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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por rival sons

Rival Sons: crítica de Head Down (2012)

Pode parecer fácil construir uma sonoridade calcada no rock clássico. Basta pegar algumas características “emprestadas” de alguns dos maiores e mais emblemáticos nomes da história do gênero, misturar tudo e pronto: eis uma banda. Porém, na prática, as coisas não são bem assim. Existem diversos grupos que, embalados pela cada vez maior onda de classic rock, apostam todas as suas fichas em um som que, em sua grande maioria, se limita e emular os grandes nomes do passado, evidentemente sem o brilhantismo de quem os inspira. Esse não é o caso do quarteto californiano Rival Sons, e a prova cabal disso é o novo disco do grupo, Head Down . Se no anterior, Pressure & Time (2011), a onipresente sombra do Led Zeppelin apagava um pouco o brilho das ótimas músicas, aqui esse problema foi resolvido. Eles continuam sendo influenciados pela banda de Jimmy Page, mas essa característica está bem menos evidente. Há elementos de Doors, Stones, Bad Company, Free, The Who e até Lynyrd Skynyrd na...

Rival Sons: crítica de Great Western Valkyrie (2014)

O Rival Sons chega ao seu quarto disco com o status - merecido, diga-se de passagem - de uma das melhores bandas de hard rock do planeta. E, ao final da audição das dez faixas de Great Western Valkyrie , o sentimento é de que estamos presenciando o nascimento, a evolução e os passos largos e decididos de uma das grandes bandas do nosso tempo. O Rival Sons não brinca em serviço. O quarteto - que sofreu a sua primeira mudança de formação com a entrada do baixista Dave Beste no lugar de Robin Everhart - deixou de lado o flerte com o pop do último disco, Head Down (2012) - escancarado principalmente em “Wild Animal” e “Until the Sun Comes” - e intensificou a presença de elementos daquele hardão viciante e influente pra caramba produzido no início dos anos 1970. Great Western Valkyrie tem uma sonoridade áspera, cortante, que transborda influências de blues unidas ao DNA hard rock do grupo, característica que é uma das principais razões que fazem os californianos se destacarem tanto de s...

Rival Sons retorna diferente em Darkfighter, e essa é uma excelente notícia

O Rival Sons chega ao seu oitavo álbum tendo uma tarefa ingrata: superar a sua obra-prima. Feral Roots (2019), disco anterior dos californianos, é o melhor trabalho do grupo e colocou a banda de vez entre os grandes nomes surgidos no rock na última década. O passo seguinte foi dividido em dois capítulos: Darkfighter , lançado em 2 de junho, e Lightbringer , que chegará no final do ano. Agora oficialmente um quinteto com a efetivação do tecladista Todd Ogren – que desde 2014 acompanha a banda nos shows -, o Rival Sons segue mostrando porque alcançou o status que atingiu. Como todos os álbuns da banda, a força do disco já fica evidente na primeira audição, mas quanto mais nos habituamos com as canções, mais elas crescem. “Bird in the Hand”, por exemplo, é uma das mais fortes e possui um refrão que não sai tão fácil da cabeça. “Bright Light” mostra a banda ampliando a sua sonoridade em uma canção que vai muito além do hard rock com elementos de blues, e se revela uma faixa com a cara d...

Review: Rival Sons - Feral Roots (2019)

Precisamos falar sobre o Rival Sons. E a conversa será bem séria. O quarteto norte-americano formado por Jay Buchanan (vocal), Scott Holiday (guitarra), Dave Beste (baixo) e Mike Miley (bateria) acaba de lançar o seu sexto disco e ele é, talvez e muito provavelmente, o seu melhor trabalho. Feral Roots é o sucessor de Hollow Bones (2016) e inicia um novo capítulo na carreira da banda californiana. Depois de anos com a Earache Records, o grupo assinou com a Atlantic, liberando o seu primeiro trabalho por uma grande gravadora. Trabalhando mais uma vez com o produtor Dave Cobb (que assinou todos os seus discos e também álbuns de nomes como Chris Stapleton, Whiskey Myers e Europe, entre outros), o Rival Sons mostra uma evolução gigantesca em relação aos seus trabalhos anteriores. A mudança de gravadora parece marcar o fim da primeira fase da carreira dos caras, resultando em um som muito mais maduro e impressionante. Temos onze músicas em Feral Roots . E elas trazem uma sonor...

