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Vem, novo disco de Mallu Magalhães, é bem legal e você deveria parar para ouvir

Hoje, 9 de junho, Mallu Magalhães lançou o seu quarto disco, Vem . E o que isso tem a ver com um site de rock, pode perguntar você. O fato é que não somos um site de rock, mas sim de música. Basta dar uma pesquisada nos quase 9 mil posts que colocamos no ar desde 2008 pra sacar isso. O segundo ponto é que Vem , o quarto disco de Mallu Magalhães, é o trabalho mais maduro da garota que surgiu conquistando corações em 2008.  Vale a pena ouvir. Dispa-se de preconceitos e pré-conceitos. Afinal, quem gosta de música gosta é de música, não de um gênero específico. Só dar play abaixo:

Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães completa 19 anos hoje

Mallu Magalhães - Mallu Magalhães (2009)

Por Luiz Felipe Carneiro Jornalista Esquina da Música Cotação: ***1/2 Basta ouvir os primeiros acordes do piano de "My Home is My Man", faixa de abertura do novo CD de Mallu Magalhães (que, assim como o primeiro, leva o nome da cantora), para ver que há algo de diferente no reino da Dinamarca. Da estreia na internet com o hit "Tchubaruba", muita coisa mudou em Mallu Magalhães. Se em seu primeiro álbum 12 das 14 faixas tinha letra em inglês, nesse novo trabalho 6 das 13 músicas são cantadas em português, o que revela um acerto na condução de sua carreira. E mesmo as canções em inglês são mais encorpadas e originais do que no disco de estreia. As em português, então, nem se fala. Mallu Magalhães deu um upgrade de respeito. Se Bob Dylan e Johnny Cash continuam a ser grandes (e respeitadas) influências, como pode ser verificado em faixas como a delicada "Make it Easy", as country "Ricardo" e "You Ain't Gonna Loose Me" e a cool "So...

Mallu Magalhães - Mallu Magalhães (2009)

Por José Flávio Júnior Crítico Musical Bravo! Cotação: ***1/2 Uma certeza dava para ter no comecinho de 2008, quando Mallu Magalhães protagonizou os primeiros shows de sua vida na noite paulistana: acompanhar o desabrochar artístico daquela cantora seria uma das atividades mais divertidas dos anos posteriores. Pois acabamos de chegar ao segundo capítulo dessa saborosa história: " De quando a jovem estrela completa 17 anos, descobre o amor e o rock psicodélico - não necessariamente nessa ordem ". Só que o novo disco de Mallu ainda não cabe inteiro nesse título aí. Ele também apresenta a mocinha investindo em ritmos brasileiros, se aproximando do ska jamaicano, sendo acompanhada por orquestra, trabalhando com o produtor brasileiro mais festejado dos últimos tempos (o carioca Kassin) e até mesmo produzindo uma faixa, "O Herói e o Marginal", inspirada em Hélio Oiticica. É muita novidade para alguém que literalmente começou outro dia. Mas a velocidade com que as coisas ...