15 de fev de 2014

AC/DC vai gravar novo disco

sábado, fevereiro 15, 2014
Para tudo, respira fundo, acorda, olha para o lado, pega a cerveja, aumenta o volume: o AC/DC irá gravar um novo disco. A informação é de Brian Johnson e, segundo o vocalista, a banda entrará em maio em um estúdio em Vancouver, no Canadá, para gravar o sucessor de Black Ice (2008). Já não era sem tempo, convenhamos.

Ainda segundo Brian, um dos integrantes da banda ficou bastante doente nos anos recentes, motivo pelo qual o grupo ostentou um silêncio ensurdecedor nos últimos anos. Não sabemos quem é. E você, saberia?

Habemus rock and roll.

Por Ricardo Seelig

14 de fev de 2014

20 grandes discos de rock e metal lançados entre 2000 e 2013

sexta-feira, fevereiro 14, 2014
É muito comum em algumas rodinhas de amigos surgirem as famosas discussões sobre os melhores discos. Em grande parte dessas listas, os álbuns lançados nas décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 sempre tomam a frente. Isso é sinal de que estamos diante do declínio do rock e do metal? Não! A última década foi recheada de excelentes discos, em suas mais variadas vertentes. Tentarei expor aqui o que de mais relevante (em minha opinião, é claro!) o período entre 2000 e 2013 nos presenteou. Tem para todos os gostos. Lembrando que existem muitos, mas muitos álbuns excelentes além desses que serão mencionados. Cabe a cada um parar com a preguiça e ir atrás.

Iron Maiden – Brave New World
Lançamento: 29 de maio de 2000

O retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith à banda rendeu um belíssimo disco. Parecia que o Maiden estava de volta aos eixos. Uma capa magistral, cheia de detalhes como outrora e uma banda com vontade de sobra de mostrar que ainda tinha lenha para queimar. Destaques: o single “The Wicker Man”, com um riff certeiro de Adrian Smith, “Ghost of the Navigator” e a faixa-título, que mostraram que o Iron Maiden estava de volta ao topo.

Kreator – Violent Revolution
Lançamento: 25 de setembro de 2001

A banda retornou com um disco totalmente tradicional ao estilo do Kreator após o controverso, porém ótimo, Endorama (1999), com influências diretas do clássico Coma of Souls (1990), inclusive na capa. Riffs certeiros da dupla Mille Petrozza e Sami Yli-Sirnö e a cozinha matadora de Ventor e Christian Giesler rendeu um dos melhores trabalhos da extensa discografia do grupo. Destaques: a abertura destruidora com “Reconquering the Throne”, a faixa-título, “All of the Same Blood (Unity)” e “Replicas of Life” bombardeiam os ouvidos dos fãs com o melhor do metal alemão.

Bruce Springsteen – The Rising
Lançamento: 30 de julho de 2002

Aqui cabe um comentário: o que dizer de um músico com 40 anos de carreira, vinte (isso mesmo!) Grammys e um Oscar? Absolutamente nada. Poucos são os artistas com um currículo invejável desses e uma discografia tão sensacional e rica quanto a de Bruce Springsteen. The Rising é apenas mais uma prova de quanto The Boss é importante para a música. Provavelmente ele seja o maior músico norte-americano em atividade atualmente. Destaques: TODAS (isso mesmo!) as músicas. The Rising pode ser considerado um de seus grandes trabalhos. Belas melodias, letras inteligentes e uma banda de apoio sensacional são uma constante nesse disco.

Lynyrd Skynyrd – Vicious Cycle
Lançamento: 20 de maio de 2003

O maior representante do chamado southern rock tem em Vicious Cycle talvez o maior clássico da era Johnny Van Zant. Todas as melodias de guitarras características da banda estão presentes. É impossível ouvir o disco e a nostalgia da década de 1970 não vir à mente. O Lynyrd soube fazer um álbum com a alma setentista, porém simultaneamente moderno. Destaques: a abertura sensacional com “That's How I Like It” e seu riff espetacular, a maravilhosa balada “Red, White and Blue” e a rocker “The Way” fazem o trabalho figurar entre os grandes da discografia do grupo.

Exodus – Tempo of the Damned
Lançamento: 2 de fevereiro de 2004

Com o falecimento de um dos maiores frontmen do thrash, Paul Baloff, Gary Holt resolveu chamar de volta o carismático vocalista Steve “Zetro” Souza. O resultado? Um dos maiores convites à violência do novo século. Clássico imediato. Riffs matadores de Holt, o fantástico Tom Haunting espancando seu instrumento como se não houvesse amanhã e Zetro soltando a garganta em clássicos como “Scar Spangled Banner”, “War is My Sheppard” e a destruidora “Blacklist” e seu riff esmagador. Pena que pouco tempo após o lançamento, por desentendimentos, Zetro deixou novamente a banda.

Corrosion of Conformity – In the Arms of God
Lançamento: 5 de abril de 2005

O sucessor do mediano America’s Volume Dealer (2000) caiu como uma bomba para os fãs. Provavelmente o disco mais pesado do grupo. Talvez a experiência de Pepper Keenan com o Down fez com que a banda soasse mais pesada. Riffs no melhor estilo Black Sabbath dão a tônica ao massacre stoner do COC. Impossível não balançar a cabeça ao som de “Paranoid Opioid”, “Never Turns to More”, “Stone Breaker” e a faixa-título.

