2 de mar de 2018

Caixa reúne toda a discografia de Rob Zombie em vinil

sexta-feira, março 02, 2018

Todos os discos solos de Rob Zombie agora estarão disponíveis em um box especial. A caixa traz 11 LPs de 180 gramas, todos em vinis na cor preta, acondicionados em uma embalagem especial desenhada pelo próprio vocalista e que inclui uma máscara exclusiva, litogravuras e outros extras.

Os discos presentes também estarão disponíveis individualmente e são estes:

* Astro-Creep: 2000 Live - 1LP (new album: recorded at Riot Fest Chicago, September 2016)
* Hellbilly Deluxe - 1LP (first release on 180g black vinyl since 1998)
* American Made Music To Strip By - 2LP (first release on vinyl since 1999)
* The Sinister Urge - 1LP (first release on 180g black vinyl since 2001)
* Educated Horses - 1LP (first release on 180g black vinyl)
* Zombie Live - 2LP (first release on vinyl)
* Hellbilly Deluxe 2 - 1LP (first release on vinyl since 2010)
* Mondo Sex Head - 2LP (first release on 180g black vinyl)
* Venomous Rat Regeneration Vendor - 1LP (first release on 180g black vinyl)
* Spookshow International Live - 2LP (first release on 180g black vinyl)
* The Electric Warlock Acid Witch Satanic Orgy Celebration Dispenser - 1LP (first release on 180g black vinyl)

Abaixo está o trailer do box:

Playlist: grandes álbuns ao vivo brasileiros

sexta-feira, março 02, 2018

O rock - e a música brasileira - são pródigos em grandes álbuns ao vivo. Não é só lá fora que esse formato ajuda a definir caráter e coloca artistas em dimensões mais elevadas.

Portanto, dando sequência à playlist de grandes discos ao vivo - confira aqui -, chegou a vez de uma seleção só com trabalhos neste formato gravados por músicos brasileiros.

Essa lista contou com a ajuda da turma do grupo da Collectors Room no Facebook - participe aqui -,  que deu dicas bem legais sobre quais álbuns deveriam entrar. É claro que, como na playlist dedicada às bandas gringas, nada é definitivo e certamente faltam nomes e discos. Mas essa playlist não possui maiores pretensões, é só um levantamento pra curtir em alto e bom som.

Procurei incluir grandes nomes do rock brasileiro e também artistas que não se enquadram no estilo mas são reconhecidamente excelentes ao vivo como Gilberto Gil, Elis Regina, Gal Costa e outros. Além disso, você vai encontrar canções de álbuns aclamados e outros nem tanto, como o excelente show d’A Cor do Som no Festival de Montreux em 1978 e que é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores ao vivo de uma banda brasileira.

Segue lá no Spotify, ouça com os amigos e boa diversão!

Marillion anuncia novo DVD ao vivo

sexta-feira, março 02, 2018

O Marillion está lançando um novo vídeo ao vivo. Live at the Royal Albert Hall foi gravado na linda casa de shows londrina em outubro de 2017 e será disponibilizado em DVD e Blu-ray no dia 2 de abril.

O registro eterniza o primeiro show da banda inglesa no Royal Albert Hall nos seus 40 anos de carreira. A apresentação é dividida em duas partes, com a primeira apresentando as músicas do último disco do grupo - Fuck Everyone and Run (F E A R), de 2016 - e a segunda conta com convidados especiais, incluindo o quarteto de cordas In Praise of Folly.

Os 100 discos que fizeram o rock dos anos 1990, segundo a Classic Rock Magazine

sexta-feira, março 02, 2018

Em sua nova edição, a revista inglesa Classic Rock traz uma matéria especial intitulada The Real 100 Greatest Albums of the 90s, uma lista com os discos que realmente fizeram a diferença no rock daquela década segundo a publicação.

Atenção para as regras da lista: só um álbum por artista e nada de trip hop e Britpop (com exceção de um ou outro título).

O resultado é um levantamento diferente dos habituais, focado apenas no rock e suas vertentes e com a inclusão de belos álbuns que normalmente não estão em outras listas do tipo.

E pra você, quais foram os melhores discos de rock dos anos 1990? Coloque o seu top 10 nos comentários e vamos trocar experiências.

