sua música a seguir. Ele pegou um vôo para casa no Dia das Mães para passar um tempo com a gente. Ele voou de volta pra Detroit no dia do show, depois de passar um tempo com as crianças. Quando conversamos antes do show, traçamos planos para umas férias no Memorial Day e outras coisas que queríamos fazer.

Quando falamos após o show, reparei que ele estava com a fala arrastada. Ele estava diferente. Foi quando ele falou que poderia ter tomado um ou dois Ativan (remédio para controlar a ansiedade) a mais. Conversei então com o segurança e pedi para ficar de olho nele. O que aconteceu é inexplicável e estou com esperança de que os relatórios médicos adicionais forneçam mais detalhes. Eu sei que ele amava nossos filhos e que não iria machucá-los intencionalmente tirando a própria vida.

As demonstrações de amor e de apoio dos fãs, amigos e familiares significam muito para nós, mais do que qualquer pessoa poderia entender. Obrigado por isso, e por compreender o quanto é difícil para a nossa família passar por essa situação”.

Psychotic Eyes anuncia lançamento do primeiro disco acústico de death metal do mundo

sexta-feira, maio 19, 2017

A banda paulista Psychotic Eyes resolver apostar em um formato ousado e inédito para lançar o seu novo disco. O grupo, um dos mais tradicionais nomes do death metal brasileiro, lançará um EP acústico com suas canções. Não há nada de inovador em gravar um disco desplugado, concordo, mas quando uma banda de um estilo extremo como o death metal faz isso, há uma inegável quebra de paradigmas.

Com o título de Olhos Vermelhos, o EP está sendo gravado e mixado no Estúdio HBC Records, em Guarulhos, e tem a produção assinada por Humberto Belozupko. O álbum traz duas músicas inéditas - “Memento Mori” e “Olhos Vermelhos” - e três reinterpretações com novos arranjos para músicas antigas do grupo - “The Hand of Fate”, “Life" e “Dying Grief”. A capa de Olhos Vermelhos foi criada pela artista plástica gaúcha Nua Estrela.

O Psychotic Eyes vem realizando shows acústicos já há algum tempo, e agora eternizará esse formato em disco. A data de lançamento ainda não foi confirmada. 

Atualmente a banda é formada por Dimitri Brandi e Douglas Gatuso. E no vídeo abaixo, que traz uma das apresentações recentes do duo, é possível sentir o que vem por aí em Olhos Vermelhos:

Novo livro conta a história da época clássica do Van Halen

sexta-feira, maio 19, 2017

O manager do Van Halen entre 1978 e 1985, Noel Monk, é o autor do livro Runnin´ with the Devil: A Backstage Pass to the Wild Times, Loud Rock, and the Down and Dirty Truth Behind the Making of Van Halen.

O livro traz histórias de bastidores e explora toda a mitologia que envolve o primeiro período da carreira do Van Halen, repleta de festas, sexo, drogas e tudo mais que se possa imaginar. Como o texto foi escrito por alguém que estava muito próximo da banda na época, a obra promete revelar fatos ainda desconhecidos dos fãs.



Décima-quarta (!) coletânea do Kiss chegando nas lojas

sexta-feira, maio 19, 2017

Dia 2 de junho será lançada a décima-quarta compilação da carreira do Kiss. Com o título de KissWorld - The Best of Kiss, o material será disponibilizado somente em CD e traz o seguinte tracklist:

1. Crazy Crazy Nights
2. Rock And Roll All Nite
3. I Was Made For Lovin’ You
4. God Gave Rock ‘N’ Roll To You II
5. Detroit Rock City
6. Beth
7. Lick It Up
8. Heaven’s On Fire
9. Tears Are Falling
10. Unholy
11. Hard Luck Woman
12. Psycho Circus
13. Shout It Out Loud
14. Calling Dr. Love
15. Christine Sixteen
16. Love Gun
17. Shandi
18. I’m A Legend Tonight
19. Modern Day Delilah
20. Hell Or Hallelujah

18 de mai de 2017

Kim Thayil fala sobre os planos futuros do Soundgarden

quinta-feira, maio 18, 2017

Antes da trágica morte de Chris Cornell, o guitarrista do Soundgarden, Kim Thayil, conversou com a Rolling Stone sobre os planos futuros da banda, e o papo rendeu pistas do que vem por aí para os fãs do grupo - ainda que, evidentemente, o falecimento de Cornell possa mudar o ritmo das coisas.

