04/02/2012
Alice Cooper, 64 anos hoje
Alice Cooper
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Frases
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Ricardo Seelig
sábado, fevereiro 04, 2012
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03/02/2012
As Novas Caras do Metal – Parte 6: o heavy metal está muito vivo e manda notícias!
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
6 comentários
Em mais um capítulo da nossa série sobre as novas bandas de metal que você precisa conhecer, vasculhamos o que de mais interessante anda sendo feito em termos de música pesada. Nesta edição temos muitas bandas novas que estão prestes a lançar o seu primeiro disco ou que contam com apenas um álbum na praça, o que só comprova o quão efervescente e ativa é a cena metálica em todo o mundo.
Saia do lugar comum, descubra novos sons e pare de ouvir os mesmos nomes de sempre!
Banda
de metal tradicional californiana. Individualmente, o principal
destaque é a bela vocalista Jill Janus, que se define como uma
“banshee” operística. A parte instrumental é bastante
influenciada pela NWOBHM, com um belo trabalho de guitarras, apesar
de, conceituamente, a banda se declarar mais próxima do black metal.
Por enquanto o grupo lançou apenas um single, cujo clipe, repleto de
referências ao universo de Conan, é um sucesso no You Tube. O
primeiro álbum sairá até a metade do ano pela Napalm Records, e
ainda não tem título. Se você curte um som na linha de King
Diamond, pise fundo!
Este
quarteto inglês acabou de lançar o seu primeiro disco, Nobility
in Death. Antes, a banda havia liberado um EP auto-intitulado em
2010. O som é thrash metal old school e, segundo a banda, “como o
estilo deve ser tocado, e não com a sonoridade destes grupos de
thrash revival”. Os caras se dizem influenciados por Slayer,
Sepultura e Death, e fazem um som que realmente nos remete à época
de ouro do thrash, agressivo, rápido, pesado e repleto de mudanças
de andamento, com riffs transbordando em cada faixa.
Steelwing
Banda
sueca com apenas dois discos na carreira, sendo que o segundo, Zone
of Alienation, acaba de sair. O som é metal tradicional, com
refrões grudentos e solos em profusão. Há uma clara influência de
Iron Maiden e Accept nas composições do grupo, além de um tempero
hard em algumas faixas. Cai como uma luva em quem viveu ou curte a
sonoridade do metal oitentista.
O
nome desta banda norte-americana de black metal é inspirado na
verdadeira Abigail Williams, uma menina de 11 anos de idade que foi
uma das primeiras acusadas de bruxaria na cidade de Salem, em 1692.
Formado em 2004, o grupo tem três discos na carreira, sendo que o
último, Becoming, acabou de chegar às lojas. O som parte de
influências claras da sonoridade das bandas norueguesas, mas caminha
em para outras direções, resultabdo em um black metal riquíssimo.
A faixa que encerra o novo álbum, “Beyond the Veil”, é uma
obra-prima com mais de dezessete minutos de duração que combina
arranjos de cordas com melodias de guitarra e vocais perturbadores.
Um clássico instantâneo!
Este
quarteto lançará o seu primeiro disco, Cognitive, dia 15 de
fevereiro pela Spinefarm. A banda é formada pelo ex-baterista do
Opeth, Martin Lopez, e pelo respeitadíssimo baixista Steve Giorgio
(ex-Death, Testament, Iced Earth, Sadus). Ao lado da dupla estão o
vocalista Joel Ekelöf e o guitarrista Kim Platbarzdis. O som é um
metal com uma grande pegada prog setentista. Em termos comparativos,
é uma música semelhante ao que o Opeth fez em seu último disco, o
ótimo Heritage, porém com uma dose bem maior de peso. O legal é
que o primeiro disco dos caras ganhará edição nacional pela
Hellion Records.
Você
pensa que a única mulher a cantar de forma gutural é Angela Gossow,
do Arch Enemy? Então você precisa ouvir este quinteto
norte-americano natural de Phoenix. Na estrada desde 2004, o Landmine
Marathon já lançou quatro discos, todos trazendo um death metal
pesadíssimo, onde os vocais guturais da bela e angelical Grace Perry
são o destaque. Na parte instrumental, pesadíssima, a banda flerta
com o doom e com o hardocore, criando uma massa sonora que irá
agradar em cheio os fãs de metal extremo.
