4 de mai de 2013

Metallica, Rob Halford e o proto-thrash metal

sábado, maio 04, 2013


Metallica e Rob Halford estiveram na quinta edição do Golden Gods Awards, promovido pela revista norte-americana Revolver, em Los Angeles, e não perderam viagem. Juntos, tocaram "Rapid Fire", música do álbum British Steel (1980), obra-prima do Judas Priest.

Incisiva, urgente e com altas doses de riffs cortantes, "Rapid Fire" é proto-thrash metal em estado puro. Em outras palavras, a prova concreta de que, na virada da década, o Judas Priest já nos presenteava com elementos básicos e intrínsecos daquilo que o Metallica transformaria em estilo três anos depois, com Kill 'Em All (1983).

Mesmo portando uma bengala para melhor se equilibrar e (bastante) acima do peso, Rob Halford segura bem os vocais. Se as notas mais altas não vêm 100%, o 'metal god' compensa com muito carisma e transparecendo total satisfação pelo momento mágico. Vale lembrar que essa não foi a primeira vez. Em outras duas ocasiões, nos anos de 1994 e 2011, Metallica e Halford já haviam tocado "Rapid Fire" juntos. Nada melhor do que juntar duas escolas.

O Metallica ainda tocou outras três: "Disposable Heroes", "For Whom The Bell Tolls" e "Seek And Destroy". A apresentação completa pode ser vista abaixo.

Animal!

Por Guilherme Gonçalves

Gary Holt não garante permanência no Slayer e lamenta morte de Jeff Hanneman: "Éramos thrashers jovens e famintos por devastação"

sábado, maio 04, 2013


Inúmeros músicos, de diversas bandas, manifestaram lamento pela morte de Jeff Hanneman. Porém, um em especial tem muito a dizer: Gary Holt. O guitarrista líder do Exodus ocupou o posto de Jeff no Slayer ao longo dos últimos dois anos e, de certa forma, acompanhou a luta do velho amigo para tentar voltar a tocar e retornar aos palcos.

Tal façanha não foi possível. Gary, por sua vez, deixa um depoimento emocionado e digno de quem honrou a condição de "guitarrista do Slayer" no breve período em que esteve na banda. Surgem então algumas perguntas: esse período será estendido? Ele será efetivado? Pelas palavras de Gary, não existe essa confirmação e tais indagações ainda permanecem no ar. Até porque isso é o que menos importa no momento. Leia o que disse Gary:

"Estou sem palavras. As notícias a respeito da morte de Jeff me atingiram como uma tonelada de tijolos. Uma tristeza completamente devastadora é tudo que sinto agora. "Em estado de choque" são as melhores palavras que posso usar para descrever como estou me sentindo.

Jeff, meu irmão, foi uma honra fazer meu máximo para TENTAR honrar suas músicas da melhor maneira possível. Há apenas um único Jeff Hanneman. Minha ESPERANÇA era tocar suas músicas com a mesma convicção que você as compôs e tocou, já que há apenas um Jeff Hanneman; e esse modelo se quebrou há tempos.

Meu velho amigo, vivemos momentos incríveis nos melhores shows e turnês que já fiz (Venom, Slayer, Exodus, mais alguém?). Éramos thrashers jovens e famintos por devastação na melhor época de todos os tempos. Em primeiro lugar, esse era o verdadeiro motivo pelo qual começamos a tocar.

Muito amor, respeito e meus pêsames para a família Hanneman e a família Slayer. Você se foi, mas nunca será esquecido. Sempre sentiremos sua falta. Descanse em paz".

Por Guilherme Gonçalves

3 de mai de 2013

Anvil disponibiliza a inédita "Hope In Hell"

sexta-feira, maio 03, 2013


Os veteranos do Anvil disponibilizaram para audição "Hope In Hell", faixa que dá nome ao novo álbum, previsto para o fim de maio. A música exala a sonoridade clássica dos canadenses e aposta em dois ingredientes principais: groove e refrão que entra fácil na mente.

