Em abril de 2012, o Metal Open Air deixou todo mundo com a boca aberta e as calças na mão ao prometer um festival de primeiro mundo, com dezenas de atrações, e entregar tudo, menos isso. Infra-estrutura precária, áreas de camping construídas em estábulos (com direito ao agradável odor destes recintos), equipamento de som inapropriado e o pior: das 40 bandas anunciadas, menos da metade tocou para o público. E, arrotando arrogância e sentindo-se acima de tudo isso, a cabeça (teoricamente) pensante por trás do festival saiu distribuindo ironias e xingamentos nas redes sociais, negando a sua responsabilidade sobre os fatos. Para relembrar ou saber o que rolou, aqui está o link com tudo o que publicamos sobre o MOA . Não queria retomar esse assunto. Mas, passados mais de dois anos de todos estes acontecimentos, nada mudou. Os responsáveis pelo MOA seguem livres, leves e soltos, transitando por aí como se nada tivesse acontecido. Se duvidar, o cabeludo paulista que foi para o Maranhão a...