Este
quarteto de prog metal inglês, cujo visual dos integrantes remete ao
Insane Clown Posse, lançou apenas em EP em 2010 e está trabalhando
em seu disco de estreia, que sairá este ano. A música do Deadly
Circus Fire é bastante influenciada pelo Tool e também pelo
Porcupine Tree, variando, em uma mesma canção, entre passagens mais
progressivas e outras mais pesadas, o que faz com que a banda consiga
agradar os adeptos de ambos os gêneros.
Natural
de Atlanta, este quarteto norte-americano lançou o seu primeiro
disco, auto-intitulado, produzido pelo atual vocalista do Alice in
Chains, William DuVall. O grupo conta com o baterista Bevan Davis
(Danzig), o baixista Kyle Sanders (Bloodsimple), o guitarrista Juan
Montoya (Torche) e o vocalista Charlie Suarez (Sunday Driver). O som
é um hard rock repleto de melodia e temperado com doses certeiras de
psicodelia. Uma grande banda, que, ao que tudo indica, terá um
futuro brilhante!
Deathcore
norte-americano com três álbuns na praça. O Whitechapel é um
quinteto de Knoxville, Tennessee, que transita com grande
personalidade entre as raízes do death metal e uma sonoridade mais
atual, que torna a sua música ainda mais pesada, agressiva e
extrema.
Prog
metal norte-americano. Algumas revistas gringas classificam os caras
como “math metal”, rótulo um tanto estranho criado para definir
a sonoridade de nomes como o Meshuggah e o SikTh. O som é bastante
pesado e criativo, com muitos grooves e passagens intrincadas. O
segundo play dos caras, batizado como Juggernaut, sairá em 2012,
enquanto o debut, auto-intitulado, é de 2010. Se você curte um prog
metal com muito peso, tá dada a dica! A banda está em turnê pelos
EUA com o Protest the Hero e Jeff Loomis, ex-guitarrista do
Nevermore.
02/02/2012
Van Halen: crítica de 'A Different Kind of Truth' (2011)
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
3 comentários
Todo
mundo estava esperando o novo álbum do Van Halen. Não só no
cenário do hard rock e do heavy metal, mas na música de uma maneira
geral, o novo trabalho do grupo era um dos discos mais esperados do
ano.
Por
isso, fizemos algo inédito aqui na Collector´s Room: ao invés de
apenas uma resenha sobre A Different Kind of Truth, você
lerá duas na sequência. Eu, Ricardo Seelig, analisei o disco com a
minha experiência de ouvinte e crítico músical há quase 10 anos.
E o amigo e colaborador da Collector´s, Fabiano Negri, avaliou o
play com a bagagem que só um músico tem, afinal ele esteve à
frente do Rei Lagarto por mais de uma década. Será que nós
concordamos em nossos pontos de vista, ou cada um teve uma opinião
diferente?
Por
Ricardo Seelig
Nota:
9
Confesso
que eu estava desconfiado com o tão falado – e aguardado - novo
álbum do Van Halen, o primeiro de inéditas desde Van Halen III
(1998) e que marca o retorno de David Lee Roth à banda após 28 anos
– o último trabalho com Diamond Dave foi o multiplatinado 1984
(1984). Porém, ao ouvir as treze faixas de A Different Kind of
Truth diversas vezes, uma certeza fica clara: a banda surpreendeu
e está afiadíssima, com a faca nos dentes!
Muitos
fãs têm reclamado que algumas músicas são mera reciclagem de
material antigo e inacabado presente em demos e bootlegs que os
fanáticos die hards – e somente eles – já conheciam. O primeiro
single, “Tattoo”, por exemplo, veio de uma demo de 1976. O
próprio Eddie Van Halen já cansou de declarar que tem um “armário”
repleto de composições inéditas que dariam para encher meia dúzia
de discos. Sinceramente, isso pouco importa. Não quero saber se
Eddie e David sentaram e compuseram material novo para o play, até
porque eu – e acredito que a maioria de vocês – nem sabia desse
reaproveitamento de material antes de trechos das faixas inéditas
pintarem por aí, certo?