Esses foram os grandes álbuns de rock de verdade da década de 1990, segundo a Classic Rock Magazine:

100 Eleven - Awake in Dream (1991)
99 Depeche Mode - Songs of Faith and Devotion (1993)
98 The Posies - Frosting on the Beater (1993)
97 Raging Slab - Dynamite Monster Boogie Concert (1993)
96 Aerosmith - Get a Grip (1993)
95 Weezer - Weezer (1994)
94 The Flaming Lips - The Soft Bulletin (1999)
93 Dan Reed Network - The Heat (1991)
92 Nine Inch Nails - The Downward Spiral (1994)
91 Jeff Buckley - Grace (1994)
90 Suede - Suede (1993)
89 Winger - In the Heart of the Young (1990)
88 L7 - Bricks Are Heavy (1992)
87 Stereophonics - Word Gets Around (1997)
86 Cinderella - Heartbreak Station (1990)
85 Third Eye Blind - Third Eye Blind (1997)
84 Queens of the Stone Age - Queens of the Stone Age (1998)
83 Emmylou Harris - Wrecking Ball (1995)
82 R.E.M. - Monster (1994)
81 Feeder - Polythene (1997)
80 Supergrass - In It for the Money (1997)
79 Buffalo Tom - Let Me Come Over (1992)
78 Bruce Dickinson - Skunkworks (1996)
77 Marilyn Manson - Mechanical Animals (1998)
76 Lenny Kravitz - Mama Said (1991)
75 Kiss - Revenge (1992)
74 Matchbox 20 - Yourself or Someone Like You (1996)
73 Green Day - Dookie (1994)
72 Rage Against the Machine - Rage Against the Machine (1992)
71 Fish - Vigil in a Wilderness of Mirrors (1990)
70 Warrior Soul - Last Decade Dead Century (1990)
69 Lemonheads - It’s a Shame About Ray (1992)
68 Sheryl Crow - Tuesday Night Music Club (1993)
67 Neil Young - Harvest Moon (1992)
66 Soul Asylum - Grave Dancers Union (1992)
65 Lou Reed - Magic and Loss (1992)
64 Ash - 1977 (1996)
63 Robert Plant - Manic Nirvana (1990)
62 Europe - Prisoners in Paradise (1991)
61 Porcupine Tree - Stupid Dream (1999)
60 Sugar - Copper Blue (1992)
59 The Jayhawks - Hollywood Town Hall (1992)
58 Smashing Pumpkins - Siamese Dream (1993)
57 Quireboys - A Bit of What You Fancy (1990)
56 Queensrÿche - Empire (1990)
55 Garbage - Version 2.0 (1998)
54 Mötley Crüe - Mötley Crüe (1994)
53 Rush - Roll the Bones (1991)
52 Mother Love Bone - Apple (1990)
51 Live - Throwing Copper (1994)
50 Saxon - Solid Ball of Rock (1991)
49 Manic Street Preachers - Generation Terrorists (1992)
48 Anthrax - Sound of White Noise (1993)
47 Red Hot Chili Peppers - Blood Sugar Sex Magik (1991)
46 Stone Temple Pilots - Purple (1994)
45 King’s X - Faith Hope Love (1990)
44 Radiohead - The Bends (1995)
43 Tool - Aenima (1996)
42 Screaming Trees - Sweet Oblivion (1992)
41 Burning Tree - Burning Tree (1990)
40 Pink Floyd - The Division Bell (1994)
39 Skid Row - Slave to the Grind (1991)
38 Extreme - Extreme II: Pornograffiti (1990)
37 Pantera - Cowboys From Hell (1990)
36 Jellyfish - Bellybutton (1990)
35 Johnny Cash - American Recordings (1994)
34 Bruce Springsteen - The Ghost of Tom Joad (1995)
33 Bon Jovi - Keep the Faith (1992)
32 Bob Dylan - Time Out of Mind (1997)
31 Queen - Innuendo (1991)
30 Goo Goo Dolls - Dizzy Up the Girl (1998)
29 Dream Theater - Images and Words (1992)
28 Def Leppard - Adrenalize (1992)
27 David Bowie - Earthling (1997)
26 Foo Fighters - The Colour and the Shape (1997)
25 Judas Priest - Painkiller (1990)
24 Coverdale Page - Coverdale Page (1993)
23 Kyuss - Welcome to Sky Valley (1994)
22 Temple of the Dog - Temple of the Dog (1991)
21 Megadeth - Rust in Peace (1990)
20 Oasis - Definitely Maybe (1994) 
19 Monster Magnet - Powertrip (1998)
18 Gary Moore - Still Got the Blues (1990)
17 AC/DC - Razors Edge (1990)
16 Ozzy Osbourne - No More Tears (1991)
15 Nirvana - Nevermind (1991)
14 Tom Petty - Wildflowers (1994)
13 Jane’s Addiction - Ritual de lo Habitual (1990)
12 Jimmy Page and Robert Plant - No Quarter: Unledded (1994)
11 Therapy? - Troublegum (1994)
10 Thunder - Back Street Symphony (1990)
9 Motörhead - 1916 (1991)
8 Marillion - Brave (1994)
7 Guns N’ Roses - Use Your Illusion I & II (1991)
6 Alice in Chains - Dirt (1992)
5 The Wildhearts - Earth vs The Wildhearts (1993)
4 Pearl Jam - Ten (1991)
3 The Black Crowes - The Southern Harmony and Musical Companion (1992)
2 Soundgarden - Superunknown (1994)
1 Metallica - Metallica (1991)

