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Mostrando postagens com o rótulo Grave

Apanhado death/thrash/black de agosto

Agosto foi um mês corrido e contou com várias novidades no heavy metal. Para que algumas das notícias mais relevantes não passem batidas, segue um rápido apanhado death/thrash/black com o que rolou de interessante nos últimos trinta dias. Deicide O Deicide anunciou detalhes de seu novo álbum, que se chamará In The Minds of Evil  e tem previsão de lançamento para 26 de novembro via Century Media. Sucessor de To Hell With God (2011), o disco foi gravado por Jason Suecof no AudioHammer Studios, na Flórida. Além do líder e fundador Glen Benton (baixo/vocal), atualmente também estão na banda a dupla de guitarristas Jack Owen e Kevin Quirion, e o baterista Steve Asheim. Confira o track list: 1 In the Minds of Evil 2 Thou Begone 3 Godkill 4 Beyond Salvation 5 Misery of One 6 Between the Flesh and the Void 7 Even the Gods Can Bleed 8 Trample the Cross 9 Banished by Evil 10 Kill the Light of Christ 11 End the Wrath of God Sarke Prestes a colocar nas...

Grave: crítica de Endless Procession Of Souls (2012)

Apesar de sua já extensa trajetória - quase 25 anos na ativa -, o Grave jamais figurou entre os nomes mais aclamados do death metal mundial. Até mesmo na Suécia, onde pavimentou o gênero, pode-se dizer que a banda está um passo atrás de Entombed, Dismember e Unleashed, os três pilares absolutos do swedish death metal. As razões para isso podem ser várias. Me atenho a três: após grande estreia com Into the Grave (1991), a banda não conseguiu manter o ritmo nos álbuns seguintes. Além da constante alternância de integrantes, enfrentou ostracismo de seis anos, entre 1996 e 2002, período no qual não lançou material inédito. Por fim, não possui em sua discografia um álbum fora do comum, que destoe dos demais e seja unanimidade como obra-prima. Em outras palavras, o Grave não tem, por exemplo, seu próprio Altars of Madness , seu próprio Seven Churche s, seu próprio Left Hand Path . Algum disco muito acima da média em termos de qualidade e que sintetize a essência de seu som. ...

Grave: review do álbum 'Burial Ground' (2010)!

Por Ricardo Seelig Nota: 8,5 Na estrada desde 1986, o Grave é considerado, ao lado do Dismember, Entombed e Unleashed, um dos pais do death metal sueco. A fidelidade canina ao estilo fez com que a banda atravessasse décadas lançando álbuns sempre consistentes e fortes, e a história não é diferente com Burial Ground , seu novo registro. Mesmo seguindo fiel às suas origens, o Grave insere alguns elementos interessantes ao seu som, características que tornam as composições mais dinâminas e palatáveis. A principal e mais evidente é a aproximação com o thrash metal, fato percebido através das variações rítmicas e climáticas nas músicas, que se alternam entre momentos de velocidade descontrolada a outros mais lentos, que beiram o doom. Esse fator, somado a uma duração maior na duração das faixas, faz com que a banda consiga manter a brutalidade característica, mas, ao mesmo tempo, desenvolva melhor as suas boas ideias em cada composição. O resultado é que cada faixa soa como um...