O
que realmente interessa é se o álbum é bom ou não, e, para ser
bem claro, A Different Kind of Truth é um grande disco. As
novas composições não soam requentadas, muito pelo contrário: o
frescor é o sentimento predominante aqui. Tudo remete aos primeiros
anos da carreira da banda, de bolachas como Van Halen (1978),
Van Halen II (1979), Women and Children First (1980) e
Fair Warning (1981). Estão ali a guitarra faiscante e
imprevisível de Eddie, o timbre característico da bateria de Alex e
os vocais únicos de David. O baixo, agora a cargo de Wolfgang Van
Halen, filho do guitarrista, era motivo de discussão entre os mais
apaixonados, que não se conformavam com o fato de Michael Anthony
ter sido dispensado da banda. Porém, o membro mais novo da dinastia
Van Halen prova que tem sangue real nas veias e toca da maneira
excelente, calando a boca dos críticos. E, em relação aos backing
vocals, marca registrada de Anthony, devo dizer que, sinceramente,
eles não fazem falta.
A
Different King of Truth dá uma geral na primeira fase da banda,
extraindo o melhor que o grupo produziu entre 1978 e 1984. Há
canções sacanas e com um apelo descaradamente pop como “Tattoo”,
pauladas certeiras na linha da clássica “Ain't Talkin' 'Bout Love”
como “China Town” e “Bullethead”, o hard rock com a marca
registrada da banda em “She's the Woman” e “The Trouble With
Never”, composições que parecem vir direto da fase com Sammy
Hagar – ouça “You and Your Blues” e comprove. E, claro, somos
brindados com os solos de Eddie, um músico genial que sempre usou a
sua técnica para tornar o conjunto mais forte.
Enfim,
o quarteto entrega exatamente aquilo que os fãs estavam esperando, e
é isso que surpreende, porque o material novo é muito consistente.
Não há no disco nenhuma música dispensável, algo bastante comum
hoje em dia, quando a maioria das bandas compõe duas ou três
canções marcantes e completa o restante de seus trabalhos com os
chamados 'fillers'. Todo o material presente é de alta qualidade, e
mostra que o Van Halen parece estar sedento e com apetite após
passar diversos anos hibernando.
A
Different Kind of Truth é um retorno em alto estilo, que traz
novamente para a ordem do dia uma das maiores e mais importantes
bandas da história do rock. Ninguém esperava que seria tão bom, e
por isso mesmo é tão surpreendente.
Por
Fabiano Negri
Nota
10
Muito
foi falado a respeito da tão aguardada volta do Van Halen com David
Lee Roth nos vocais. Muitos duvidavam da capacidade da banda em fazer
um material no nível dos clássicos, e o primeiro single, “Tattoo”,
acabou não empolgando a maioria. Junte isso à percepção de que
algumas músicas novas eram na verdade temas antigos rearranjados e a
falta de Michael Anthony no baixo para que a fé no disco fosse
totalmente abalada, inclusive com algumas pessoas esperando por um
fiasco.
Pois
é, vamos esquecer que algumas demos antigas foram aproveitadas e
encarar o disco como ele merece: o primeiro álbum de inéditas com
David desde o clássico 1984. Para minha surpresa – e talvez
a de muitos –, o que se ouve em A Different Kind of Truth é
uma banda com a faca nos dentes, como se estivesse colocando no
mercado seu álbum de estreia.
Se
alguém tinha alguma dúvida de que Eddie Van Halen ainda é um dos
melhores guitarristas do mundo, pode ficar tranquilo. O cara está
com os dedos em chamas, despejando riffs e solos com sua habitual
categoria e criatividade. Um trabalho impecável, que pode lembrar
para alguns dos atuais fritadores como se toca uma guitarra com
estilo próprio, técnica, timbre perfeito e bom gosto. A cozinha,
agora formada por Alex Van Halen e pelo estreante Wolfgang Van Halen
– filho do mestre – no baixo, não deixa nada a desejar para o
que a banda já havia feito. Entrosamento perfeito, com aquele jeitão
certeiro de despedaçar grooves estranhos e quebrados dentro de uma
estrutura relativamente simples. O timbre do baixo está gordo e
pesado, com bastante destaque na mixagem.
O
grande ponto de interrogação era o próprio David Lee Roth. A
maioria dos fãs de Sammy Hagar não o engole muito bem. Pra mim,
essa é sua melhor performance em disco até hoje. Seu inconfundível
estilo de às vezes falar-às vezes cantar, sua canastrice
extremamente talentosa, brilham em todas as faixas do disco. Puta
velha que é, Diamond Dave sabe contar uma história como ninguém, e
esse é um ingrediente crucial para o sucesso da bolacha.