O Soundgarden estava em estúdio gravando o sucessor de King Animal (2012), em sessões que aconteciam há meses e que eram marcadas conforme a disponibilidade dos músicos. Além da carreira solo de Chris Cornell, o baterista Matt Cameron divide o seu tempo entre a banda e o Pearl Jam, o que gera um constante conflito de agendas. Segundo Kim: “Nós procuramos oportunidades onde nós quatro estamos disponíveis, e então nos reunimos e mostramos uns aos outros o que temos. Nesse processo, as colaborações surgem e vemos o que pode ou não render. Há algumas músicas bem boas. Tanto Chris quanto Matt tem coisas excelentes. Documentamos algumas faixas durante os ensaios, e algumas ainda estão no estágio de demo, enquanto outras estão em seu desenvolvimento inicial ainda. Há estágios diferentes do processo de composição em andamento no momento”.

Além do novo álbum, o Soundgarden estava considerando o lançamento de edições expandidas e remasterizadas dos discos Badmotorfinger na primavera e de Ultramega OK no início de 2018. Kim Thayil revelou que há alguns tesouros nos arquivos da banda que merecem chegar aos ouvidos dos fãs. “Há um bom número de gravações que nunca foram lançadas. Temos registros com o baterista anterior que não nos agradaram plenamente. Há coisas que gravamos com Jack Endino e não colocamos em nenhum disco. O EP Screaming Life, por exemplo, era pra ser um disco completo e foi gravado assim, mas a Sub Pop optou por lançar no formato EP, então tem coisas dele ainda inéditas”.
Finalizando, é bastante provável que o Soundgarden seja indicado ao Rock and Roll Hall of Fame em breve. Depois de assistir Matt Cameron subindo ao palco com o Pearl Jam na cerimônia deste ano, Thayil declarou que o Soundgarden também merece estar ali: “Acho que nós, o Alice in Chains, o Mudhoney e o Screaming Trees tivemos muito sucesso e certamente superamos um grande número de artistas que já estão no RARHOF. Mas estamos sujeitos ao julgamento de outras pessoas, então é algo mais complicado. Acho que seria legal se algo nessa linha acontecesse, mas o fato é que isso não reflete o que conquistamos crítica e comercialmente com o nosso trabalho”.

Review: Os Descordantes - Quietude (2017)

quinta-feira, maio 18, 2017

A música romântica sempre fez sucesso no Brasil. Do rock ao sertanejo universitário, perpassando pela MPB e o samba, os temas de amores impossíveis, perdidos, encontrados, reencontrados, iludidos e desiludidos sempre tiveram boa sintonia com o público. Independente do estilo, há uma facilidade do público de se reconhecer nessas histórias cantadas. Para cada situação amorosa que se passar na vida há uma música em algum lugar que serve como expressão perfeita para os seus sentimentos.

Os Descordantes entenderam bem essa demanda, cantando desilusões amorosas em diversos gêneros: rock, MPB, samba, brega, pop, evitando delimitar-se em um estilo único e denominando-se apenas como música romântica. Resultou em se tornarem uma das bandas mais queridas da noite rio branquense com seu primeiro disco, Espera a Chuva Passar, um compilado de todas as canções já executadas ao vivo ao longo dos anos, com algumas inéditas. Se o disco não deixou os músicos ricos, com certeza foi um sucesso entre seu público. Tanto que animou a banda a lançar mais um e assim chegamos ao segundo álbum, Quietude.

O novo CD é um trabalho mais homogêneo que o anterior, calcado na MPB, trazendo referências a outros estilos e com toques retrô que, a mim pelo menos, remete à música romântica das décadas de 1950/1960. As músicas casam bem com o título Quietude, mais calmas, leves e introspectivas. A canção de abertura, "Trem Fora dos Trilhos”, já mostra a que veio o disco: ao invés dos pesados acorde de guitarra que abrem Espera a Chuva Passar, aqui é um piano suave que abre os trabalhos numa canção que me remete, em momentos, ao Radiohead da época do The Bends.