Hope In Hell marca a estreia do baixista Sal Italiano (ex-Cities) e teve produção de Bob Marlette. O lançamento acontece pela SPV/Steamhammer. Ao todo, 13 faixas estarão no novo trabalho, sendo elas:

1 Hope In Hell 
2 Eat Your Words 
3 Through With You 
4 The Fight Is Never Won 
5 Pay The Toll 
6 Flying 
7 Call Of Duty 
8 Badass Rock 'N' Roll 
9 Time Shows No Mercy 
10 Mankind Machine 
11 Shut The Fuck Up 
12 Hard Wired (bonus)
13 Fire At Will (bonus)

Hoje revigorados, vale lembrar que os fundadores Steve "Lips" Kudlow (vocal e guitarra) e Robb Reiner (bateria) praticamente renasceram após o aclamado documentário Anvil: The Story of Anvil (2009). De banda fracassada e vítima de chacota, o Anvil deu a volta por cima e passou a lançar discos e excursionar mundo afora sob novos holofotes. 

Ouça a nova música desses três figuraças!

Por Guilherme Gonçalves

Device: Crítica de Device (2013)

sexta-feira, maio 03, 2013

Logo após o Disturbed comunicar que entraria em hiato por tempo indeterminado, o vocalista David Draiman anunciou que formaria um novo projeto ao lado do guitarrista Geno Lenardo (que já fez parte da banda Filter), voltado mais para o lado eletrônico e industrial do heavy metal.

Durante seis meses a dupla compôs e gravou no próprio estúdio do vocalista as dez faixas que viriam a fazer parte do disco de estreia do Device, lançado pela Warner Bros Records no dia 09 de abril - o que assegurou a presença de diversos convidados especiais e uma massiva divulgação do trabalho.

"You Think You Know", faixa que dá início ao novo projeto não apresenta grandes novidades a ponto de impactar quem já conhece o trabalho de Draiman no Disturbed. Aliás, talvez tenha sido exatamente escolhida como a abertura para criar uma ponte entre a sonoridade de sua antiga banda e o Device, pois soa exatamente como uma versão mais eletrônica do que vinha sendo apresentado em seus últimos registros, Indestructible, de 2008, e Asylum, de 2010. Sem extrapolar muito, a faixa seguinte "Penance", já mostra um dos caminhos mais alternativos da sua proposta, sendo possível perceber toques de Nine Inch Nails camuflados, enquanto "Vilify" invariavelmente parece ter saído de algum registro perdido há quase dez anos, quando do ápice e da saturação do nu metal norte americano.

Com participação de Lzzy Hale, o Device reinterpreta o clássico farofento "Close My Eyes Forever", originalmente um dueto entre Lita Ford e Ozzy Osbourne gravado para o terceiro disco solo da cantora, lançado em um distante 1988 (interessante notar como a atmosfera industrial conseguiu atualizar a faixa, com notável destaque para a interpretação de Hale). Mais um destaque vem em seguida, na faixa "Out Of Line", que além de Serj Tankian dividindo as vozes com Draiman, ainda conta com o baixo de Geezer Butler (não que seja exatamente perceptível na música em si, claro).

Carregadíssima de sons e ruídos eletrônicos, "Hunted" é uma daquelas típicas faixas que não atrapalham e tampouco acrescentam algo ao álbum, e durante a audição ela simplesmente preenche um espaço entre outras e passa sem soar exatamente interessante. A atenção volta apenas em "Opinion", uma cadenciada e melódica música com participação das características e únicas linhas de guitarra de Tom Morello, que simula os efeitos e acrescentam positivamente ao instrumental relativamente simples.