A
Different Kind of Truth é um delícioso disco de hard rock,
com todos os adjetivos que fizeram do Van Halen uma das maiores
referências do estilo. Melodias altamente cativantes são
encontradas em abundância no álbum. “Tattoo” – é, eu gostei
dessa também –, “Blood and Fire” e “She's the Woman” –
que groove! – são alguns dos exemplos mais gritantes de como deve
soar um rock leve e descompromissado. Passeamos também por faixas
quase heavy metal, como é o caso de “Bullethead” e da aula de
guitarra em “China Town”. O hipnotizante riff de
“Honeybabysweetiedoll” – que remete, mesmo que de longe, ao
clássico “Gates of Babylon”, do Rainbow – culmina numa canção
cujas alavancadas de Eddie soam tão agudas e poderosas que são
capazes de perfurar tímpanos menos avisados.
Aliás,
riffs inspirados é o que não faltam por aqui. “Outta Space” e
“Beats Workin'” não me deixam mentir. E não para por aí: a
melhor faxa do álbum atende pelo nome de “You and Your Blues”.
Tipicamente Van Halen, ela trabalha um estonteante crescente que
passa por um pré-refrão brilhante e desemboca num refrão onde
David Lee Roth mostra o quanto sua voz ainda pode ser poderosa. É
interessante ver no DVD que acompanha o pacote, onde David, antes de
iniciar a versão acústica dessa faixa, conta uma história hilária,
realmente impagável.
Acho
que estamos diante de um dos melhores discos de 2012, e que pode se
tornar um clássico do Van Halen – isso só o tempo dirá. Por isso
peço aos detratores de plantão a isenção da paixão por
determinada fase do grupo, pois assim ouvirão um disco de uma banda
que soa totalmente renovada e com muita lenha pra queimar.
É
difícil eu dar um 10 para um lançamento, mas esse merece!
Faixas:
- Tattoo
- She's the Woman
- You and Your Blues
- China Town
- Blood and Fire
- Bullethead
- As Is
- Honeybabysweetiedoll
- The Trouble With Never
- Outta Space
- Stay Frosty
- Big River
- Beats Workin'
Kreator: veja a capa "evil" do novo single dos alemães
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
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Tarja Turunen & Harus: crítica de 'In Concert: Live at Sibelius Hall' (2011)
Harus
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Review de CDs
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Ricardo Seelig
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Tarja Turunen
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
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Nota:
8
Este
novo projeto de Tarja Turunen, ex-vocalista do Nightwish, não tem
nada a ver com heavy metal. É bom avisar logo de saída, antes que
algum desavisado pense que encontrará aqui algo na linha do que a
cantora gravou com a turma de Tuomas Holopainen. Porém, isso não
quer dizer que estamos falando de um item dispensável, muito pelo
contrário.
O
que faz o DVD e CD In Concert: Live at Sibelius Hall, estreia
do projeto Harus, valer a pena, é o bom gosto
tanto na escolha do repertório, recheado de canções folclóricas
finlandês e standards da música clássica, quanto o bom senso dos
músicos envolvidos, que souberam criar arranjos interessantes e
orquestrações sempre econômicas, fazendo o trabalho não cair na
vala comum de discos similares, que em geral tem o exagero como norte
e resvalam, com raríssimas exceções, na breguice.
Tarja
é, inegavelmente, uma ótima cantora. O seu timbre de soprano ganha
destaque absoluto aqui. Acompanhada pelos excelentes Marzi Nyman
(guitarra), Kaveli Kiviniemi (órgão) e Markku Krohn (percussão), a
vocalista alcançou um resultado final que coloca este projeto como o
seu melhor trabalho desde que saiu do Nightwish.
O
que torna isso possível é a ousadia, na maioria das vezes sutil,
com que o quarteto trata o repertório. Ao inserir um instrumento
como a guitarra na execução de peças sacras e clássicas, o Harus
consegue a façanha de modernizar e tornar atraente o gênero para um
público que não o consome. Sim, porque este disco será adquirido,
em sua maioria, por fãs de Tarja na época do Nightwish, e não
pelos consumidores habituais de música clássica.
É
claro que não há aqui um mergulho profundo na música de câmara,
porém isso não se faz necessário. As faixas – 12 no CD e 14 no
DVD -, escolhidas a dedo, formal um painel inegavelmente belo, com
direito a até mesmo uma releitura de “Walking in the Air”,
composição de Howard Blake que se tornou em um dos maiores hits do
Nightwish.