U2 relança três álbuns em vinil

sexta-feira, março 02, 2018

O U2 anunciou o relançamento de três de seus discos em vinil. Pop ((1997), All That You Can’t Leave Behind (2000) e o EP Wide Awake in America (1985) voltarão às lojas com som remasterizado em novas edições em LPs de 180 gramas.

Todos os três discos estarão disponíveis a partir do dia 13 de abril e não trazem faixas extras.

Bon Scott é homenageado com estátua em Melbourne, na Austrália

sexta-feira, março 02, 2018

Uma estátua em relevo encravada na parede homenageia Bon Scott, falecido vocalista do AC/DC, na cidade australiana de Melbourne. 

A obra tem 3 metros de altura, 2 de largura e 15 centímetros de relevo e está localizada na histórica parede de tijolos da Cherry Bar, na AC/DC Lane que já faz tributo à banda. A estátua foi esculpida pelo artista de rua Mike Makatron.

A inauguração da obra ocorrerá na próxima terça, 6 de março.

“Over and Over and Over”, nova música de Jack White

sexta-feira, março 02, 2018

Jack White mostrou mais uma faixa de seu terceiro álbum solo, Boarding House Reach. O disco será lançado em todo o mundo dia 23 de março pela Third Man Records, gravadora do próprio músico.

O som tem a pegada típica de White e é construída a partir de um riff bem pegajoso, traz belos backing vocals femininos e ótimas passagens instrumentais. Ouça abaixo:

1 de mar de 2018

Clássico do Pink Floyd quase teve o Surfista Prateado na capa

quinta-feira, março 01, 2018

No 45° aniversário do álbum The Dark Side of the Moon, lançado no dia 1 de março de 1973, o site Ultimate Classic Rock destacou uma história que já é conhecida de muitos fãs do Pink Floyd. Conforme revelado por Aubrey Powell, chefe do estúdio de design Hipgnosis, a capa do lendário disco da banda britânica contaria com o personagem Surfista Prateado, da Marvel.

"Estávamos curtindo a Marvel e o Surfista Prateado parecia ser uma imagem singular e fantástica. Nunca teríamos permissão para usar, mas gostávamos da imagem de um homem prateado, em uma prancha de surf prateada, surfando pelo universo. Tinha propriedades místicas. Muito cósmico, cara!", disse Aubrey, em entrevista à Rolling Stone.

Embora Powell reconhecesse que não conseguiria autorização da Marvel, seria mais fácil naquela época do que nos dias de hoje. Quando The Dark Side of the Moon foi lançado a Marvel já era uma empresa de porte considerável, no entanto estava muito longe de ter as proporções atuais, devido ao sucesso de seu universo cinematográfico.


Vale lembrar que o Surfista Prateado está na capa de outra grande álbum da história do rock, Surfing with the Alien, segundo disco do guitarrista Joe Satriani, lançado em 15 de outubro de 1987.




Ozzy e Zakk Wylde enviam CDs e presentes para fã que teve coleção roubada

quinta-feira, março 01, 2018

Um entregador de pizza canadense teve parte de sua coleção de discos roubada enquanto fazia uma entrega. Josh Cook estava fazendo o seu trabalho quando foi assaltado e levaram todos os CDs que ele tinha dentro do seu carro, menos um álbum do Black Label Society que acabou sendo o único sobrevivente.

