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AC/DC confirma retorno e mostra formação atual

O AC/DC está se movimentando bastante nos últimos dias, preparando o terreno para o anúncio do seu novo disco. O site oficial foi atualizado, as redes sociais estão com novos posts, uma ação foi realizada na escola em que Angus Young estudou na infância e diversos jornais ingleses veicularam anúncios da banda nesta quarta, 30/09. Mas vamos ao que interessa: a newsletter oficial enviou um e-mail confirmando que a formação atual do quinteto conta com Brian Johnson, Cliff Williams Phil Rudd e Stevie Young ao lado de Angus, e o teaser publicado no site oficial tem uma data em destaque, 7 de dezembro, que ao que parece será o dia do lançamento do novo disco do grupo. Em relação ao   título, todas essas ações tem como destaque o raio característico da logo da banda e a inscrição PWRUP, o que sugere que o título do sucessor de Rock or Bust (2014) deve ser Power Up . E aí, empolgado com as novidades? Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.

Por que 10.001 Destinos, dos Engenheiros, é um CD tão raro?

Existem alguns CDs de bandas brasileiras bastante raros, e 10.0001 Destinos é um deles. Lançado pelos Engenheiros do Hawaii em 2001, o álbum duplo alcança valores bastante expressivos em sites de vendas, variando entre R$ 130 e R$ 400. Mas por que esse CD é tão raro? 10.001 Destinos é uma espécie de continuação de 10.000 Destinos , CD ao vivo lançado pelos Engenheiros em junho de 2000. O álbum é o terceiro registro ao vivo da banda gaúcha e foi gravado no antigo Palace, em São Paulo, que atualmente se chama Citibank Hall, durante a tour de Tchau Radar! (1999), nono trabalho do grupo liderado por Humberto Gessinger. Na época a banda contava com a sua terceira formação, com Gessinger substituindo a dupla Augusto Licks e Carlos Maltz pelo trio Luciano Granja (guitarra, que também gravou com Pitty e Armandinho), Lucio Dorfman (teclado, que depois também trabalharia com Armandinho) e Adal Fonseca (bateria, com passagens por Kid Abelha, Lobão, Gilberto Gil e inúmeras bandas).  O álb...

Os discos mais vendidos no Brasil em todos os tempos

O Brasil é o décimo maior mercado musical do planeta segundo dados atualizados da IFPI, instituição que audita os números da indústria fonográfica em todo o mundo.  O mercado fonográfico aqui no Brasil tem como uma de suas características principais o hábito de se saciar com a sua própria produção. Explicando melhor: os consumidores preferem os artistas nacionais do que os internacionais na hora de comprar discos - isso sempre foi um aspecto histórico do nosso mercado. Outro ponto é que é bastante difícil encontrar dados confiáveis sobre quem mais vendeu álbuns no Brasil em todos os tempos, porque esses dados não são públicos como os da RIAA, instituição que monitora o mercado fonográfico nos Estados Unidos, por exemplo. Portanto, os números abaixo são resultado de uma pesquisa realizada em diversos sites e foram o mais próximo que conseguimos chegar em relação ao objetivo desse post. Não há como afirmarmos com 100% de certeza a veracidade dessas vendas, mas, independente disso...

O gigantesco impacto de Adele na indústria musical

Adele chegou como um furacão no mercado musical. Com apenas três discos de estúdio, um álbum ao vivo, 2 EPs, 17 singles e 8 videoclipes, a cantora inglesa nascida em Londres no dia 5 de maio de 1988 já é uma das artistas que mais venderam discos em todos os tempos. Seu álbum de estreia, 19 , foi lançado em 2008 e recebeu oito Discos de Platina no Reino Unido e três Discos de Platina nos Estados Unidos. No Grammy Awards de 2009, Adele ganhou os prêmios de Melhor Artista Revelação e Melhor Performance Vocal Pop Feminina . Seu segundo álbum, 21 , foi lançado em 2011. Muito bem recebido pela crítica, superou o sucesso da estreia e venceu diversos prêmios em 2012, entre eles um recorde de seis Grammy, incluindo Álbum do Ano . 21 foi certificado 17 vezes como platina no Reino Unido e é o quarto álbum mais vendido da história no mercado inglês.   Nos Estados Unidos a performance também foi impressionante, mantendo-se na primeira posição da Billboard por mais tempo que qualquer disco...

Os dez discos ao vivo mais vendidos de todos os tempos

Os álbuns ao vivo são mitológicos e ocupam um lugar de destaque nas estantes de todo colecionador. É no palco que uma banda revela toda a sua força, e é em um show que a magia entre o artista e o público acontece. Existem vários registros ao vivo antológicos e que transformaram bandas em lendas, como é o caso de Made in Japan do Deep Purple, Alive! do Kiss e Live After Death do Iron Maiden, só para citar alguns. Porém, nenhum desses álbuns, apesar de idolatrados pelos fãs, alcançou vendagens estratosféricas mundo afora. No entanto, alguns discos ao vivo conseguiram aliar performances excelentes com números de vendas exorbitantes, e é isso que vamos descobrir nessa lista. Abaixo estão os dez álbuns ao vivo mais vendidos de todos os tempos: 1 Eric Clapton – Unplugged (1992) – 26 milhões de cópias 2 Garth Brooks – Double Live (1998) – 21 milhões 3 Nirvana – MTV Unplugged in New York (1994) - 15 milhões 4 Bruce Springsteen – Live 1975-’85 (1986) – 13 milhões 5 Peter Frampton...

