Nota: 9 Após cinco anos de silêncio, o Orange Goblin está de volta. A parada fez bem ao quarteto. O intervalo entre Healing Through Fire (2007) e A Eulogy for the Damned rejuvenesceu o som da banda, característica essa que faz do novo álbum um dos melhores da carreira do grupo. Um dos maiores ícones do stoner, o Orange Goblin afasta-se do gênero em seu novo trabalho. O que temos aqui é um disco de heavy metal, rock pesado ou, simplificando, pauleira mesmo, simples e eficiente. O distanciamento do stoner se dá através de uma presença bem menor de elementos doom e psicodélicos, substituídos por características mais “metálicas” que tornaram o som mais conciso, direto e eficiente. As influências principais continuam, com a banda não negando, em nenhum momento, o débito que tem com gigantes como Black Sabbath e Motörhead. Riffs pesados e gooves gordurentos permeiam todo o disco, com os caras dando um passo além de tudo o que já produziram antes. Merece atenção es...