A história foi relatada pela The Pulse of Radio e chegou até os ouvidos de um dos filhos de Zakk Wylde. O resultado? Poucos dias depois Cook recebeu em sua casa uma enorme caixa cheia de merchandising e CDs do BLS e de Zakk. E não parou por aí: Josh também foi presenteado por Ozzy, que enviou camisetas e outros itens, além de todos os seus CDs solo e ao lado do Black Sabbath, além de uma foto assinada.

Ozzy e Wylde não comentaram nada sobre o assunto. Já Josh Cook ficou feliz pra caramba e falou sobre a atitude de seus ídolos: “Esses caras nem me conhecem, não sabem quem eu sou e me surpreenderam com uma coisa dessas. É fantástico!”.



A plebe é rude e a minha juventude era doce

quinta-feira, março 01, 2018

O canal Brasil, em parceira com a Pietá Filmes, disponibilizou no serviço Now da Net para aluguel (custa '11 temeres e alguns Lulas') o documentário A Plebe é Rude (2016, com direção de Diego da Costa e Hiro Ishikawa e co-produção da Doctela), sobre a impactante banda brasiliense de rock dos anos 1980, Plebe Rude. Em determinada cena do doc, o ex-vocalista e guitarrista Jander "Ameba" - que não gravou participação por motivos que você entende assistindo ao doc ou conhecendo a história da banda -, em declaração descrita na tela, afirma que a Plebe é como a namorada da juventude que você tem boas lembranças, uma fase, que já ficou pra trás e tal.

Discordo, meu caro Jander, e compreendo seus motivos tão bem discutidos no filme, que não tem vergonha e pudores de expor os conflitos internos da banda, especialmente entre os frontmen, com especial atenção à natureza introvertida de Jander e sua demissão da forma sorrateira que foi (acabou “convidado a sair” depois das experimentações do terceiro disco) e da pouca prática da banda com as regras de mercado. Discordo, porque a marca que a Plebe Rude deixou no cenário do rock nacional em sua meteórica ascensão e queda é indelével e inesquecível para quem viveu a época e para as demais bandas dos anos 1980-1990 que lhes prestaram tributo e atenção, como bem lembra o padrinho musical do grupo Herbert Viana, dos Paralamas. E para minha história musical, a Plebe é muito marcante, conforme vou contar mais adiante.

O documentário é produzido de forma simples e bem narrado pelos próprios membros da banda (com exceção de Jander) e por um pequeno, mas relevante, grupo de pessoas que tiveram papel importante no sucesso de André X (baixo), Phillippe Seabra (voz e guitarra), Gutje (bateria) e Jander "Ameba" Bilaphra. Mostra o começo do quarteto que reunia brilhantemente os vocais de Seabra (tenor) e Ameba (baixo-barítono) e as boas guitarras  de ambos, com letras politizadas sobre as incertezas do país desde os estertores da ditadura.


Sem fazer concessões a Plebe Rude vendeu 500 mil cópias de seus seis discos, tocou no rádio e se apresentou na televisão. O primeiro lançamento, um mini-LP de 7 músicas, O Concreto Já Rachou, é "o disco perfeito" do rock nacional para o jornalista Arthur Dapieve, estando na lista dos 100 melhores álbuns da música brasileira feita pela revista Rolling Stone, ficando em 57º lugar.

O doc conta ainda com a "participação" de Renato Russo em imagens de arquivo falando sobre a Plebe Rude, que lhe era tão cara, descrevendo brevemente a cena musical punk e roqueira de Brasília, São Paulo e Rio, com boas histórias da zoação que reinava nos anos iniciais do grupo, com destaque para o ex-batera Gutje, além do peculiar senso de humor/sarcasmo dos caras - que não se vendiam facilmente ao sistema, como se via em letras como "A Minha Renda" e a hilária auto-paródia de Herbert na canção.

Muitas cenas de arquivo de shows (algumas inéditas), vídeos de viagens, depoimentos e imagens de influências musicais como The Clash e The Who, depoimentos do produtor Jorge Davidson, contando um pouco sobre a problemática relação da EMI com a banda e os programas do Chacrinha da TV Globo, além de Dapieve contextualizando a banda no cenário do BRock.


A saída de Jander é abertamente discutida como sendo decorrente da própria falta de diálogo e compatibilidade dele com os dois membros ainda ativos do grupo, agora com Clemente (dos Inocentes, que aparece bastante também no doc) em seu lugar. E o filme deixa claro o que sempre achei: a saída de Jander revelou-se o fim da banda - ao menos do seu sucesso - pelo seu inegável talento e contraponto perfeito a Phillippe na condução da Plebe.