Acredito
que a reação inicial da maioria das pessoas em relação a este
item será de afastamento, imaginando que ele soará como, digamos
assim, um pastiche de Charlotte Church com Lorenna McKennitt. Porém,
o fato é que ele surpreende de maneira muito positiva, alcançando
um resultado final muito atraente.
Graham Nash, 70 anos hoje
CSNY
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Frases
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Ricardo Seelig
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
1 comentário
Symphony X confirmado no Metal Open Air
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
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01/02/2012
A história do Soda Stereo na nova Rolling Stone argentina
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Mastodon, Opeth e Ghost: o vídeo oficial da tour do ano
Ghost
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Mastodon
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Opeth
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Ricardo Seelig
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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El Caco: crítica de 'Hatred, Love & Diagrams' (2012)
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Nota: 9
O
press release do novo álbum do El Caco informa que a banda é uma
instituição do rock norueguês. Chegando ao seu sexto álbum, o
trio formado por Øyvind Osa (baixo e vocal), Anders Gjesti
(guitarra) e Thomas Fredriksen (bateria) inaugura uma nova fase em
sua trajetória com um novo contrato com a gravadora Indie
Recordings, onde a principal diferença é a distribuição
internacional, deixando para trás os limites de seu país de origem.
E, ouvindo o disco, quem tem a agradecer por esta decisão somos nós.
O
som do grupo hipnotiza. Tentando colocar em palavras, a música do El
Caco é influenciada pelo Black Sabbath, Led Zeppelin, pós-punk,
Kyuss, Queens of the Stone Age, Tool e Mastodon. Essa mistura resulta
em uma sonoridade bastante original, onde a guitarra tem um papel
central, variando sempre entre riffs e linhas melódicas. A dupla
baixo e bateria sai do comum sem reinventar a roda, propondo batidas,
grooves e andamentos que surpreendem, de maneira sutil, o ouvinte. O
arremate final se dá em dois pontos chaves: a excelente performance
do vocalista Osa e a inequívoca capacidade da banda em criar
composições muito bem resolvidas, com ganchos que prendem a
audição.
A
abertura, com a “zeppeliana” “After I'm Gone”, deixa claro o
hard rock classudo executado pelo trio. “Hatred”, o primeiro
single, nos leva de volta para algum clube escuro e esfumaçado de
meados dos anos oitenta, repleto de darks e góticos usando camisetas
do Sisters of Mercy. Em “Autopsy”, a canção se desenvolve em
camadas crescentes que explodem em um refrão que são sai da cabeça.
“Skeleton” é outro grande momento, com a banda soando como uma
entidade única, poderosa e cativante.
Uma
das características mais marcantes do disco é a produção, que
deixou os instrumentos com um timbre levemente vintage. Isso faz com
que, ao ouvir as músicas, nos sentimos como se estivéssemos em uma
ampla garagem assistindo o grupo. A energia é pulsante e corre pelas
veias durante todo o álbum.
Há
um trabalho de guitarra primoroso em Hatred, Love & Diagrams.
Anders Gjesti usa o seu instrumento para construir melodias em cada
faixa, e elas servem de fio condutor para as composições. A
variação entre essas melodias e os riffs, inseridos de maneira
certeira, dá uma cara única ao som do El Caco.
Se
você pensava que a cena da Noruega se resumia ao black metal, o El
Caco prova que a música deste pequeno e lindo país vai muito além
do metal extremo. Com classe, originalidade e um imenso talento, o
trio desembarca no cenário internacional pronto para conquistar
milhares de novos fãs. Suas composições são excelentes, sua
música é viva e vibrante.
A
dica está dada, agora é com você!
Faixas:
- After I'm Gone
- Hatred
- Autopsy
- Equivalence
- Go Forward
- Confessions
- Sixty to Zero
- Skeleton
- She Said
- Disconnect
Slash na nova Metal Hammer grega
Metal Hammer
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Ricardo Seelig
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Slash
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Obey The Brave: assista o clipe de "Live and Learn"
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Veja a capa de 'Tragic Idol', novo álbum do Paradise Lost
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Randy Rhoads na capa da nova edição da Classic Rock
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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Os melhores discos de 2011 segundo os leitores da Collector´s
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
5 comentários
Durante
todo o mês de janeiro, perguntamos para os leitores da Collector´s
Room quais foram os seus álbuns preferidos de 2011. Listamos os
discos mais votados por nossos colaboradores, e, em cima desaa lista,
você escolheu os que mais curtiu.