Ratos de Porão – Homem Inimigo do Homem
Lançamento: mais de 2006

A maior banda de crossover/hardcore da América Latina, simples assim. A instituição R.D.P. lançou em 2006 um dos seus principais discos, ao lado dos seminais Brasil (1989), Crucificados Pelo Sistema (1984) e Cada Dia Mais Sujo e Agressivo (1987). Letras cada vez mais ácidas do não menos lendário João Gordo mostram toda a indignação e ódio da sociedade. Sobrou para todos os lados: os recém surgidos emos em “O Equivocado”, o então presidente Lula em “Quem Te Viu ...”, a igreja em “Pedofilia Santa”. Um álbum perfeito para mostrar à nova geração qual o sentido da palavra agressividade.

Cavalera Conspiracy – Inflikted
Lançamento: 24 de março de 2008

Max e Iggor Cavalera novamente juntaram forças e nos brindaram com o melhor do metal/hardcore. Juntamente com o ótimo guitarrista Marc Rizzo, o grupo apresentou onze musicas repletas de riffs certeiros, da sempre precisa, pesada e tribal bateria de Iggor e dos vocais característicos do “vovô” Max. Destaques: “Sanctuary”,”Inflikted” e “Terrorize”. Lembra dos tempos de Beneath the Remains e Schizophrenia? Essa é a sensação ao ouvir o álbum.

AC/DC – Black Ice
Lançamento: 17 de outubro de 2008

Após um hiato de sete anos, uma das maiores bandas da história do rock voltou com um disco de estúdio. Porém, não é um simples trabalho de estúdio, é um puta disco de rock. Nada de tentar reinventar a roda. Simplesmente cinco senhores fazendo o que sempre fizeram de bom - música da mais alta qualidade. O “menino” Angus Young continua soltando riffs simples, mas tão geniais que nos fazem pensar que tocar guitarra é um ato tão simplório quanto calçar um tênis, por exemplo. Ouça a abertura com a fantástica e clássica "Rock ‘n’ Roll Train" e tente ficar parado sem mexer a cabeça, os pés ou até mesmo sem tentar tocar uma “guitarra imaginária”. IMPOSSÍVEL! Rock and roll em sua mais pura essência.

Heaven & Hell – The Devil You Know
Lançamento: 28 de abril de 2009

Sim, o Black Sabbath estava de volta! A formação que gravou os clássicos Heaven and Hell (1980), Mob Rules (1981) e Dehumanizer (1992) estava na ativa novamente. Por motivos contratuais não puderam usar o nome Black Sabbath. Pouco importava, os fãs sabiam quem eles eram. Sabiam também que o disco teria a sempre maravilhosa guitarra do senhor de todos os riffs Tony Iommi, a potente voz do mestre Ronnie James Dio e o baixo derruba paredes do grande Geezer Butler. “Bible Black” se tornou um clássico imediato. Demais destaques: “Atom and Evil”, ”Fear” e “Breaking Into Heaven”. Disco mais que clássico. Infelizmente, pouco tempo depois, Dio nos deixou vitima de um câncer no estômago.

Accept – Blood of the Nations
Lançamento: 20 de agosto de 2010

Depois de alguns shows em festivais europeus, o Accept queria entrar em estúdio novamente, porém seu vocalista, Udo Dirkschneider não quis abandonar a carreira solo e abandonou o barco. O guitarrista Wolf Hoffmann decidiu que iria manter a banda na ativa, recrutou um novo vocalista, Mark Tornillo, e assim lançaram a aula de metal chamada Blood of the Nations. O disco prova a todos que o espírito do Accept é, e sempre será, a dupla Wolf e Peter Baltes. Destaques: “Teutonic Terror”, “Beat the Bastards” e “The Abyss”. Antes do lançamento todos tinham dúvida de como o Accept soaria sem Udo. A resposta foi simples: Udo não faz falta alguma à banda!

Black Spiders – Sons of the North
Lançamento: 7 de fevereiro 2011

Esta banda formada em Sheffield em meados de 2008 pratica um rock cru, sujo e simples, porém muito cativante. O debut deles chamou atenção por faixas como “Stay Down”, “Just Like a Woman” e o primeiro e espetacular single, “Kiss Tried to Kill Me”, com sua letra bem humorada em homenagem ao Kiss. Típico disco para se ouvir com uma bela cerveja gelada em mãos, balançando a cabeça.

Elm Street - Barbed Wire Metal
Lançamento: 8 de abril de 2011

Mais uma espetacular banda vinda da Austrália. Eles praticam aquele heavy metal com fortes influências da década de 1980, desde a capa, com velhos desenhos toscos, até os sons, com títulos que vão de “Heavy Metal Power”, “King of the Kings” e “Metal is the Way”. Porém, nada disso soa datado ou fora de época. Os moleques conseguiram moldar o som da banda com as influências da década de 1980, mantendo com a pegada atual. Impossível não bater cabeça ao som da faixa-título. Altamente recomendado a fãs de Iron Maiden, Judas Priest, Saxon e afins.

