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Mostrando postagens com o rótulo Depeche Mode

Yazoo: a intensidade breve de um clássico do synthpop

O começo dos anos 1980 foi um terreno fértil para a música eletrônica. O pós-punk tinha aberto a porta, a new wave empurrava o som para as paradas e os sintetizadores começavam a dominar tanto rádios quanto pistas. É nesse ambiente que surge o Yazoo, união improvável de Vince Clarke, recém-saído do Depeche Mode, e Alison Moyet, cantora de blues com uma voz poderosa e melancólica. A química entre os dois era inusitada: Clarke construía bases minimalistas, secas e repetitivas, enquanto Moyet despejava emoção e densidade sobre aquelas linhas eletrônicas. O resultado foi imediato. O primeiro álbum, Upstairs at Eric’s (1982), trouxe faixas que se tornaram clássicos absolutos do synthpop, como “Only You”, “Don’t Go” e, principalmente, “Situation” — música que foi lançada primeiramente como lado B e explodiu nas pistas, especialmente nos Estados Unidos, onde virou hit número 1 na parada dance da Billboard graças ao remix feito pelo DJ francês François Kevorkian. No ano seguinte veio You ...

Review: Depeche Mode – Memento Mori (2023)

Reduzido a um duo após a morte de Andy Fletcher, o Depeche Mode foi resumido à dupla Dave Gahan (vocal) e Martin Gore (teclado e guitarra) em Memento Mori , seu décimo quinto álbum, lançado em 24 de março. Como era de se esperar não só pela perda imensa de Fletcher, fundador e figura central na música do grupo, mas pelo próprio histórico da banda, o que ouvimos é um álbum sombrio e denso. O apelo gótico melancólico dá o tom, sempre amparado pelos teclados característicos. A voz de Gahan varia entre em operístico e o forte timbre grave, enquanto Gore cria melodias e arranjos que tornam Memento Mori superior ao trabalho anterior, Spirit (2017). Os coros presentes em todo o disco, seja através da voz dobrada de Gahan ou pelas intervenções de Gore, funcionam como um eficaz elemento que imprime muito mais dramaticidade às canções. “My Cosmos is Mine” abre o álbum com a sobriedade e a densidade esperadas, enquanto “Wagging Tongue” mostra a majestade de uma banda que, desde que surgiu, s...

Depeche Mode grava versão para “Heroes”, clássico de David Bowie

O Depeche Mode gravou uma versão para “Heroes”, um dos maiores clássicos de David Bowie. A iniciativa é uma homenagem da banda ao aniversário de 40 anos da canção, lançada em 1977 no disco homônimo. Em papo com a NME, o vocalista Dave Gahan falou sobre Bowie e a música: "Heroes é a música mais importante para mim nesse momento. Bowie é aquele artista que eu sempre amei desde quando era adolescente. Sempre ouço seus discos quando estou em turnê”. Ouça abaixo a interpretação do Depeche Mode, que já tocava a música ao vivo há algum tempo em seus shows:

Assista ao Depeche Mode tocando "Heroes", clássico de David Bowie

O Depeche Mode etá na estrada promovendo o seu novo disco, Spirit . E na passagem por Estocolmo, capital da Suécia, surpreendeu o público com uma versão de "Heroes", um dos maiores clássicos de David Bowie. Assista à releitura abaixo:

Com visual ZZ Top, Depeche Mode mostra novo clipe

O clipe de “Where's the Revolution”, primeiro single do novo álbum do Depeche Mode, traz a banda inglesa em um vídeo com belíssima fotografia em preto e branco, clima que casou muito bem com a canção.  A curiosidade está no visual mostrado pelos músicos em algumas passagens, com longas barbas e figurinos que fazem alusão a rabinos da religião judaica, mas que também deixaram os caras com um visual bem ZZ Top ;-) O novo álbum do Depeche Mode tem o título de Spirit e será lançado dia 17 de março:

Ouça “Where's the Revolution”, novo single do Depeche Mode

O Depeche Mode liberou o primeiro single de seu novo álbum, Spirit . O disco será lançado dia 17 de março. Primeira música inédita dos caras em quatro anos, “Where's the Revolution” vem com uma letra política e um clima bem denso, mas mantendo o contorno pop sempre presente nas canções da banda. O Depeche Mode soltou também o tracklist de Spirit , que tem a produção assinada por James Ford (Arctic Monkeys). Confira abaixo: 1. Going Backwards 2. Where’s the Revolution 3. The Worst Crime 4. Scum 5. You Move 6. Cover Me 7. Eternal 8. Poison Heart 9. So Much Love 10. Poorman 11. No More (This is the Last Time) 12. Fail