Agora
temos o resultado final, e ele é bastante diferente da lista de
melhores de 2011 dos colaboradores e convidados da Collector´s, que
você pode conferir aqui. Entre os 10 álbuns
listados, quatro diferem nas listas, o que dá uma discordância de
40%. Enquanto na lista da Collector´s entraram os últimos discos do
Symphony X, Graveyard, Tedeschi Trucks Band e Iced Earth, na dos
leitores eles foram substituídos pelos últimos trabalhos do Foo
Fighters, Black Country Communion, Motörhead e Opeth. Porém,
tivemos uma unanimidade: em ambas as listas, o vencedor foi o
excepcional último trampo do Machine Head,
Unto the Locust.
Confira
abaixo quais foram os 10 melhores discos de 2011 na opinião dos
nossos leitores, e, é claro, diga o que achou do resultado nos
comentários:
Machine
Head – Unto
the Locust
Foo
Fighters – Wasting Light
Anthrax
– Worship Music
Adele
– 21
Ghost
– Opus Eponymous
Whitesnake
- Forevermore
Black
Country Communion – 2
Mastodon
– The Hunter
Motörhead
– The Wörld is Yours
Opeth
- Heritage
As matérias mais lidas na Collector´s em janeiro
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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31/01/2012
Assista "These Days", o novo clipe do Foo Fighters
terça-feira, janeiro 31, 2012
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The Cult: ouça o novo single e saiba tudo sobre o novo álbum
terça-feira, janeiro 31, 2012
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O The Cult acaba de dar detalhes sobre o seu novo disco. Ele se chamará Choice of Weapon e é o primeiro álbum da banda em cinco anos, desde Born Into This, de 2007. O play contará com 10 faixas, sairá dia 22 de maio e foi produzido pela dupla Bob Rock (Metallica) e Chris Goss (Queens of the Stone Age).
Atualmente,
o Cult é formado por Ian Astbury (vocal), Billy Duffy (guitarra),
Chris Wyse (baixo) e John Tempesta (bateria).
Além da edição normal, o disco ganhará também uma versão exclusiva lançada pela revista Classic Rock. O fan pack do álbum contará com as dez faixas originais mais duas músicas ao vivo, ainda não reveladas. Além disso, virá com uma revista exclusiva de 132 páginas com a história da banda e o making of do disco, entrevistas com os músicos, além de dezenas de fotos inéditas do grupo.
O
fan pack já está em pré-venda neste link, e será entregue para quem o
adquirir a partir do dia 14 de maio, cerca de dez dias antes do
lançamento oficial do disco.
Para
ter uma prévia de como o Cult está soando, ouça a inédita
“Lucifer” no player abaixo.
Opeth, Mastodon e Ghost em turnê conjunta pelos EUA
Ghost
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Mastodon
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Opeth
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Ricardo Seelig
terça-feira, janeiro 31, 2012
5 comentários
2011
foi um ótimo ano para o heavy metal, com excelentes discos sendo
lançados. E três dos principais protagonistas disso estão em turnê
conjunta pelos Estados Unidos.
Os
suecos do Opeth – que se reinventaram no ótimo Heritage -,
os norte-americanos do Mastodon – que lançaram o incrível The
Hunter – e os suecos do Ghost – cuja estreia, Opus
Eponymous, saiu no final de 2010 na Europa mas somente em janeiro
de 2011 nos EUA – juntaram forças e estão rodando a América em
uma mesma tour. O Ghost abre os trabalhos cada noite, enquanto o
Opeth e o Mastodon se revezam como headliners.
Estas
três bandas representam diferentes facetas do heavy metal, mas tem
algo em comum: impulsionam a música pesada para frente com a sua
originalidade, talento, inquietude e sons cativantes.
Aqui
no Brasil, a maioria dos fãs de metal acredita cegamente que o
gênero se resume aos poucos nomes de sempre – Black Sabbath, Iron
Maiden, Metallica, Blind Guardian, Helloween e estas outras que você
está lembrando agora -, quando, na verdade, a efervecência criativa
do estilo é tamanha que, ao se acomodar no terreno confortável dos
ídolos do passado, um ouvinte mais desatento e não muito exigente
corre o sério risco de escutar, eternamente, os mesmos sons.