O doc retrata no final a volta da Plebe Rude com o  CD ao vivo e a entrada de Clemente e de Txotxa na bateria, que já havia integrado o Maskavo Roots, substituído atualmente por Marcelo Capucci.

Recomendo demais o filme para quem não conhece a Plebe Rude e para quem, como eu, que viveu a época (mas perdi o showzaço de 1987 no Canecão, que os colegas do colégio foram!) e sente muita saudade daquele rock com pegada e atitude espontâneas, especialmente em se tratando da primeira música que coverizamos na banda do colégio (Interlúdio), o hit "Proteção (versão com Do Leme ao Pontal)" em que cantei pela primeira vez em uma banda de rock, ainda de aparelho nos dentes...e saía "é para a sua 'poteção"..." , por causa do aparelho…..hehe...



Keith Richards promete novo álbum dos Rolling Stones

quinta-feira, março 01, 2018

Conversando com o The Wall Street Journal, Keith Richards confirmou que os Rolling Stones vão lançar um novo álbum. “Estamos nos estágios iniciais. Temos algumas coisas já, e elas são interessantes. É mais difícil escrevermos juntos hoje em dia, mas isso também tem os seus benefícios, proporcionando abordagens a partir de um ângulo diferente”.

Ainda não há data e nem maiores informações sobre o novo disco dos Stones. O trabalho mais recente da banda, Blue & Lonesome, saiu em 2016 com versões para clássicos do blues. O último álbum com canções inéditas do grupo foi lançado há 13 anos: A Bigger Bang, em 2005.

Raridades de David Bowie serão lançadas no Record Store Day

quinta-feira, março 01, 2018

O Record Store Day, que este ano acontecerá no dia 21 de abril, terá atrações especiais para os fãs e colecionadores de David Bowie. O artista inglês terá três lançamentos com material raro na data.

A Parlophone anunciou tiragens limitadas de Welcome to the Blackbout (Live in London ’78), box com três discos ao vivo gravados durante os shows da Isolar II Tour nos dias 30 de junho e 1 de julho no 1978, no lendário Earls Court em Londres. Será colocado à venda também o single de 12 polegadas com a versão completa da faixa “Let's Dance”, acompanhada por uma versão ao vivo no lado B. E fechando o pacote temos o LP Bowie Now, raro item promo liberado para as rádios norte-americanas em 1977 promovendo os álbuns Low e Heroes.

Guns N’ Roses ganha estátuas da série Rock Iconz

quinta-feira, março 01, 2018

A Rock Iconz anunciou o lançamento de três novos modelos de suas estátuas. O Guns N’ Roses é o homenageado da vez, com novos itens dedicados a Axl Rose, Slash e Duff McKagan.

Cada uma das estátuas tem produção limitada a 3 mil cópias e todas já estão em pré-venda aqui.

Elas são produzidas na escalda 1/9 e medem 8,5 polegadas, o que dá quase 22 centímetros de altura.





28 de fev de 2018

Os 10 discos essenciais do metal dos anos 1990

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Matéria da Metal Hammer, publicada no site da revista inglesa em agosto de 2016. Causa estranheza a ausência do principal disco do som pesado da década de 1990, que como todo mundo sabe foi o Black Album do Metallica.

O top 10 da década segundo a Metal Hammer está abaixo, em ordem cronológica, e o texto original pode ser lido aqui:

Megadeth - Rust in Peace (1990)
Pantera - Vulgar Display of Power (1992)
Anthrax - The Sound of White Noise (1993)
Voivod - The Outer Limits (1993)
Machine Head - Burn My Eyes (1994)
Cradle of Filth - The Principle of Evil Made Flesh (1994)
Slayer - Divine Intervention (1994)
At the Gates - Slaughter of the Soul (1995)
Paradise Lost - Draconian Times (1995)
Sepultura - Roots (1996)

Pra brincadeira ficar mais completa, segue abaixo o meu top 10 do metal dos anos 1990 em ordem cronológica, e você também está convidado a postar o seu nos comentários:

Slayer - Seasons in the Abyss (1990)
Megadeth - Rust in Peace (1990) 
Metallica - Metallica (1991)
Pantera - Vulgar Display of Power (1992)
Sepultura - Chaos A.D. (1993)
Machine Head - Burn My Eyes (1994)
Blind Guardian - Imaginations From the Other Side (1995)
Iced Earth - Something Wicked This Way Comes (1998)
Bruce Dickinson - The Chemical Wedding (1998)
Dream Theater - Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory (1999)

Nova edição da Metal Hammer traz revelações inéditas sobre a separação do Sepultura

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

A nova edição da Metal Hammer, que está chegando às bandas europeias esta semana, além de trazer Rob Halford e Tony Iommi em um papo exclusivo vem também com uma entrevista que promete marcar época.