Meus destaques vão, em primeiro lugar, para "Desamor", segunda canção do play, de cara a minha favorita e a mais rock and roll de todas. Ela é seguida pela divertida “Iguais", de clima muito agradável e com direito a corinho de "ulálá's", perfeita pra bailinhos retrôs anos 60. Na sequência, a desiludida "Simplesmente" evoca o clima de “sofrência” do primeiro disco e não me chamou muito a atenção de primeira, mas ela vai crescendo na nossa mente - hoje já me pego cantando-a do início ao fim. 

Pra encerrar os destaques, o brega descarado volta lá pro fim do disco com "Vai Ver”. Essa utilização inteligente da música brega (daquele tipo que fazia sucesso nas rádios na vozes de Odair José e Reginaldo Rossi, entre outros) sempre foi o grande diferencial dos Descordantes. Fiquei feliz em ver que eles não esqueceram de prestar sua homenagem ao estilo nesse disco.

Se senti falta de algo foi de uma maior variedade musical. Como disse lá em cima, o Espera a Chuva Passar transitava, com naturalidade, por vários estilos: rock ("Descrença" e "Porto e o Rio"), samba ("Amigo Amarelo"), brega ("Hombridade" e "Sair Daqui"). Quietude me parece mais focado na MPB, não que isso seja um defeito em si, é mais pra uma impressão pessoal mesmo. Já estou pela décima audição do disco desde que recebi minha cópia (digital) e posso afirmar que essas canções vão crescendo a cada vez que se escuta o álbum.

Com Quietude, os Descordantes fincam bases sólidas em sua identidade musical, sólidas o suficiente para sustentar um terceiro trabalho, se não vários outros.

Audição mais que recomendada.


Por Gildson Góes

Confirmado: causa da morte de Chris Cornell foi suicídio por enforcamento

quinta-feira, maio 18, 2017

A confirmação é do legista do Condado de Wayne, para onde o corpo do vocalista do Soundgarden e do Audioslave foi enviado: Chris Cornell cometeu suicídio.

A causa da morte foi suicídio por enforcamento, cometido no quarto do MGM Grand Casino Hotel em Detroit, onde o músico estava hospedado após realizar um show na cidade norte-americana poucas horas antes. 

O resultado completo da autópsia, com a análise do exame toxicológico, ainda não foi concluído.

Kai Hansen lança ao vivo gravado no Wacken

quinta-feira, maio 18, 2017

Kai Hansen lançará dia 23 de junho o ao vivo Hansen & Friends - Thank You Wacken Live, material que traz o show do vocalista e guitarrista do Helloween e do Gamma Ray no festival alemão em 2016. O título será disponibilizado CD+DVD, LP e CD+Blu-ray, além dos formatos digitais.

Hansen tocou no Wacken 2016 acompanhado de uma banda formada por Alex Dietz (baixo, Heaven Shall Burn), Eike Freese (guitarra, Dark Age), Michael Ehré (bateria, Gamma Ray), Covin Bahn (teclado, Crystal Bleed), Clémentine Delauney (backing vocal, Visions of Atlantis) e Frank Beck (backing vocals, Gamma Ray). O show contou com a participação especial de Michael Kiske em um bloco só com clássicos do Helloween.

Abaixo você confere o vídeo de “Fire and Ice” presente no material:

Prong revela detalhes de novo álbum

quinta-feira, maio 18, 2017

Uma das maiores referências do groove metal, o trio norte-americano Prong anunciou para julho o lançamento do seu novo disco. O álbum tem o título de Zero Days e chegará às lojas dia 28/07 pela Steamhammer/SPV em CD digipak e LP duplo, além de download oficial e streaming. A produção é do guitarrista e vocalista Tommy Victor.

A banda divulgou também as primeiras datas da turnê de divulgação do álbum, que já tem 25 shows marcados pela Europa.


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