O
Metal Open Air, festival que acontecerá em abril em São Luís do
Maranhão, reflete esta mentalidade, com atrações que, salvo
raríssimas excessões – Legion of the Damned e Otep -, se resumem
aos ícones habituais de sempre. É claro que é ótimo ver nomes
como Anthrax, Venom, Annihilator, Anvil e Exodus no cast, afinal
estes grupos ainda soam renovados e produzem música de qualidade.
Agora, aguentar um engodo disfarçado de suposta homenagem como o Dio
Disciples é dose …
Um
dia em tive um sonho, e, nele, turnês como essa do Opeth, Mastodon e
Ghost passavam aqui, pelo Brasil. Mas daí eu acordei e percebi que,
infelizmente, isso ainda está longe de acontecer.
Dyscarnate: assista o clipe de "The Promethean"
terça-feira, janeiro 31, 2012
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Jeff Hanneman, 48 anos hoje
Frases
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Ricardo Seelig
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Slayer
terça-feira, janeiro 31, 2012
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Van Halen: ouça as inéditas "Blood and Fire" e "China Town" na íntegra
terça-feira, janeiro 31, 2012
2 comentários
30/01/2012
Annihilator confirmado no Metal Open Air
segunda-feira, janeiro 30, 2012
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Michael Jackson: crítica da biografia 'A Magia e a Loucura'
segunda-feira, janeiro 30, 2012
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Por
Fabiano Negri
Já
faz mais de dois anos que Michael Jackson faleceu, e muitos assuntos
sobre sua carreira ainda permanecem obscuros. Uma maneira melhor de
entender e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e a carreira
do maior astro pop de todos os tempos é a leitura da biografia A
Magia e a Loucura, de J. Randy
Taraborrelli. Construída a partir de entrevistas pessoais,
depoimentos de Michael, de pessoas de sua família e de indivíduos
que estiveram ligados direta ou indiretamente ao cantor, além de
acesso a documentos oficiais, a biografia esmiuça cronologicamente
todos os fatores que levaram Michael Jackson, da infância pobre em
Gary, Indiana, ao mega-estrelato e, depois, ao declínio.
Uma
coisa que fica bem clara é que Michael talvez seja o artista mais
perfeccionista e obstinado pelo sucesso de quem eu tenha
conhecimento. Muito disso se deve à criação rígida que Joseph
Jackson deu aos filhos. No livro ele é tratado apenas como um pai
que desejava a qualquer custo o sucesso dos filhos, às vezes errando
a mão no excesso de disciplina, mas longe do monstro que a família
e a midia têm pintado durante anos. A verdade é que mesmo errando
muitas vezes – como no absurdo contrato de praticamante escravidão
que ele assinou com a Motown –, Joseph atingiu seu intuito e deixou
marcado em seus filhos, principalmente em Michael, o conhecimento de
que apenas muito trabalho e aperfeiçoamento podem levar um artista
ao topo.
Outro
detalhe muito interessante é o paralelo criado entre a carreira de
Michael e a indústria musical, deixando bem claro que os sorrisos e
abraços em fotos não passam de fachada,
escondendo uma relação de ciúmes, falsidade e jogo de poder.
Todos
os pontos cruciais da vida pessoal de Michael Jackson são tratados
abertamente. Segundo o autor, Michael não era gay, mas tinha sérias
sérias dificuldades em se relacionar com mulheres. Também fica bem
claro que ele era uma pessoa extremamente desconfiada, e que
dificilmente deixava que alguém tomasse decisões por ele.
É
interessante observar que, mesmo tendo chegado ao inimaginável
sucesso de Thriller,
Michael ainda não estava contente, e foi exatamente aí que a
situação saiu de controle. Querendo cada vez mais atenção, ele
tomou direções cada vez mais erradas em sua carreira. Pra se ter
uma ideia, o livro relata que algumas das suas maiores
excentricidades - como a câmera hiperbárica em que ele supostamente
dormia e o interesse em comprar os ossos do homem-elefante - foram
notas inventadas e plantadas pelo próprio Jackson para chamar
atenção.
Detalhes
constrangedores de sua relação com o garoto Jordie Chandler são
colocados de uma forma explícita, revelando um sério distúrbio
psicológico, que apesar de levar o cantor a um comportamento
estranho e, para muitos, inaceitável, não o enquadram no perfil de
pedófilo sustentado pela promotoria nos processos aos quais Michael
Jackson respondeu.