Pela primeira vez desde a separação do Sepultura há 22 anos, os quatro músicos da banda (Max, Andreas, Paulo e Iggor) contam os seus pontos de vista sobre tudo o que ocorreu e revelam um histórico de raiva e ressentimento mútuo. Na época, a banda brasileira tinha acabado de lançar Roots (1996) e era apontada como o próximo gigante do metal. Em poucos meses tudo isso ruiu, com Max saindo fora e montando o Soulfly enquanto o trio restante trouxe Derrick Green e seguiu com a carreira.

A nova Metal Hammer estará disponível em poucas semanas também em bandas brasileiras, o que facilitará o acesso de todos à matéria.


Charlie Watts não ficaria incomodado caso os Rolling Stones decidissem encerrar a carreira

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Em entrevista para o The Guardian, Charlie Watts falou sobre o futuro dos Rolling Stones e o possível fim da icônica banda inglesa.

Nas palavras do baterista: “Eu amo tocar e estar ao lado de Mick, Keith e Ronnie, mas não ficaria incomodado se os Stones falassem que o que temos é … suficiente”. Indo mais fundo, Charlie afirmou que não saberia o que iria fazer caso a banda encerrasse as atividades e que não faz ideia se a atual turnê, No Filter, será a última do grupo.

Charlie Watts está com 76 anos e é o segundo baterista dos Stones. Ele está na banda desde 1963 e entrou no lugar de Mick Avory, que integrou o The Kinks de 1964 a 1984.

Izzy Stradlin esteve muito perto de participar da reunião do Guns N’ Roses

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

De acordo com Alan Niven, ex-manager do Guns N’ Roses, Izzy Stradlin esteve prestes a participar da reunião da banda americana que recolocou sobre um mesmo palco Axl Rose, Slash e Duff McKagan.

Segundo Niven, Izzy participou de uma reunião com os demais músicos e tocou em um ensaio com a nova formação, mas por alguma razão desconhecida desistiu do projeto e deixou claro que “não queria ter nada a ver” com o que estava sendo feito. Tudo isso aconteceu em algum momento de 2017. 

Talvez a pista para a desistência de Izzy possa ser encontrada em um tweet que o guitarrista publicou, onde afirmou que a banda “não queria dividir o cachê de maneira igual”. 

Review: Therion - Beloved Antichrist (2018)

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Após passar três semanas ouvindo o novo lançamento da banda sueca Therion, a ópera Beloved Antichrist, que chegou no dia nove de fevereiro último, aquilo que inicialmente para mim soou como um longo e dificílimo quebra-cabeça musical a ser explorado agora soa como uma obra deveras e prazerosamente familiar.

Primeiramente devo dizer que se você leitor não tem afeição alguma por música clássica, fuja. Porém, se aprecia uma obra contendo peças musicais imersas em vozes e orquestrações magistrais aptas a levá-lo ao mais alto grau de contemplação, então aqui você encontrará seu paraíso.

Possuindo pouco mais de três horas de duração em quarenta e seis canções entoadas por trinta vocalistas entre tenores, barítonos, baixos e sopranos que se revezam entre as faixas que discorrem sobre a história baseada no livro A Story of Antichrist, de Vladimir Solovyov. O livro conta com vinte e sete personagens onde o protagonista é o médico greco-russo Seth Thanos, que de tão aprofundado em seus estudos científicos e teológicos começou a crer que ele sim seria também um filho encarnado de Deus, o segundo, com a missão de conduzir a humanidade à redenção. O trabalho foi instrumentalmente composto pelo guitarrista e líder do Therion, o esplêndido Christopher Johnsson, e todas as letras baseadas na temática acima descrita ficaram a cargo de Per Albinsson.