Apesar de ter sido alegado que o objetivo do Device era se enveredar por caminhos mais modernos ligados ao industrial metal, o apresentado em "War of Lies" e "Haze" está muito mais próximo do dubstep, lembrando vagamente (ainda que aqui esteja representado de forma mais sutil) o que o Korn fez no seu último trabalho, The Path Of Totality, porém sem o mesmo impacto. A balada "Through It All", com a impensável participação de Gleen Hughes, encerra esse debut com pontos positivos, graças ao contraponto entre os agudos do ex-líder do Black Country Communion e a voz grave de Draiman.

Em resumo, o disco de estreia do Device talvez não traga muitas novidades, tampouco soa singular ou ambicioso na maior parte do tempo, por mais agradáveis que as composições possam ser. E mesmo contando com um interessante time de convidados especiais (que convenhamos, é o principal motivo para as pessoas conferirem o álbum), o trabalho oscila severamente em alguns momentos, não por ser fraco ou ruim, mas simplesmente por ficar abaixo do esperado em relação à forma como vem sendo apresentado e não trazer elementos suficientes para que se ouça mais do que algumas vezes.

Por outro lado, este pode ser apenas um primeiro passo de um projeto que tem tudo para virar uma banda propriamente dita (afinal de contas, o futuro do Disturbed permanece incerto), e a fórmula ainda pode ser muito aperfeiçoada e devidamente equilibrada.

Nota 6,5


Faixas
1. You Think You Know
2. Penance
3. Vilify
4. Close My Eyes Forever
5. Out of Line
6. Hunted
7. Opinion
8. War of Lies
9. Haze
10. Through It All

Por Rodrigo Carvalho (Progcast)

My Dying Bride disponibiliza prévia de novo EP

sexta-feira, maio 03, 2013

A aclamada tríade britânica que despontou como ícone do doom metal nos anos 90 segue a todo vapor. Em 2012, todos os três, Anathema, My Dying Bride e Paradise Lost, já haviam lançado novos álbuns de estúdio - Weather Systems, A Map Of All Our Failures e Tragic Idol, respectivamente. Sem perder tempo, quem está prestes a sair na frente este ano é o grupo liderado por Andrew Craighan e Aaron Stainthorpe.

No próximo dia 13, o My Dying Bride coloca no mercado The Manuscript. Trata-se de seu mais novo EP, gravado no Futureworks Studios, em Manchester, com produção de Rob Magoolagan e que acaba de ter seus primeiros trechos divulgados. É, basicamente, uma espécie de amostra do que vem pela frente em pouco mais de três minutos. 

O áudio disponibilizado passeia pelas quatro faixas que estarão no trabalho: "The Manuscript", "Var Gud Over Er", "A Pale Shroud Of Longing" e "Only Tears To Replace Her With".

Ouça!


Por
Guilherme Gonçalves

Orchid: Crítica de The Mouths Of Madness (2013)

sexta-feira, maio 03, 2013

A onda de bandas novas que adotaram como proposta repetir a sonoridade das décadas de sessenta e setenta não apenas chegou ao seu ápice, como também já passa a apresentar alguns sinais de cansaço e saturação, principalmente por conta da expressiva quantidade de novos nomes surgidos nos últimos anos. Porém, alguns grupos definitivamente conseguem se sobressair em meio à inumana quantidade de lançamentos mensais, e os americanos do Orchid fazem parte de um deles.

Dois anos depois do elogiado Capricorn, o quarteto de San Francisco dá prosseguimento à sua discografia com The Mouths Of Madness, mais uma ode ao occult rock / doom metal de quatro décadas atrás, que a exemplo do debut e do ótimo EP Heretic (de 2012), foi produzido por Will Storkson, porém agora sob a tutela da Nuclear Blast (que inteligentemente também trouxe para o seu cast o Kadavar e o Graveyard).