As
plásticas, o vitiligo, seus casamentos e todos os assuntos polêmicos
são abordados da mesma forma. Mesmo sendo opinativo em alguns
momentos, o autor expõe as informações de uma maneira em que, no
final das contas, o leitor é quem tira suas conclusões.
Mas
é claro que, em suas 670 páginas, o livro não possui apenas
sombras. Todos os alicerces formadores do estilo inimitável de
Michael Jackson cantar e dançar estão lá. James Brown, Diana Ross,
Marvin Gaye, Gene Kelly, Fred Astaire e muitos outros grandes nomes
fazem parte do balaio de gato que culminou na originalidade de
Michael. Sempre esteve claro que ele era o mais talentoso dos irmãos,
e que, em algum momento, iria voar longe e só. Mesmo assim, nem
mesmo o produtor Quince Jones imaginava que ele chegaria tão longe.
O fenômeno de Thriller
salvou a indústria fonográfica, moribunda no início dos anos 80.
A
importância histórica desse artista, às vezes soterrada por seus
escândalos, é inestimável. Seus fracassos foram mais bem sucedidos
do que muitos grandes sucessos de várias estrelas pop. Ele era
irriquieto, sempre tentando se reinventar. Ele ainda procurava
superar a marca de Thriller,
só que o tiro de misericórdia em sua vida veio com o segundo
processo, esse sim, totalmente forjado, levando-o aos tribunais numa
batalha que, apesar de vencida com sua declaração de inocência,
agravou seriamente seus problemas de dependência com drogas lícitas.
O
livro, cuja primeira edição foi publicada em 1991, teve sua última
atualizada em 2005, portanto a fase pós-julgamento não é relatada. Infelizmente,
os acontecimento que sucederam a essa época todos conhecemos bem. Um
Michael Jackson totalmente fragilizado e cercado de sanguessugas
definhou publicamente até sua morte. Porém, acho que devemos nos
lembrar do garoto prodígio que encantou o mundo com sua voz e
afinação nos anos 70, e que se tornou, quando adulto, no maior
fenômeno pop da história.
Adrenaline Mob e Soen: álbuns de estreia das bandas sairão no Brasil pela Hellion Records
Adrenaline Mob
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Ricardo Seelig
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Soen
segunda-feira, janeiro 30, 2012
3 comentários
Novidades quentes pra quem curte heavy metal. A Hellion Records acaba de confirmar que lançará os discos de estreia do Adrenaline Mob e do Soen aqui no Brasil.
O
Adrenaline Mob é a nova banda do baterista Mike Portnoy, ex-Dream
Theater. Ao seu lado estão o ótimo vocalista do Symphony X, Russell
Allen, o guitar hero Mike Orlando, o guitarrista do Stuck Mojo e do
Fozzy, Rich “The Duke” Ward, e o baixista Paul DiLeo. Os dois
últimos, recentemente, anunciaram a sua saída da banda devido à
incompatibilidade de agendas.
O disco, chamado Omertá, foi produzido pela própria banda e mixado por Jay Ruston – responsável por Worship Music, do Anthrax, e Balls Out, do Steel Panther -, sairá lá fora dia 13 de março, e em seguida pintará nas lojas brasileiras. A ótima repercussão do EP de estreia do Adrenaline Mob elevou as expectativas dos fãs às alturas, fazendo de Omertá um dos álbuns mais esperados do ano.
Já o Soen é um novo grupo que conta com figuras experientes e bastante rodadas no cenário metálico. Fazem parte da banda o vocalista Joel Ekelöf, o guitarrista Kim Platbarzdis, o extraordinário e respeitadíssimo baixista Steve DiGiorgio (Sadus, Testament, Iced Earth, Death) e o baterista Martin Lopez (Opeth, Amon Amarth).
O debut do quarteto, Cognitive, traz um som que se equilibra entre o heavy metal e o rock progressivo, com o uso constante de melodias e arranjos intrincados. Há uma certa semelhança entre a música do Soen e a sonoridade que o Opeth apresentou em seu último disco, o ótimo Heritage, ainda que o som do Soen seja bem mais pesado. O álbum sairá na Europa dia 15/02, e na sequência por aqui.
Enfim,
duas ótimas notícias não só para quem curte som pesado, mas,
sobretudo, para quem gosta de música boa!
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segunda-feira, janeiro 30, 2012
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Ricardo Seelig
segunda-feira, janeiro 30, 2012
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Ricardo Seelig
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segunda-feira, janeiro 30, 2012
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