Whiskey Myers - Firewater
Lançamento: 26 de abril de 2011

Lembram-se do que disse no começo sobre tem para todos os gostos? Pois é, essa banda de southern rock, juntamente com o também maravilhoso Blackberry Smoke, talvez sejam os maiores responsáveis pelo belo momento que o estilo vive hoje. Firewater é o segundo disco da banda e já pode ser taxado como clássico, tamanha a qualidade das composições e melodias através de suas 12 faixas. Todos aqueles fraseados de guitarra cacarcterísticos do estilo estão aqui. Destaque absoluto para o novo clássico do southern mundial, a bela “Ballad of a Southern Man” e sua belíssima melodia.

Mustasch - Sounds Like Hell, Looks Like Heaven
Lançamento: 1 de fevereiro de 2012

Eis uma de minhas bandas favoritas da nova safra. O Mustasch é um quarteto sueco que pratica um metal cru, direto e muito cativante. A banda é capitaneada pelo guitarrista e vocalista Ralf Gyllenhammar. Sounds Like Hell ... é o sexto disco do grupo, e talvez um dos melhores de toda a sua discografia. Sons como “Speed Metal”, “The Challenger” e “Never Too Late” são os destaques.

Dust Bolt – Violent Demolition
Lançamento: 27 de julho de 2012

Nesta aqui eu tiro meu boné do armário, viro a aba dele para cima, calço meu velho All Star e estou pronto para o mosh. Que arregaço esse disco de estreia do quarteto alemão Dust Bolt. Com fortíssimas influências de Kreator e Sepultura, a banda formada em 2006 tem em seu debut uma pedrada thrash do mais alto nível. As tours de suporte ao Sepultura, Napalm Death e Hyprocrisy não vieram por acaso. Tudo o que o fã de thrash gosta está aqui. Riffs sujos, bateria seca e vocais rasgados fazem desse álbum um clássico instantâneo do estilo na nova era. Aguardando, e muito, pelo sucessor, que está sendo gravado.

Gypsyhawk - Revelry & Resilience
Lançamento: agosto de 2012

Você, meu amigo, gosta de Thin Lizzy? Tenho certeza que sim! Pois bem, os caras do Gypsyhawk também, e muito. Todas aquelas maravilhosas melodias de guitarras eternizadas pela banda do grande Phil Lynott estão aqui. Como é maravilhoso ouvir bandas de rock na nova era eternizarem o som do velho Lizzy. Nada aqui é novo, mas tudo é feito tão perfeitamente e com uma vontade incrível que é impossível não se apaixonar pelo grupo. Revelry & Resilience é o segundo disco dessa banda norte-americana. O grande destaque é o single “Hedgeking”, com um riff inicial muito bacana e guitarras gêmeas ao longo da música. Deixo aqui um desafio: duvido alguém ouvir apenas uma vez esse álbum, é altamente viciante!

Evile - Skull
Lançamento: 27 de maio de 2013

Mais uma pedrada vinda da Terra da Rainha. O Evile é uma banda de thrash metal com fortíssimas influências do Metallica fase pré Black Album. Não seria errado dizer que Skull seria uma espécie continuação do clássico Master of Puppets. Até os timbres de voz de Matt Drake lembram os da lenda James Hetfield. Skull é o quarto disco da banda, que amadureceu absurdamente desde o primeiro, Enter the Grave (2007). Não existe uma música ruim no álbum, é paulada atrás de paulada. Destaque para a abertura do a la “Battery”, intitulada “Underworld”.

Asking Alexandria - From Death to Destiny
Lançamento: 6 de agosto de 2013

Essa molecada vem dando o que falar na Europa. Tocando em praticamente todos os festivais desde ano passado, a banda viu sua popularidade crescer muito após o lançamento do excelente From Death to Destiny. O grupo pratica aquele metal moderno taxado como metalcore. Sou obrigado a dizer que no começo torci um pouco o nariz, mas com o tempo a banda me cativou. Bons riffs de guitarra e uma ótima presença de palco. Obviamente, aqui no Brasil são poucos falados na mídia devido ao preconceito que existe para com o estilo. Deixe isso de lado e procure dar uma chance ao grupo. Você vai se surpreender.  Destaque para o single “Killing You” e seu belo clipe.

Five Finger Death Punch - The Wrong Side of Heaven and the Righteous Side of Hell Volume 1
Lançamento: 30 de julho de 2013

Outra excelente banda que vem fazendo muitos shows nos Estados Unidos e na Europa. Após o lançamento de seus dois últimos álbums, a dobradinha The Wrong Side of Heaven and the Righteous Side of Hell Volume 1 e Volume 2 (ambos chegaram às lojas em 2013), o grupo está atingindo um patamar grande no Velho Mundo e na América. Não à toa chamou a atenção do Metal God Rob Halford, que participou como convidado no primeiro single do Volume 1, “Lift Me Up”. Impossível definir o estilo do 5FDP. A banda faz um metal moderno, com muitos riffs de guitarra e um groove bem interessante. Destaque absoluto para “Lift Me Up” no Volume 1 e “Here to Die” no Volume 2. Altamente cativante.

Ainda estamos no inicio de 2014, porém alguns belos discos já foram lançados pela nova safra: Mustasch (Thank You for the Demon), Behemoth (The Satanist), The Vintage Caravan (Voyage) e Grand Magus (Triumph and Power). Meus destaques dentre esses acima com certeza é o espetacular novo álbum do Behemoth e os moleques do The Vintage Caravan e seu hard 70 maravilhoso. Fiquem de olho nessa banda, vai dar, e muito, que falar ainda.