A faixa que dá nome ao disco inicia o trabalho, deixando bem claro que não houve mudanças severas na identidade musical da banda (não que fosse algo necessário, claro), alternando entre um sujo riff típico de hard setentista e passagens mais soturnas e cadenciadas. Seja como for, os californianos permanecem embriagados de sua fonte mais óbvia, que é o Black Sabbath dos primórdios (leia-se 70-78), desde a forma como os instrumentos funcionam em conjunto, passando pela voz e, principalmente, as estruturas das composições. E esses fatores se mostram ainda mais evidentes no stoner esfumaçado de "Marching Dogs Of War" e, de forma ainda mais escancarada na introdução de "Silent One", “baseada” sem dó nem piedade no clássico “Into The Void”, do Master of Reality. Porém, a faixa se desenvolve além disso e resulta em um dos melhores trabalhos do Orchid, agregando diversas influências ao longo dos mais de sete minutos de música.

Indo por um lado mais psicodélico, "Nomad" mostra uma banda procurando outros caminhos além dos mais óbvios, com andamento e melodias que remetem ao hard viajante do limiar da década de sessenta com os frutíferos anos que viriam a seguir, enquanto a arrastada "Mountains of Steel" soa um pouco mais experimental, inclusive com um notável interlúdio jazzístico de piano e sintetizadores perfeitamente encaixado. Em seguida, "Leaving It All Behind" é um dos momentos mais tranquilos em The Mouths of Madness, carregada de melodias que flertam novamente com as influências mais psicodélicas do grupo, o mesmo acontecendo na lenta proclamação blues de "Loving Hand Of God".

"Wizard of War", a faixa que deu nome ao EP em vinil lançado pela banda alguns meses atrás, é a única do registro (que teve tiragem limitadíssima) a figurar nesse full-length e se mostra uma composição simples, com um incessante e repetitivo riff, como o heavy metal em seu início. Bem diferente de "See You On the Other" Side, música responsável por encerrar o álbum, aonde os americanos se livram de mais algumas amarras e buscam inspiração em várias outras fontes, tornando a audição alguns patamares muito mais interessante, e mostrando como o Orchid pode alçar voos muito mais altos, por mais excelentes que sejam os seus registros.

Analisando como um todo, The Mouths of Madness é uma progressão mais do que natural da sonoridade apresentada pela banda desde Capricorn: é notável uma maior segurança ao inserir diferentes elementos, agregar um leque maior de influências, e, o mais importante, chegar á sua identidade musical, por menos revolucionária que seja. E o Orchid definitivamente não o é, mas entre o turbilhão de bandas inspiradas pelo som das décadas de 60 e 70, os americanos conseguem de fato se destacar (a exemplo de algumas outras), lançando trabalhos bem equilibrados e, principalmente, visando o seu próprio desenvolvimento, mesmo sendo bem sutil. Pelo menos por enquanto.

Nota 8,5



Faixas 
1. Mouths Of Madness
2. Marching Dogs Of War
3. Silent One
4. Nomad
5. Mountains Of Steel
6. Leaving It All Behind
7. Loving Hand Of God
8. Wizard Of War
9. See You On The Other Side



Por Rodrigo Carvalho, do Progcast

2 de mai de 2013

Masterplan lança lyric video de “The Game”, sua nova música

quinta-feira, maio 02, 2013

O renovado Masterplan liberou um lyric video de “The Game”, faixa de seu novo disco Novum Initium, que será lançado em 14 de junho via AFM Records. Este será mais um registro do Masterplan sem Jørn Lande nos vocais. Em seu lugar está o sueco Rick Altzi (At Vance, Thunderstone). A banda também conta com o baixista Jari Kainulainen (ex-Stratovarius/Evergrey) em sua formação, que substituiu Jan S. Eckert.

Nos últimos seis anos o Masterplan também gravou outros dois trabalhos sem Lande nos vocais: o EP Lost and Gone e o disco MK II, ambos de 2007. O vocalista Mike DiMeo assumiu os microfones do grupo em ambos os projetos. Lande voltaria ao grupo em 2010 para gravar Time to be King, último disco antes de mais uma saída, no ano passado.

