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Mostrando postagens com o rótulo Secos e Molhados

Ney Matogrosso irá lançar autobiografia

Uma das maiores vozes da música, Ney Matogrosso anunciou o lançamento de um livro de memórias. A obra tem o título de Vira-Lata de Raça e chegará às livrarias pela editora Tordesilhas. O título traz depoimentos do cantor e fotos de diversas fases de sua vida. Ramon Nunes Mello, escritor e poeta carioca, fez a pesquisa de dados e conduziu as entrevistas com Ney para a concepção do livro. O título faz menção à uma música composta por Rita e Beto Lee, e que foi lançada pelo vocalista no álbum Olhos de Farol , de 1999. A edição do livro deverá desvendar capítulos importantes da história oculta do cidadão Ney de Souza Pereira, atualmente com 77 anos, que vive por trás da personalidade artística de Ney Matogrosso, nome referencial no universo do canto masculino brasileiro. Até então, o único livro sobre a vida do lendário vocalista do Secos & Molhados é Um Cara Meio Estranho (1992), escrito por Denise Pires Vaz, editado há 26 anos e já fora de catálogo há cerca de duas déc...

Discoteca Básica Bizz #112: Secos & Molhados - Secos & Molhados (1973)

Em plena era repressiva brasileira, nos governos de Médici e Geisel, foi que surgiram aqueles pavões maquiados rebolando e cantando " ... vira homem, vira, vira lobisomem ... ". Escândalo total! "Bichas" para alguns, "revolucionários" para outros, viraram um dos mais importantes grupos do rock nacional e a maior manifestação glitter do país. E por trás das suas máscaras existia uma singela fusão de MPB, folk, poesia reflexiva e androginia. Tudo começou em 1971: o jornalista e poeta português João Ricardo convidou o músico Gerson Conrad e o hippie e cantor de coral Ney de Souza Pereira para um projeto que queria unir o rock à MPB. A presença cênica exótica e sensual de Ney - que adotou o sobrenome Matogrosso devido ao seu estado de origem - chamou a atenção e o trio foi contratado pelo selo Continental, lançando o primeiro disco em 1973. Ali, contaram com uma ótima banda de apoio que incluía Willy Verdaguer no baixo e Zé Rodrix no piano, ocari...

Ney Matogrosso regrava clássico do Secos & Molhados com a Nação Zumbi

Antecipando o encontro que acontecerá dia 22/09 no Rock in Rio, Ney Matogrosso e a Nação Zumbi uniram-se em uma versão para a linda “Amor”, clássico presente no primeiro disco do Secos & Molhados, lançado em 1973. O vídeo foi gravado no Red Bull Studio, em São Paulo, durante os ensaios para a apresentação no festival. O repertório do show foi concebido em conjunto, e terá canções tanto do Secos & Molhados quanto da Nação Zumbi. Ouça abaixo a nova versão de “Amor”:

Os Armênios: Nem Kiss, nem Secos & Molhados!

Por Rodrigo de Andrade Não é novidade. Faz tempos que se discute quem foi pioneiro no tal rock de maquiagem. Na era do glam rock, vários grupos apareciam cheios de batom e purpurina. Mas se a discussão é de quem chegou pintando todo o rosto, como uma máscara, aí a briga é grande. Há toda uma história de que o Kiss teria copiado o Secos & Molhados. O grupo brasileiro, que fez um sucesso descomunal quando surgiu em 1973, teria sido assediado durante uma turnê pelo México. Um produtor americano viu a foto do grupo na Billboard e os visitou, sugerindo uma carreira internacional desde que deixassem seu folk-rock lisérgico um pouco mais pesado. João Ricardo e companhia recusaram, voltaram ao Brasil, e poucos meses depois o Kiss despontou. Até pouco tempo, a versão plausível seria de que os americanos eram os plagiadores - inclusive com boatos de que o primeiro empresário deles teria sido o mesmo que procurou o Secos & Molhados. Ney Matogrosso, inclusive, já acusou Kiss em entrevista...