Esses são apenas alguns exemplos de excelentes lançamentos dos últimos anos. Vale lembrar que nos 3 anos mais recentes já existem centenas de lançamentos em destaque, além de, é claro, novas bandas nos brindando com música de qualidade. Exemplos não faltam: Mastodon, Red Fang, Ghost, Baroness, Hatriot, The Sword, entre outras.

Por Boris Grilo
Especial para a Collectors Room

13 de fev de 2014

Todas as listas de melhores do ano publicadas pela Kerrang! durante a década de 1980

quinta-feira, fevereiro 13, 2014
Um olhar para o passado, que reforça convicções e gera estranhezas, dependendo do caso. A revista inglesa Kerrang! foi criada em 1981 como um suplemento especial da Sounds dedicado exclusivamente ao hard rock e ao heavy metal. No entanto, o sucesso foi tamanho que logo ela se transformou em um título próprio e se consolidou como a principal publicação especializada em música pesada do planeta na época.

Por essa razão, é interessante viajar no tempo e olhar todas as listas de melhores do ano publicadas pela Kerrang! durante a década de 1980. Elas estão recheadas de álbuns que se tornariam clássicos com o tempo, e também de discos que caíram no esquecimento com o passar dos anos. E é pitoresco perceber como trabalhos que hoje são idolatrados às vezes ficaram atrás de outros não tão celebrados assim. Isso sem falar nas ausências que certamente serão sentidas.

1981 e 1982 não estão no levantamento abaixo porque a Kerrang! não publicou listas nesses dois anos.

Dê uma boa lida nos top 10 abaixo, dê a sua opinião e também poste as suas listas ano a ano nos comentários:

1983

1. Def Leppard - Pyromania
2. ZZ Top - Eliminator
3. Kiss - Lick It Up
4. Molly Hatchet - No Guts ... No Glory
5. Dio - Holy Diver
6. Aldo Nova - Subject
7. Manowar - Into Glory Ride
8. Eric Martin Band - Sucker For a Pretty Face
9. Mötley Crüe - Shout at the Devil
10. Ratt - Ratt


1984

1. Van Halen - 1984
2. Prince - Purple Rain
3. Chequered Past - Chequered Past
4. Legs Diamond - Out on Bail
5. Wendy O. Williams - W.OW.
6. John Cougar Mellencamp - Uh-huh
7. Deep Purple - Perfect Strangers
8. The Rejects - Quiet Storm
9. Hanoi Rocks - Two Steps From the Move
10. The Cars - Heartbeat City


1985

1. Bryan Adams - Reckless
2. Kate Bush - Hounds of Love

3. Aerosmith - Done with Mirrors
4. Iron Maiden - Live After Death
5. ZZ Top - Afterburner
6. Marillion - Misplaced Childhood
7. The Power Station - The Power Station
8. Molly Hatchet - Double Trouble Live 

9. John Fogerty - Centerfield
10. Stevie Ray Vaughan and Double Trouble - Soul to Soul


1986

1. David Lee Roth - Eat'Em and Smile
2. Slayer - Reign in Blood
3. Metallica - Master of Puppets
4. Bon Jovi - Slippery When Wet
5. Peter Gabriel - So
6. Megadeth - Peace Sells ... But Who's Buying?
7. Iron Maiden - Somewhere in Time
8. Vinnie Vincent Invasion - Vinnie Vincent Invasion
9. Magnum - Vigilante
10. Queensrÿche - Rage for Order


1987

1. Aerosmith - Permanent Vacation
2. Whitesnake - 1987
3. Anthrax - Among the Living
4. Guns N' Roses - Appetite for Destruction
5. Metallica - The $5.98 EP: Garage Days Re-revisited
6. Marillion - Clutching at Straws
7. Def Leppard - Hysteria
8. Celtic Frost - Into the Pandemonium
9. U2 - The Joshua Tree
10. Mötley Crüe - Girls, Girls, Girls


1988

1. King's X - Out of the Silent Planet
2. Queensrÿche - Operation: Mindcrime
3. Metallica - ... And Justice for All
4. David Lee Roth - Skyscraper
5. Slayer - South of Heaven
6. John Kilzer - Memory in the Making
7. Motörhead - No Sleep At All
8. Van Halen - OU812
9. Jimmy Barnes - Freigh Train Heart
10. Robert Plant - Now and Zen


1989

1. Faith No More - The Real Thing
2. Aerosmith - Pump
3. Dan Reed Network - Slam
4. King's X - Gretchen Goes to Nebraska
5. Masters of Reality - Masters of Reality
6. Skid Row - Skid Row
7. Michael Monroe - Not Fakin' It
8. The Cult - Sonic Temple
9. Vain - No Respect
10. Wolfsbane - Live Fast, Die Fast


Por Ricardo Seelig

Lamb of God: crítica do documentário As the Palaces Burn (2014)

quinta-feira, fevereiro 13, 2014
A única palavra possível de ser utilizada para descrever o novo documentário do Lamb of God, As the Palaces Burn, é a mesma usada para definir o som da banda: pesado. E, é claro, aplicada com um sentido diferente.