Assista ao lyric video de "The Game":



Por Nelson Junior

† R.I.P. Jeffrey John "Jeff" Hanneman (31/01/1964 - 02/05/2013) †

quinta-feira, maio 02, 2013

#UPDATE - O Slayer acaba de confirmar a notícia através de sua página oficial no Facebook. Uma pena.



A informação ainda não é oficial, mas foi dada por uma fonte acima de qualquer suspeita, o jornalista e radialista norte-americano Eddie Trunk, apresentador do That Metal Show. 

Jeff Hanneman, guitarrista fundador do Slayer, faleceu aos 49 anos. A causa da morte teria sido insuficiência hepática, mas ainda não há informações sobre ela ter ou não a ver com a picada de aranha sofrida pelo músico em 2011. Atualizaremos a notícia assim que soubermos mais.


Gogol Bordello anuncia novo álbum e lança single

quinta-feira, maio 02, 2013

O novo disco do Gogol Bordello, Pura Vida Conspiracy, será lançado no dia 23 de julho pela ATO Records/Casa Gogol. O primeiro single, "Malandrino", já pode ser ouvido abaixo e mostra que a banda não perdeu sua veia punk-cigana. De acordo com o líder e vocalista, Eugene Hutz, o trabalho pode ser descrito como se "a música balcânica e a América Latina se descobrissem e ficado loucas".



Pura Vida Conspiracy foi produzido por Andrew Sheps e gravado no Sonic Ranch Studios, em El Paso, Texas, e será o primeiro trabalho do grupo depois do bom Trans-Continental Hustle, lançado em 2010, cujo clipe homônimo foi gravado no Rio de Janeiro (assista-o abaixo):



A banda aportará no Brasil para 4 shows em setembro: no Rock in Rio, em uma inesperada parceria com Lenine no dia 21 de setembro, em Porto Alegre (23/9), Curitiba (24/9) e São Paulo (25/9). Para todas as informações sobre as datas e ingressos, acessem o site brasileiro do grupo.

Por Rodrigo Simas

Black Sabbath anuncia datas, locais e preços de seus shows no Brasil

quinta-feira, maio 02, 2013

As datas oficiais da turnê brasileira do Black Sabbath finalmente foram divulgadas. A banda lançou em seu Facebook o calendário de sua passagem pela América Latina, que a princípio irá de 4 a 13 de outubro, com ingressos variando entre R$ 110 e R$500.

No Brasil, o grupo passa por Porto Alegre no dia 9 (quarta-feira), São Paulo no dia 11 (sexta-feira) e Rio de Janeiro no dia 13 (domingo). A abertura das apresentações fica por conta do Megadeth. A turnê Latino-Americana terá início no dia 4 de outubro, no Estádio Monumental em Santiago, Chile.

Ambas as bandas desembarcarão no continente com discos novos na bagagem. O Megadeth já divulgou para audição a faixa título de seu próximo trabalho, “Super Collider”, que será lançado em junho. No mesmo mês também será lançado 13, o aguardado disco de inéditas do Black Sabbath com Ozzy Osbourne nos vocais. Três faixas do novo trabalho (End of the Beginning e God is Dead?) e uma faixa bônus (Methademic) já circulam pela internet.

A terceira faixa inédita do disco, "Loner", foi apresentada pela banda na noite de ontem, 1º de maio, em Melbourne, Austrália. Assista:




Abaixo, datas, locais e preços dos shows do Black Sabbath na América Latina:



Porto Alegre
Abertura: Megadeth
Estacionamento da FIERGS: Av. Assis Brasil, 8787 - Bairro Sarandi
Dia 9/10, quarta, 20h
Preços: R$ 500 (Pista Premium Inteira), R$ 400 (Pista Premium Estudante), R$ 250 (Pista Premium Idoso), R$ 180 (Pista Inteira Lote 1), R$ 144 (Pista Estudante Lote 1), R$ 90 (Pista Idoso Lote 1), R$ 200 (Pista Inteira Lote 2), R$ 160 (Pista Estudante Lote 2), R$ 100 (Pista Idoso Lote 2), R$ 220 (Pista Inteira Lote 3), R$ 176 (Pista Estudante Lote 3) ou R$ 110 (Pista Idoso Lote 3)
Todos os ingressos comprados poderão ser pagos à vista ou parcelados em 3 vezes em qualquer cartão de crédito aceito pela Tickets for Fun até 1º de julho de 2013.
A venda de ingresso será iniciada no dia 6 de maio, a partir da00h01 pela internet, a partir das 10h na bilheteria oficial e PDVs e a partir das 9h pelo telefone.
Limitada a compra de 06 ingressos por pessoa.
Bilheteria Oficial: Nos dias 6 e 7 de maio: Estádio Olímpico, Avenida DoutorCarlos Barbosa, 1 – Azenha, das 10h às 18h.
A partir de 8 de maio: Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro, de segunda a sexta, das 11h às 19h; sábado, das 9h às 17h. Domingos e feriados fechado.
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

São Paulo
Abertura: Megadeth
Campo de Marte: Av. Santos Dumont, 2.241 - Santana
Dia 11/10, sexta, 19h
Preços: R$ 600 (Pista Premium Inteira), R$ 300 (Pista Premium Meia), R$ 300 (Pista Inteira) ou R$ 150 (Pista Meia)
Todos os ingressos comprados poderão ser pagos à vista ou parcelados em 3 vezes em qualquer cartão de crédito aceito pela Tickets for Fun até 1º de julho de 2013.
A venda de ingresso será iniciada no dia 6 de maio, a partir da00h01 pela internet, a partir das 10h na bilheteria oficial e PDVs e a partir das 9h pelo telefone.
Limitada a compra de 06 ingressos por pessoa.
Bilheteria Oficial: Credicard Hall, diariamente, das 12h às 20h: Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro. Excepcionalmente, no dia 6 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

Rio de Janeiro
Abertura: Megadeth
Praça da Apoteose: Passarela do Samba Prof. Darcy Ribeiro - Sambódromo
Dia 13/10, domingo, 18h
Preços: R$ 600 (Pista Premium Inteira), R$ 300 (Pista Premium Meia), R$ 300 (Pista/Arquibancada Inteira) ou R$ 150 (Pista/Arquibancada Meia)
Todos os ingressos comprados poderão ser pagos à vista ou parcelados em 3 vezes em qualquer cartão de crédito aceito pela Tickets for Fun até 1º de julho de 2013.
A venda de ingresso será iniciada no dia 6 de maio, a partir da00h01 pela internet, a partir das 10h na bilheteria oficial e PDVs e a partir das 9h pelo telefone.
Limitada a compra de 06 ingressos por pessoa.
Bilheteria Oficial: Citibank Hall, diariamente, das 12h às 20h: Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca. Excepcionalmente, no dia 0 de maio a bilheteria funcionará das 10h às 18h.
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv

Por Nelson Junior

Deep Purple na capa da Classic Rock russa

quinta-feira, maio 02, 2013

A versão russa da Classic Rock também estampa o Deep Purple na capa de sua edição de maio. A banda ganhou o destaque da publicação por conta do lançamento de seu novo disco, NOW What?!, que já está sendo vendido na maior parte da Europa, América do Norte e Ásia (exceto no Japão onde o disco será lançado no próximo dia 22 de maio).

Assim como na versão em inglês da revista a reportagem repassa a trajetória da banda, abordando suas várias formações, seus altos e baixos e outras curiosidades até o lançamento de NOW What?!.

A Classic Rock russa também traz matérias sobre David Bowie, Led Zeppelin, Pink Floyd, Fleetwood Mac, Van Hallen, Gary Moore e Derek & The Dominos.

