5 de set de 2014

Damon Albarn, torcedor do Chelsea

sexta-feira, setembro 05, 2014
Enquanto os irmãos Liam e Noel Gallagher, do Oasis, são notórios torcedores do Manchester City, seu “rival” Damon Albarn, do Blur, é um ferrenho apaixonado pelo Chelsea. Mesmo antes da chegada do bilionário russo Roman Abramovich ao clube londrino, em 2003, Albarn já estampava matérias e capas de revista com a camisa do Chelsea.

Presença constante em Stamford Bridge, o vocalista costuma também usar com frequência a camisa do Chelsea nos shows, como uma segunda pele que está sempre perto do seu coração. 

Em uma partida beneficente realizada há alguns anos, Albarn entrou em campo usando o número 25, homenagem ao italiano Gianfranco Zola, um dos maiores ídolos do time de Londres.


Abaixo, Damon em campo, tendo como parceiro de time um certo Steve:

4 de set de 2014

O conto da estrada de Bob Seger

quinta-feira, setembro 04, 2014
Tomei conhecimento de “Turn the Page” como você, através da versão do Metallica que está no Garage Inc. Que baita música, que ótima letra, que coisa boa! James cantando de maneira excelente, mostrando o envelhecimento de sua voz.

Mas o ponto aqui é Bob Seger. O americano escreveu a canção em 1972. A banda estava viajando noite adentro, sufocada pela neve, quando parou em um restaurante pra comer alguma coisa, matar a sede e tirar água do joelho. Todos de chapéu, escondendo seus longos cabelos. Menos Mike Bruce, o guitarrista, que ostentava uma longa cabeleira. E, ao passar por um bando de caminhoneiros que também dava um tempo por ali, ouviu frases como “é homem ou mulher?” e coisas do gênero. 

Esse foi o ponto de partida para Seger. A letra relata o ocorrido, além de deixar claro o quão cansativa e monótona pode ser a estrada.


A versão original está no álbum Back in ’72 (1973). A mais conhecida, no ao vivo Live Bullet (1976). Ambas são ótimas.

3 de set de 2014

Robert Plant, torcedor do Wolverhampton

quarta-feira, setembro 03, 2014
Robert Plant não é apenas o icônico vocalista do Led Zeppelin, a definição perfeita do termo frontman. Robert é também um torcedor fanático do Wolverhampton, tradicional time inglês. Tanto que, em 2009, foi nomeado como segundo vice-presidente da equipe.

Atualmente disputando a Championship, a segunda divisão inglesa (o time foi campeão da League One, a terceirona britânica, em 2013/2014), o Wolverhampton passa por uma reestruturação que tem como objetivo retomar os dias de glória do passado. Os Wolves conquistaram três vezes o campeonato inglês (1953/1954, 1957/1958 e 1958/1959), além de terem mais cinco vices no currículo. Entre os maiores momentos estão também 4 títulos da FA Cup e 2 da Copa da Liga.

Plant é um frequentador assíduo do estádio de Molineux, onde costuma ir com os filhos torcer, vibrar e também sofrer com o time laranja.

Uma das equipes com maior tradição na Inglaterra, o Wolverhampton Wanderers foi fundado em 1877. Atualmente, a equipe está na terceira posição da Championship, com 12 pontos em cinco partidas. Notthingam Forest e Watford ocupam os primeiros lugares. Se conseguir manter essa performance até o final, os Wolves se qualificarão para os play-offs e podem lutar pelo acesso à Premier League na próxima temporada.

Tamo junto, Plant. Go, Wolves!



2 de set de 2014

Buena vista, buena música, buena vida

terça-feira, setembro 02, 2014
Eles eram gigantes. Maior, apenas o talento que emanava de seus corpos, como notas musicais soltas ao vento. A música que produziam hipnotizava as pessoas. Era bela, linda, de arrepiar o coração. 

Então, tudo mudou. O mundo, de repente, era outro. Da noite para o dia todos sentiram na carne o que era viver, literalmente, em uma ilha. O público minguou. Junto com o reconhecimento, com a fama, com o grana.

Estavam lá, zumbis vivos que olhavam para o passado com orgulho e saudade, mas tinham que lutar dia a dia em um presente que era muito diferente.

Veio então, subitamente, alguém para resgatá-los deste torpor. Para dar a todos o lugar merecido, o palco para o seu talento, o público para adorá-los, de novo e outra vez. 

Ry Cooder chamou diversos artistas cubanos que haviam sido famosos décadas antes, levou-os ao estúdio e gravou um disco divino. Buena Vista Social Club foi lançado em 16 de setembro de 1997. Lá se vão 17 anos. E continua lindo de doer. Uma música que beira o divino, interpretada por verdadeiras divindades vivas: Compay Segundo, Ruben González, Ibrahim Ferrer, Omara Portuondo e grande elenco.

Poucas vezes a música soou tão verdadeira, tão pura, tão bela.

1 de set de 2014

A banda de uma geração

segunda-feira, setembro 01, 2014
Fui a uma festa à fantasia sábado. Em uma casa com cabana, que fica em um terreno que mais parece uma chácara. No Campeche, aqui em Floripa. Era o aniversário da mãe do Matias, a Carla, que estava de Bruxa do 71. O Chico, o pai 2 do meu pequeno, foi de Slash. E o Matias de ninja. Eu, normal.

Tinha som e bandas ao vivo. E a primeira que tocou, com uma gurizada bem nova, entrou emendando três ou quatro sons do Strokes direto. Tem maneira melhor de medir o impacto de um grupo do que esse? O guitarrista parecia uma versão loura do Julian Casablancas, com cara de sono, cabelo desgrenhado e calça apertada. E tocava direitinho. Bem direitinho.

O Strokes nunca me bateu muito. Mas sempre vi a galera mais nova do que eu louca pelo Is This It, disco de estreia dos nova-iorquinos, lançado em 2001, acho. No fim das contas, apesar de não curtir muito, é bom ver que uma banda que foca o seu som em guitarras, solos e afins segue firme e forte no coração de um monte de gente.


Se alguém tiver uma explicação mais profunda para tudo isso, um tratado musical e comportamental a respeito, pode postar nos comentários. Vou gostar de ler e vai me ajudar a entender melhor essa coisa toda dos Strokes. 

Atrasado, mas vai.

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