Novo álbum do Depeche Mode

Spirit , primeiro disco do Depeche Mode em quatro anos, chegará às lojas dia 17 de março. O sucessor de Delta Machine (2013) foi produzido por James Ford (Foals, Arctic Monkeys, Florence & The Machine) e terá seu primeiro single, “Where's the Revolution”, divulgado nesta sexta, 03/02. Segundo a revista inglesa Q Magazine, que já ouviu o álbum, trata-se do trabalho do Depeche Mode com mais energia em anos. Promovendo o play, a banda iniciará uma turnê mundial dia 5 de maio. O primeiro show da Global Spirit Tour será em Estocolmo, e contará com 34 shows em 21 países europeus em sua primeira parte. Na sequência, a banda virá para a América do Norte e do Sul, o que deve render uma passagem pelo Brasil.

Veja a lista de nomes indicados para a turma de 2017 do Rock and Roll Hall of Fame

O Rock and Roll Hall of Fame revelou a lista de nomes indicados para a sua turma de 2017. Os concorrentes a um lugar na instituição são Pearl Jam, Tupac Skakur, Depeche Mode, Electric Light Orchestra, Jane’s Addiction, Janet Jackson, Journey, The Cars, The Zombies, Yes, Bad Brains, Chaka Khan, Chic, The J. Geils Band, Joan Baez, Jon Tex, Kraftwerk,. MC5 e Steppenwolf. Os cinco nomes mais votados farão parte do clube. É possível participar do processo enviando o seu voto até o dia 6 de dezembro - o link para a votação está  neste link . A cerimônia de indução dos novos integrantes será realizado em abril de 2017. Nossos palpites sobre quem deve vencer: Pearl Jam, Tupac Shakur, Janet Jackson, Electric Light Orchestra e Journey. Quem gostaríamos que vencesse: Pearl Jam, Electric Light Orchestra, Yes, Journey e The Zombies.

Grandes bandas que nunca tiveram um single em primeiro lugar nas paradas

Algumas das principais bandas da história do rock jamais alcançaram a primeira posição nas paradas de singles, aquelas destinas à uma música específica e não a um álbum completo.  Ainda que alguns defendam que qualidade e sucesso comercial não podem andar juntos, isso não passa de uma opinião repleta de preconceito e desinformação, já que ícones como Beatles, Stones, Black Sabbath e inúmeros outros cansaram de provar o contrário. Abaixo, uma lista com oito bandas que, apesar de terem mudado o mundo da música e influenciado profundamente o rock, jamais tiverem um single na primeira posição nas paradas. Led Zeppelin O Led Zeppelin gravou oito discos. Sete deles alcançaram a primeira posição nos charts. De Led Zeppelin II (1969) a In Through the Out Door (1979), todos os LPs da banda foram número 1. Porém, jamais um single do grupo alcançou o topo. Tudo bem, o Led não era uma banda de singles, mas essa é uma curiosidade surpreendente, já que o sucesso alcançado por Jimmy Page e ...

Ghost regrava “Waiting for the Night”, do Depeche Mode

A versão japonesa de Infestissumam , novo disco do Ghost, conta com uma atrativo especial para os fãs. A banda sueca regravou “Waiting for the Night”, canção do Depeche Mode presente no álbum Violator , de 1990. Como já haviam demonstrado nas releituras de “Here Comes the Sun”, dos Beatles, e “I’m a Marionette”, do ABBA, os mascarados liderados pelo vocalista Papa Emeritus comprovam mais uma vez que são muito bons em colocar a personalidade da banda em criações de terceiros. Ouça o belo resultado final abaixo:   Por Ricardo Seelig

A curiosa história da capa de Born Again, do Black Sabbath

Por Jean Campagner Com revisão e edição de Ricardo Seelig Colecionador Collector´s Room O álbum Born Again do Black Sabbath, com a estreia de Ian Gillan nos vocais, foi considerado pela mídia como um verdadeiro encontro de titãs. Born Again é um disco interessante, pois mesmo a banda não gostando muito dele em alguns lugares do mundo acabou se tornando cult, inclusive aqui no Brasil. Em 1983, após a saída de Ronnie James Dio do Black Sabbath levando a tiracolo o baterista Vinnie Appice, havia uma grande interrogação sobre o futuro da banda, e esta não foi a primeira, nem a última vez, que isso aconteceu. Quem teria o cacife para substituir Dio ou Ozzy Osbourne como frontman da banda mãe do heavy metal? A solução foi encontrada em grande estilo: Ian Gillan! O resultado foi um álbum sombrio, que manteve a reputação do grupo intacta, além de providenciar uma mistura de estilos interessante entre dois dos maiores nomes da música pesada, o Black Sabbath e o Deep Purple. Ainda sobre o disc...