Eu cobri o julgamento de Randy Blythe a partir do momento em que ele foi preso, em agosto de 2012. Imediatamente, houve muita confusão e falta de informação sobre o que estava acontecendo, principalmente devido à barreira da língua. O julgamento de Blythe só estava sendo relatado pelos jornais checos, e com recursos limitados. Assim, eu e muitos jornalistas especializados em metal fomos forçados a utilizar ferramentas de tradução online para infomar fãs e leitores. Neste sentido, este documentário faz um trabalho incrível preenchendo todas as lacunas e espaços em branco sobre o caso, proporcionando a versão verdadeira da história.

O filme começa com um perfil sobre o Lamb of God e depoimentos de um fã colombiano e uma fã indiana, que discutem o impacto que a música da banda teve sobre eles. Adoro assistir histórias sobre a força do heavy metal em todo o globo, então essa parte foi emocionante para mim. Vemos também o Lamb of God viajando pela Europa e os enormes públicos que assistem o grupo tocar. Só aproximadamente aos 40 minutos do documentário é que chegamos no cerne da história, e o filme tem o início do seu segundo ato. Não vemos Randy ser preso, mas assistimos a um relato em primeira mão do resto da banda sobre tudo que aconteceu.

Enquanto o grupo se mantém relativamente calmo durante o julgamento, as emoções que os músicos sentiram durante todo o processo são derramadas neste documentário. O filme acompanha os quatro músicos restantes no período em que Randy estava tentando ser libertado mediante fiança, e mostra o turbilhão que tomou conta da vida de cada um. As câmeras estavam lá, acompanhando tudo. Elas mostram a banda escolhendo itens para leiloar e levantar fundos para libertar Blythe. Elas estavam lá quando os músicos receberam Randy no aeroporto após ele ser finalmente libertado, e esse é um dos momentos mais emocionantes do filme. Assistimos ao primeiro show do Lamb of God após todo o processo, no Knotfest (festival criado pelo Slipknot), e vemos o quão emocionante foi para Randy.

E, enfim, chegamos ao fatídico julgamento de Blythe na República Checa, com as câmeras mostrando uma quantidade enorme de imagens. Elas mostram os advogados do vocalista se preparando para o caso e como eles orientaram o cantor. Assistimos tudo de dentro do tribunal. Randy dá testemunhos honestos sobre como teme por sua liberdade. Certas testemunhas não são mostradas, apenas ouvimos os seus depoimentos, ajudando a montar o quebra-cabeças de um processo assustador. É uma história incrível sobre um dos maiores acontecimentos do metal na última década.

A parte mais reveladora acontece quando um fã fala ao tribunal e revela que o homem que aparece caindo do palco no vídeo utilizado como prova não era Daniel Nosek (cuja morte levou ao julgamento de Blythe), mas sim outro adolescente que estava no show e depõe defendendo o vocalista. Uma virada incrível, e que mudou totalmente o rumo do julgamento.

Assistimos também a declaração final do tio de Daniel Nosek, cuja fala é pra lá de emocionante. Ele deu um poderoso discurso onde defende que Randy, em última análise, não era totalmente responsável pela morte do jovem, mas que isso não impedia que a sua família sentisse uma dor imensa pela morte de Daniel. As câmeras capturam a declaração final de Blythe e a incerteza que o músico e seus advogados tinham sobre ele ser considerado culpado ou inocente.

Um dos momentos mais fortes do documentário acontece quando o veredito é lido. Inicialmente, Blythe mostra-se confuso devido à barreira da língua, não entendendo o que foi decidido, mas então seu advogado se inclina e informa-lhe a boa notícia. O momento exato em que Randy é enfim declarado inocente torna-se ainda mais forte devido à excelente trilha, composta pelo guitarrista do Lamb of God, Mark Morton.

A grande questão é: você deve assistir a esse filme? Se você acompanhou o julgamento, sim. Se você é um fã do Lamb of God, é absolutamente necessário que você assista ao documentário. Este julgamento é algo que será falado durante um bom tempo e aqui está o relato até agora mais contundente e definitivo sobre o calvário que a banda atravessou. O filme mostra um olhar incrivelmente honesto sobre o que aconteceu com o grupo e a montanha-russa vivida pelos músicos e pela família de Nosek.

As the Palaces Burn estreia em 14 de fevereiro, e aqui você confere a lista completa com os cinemas que o exibirão, incluindo salas brasileiras.

Por Robert Pasbani, do Metal Injection
Tradução de Ricardo Seelig

12 de fev de 2014

Van Halen está gravando novo álbum

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
A informação é do guitarrista do Alter Bridge, Mark Tremonti. Em entrevista para a VH1 Radio Network, o músico, ao responder ao jornalista Dave Basner sobre um futuro álbum de sua banda solo, da qual Wolfgang Van Halen faz parte, soltou: “Wolfgang está conosco agora, e ele está bem ocupado com o Van Halen. Eles estão gravando um novo disco, por isso vai ser difícil encontrar tempo disponível para nos reunirmos”.

Ao ser questionado por Basner se Wolfgang havia dado alguma pista sobre como o novo trabalho do Van Halen soaria, Mark respondeu: “Você sabe que não. Ele só falou que soa bem e parece ótimo”.