Sala de Som | Review: Rival Sons - Hollow Bones (2016)

Neste vídeo analiso o novo álbum do Rival Sons, Hollow Bones , falando a respeito do mais recente capítulo da discografia desta ótima banda norte-americana. E também quero saber a sua opinião sobre o Hollow Bones , então vá até os comentários e diga o que achou do novo disco do Rival Sons. Leitura complementar: Assista ao show do Rival Sons no Rock am Ring 2014 http://goo.gl/MSSbAs Review de Great Western Valkyrie (2014) http://goo.gl/A956X2 Review de Head Down (2012) http://goo.gl/XQebA0 Review de Pressure & Time (2011) http://goo.gl/wMfcSr Collectors Room Apresenta: Rival Sons http://goo.gl/s8Q63G Dê o like, assine o canal e acompanhe o nosso trabalho também em: Facebook - https://www.facebook.com/CollectorsRoom/ Twitter - https://twitter.com/sigacollectors

Review: Rival Sons – Feral Roots (2019)

Uma parcela do público de rock volta e meia vem com aquele papinho afirmando que “gostaria de ter vivido na época em que saíram os grandes clássicos” , referindo-se principalmente às décadas de 1970 e 1980. Pois bem, tenho uma ótima notícia: nós também podemos sentir essa sensação através de álbuns como Feral Roots , do Rival Sons. Sexto e melhor disco do quarteto californiano, o trabalho era inédito no Brasil e finalmente ganhou edição nacional através da parceria entre a Wikimetal, Warner e Oporto da Música, em uma edição digisleeve idêntica à que saiu nos Estados Unidos. Escrevi sobre o álbum quando ele veio ao mundo, há cinco anos atrás, e não economizei nas palavras. Na época, afirmei que “Feral Roots é o disco que mostra porque o Rival Sons existe. Ninguém faz um som como eles. Trata-se de um álbum de gente grande, de uma banda que nasceu com imenso potencial, soube deixar as suas qualidades ainda mais fortes e corrigir as suas deficiências até chegar a um ponto como esse, ...

Collector´s Room apresenta: Rival Sons!

Por Ricardo Seelig Guarde bem esse nome: Rival Sons . Eles são norte-americanos, vem da Califórnia e fazem um som que soa como um Led Zeppelin adolescente em pleno século XXI! A banda tem apenas dois discos. Before the Fire saiu em 2010, e o segundo disco, Pressure and Time , chegará às lojas no próximo dia 20 de junho. O grupo ainda tem um EP na discografia, lançado agora em 2011 e que está encartado na edição de junho da revista inglesa Classic Rock (com Roger Waters na capa). Aliás, foi através da Classic Rock que conheci o som dos caras. O Rival Sons faz um hard rock inspirado e competente, cuja principal influência é o Led Zeppelin. A atmosfera 'zeppeliana' é perceptível em todas os instrumentos, do vocal gritado à agressividade da bateria, passando pelo peso da guitarra e pelas composições encharcadas de blues. Para uma banda com tão pouco tempo de estrada e que está prestes a lançar apenas o seu segundo disco, o resultado é surpreendente e acachapante...