Um guia pelas curiosidades da capa de Somewhere in Time, clássico do Iron Maiden

Somewhere in Time , sexto disco do Iron Maiden, trouxe uma mudança na sonoridade da banda inglesa ao incluir guitarras sintetizadas e explorar um som mais progressivo e ainda mais requintado que os trabalhos anteriores, que tinham uma sonoridade mais metálica, áspera e pesada. Na época em que foi lançado o álbum dividiu a opinião dos fãs, com muita gente não digerindo muito bem essas inovações. E há também quem pensa que o Maiden inseriu teclados nas músicas de Somewhere in Time , mas isso só aconteceria no disco seguinte, Seventh Son of a Seventh Son – o som similar a teclado que se ouve em SiT vem das guitarras sintetizadas. Com o passar dos anos o álbum foi sendo entendido pelos admiradores da banda e hoje é reconhecido como um dos melhores trabalhos do na época quinteto, com clássicos e canções incríveis do porte de “Wasted Years”, “Heaven Can Wait”, “Stranger in a Strange Land” e “Alexander the Great”. No entanto, um dos pontos que sempre chamou a atenção em Somewhere in Tim...

Ranking de Discos: Slayer

Formado em 1981 na California, o Slayer é uma das bandas mais amadas da história do metal. Pioneiro e profundamente influente nas sonoridades mais extremas da música pesada, o quarteto tem a sua formação clássica com Tom Araya, Kerry King, Jeff Hanneman e Dave Lombardo.  O grupo passou por algumas mudanças de formação ao logo da carreira, com a saída (e retorno) de Lombardo, substituído por Paul Bostaph. A morte de Hanneman em 2013 efetivou Gary Holt, do Exodus, como parceiro de King. A discografia do Slayer é formada por 12 discos de estúdio, 3 álbuns ao vivo, 2 EPs, 16 singles, 4 VHS/DVD/Blu-ray e 14 videoclipes. Os leitores e seguidores da Collectors Room participaram em peso da escolha dos melhores trabalhos da banda, e ao final da contagem dos quase 1.200 votos, o ranking de discos do Slayer ficou assim:   1 Reign in Blood (1986) – 23,1% 2 Seasons in the Abyss (1990) – 19,6% 3 South of Heaven (1988) – 18,4% 4 Hell Awaits (1985) – 10,2% 5 Show No Mercy (1983) – 1...

Os MTV Unplugged mais vendidos de todos os tempos

O MTV Unplugged é um programa criado pela MTV em 1989 e que foi produzido com frequência até 1999. Entre 2000 e 2009 a atração seguiu indo ao ar, porém com menos regularidade, e desde 2009 novos programas são produzidos esporadicamente pela emissora. A fórmula é sempre a mesma: artistas e bandas em um palco intimista, tocando versões acústicas de seus hits e também releituras para canções não tão conhecidas ou covers.   No total a MTV produziu mais de 190 programas, e muitos deles foram lançados pelos artistas e bandas como álbuns ao vivo, enquanto outros nunca foram disponibilizados em discos oficiais (R.E.M., Pearl Jam e Aerosmith participaram do MTV Unplugged e nunca lançaram essas performances em CD ou LP). Entre os episódios mais icônicos da série estão as performances de Eric Clapton, Neil Young, Nirvana, Page & Plant, Eagles, Bob Dylan, Kiss, Alice in Chains, Alanis Morissette, Lauryn Hill, Alicia Keys, KoRn e Scorpions, entre outros.   No Brasil o programa ...

Como foi criada a capa de Let It Bleed, clássico dos Rolling Stones

A capa de Let It Bleed , oitavo disco dos Rolling Stones, é uma das mais bonitas da lendária banda inglesa e possui uma história bem interessante.   Lançado em 5 de dezembro de 1969, o álbum traz em sua capa uma escultura surreal projetada pelo artista norte-americano Robert Brownjohn, famoso por criar as sequências de abertura de filmes clássicos do agente James Bond como Moscou Contra 007 (1963) e 007 Contra Goldfinger (1964). A obra traz o vinil de Let It Bleed sendo tocado pelo braço de um fonógrafo antigo, enquanto diversos objetos estão suspensos sobre ele empilhados em um eixo de troca de LPs, item comum nos aparelhos de som fabricados entre os anos 1960 e 1980 e que fazia com que, ao final da duração de um disco, outro LP caísse sobre o anterior e começasse a ser tocado imediatamente.   Entre os objetos da imagem podemos ver uma caixa de filme etiquetada com a frase Stones - Let It Bleed , um mostrador de relógio, uma pizza, um pneu de motocicleta e um bolo ...

Yes e a curiosa capa de Tormato

A capa de Tormato , nono álbum do Yes, é bastante curiosa e sempre chamou a atenção dos fãs. Lançado em 22 de setembro de 1978, o disco traz uma fotografia alvejada por um tomate.   A capa foi desenvolvida pelo estúdio Hipgnosis, famoso pelas artes marcantes para artistas como Pink Floyd, Led Zeppelin e o próprio Yes, para quem o estúdio feito a capa do disco anterior do grupo, Going for the One , de 1977.  Tormato originalmente se chamaria Yes Tor , uma alusão à segunda colina mais alta de Dartmoor, uma área próxima a Devon, na Inglaterra, e que possui o mesmo nome.  No entanto, os músicos não gostaram da arte e isso levou a um fato no mínimo inusitado. O tecladista Rick Wakeman, irritado com o trabalho apresentado pela Hipgnosis, jogou um tomate nas fotos tiradas para o álbum, já que a banda havia pago um valor bastante elevado para um trabalho que ficou muito abaixo das expectativas dos músicos. A reação de Wakeman fez com que o próprio título fosse alterado, com ...