O Van Halen retornou em 2012 com A Different Kind of Truth, que causou comoção entre os fãs por marcar a reunião da banda com o vocalista David Lee Roth. Não se sabe ainda se o novo disco do grupo será lançado este ano, mas a confirmação de que a banda está em estúdio trabalhando em novas músicas é pra encher de alegria todo fã de hard rock, não é mesmo?

Aguardemos.

Por Ricardo Seelig

Os 100 melhores discos de metal dos anos 2000 segundo a Decibel Magazine

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
A revista norte-americana Decibel publicou há alguns anos uma lista com os 100 melhores álbuns lançados na década de 2000 segundo a sua equipe. Foram avaliados discos que chegaram às lojas entre os anos de 2000 e 2009, e o resultado final é uma centena de trabalhos que formam um belo panorama da década.

Interessante notar como a visão lá fora é bem diferente do que é considerado o melhor do período pelos veículos especializados brasileiros, né não?

A lista completa está embaixo, e a sua opinião gostaríamos de conhecer nos comentários:

100 Slayer - World Painted Blood (2009)
99 My Dying Bride - The Dreadful Hours (2001)
98 Cobalt - Gin (2009)
97 Battle of Mice - A Day of Nights (2006)
96 In Flames - Clayman (2000)
95 Coalesce - OX (2009)
94 Decapitated - Nihility (2002)
93 The Paper Chase - Now You Are One of Us (2006)
92 Cathedral - Endtyme (2001)
91 Godflesh  Hymns (2001)
90 Asunder - Works Will Cone Undone (2006)
89 Cryptosy - And the You’ll Beg (2000)
88 The Haunted - Made Me Do It (2000)
87 Psyopus - Ideas of Reference (2004)
86 Killswitch Engage - The End of Heartache (2004)
85 Watain - Casus Luciferi (2003)
84 Pig Destroyer - Terrifyer (2004)
83 Drowningman - How They Light Cigarettes in Prison (2000)
82 Gojira - From Mars to Sirius (2005)
81 Mayhem - Chimera (2004)
80 WarHorse - As Heavy Turns to Ash ... (2001)
79 Akercocke - Words That Go Unspoken, Deeds That Go Undone (2005)
78 System of a Down - Toxicity (2001)
77 Taint - The Ruin of Nová Roma (2005)
76 Neurosis - Given to the Rising (2007)
75 Fucked Up - Hidden World (2006)
74 Nasum - Human 2.0 (2000)
73 Immortal - Sons of Northern Darkness (2002)
72 Nachtmystium - Assassins: Black Meddle Pt. 1 (2008)
71 Deathevokation - The Chalice of Ages (2007)
70 Trap Them - Seizures in Barren Praise (2008)
69 Rotten Sound - Murderworks (2002)
68 Thorns - Thorns (2001)
67 Meshuggah - Catch Thirtythree (2005)
66 Leviathan - Tentacles of Whorror (2004)
65 Whitered - Memento Mori (2005)
64 Hatebreed - Perseverance (2002)
63 Converge - No Heroes (2006)
62 Botch - An Anthology of Dead Ends (2002)
61 Deftones - White Pony (2000)
60 Napalm Death - Time Waits for No Slave (2009)
59 Dying Fetus - Destroy the Opposition (2000)
58 Disfear - Live the Storm (2008)
57 High on Fire - Death is This Communion (2007)
56 Cult of Luna - Somewhere Along the Highway (2006)
55 Enslaved - Below the Lights (2003)
54 Jesu - Jesu (2004)
53 Isis - Celestial (2000)
52 At the Drive-In - Relationship of Command (2000)
51 Ludicra - Fex Urbis Lex Orbis (2006)
50 The Dillinger Escape Plan - Ire Works
49 Arsis - A Celebration of Guilt (2004)
48 Mastodon - Blood Mountain (2006)
47 Electric Wizard - Witchcult Today (2007)
46 Evoken - Quietus (2001)
45 Between the Buried and Me - Alaska (2005)
44 Watain - Sworn to the Dark (2007)
43 Nile - Annihilation of the Wicked (2005)
42 Opeth - Ghost Reveries (2005)
41 Primordial - The Gathering Wilderness (2005)
40 Deathspell Omega - Fas: Ite, Maledicti, in Ignem Arternum (2007)
39 Converge - You Fail Me (2004)
38 Pig Destroyer - Prowler in the Yard (2001)
37 Killswitch Engage - Alive or Just Breathing (2002)
36 Witchcraft - Witchcraft (2004)
35 Shellac - 1000 Hurts (2000)
34 Anaal Nathrakh - The Codex Necro (2001)
33 Isis - Panopticon (2004)
32 Craft - Fuck the Universe (2005)
31 Mastodon - Leviathan (2004)
30 Andrew W.K. - I Get Wet (2001)
29 The Dillinger Escape Plan - Miss Machine (2004)
28 Dimmu Borgir - Death Cult Armageddon (2003)
27 High on Fire - Surrounded by Thieves (2002)
26 Jesu - Silver (2006)
25 Celtic Frost - Monotheist (2006)
24 Mare - Mare (2004)
23 Fugazi - The Argument (2001)
22 Tragedy - Tragedy (2000)
21 Enslaved - Isa (2004)
20 Agalloch - Ashes Against the Grain (2006)
19 Melt-Banana - Cell-Scape (2003)
18 Neurosis - A Sun That Never Sets (2001)
17 Converge - Axe to Fall (2009)
16 The Red Chord - Clients (2005)
15 Pelican - The Fire in Our Throats Will Beckon the Thaw (2005)
14 Napalm Death - Enemy of the Music Business (2000)
13 Baroness - Blue Record (2009)
12 Discordance Axis - The Inalienable Dreamless (2000)
11 Torche - Meanderthal (2008)
10 Electric Wizard - Dopethrone (2000)
9 Pig Destroyer - Phantom Limb (2007)
8 Iron Maiden - Brave New World (2000)
7 Queens of the Stone Age - Songs for the Deaf (2002)
6 Katatonia - Last Fair Deal Gone Down (2001)
5 Mastodon - Remission (2002)
4 Isis - Oceanic (2002)
3 Opeth - Blackwater Park (2001)
2 Cave In - Jupiter (2000)
1 Converge - Jane Doe (2001)