Top 2012 Collectors Room: os melhores do ano na opinião de Ricardo Seelig

2012 repetiu 2011 e foi um ano repleto de ótimos discos. Em todos os estilos, o que não faltaram foram ótimas opções para quem gosta de música. Basta tirar a bunda da cadeira e não esperar tudo de ouvido fechado, ir atrás e descobrir um mundo maravilhoso repleto de som.  Segue abaixo a minha lista com os 10 melhores discos de 2012 e os meus preferidos nas demais categorias. Espero que vocês curtam, comentem e, principalmente, pesquisem e saiam em busca dos álbuns que estão citados e, por algum motivo, vocês ainda não tenham dado uma conferida.  Baroness - Yellow & Green  O terceiro álbum da banda norte-americana Baroness é uma obra prima. Heavy metal inteligente e inovador, que flerta de forma aberta e desinibida com gêneros como o prog e o rock alternativo. Clássico instantâneo!  Jack White - Blunderbuss  A estreia solo de Jack White é um disco de blues que bebe no passado para criar uma sonoridade atual. Com composições excelentes, White ...

Mixtape 11: rock, rock e mais rock pra você!

Por Ricardo Seelig Depois de mais de dois meses de silêncio, estamos de volta com uma mixtape inédita da Collector´s Room . Como sempre, só sons atuais e que mostram que tem muita coisa boa sendo produzida por aí. Pra começar, duas faixas da banda sueca Ghost, sensação no cenário heavy metal em todo o mundo. Ouça e perceba como os caras foram hábeis em dar uma cara cativante ao seu som, com uma estética bem setentista, enquanto as letras derramam temos satânicos pra lá de exagerados. Ambas as faixas estão no álbum Opus Eponymous , que saiu em outubro de 2010 na Europa e em janeiro desse ano nos Estados Unidos, e vem recebendo resenhas elogiosas da crítica especializada. Para mim, trata-se de um dos melhores discos do ano, sem dúvida alguma! Na sequência, os finlandeses do Von Hertzen Brothers com uma dupla de composições retiradas de seu quarto álbum, o espetacular Stars Aligned . O som dos caras apresenta uma grande riqueza instrumental, e tem como principal característica ...

Rival Sons: veja a capa e saiba o título do novo álbum

Um dos discos mais esperados do ano acaba de ganhar cara. O Rival Sons deu detalhes sobre o seu terceiro álbum, sucessor do ótimo Pressure & Time, de 2011.  O trabalho se chamará Head Down e chegará às lojas no final de agosto via Earache Records. O disco foi produzido por Dave Cobb (Jamie Johnson, Shooter Jennings) e Vance Powell (Jack White, White Stripes, Kings of Leon), ambos já vencedores do Grammy, o que só comprova o status alcançado pelo grupo e o quanto a gravadora está apostando alto no quarteto. Pessoalmente, espero que a banda, um dos melhores nomes surgidos no hard rock na última década, afaste-se um pouco da sombra do Led Zeppelin que foi onipresente em Pressure & Time e prejudicou um pouco o resultado final do play, e desenvolva mais a sua sonoridade, mantendo a qualidade e demonstrando o talento que os músicos já comprovaram possuir. Aguardamos ansiosos por novos sons do Rival Sons. Enquanto eles não vem, confira abaixo uma galeria de fot...

Top Collectors Room: os melhores discos de hard rock lançados nesta década

Post escrito a dez mãos pela equipe da Collector's Room. Ricardo Seelig, Guilherme Gonçalves, Rodrigo Simas, Rodrigo Carvalho e Nelson Júnior passaram as últimas semanas encarregados de responder a uma nova pergunta: depois de escolhermos os melhores discos de metal da década , quais seriam os melhores álbuns de hard rock lançados no mesmo período? Cada um poderia indicar dez álbuns lançados entre 2011 e 2013, fazendo um breve texto sobre os títulos escolhidos. No final, chegamos aos discos citados por nossa equipe. A lista (abaixo) está em ordem alfabética. Cada título conta com um comentário justificando a sua escolha, e os álbuns indicados mais vezes possuem mais textos sobre eles. Não é uma lista definitiva, é claro, mas serve como um bom ponto de partida para você mergulhar no que de melhor está sendo produzido no hard atual. 


Aumente o volume e boa leitura! Anjo Gabriel - O Culto Secreto do Anjo Gabriel (2011) Sim, existe krautrock no Brasil. E, claro, só pode...