Por Nelson Junior

1 de mai de 2013

Immolation divulga lyric video de "Indoctrinate"

quarta-feira, maio 01, 2013

Prestes a lançar Kingdom Of Conspiracy, seu nono álbum de estúdio, o Immolation divulgou o lyric video da faixa "Indoctrinate". Neste aperitivo de pouco menos de cinco minutos, o que se percebe é um desfile de riffs impiedosos por parte de Robert Vigna e uma levada insana de Steve Shalaty na bateria. O ponto alto, entretanto, fica por conta da passagem cadenciada que rouba a cena na reta final da música.

Sucessor de Magesty And Decay (2010), Kingdom Of Conspiracy tem lançamento previsto para 10 (Europa), 13 (Reino Unido) e 14 (Estados Unidos) de maio via Nuclear Blast. No Brasil, sairá pela Mutilation Records. O disco foi gravado no Sound Studios, em Millbrook, Nova York, e a produção ficou a cargo de Paul Orofino, velho conhecido da banda. Zack Ohren cuidou da mixagem e da masterização. A arte da capa é de Pär Olofsson. Ao todo, o novo trabalho terá dez faixas:

1 Kingdom Of Conspiracy
2 Bound To Order
3 Keep The Silence
4 God Complex
5 Echoes Od Despair
6 Indoctrinate
7 The Great Sleep
8 A Spectacle Of Lies
9 Serving Divinity
10 All That Awaits Us

Ainda em maio, a partir do dia 10, o Immolation cai na estrada e cruza os Estados Unidos ao lado de Cannibal Corpse e Napalm Death na Decibel Magazine Tour.

Assista ao lyric video!



Por Guilherme Gonçalves

30 de abr de 2013

Ouça “Methademic”, mais uma faixa inédita do Black Sabbath

terça-feira, abril 30, 2013

O Black Sabbath continua soltando músicas inéditas em suas apresentações ao vivo pela Oceania, e os fãs (ou não?) continuam flagrando tudo com seus celulares. Em Melbourne, Austrália, o quarteto apresentou na noite de ontem (29/04) mais um som inédito, que segundo o site Blabbermouth seria “Methademic”, faixa que deverá estar em uma versão deluxe de 13, o primeiro registro de inéditas com Ozzy Osbourne nos vocais desde Never Say Die (1978). O disco será lançado em junho.

Outras duas faixas já foram divulgadas pela banda: “God is Dead?” e End of the Beggining”, que também foi flagrada em um show.

Veja "Methademic" em diferentes ângulos:
 


Mais Sabbath

O Show do Black Sabbath em Porto Alegre vai acontecer no estacionamento da Fiergs, segundo informações do jornal gaúcho Zero Hora. O local teria sido confirmado pela assessoria de imprensa do evento.
A apresentação deve acontecer em outubro, mas a data e os valores dos ingressos ainda não foram divulgados. A turnê, que contará com a abertura do Megadeth, também passará por São Paulo e Rio de Janeiro.

Por Nelson Junior

29 de abr de 2013

Megadeth na capa da nova Metal Hammer

segunda-feira, abril 29, 2013
O Megadeth estampa a capa da nova edição da Metal Hammer, a principal revista dedicada ao heavy metal em todo o planeta. A publicação conversou com Dave Mustaine e conta como é o novo disco do grupo, Super Collider, com data de lançamento marcada para 4 de junho.

Além do veterano ícone da Bay Area, a Metal Hammer 244 traz matérias com várias bandas recentes e pouco comentadas aqui no Brasil, como Baby Godzilla, The Ghost Inside, Kadavar, Parkway Drive e Altar of Plagues, dividindo espaço com artistas já na estrada há um bom tempo e com novos trabalhos na manga, como Alice in Chains, Rob Zombie (com direito a uma exclusiva revista bônus), Killswitch Engage e Dillinger Escape Plan. Além, é claro, do tradicional CD de brinde, que neste mês vem com 15 sons do underground atual escolhidos por ninguém menos que Max Cavalera.

É assim que se faz uma revista que fala dos lados clássico e contemporâneo do metal de forma equivalente.


 
 
 

Por Ricardo Seelig

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