Por Ricardo Seelig

Persuader: crítica de The Fiction Maze (2014)

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
O último álbum da banda sueca Persuader, When Eden Burns, foi lançado em 2006. O grupo retorna com The Fiction Maze, seu quarto disco, disponibilizado em 17 de janeiro pela Inner Wound. Oito anos separam um trabalho do outro. Neste período, o power metal, estilo executado pela banda, perdeu força no cenário metálico mundial, deixando de ser um gênero extremamente popular e encolhendo em um nicho específico, habitado, em sua maioria, por grupos europeus.

Nestes oito anos, poucos discos realmente impactantes foram gravados na seara do power metal. The Black Halo, sétimo CD do Kamelot e um dos últimos álbuns a apresentar algo novo e refrescante para o estilo, saiu em 2005. Neste período, muito pouco foi feito de relevante para o gênero. Algumas exceções fugiram a regra, como Bible of the Beast (2009),  In Shadows Lost From the Brave dos suecos Saint Daemon, Journey of Souls (2008) dos noruegueses Keldian e Axes of the Universe (2010) dos finlandeses Tiluland, além de At the Edge of Time (2010), do sempre influente Blind Guardian. No entanto, de modo geral, percebe-se uma estagnação criativa pairando sobre o power metal, com os principais nomes seguindo fórmulas já testadas em anos anteriores e que hoje soam inequivocadamente ultrapassadas aos ouvidos - caso de Helloween, Gamma Ray e Running Wild - ou migrando para outras sonoridades, notadamente o hard rock - caso verificado no Edguy e Avantasia.

Nessa realidade, o Persuader retorna para colocar certa ordem nas coisas. The Fiction Maze é um disco que atualiza o power metal para a realidade atual. Suas canções mantém as características marcantes do estilo - melodia, refrões fortes e o sempre presente tom épico - e as revigoram com doses elevadas de agressividade e um bem-vindo peso adicional. Percebe-se com facilidade a influência do thrash, death melódico e até mesmo do metalcore, tanto na construção dos riffs como na estrutura de algumas composições. Isso, somado à performance excepcional do vocalista Jens Carlsson, que alterna vocais limpos com passagens que beiram o gutural, e à produção exemplar, que entrega toques modernos e timbres muito bem definidos, abrem um novo universo para o power metal.

Em alguns momentos, a influência do Blind Guardian, presente também nos álbuns anteriores do grupo, é sentida de maneira gritante, notadamente através da semelhança no timbre e na maneira de cantar de Carlsoon, muito próximos do estilo de Hansi Kurch. No entanto, o Persuader possui uma música mais enxuta e menos barroca, sem tantos exageros e mais direta ao ponto - ouça a faixa-título e compare. A canção emblemática de The Fiction Maze é “Falling Faster”, que encerra o álbum de maneira brilhante com direito a riffs thrash e blast beats (forcei a memória, mas realmente não recordo de outro grupo de power metal utilizando este artifício) em uma agressividade repleta de melodia.

Ao abrir as portas do power e receber de braços abertos influências de outros gêneros do heavy metal, o Persuader mostra o caminho para renovar um dos estilos mais populares do metal, que anda dando voltas ao redor do próprio rabo nos últimos anos, requentando sonoridades consagradas no passado e que hoje soam deslocadas no tempo. The Fiction Maze é um disco excelente, e que mostra como é possível inserir renovação e novas influências a um gênero sem descaracterizar a sua essência.

Altamente recomendável, tanto musicalmente quanto como exemplo a ser seguido.

Nota 8,5

Faixas:
1 One Lifetime
2 War
3 The Fiction Maze
4 Deep in the Dark
5 InSect
6 Son of Sodom
7 Sent to the Grave
8 Heathen
9 Dragon Rising
10 Worlds Collide
11 Falling Faster

Por Ricardo Seelig

Brann Taylor fala sobre o novo disco do Mastodon

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Em entrevista ao Loudwire, o baterista e vocalista Brann Taylor falou sobre o aguardado novo álbum do Mastodon, que chegará às lojas nas próximas semanas, provavelmente na segunda quinzena de abril.