Resolvi não destacar quaisquer canções aqui, embora confesse que algumas tenham sobressaltado aos meus ouvidos e infestado minha mente, felizmente. Com algum tempo de seguidas audições, todas as partes começam a parecer somente um lindo todo. Outra coisa a que me propus foi abandonar aqui os usos de termos como ópera-rock ou ópera metal, pois Beloved Antichrist é, por excelência, uma ópera lírica feita com esse fim, tudo sendo conduzido dentro de um esqueleto rítmico de metal, com bateria, teclado, guitarra e baixo, tendo este último o maior destaque dentre os instrumentos convencionais. Digo isso porque em praticamente todo o trabalho não se percebe floreios de virtuosismo de guitarras com riffs ou "soleiras", tampouco grandes variações de bateria. A banda literalmente aqui serve ao papel de entregar a base e andamento para que os cantores e orquestra brilhem erudita e eruptivamente. E nessa solene cozinha as linhas de contrabaixo são notoriamente elegantes, inclusive abrindo a ópera.

Alguém pode surgir e dizer: “Ah, mais isso já foi feito antes em álbuns do Ayreon ou do Avantasia”. E a resposta é "não", pois diferentemente dos supracitados, que fizeram trabalhos enfocados no metal progressivo com partes de sonoridades e temáticas clássicas, aqui o objetivo foi realmente criar uma ópera, com cem por cento de preocupação com o eruditismo, com toques sutis de heavy metal. É como pingar gotas de leite num café preto.

Concluindo, o Therion esbanjou categoria ao mostrar que acima de qualquer peso ou celeridade está a música em sua mais linda e lírica essência, não importando mais se ela é leve ou pesada, contando que seja feita com esmero e encante os bons ouvidos.

Quer um conselho? Ouça Beloved Antichrist com tempo e tranquilidade. Quer outro? Repita isso inúmeras vezes e verá como ela começará a integrar a sua vida.



Discografia de Rory Gallagher é relançada

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Toda a obra de Rory Gallagher, um dos grandes guitarristas da história e uma das maiores referências quando o assunto é blues rock, será relançada em CDs remasterizados e LPs de 180 gramas.

Os títulos começarão a chegar nas lojas a partir do dia 16 de março.

Abaixo está a lista completa de álbuns que serão relançados:

Rory Gallagher (1971)
Deuce (1972)
Live in Europe (1972)
Blueprint (1973)
Tattoo (1973)
Irish Tour ’74 (1CD / 2LP) (1974)
Against the Grain (1975)
Calling Card (1976)
Photo-Finish (1978)
Top Priority (1979)
Stage Struck (1980)
Jinx (1982)
Defender (1987)
Fresh Evidence (1990)
BBC Sessions (2CD only) (1999)
Notes From San Francisco (2CD / 1LP) (2011)
Wheels Within Wheels (vinyl coming soon)

27 de fev de 2018

Review: Fabiano Negri - The Lonely Ones (2018)

terça-feira, fevereiro 27, 2018

Por mais que algumas pessoas ainda insistam em classificá-la como “mimimi”, a depressão infelizmente faz parte do cotidiano do mundo moderno. A doença tem se espalhado em ritmo alarmante, com um número cada vez maior de pessoas apresentando quadros que se enquadram no seu diagnóstico e nem se dão conta disso.

O novo álbum do vocalista Fabiano Negri, The Lonely Ones, é justamente sobre o tema. Segundo o vocalista, o disco fala sobre a depressão e também a respeito de pessoas com dificuldades de socialização, tudo a partir de experiências pessoais e do contato com outras pessoas.

Para quem não sabe, Fabiano foi durante muitos anos vocalista do Rei Lagarto e possui uma longa carreira. The Lonely Ones é o seu vigésimo-segundo álbum, incluindo na conta os discos de suas ex-bandas. O trabalho foi gravado em apenas sete horas durante os dias 18 e 19 de janeiro deste ano no estúdio Minster, em Campinas. Com lançamento marcado para o próximo dia 10 de março, The Lonely Ones será disponibilizado nos formatos físico e digital.

O que temos aqui é um disco bastante intimista, apenas com Negri, seu violão e suas letras. Em certos aspectos, o trabalho aproxima-se da obra de nomes como o inglês Nick Drake e o norte-americano Tim Buckley, trovadores que cantaram seus anseios, medos e sonhos durante o final dos anos 1960 e início da década de 1970.

Doído e carregado de emoção, The Lonely Ones é um álbum para ser ouvido sem pressa. Suas letras são bastantes sinceras e deixam transparecer a alma de Negri sem maiores filtros, o que só torna todo o projeto ainda mais verdadeiro e autêntico.

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