As palavras de Taylor: “Sim, ele tem tudo o que nós já fizemos antes. Sinto que sempre que escrevemos algo novo ou entramos em estúdio pegamos algo que gostamos de nossos álbuns e canções anteriores, e também tem o fato de não podermos mudar o que somos como músicos. Há elementos que gravitam naturalmente ao nosso redor, sempre. Então, o novo disco soa como o Mastodon - algo realmente super pesado. São canções mais pesadas do que as que gravamos em nossos dois últimos discos. Em certos aspectos, algumas das novas canções lembram mais o que fizemos em Blood Mountain. O novo álbum possui elementos de todos os nossos discos, mas há também muitos elementos novos que eu não consigo reconhecer em trabalhos anteriores. E é justamente isso que geralmente buscamos em nossos álbuns. Que eles sejam mais surpreendentes para nós do que para os fãs. Imagino as pessoas ouvindo o novo disco e ficando absolutamente horrizadas ou adorando de paixão. Como se dissessem: ‘Meu Deus, o que é isso?’”.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida aqui.

Sim, a expectativa só aumenta a cada nova declaração. Enquanto isso, Blood Mountain sangrando ouvidos por aqui.

Por Ricardo Seelig

Ghost divulga vídeos gravados em estúdio com Papa “sem máscara”

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
O Ghost divulgou três vídeos gravados no estúdio Music Feeds, onde o vocalista Papa Emeritus aparece cantando “sem maquiagem”. A banda executa as músicas “Ritual”, “Year Zero” e “If You Have Ghosts”, respectivamente presentes nos discos Opus Eponymous (2010), Infestissumam (2013) e no EP If You Have Ghost (2013).

Sobre as performances, elas soam mais pesadas que as versões de estúdio e a voz suave de Papa está cristalina e afinadíssima, criando o contraste que é uma das marcas registradas do Ghost.

Assista aos três vídeos abaixo:

 

Por Ricardo Seelig

Assista “Invisible”, o novo clipe do U2

quarta-feira, fevereiro 12, 2014
O U2 lançou o clipe do single “Invisible”, faixa que estará em seu novo disco, ainda sem data oficial de lançamento mas que virá ao mundo este ano. O vídeo foi gravado em um hangar do aeroporto de Santa Monica, na Califórnia, e tem direção de Mark Romanek.

Assista ao clipe de “Invisible” abaixo:



Por Ricardo Seelig

11 de fev de 2014

Playlist Collectors Room: covers gravados por bandas de metal

terça-feira, fevereiro 11, 2014
Uma playlist de mais de duas horas de duração com os melhores covers gravados por bandas de heavy metal. Tem releituras de composições do próprio gênero, do rock clássico e também algumas versões para clássicos do pop.

Procurei não incluir covers manjados e que todo mundo conhece - “Am I Evil” do Metallica, “Cross Eyed-Mary” do Iron Maiden, “Hallowed Be Thy Name” do Cradle of Filth -, priorizando coisas não tão óbvias.

Para ouvir, clique aqui.

E uma dica: caso ainda não possua uma conta no Rdio e encontre dificuldades em escutar, assine o serviço. Mas o que é o Rdio? Simplificando e pra ficar fácil de todo entender: é uma Netflix de música, com milhares de discos e com valor similar ao que se paga para ter a Netflix na sua TV. E não, não estou recebendo nada para divulgar o serviço aqui, mas achei muito legal e útil e estou usando direto há meses. Garanto que você não irá se arrepender!

Por Ricardo Seelig

Guitarrista do Mastodon informa que o novo álbum da banda é uma obra-prima

terça-feira, fevereiro 11, 2014
As palavras são do guitarrista Bill Kelliher em entrevista ao Backstageaxxess.com: “O novo disco está 70% finalizado. Estamos apenas adicionando todos os vocais. Na minha opinião, o álbum é uma obra-prima, acho que está incrível. Parece ótimo para mim. Tem um pouco de tudo, como todo disco do Mastodon. Gravamos cerca de quinze músicas e entre dez e onze entrarão no álbum. Tem um monte de boas melodias e agradáveis vocais limpos. Ouço muito  voz de Brann (baterista) por todo o disco, e isso é ótimo. É apenas um álbum cheio de riffs, exatamente como você poderia esperar da gente”.

Ainda não há data definida para o lançamento do sexto trabalho do Mastodon, sucessor de The Hunter (2011), e também não foi divulgado ainda o seu título. A banda embarcará no final de abril em uma turnê de treze shows pelos Estados Unidos tendo o Gojira e o Kvelertak como atrações de abertura. Por essas datas já estarem confirmadas, é correto supor que o novo disco do grupo sairá na primeira ou segunda quinzena de abril.

Até lá, expectativa só crescendo.

Por Ricardo Seelig

10 de fev de 2014

Novas Bandas Brasileiras - Parte 5

segunda-feira, fevereiro 10, 2014
Mais um capítulo da nossa série de posts que está apresentando novas bandas brasileiras que possuem um trabalho legal e você precisa conhecer.

No episódio de hoje temos Giallos, Fuzzly, ChimpanZés de Gaveta, Lomba Raivosa, Canábicos, Os Pedrero, Outona, Beef, Menores Atos, Molho Negro, Figurótico e Projeto Trator. Como sempre, trazemos uma música de cada uma delas e você faz a sua parte, indo atrás das que mais curtir.

Para ouvir os grupos presentes nas edições anteriores, clique aqui.

E, é claro, a sua participação continua sendo fundamental. Siga nos enviando dicas das bandas interessantes que você ouviu Brasil afora que as compartilharemos com nossos leitores.


Por Ricardo Seelig

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